EEUU celebra avances del diálogo en Venezuela y exige liberar a todos los presos políticos


O Departamento do Tesouro dos EUA anunciou nesta quinta-feira (22) uma proposta de regulamentação para a análise de investimentos no exterior na China, na Rússia e em outros países – uma lista que não inclui mais a Venezuela, agora que o ex-presidente do país Nicolás Maduro não está mais no poder.
O Tesouro aceitará comentários até 7 de dezembro sobre as regras propostas, que foram determinadas pela Lei Abrangente de Segurança Nacional para Investimentos no Exterior de 2025 (COINS Act), aprovada pelo Congresso em dezembro, mas que surgiu de um esforço bipartidário iniciado pelo ex-presidente Joe Biden em 2023.
A Lei COINS marcou uma expansão significativa dos controles sobre os investimentos externos dos EUA, exigindo que empresas e indivíduos norte-americanos notifiquem o Tesouro sobre certos planos de investimento, ao mesmo tempo em que os proíbe totalmente em outros casos para evitar danos à segurança nacional dos EUA.
Ela ampliou a lista de países abrangidos e incluiu a biotecnologia como um dos setores restritos, conferindo ao Tesouro a autoridade para adicionar outros setores conforme necessário.
O programa de investimentos no exterior tinha inicialmente como alvo apenas a China, mas a legislação COINS ampliou a lista de países “motivos de preocupação” para incluir Cuba, Irã, Coreia do Norte, Rússia e Venezuela “sob o regime de Nicolás Maduro”.
Mas o Tesouro afirmou que retirou a Venezuela da lista, uma vez que o governo Maduro “não existe mais” após a captura do ex-presidente por forças norte-americanas em janeiro, acrescentando que o atual governo, liderado pela vice de Maduro, Delcy Rodríguez, não se enquadrava na definição.
A regra proposta ainda poderia se aplicar a certos investimentos em entidades venezuelanas, afirmou o Tesouro, sem dar mais detalhes.
O presidente Donald Trump recebeu o presidente chinês Xi Jinping para uma luxuosa visita de Estado a Washington no mês passado e tem adotado uma abordagem menos restritiva em relação às tecnologias chinesas em seu segundo mandato, mas a divulgação, nesta quinta-feira, das regras propostas pode sinalizar um desejo de manter alguma pressão sobre as ambições tecnológicas de Pequim.
“A ideia por trás do programa de investimentos no exterior é garantir que tenhamos a capacidade de monitorar e, potencialmente, proibir os tipos de investimentos” que representam riscos à segurança nacional dos EUA, disse à Reuters o secretário-adjunto do Tesouro, Chris Pilkerton, responsável por questões de segurança de investimentos.
“Não se trata apenas do investimento em si; não se trata apenas do dinheiro. Trata-se da rede, da cadeia de suprimentos e de aspectos como esses que decorrem desse investimento”, disse ele, acrescentando que uma teia tão complexa de relações seria difícil de regulamentar de outra forma, por meio de controles de exportação ou outras medidas.
O Tesouro afirmou que as regras propostas não proibiriam todos os investimentos em países que suscitam preocupação.
Em vez disso, elas visariam investimentos específicos em entidades envolvidas em tecnologias de dupla utilização que beneficiem programas militares, Estados de vigilância e países com violações dos direitos humanos.
As regras propostas exigem notificação sobre investimentos potenciais em seis setores e cinco países designados, ao mesmo tempo em que os proíbem totalmente no caso da inteligência artificial.
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O Departamento de Estado dos EUA saudou, nesta quinta-feira (22), a conclusão de uma terceira rodada de negociações de reconciliação política entre a Assembleia Nacional da Venezuela de 2015 e o seu governo interino.
Em comunicado, o Departamento de Estado declarou que o processo “continua a fortalecer as instituições democráticas” e a “lançar as bases para eleições livres, justas e credíveis” no país sul-americano.
Os EUA continuam a defender a libertação imediata de todos os presos políticos na Venezuela, afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.
Em atualização*
Milhares de venezuelanos saíram às ruas nesta quinta-feira (22), no primeiro protesto da oposição em nível nacional em quase dois anos, exigindo eleições livres e outras mudanças políticas.
Os Estados Unidos têm trabalhado em estreita colaboração com o governo liderado pela presidente interina Delcy Rodríguez desde que suas forças capturaram Nicolás Maduro em janeiro.
Tanto o presidente dos EUA, Donald Trump, quanto Rodríguez afirmaram que haverá eleições, mas ainda não definiram uma data nem para as eleições legislativas nem para o processo presidencial.
A líder da oposição e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, destacou que as eleições devem ocorrer antes de julho de 2027.
