A war of words has erupted over who is responsible for the restrictions on Starshield access in Ukraine
A war of words has erupted between the Trump administration, officials in Kyiv and Elon Musk over who is to blame for limiting Ukraine’s access to Space X’s military-grade version of Starlink.
The restrictions to Starshield have rendered many of the drones used by Kyiv to strike behind the frontlines inoperable and hampered air defence systems that stop Russian attacks, according to Ukrainian officials.
De acuerdo con el informe, solo el 20% del total general de 980.000 deportaciones (190.000 personas) afectó a condenados por algún delito, contradiciendo la narrativa de Trump sobre expulsar a "lo peor de lo peor".
President Trump reiterated his support for Ohio gubernatorial candidate Vivek Ramswamy’s (R) controversial ad that recently aired featuring Democratic opponent Amy Acton’s mother calling her a “liar.” “Why would you shield somebody from that?” Trump asked his supporters at a rally in Sioux City, Iowa Thursday night. The president said Ramaswamy had reached out to him…
President Trump reiterated his support for Ohio gubernatorial candidate Vivek Ramswamy’s (R) controversial ad that recently aired featuring Democratic opponent Amy Acton’s mother calling her a “liar.” “Why would you shield somebody from that?” Trump asked his supporters at a rally in Sioux City, Iowa Thursday night. The president said Ramaswamy had reached out to him…
President Donald Trump warned Thursday that the United States may launch further strikes against Iran, as Washington and Israel prepare for a possible new offensive following the November midterm elections.
Thursday on MS NOW’s “Deadline,” Rep. Jim Himes (D-CT) said President Donald Trump will “claim that the election that is coming up in 12 days is corrupt in some way or another.” Host Nicolle Wallace said, “Congressman, tell me what
Actor Robert De Niro is again on the attack against President Donald Trump, this time pushing the conspiracy theory that the president and the Supreme Court are trying to take away Americans' right to vote.
President Donald Trump's bold decision to approve the mission to arrest former dictator Nicolás Maduro created the "path to hope" that Venezuelans are cautiously taking toward holding elections, Dinorah Figuera, the surgeon and former lawmaker representing the opposition in talks with post-Maduro socialists, told Breitbart News this week.
O Departamento de Estado dos EUA saudou, nesta quinta-feira (22), a conclusão de uma terceira rodada de negociações de reconciliação política entre a Assembleia Nacional da Venezuela de 2015 e o seu governo interino.
Em comunicado, o Departamento de Estado declarou que o processo “continua a fortalecer as instituições democráticas” e a “lançar as bases para eleições livres, justas e credíveis” no país sul-americano.
Os EUA continuam a defender a libertação imediata de todos os presos políticos na Venezuela, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.
A Câmara Municipal de Nova York votou, nesta quinta-feira (22), pela proibição de carruagens puxadas por cavalos nas ruas da cidade e no Central Park a partir de junho de 2028, encerrando uma atração turística histórica e um setor de longa data.
Dos 51 vereadores da cidade, 40 apoiaram o projeto de lei, que contou com o respaldo do prefeito Zohran Mamdani — o qual, no início deste mês, afirmou que o setor de carruagens puxadas por cavalos chegaria ao fim. Sete vereadores votaram contra a medida, e dois se abstiveram.
O apoio à proibição cresceu após a morte, neste verão, de Romanch Mahajan, um turista indiano de 18 anos. Mahajan foi arremessado de uma carruagem e faleceu no dia 17 de junho, depois que o cavalo disparou no momento em que o condutor se afastou para tirar uma foto da família de Mahajan.
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O presidente americano Donald Trump — que já criticou Mamdani, mas também manteve encontros cordiais com ele — questionou a proibição.
“Quando ocorre um acidente de trânsito na região — e eles são frequentes —, ninguém proíbe a entrada de carros no parque. Então, por que proibir as carruagens? Era uma grande tradição. Mais um pedaço da história que se vai. Fará falta!”, escreveu Trump — cujo centro empresarial está sediado na Trump Tower, a poucos minutos do Central Park — na plataforma Truth Social.
