"A União Europeia não tem uma estratégia"




O Grêmio pode perder um de seus principais líderes na reta final do Campeonato Brasileiro. Capitão da equipe, o zagueiro Kannemann será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira (22) e corre o risco de receber uma suspensão de até seis partidas, o que pode tirá-lo de campo até a penúltima rodada da competição.
O defensor foi denunciado com base no artigo 243-F do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de ofensas à honra relacionadas diretamente ao esporte. A punição prevista inclui multa e suspensão de uma a seis partidas, mas pode ser mais severa em situações envolvendo integrantes da arbitragem.
Pelo parágrafo 1º do artigo, a pena mínima sobe para quatro jogos quando a infração é cometida por um atleta contra um árbitro ou seus assistentes. Dessa forma, Kannemann pode receber um gancho de quatro a seis partidas, além de multa que pode chegar a R$ 100 mil.
O episódio aconteceu durante a derrota do Grêmio para o Cruzeiro. Aos 27 minutos do segundo tempo, Kannemann cometeu uma falta em Kaio Jorge e recebeu cartão amarelo do árbitro João Vitor Gobi, de São Paulo.
Na sequência, ao retornar para o campo de defesa gremista, o zagueiro fez um gesto com a mão interpretado como uma acusação de roubo contra a arbitragem. O auxiliar Bruno Boschilia percebeu a atitude e comunicou o ocorrido ao árbitro principal, que decidiu expulsar o defensor.
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Atlético-MG e Cruzeiro se enfrentam nesta quarta-feira (21), às 15h (de Brasília), na Arena MRV, pelo primeiro duelo da semifinal do Campeonato Brasileiro Sub-17.
Dono do título, o Galo tenta conquistar o bicampeonato seguido, depois de eliminar o Palmeiras na fase anterior.
Do outro lado, a Raposa busca levantar a taça pela primeira vez e chega à semifinal após vencer o confronto das quartas de final por 4 a 2 no placar agregado.
O jogo de volta será disputado na casa do Cruzeiro. O classificado enfrentará na final quem levar a melhor na disputa entre Corinthians e RB Bragantino.
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Gabigol vive uma de suas melhores fases na carreira com a camisa do Santos. Emprestado pelo Cruzeiro até o fim da temporada de 2026, o camisa 9 já balançou as redes 15 vezes na Série A do Campeonato Brasileiro e se consolida como um dos principais artilheiros da competição.
É justamente no Brasileirão que o atacante Gabriel Barbosa, de 30 anos, estabeleceu um novo recorde pessoal. Ele converteu 23% das finalizações que tentou nesta edição, superando seu desempenho de 2019, ano em que foi artilheiro e campeão.
Os dados foram levantados pelo perfil Opta, especialista em estatísticas de futebol, e demonstram uma importante melhora na taxa de aproveitamento do jogador. Gabigol, portanto, experimenta um ano de alta letalidade no ataque santista.

Apesar do grande momento, o futuro de Gabigol é considerado incerto. O atacante tem contrato vigente com o Cruzeiro até o final de 2028 e, teoricamente, deveria retornar ao clube mineiro no início da próxima temporada.
O Santos já manifestou o desejo de manter o jogador em seu elenco, mas ainda não detalhou publicamente a estratégia para negociar sua permanência. O Cruzeiro, por sua vez, não definiu se o atleta será reintegrado ou se buscará uma nova negociação.
O que o clube de Minas Gerais já descartou, no entanto, é a possibilidade de um novo empréstimo nos moldes atuais, que prevê a divisão dos salários do jogador entre os dois clubes.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
O Presidente russo enfatizou as relações de confiança entre a Rússia e o Irão, consolidadas ao longo de décadas.


O Presidente russo, Vladimir Putin, ofereceu esta quarta-feira ao enviado da Casa Branca, Steve Witkoff, a ajuda da Rússia para pôr fim à guerra no Irão.
“Se pudermos fazer alguma coisa para resolver esta crise, fá-lo-emos com todo o gosto”, afirmou Putin no início da reunião no Palácio de Constantino, a residência presidencial em São Petersburgo.
O Presidente russo acrescentou que os Estados Unidos “conhecem bem” as propostas russas a este respeito, que incluem a possibilidade de a Rússia retirar o urânio enriquecido armazenado pelo país persa.
Putin quis também conhecer as avaliações dos Estados Unidos sobre “a situação no Médio Oriente e em torno do Irão”. “Temos relações especiais de confiança com o Irão, com os nossos parceiros iranianos, que se foram consolidando ao longo de décadas”, afirmou a Witkoff.
Desde o início da guerra no Irão, Teerão e Washington mantêm um braço-de-ferro pelo controlo do Estreito de Ormuz, onde a República Islâmica tenta travar o tráfego marítimo através de ataques a navios e os Estados Unidos procuram manter a circulação de petroleiros para controlar o preço do crude.
Em contrapartida, o Irão e a Rússia reforçaram as suas relações nos últimos anos, sobretudo após o início da guerra na Ucrânia, tendo assinado, em 2025, um acordo de parceria estratégica.

