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Portugueses dominam compras no empreendimento HAMA MORI


O empreendimento residencial HAMA MORI, em Vilamoura, registou a venda de 25 das suas 27 moradias, com cerca de 90% das aquisições feitas por compradores portugueses, segundo um comunicado divulgado pela Legera Group. Este desempenho de vendas reforça a relevância da procura nacional por projetos residenciais de qualidade no Algarve, num mercado habitualmente associado a um forte peso da procura internacional.

Lançado em julho e comercializado pela Portugal Sotheby’s International Realty, o projeto divide-se em duas coleções, HAMA e MORI, compostas respetivamente por 13 e 14 moradias. A coleção HAMA teve a maioria das unidades reservadas nas primeiras 24 horas, restando apenas uma fração disponível, enquanto no conjunto MORI ficou apenas disponível uma moradia após o início da comercialização.

O perfil maioritário dos compradores portugueses revela uma procura ativa por imóveis residenciais de gama alta no Algarve, frequentemente utilizados como segunda habitação ou investimento imobiliário. Apenas duas das frações vendidas foram adquiridas por clientes estrangeiros, reforçando a atratividade de Vilamoura para os portugueses.

O HAMA MORI localiza-se em Vilamoura, com a coleção HAMA próxima do mar e da marina e a coleção MORI perto dos principais campos de golfe da região. As moradias privilegiam a ligação entre interior e exterior, a luminosidade natural e a integração com a paisagem, incluindo jardins, piscinas e equipamento adicional como elevadores ou salas de cinema em algumas unidades.

 

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Bankinter já usou 75% da garantia pública e apela a “consenso” na crise da habitação


O Bankinter Portugal já utilizou praticamente 75% da sua quota-parte da linha garantia pública no crédito à habitação para os jovens e, perante a onda de protestos nas ruas em várias cidades na Europa, a líder máxima do banco espanhol apelou a um consenso político para que sejam implementadas “políticas de longo prazo eficazes” a combater essa crise.

“Trata-se de um problema estrutural que exige políticas a longo prazo e que, por isso, o ideal seria que houvesse um consenso entre todos os partidos”, declarou Gloria Ortiz em conferência de imprensa de apresentação dos resultados relativos aos primeiros nove meses do ano.

“É isso que eu pediria: que, no que diz respeito aos aspetos estratégicos e aos problemas estruturais que nos afetam, sejam capazes de chegar a um consenso e que possamos ter políticas de longo prazo que sejam, no final de contas, eficazes”, salientou.

Ortiz deseja estabilidade nas políticas porque “as que são aplicadas num dia e no dia seguinte já não o são, não têm qualquer impacto”.

Não só Espanha, mas também em Portugal e noutros países, sobretudo a população mais jovem tem saído às ruas em protesto contra a falta de soluções para a crise da habitação.

É por isso que pediria que, no que diz respeito aos aspetos estratégicos e aos problemas estruturais que nos afetam, sejam capazes de chegar a um consenso e que possamos ter políticas de longo prazo que sejam, no final de contas, eficazes.

Gloria Ortiz

CEO do Bankinter

A CEO do Bankinter considerou que os bancos podem e estão a fazer a sua parte que é a concessão de crédito, apesar de insistir na ideia de que deve haver “um plano a longo prazo com medidas que realmente combatam os problemas estruturais existentes”.

No que toca a Portugal, onde registou um aumento de 13% dos resultados antes de impostos para 178 milhões de euros até setembro, o banco já usou praticamente 45 milhões do plafond de 60 milhões de euros que lhe foi atribuído pelo Estado português no âmbito da linha de garantia pública para os jovens, revelou o administrador financeiro Jacobo Dias.

“Está no bom caminho. Se chegássemos ao limite, certamente pediríamos mais, mas ainda não chegámos ao limite e continuamos a progredir. A verdade é que continuamos muito empenhados nestas medidas de apoio e, se fosse necessário, solicitaríamos mais, mas, por enquanto, ainda temos alguma margem”, declarou o responsável.

Gloria Ortíz, CEO do Bankinter, com o administrador financeiro, Jacobo Díaz.DR

“Não haverá problemas com dívida pública europeia”

Gloria Ortiz comentou ainda a instabilidade nos mercados obrigacionistas que estão a deixar França sob intensa pressão com os juros a dez anos a superarem a fasquia dos 5% pela primeira vez desde 2002. A líder do Bankinter afastou uma crise como a que tivemos na Zona Euro em 2010.