O projeto de lei determina que a prefeitura elabore, até abril, um plano de transição para os trabalhadores do setor, além de considerar um programa para compensar os operadores de carruagens pelos seus negócios e auxiliar no destino dos cavalos. Pela proposta, os animais não poderão ser abatidos.
En Texas el voto anticipado creció un 74% respecto a 2022 y en Kansas se duplicó. Esta tendencia se replica en varios estados impulsada por el descontento ante el costo de la vida y el alza de los combustibles.
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos supervisionou 980 mil deportações durante os primeiros 18 meses do segundo mandato do presidente Donald Trump, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira (22) pelo think tank Migration Policy Institute.
Cerca de 20% de todas as deportações nesse período envolveram indivíduos com condenação criminal, aponta o relatório.
Entre as deportações de imigrantes com dois ou mais anos de residência nos EUA, 71% referiam-se a pessoas que não possuíam condenação criminal, acrescenta o documento.
O relatório foi elaborado por Marc Rosenblum, ex-chefe do Escritório de Estatísticas de Segurança Interna do Departamento de Segurança Interna.
Em termos anuais, o total de deportações é superior ao registrado durante a administração do ex-presidente Joe Biden e no primeiro mandato de Trump, mas permanece bem abaixo dos níveis observados no início dos anos 2000, indica o documento.
Das 980 mil deportações realizadas pelo ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) e pelo CBP (Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras) durante o segundo mandato de Trump, cerca de 59% — o equivalente a 580 mil — foram remoções, 30% — equivalente a 300 mil — foram retornos forçados e 11% — equivalente a 110 mil — foram retornos administrativos.
Trump afirma que sua política de endurecimento da imigração e sua campanha de deportações visam melhorar a segurança interna.
Defensores dos direitos humanos argumentam que essas medidas violaram o devido processo legal e a liberdade de expressão, criando um ambiente inseguro — especialmente para minorias étnicas, que expressaram preocupações quanto ao uso de perfilamento racial.
A duas semanas do segundo turno das eleições brasileiras, o norte-americano Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde dos Estados Unidos e expoente do movimento antivacina, esteve no Rio de Janeiro para casar seu filho, Conor Kennedy. A noiva era a cantora Giulia Be, que, apesar de ter declarado voto em Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, é membro de outro clã da direita, a família Marinho, ligada aos Bolsonaro. Seu pai, Paulo Marinho, foi um dos principais nomes da campanha de Jair em 2018 e é suplente de Flávio no Senado.
A cerimônia religiosa foi na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no centro do Rio de Janeiro, onde Dom Pedro I e Dom Pedro II foram coroados. Com pompa e circunstância, a celebração ganhou cobertura internacional.
Apenas uma semana depois do casamento, em São Paulo, apoiadores de Flávio Bolsonaro carregaram um míssil inflável com os dizeres “Trump nuke Brazil” (Trump, faça um ataque nuclear ao Brasil), em mais uma demonstração de subserviência ao governo de Donald Trump.
Casamento de direita reúne André Marinho (ao centro) e Robert Kennedy Jr. (à esquerda) no Rio de Janeiro, duas semanas antes das eleições
Os dois eventos revelam a crescente proximidade da extrema direita brasileira com a norte-americana. Uma eventual vitória de Flávio representaria a consolidação do projeto por trás da Doutrina Donroe, que promove o retorno do domínio norte-americano sobre a América Latina, na opinião do cientista político Guilherme Casarões, da Florida International University.
“A Doutrina Monroe, a original do século 19, tinha como ideia básica proteger o hemisfério americano dos interesses europeus e consolidar a hegemonia dos EUA. O que o Trump tenta fazer agora é justamente revitalizá-la com características novas, que se baseiam não só na imposição de um certo poderio militar e de relações econômicas, mas também envolvem a construção de uma aliança ideológica nas Américas”.
Terras raras: do fundo do poço para o bolso de Trump Jr.
