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Une Allemagne « prête à la guerre » ?

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Gerhard Silber. – « Die Verkündigung I » (L'Annonciation I), 2015
© Gerhard Silber - art-silber.de

De l'hégémonie allemande, les peuples européens — les Grecs en particulier — conservent le souvenir amer des années 2010. Mais à cette époque prévalait encore l'arrangement noué en 1990 lors de la réunification : moteur économique du Vieux Continent, étroitement enchâssée dans les rets de l'intégration européenne, l'Allemagne laissait la France revendiquer la suprématie militaire et diplomatique. Ce compromis a vécu.

Depuis l'invasion russe en Ukraine, Berlin restructure son économie, militarise son industrie et dorlote son marchand de canons national Rheinmetall. Ce grand réarmement marginalise Paris et ménage Washington. Car, malgré les camouflets infligés par M. Donald Trump, l'Allemagne espère que les États-Unis lui sous-traiteront la direction européenne de l'Alliance atlantique.

Voir en ligne : /2026/09/A/69892
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Gasolio: meglio un cap europeo*

Il governo ha prorogato fino al 5 settembre lo sconto sul gasolio, spendendo altri 105,6 milioni. Ma il taglio fiscale non si trasferisce automaticamente alla pompa. Un’imposta sugli extraprofitti può finanziare gli aiuti, non correggere il prezzo: più coerente studiare in sede europea un tetto dinamico agli spread eccezionali, con salvaguardie per le importazioni.

L'articolo Gasolio: meglio un cap europeo* proviene da Lavoce.info.

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I Went to the White House Brawl and Watched the Manosphere Go Limp

I found it easy to resist the early dispatches from “UFC Freedom 250,” the Ultimate Fighting Championship event held in June on the White House South Lawn. But Jon Ronson is the sort of writer I can’t help following into battle. Fresh off a new book about masculinity, Ronson brings a delightfully skewed perspective to the fights and the days that surrounded them. The result is a portrait of a planned media spectacle that can’t quite make sense of itself. The best battle here may be Ronson’s tussle with his own photographer, 79-year-old Bruce Gilden, who is a bit of a hugger.

“I’m pretty certain you hugged Stephen Miller first,” I say. “I don’t see Stephen Miller as initiating a hug.”

“You may be right,” he says. “I don’t remember. Look, I do things maybe other people aren’t comfortable doing, but I felt comfortable and I trust my instincts.”

He acknowledges that “nobody is immune to misreading a situation” and that because of him we were all forced back indoors, but he blames Miller’s entourage for not checking with their boss on whether he minded being hugged.

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Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE

Em um vídeo no TikTok, uma repórter pergunta a vários jovens em quem eles pretendem votar para presidente nas eleições deste ano. Todos respondem Lula e apresentam justificativas que vão desde a expectativa por mais oportunidades até relatos sobre sua origem humilde e a percepção de que o petista ajuda “gente como a gente”.

Em outro registro, uma idosa é abordada com a mesma pergunta. “Vou votar no Flávio [Bolsonaro], minha filha, porque o Brasil precisa de uma renovação de verdade na política para garantir segurança e um futuro melhor para nosso país”, responde.

As cenas parecem aquelas entrevistas de rua em formato rápido, conhecidas no jargão jornalístico como “povo fala”. Popular em redes de vídeos curtos, o formato já foi apontado pelo próprio TikTok como uma das tendências de produção de conteúdo na plataforma em 2024.

A novidade é que, agora, nem os repórteres nem os eleitores desses vídeos são reais. Um levantamento do Aos Fatos identificou ao menos 50 conteúdos no TikTok que simulam entrevistas e depoimentos sobre os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Publicados antes do início oficial da propaganda eleitoral, nesta segunda-feira (17), os conteúdos acumulavam, até aquela data, 7,4 milhões de visualizações — e apresentavam como espontâneas opiniões produzidas artificialmente. Em 18% deles sequer havia indicação de que as pessoas retratadas haviam sido geradas por IA, contrariando as regras da plataforma sobre conteúdos manipulados.

Especialistas ouvidos por Aos Fatos afirmam que a legislação eleitoral proíbe o uso de personagens fictícios gerados por IA, mas a responsabilização se torna mais complexa quando os vídeos são produzidos por terceiros, sem vínculo aparente com as campanhas.

