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Bolsas da Europa caem “à grande e à francesa”. PSI fechou a cair com BCP a liderar perdas

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão desta quinta-feira em terreno negativo, com o índice PSI a recuar 1,46% para 9.237,82 pontos, numa sessão de vendas generalizadas nos mercados acionistas europeus. Entre as cotadas portuguesas, o BCP destacou-se como o título mais penalizado ao cair 4,81% para 1,068 euros, seguido pela Mota-Engil, que perdeu 4,32% para 4,474 euros, e pela Ibersol, que desvalorizou 3,62% para 10,12 euros. No sentido inverso, apenas a Jerónimo Martins conseguiu escapar à tendência de queda, registando uma subida de 0,60% para 18,42 euros.

No resto da Europa, o pessimismo foi a tónica dominante. O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 1,05%, enquanto o EuroStoxx 50, que agrupa as principais cotadas da zona euro, fechou com uma perda de 1,94% para 6.087,01 pontos. O FTSE 100 de Londres recuou 0,26% para 10.725,03 pontos, o CAC 40 de Paris caiu 1,39% para 7.811,26 pontos e o DAX de Frankfurt desvalorizou 1,07% para 25.371,75 pontos. As quedas mais acentuadas registaram-se no FTSE MIB de Milão, com uma descida de 2,54% para 48.383,66 pontos, e no IBEX 35 de Madrid, que recuou 2,12% para 18.913,50 pontos.

No comentário de fecho de mercados, o Millennium Investment Banking sublinhou que as bolsas europeias terminaram o dia em baixa, numa sessão em que o Governo francês esteve sob intensa pressão devido ao debate orçamental destinado a reduzir significativamente o défice público.

“A banca é muito pressionada pela conjuntura numa das maiores economias europeias, que arrastou o BCP para uma queda de 4,8%, a mais acentuada do PSI.  Adicionalmente, a subida dos preços do petróleo e as desconfianças sobre se os avultados investimentos em Inteligência Artificial e data centers trarão o retorno desejado, numa altura em que os custos de financiamento sobem, castigam os setores cíclicos. Já os defensivos, como o de Alimentação, Farmacêutico e o de Bens Pessoais, registaram ganhos apelativos”, referem os analistas.

A MTrader destacou ainda o alargamento do diferencial entre as obrigações francesas e alemãs a 10 anos, o que demonstra a crescente preocupação dos investidores com as contas públicas gaulesas.

Num comentário com o sugestivo título “Correção à grande e à francesa”, os analistas do BCP escrevem que “os mercados de ações viveram uma sessão muito negativa, arrastados pela instabilidade política e social crescente em França, que faz disparar os juros da dívida pública do país a 10 anos de maturidade para os 5,1%, alargando o spread face às yields alemãs para os 1,74 pontos percentuais, o patamar mais elevado desde 2011”.

No mercado de dívida pública, a sessão foi marcada por movimentos divergentes. Os juros da dívida alemã a 10 anos, considerada a mais segura da Europa, recuaram 8,71 pontos base, fixando a yield em 3,33%. Em Portugal, o juro da dívida pública a 10 anos subiu ligeiramente para 3,950%, um acréscimo de 1,2 pontos base face ao fecho anterior. Já em França, a tensão nos mercados foi mais visível, com a yield a 10 anos a disparar 6,08 pontos base para 5,07%, o valor mais alto desde julho de 2002. Do outro lado do Atlântico, os juros da dívida dos Estados Unidos a 10 anos cederam 4,3 pontos base para 5,078%.

No mercado de matérias-primas, os preços do petróleo continuaram a sua trajetória ascendente, pressionando ainda mais o sentimento dos investidores. O barril de Brent, referência para as importações europeias, valorizou 2,77% para 111,83 dólares, enquanto o crude norte-americano WTI avançou 1,66% para 98,76 dólares.

