❌

Normal view

'I basically snapped': New Jersey mayor charges at resident during chaotic council meeting

23 October 2026 at 02:42

A New Jersey Republican mayor charged toward a resident during a chaotic township council meeting this week and had to be physically restrained as he shouted threats at the man, dramatic video shows.

Pemberton Township Mayor Matthew Bianchini, a Republican, rushed toward the resident during Wednesday night's meeting before several people intervened and pulled him away.

The resident, Michael Sawka, is a vocal critic of the mayor, according to WPVI-TV.

"I'm getting you," Bianchini can be heard shouting.

FORMER GAMBINO ASSOCIATE TURNED NEW JERSEY COUNCILMAN ACCUSED OF RUNNING LOANSHARKING RING WHILE IN OFFICE

Video of the meeting shows Bianchini lunging toward Sawka before being restrained by others in attendance.

As he was removed, Bianchini could be heard shouting additional threats at Sawka, including profanity.

Following the meeting, Bianchini admitted that he lost his temper.

"I just basically snapped," Bianchini told WPVI. "I hate to put it this way, but it's a long time coming."

The mayor acknowledged that his conduct was inappropriate.

SLAIN NEW JERSEY MOM'S AUTOPSY REPORT RELEASED MONTHS AFTER STABBING DEATH AT HOME

"I should not have said that," he told the station. "That was wrong. It was in the heat of the moment. I'm not gonna get anybody."

The confrontation happened while a recently fired township employee was addressing the council.

Bianchini and members of his family told WPVI that Sawka and another resident made rude comments toward the mayor's wife and daughter, who were seated in the room.

Sawka can be seen gesturing toward the back of the room before making an obscene gesture toward Bianchini, shortly before the mayor charged at him.

"Was it wrong? Absolutely. Was it justified? Absolutely. And I would do it again if I had to," Bianchini said.

DEMOCRATS FURIOUS AFTER POLLSTER BOOSTING FAR-LEFT CANDIDATES ADMITS FABRICATING SURVEYS: ‘ABSOLUTE SCUMBAGS’

He added, "Don't attack my family."

Sawka denied making comments directed at Bianchini's family and said he remained seated during the confrontation.

"I'm just sitting there. I never got up. I sat there the whole time. I was calm the whole time," he told WPVI.

Sawka filed a municipal court complaint Thursday seeking assault and terroristic threats charges against Bianchini, according to WPVI.

Police have not said whether they will pursue charges. Fox News Digital has reached out to Pemberton Township police for comment.

The Pemberton Township Democratic Club responded to the confrontation by saying the township deserves leaders who can "stay composed and professional" and urged residents to participate in the upcoming election, in which Bianchini is seeking to retain his position.

CLICK HERE TO DOWNLOAD THE FOX NEWS APP

Fox News Digital has reached out to the mayor's office for comment.

Governo publica edital para compra de dívidas no Desenrola 3.0

23 October 2026 at 02:22

O Ministério da Fazenda publicou nesta quinta-feira (22) em edição extra do DOU (Diário Oficial da União) a portaria que estabelece os critérios para a compra de dívidas antigas pelo governo federal no âmbito do Desenrola Brasil 3.0.

O texto também torna público o edital de manifestação de interesse para instituições financeiras e outros credores interessados em ofertar carteiras de crédito à União.

O prazo para envio das informações termina às 23h59 do dia 30 de outubro. A iniciativa busca levantar o volume de débitos que poderão ser adquiridos pelo governo e subsidiar a organização de um procedimento competitivo para a compra das carteiras.

A expectativa da Fazenda é receber ofertas que somem até R$ 90 bilhões em dívidas. Como o programa prevê desconto mínimo de 90% na aquisição dos créditos, o desembolso da União poderia chegar a R$ 9 bilhões caso todo esse volume fosse comprado nas condições mínimas estabelecidas.

A participação no chamamento, no entanto, não garante que as carteiras serão adquiridas pelo governo. O procedimento desta etapa é voltado aos credores e tem como objetivo reunir informações para estruturar o futuro leilão.