O TikTok disse nesta sexta-feira (21) que removeu todos os conteúdos identificados por Aos Fatos por violarem as diretrizes da plataforma sobre mídia editada e conteúdo gerado por IA. Veja a íntegra da resposta da empresa no final desta reportagem.

Plataforma recomenda lado a lado vídeos gerados por IA (os três primeiros) e uma entrevista de rua real (à direita)
Plataforma recomenda lado a lado vídeos gerados por IA (os três primeiros) e uma entrevista de rua real (à direita)

‘Já decidiu seu voto?’

Nas falsas entrevistas, personagens declaram voto, elogiam candidatos ou explicam por que rejeitam determinado nome da disputa presidencial. Nos vídeos favoráveis a Lula, os eleitores artificiais se apresentam como beneficiários de políticas sociais ou atribuem ao petista melhorias em suas condições de vida.

Já nas peças pró-Bolsonaro, os falsos votantes associam o senador à renovação política e ao combate à corrupção e à criminalidade.

Falsos eleitores explicam os motivos para votar em Flávio Bolsonaro ou Lula
Falsos eleitores explicam os motivos para votar em Flávio Bolsonaro ou Lula

Outros conteúdos recorrem a estereótipos para atacar eleitores do PT. Neles, os personagens aparecem em locais insalubres — muitas vezes associados ao Nordeste —, vestem roupas sujas ou rasgadas e se dizem beneficiários de programas sociais, já que “não querem trabalhar”.

Os conteúdos manipulados também os representam como alheios à própria condição de vida: mesmo cercados por lixo ou vivendo em situações precárias, os falsos eleitores agradecem ao governo pelos benefícios recebidos e declaram apoio a Lula.

Falsos eleitores afirmam que votarão em Lula por terem sido beneficiados por programas sociais
Falsos eleitores afirmam que votarão em Lula por terem sido beneficiados por programas sociais

Para Leandro Petrin, especialista em direito eleitoral e sócio do escritório Callado, Petrin, Paes & Cezar Advogados, vídeos de supostos cidadãos comuns apoiando ou rejeitando uma candidatura podem sugerir que determinada opinião é compartilhada espontaneamente por uma parcela da sociedade.

“Um vídeo que simula um eleitor que não existe e atribui a esse personagem fictício uma declaração de voto não é apenas propaganda: é a fabricação de um fato social que nunca ocorreu”, explica.

Rogério Silva de Vargas, secretário-judiciário do TRE-RS (Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul), vai além e classifica conteúdos do tipo como fraude lesiva ao processo eleitoral, pois visam “iludir, confundir ou ludibriar o eleitorado” para conferir vantagem indevida.

O levantamento do Aos Fatos reuniu conteúdos encontrados por meio de buscas no TikTok e de recomendações feitas pela própria plataforma durante o monitoramento. Embora a maioria das contas não reúna grandes audiências individualmente, os 50 vídeos analisados somavam 7,4 milhões de visualizações.

Os primeiros registros identificados foram publicados em março, meses antes do início oficial da propaganda eleitoral. O volume começou a aumentar em junho e se concentrou sobretudo em julho e na primeira quinzena de agosto, período que coincide com a intensificação do calendário das eleições.

Aos Fatos não encontrou indícios aparentes de que as contas responsáveis pelos conteúdos tenham ligações com as campanhas de Lula ou Flávio Bolsonaro. A maior parte deles foi publicada por páginas dedicadas à produção de vídeos com inteligência artificial, entre eles perfis que simulam podcasts.

Há também contas voltadas para a produção de conteúdo político ou de apoio a determinado candidato, mas sem vínculo aparente com partidos ou campanhas.

Um dos perfis se apresenta como um podcast — também gerado por IA — mas mescla o conteúdo central com falsos depoimentos de eleitores
Um dos perfis se apresenta como um podcast — também gerado por IA — mas mescla o conteúdo central com falsos depoimentos de eleitores

O uso de personagens sintéticos na disputa já chegou à Justiça Eleitoral neste ano. Em abril, o PT acionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra Dona Maria, personagem fictícia criada com IA que acumulou milhões de visualizações com críticas ao partido e ao governo Lula. A sigla pediu a suspensão do perfil sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada negativa e disseminação de desinformação.