No início de abril, André Marinho, o irmão da noiva do casamento no Rio, esteve nos EUA, onde se encontrou com o vice-presidente americano, J.D. Vance. O encontro foi articulado por Robert Kennedy Jr.. Na ocasião, Marinho disse ter tratado com Vance da expansão do crime organizado no Rio de Janeiro e das conexões de facções criminosas com redes internacionais.
De lá pra cá, uma profusão de digitais dos EUA apareceu nas articulações do bolsonarismo para as eleições de 2026, da abertura de uma filial brasileira da Rockbridge, rede de financiadores da extrema direita criada por Vence, ao financiamento do filme “Dark Horse”, realizado por meio de um fundo estabelecido no Texas.
Na frente econômica, chamou atenção o documento produzido por André Marinho com as possíveis vantagens de uma administração de Flávio Bolsonaro para o governo e os negócios da família Trump. O “Prosperity Partnership”, de autoria do irmão da noiva, mostra como os EUA explorariam terras raras – elementos químicos essenciais para a produção de ímãs de alta potência em turbinas, eletrônicos e armamento – em mais um governo de extrema direita no Brasil.
Revelado pelo jornalista Guilherme Amado, o plano foi elaborado em março deste ano, cerca de duas semanas antes de Marinho viajar aos EUA para se reunir com Vance. Marinho negou que o documento, com a capa “Flávio Bolsonaro | 2026 Campaign”, tivesse relação com a campanha bolsonarista.
Segundo o “Prosperity Partnership”, um novo governo Bolsonaro “posicionará o Brasil como o principal fornecedor e polo de processamento de minerais críticos alinhado ao Ocidente no Hemisfério Ocidental”; não tornará o país “dependente” de cadeias de processamento chinesas; e, por fim, “se alinhará com os Estados Unidos na construção de um sistema de abastecimento paralelo”. O documento também fala em “aceleração no processo regulatório”, em consonância com o programa de governo de Flávio Bolsonaro, que, ao tratar do tema, promete “licenciamento ágil e técnico”.
Procurado pela reportagem, Marinho afirmou que o “assunto é superado exatamente por não haver qualquer consequência prática na realidade”. Em seguida, mandou nota em que disse que “o estudo foi elaborado por iniciativa exclusivamente pessoal, como um exercício hipotético de análise de cenários. Não se tratava de proposta oficial nem foi produzida a pedido de qualquer campanha, autoridade ou organização.”
Marinho disse ainda que não enviou o material à “campanha de Flávio Bolsonaro, a autoridades ou organizações americanas, nem foi objeto de qualquer reunião ou tratativa”. Completou que seu encontro com Vance, em abril de 2026, “não teve qualquer relação com esse estudo”.
Acesso facilitado a recursos naturais
As ideias do apoiador de Flávio e mais novo integrante da família de Robert Kennedy Jr. se alinham aos pilares econômicos da Doutrina Donroe, fundamentados no acesso facilitado dos EUA a recursos naturais de países latino-americanos.
A doutrina vem sendo aplicada com êxito por Trump na Venezuela. Após intervir militarmente no país vizinho, multinacionais americanas e empresários alinhados a Trump já conseguiram contratos para exploração de petróleo e, em agosto, o governo dos EUA anunciou um acordo que garante ao país a concessão, por 100 anos, para extrair barris de 17 campos de petróleo venezuelanos.
Já na Argentina, um decreto do presidente Javier Milei revogou a lei que impunha restrições à compra de terras por estrangeiros. Apesar da resistência popular e nos tribunais, a Suprema Corte do país primeiro confirmou a decisão de Milei, mas agora reverteu o entendimento.
O desequilíbrio de poder entre os EUA e os países latino-americanos levanta dúvidas sobre o futuro da exploração de terras e recursos naturais com o fortalecimento da Doutrina Donroe. Casarões destaca que, em um cenário de “subserviência ao governo norte-americano”, caso Flávio vença a eleição, “pode ser que os países da América do Sul, sobretudo Brasil e Argentina, mas também Colômbia e Chile, entrem numa espécie de corrida para o fundo do poço. Um leilão às avessas, com uma dinâmica de quem cede mais [aos EUA]”.
