Tom de ameaça do ministro. Actuação da PSP “por antecipação” mas noite calma em Lisboa: “Polícia, alinha, anda fazer conchinha”. Foi mais uma noite, e uma madrugada, de manifestação pelo direito à habitação. Em Lisboa, no Rossio, houve votação – confusa e por vezes tensa – e os manifestantes decidiram acampar mas sem resistir à polícia. Não houve tendas, desta vez. Deitaram-se “em conchinha”, no chão. Com uma referência a José Mário Branco: “A conchinha é uma arma e eu não sabia. Poderá devolver as casas e a alegria”, comentou uma das manifestantes, na TSF. A certa altura, os manifestantes
Livre conseguiu mesmo realizar o debate de urgência. Mas antes o presidente da Assembleia da República deixou recados. O Livre queria realizar, na Assembleia da República, um debate de urgência sobre habitação. O requerimento foi apresentado no domingo, José Pedro Aguiar-Branco indeferiu no dia seguinte. O Livre insistiu. Contestou, pediu uma reapreciação, mas o presidente da Assembleia da República voltou a recusar a realização do debate. À terceira tentativa, o Livre conseguiu. O partido já tinha anunciado que ia recorrer para plenário nesta quarta-feira; ou seja, seriam os deputados a decidir este assunto. A sessão começou com uma interpelação à
Putin aceita falar com representantes de Ucrânia e EUA. Trump confiante, presidente da Finlândia também. O Presidente russo, Vladimir Putin, aceitou nesta quarta-feira retomar as negociações trilaterais com Washington e Kiev para pôr fim à guerra na Ucrânia, declarou um responsável da presidência russa (Kremlin). O líder russo concordou, “em princípio”, retomar as conversações após o dia 10 de novembro, disse Yuri Ushakov, conselheiro de política externa de Putin, aos jornalistas após um encontro em São Petersburgo entre Putin e Steve Witkoff, enviado do Presidente norte-americano, Donald Trump. As negociações trilaterais vão focar-se na “criação de um sistema de segurança