Legislação proíbe prática

O uso de inteligência artificial para simular depoimentos de votantes inexistentes não está fora do alcance das regras eleitorais. A Resolução 23.610/2019 do TSE proíbe o uso eleitoral de conteúdos sintéticos em áudio ou vídeo que criem ou manipulem a imagem ou a voz de pessoas vivas, falecidas ou fictícias.

A regra, portanto, não se restringe às deepfakes tradicionais, que atribuem falas ou comportamentos falsos a pessoas reais. “É uma irregularidade eleitoral, seja em formato de áudio ou de vídeo, seja para criar a imagem [ou a voz] de uma pessoa fictícia ou de uma pessoa real”, afirma Marcos Rafael Coelho, secretário-judiciário do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul).

Isso não significa que qualquer vídeo com personagens gerados por IA deva ser automaticamente considerado ilícito. Marcos Jorge, coordenador jurídico do escritório Wilton Gomes Advogados, explica que é necessário verificar se o conteúdo foi produzido ou divulgado para favorecer ou prejudicar determinada candidatura.

A proibição também vale para conteúdos publicados antes do início oficial da propaganda eleitoral, em 16 de agosto. Segundo Jorge, durante a pré-campanha, a prática pode ser enquadrada como propaganda eleitoral por meio de proscrito — ou seja, pelo emprego antecipado de uma forma de propaganda que seria proibida durante a campanha.

A data da publicação tampouco impede que esses vídeos voltem a circular. O sistema de recomendação do TikTok seleciona conteúdos de acordo com as interações do usuário e informações do vídeo. Assim, uma gravação publicada meses antes pode voltar a ser recomendada já durante o período eleitoral.

Questionado por Aos Fatos, o TSE afirmou que não se manifesta sobre temas ou casos que possam vir a ser ou são objetos de análise na Justiça Eleitoral.

Responsabilidades

O fato dos conteúdos não terem vínculo aparente com candidatos ou campanhas não impede que haja irregularidade.

“Perfis de terceiros respondem civil e penalmente pelo conteúdo que produzem e publicam, independentemente de qualquer relação com candidatos. Sem esse vínculo, a resposta tende a ficar no campo da remoção de conteúdo e da responsabilização individual do autor, não alcançando as sanções mais severas do direito eleitoral (multa a candidato, cassação)”, afirma Petrin.

O cenário muda quando há evidências comprováveis de participação, contratação, financiamento, orientação ou conhecimento prévio da campanha. A depender da gravidade e da repercussão, o caso pode ser analisado pela justiça eleitoral sob a perspectiva de abuso de poder ou uso indevido dos meios de comunicação.

Rafael Maciel, sócio e head de inteligência artificial e proteção de dados do Lara Martins Advogados, pontua que há muitas dificuldades práticas para distinguir uma manifestação produzida de forma independente por um apoiador de uma ação coordenada com uma campanha.

Maciel explica ainda que as plataformas também estão sujeitas a obrigações previstas pelas regras eleitorais, como restrições à publicidade com IA, identificação de conteúdos sintéticos e deveres de diligência diante de publicações irregulares.

Segundo o especialista, as redes sociais não respondem automaticamente pelo conteúdo produzido por terceiros, mas podem ser responsabilizadas por falhas próprias, como o descumprimento de notificações ou decisões judiciais e deficiências nos mecanismos de segurança e moderação.

Aviso de IA não libera conteúdo

A presença de um aviso de que o vídeo foi produzido com inteligência artificial também não afasta a irregularidade, já que a resolução do TSE diferencia os usos permitidos de IA, sujeitos a regras de transparência, dos conteúdos sintéticos proibidos para fins eleitorais.

A regra exige que a fabricação ou manipulação seja informada de forma explícita e destacada, explica Coelho, secretário-judiciário do TRE-MS. “Mas quando se criam pessoas fictícias, como se fossem falsos eleitores dando depoimentos, aí a prática já entra na segunda camada porque ela é absolutamente proibida. Não importa se tem um rótulo falando que a inteligência é artificial”, ressaltou.