Quais dívidas poderão ser incluídas

A primeira etapa abrange dívidas de pessoas físicas, incluindo MEIs (microempreendedores individuais), com valor original de até R$ 10 mil e atraso superior a 720 dias e inferior a 1.645 dias, considerando a data de referência de 25 de setembro de 2026.

Entre as modalidades contempladas estão débitos de cartão de crédito rotativo e parcelado, crédito pessoal sem consignação e cheque especial. Para os MEIs, também são consideradas operações de crédito sem garantia real, conforme os critérios definidos na portaria.

Os créditos devem ter sido originados em operações contratadas com instituições financeiras constituídas por lei ou autorizadas a funcionar pelo Banco Central.

O chamamento também permite a manifestação de interesse de companhias securitizadoras, FIDCs (fundos de investimento em direitos creditórios) e outras pessoas jurídicas detentoras de carteiras elegíveis.

Os credores deverão apresentar informações sobre a quantidade de devedores, o número de contratos e o valor dos créditos, com a separação dos dados por modalidade de operação, faixa de renda e tempo de inadimplência, entre outros critérios previstos no edital.

Desconto mínimo de 90%

A compra das carteiras deverá observar um deságio mínimo de 90% sobre o valor original atualizado dos créditos, incluindo juros, multas e encargos.

Isso significa que a União pagará, no máximo, 10% do valor considerado para a aquisição, respeitadas as condições aplicáveis ao procedimento.

O desconto mínimo, contudo, não impede que o governo busque condições mais vantajosas na disputa entre os credores.

A definição das carteiras que serão efetivamente adquiridas dependerá das informações recebidas e das regras do procedimento competitivo a ser realizado posteriormente.

O governo também pretende avaliar o volume de dívidas por perfil de renda para estruturar a operação.

A prioridade anunciada é atender devedores de menor renda e microempreendedores individuais, embora o levantamento contemple diferentes faixas de rendimento.

Leilão deve ocorrer entre novembro e dezembro

A publicação da portaria dá continuidade à preparação do Desenrola 3.0, anunciado pelo governo federal em setembro.

Na véspera, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a etapa de manifestação de interesse permitiria dimensionar as carteiras disponíveis e organizar o leilão, previsto para novembro ou dezembro.

Após o levantamento, o governo deverá definir o volume de créditos que pretende adquirir e as condições para a disputa entre os credores.

A expectativa inicial divulgada pela equipe econômica era de que o programa pudesse envolver até R$ 150 bilhões em renegociações, mas a estimativa para as carteiras a serem apresentadas nesta primeira chamada é de R$ 90 bilhões.

A etapa publicada nesta quinta-feira não representa a abertura da renegociação para os consumidores.

Neste momento, pessoas físicas e MEIs não precisam procurar os bancos para aderir ao programa. As condições para renegociar os débitos, incluindo prazos, juros e formas de pagamento, dependerão das etapas posteriores de implementação.

A proposta é permitir que pessoas com dívidas antigas recuperem o acesso ao crédito em condições mais favoráveis, a partir dos descontos obtidos na aquisição das carteiras pela União.

'Grave Concerns': Banks Scramble to Block Rogue AI Agents from Customer Accounts

22 October 2026 at 17:54

Major U.S. banks have discovered unauthorized third-party AI agents operating inside customer accounts, prompting an industry-wide push to contain the risk.

The post ‘Grave Concerns’: Banks Scramble to Block Rogue AI Agents from Customer Accounts appeared first on Breitbart.

Tesouro dos EUA suspende restrições a investimentos ligados à Venezuela

23 October 2026 at 00:52

O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou nesta quinta-feira (22) uma proposta de regulamentação para a análise de investimentos no exterior na China, na Rússia e em outros países – uma lista que não inclui mais a Venezuela, agora que o ex-presidente do país Nicolás Maduro não está mais no poder.

O Tesouro aceitará comentários até 7 de dezembro sobre as regras propostas, que foram determinadas pela Lei Abrangente de Segurança Nacional para Investimentos no Exterior de 2025 (COINS Act), aprovada pelo Congresso em dezembro, mas que surgiu de um esforço bipartidário iniciado pelo ex-presidente Joe Biden em 2023.