Seu movimento, Vente Venezuela, organizou o protesto, que ocorreu em Caracas e se repetiu em cidades como Valência, Maracay, San Cristóbal e Maracaibo.
“Vejo isso e fico feliz porque sei que é possível alcançar a mudança”, disse Leosmary Hernández, uma estudante de cosmetologia de 18 anos em Maracay, no estado central de Aragua.
Nos últimos anos, “passei por tantas coisas ruins, tantos problemas com o dólar, dificuldades para estudar. Tenho grandes expectativas para o meu país, pela nossa próxima governadora, a presidente María Corina”, acrescentou.
O movimento socialista venezuelano, que está no poder desde 1999, primeiro sob o mandato de Hugo Chávez e, posteriormente, de Maduro, já recorreu, no passado, ao envio de forças de segurança contra manifestantes que denunciavam a repressão política, a inflação galopante e a deterioração dos serviços públicos, entre outros problemas.
O governista Partido Socialista convocou seus simpatizantes a marchar da central Plaza Venezuela, em Caracas, até um ponto próximo ao palácio presidencial, com o objetivo de marcar o mês da conscientização sobre o câncer de mama.
O ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello, conhecido por seus laços estreitos com os serviços de segurança, apareceu na TV estatal participando da marcha. Os simpatizantes da oposição transferiram seu protesto para um local próximo.
As negociações apoiadas pelos Estados Unidos entre um grupo da oposição e o governo interino, que buscam reestruturar a Suprema Corte de Justiça e o Conselho Nacional Eleitoral com o objetivo de garantir a equidade em futuras eleições, realizaram sua última sessão neste mês.
No entanto, as mudanças podem levar bastante tempo. As negociações não incluem o movimento político de Machado, que afirmou que não impedirá seu andamento.
Os manifestantes também exigiram a libertação de pessoas que, segundo afirmam, permanecem detidas por motivos políticos.
A organização de direitos legais Foro Penal, que representa figuras da oposição e outros detidos — muitas vezes sob acusações como a de traição à pátria —, afirma que na Venezuela ainda há mais de 320 presos políticos, apesar das libertações ocorridas este ano no âmbito de uma lei de anistia apoiada pelo Poder Legislativo.
O governo negou repetidamente que mantenha presos políticos e sustenta que a anistia é generosa.
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Caracas, 22 oct (Prensa Latina) La presidenta encargada de Venezuela, Delcy Rodríguez, dio hoy la bienvenida en el Palacio de Miraflores a la opositora y líder de la delegación de la mesa de diálogo político con el Gobierno, Dinorah Figuera.
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Caracas, 22 oct (Prensa Latina) La Asamblea Nacional (parlamento) de Venezuela designó hoy por unanimidad a los 12 ciudadanos que representarán a la sociedad civil en el Comité de Postulaciones Judiciales, que fue juramentado junto a los 11 diputados integrantes de ese órgano.
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Santo Domingo, 22 oct (Prensa Latina) Cuba perdió hoy por 4-5 ante Venezuela en su debut en el Campeonato Panamericano de Béisbol sub-18, que se disputa en República Dominicana hasta el 29 de octubre.
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The statements came amid what officials called a strategic reconfiguration of the Venezuelan hydrocarbon industry. After years of intense global financial restrictions, the gradual operational reactivation of agreements between state-owned oil company Petroleos de Venezuela (PDVSA) and international firms aims to restore a steady flow of foreign currency into the national treasury.
“No foreign agency or international financial entity administers or safeguards the public funds that enter the country from hydrocarbon sales,” National Assembly President Jorge Rodriguez said.
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Rodríguez detailed that the money enters the public treasury under the supervision of authorized national banks, and he ruled out any external trust or any management of accounts by third parties outside the country’s institutions. In this sense, he called autonomy over foreign currency “a non-negotiable principle” for the country’s macroeconomic stability.
71 agreements are currently in force, while another 44 contracts are being negotiated. For the government, that volume confirms an operational momentum geared toward diversifying investment across the country’s main extraction fields.
The National Assembly President presented this dynamism as the result of a deliberate push to reopen the sector to international capital without surrendering control. Over the past several years, sweeping financial measures limited Venezuela’s ability to sell crude, collect payments and maintain production infrastructure. The current wave of deals represents a step-by-step return to commercial activity.
#EnVideo📹 | Coordinador del diálogo por el Gobierno Nacional, Jorge Rodríguez, aseveró que Venezuela mantiene el control sobre los recursos financieros obtenidos a través de la comercialización de petróleo hacia distintos países del mundo. pic.twitter.com/MUoEuwKXQI
— Ministerio de Comunicación e Información (@mippci_ven) October 22, 2026
Text reads: “Coordinator of the dialogue by the National Government, Jorge Rodríguez, asserted that Venezuela retains control over financial resources obtained through the marketing of oil to different countries in the world.”