Marcos Jorge chama atenção ainda para outra questão: dizer apenas que um vídeo foi gerado por IA não necessariamente deixa claro ao usuário que o entrevistado não existe, que a entrevista nunca ocorreu e que a opinião apresentada não é de uma pessoa real.

Apesar da plataforma indicar que houve uso de IA, usuários demonstram acreditar que gravação mostra pessoas reais
Apesar da plataforma indicar que houve uso de IA, usuários demonstram acreditar que gravação mostra pessoas reais

As consequências podem se tornar mais graves quando o conteúdo sintético é empregado para disseminar desinformação ou atacar adversários.

Nesses casos, outras infrações podem se somar ao uso irregular de IA. Coelho explica que o emprego da tecnologia para atacar candidatos com desinformação ou discurso de ódio pode resultar em multas e, quando houver envolvimento ou responsabilização da candidatura beneficiada, ter consequências mais graves.

A depender das circunstâncias, a prática pode ainda ser entendida como uso indevido dos meios de comunicação social, com sanções que podem chegar à cassação de registro ou diploma e à inelegibilidade.

Porém, a aplicação dessas penalidades depende da comprovação da responsabilidade da candidatura e da gravidade da conduta.

Outro lado

Procurado pelo Aos Fatos, o TikTok informou que removeu todos os conteúdos enviados pela reportagem por violarem suas diretrizes sobre mídia editada e conteúdo gerado por inteligência artificial.

A plataforma afirmou que exige que os criadores sinalizem conteúdos sintéticos e que, mesmo quando rotulados, remove materiais que violem suas regras. Entre os conteúdos proibidos estão aqueles gerados ou significativamente editados por IA que possam induzir usuários ao erro sobre assuntos de interesse público ou simular material proveniente de uma fonte jornalística real.

A empresa também destacou as ações adotadas para as eleições de 2026 e afirmou que, durante o período eleitoral, seu foco “permanece em garantir a segurança das pessoas e proteger a integridade do TikTok”.

O caminho da apuração

Aos Fatos monitorou no TikTok vídeos que usam inteligência artificial para simular entrevistas e depoimentos de eleitores sobre Lula e Flávio Bolsonaro, por meio de buscas e do acompanhamento de conteúdos recomendados pela plataforma. A reportagem reuniu 50 vídeos. Também foram analisadas as contas responsáveis pelas publicações.

Em seguida, Aos Fatos consultou as regras do TSE sobre o uso de inteligência artificial nas eleições e entrevistou especialistas em direito eleitoral. Foram ouvidos Marcos Rafael Coelho, Rafael Maciel, Marcos Jorge, Leandro Petrin e Rogério Silva de Vargas, que contribuíram para a análise das práticas identificadas nos vídeos e de sua relação com as normas eleitorais.

Por fim, Aos Fatos entrou em contato com a assessoria de imprensa do TikTok e enviou todos os vídeos do levantamento, que foram excluídos posteriormente pela plataforma. O TSE também foi questionado sobre os achados da reportagem.

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The Children a Scientist Took Home

Carleton Gajdusek won the Nobel Prize for his work on a disease in Papua New Guinea. But his biggest experiment was on the children he took from the field to the US—many of whom he sexually molested, with the knowledge and, in some cases, approval of his professional peers and colleagues:

In his journals and in letters to colleagues, Gajdusek was self-righteous, arguing that what he’d done was “no more serious than lying on the grass or picking a dandelion,” and he cited the Anga initiation rites as justification. These ceremonies had brought boys into their communities, as part of a shared passage into manhood, but Gajdusek treated them as a timeless license for the acts that he’d committed privately, one boy at a time. George Klein, a professor at the Karolinska Institute, in Stockholm, who was part of the Nobel Assembly for thirty-six years, validated Gajdusek’s opinions, telling him that he wondered if “the Western world can ‘catch up with you.’” He wrote, “I share your indignation about the typically Jewish-Christian-Moslem hypocrisy on sexual matters.” Gajdusek was troubled, though, by how many colleagues wrote letters saying that they knew the charges must be untrue. “I thought better of my friends,” he said. “They are dissimulating and lying.”



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Horário eleitoral gratuito começa nesta sexta-feira com apenas 4 candidatos a presidente

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.