“É verdade que as suas finanças públicas exigem atenção e que a situação atual, na véspera das eleições, não contribui para que as mensagens transmitidas sejam tranquilizadoras”, começou por dizer relativamente a este tema.

“Mas acho que a situação vai certamente voltar ao normal quando este período de transição terminar. E, por isso, estamos convencidos de que não haverá problemas com a dívida pública europeia, embora, logicamente, estejamos a atravessar um período de volatilidade e haja momentos em que os prémios de certos países possam aumentar”, considerou ainda.

O Bankinter registou lucros de 901 milhões de euros entre janeiro e setembro, mais 11% em termos homólogos.

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Lesados de burla imobiliária em Palmela exigem medidas para proteger compradores de casas

O grupo de lesados de uma alegada burla imobiliária em Palmela, no distrito de Setúbal, que afetou cerca de 145 compradores, reclamou hoje do Governo e do parlamento medidas legislativas para proteger os adiantamentos pagos na compra de habitação.

Em comunicado divulgado hoje, o Grupo de Lesados por Burlas Imobiliárias de Palmela, que estima em cerca de 15 milhões de euros os prejuízos sofridos pelos compradores, defende que o Governo e o parlamento devem criar de mecanismos de proteção dos sinais e reforços de pagamento entregues aos promotores imobiliários antes da escritura.

As cinco medidas propostas pelo grupo de lesados da burla imobiliária em Palmela passam pelo “registo eletrónico obrigatório dos contratos-promessa com identificação única e alertas para promessas de venda sobrepostas”, “registo da titularidade do bem, dos poderes de quem vende e da situação urbanística do imóvel” e a “proteção dos sinais e reforços, através de meios como seguros-caução”.

“O cruzamento de informação entre registos, autarquias e outras entidades competentes, criando o BI do Imóvel, um registo único, de livre acesso” e a “fiscalização e responsabilização reforçadas de promotores e mediadores imobiliários”, são as outras medidas exigidas pelo grupo de lesados de Palmela.

No comunicado, o grupo recorda que a lei já prevê o registo de contratos-promessa com eficácia real a partir do momento em que haja aprovação de propriedade horizontal”, mas defende que é preciso conseguir “uma proteção equivalente para os contratos de bens futuros, que permitam contribuir para o financiamento da obra, mas com proteção integral do dinheiro investido por promitentes compradores”.

“Não bastam as alterações do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (RJUE), é preciso ver também aspetos no Código Civil e no regime do registo predial”, sublinha o grupo de lesados de Palmela.

Na nota, o grupo de lesados lembra que já deu conhecimento destas propostas à Presidência da República, primeiro-ministro, Procuradoria-Geral da República, Provedoria de Justiça, Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção (IMPIC), Banco de Portugal e outras entidades públicas, mas ainda não recebeu qualquer proposta de medidas concretas.

Os lesados da burla imobiliária que afetou cerca de 145 compradores de empreendimentos habitacionais previstos para o concelho de Palmela, dos quais resultaram apenas 21 moradias e um edifício com cinco frações, todos inacabados, entendem que a legislação atual não assegura uma proteção financeira eficaz a quem compra imóveis em planta ou em construção, deixando os compradores expostos ao risco de perderem as poupanças em caso de incumprimento ou fraude.

Sustentam ainda que a simplificação administrativa deve ser acompanhada de maior segurança jurídica e financeira para os compradores.

Recorde-se que foi noticiado em janeiro deste ano que mais de 120 famílias que entregaram quantias avultadas como sinal para aquisição de moradias à Sociedade Comercial Diagramamotriz, entretanto declarada insolvente, em negócios que tiveram a intermediação de imobiliárias como a Remax Expogroup Trust e a Bluecoast.

No processo, em investigação pela Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal, está em causa o incumprimento dos contratos-promessa de compra e venda de imóveis nos empreendimentos Palmela Dreams, Alcaide Villas, Urbanização de Santa Teresinha (lotes 14/15/16), Aires Dreams Living e Ferra Cinta, no concelho de Palmela, distrito de Setúbal.