A Lei COINS marcou uma expansão significativa dos controles sobre os investimentos externos dos EUA, exigindo que empresas e indivíduos norte-americanos notifiquem o Tesouro sobre certos planos de investimento, ao mesmo tempo em que os proíbe totalmente em outros casos para evitar danos à segurança nacional dos EUA.

Ela ampliou a lista de países abrangidos e incluiu a biotecnologia como um dos setores restritos, conferindo ao Tesouro a autoridade para adicionar outros setores conforme necessário.

O programa de investimentos no exterior tinha inicialmente como alvo apenas a China, mas a legislação COINS ampliou a lista de países “motivos de preocupação” para incluir Cuba, Irã, Coreia do Norte, Rússia e Venezuela “sob o regime de Nicolás Maduro”.

Mas o Tesouro afirmou que retirou a Venezuela da lista, uma vez que o governo Maduro “não existe mais” após a captura do ex-presidente por forças norte-americanas em janeiro, acrescentando que o atual governo, liderado pela vice de Maduro, Delcy Rodríguez, não se enquadrava na definição.

A regra proposta ainda poderia se aplicar a certos investimentos em entidades venezuelanas, afirmou o Tesouro, sem dar mais detalhes.

O presidente Donald Trump recebeu o presidente chinês Xi Jinping para uma luxuosa visita de Estado a Washington no mês passado e tem adotado uma abordagem menos restritiva em relação às tecnologias chinesas em seu segundo mandato, mas a divulgação, nesta quinta-feira, das regras propostas pode sinalizar um desejo de manter alguma pressão sobre as ambições tecnológicas de Pequim.

“A ideia por trás do programa de investimentos no exterior é garantir que tenhamos a capacidade de monitorar e, potencialmente, proibir os tipos de investimentos” que representam riscos à segurança nacional dos EUA, disse à Reuters o secretário-adjunto do Tesouro, Chris Pilkerton, responsável por questões de segurança de investimentos.

“Não se trata apenas do investimento em si; não se trata apenas do dinheiro. Trata-se da rede, da cadeia de suprimentos e de aspectos como esses que decorrem desse investimento”, disse ele, acrescentando que uma teia tão complexa de relações seria difícil de regulamentar de outra forma, por meio de controles de exportação ou outras medidas.

O Tesouro afirmou que as regras propostas não proibiriam todos os investimentos em países que suscitam preocupação.

Em vez disso, elas visariam investimentos específicos em entidades envolvidas em tecnologias de dupla utilização que beneficiem programas militares, Estados de vigilância e países com violações dos direitos humanos.

As regras propostas exigem notificação sobre investimentos potenciais em seis setores e cinco países designados, ao mesmo tempo em que os proíbem totalmente no caso da inteligência artificial.

Queda de Maduro amplia atração de investimentos na Venezuela

KPGM: Presença de mulheres nos conselhos chega a 17%

23 October 2026 at 00:45

A participação de mulheres nos conselhos de administração de empresas abertas brasileiras atingiu 17% em 2026, o maior patamar registrado nos últimos 13 anos. O dado é resultado de uma pesquisa da KPMG que analisou 261 companhias listadas na Bolsa de Valores.

Em 2013, as mulheres ocupavam apenas 6% desses cargos, percentual que avançou para 16% em 2023 e chegou ao atual índice de 17%. Apesar do avanço expressivo em pouco mais de uma década, o número ainda é considerado baixo quando comparado a outros países.

Brasil ainda abaixo da média internacional

Fernanda Allegretti, que participou de entrevista ao CNN Money para comentar os resultados da pesquisa, destacou que o índice brasileiro fica aquém de referências internacionais.

“Se você pega as grandes empresas da S&P, por exemplo, você tem mais de 34% das empresas com mulheres no conselho de administração”, afirmou.

Ela também citou que os países da OCDE registram uma média de 29%. “Com 17% mostra que a gente ainda tem um caminho a percorrer”, pontuou Allegretti.

Fatores que impulsionam a mudança

Segundo Allegretti, o avanço da governança corporativa, a regulação e a pressão dos chamados stakeholders são os principais fatores que têm impulsionado a maior presença feminina nesses espaços. Ela ressaltou que a demanda por diversidade vai além do gênero.