Já autorizados para fazer propagandas eleitorais nas ruas e na internet, os candidatos à Presidência terão disponível a partir desta sexta-feira, 28 de agosto, o horário eleitoral gratuito de rádio e de televisão. As veiculações seguirão até o dia 1.º de outubro, três dias antes do primeiro turno das eleições. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou na última quinta-feira, 20 de agosto, o tempo concedido à propaganda para cada partido.

O horário eleitoral gratuito será dividido em dois blocos de 12 minutos e 30 segundos para os candidatos à Presidência. A coligação de Lula, o Brasil Pronto para Mais, composta pelos partidos PT, PC do B, PV, PDT, PSB, PSOL e REDE, vai receber o maior tempo de propaganda, com 5 minutos e 31 segundos. Flávio Bolsonaro terá 4 minutos e 20 segundos; Ronaldo Caiado, 2 minutos e 2 segundos; e Augusto Cury terá 35 segundos de tela. Os demais candidatos à presidência não atingiram as exigências de cláusula de desempenho.

Seguindo com as sabatinas dos programas de televisão, a TV Globo inicia uma série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República nesta segunda-feira, 24 de agosto. O primeiro entrevistado será Romeu Zema (Novo), que estará no programa nesta segunda-feira. Seguindo o cronograma, Ronaldo Caiado (PSD) é entrevistado nesta terça (25); Renan Santos (Missão), na quarta-feira (26); Lula (PT), na quinta-feira (27); Flávio Bolsonaro (PL), na sexta-feira (28) e Augusto Cury (Avante), no sábado (29).

As entrevistas serão transmitidas pelo canal a partir de 21h05, após o “Jornal Nacional”. Também será possível acompanhá-las pela TV a Cabo na “Globonews” ou pela internet no portal G1.

Uberização será tema no STF

No Supremo Tribunal Federal (STF), a “uberização” e o vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativo e as plataformas de transporte voltam a ser discutidos pelo Plenário da Corte nesta quinta-feira, 28 de agosto. Os julgamentos do Recurso Extraordinário (RE) 1446336, que tem como relator o ministro Edson Fachin, e da Reclamação (RCL) 64018, com relatoria do ministro Alexandre de Moraes, poderão considerar a Convenção Internacional sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas. O recurso relatado por Fachin aborda a relação de trabalho entre motoristas e plataformas digitais. Já a reclamação analisada por Moraes foi apresentada pela empresa Rappi, que contesta a decisão da Justiça do Trabalho em reconhecer vínculo empregatício entre a plataforma e o motorista.

A nova convenção sobre as plataformas digitais foi aprovada pelos estados-membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em junho deste ano. Ela promove normas e garantias aos trabalhadores por aplicativo, como o pagamento dos valores a receber dentro dos prazos legais e, para aqueles que têm reconhecido o vínculo empregatício, um salário mínimo, além de uma compensação dos custos gerados pelo exercício da profissão.

Agenda da Semana de 24 a 28 de agosto:

TSE:

  • Juízo Eleitoral (25/8): último dia para partidos políticos e federações indicarem ao juízo eleitoral três pessoas para ocuparem a Comissão Especial de Transporte no primeiro e segundo turno.
  • Fusão de zona eleitoral (27/8): último dia para que a Justiça Eleitoral reúna, em uma mesma mesa receptora e mesmo local, as sessões eleitorais que possuem baixo número de eleitores.
  • Alteração e cancelamento de voto (28/8): último dia em que mesários, pessoas de apoio logístico, agentes penitenciários, policiais penais e servidoras ou servidores de estabelecimentos penais e de unidades de internação de adolescentes podem alterar ou cancelar a habilitação para votar em sessão diferente da que o título foi cadastrado.