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Piloto da TAP ‘aterra’ na promoção imobiliária com projetos residenciais sob os céus do Grande Porto


Josué Sousa, piloto de linha aérea na TAP, herdou o gosto pelo setor imobiliário do avô e de um tio, ambos com experiência na construção, tendo-se dedicado à compra, renovação e venda de imóveis durante vários anos. O empresário estreia-se agora com a promoção imobiliária de um empreendimento de sete apartamentos em Matosinhos Sul avaliados em 2,7 milhões de euros. Edifício deverá estar pronto a habitar em 2028.

O projeto imobiliário “Ernesto Urban”, sob a marca VARD Properties, é a estreia do piloto da TAP neste segmento do mercado depois de ter começado, em 2019, a comprar e renovar apartamentos em Matosinhos e em Vila Nova de Gaia.

Empreendimento em Matosinhos Sul21 outubro, 2026

“O Ernesto Urban é o primeiro passo de uma marca que queremos fazer crescer de forma sustentada“, começa por assinalar Josué Sousa, empresário que divide o tempo entre a aviação e as áreas têxtil e imobiliária.

Com vistas para o mar nos pisos superiores, o empreendimento contempla seis apartamentos T1 e um T2, com áreas interiores entre 49,87 e 88,52 metros quadrados. Com preços entre os 295 mil e os 575 mil euros, o “Ernesto Urban” tem já duas frações T1 vendidas, segundo o empresário.

Josué Sousa prepara já um segundo projeto residencial em Espinho, de onde é natural, com o início da construção previsto para 2027.

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"Desumana é a lei atual", diz Pinto Luz em resposta ao PS

José Luís Carneiro disse que a proposta de reformulação da lei do arrendamento é "desumana e injusta". Em entrevista ao Observador, ministro Pinto Luz culpa o PS pelos preços proibitivos na habitação.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

"Eu quero muito o entendimento com o Chega, com o PS, com o Livre, com todos os partidos da Assembleia da República", afirmou Pinto Luz.
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Juros voltam a pesar mais de metade da prestação da casa


Mais de um ano depois, os juros voltam a pesar mais de metade da prestação da casa, refletindo a subir das taxas desde o início da guerra no Irão, em fevereiro.

Em setembro, a prestação média da casa voltou a subir pelo sétimo mês seguido, fixando-se nos 423 euros, mais cinco euros em relação ao mês anterior e mais 30 euros do que em setembro de 2025, segundo os dados revelados esta quarta-feira pelo INE.

A parcela relativa a juros representou 50,4% da prestação média, ou seja, 213 euros. Desde agosto de 2025 que tal não acontecia e reflete o agravamento da Euribor desde o eclodir do conflito no Médio Oriente, há oito meses. Já o capital amortizado representou 49,6%, ou 210 euros, de acordo com o instituto de estatísticas.

Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

Isto significa na prática que, perante o forte agravamento das taxas Euribor nos últimos meses, portugueses voltam a pagar mais em juros do que conseguem amortizar capital quando pagam a mensalidade do empréstimo da casa.

Segundo os dados do INE, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,194% em setembro, traduzindo um aumento de 3,2 pontos base face ao mês anterior. Foi o quarto mês seguido a subir, atirando a taxa para o valor mais alto desde setembro do ano passado.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,910% em agosto, para 2,959% em setembro, a mais elevada desde maio de 2025. Nestes contratos, o valor médio da prestação subiu 13 euros, para 757 euros, correspondendo a um aumento homólogo de 13,7%.

O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 655 euros, atingindo 80.843 euros.

(Notícia atualizada às 11h33)

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Projeto imobiliário de 25 milhões ‘rasga’ nova rua com casas e lojas no centro de Braga


Apresentado como “a maior operação de reabilitação urbana realizada no centro da cidade e uma das maiores do país”, o projeto Carvalhal vai criar uma rua que liga o Campo da Vinha à Avenida Central num investimento a rondar os 25 milhões de euros e que engloba um total de 57 habitações e 13 novos espaços comerciais.

Promovido pelo Grupo Onires, controlado por Manuel Rodrigues de Sá Serino e pela família — detém participações noutros investimentos imobiliários (Urbaclérigos e Liscondes) e em negócios como a gestora de parques de estacionamento Bragaparques –, o empreendimento que requalificou o Palacete Domingos Afonso e alguns edifícios adjacentes vai ser inaugurado em novembro, com quase dois anos de atraso.