O fundo 1789 Capital, que tem como sócio Donald Trump Jr., filho mais velho do presidente, já investiu na norte-americana Vulcan Elements, que, por sua vez, faz parte de uma cadeia de empresas envolvidas no Projeto Caldeira, de exploração de terras raras no sul de Minas Gerais.
A Pública mostrou que outra empresa envolvida no projeto, a australiana Meteoric, responsável pela extração de minério, assinou um memorando com a canadense Ucore, que garantiu investimentos do Departamento de Defesa dos EUA para desenvolvimento de uma planta de separação de terras raras.
Milícia e mortes de crianças
Não menos importante para o governo Trump é a afinidade com a abordagem bolsonarista ao combate ao tráfico de drogas. Em maio de 2026, dias depois do encontro de Flávio Bolsonaro com Trump na Casa Branca, o governo dos EUA designou o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Esta é considerada uma das principais vitórias de Flávio Bolsonaro, que atribuiu a si a reivindicação.
Por outro lado, as conexões de Flávio com a milícia e o caso da menina Ana Clara, morta por um tiro de fuzil de um policial em Niterói (RJ), em 2021, por enquanto passam ao largo das discussões sobre segurança entre a extrema direita. Além de defender o policial autor da morte da menina em Niterói, em 2021, Flávio também já justificou o assassinato de outra criança, dessa vez nos EUA. Tamir Rice, de 12 anos, brincava com uma arma de brinquedo num parque de Cleveland, em 2014, quando foi morto pela polícia.
“Os policiais chegaram para abordar esse menor, que estava com a arma na cintura, e disseram: ‘Mãos ao alto!’ O menino meteu a mão na arma e a puxou apontando para os policiais. Ele foi alvejado na hora, como tem que ser”, disse em 2007, em discurso na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, quando era deputado estadual.
“A imprensa brasileira ou grande parte dela trata isso como um erro grave porque morreu uma criança. O fato é, sim, lamentável. Quem não se incomoda com isso? E se fosse uma arma de verdade?”, completou.
O Brasil faz parte do Escudo das Américas, que reúne pelo menos 13 países da região, sob liderança dos EUA. O grupo foi criado em março de 2026 e reúne governos aliados de Trump, com o propósito de se tornar uma espécie de Otan da região para enfrentar o crime organizado.
Em outubro, o The New York Times revelou que os EUA já estão enviando centenas de soldados para treinar e realizar exercícios com forças locais na América Latina, com o argumento de combater o narcotráfico na região. Há presença militar americana no território de países signatários da aliança, como Panamá, Colômbia e Equador.
Casarões aponta a contradição entre a postura bolsonarista receptiva ao intervencionismo norte-americano e o pensamento militar que a família sempre disse defender, que, paradoxalmente, defende a mesma soberania que se tornou bandeira de Lula nesta eleição:
“Depois do golpe de 1964, mesmo os militares tinham muitos problemas em aceitar qualquer tipo de presença ou ingerência militar norte-americana no Brasil. Os novos tempos têm convidado a família Bolsonaro a fazer uma coisa muito distinta daquilo que eles supostamente defendem, que é o legado dos militares no Brasil.”
Agendas espelhadas no Legislativo
No novo Congresso brasileiro, eleito no primeiro turno, algumas das figuras mais votadas também emulam pautas trumpistas e de candidatos que concorrem nas eleições de meio de mandato dos EUA, marcadas para 3 de novembro, menos de dez dias depois do segundo turno brasileiro. O pleito vai renovar toda a Câmara dos Deputados e 35% do Senado norte-americano.
