Os protestos pelo direito à habitação prosseguem, com manifestações e assembleias populares marcadas em várias cidades do país. Em Lisboa, está marcada para as 15h uma manifestação.
Ventura é o presidente da Comissão de Inquérito e o Livre quer ouvir o presidente do GHEGA por causa do assalto ao gabinete na AR. Ainda, Carneiro diz que lei do arrendamento não deve avançar.
A partida frente ao Gil Vicente está agendada para as 20h30, em Barcelos. Ainda, estão marcados para esta tarde protestos pela habitação em Lisboa e no Porto.
Durante décadas, o Estado foi absorvendo uma fatia cada vez maior da riqueza gerada por quem trabalha. Resultado: menos poder de compra, menos investimento, menos habitação.
A responsabilidade não terminou com os governos de António Costa. Quem governa desde Abril de 2024 já teve dois anos e meio para transformar intenções em resultados.
Tempos estranhos, em que jovens, ao arrepio do direito constitucional (programático), se convenceram de que o Estado tem a obrigação de pagar uma habitação a cada um de nós.
Duas semanas após o início, no Porto, os protestos pelo direito à habitação prosseguem. Ainda, uma nova ronda de protestos está convocada também em França.
O teto mudou de preço, mas a música dá resposta. Juntamos a mordacidade de B Fachada e Capicua à melancolia de Tom Waits, Françoise Hardy, Milú e Mina num alinhamento sobre ter onde morar.
“Todos os dias, às 19h00”. As assembleias populares decidem a continuidade dos protestos pela habitação com recurso a votações e discursos. Como se organizam? Uma conversa com Mariana Furtado.
Cerca de 300 pessoas participaram numa vigília seguida de intervenções de moradores e a sétima assembleia da "Acampada de Lisboa". O frio dispersou o público que protesta este sábado no Marquês.
O secretário-geral do PS fala em declarações infelizes de Benjamim Pereira. Ainda, já terminou a acampada de apoio a uma viúva com dois filhos que está a ser despejada, em Lisboa.