Combinando reabilitação urbana, património, habitação e comércio, inclui 59 apartamentos de tipologia T0 a T4 que vão “trazer novas famílias para viver no centro da cidade” (os promotores contabilizam que cerca de 70% já foram comercializados) e disponibiliza mais de 1.000 metros quadrados de novas áreas comerciais, distribuídas por 13 espaços, que o “posicionam como novo destino na cidade”.

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Esta componente comercial do projeto ficará integralmente sob responsabilidade do Grupo Onires — além da participada OniRodrigues, atua também na mediação de seguros (Segup) e na gestão de espaços comerciais (Urbaminho) –, que assumirá a gestão e dinamização desta área de lojas. Já a comercialização é conduzida em co-exclusividade pela JLL e pela Savills, que já anunciaram a entrada da marca “The Coffee” como o primeiro operador confirmado.

O administrador João Serino salienta que o Carvalhal, cujo projeto de arquitetura é assinado pelos ateliers Carvalho Araújo e Big Arquitetura, é “um dos momentos mais marcantes” da atividade do grupo, que sucedeu à firma Rodrigues & Névoa, “pelas características únicas deste projeto que consagra a recuperação e reabilitação urbana de um quarteirão que permitiu criar percursos pedonais, novos conceitos comerciais e mais habitação num espaço central da cidade”.

Citada no mesmo comunicado, Cristina Almeida, Head of Porto Office da JLL Portugal, indica que “representa uma oportunidade única para marcas e operadores que pretendem estar presentes no centro de Braga”, acreditando que “a combinação entre localização estratégica, qualidade do empreendimento e crescente dinâmica residencial criará as condições ideais para atrair operadores de referência”.

“O Carvalhal vai criar uma nova centralidade em Braga, ao combinar habitação, comércio e uma nova ligação pedonal num dos pontos mais relevantes do centro da cidade. A sua oferta comercial contribuirá para reforçar a dinâmica urbana da zona, trazendo mais vida, conveniência e qualidade à experiência de quem vive, trabalha ou visita Braga”, completa Pedro Maia, Senior Consultant da Savills Portugal.

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Parvalorem avança com limpeza de 1,8 mil milhões de euros em ativos tóxicos do BPN


A entrar na reta final do processo de liquidação, a Parvalorem avançou com uma profunda limpeza dos ativos tóxicos que herdou da falência do BPN, há quase duas décadas. Uma operação no âmbito da qual se vai desfazer de cerca de 1,8 mil milhões de euros em créditos problemáticos e imobiliário do antigo banco de Oliveira e Costa, de acordo com as informações recolhidas pelo ECO.

O veículo criado em 2010 para administrar os despojos do antigo BPN, nacionalizado em 2008, há muito que se vem preparando para fechar as portas, prevendo a conclusão do processo de liquidação…

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Riqueza das famílias aumenta 73% na última década à boleia da subida dos preços das casas


Na última década, a riqueza líquida das famílias portuguesas aumentou 73,4%, de 700 mil milhões de euros no final de 2015 para 1.214,3 mil milhões no primeiro trimestre de 2026, muito por conta da forte subida dos preços da habitação, dado que metade da riqueza dos portugueses permanece alojada em betão.

Porém, os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal no âmbito das novas contas de distribuição da riqueza revelam que a riqueza líquida mediana por família no país fixou-se nos 106…

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Crise habitacional: habitação pública é solução, mas faltam terrenos para construção

A falta de terrenos é um dos principais problemas tanto para o setor privado com público, defendeu-se na conferência “Habitação Pública Acessível”, realizada no âmbito da 8ª edição dos Prémios do Imobiliários promovidos pelo Expresso e SIC. A Câmara do Porto conseguiu contornar o problema através de parcerias público-privadas, mas “nunca é suficiente”, diz vereador

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Crise habitacional: habitação pública é solução, mas faltam terrenos para construção

A falta de terrenos é um dos principais problemas tanto para o setor privado com público, defendeu-se na conferência “Habitação Pública Acessível”, realizada no âmbito da 8ª edição dos Prémios do Imobiliários promovidos pelo Expresso e SIC. A Câmara do Porto conseguiu contornar o problema através de parcerias público-privadas, mas “nunca é suficiente”, diz vereador

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Euribor sobe de novo a três, a seis e a 12 meses

euribor a 6 meses

A taxa Euribor subiu hoje novamente a três, a seis e a 12 meses em relação a segunda-feira.