Anúncio do Partido Republicano acusa candidato democrata do estado de Ohio de apoiar mudança de sexo para menores de idade
Eduarda Campopiano (PL), a deputada estadual mais votada de São Paulo, não acredita em feminicídio. Lucas Pavanato (PL), o mais votado para a Câmara Federal pelo mesmo estado, apostou no pânico moral dos banheiros trans, assim como Nikolas Ferreira (PL), reeleito para a Casa com recorde de mais de 3 milhões de votos.
Nos EUA, as discussões sobre atletas trans e tratamento para transição de gênero em menores fazem parte da agenda moral de vários candidatos conservadores. Pesquisa do FactCheck.org, ONG ligada à Universidade da Pensilvânia, identificou mais de US$ 100 milhões em gastos pelo Partido Republicano com pelo menos 200 anúncios desde 1º de agosto, com as palavras “mudança de sexo”. Somente nas eleições para o Senado, os gastos superaram US$ 77 milhões.
Iran is ready to face any new aggression and will take the war to new levels, Iran claimed on Wednesday, October 21, after reports indicated the resumption of joint US-Israeli strikes on the country’s nuclear sites and other targets is imminent.
Several reports appeared on Wednesday and Thursday pointing towards the end of an undeclared ceasefire since July and growing possibilities of fresh US-Israeli strikes on Iran.
AFPreported on Thursday, that the US has asked its embassy staff and their family members in Saudi Arabia and family members of the embassy staff in several other countries in the region to leave.
Drop Site News has reported on Thursday that the US was currently involved in large-scale preparations, including the deployment of new warships and around 10,000 additional sailors and marines in the region.
The US preparations are largely linked to Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s attempts to push a fresh offensive against Iran, Drop Site claimed. It cited both the Iranian and US officials that the US-Israeli joint strikes against Iran may begin probably before the Tuesday Israeli elections.
Last week there were reports about Netanyahu pressing Trump to re-start the bombing of Iran, as it may boost his chances of winning the elections which he is reportedly trailing at the moment.
On Wednesday, Netanyahu again, without any evidence, alleged that Iran was developing nuclear weapons. He claimed he has directed the Israeli military and Mossad, its secret agency involved in various covert operations, to “topple the regime in Iran.”
An unnamed Iranian official also confirmed to Drop Site that the country has received an intelligence assessment about the resumption of joint US-Israeli bombing of the country’s strategic sites before Tuesday.
The Iranian official reportedly also claimed that the US may also carry out a “token” strike on Iran’s nuclear site such as the Pickaxe Mountain, to claim “victory.”
Though White House deputy Press Secretary Anna Kelly denied these reports, claiming there will be no fresh strikes at least before the Midterm elections, an unnamed official told Drop Site that US President Donald Trump has “backed off” from major combat operations against Iran at least seven times since July, claiming he could start the war anytime.
Trump’s vindictiveness may cause the resumption of the war
Recent statements by President Trump about Pickaxe Mountain and also about the failure of negotiations with Iran have fueled speculations about the imminent strikes.
On Wednesday, Trump told the press that the US is not negotiating with Iran and “something one way or the other” will happen “fairly soon.”
Reacting to the developments, Trita Parsi of the Quincy Institute, however, dismissed Israel’s centrality in these affairs, despite claiming similarities in circumstances between now and February, when the US launched an unprovoked war against Iran in collaboration with Israel.
Rather, he pointed out Trump’s “vindictiveness” as the main reason for the fresh overtures of war, claiming Trump blames Iran for “ruining his presidency” and the humiliation his Republican party may face in the upcoming Midterm elections.
Iran will respond with a “broader plan”
Iran has repeatedly claimed it was ready to face the US-Israeli aggression. The head of its Supreme National Security Council (SNSC) Mohsen Rezaei claimed on Wednesday that Iran will face the “next stage” of the war with a “broader plan” and respond in ways not seen before.
In the event of fresh aggressions, Iran will expand the war and target all kinds of US assets in the region including its communication cables, and AI data centers, Rezaei claimed in dialogue with Drop Site.