Each reactivated agreement carries a single objective, officials indicated, the capture of hard currency for the public coffers. That revenue is meant to fund the productive apparatus and national infrastructure rather than remain subject to outside oversight.
By spreading investment across the country’s principal extraction zones, the government seeks to reduce dependence on any single field or partner.
Reaffirming sovereign control over monetary flows stands as a central pillar of the government’s message. The leadership projected institutional stability at a moment when Washington continues to review and adjust the licenses it grants for oil operations.
Rodríguez also denounced continuous pressure and unilateral coercive measures against the country’s financial system by foreign powers. He said that, despite what he described as an economic siege, the government has consolidated alternative mechanisms to receive payments directly for oil-product exports.
Against that backdrop, the government is working to shield energy agreements legally, dismiss any suggestion of foreign tutelage and guarantee direct financing for public budgets.
Official strategy insists that autonomous management of oil income is an indispensable guarantee for preserving fiscal balance, defending the national currency and sustaining social development programs.
For the Bolivarian government, legal protection of the energy agreements goes hand in hand with financing priorities. The revenue is meant to flow directly toward the productive apparatus and public infrastructure, a framework that Rodriguez described as essential to institutional stability.

The United Socialist Party of Venezuela (PSUV) on Wednesday condemned the arrest warrant issued by a judge in Florida against Cuba's nonagenarian communist dictator Raúl Castro — reiterating support for their ideological mentors in the Castro regime.
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Julio Martínez Martínez, amigo y socio empresarial del expresidente José Luis Rodríguez Zapatero explicó ante el juez José Luis Calama, instructor del caso Plus Ultra, cómo utilizaba los contactos del expresidente en Venezuela para gestionar asuntos de sus "clientes", según consta en su declaración, a la que ha tenido acceso El Independiente. Durante el interrogatorio, Martínez Martínez reconoció que su acceso a las autoridades del país se apoyaba en su relación con el expresidente y situó a Delcy Rodríguez, entonces vicepresidenta venezolana, como su principal interlocutora en el país. Entre los encargos que describió figuran la gestión de permisos para vuelos, la búsqueda de mejores precios de combustible con la petrolera estatal PDVSA y los trámites vinculados a una concesión minera.
Julio Martínez conoció a Zapatero en 2011, cuando compró una vivienda al expresidente en Almería. A finales de 2019, ambos quedaron vinculados a la consultora Análisis Relevante, ahora también investigada por Calama, de la que Martínez era socio mayoritario, ya que el expresidente Zapatero figuraba como consultor principal. La relación entre ambos fue también, según el propio Martínez, la clave para abrirle puertas en Venezuela.
"Yo en Venezuela tengo ese acceso a todo por el señor Zapatero", declaró al explicar cómo podía realizar gestiones en el país. Y fue aún más explícito al referirse al peso que atribuía al expresidente: "Sin el señor Zapatero no podría hacer nada en Venezuela". Martínez sostuvo que ese acceso no significaba que Zapatero tuviera que intervenir personalmente en cada operación, pero sí que su relación con él le permitía desenvolverse en el entorno de las autoridades venezolanas.
Fue a través de esa conexión, según explicó, como conoció a Delcy Rodríguez. El empresario resumió que el origen de su contacto fue "a través del presidente Zapatero" En ese momento, según confirmó, Delcy Rodríguez terminó convirtiéndose en la persona a la que acudía habitualmente para trasladar los asuntos que necesitaba resolver. "Mi relación fundamental en Venezuela es con la vicepresidenta", afirmó durante el interrogatorio.
Martínez describió un procedimiento concreto en el que planteaba la cuestión a Delcy Rodríguez y, a partir de ahí, ella le dirigía al ministro o al responsable público que correspondiera. Cuando el instructor le preguntó si primero contactaba con la vicepresidenta y después trataba con el departamento competente, respondió: "Sí, siempre". Esa interlocución, según su relato, abarcaba asuntos de naturaleza muy distinta, desde operaciones aéreas hasta proyectos empresariales.
Uno de ellos estaba relacionado con el suministro de combustible. Martínez explicó que Plus Ultra arrastraba una dificultad con PDVSA por el precio que se le aplicaba al combustible y que él intervino para intentar resolverla, siempre con la ayuda de la actual presidenta de Venezuela. El socio de Zapatero también relató el caso de los vuelos chárter a la isla venezolana de Margarita vinculados a un operador polaco. Martínez Martínez explicó que el precio del combustible hacía inviable la operación, por lo que se encargó de buscar una tarifa de "cliente internacional".