O chefe da diplomacia do Irão afirmou que o país e os Estados Unidos (EUA) mantêm negociações “sem interrupções” para pôr fim à guerra, através de intermediários como o Paquistão.
“As nossas negociações com o lado americano, através de países mediadores como o Paquistão e o Qatar, continuam sem interrupções”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, numa entrevista à emissora iraquiana Al-Akhbariya.
Em setembro, o Irão propôs o chamado “plano de sete dias” para a reabertura do Estreito de Ormuz. A proposta exige o levantamento do bloqueio naval e das sanções ao petróleo iraniano, o fim da guerra em todas as frentes e a libertação de fundos iranianos congelados no exterior, entre outras medidas, como condição para a reabertura da passagem marítima.
“No sexto dia desse período, o Estreito de Ormuz deveria estar totalmente aberto. Os norte-americanos informaram-nos que concordam com estas condições, mas desejam acrescentar algumas cláusulas adicionais“, apontou o chefe da diplomacia da República Islâmica.
Araghchi, que evitou entrar em pormenores sobre as propostas norte-americanas, indicou que, uma vez cumpridas todas as cláusulas do pacto, o Irão está aberto a iniciar negociações sobre outros assuntos, sem os especificar.
“Na fase final das negociações, será possível debater qualquer questão ou problema levantado por qualquer das partes e chegar a um acordo definitivo”, salientou o diplomata.
Na terça-feira, o Irão garantiu que não permitirá a saída do país de qualquer quantidade de urânio enriquecido e reiterou que os EUA terão de cumprir as condições de Teerão para terminar a guerra.
“Nem sequer uma quantidade ínfima de materiais nucleares enriquecidos sairá do Irão. Constituem um importante ativo e uma riqueza nacional para o povo iraniano”, afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaei, citado pela televisão estatal.
O destino das reservas iranianas de urânio altamente enriquecido constitui um dos principais pontos de divergência nas negociações entre Teerão e Washington. Os Estados Unidos exigem que as reservas sejam retiradas do território iraniano, enquanto Teerão defende como única solução a diluição do urânio em território nacional.
O principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou entretanto que Teerão não tem “nada de novo” a transmitir aos Estados Unidos e insistiu no cumprimento das condições apresentadas anteriormente pelo regime iraniano.
“Não temos nada de novo a dizer”, declarou Ghalibaf, durante um encontro com o chefe do Exército paquistanês, marechal Asim Munir.
O Paquistão é um dos países envolvidos na mediação das negociações entre o Irão e os Estados Unidos para tentar terminar o conflito.

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A Grã-Bretanha anunciou hoje que vai alargar o apoio militar à Arábia Saudita contra os rebeldes huthis do Iémen, passando a incluir patrulhas aéreas “defensivas” realizadas por jatos da Royal Air Force (RAF).
O secretário da Defesa britânico, Wes Streeting, afirmou que os aviões a jato Typhoon da Royal Air Force vão conduzir operações aéreas defensivas sobre a Arábia Saudita, ajudando a proteger as cidades sauditas, as populações civis e as infraestruturas contra mísseis e drones lançados pelos rebeldes no Iémen, que contam com o apoio do Irão.
O governante esclareceu que os aviões de combate britânicos não vão realizar ataques contra alvos huthis. O Reino Unido também vai enviar uma aeronave de transporte militar e um número não especificado de “conselheiros militares” para a Arábia Saudita, informou Streeting.
O anúncio surgiu após a decisão da Grã-Bretanha, no mês passado, de oferecer reabastecimento em voo aos aviões sauditas que operam contra as forças huthis. A missão vai prolongar-se durante 90 dias, disse Streeting.
O conflito entre os huthis e o Governo do Iémen — apoiado pela Arábia Saudita — voltou a intensificar-se, com os rebeldes a lançarem mísseis e drones contra a Arábia Saudita. O principal aeroporto internacional do país, em Riade, foi atingido várias vezes desde o início do mês.
Streeting condenou os ataques contra a Arábia Saudita e afirmou que o facto de terem como alvo o aeroporto demonstra “até onde os huthis estão dispostos a ir para agravar a situação na região”.
A Associated Press noticiou, no mês passado, que a Arábia Saudita solicitou aos países aliados — incluindo França, Grã-Bretanha, Paquistão e Egito — o envio de apoio de defesa aérea para a região, visando auxiliar na proteção contra mísseis e drones disparados pelos huthis e outros grupos apoiados pelo Irão.
Os Estados Unidos, que bombardearam os huthis durante as administrações de Joe Biden e durante o primeiro mandato de Donald Trump (2017-2021), optaram por não adotar a mesma medida atualmente. Por outro lado, Streeting recordou a declaração escrita ao Parlamento de Londres frisando que o Governo britânico mantém a “posição clara” de que não existe uma solução militar a longo prazo para o conflito no Iémen. “Continuamos a apoiar um processo político liderado pelas Nações Unidas como o melhor caminho para uma paz duradoura”, disse.
O Iémen está envolvido numa guerra civil desde 2014, quando os huthis tomaram a capital, Sanaa, e grande parte do norte do país, forçando o Governo ao exílio em território saudita. No ano seguinte, uma coligação liderada pela Arábia Saudita interveio na tentativa de reconduzir o Governo ao poder. O conflito gerou um dos piores desastres humanitários do mundo e provocou a morte a mais de 150 mil pessoas até ao momento.
O porta-voz do primeiro-ministro Andy Burnham negou que a Grã-Bretanha estivesse a ser arrastada para o conflito. “O nosso apoio à Arábia Saudita é ponderado, proporcional e visa ajudar Riade a defender-se dos ataques incessantes dos huthis”, declarou o porta-voz do primeiro-ministro britânico, Tom Wells.

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