Rezaei also warned the regional countries to not participate in the US aggression in any way if they want to avoid Iranian retaliation, claiming “those governments should not assume they can participate in warfare against Iran without putting themselves at risk.”
At least seven vessels attacked for violating restrictions
Meanwhile, the naval wing of the Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) claimed on Thursday that it targeted four vessels in the northern Persian Gulf for violating its restrictions on “unauthorized routes.” The vessels caught fire and were burning, Press TVreported.
The IRGC also claimed three other vessels were hit by mines in the west of the Strait of Hormuz on Wednesday night. It claimed these vessels were forced by the US, despite Iran’s warnings, to cross the Strait of Hormuz through the “unauthorized route.”
The number of vessels hit after trying to cross the Strait of Hormuz has increased many fold this week, despite the repeated claims made by the US about it being in full control over the waterway.
The US has also claimed that the shipment of oil through the Persian Gulf has returned to the pre-war level and that the Iranian blockade was ineffective.
However, Iran has repeatedly denied the US claims. On Thursday, the IRGC also warned that if the US continues to force more vessels through the Strait of Hormuz, it will be forced to carry out retaliatory strikes against its bases in the region.
O presidente dos EUA, Donald Trump, determinou nesta quinta-feira (22) que a produção e o refino de petróleo, bem como atividades correlatas, são essenciais para a defesa nacional, medida que pode abrir caminho para o financiamento norte-americano a projetos de combustíveis fósseis.
Em um memorando presidencial, Trump também invocou um dispositivo da Lei de Produção de Defesa (Defense Production Act), criada durante a Guerra Fria, o que lhe permite oferecer incentivos financeiros para atividades ligadas ao petróleo, incluindo oleodutos e o armazenamento de combustíveis líquidos.
Os preços do petróleo bruto e do diesel dispararam desde que os EUA e Israel realizaram uma operação conjunta contra o Irã, no final de fevereiro. Desde então, o conflito tem restringido o fluxo global de energia, enquanto ataques ucranianos a refinarias russas agravaram a escassez de combustíveis.
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A alta nos custos representa um risco para Trump nas eleições de 3 de novembro, em um momento em que seus correligionários republicanos buscam manter o controle de ambas as casas do Congresso.
Uma pesquisa da Reuters/Ipsos, concluída na segunda-feira (19), mostra que apenas 36% dos norte-americanos aprovam a forma como Trump tem conduzido a economia.
O memorando afirma que, sem essas medidas, os EUA não conseguiriam disponibilizar tais serviços energéticos “em tempo hábil, devido a restrições de financiamento, longos prazos de execução, entraves no licenciamento e na infraestrutura, além de limitações na cadeia de suprimentos”.
O documento não menciona projetos específicos que poderiam ser contemplados com o financiamento. Em 2025, os EUA registraram uma produção média de cerca de 13,6 milhões de barris de petróleo bruto por dia, consolidando-se como o maior produtor mundial.
Na semana passada, o vice-presidente americano JD Vance afirmou que o governo utilizaria a Lei de Produção de Defesa para ampliar a capacidade de uma refinaria no Texas, pertencente à empresa Delek US Holdings.
No ano passado, Trump sancionou uma legislação que destinou US$ 1 bilhão, por meio da Lei de Produção de Defesa, a projetos do setor energético considerados cruciais para a segurança nacional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres nesta quinta-feira (22) que Elon Musk restabeleceu o acesso da Ucrânia a uma versão de uso militar do sistema Starlink, mas evitou comentar quando questionado se havia conversado com o bilionário sobre o assunto.
“Se fui eu quem ligou ou se foi outra pessoa, não faz diferença”, disse ele a repórteres na Casa Branca.
“O que importa, no fim das contas, é que ele restabeleceu o serviço”, acrescentou.
“Não quero comentar nem de um jeito nem de outro, mas meu relacionamento com Elon é muito bom”, concluiu.
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A afirmação acontece horas após ele ligar para Musk pedindo para suspender as restrições ao uso do sistema. A informação foi divulgada inicialmente pelo The Wall Street Journal.