“Quando a gente fala de diversidade, não é só de gênero, mas também de formação, de idade”, explicou. Ela também mencionou que os próprios funcionários das empresas têm demandado mais diversidade, não apenas nos conselhos, mas na liderança como um todo.

Barreiras culturais ainda persistem

Ao ser questionada sobre os obstáculos que ainda limitam o avanço do percentual, Fernanda Allegretti apontou a cultura corporativa como um dos principais entraves.

“Eu não acho que é uma questão de formar as mulheres, as mulheres já estão formadas, muitas vezes super preparadas e até mais do que os homens, porque elas sabem que elas enfrentam barreiras maiores para chegar lá”, afirmou.

Para ela, o desafio está em fazer com que os próprios conselheiros e a liderança das empresas abram espaço para que as mulheres alcancem esses fóruns de decisão.

Governança e gerenciamento de riscos

A pesquisa também revelou que 96% das empresas analisadas consideram seus controles internos adequados. Allegretti ponderou que verificar essa percepção exigiria uma análise individual de cada companhia, e questionou se esse adequação contempla riscos emergentes, como ataques cibernéticos e o uso equivocado de inteligência artificial.

Outro dado destacado aponta que 83% das empresas informam contar com uma área específica para gerenciamento de riscos, ante 61% em 2010.

“As empresas estão visualizando que os riscos estão aumentando e que elas têm que se preparar para eles”, concluiu.

Mais de 60% das mulheres empreendem sobrecarregadas, diz pesquisa

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Newcastle pode pressionar preço do frango no Brasil em 2027, diz Itaú BBA

23 October 2026 at 00:15

O aumento da produção brasileira de carne de frango, combinado com possíveis restrições às exportações após a confirmação de um caso de doença de Newcastle em Santa Catarina, pode pressionar os preços da proteína no mercado interno no início de 2027. A avaliação é do Itaú BBA, que aponta riscos para a comercialização da produção catarinense caso os mercados importadores demorem a retomar as compras.

Em relatório divulgado, a consultoria destaca que o impacto do episódio sobre o setor brasileiro tende a ser limitado, mas pode ser mais significativo para os produtores e frigoríficos de Santa Catarina. O estado é o segundo maior produtor de frango do país e tem forte dependência do mercado externo, com cerca de 63% da produção destinada às exportações.

Em 2025, Santa Catarina produziu aproximadamente 1,9 milhão de toneladas de carne de frango, o equivalente a 13,4% da produção nacional. No comércio exterior, respondeu por 1,2 milhão de toneladas exportadas, que geraram US$ 2,45 bilhões, representando 22,5% do volume e 25% da receita das exportações brasileiras da proteína.

A confirmação do foco de Newcastle em uma granja comercial de perus em Nova Itaberaba, no oeste catarinense, levou alguns países a impor restrições às compras. A China suspendeu 14 unidades de Santa Catarina entre as 61 plantas brasileiras habilitadas, enquanto Arábia Saudita e Chile também adotaram medidas direcionadas ao estado. México e Malásia, por sua vez, suspenderam as importações de carne de frango de todo o Brasil.

Segundo o Itaú BBA, a extensão e a duração dessas restrições serão determinantes para avaliar os efeitos econômicos do episódio. Caso os embarques não sejam retomados rapidamente, parte da produção que seria exportada poderá permanecer no mercado brasileiro ou precisar ser armazenada por mais tempo, elevando os custos das empresas.

Esse cenário pode aumentar a disponibilidade interna de carne de frango justamente em um período em que a produção nacional já apresenta crescimento. Entre janeiro e setembro de 2026, os abates de frangos avançaram 3,7%, enquanto o volume de carne produzido aumentou 6,2%, de acordo com os dados citados no relatório. Para o ano, a expectativa é de expansão próxima de 6% na produção.

Com mais produto disponível e dificuldades para escoar parte dos volumes ao exterior, frigoríficos podem recorrer a descontos para vender os estoques, pressionando as cotações. O efeito, porém, dependerá da capacidade de redirecionar as exportações para outros destinos, da velocidade de reabertura dos mercados suspensos e do comportamento da demanda doméstica.