STF:

  • Prevaricação no MP e Poder Judiciário (ADPF 881, 26/08, 14h): ministros julgam ação ajuizada pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), que julga se servidores do Ministério Público e do Poder Judiciário podem responder por prevaricação, quando um servidor público retarda, omite ou age contra uma lei durante o seu serviço por motivos pessoais.
  • Reforma Trabalhista (ADC 80, 26/8, 14h): vai a julgamento normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que foram alteradas pela reforma trabalhista em 2017, como a concessão da justiça gratuita na Justiça do Trabalho e a autodeclaração de hipossuficiência para o recebimento de benefícios.
  • Caso Buser (RE 1506410, 26/8, 14h): ministros julgam a regulação dos transportes fretados coletivos em viagens municipais e intermunicipais em Minas Gerais.
  • Fim do voto de qualidade (ADIs 6399, 6403 e 6415, 26/8): Ministros discutem três ações de inconstitucionalidade sobre a determinação ao fim do voto de qualidade quando a empates nos julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

Agenda da semana da Pública é um serviço apresentado aos leitores aos domingos e segundas, concebido com base nas informações dos portais da Câmara, Senado, TSE e STF.

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‘It’s terrible for us’ – Mohamed L. stabbed Alban Gervaise to death in front of his young children, and now just 4 years later, he’s being released

Mohamed L. is being released in France after just 4 years in detention, the same man who brutally murdered 40-year-old military doctor and father Alban Gervaise in front of his young children in 2022.

“It’s news that we’re trying to prepare for this early release after the murder, barely four years later. It’s news that is really hard to hear, that makes us really go back to our work of mourning for the children and me,” said Christelle Gervaise, the wife of Alban, in an interview with Legend TV.

“It’s true that it’s hard to imagine being able to be in the same city as him. It’s true that it’s quite unbearable for us.”

🇫🇷🔴 Mohamed L. is being released in France after just 4 years in detention, the same man who brutally murdered 40-year-old military doctor and father Alban Gervaise in front of his young children.

"It’s news that we’re trying to prepare for this early release after the murder,… pic.twitter.com/CdChf3u7A7

— Remix News & Views (@RMXnews) August 20, 2026

Alban was stabbed to death while waiting outside his children’s Catholic school to pick up his two sons, aged 3 and 7, while his 20-month-old daughter was inside his car, in Marseille in May 2022.

Now, the killer will enjoy partial release during evenings and weekends “at liberty.”

The mother, Christelle, is terrified, and the courts so far have refused to listen to her pleas to block Mohamed L. from being in the same city as her and her children.

“I find that it is an additional concern in our lives that we didn’t really need. And I had to announce to my children this early release. There is necessarily a feeling of injustice. How can he leave prison so early after the murder of their father? And then, yes, there is a great concern on the part of my children. That’s for sure.”

This clip is a condensed version of her full interview, but it showcases the horror a French family is facing, both from the murderer and from the French judicial system.

In the interview, Christelle describes the moment of disbelief and grief when she first learned her husband had been stabbed.

“This is not possible, this is not possible, what is happening,” she told herself.

But it did happen, just as it has happened to countless Europeans year after year. Upon arriving on scene, she is greeted with an empty car and no sign of her children.

“And in fact, I’m going to see a first policeman who is going to accompany me to see the principal this time, who reassures me, my children are safe inside the school, all three of them, but I learn from a policeman who comes that my husband is between life and death and has been transferred to the hospital for resuscitation,” she said.

Alban spent 17 days in a coma, where she tried to tell him over and over again that the children were not harmed and that they needed their father.

“And during those 17 days, I talked to him a lot and he … I hope he heard me. I will never know…. I kept repeating several times to Alban that our daughter is fine, that she is okay, that nothing happened at all. Because I imagine that as a father, for him, it was terrible to be attacked like that with a knife. And then to see that he was going to lose his consciousness. He must have felt it and imagined his daughter in danger.”

“I also tell him that he can’t leave, he can’t leave us. Our children are very small, and I need him, the children need him.”

Then, she describes the moment when she had to tell her young children that their father is gone.

“The death announcement to the children is something that I will never forget and I think it’s the hardest moment of my life, really.”

She was forced to sit her children down and let them know what happened to their father.

“So I told them that I had terrible news to tell them, but that unfortunately, their father had died the night before,” said Christelle.

Now, after the terrible ordeal of losing a father and a husband, the French court system is releasing their father’s killer with zero restrictions on him entering the same city as the family. While there is a direct contact ban, there is no guarantee they do not run into Mohamed L. on the street.