Al detallar esas gestiones, Martínez volvió a situar a Delcy como su contacto inicial. A partir de ella, explicó, podía intervenir el responsable correspondiente. En función del asunto, explicó, se hablaba al Ministerio de Transportes o a PDVSA entre otros. Su declaración vincula así la interlocución política con gestiones empresariales concretas, aunque no implica que la vicepresidenta fijara personalmente los precios ni que decidiera cada trámite.
La actividad que describió no se limitaba al sector aéreo. Martínez también explicó que trabajó para los hermanos Domingo y Guillermo Amaro Chacón en relación con una importante concesión minera en Venezuela. Como ellos no podían desplazarse al país en aquel momento, asumió, según sus palabras, "toda interlocución con la parte pública".
En ese proyecto tuvo que tratar con el Ministerio de Minas y con la Corporación Venezolana de Minería (CBM). Martínez habló de numerosos trámites administrativos, permisos y gestiones ante los responsables públicos. Durante la relación, señaló, cambiaron varios ministros y presidentes de la corporación, por lo que fue necesario retomar determinadas gestiones con los nuevos responsables. También en este caso situó a la actual presidenta de Venezuela como la persona a la que acudía para abrir la interlocución con la Administración.
Otro ejemplo que aportó fue el de Turboven, una compañía vinculada a la producción de electricidad en Venezuela. Martínez explicó que le encargaron gestionar la situación de una planta que había sido ocupada por las autoridades venezolanas y tratar de que se reconociera como una expropiación. Al preguntarle ante quién había realizado esas gestiones, contestó: "Yo hago esa gestión, como siempre, ante la vicepresidenta". También relató una reunión en Caracas con ella y el propietario de la empresa.
Durante el interrogatorio, Martínez explicó asimismo que muchas de las anotaciones de su agenda correspondían a peticiones de inversores que trasladaba a sus contactos en Venezuela. Citó a interesados de distintas nacionalidades y puso como ejemplo una empresa canadiense interesada en una gran concesión minera. Según declaró, su papel consistía en hacer llegar esas solicitudes y ayudar a encauzarlas ante las autoridades competentes.
La declaración dibuja así el papel que Martínez atribuía a sus contactos. Siendo Zapatero, según su versión, la vía que le permitió acceder al entorno de las autoridades venezolanas; Delcy se convirtió en su interlocutora habitual, y desde ella canalizaba gestiones que afectaban a clientes y proyectos empresariales. No todos los asuntos eran iguales ni dependían del mismo organismo, pero el empresario describió el mismo esquema para llegar a los responsables públicos.

© Miguel Gutierrez/EPA

Investors who buy idle sanctioned tankers and refit them could put the ships back into legal oil trade, US Energy Secretary Chris Wright said on 19 October, Bloomberg reported. He laid out the plan five days after a US official described it to Reuters.
That official said the aim was to cut record tanker freight rates. The Energy Department added that any relief would not help Russia move its oil. The plan comes weeks before the 3 November midterms, with voters worried about fuel costs after gasoline and diesel prices surged in the Mideast conflict. Yet the shadow fleet is also how Russia sells oil past sanctions, and those sales fund its war against Ukraine. In December 2025, Ukraine’s foreign intelligence counted more than 1,100 tankers serving Russia alone, 226 of them under US sanctions.
Many sanctioned tankers sit idle, Wright told Bloomberg’s Annmarie Hordern, and buyers keep approaching the administration offering to fix them up and carry only legal oil.
“We’re going to move some of the ships from what I call the ‘bad-guy fleet’ to the ‘good-guy fleet,’” he said. “They will not carry sanctioned oil anymore.”
The ships must go through an approval process, Wright said, but he gave no criteria. He insisted “there is no removing of sanctions.”
He put the global dark fleet at about 1,600 ships, a count covering vessels that hauled Venezuelan, Iranian, and Russian oil. Dozens or even hundreds could turn legitimate, he said. The ships are no longer needed for Venezuelan oil, Wright said, and no Iranian oil is moving. Russian oil exports, he added, “are certainly not growing.”
Earlier, on 9 October, the Treasury issued General License 135, allowing some deals in Russian diesel until 7 April 2027. On 16 October, US President Donald Trump waived sanctions and tariffs under the Graham Act, leaving earlier sanctions intact. That law had directed him to review and sanction shadow-fleet vessels. Trump defended the waiver as a way to keep Moscow at the negotiating table.
House Speaker Mike Johnson told Fox News host Larry Kudlow on 18 October that he had asked the White House team to “carefully consider the unintended consequences,” The Hill reported. He added that he thought “the right decision will be made” in the end.