Equilíbrio do mercado

O Brasil vinha registrando crescimento na produção e nas vendas externas de carne de frango em 2026, com possibilidade de alcançar um novo recorde anual de exportações. Nesse contexto, a perda temporária de acesso a determinados mercados pode dificultar o escoamento da oferta, sobretudo para empresas com maior exposição a Santa Catarina.

A China representou cerca de 10% das exportações brasileiras de carne de frango entre janeiro e setembro de 2026. A Arábia Saudita também tem peso relevante, tendo sido o terceiro principal destino da proteína brasileira no período, com aproximadamente 327,8 mil toneladas, o equivalente a cerca de 8% dos embarques.

A possibilidade de redirecionar os volumes para outros compradores pode reduzir os efeitos das suspensões, mas não elimina necessariamente os custos de transição. Mudanças de destino podem exigir renegociação de contratos, ajustes logísticos e maior tempo de armazenamento, com consequências para o fluxo de caixa dos frigoríficos e cooperativas.

O relatório ressalta que a duração dos embargos comerciais pode ser tão importante quanto o controle sanitário do foco. Em episódios anteriores, a retomada das compras variou conforme o país importador e as regras adotadas para regionalizar as restrições, o que torna incerto o prazo de normalização dos embarques.

Mercado doméstico

Para o mercado doméstico, o início de 2027 concentra um risco adicional. A demanda por carne costuma perder força sazonalmente no primeiro trimestre, enquanto o eventual redirecionamento de volumes antes destinados à exportação pode ampliar a oferta disponível no país.

Se a produção continuar crescendo e as restrições comerciais persistirem, a combinação de maior disponibilidade e demanda sazonalmente mais fraca poderá pressionar os preços do frango. O movimento também dependerá do ritmo de consumo, dos estoques acumulados e da capacidade de absorção do mercado interno.

Além dos preços da carne, uma eventual redução dos abates em Santa Catarina pode repercutir na cadeia de insumos, com efeitos sobre a demanda por milho e farelo de soja utilizados na alimentação das aves. Integrados, cooperativas e frigoríficos também podem enfrentar ajustes nos alojamentos, nos contratos e na remuneração ao longo da cadeia produtiva.

Apesar dos riscos regionais, o Itaú BBA avalia que o efeito agregado sobre o setor brasileiro tende a ser limitado, desde que não ocorram novos focos e que as restrições sejam gradualmente revistas. A consultoria recomenda acompanhar a evolução sanitária, as decisões dos países importadores e a retomada das compras, fatores que ajudarão a dimensionar a pressão sobre os preços e as margens do setor nos próximos meses.

Infra S.A. prevê concluir estudo da Transnordestina até o fim do ano

22 October 2026 at 23:45

A Infra S.A. prevê concluir até o fim deste ano o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental necessário para avançar com as obras do trecho pernambucano da Ferrovia Transnordestina.

A informação foi dada pelo diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos, em entrevista ao programa Conexão Infra. Segundo ele, a empresa está atendendo às exigências do tribunal para demonstrar a viabilidade do investimento público no trecho entre Salgueiro e o Porto de Suape, em Pernambuco.

O TCU (Tribunal de Contas da União) cobra estudos atualizados que comprovem a viabilidade socioeconômica do empreendimento antes de autorizar o avanço físico das obras. Em julho, o tribunal esclareceu que a restrição não impede a continuidade de licitações, a assinatura de contratos e outros atos preparatórios, mas mantém a exigência de comprovação da viabilidade para o início da execução física.

No entanto, mesmo assim, a Corte de Contas suspendeu as obras no ramal entre Salgueiro e Suape. Havia a previsão de que o processo fosse deliberado no TCU na última semana, porém, o tema saiu da pauta.

Nesse sentido, Bastos falou que a Infra S.A está em conversas com o ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, relator do processo, para tentar viabilizar a retomada das obras.

Bastos também defendeu a continuidade do projeto e argumentou que a avaliação da ferrovia deve considerar não apenas o retorno financeiro, mas também os benefícios sociais e logísticos. Na avaliação dele, a execução com recursos públicos pode viabilizar um trecho que, em um primeiro momento, não seria atrativo para a iniciativa privada.

“Qualquer ferrovia que se faça tem viabilidade. Talvez no primeiro momento, não econômica, mas social, não tenho a menor dúvida que isso é”, disse.