Mohamed L. never even faced a trial. Why? He smoked too much cannabis and had a “psychotic break.” The court experts confirmed this, and just like that, authorities deemed he could not be held criminally responsible. No trial and freedom after just four years.

“The fact that he is not imprisoned like a murderer for 15, 20 years in prison. It’s terrible for us. It’s terrible to know the violence Alban has suffered. And in addition, we must accept that after four years, his murderer is outside on evenings and weekends.”

“I am very worried, first of all, about the risk of recidivism. And then I find that for us, it is also a concern, since this person has the right to come to Marseille.”

She said that the authorities involved in the decision say Mohamed L. “must be able to benefit from it, he must have the necessary care.”

The murder already led the children to be forced from their own school. Now, they may have to leave their own city.

“My children have already had to change schools since it happened. They had to change friends. If, in addition, I tell them that we are leaving the city completely because the murderer and their father have the right to go where they want, I think that it is difficult to understand for them. I can’t help but say to myself, I don’t know where he is, I don’t know what he’s doing,” Christelle said.

She is fighting desperately with her lawyer to ensure this killer is no longer allowed in her city.

“The goal is that, is to have a measure that makes it forbidden for him to go to Marseille.”

“It is something that we carry on our shoulders with the children and that we will carry for a very long time.”

After his arrest, while held at Baumettes prison, he attempted to assault a guard, which contributed to his transfer to a psychiatric unit for difficult patients (UMD). This occurred after the murder and presumably, cannabis was not a factor in this assault.

Shockingly, during the trial, one of the psychiatrists openly said that they cannot predict whether the murderer will “relapse.”

“The question of the risk of a relapse. One of the psychiatrists had answered that it was a bit like predicting a plane crash, that it was impossible to predict. Psychiatrists who take care of this type of patient do not have a crystal ball to be sure that there will be no relapse. And this risk is still to be taken into account in the decisions to allow this person to be in the street today,” she said.

In other words, psychiatric experts admit Mohamed L. may murder again, yet, he is being allowed out on evenings and weekends anyway.

Christelle still has questions about how the man was deemed psychologically unfit to stand trial.

She said that after passersby tackled Mohamed L., he screamed: “In the name of Allah, I gave him 30 stab wounds!”

In response, Christelle said: “I always ask myself the question of something that was more premeditated than what you want to make me believe… We are talking about someone who can kill someone in the street. My husband only lasted a few moments. It’s not a fight, it’s a murder.”

“You think he’s going to go to prison. It doesn’t happen as planned. In relation to the trajectory of the murder of my husband,” she added.

“What is complicated, in fact, with this decision, is that we have no idea of the deadline. We don’t know how long he’s going to stay at the hospital in a closed unit. We don’t know how to answer this question. And despite everything, we can still hear that it is difficult to announce to his children that the murder of their father is not condemned to prison, but will have care for an undetermined duration. I also felt deprived of answers to certain questions,” she said.

Regardless, three children are now missing a loving father, with Alban’s wife describing a happy home life before his murder: “We had a life with Alban who was quite classic and very happy. We met in 2009. I was a medical student and he was an intern. We got engaged and then we got married. We had three children. We moved several times because Alban was a military doctor. So we met in Lorraine. Then we went to Paris for his work. Then to Marseille in July 2021. And we really had a very happy family life because Alban was a very loving husband, very loved and a father really present for his children and very invested in his role as a father.”

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Descubren que los enigmáticos natufienses, considerados los primeros sedentarios del Levante, comían lagartos y serpientes de manera habitual

Hace aproximadamente quince mil años, las comunidades de cazadores-recolectores que poblaban el sur del Levante experimentaron una transformación radical en su organización social y espacial. Aquellos grupos que hasta entonces habían mantenido un régimen nómada, desplazándose tras las manadas y las estaciones, redujeron drásticamente su movilidad y establecieron los primeros asentamientos permanentes de los que […]

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Scientists Create a ‘Mini Big Bang’ and Manage to Reproduce in the Laboratory the State of Matter That Filled the Cosmos During the First Moments of the Universe

Researchers at the Niels Bohr Institute, at the University of Copenhagen, have managed to reproduce in the laboratory the state of matter that filled the cosmos during its first millionth of a second after the Big Bang, using collisions between atomic nuclei much lighter than what was previously thought possible. This breakthrough, which the scientists […]

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Solar Eclipse: When is it visible in Greece?