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 3,017%, mais 0,023 pontos percentuais que na segunda-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a agosto indicam que a Euribor a seis meses representava 40,3% do ‘stock’ de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,03% e 24,27%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor também subiu hoje, para 3,245%, mais 0,012 pontos que na véspera.

A Euribor a três meses avançou hoje, ao ser fixada em 2,646%, mais 0,003 pontos.

Em 10 de setembro, como esperado pelos mercados, o Banco Central Europeu (BCE) subiu as taxas diretoras, em 25 pontos base, depois de as ter mantido em julho.

Em junho, o BCE tinha subido, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente 25 pontos base, depois de as manter em abril, pela sétima reunião consecutiva e de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 28 e 29 de outubro em Frankfurt.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

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Ter uma casa em Lisboa e no Porto já não cabe num só salário. Quanto é preciso ganhar para ter um teto?


Portugal registou no segundo trimestre a maior subida do preço das casas na União Europeia, que se traduziu num aumento de 16,5% num ano, segundo dados do Eurostat. Nas duas maiores cidades do país, este movimento de preços é só mais um sinal da pressão sobre o mercado da habitação nos últimos anos.

Um trabalhador que receba o salário médio de Lisboa e viva sozinho, tem de entregar 54% do ordenado líquido para arrendar um T1 na capital. Com o salário mínimo, a renda desse…

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Bancos colocam mais de 300 imóveis em leilão; veja ofertas na Bahia

Mais de 300 imóveis estarão disponíveis em leilões realizados ao longo da semana, entre 18 e 24 de outubro. As ofertas incluem casas, apartamentos, terrenos e espaços comerciais de instituições financeiras como Santander, Itaú, Bradesco e Inter, com lances pela internet e oportunidades na Bahia. Na terça-feira, 20, o Santander põem mais de 200 propriedades na disputa, se tornando o maior evento da semana. Como os imóveis aparecem em mais de um leilão ao mesmo tempo, a carteira não pode ser somada repetidas vezes no balanço semanal.A informação sobre a quantidade de imóveis também varia conforme a plataforma e o momento da consulta. Enquanto a Mega Leilões registrava 203 itens, a Biasi mostrava 204 oportunidades e a Pestana informava 203 lotes disponíveis. Já na SOLD, empresa do Grupo Superbid, aparece com 210 anúncios, com lances a partir de R$ 10 mil e descontos de até 91%. Alguns dos imóveis aceitam financiamento e uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), segundo as condições específicas de cada propriedade.Quais leilões acontecem na Bahia? Na Bahia, diversas opções de ofertas acontecem ao decorrer da semana. O Freitas Leiloreiro conta com um imóvel em Feira de Santana, na Bahia,  com lance mínimo de R$ 444.637,54 na 1ª praça e R$ 427.321,10 na 2ª praça. Já a Biasi, realiza na terça-feira, 20,  às 14h, a 2ª praça de 12 imóveis residenciais distribuídos entre a Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Alagoas.Enquanto o Pestana Leiloeiro, promove leilão na sexta-feira, 23, às 10h, com lotes residenciais, terrenos e comerciais em diversos estados, incluindo a Bahia. Como participar dos leilões?Para participar dos leilões, o candidato deve acessar o site da plataforma leiloeira responsável pelo lote como Mega Leilões, Biasi, Zuk, SOLD/Superbid, Freitas Leiloeiro ou Pestana, criar uma conta e enviar os documentos solicitados.Após a aprovação do cadastro, o interessado deve solicitar a habilitação específica para o evento ou lote desejado. É preciso atenção aos prazos, pois cadastros feitos no próprio dia do leilão podem não ser liberados a tempo.No caso da plataforma Zuk, por exemplo, é necessário realizar o aceite de regras e validação prévia de documentos para liberação de login e senha, enquanto a Biasi fixa horários limites de habilitação.Com a habilitação aprovada, os lances são feitos respeitando o valor mínimo e os incrementos mínimos fixados pela plataforma. A oferta vencedora pode ficar sujeita à análise e aprovação final da instituição financeira responsável.Descubra os leilões da semana Confira a agenda detalhada dos eventos de leilão da semana: Segunda-feira (19 de outubro)Bradesco (Freitas Leiloeiro): 1ª praça com início às 10h em formato 100% online.Bradesco (Mega Leilões): Encerramentos a partir das 14h, com lotes variando de R$ 118 mil até mais de R$ 2 milhões.Itaú (Mega Leilões): 1ª praça às 15h para 16 imóveis de alienação fiduciária.Terça-feira (20 de outubro)Santander (Mega Leilões, Biasi, SOLD/Superbid, Zuk e Pestana): Maior evento em volume da semana, com mais de 200 propriedades disputadas simultaneamente. Os encerramentos ocorrem ao longo da manhã, com lances a partir de R$ 10 mil e descontos de até 91%.Itaú (Biasi): 2ª praça às 14h para 12 imóveis residenciais espalhados por SP, MG, RJ, BA e AL.Santander (Biasi): Leilão às 15h ofertando 12 imóveis localizados em RJ, SP, GO, MA, SC e CE. Quarta-feira (21 de outubro)Bradesco (Mega Leilões): 1ª praça às 15h para imóveis de alienação fiduciária (11 lotes anunciados). Bradesco (Zuk: 1ª praça de lote individual com redução significativa de valor prevista para a 2ª rodada. Quinta-feira (22 de outubro)Bradesco (Freitas Leiloeiro): 2ª praça às 10h para os lotes que não foram arrematados na segunda-feira.Santander (Biasi): 2ª praça para os 12 imóveis apresentados na terça-feira. Sexta-feira (23 de outubro)Bradesco (Pestana Leiloeiro): Leilão às 10h reunindo entre 21 e 22 lotes de casas, apartamentos, terrenos e comerciais. itaú (Zuk): Encerramentos escalonados a partir das 10h.Banco Inter (Zuk): Leilão às 14h com 18 imóveis comerciais e residenciais. Itaú (Biasi): Grandes oportunidades a partir das 14h reunindo 87 lotes.Itaú (Mega Leilões): Leilão de alienação fiduciária às 15h com 17 itens listados.Bradesco (Mega Leilões): 2ª praça dos imóveis iniciados na quarta-feira (com descontos de até 84%).