O sistema Starlink estava funcionando de maneira mais estável nesta quinta-feira, pouco depois da conversa entre Trump e Musk, segundo autoridades americanas e ucranianas citadas pelo jornal.
Algumas autoridades ucranianas disseram ao jornal que o sistema não foi restabelecido por completo, mas estava operando em velocidades mais altas do que sob o limite imposto.
O presidente Volodymyr Zelensky disse mais cedo, nesta quinta-feira, que a velocidade do Starlink não havia sido restabelecida para a Ucrânia, acrescentando que esperava conversar com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, nos próximos dias.
Trump disse a Musk que estava frustrado porque as velocidades do sistema continuavam limitadas, segundo o WSJ, citando autoridades.
Rubio disse na quarta-feira que as decisões sobre o acesso da Ucrânia ao Starlink cabiam à empresa controladora, a SpaceX, e ao seu presidente-executivo, Musk, e não à Casa Branca.
A Ucrânia usa o Starlink para comunicações no campo de batalha e para operações com drones.
A federal judge on Thursday ordered Donald Trump to sit for a deposition by December 11 in his $10 billion defamation lawsuit against the BBC, which has accused the US president of stalling to avoid answering questions under oath.
Trump is suing Britain’s publicly funded broadcaster for at least $10 billion over a misleadingly edited clip of a speech. The case is one of several Trump has privately filed against the news media as part of a wider pressure campaign against coverage he dislikes.
US Magistrate Judge Enjolique Lett ordered Trump to take questions from the BBC’s lawyers under oath in a ruling from the bench at a court hearing on Thursday, according to a spokesman for Trump’s personal legal team. Trump canceled a deposition in October, citing conflicts with his presidential duties.
The Trump spokesman said the lawsuit is aimed at holding the BBC accountable for defamation and “reckless election interference.”
The BBC declined to comment. It previously admitted the edits were misleading and apologized to Trump, though it denies being liable for defamation.
Trump’s lawsuit filed in December in Florida federal court accuses the BBC of intentionally misleading viewers into thinking he directed supporters to storm the US Capitol by splicing together different parts of a January 6, 2021, speech.
In court filings, the broadcaster has accused Trump and his lawyers of dragging their feet in response to their requests for records and other information that is exchanged between parties in a process known as discovery.
The BBC is seeking financial records from Trump’s Mar-a-Lago club and the web of business entities associated with him, saying the information is necessary to defend against Trump’s damages claims.
Trump’s lawyers say the requests are too broad and irrelevant to the case. They have also denied in court filings that Trump is avoiding a deposition, saying Trump’s duties and security needs must take precedence.
The edited speech appeared in a BBC “Panorama” documentary show shortly before the 2024 presidential election, which Trump won. A leaked internal BBC memo cited the edits as evidence of potential political bias, sparking a public relations crisis for the broadcaster and leading to high-level resignations.
A taxa de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre os jovens adultos é de 21%, e sua aprovação na condução da economia é de apenas 18%, segundo uma pesquisa da Harvard divulgada na manhã desta quinta-feira (22).
O levantamento, feito com adultos com menos de 30 anos, revelou que esse grupo avalia negativamente os republicanos no Congresso (22% de aprovação) e os democratas no Congresso (30% de aprovação).
Nesse contexto, entre os eleitores com menos de 30 anos que provavelmente votarão — definidos como aqueles que afirmam que “com certeza votarão” nesta eleição —, 63% dizem que escolheriam um candidato democrata em vez de um republicano em seu distrito, contra 26% que prefeririam um republicano.
Jovens democratas têm 16 pontos percentuais a mais de probabilidade de afirmar que certamente pretendem votar do que os jovens republicanos — uma diferença maior do que a observada em 2022 ou 2018, devido à intenção de comparecimento relativamente baixa entre os jovens republicanos neste ano.
O voto não é obrigatório nos Estados Unidos, sendo este um fator definidor de toda eleição no país.