O presidente da Infra S.A. também afirmou que, após a conclusão das obras, a ferrovia poderá se tornar mais atrativa para uma futura concessão, com a perspectiva de ampliar o transporte de cargas.

Devolução de trechos

Em outra frente envolvendo a Transnordestina, na última quarta-feira (21), o TCU deu aval para as bases de um acordo de devolução de 2,9 mil quilômetros de trilhos atualmente sem operação pela Ferrovia Transnordestina Logística, empresa controlada pela CSN – Companhia Siderúrgica Nacional.

A repactuação prevê que a concessionária devolva os trechos à União e pague indenização de R$ 1,8 bilhão. O acordo também prevê investimentos em projetos de VLTs (veículos leves sobre trilhos) em Campina Grande (PB) e Arapiraca (AL). Em maio, o tribunal ajustou condições do acordo após analisar recursos apresentados pela empresa.

A devolução está relacionada à concessão da Malha Nordeste, operada pela CSN, e não se confunde com a conclusão do trecho Salgueiro–Suape, cuja estruturação está sob responsabilidade da Infra S.A. A negociação sobre a malha devolvida busca reorganizar a concessão e definir a destinação de segmentos que deixaram de operar.

A concessão original da Transnordestina tinha cerca de 4,2 mil quilômetros de extensão, distribuídos por sete estados do Nordeste. Com a repactuação, a empresa deverá manter uma malha menor, concentrada em trechos considerados estratégicos para o transporte de cargas, enquanto o governo terá de definir a destinação dos segmentos devolvidos.

Gargalos ferroviários

Durante a entrevista, Bastos também apontou dificuldades para ampliar as concessões ferroviárias no país. Segundo ele, parte da malha brasileira é antiga, tem infraestrutura precária e atravessa áreas urbanas, fatores que dificultam a modernização e reduzem a atratividade dos projetos para investidores privados.

Os últimos governos tentaram avançar nos projetos de concessões ferroviárias. Porém, até o momento, a carteira acumula atrasos. Para 2027, o Ministério dos Transportes prevê a realização de oito leilões de concessão.

O presidente da Infra S.A. defendeu a atualização dos estudos e a busca por modelos de financiamento que tornem os empreendimentos mais competitivos. Como exemplo, citou a EF-118 e a possibilidade de utilizar mecanismos de investimentos cruzados para ampliar os recursos disponíveis ao setor.

Bradesco aprova recompra de ações

22 October 2026 at 22:52

​O Bradesco ​anunciou nesta quinta-feira (22) que seu conselho de administração aprovou a recompra de cerca ⁠de ​3,55% das ações ​ordinárias e aproximadamente ⁠1% dos ⁠papeis preferenciais em ​circulação, ‌em um ⁠programa que terá duração de 18 meses, ‌segundo fato ⁠relevante.

O ‌banco afirmou que vai recomprar até ⁠53.413.506 ⁠ações ordinárias e até ‌53.171.375 papeis preferenciais.

A ação ordinária do Bradesco encerrou nesta quinta-feira ‌cotada a R$ 17,91, em queda de ⁠1,97% na sessão, e a preferencial ​fechou a R$ 20,22, ​baixa de 2,08%.

 

 

House Democrats demand answers from CDC on African hepatitis B study

22 October 2026 at 23:03
Top Democrats on the House Energy and Commerce Committee demanded answers Thursday from the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) about the agency’s funding of a controversial hepatitis B clinical trial in Guinea-Bissau.  The CDC awarded $1.6 million last year to Danish researchers to conduct the study in Guinea-Bissau, a small country in West…

House Democrats demand answers from CDC on African hepatitis B study

22 October 2026 at 23:03
Top Democrats on the House Energy and Commerce Committee demanded answers Thursday from the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) about the agency’s funding of a controversial hepatitis B clinical trial in Guinea-Bissau.  The CDC awarded $1.6 million last year to Danish researchers to conduct the study in Guinea-Bissau, a small country in West…

G5 ao Capital Insights: Há dúvida sobre como governo eleito tratará fiscal

22 October 2026 at 23:01

Na reta final da campanha eleitoral para presidente da República, as propostas econômicas apresentadas até aqui ainda não oferecem garantias concretas de ajuste fiscal, avalia o sócio e economista-chefe da G5 Partners, Luis Otavio Leal. Segundo ele, falta um plano detalhado capaz de responder ao aumento do desequilíbrio nas contas públicas projetado para o início de 2027.