O contexto macroeconómico e geopolítico continua a dominar a aversão ao risco. A persistência de uma inflação elevada, alimentada pelos custos da energia, mantém os investidores em alerta quanto à trajetória das taxas de juro. A situação no Médio Oriente e as dúvidas sobre a rentabilidade dos avultados investimentos em Inteligência Artificial e data centers, num momento em que os custos de financiamento sobem, continuam a castigar os setores mais cíclicos e tecnológicos.

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Pyong Lee desmente que filha se chamará Joquebede e explica anúncio “falso”

O influenciador Pyong Lee, 34, e a esposa, a empresária Natália Nasser, revelaram nesta quinta-feira (22) que a filha não vai se chamar Joquebede. Em um novo vídeo compartilhado, o casal explicou que o anúncio falso fez parte de uma ação de conscientização sobre bullying.

Segundo eles, a intenção era mostrar a maneira como as pessoas reagem a nomes considerados diferentes dos mais comuns.

A explicação foi dada após a repercussão negativa que o anúncio gerou. Desde que revelaram que haviam escolhido o nome Joquebede, internautas passaram a criticar a escolha.

“Não foi coincidência a gente ter postado no Dia Mundial de Combate ao Bullying. Porque foi uma data importante, era um nome com significado muito forte e, ainda assim, vocês reagiram exatamente do jeito que a gente imaginava”, disse Pyong Lee.

O influenciador replicou os comentários dos internautas de que a criança poderia sofrer bullying futuramente entre colegas. “Mas a gente te pergunta: de onde que esse bullying vem? Porque nenhuma criança nasce achando um nome feio”, refletiu.

O casal então destacou, que esse tipo de comportamento é influenciado pelo ambiente que as crianças crescem, e reforçou que o bullying pode deixar marcas nas pessoas até a vida adulta.

Pyong Lee e Natália revelaram que em breve vão anunciar o nome verdadeiro da filha e que também será diferente. “Se vocês achavam Joquebede exótico, se preparem para saber o nome de verdade da neném, porque Joquebede tem mil no Brasil; o nome que a gente escolheu são apenas 62 pessoas”, adiantou.

“Em breve a gente vai contar o nome de verdade da neném, e esse a gente não vai mudar”.

Embora seja a primeira herdeira do casal, Pyong já é pai do pequeno Jake, de 6 anos, fruto de sua antiga relação com a influenciadora Sammy Sampaio. O nascimento do primogênito gerou comoção na web, já que, na época, o pai de primeira viagem já estava confinado para o BBB.

Saiba o significado do nome Zuza, o bebê de Rafa Kalimann e Nattan

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Roger Marshall Reminds Kansas Voters Border Security, Tax Cuts Are at Stake in Senate Race

Sen. Roger Marshall (R-KS) urged Kansans who voted for President Donald Trump to turn out in the Senate election, arguing that border security, lower taxes, and military funding were at stake in his race against Democrat Adam Hamilton.

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Florida Bar Fires Employee Over Alleged Racist Instagram Tirade Against Miami Hurricanes Player

The Florida Bar fired a computer technician Wednesday after racist messages and threats against University of Miami defensive lineman Damon Wilson II were sent from the employee’s Instagram account. Kade McClendon denied writing the messages, which Wilson shared publicly after

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Comédia à parte: o que trazem Jerry Seinfeld e os amigos a Lisboa

O cartaz do Meo Commedia a La Carte Fest, que no final do mês se realiza em Lisboa, mudou. Jerry Seinfeld, no centro da contestação que pôs em causa o festival de humor, acabou por ser o motor para o reerguer. Nos espetáculos que deu este ano, a política nem sempre ficou a à porta, mas raramente é ele que a leva para o palco. E agora vem acompanhado

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"Oceano Atlântico" vai passar a chamar-se "Oceano América"? O pedido insólito de Trump ao CEO da Google

Donald Trump voltou a sugerir novos nomes para lugares geográficos, desta vez para os oceanos Atlântico e Pacífico. A ideia junta-se a outras mudanças de nomes que tentou fazer desde que regressou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, algumas concretizadas e outras não.

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Supreme Court Refuses to Let Trump Cut Transgender Inmate Care

The Supreme Court on Wednesday refused to let the Trump administration gradually end transgender-related medical services for prison inmates who want to be treated as members of the opposite sex.