A pesquisa também aponta o que os autores descrevem como uma “tendência latente de populismo econômico” entre muitos jovens americanos, com apoio majoritário a propostas como o “Medicare for All” (sistema de saúde universal), a taxação de grandes fortunas e a proibição de que integrantes do Congresso negociem ações na bolsa de valores.
Pessimismo com a política nos EUA
Além disso, o levantamento também indicou que o pessimismo em relação ao cenário político nacional dos Estados Unidos parece estar em evidência entre os jovens americanos.
A pesquisa revelou que 69% afirmam sentir mais medo do que esperança quanto ao futuro do país, enquanto 26% expressam o sentimento oposto.
Apenas um quarto deles acredita que, ao atingirem a idade que os pais têm hoje, estarão em uma situação financeira melhor do que a que seus pais possuem atualmente.
Por outro lado, 27% acreditam que estarão em uma situação pior — o índice mais pessimista registrado pela pesquisa de Harvard nos últimos cinco anos.
Metodologia
A pesquisa Harvard Youth Poll foi realizada entre 30 de setembro e 7 de outubro, utilizando um painel online baseado em probabilidade.
Foram ouvidos 2.024 adultos com menos de 30 anos, incluindo 1.366 eleitores registrados e 749 classificados como eleitores com alta probabilidade de comparecer às urnas.
A margem de erro para o total da amostra de jovens adultos é de 2,61 pontos percentuais para mais ou para menos; para os eleitores registrados, é de 3,19 pontos percentuais para mais ou para menos; e, para os eleitores com alta probabilidade de votar, é de 4,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Uma juíza federal dos Estados Unidos alertou que pode arquivar o processo do presidente Donald Trump de US$ 10 bilhões contra a BBC, caso ele não se empenhe mais em fornecer as informações às quais o veículo de imprensa tem direito no âmbito do processo — o que inclui prestar depoimento.
“Participar da fase de produção de provas é algo trabalhoso, mas é um ônus que assumimos, especialmente quando decidimos abrir um processo judicial”, afirmou a juíza Enjoliqué Aytch Lett aos advogados particulares de Trump durante uma audiência nesta quinta-feira (22).
Na ocasião, ela também acatou uma intimação da BBC para a obtenção de registros de integrantes do clube Mar-a-Lago.
Lett demonstrou ceticismo quanto ao fato de Trump e sua equipe terem realizado um trabalho adequado na busca por documentos internos relacionados ao caso.
“Tendo a concordar com o réu que é difícil acreditar que tenha sido feita uma busca minuciosa para determinar se todas as solicitações foram atendidas”, disse ela.
A magistrada também determinou que Trump preste depoimento até 11 de dezembro; no entanto, tanto ela quanto as partes envolvidas mencionaram a possibilidade de que essa data seja adiada.
Por que Trump processou a BBC?
Trump abriu o processo contra a BBC em dezembro de 2025. Ele alega ter sido difamado pela empresa em um documentário sobre seu retorno à política, exibido antes da eleição de 2024.
A acusação se baseia na forma como a produção combinou dois trechos de um discurso proferido por ele em 6 de janeiro de 2021, em frente à Casa Branca, pouco antes de seus apoiadores atacarem o Capitólio dos EUA.
O documentário uniu um trecho de suas declarações, no qual ele orientou seus apoiadores a “caminharem até o Capitólio”, a uma parte posterior, na qual ele disse aos manifestantes que “lutamos como loucos”.
Contudo, a corte ressaltou, na ocasião, que não estava dando à empresa de mídia carta branca para “reabrir a discussão” sobre os eventos de 6 de janeiro.
Ao todo, a BBC emitiu pelo menos 47 intimações a autoridades governamentais — entre pessoas que ainda estão e outras que já deixaram os cargos — e a assessores particulares do círculo de Trump que tiveram conhecimento de seus esforços para anular a eleição.
Entre eles, Jared Kushner e Ivanka Trump, o ex-procurador-geral Bill Barr e o ex-advogado da Casa Branca Pat Cipollone.