“Há um rombo maior do que havia antes e muitas dúvidas sobre como qualquer um dos candidatos vai lidar com esse rombo maior no início de 2027”, afirma, em entrevista ao Capital Insights – parceria entre a Broadcast e o CNN Money – desta quinta-feira (22).

Ele lembra que o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, aumentou despesas, o que deve pressionar o Orçamento do ano que vem, enquanto promessas do adversário, Flávio Bolsonaro, como a de cortar R$ 200 bilhões em gastos, foram recebidas com desconfiança.

Para Leal, o ponto central do debate macroeconômico segue sendo o fiscal. Ele afirma que as expectativas de inflação futura carregam um “prêmio de risco fiscal”, isto é, parte relevante do que se projeta para os preços adiante não deriva da demanda aquecida, mas da desconfiança com a trajetória das contas públicas.

Na avaliação do economista, sem esse risco fiscal, a inflação tenderia a convergir para a meta, porque o mercado confia no Banco Central. “Hoje há confiança na política monetária, e não na fiscal”, resume.

A economia brasileira também é um desafio para o próximo presidente da República, acrescenta Leal. Na entrevista, ele afirma que o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre “deve ser negativo” e não descarta um desempenho ruim também no quarto trimestre, num ambiente em que crédito mais seletivo, endividamento elevado e incertezas fiscais restringem consumo e investimento.

Ao discutir o ambiente político, Leal argumenta que a campanha do presidente Lula não conseguiu transformar a inflação mais controlada em tração eleitoral. Segundo ele, o motivo central é que a melhora de índices agregados não se converteu em sensação de alívio no bolso.

O endividamento das famílias, na leitura do economista, segue como o principal limitador: a renda não acompanhou o crescimento das dívidas, o que mantém a percepção de aperto, mesmo quando a inflação corrente desacelera.

Esse quadro, diz Leal, ajuda a explicar por que o Banco Central começou a reduzir juros levando em conta não apenas o comportamento dos preços, mas também o peso do endividamento sobre a atividade.

A queda dos juros, porém, não resolve automaticamente o problema do crédito. Para o economista, os bancos tendem a ser mais seletivos na concessão, depois de um período em que modalidades caras, como o cartão de crédito, ganharam protagonismo e contribuíram para o aumento do risco e da inadimplência.

No exterior, Leal vê um cenário ainda dominado por inflação resiliente e juros em alta, o que reduz a disposição global por risco e aumenta a competição por capital com os títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Esse quadro, segundo ele, afeta diretamente emergentes como o Brasil, pressionando prêmios de risco e tornando mais difícil sustentar um ciclo doméstico de alívio monetário sem impacto no câmbio.

Ao olhar para os Estados Unidos, o economista projeta um cenário de turbulência política. Ele avalia que Donald Trump tenderia a judicializar o processo eleitoral e que, mesmo se vencer, enfrentará forte oposição, com possibilidade de novas crises institucionais, incluindo tentativas de impeachment.

No pano de fundo, Leal afirma que o Federal Reserve ainda pode elevar juros mais uma vez neste ano, possivelmente em dezembro – movimento que, se confirmado, apertaria as condições financeiras globais e aumentaria a pressão sobre câmbio e expectativas no Brasil, justamente num momento em que o país tenta equilibrar desaceleração econômica e fragilidade fiscal.

Juros altos são uma das principais causas de inadimplência no Brasil

Rooney chama jogadores do Manchester United de “egoístas” após goleada

22 October 2026 at 22:55

Wayne Rooney, maior artilheiro da história do Manchester United, chamou os jogadores do clube de “egoístas” e disse que eles agem “como bebês”.

As críticas vieram após o capitão Bruno Fernandes questionar as táticas da comissão técnica depois da goleada por 4 a 1 sofrida diante do Como, na quarta-feira (21), pela Champions League.