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Violencia en Bolivia: lanzan el tercer plan de seguridad ante incremento de asesinatos vinculados al narcotráfico

El Gobierno de Bolivia presentó un plan para combatir el crimen organizado en Bolivia. Se trata de la tercera estrategia presentada en el año ante el incremento de la violencia.

El Gobierno de Bolivia puso en marcha el plan de seguridad Frontera Segura 2.0, que prevé reforzar la presencia policial en Santa Cruz y las zonas fronterizas para combatir el crimen organizado, en medio de una nueva ola de violencia que dejó al menos 26 asesinatos en los últimos tres meses en ese departamento, según un recuento de Infobae sobre la base a información difundida en medios locales.

El lanzamiento del plan se realizó este miércoles en la plaza principal de la ciudad, con la presencia del ministro de Gobierno (Interior), Marco Antonio Oviedo y autoridades regionales.

“No vamos a parar, y este es un mensaje muy claro para jueces y fiscales que están encubriendo a estas organizaciones (criminales). Así como vamos a ser duros hacia afuera, vamos a ser duros hacia adentro”, afirmó el ministro Oviedo durante su discurso y dijo que en los últimos 20 años se asentaron organizaciones transnacionales en el país. “Hubo una permisividad criminal de las autoridades de entonces, (cuyas consecuencias) hoy día la sociedad está pagando”, agregó.

El ministro de Gobierno, Marco Antonio Oviedo, en una conferencia de prensa. (Reuters)

El comandante general de la Policía Boliviana, Adrián Álvarez, informó de la llegada de 250 efectivos para reforzar los controles en el departamento, muchos de los cuales fueron formados en los cursos recientes de especialización contra el crimen organizado y el narcotráfico.

Según el jefe policial, la nueva estrategia contempla la presencia permanente del Estado en las fronteras, el control territorial en las zonas limítrofes y el fortalecimiento de las condiciones de seguridad para la población.

Se trata del tercer plan de seguridad que presenta el Gobierno en este año ante el descontrol de la violencia vinculada al crimen organizado. A inicios de mayo se lanzó el “Plan Halcón” en Santa Cruz de la Sierra y tres meses después se presentó “Fronteras Seguras”, en la localidad de Guayaramerín; ambos programas de seguridad apuntaban a reforzar la presencia policial en zonas con mayor incidencia de la violencia criminal y frenar la expansión de estas organizaciones.

Sin embargo, solo desde mayo se contabilizan al menos 56 ejecuciones presuntamente vinculadas a ajustes de cuentas a nivel nacional, con mayor cantidad de casos en el departamento de Santa Cruz.

Presentación del Plan Halcón para combatir el crimen organizado en Bolivia. El lanzamiento fue realizado el 6 de mayo de 2026.

La iniciativa Fronteras Seguras 2.0 fue presentada un día después de que se registraran tres asesinatos violentos en la ciudad. El martes fueron acribillados dos ciudadanos brasileños en un inmueble cerca del aeropuerto internacional de Viru Viru, uno de los principales centros de conexión aérea del país.

Las víctimas, identificadas como Jefferson Pereira Penariol y Wendeles Álvez Espinosa, tenían antecedentes de narcotráfico y fueron atacadas por dos hombres encapuchados y vestidos con indumentaria militar, según los reportes preliminares.

En la misma jornada, el cuerpo de un hombre reportado como desaparecido fue encontrado en la maletera de un vehículo abandonado cerca del río, en la zona sur de la ciudad.

La sucesión de ataques armados ha aumentado la preocupación sobre la actividad de grupos criminales y las posibles disputas vinculadas con economías ilegales. En ese contexto, el ministro Oviedo adelantó que se tiene prevista la instalación de unidades de “súper élite” en localidades fronterizas de los departamentos amazónicos de Beni y Pando, al noroeste del país. Sin fijar plazos ni dar más detalles, Oviedo señaló que estás unidades contarán con “cooperación americana”.

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