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Minha Casa, Minha Vida para quem tem renda de R$ 21 mil? Veja posição da Caixa

Após as últimas ampliações do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), existia uma expectativa de que o programa imobiliário ampliasse sua faixa de inclusão para famílias com renda mensal até R$ 21 mil, o que incluiria a maior parte da classe média brasileira. Apesar da possibilidade ter sido discutida, a Caixa, banco operador do programa, não espera incluir esse público no momento.De acordo com a vice-presidente de Habitação da Caixa, Inês Magalhães, novas mudanças nas condições do MCMV podem acontecer, mas que uma expansão dessa magnitude é considerada improvável no curto prazo. A análise aconteceu durante durante uma reunião da Executiva com o BTG Pactual.Uso do FGTS para sustentar orçamento do MCMVApesar dessa negativa inicial, o banco estatal avalia que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) tem condições de sustentar o orçamento do MCMV já aprovado no Plano Plurianual, mantendo o programa em trajetória considerada saudável, não vendo risco para a meta de crescimento para 2026.A única preocupação da Caixa é a variável da taxa de desemprego, que influencia tanto na capacidade de pagamento quanto na saúde financeira do FGTS. Segundo Inês, o balanço do fundo é suficiente para sustentar o orçamento do programa.Crédito para classe médiaCom a não enquadramento para o Minha Casa, Minha Vida, a Caixa disponibiliza o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que usa recurso da poupança para financiar imóveis para pessoas que não se enquadram no programa habitacional.Para Magalhães, as novas regras do SBPE aprovadas no ano passado ajudaram a Caixa a aumentar a origem de financiamentos para construção. A meta agora seria manter o volume de financiamento para a construção próximo ao do registrado em 2026.Então, o objetivo inicial da Caixa segue sendo manter a separado os dois incentivos. O MCMV segue amparado pelo PDTS, quanto o SBPE segue como principal fonte de financiamento para classe médiaQual foi a última ampliação do Minha Casa Minha Vida?As atuais regras do Minha Casa, Minha Vida estão valendo desde abril deste ano. Com a mudança, famílias com renda mensal de até R$ 13 mil passaram a poder usufruir do programa. Confira limites de renda:Faixa 1: passou de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: passou de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: passou de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: passou de R$ 12.000 para até R$ 13.000Confira valores máximos dos imóveis por faixa:Faixas 1 e 2: de R$ 210 mil a R$ 275 mil, dependendo da localidade;Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 mil;Faixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil.

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