Fernandes afirmou que o United não pressionou o suficiente e adotou uma “postura de derrota” após sofrer um gol logo no segundo minuto de jogo. O resultado expressivo intensificou as cobranças sobre o técnico Michael Carrick.

O colapso da equipe diante do Como deixou o Manchester United à beira de mais uma derrota prejudicial. Apenas um gol de Joshua Zirkzee nos acréscimos diminuiu a diferença no placar.

Leia Mais:

As críticas surgem em meio a sinais de crescente insatisfação dentro do elenco. No início deste mês, o zagueiro Lisandro Martínez criticou a diretoria após a derrota por 2 a 0 para o Atlético de Madrid, pela Champions League, e afirmou esperar mais investimentos para que o time possa competir no mais alto nível.

Rooney critica postura dos jogadores do Manchester United

“Quando Martínez se manifestou, eu disse que aquilo era um pesadelo absoluto, porque iria dividir o vestiário. Foi o começo. Agora vimos isso com Bruno, e veremos acontecer com mais jogadores, porque eles não querem assumir a responsabilidade”, disse Rooney ao podcast The United Stand, na quinta-feira (22).

“Você pode dizer se Bruno estava certo ou errado no que falou, mas é preciso assumir a responsabilidade dentro de campo. É preciso assumir a responsabilidade como grupo de jogadores”, acrescentou o ex-atacante.

“Esses jogadores são egoístas. Não se importam com os companheiros, com o treinador, com a comissão técnica ou com os torcedores. Eles só se importam consigo mesmos”, afirmou Rooney.

“Se não conseguem o que consideram certo para si, agem como bebês, fazem birra e tentam transferir a culpa para qualquer outra pessoa, menos para eles mesmos”, completou.

Michael Carrick enfrenta pressão no Manchester United

Ex-meio-campista do Manchester United, Carrick atuou ao lado de Rooney em Old Trafford. Ele foi nomeado técnico interino em janeiro, após a demissão de Ruben Amorim, e recebeu um contrato válido até 2028 depois de conduzir uma melhora expressiva nos resultados da equipe.

Agora, porém, Carrick enfrenta pressão crescente. O Manchester United está há sete partidas sem vencer em todas as competições, ocupa a 20ª posição na classificação da Champions League e aparece em 13º lugar na Premier League.

Ten Hag detona falta de dedicação de Cristiano Ronaldo: “Não corria”

Bradesco tem lucro de R$ 7,1 bilhões no 3º tri, alta de 14,6%

22 October 2026 at 22:28

O Bradesco teve lucro líquido recorrente de R$ 7,1 bilhões no terceiro trimestre, alta de 14,6% em relação ao mesmo período do ano passado, em linha com as previsões no mercado, mostrou o balanço divulgado nesta quinta-feira (22) pelo banco, sem mudanças nas previsões para o ano. Na comparação trimestral, o resultado subiu 0,8%.

A carteira de crédito da instituição totalizou R$ 1,15 trilhão no final de setembro, aumento de 11,1% ano a ano e de 1,1% em relação ao final de junho, enquanto o índice de inadimplência acima de 90 dias no terceiro trimestre ficou em 4,6%, de 4,1% um ano antes e 4,3% no segundo trimestre de 2026.

O custo do crédito, representado pela PDD (despesa de provisões) expandida, cresceu 24,3% ano a ano e 6,6% na comparação trimestral, para R$ 10,6 bilhões.

O ROAE (retorno sobre o patrimônio líquido médio) ficou em 15,6%, de 14,7% no mesmo intervalo do ano passado e 16,2% no segundo trimestre do ano. Desconsiderando o aumento de capital recente, o ROAE foi de 16,1%.

SpaceX diz que fusão com a Tesla depende de aprovação de Musk

22 October 2026 at 22:07

A SpaceX SPCX.O revelou na quinta-feira (22) que sua potencial fusão com a Tesla TSLA.O precisará da aprovação de seu investidor controlador, Elon Musk, dias depois de o homem mais rico do mundo ter dito que não pode participar das discussões dos comitês especiais.

Musk afirmou na terça-feira (20) que uma fusão de suas duas empresas, SpaceX e Tesla, seria “uma boa ideia” e que comitês especiais foram formados para discutir essa união.

❌