The first total solar eclipse in 27 years is happening today, 12. August 2026, and together with the rest of the world also Greeks are awaiting with great anticipation the rare phenomenon, asking when and where it will be visible. The world is preparing for one of the most important astronomical phenomena in recent years, […]

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Die langfristigen Folgen der Hitzewelle für die Energieversorgung in der EU

In der TASS wurde ein Expertenartikel darüber veröffentlicht, welche Auswirkungen der aktuellen Hitzewelle in einem Jahr zu erwarten sind, denn die heutige Hitzewelle dürfte tatsächlich bis Ende 2027 auf den Energiemarkt in der EU nachwirken. Ich habe den TASS-Artikel übersetzt. Beginn der Übersetzung: Hitze-Crashtest: Welche langfristigen Folgen hat der Energiekollaps in der EU? Igor Juschkow, […]
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O Lado Invisível do SNS: Quando uma Cama Vazia Decide Quem Vive e Quem Espera

Um problema ético

RUI LEAL
Aluno do Mestrado Executivo em Administração Hospitalar
Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Nos hospitais portugueses, a escassez de camas deixou de ser uma exceção. Tornou-se estrutural. E, como em qualquer sistema sob pressão constante, essa escassez não se limita a criar ineficiências — cria desigualdades.

Nas especialidades cirúrgicas, o problema é particularmente evidente. A capacidade de internamento passou a ser o verdadeiro fator limitativo da atividade. Quando alegadamente, não faltam equipas, nem blocos operatórios, nem competência clínica, falta, muitas vezes, uma cama.

O resultado é conhecido — e cada vez mais frequente: cirurgias canceladas à última hora. Não por decisão médica, mas por incapacidade organizacional. O doente está preparado, a equipa está pronta, os recursos estão mobilizados. E, ainda assim, a cirurgia não acontece.

Para quem espera, o impacto é real: mais ansiedade, mais tempo, mais risco. Para o hospital, é um desperdício evidente de recursos altamente diferenciados. Mas há uma dimensão mais profunda que raramente entra no debate público. Estamos, na prática, perante um problema de justiça distributiva.

Num sistema público como o Serviço Nacional de Saúde, a escassez não pode ser evitada — mas a forma como é gerida pode, e deve, ser questionada. Quando o acesso aos cuidados deixa de depender exclusivamente da necessidade clínica e passa a ser condicionado por limitações operacionais, a equidade fica comprometida. E isso não é um detalhe técnico. É uma escolha implícita sobre quem é tratado — e quem espera.

A duração do internamento pós-operatório é um dos principais determinantes desta pressão. Bastam alguns casos acima do esperado para desestabilizar todo o sistema. Há, porém, um fator frequentemente subestimado neste contexto: os casos sociais. Quando a alta clínica existe, mas a saída do hospital não ocorre por ausência de resposta social adequada, o internamento deixa de refletir apenas necessidade assistencial e passa a incorporar uma incerteza estrutural. Nos modelos preditivos de gestão de camas, estes casos funcionam como uma fonte relevante de entropia operacional — aumentam a variabilidade, reduzem a precisão das previsões e fragilizam o planeamento cirúrgico. Ignorá-los não é apenas uma limitação técnica; é aceitar modelos incompletos e, consequentemente, decisões potencialmente menos equitativas. A sua incorporação explícita nos modelos, através de variáveis sociais e de contexto, é essencial para aumentar a validade preditiva e evitar decisões sistematicamente enviesadas.

Ainda assim, muitos hospitais continuam a planear a sua atividade com base sobretudo na experiência, e não em análise estruturada de dados. É aqui que a mudança se impõe.

Hoje, existe informação suficiente para prever padrões de internamento, antecipar riscos e ajustar o planeamento cirúrgico. Ignorar essa capacidade analítica já não é uma limitação — é uma decisão. Mas antecipar não chega.

Sem mecanismos robustos de auditoria interna, o sistema permanece opaco. Não se compreende, com rigor, onde estão os desvios, por que razão se prolongam internamentos ou onde se perdem oportunidades de otimização. E sem essa compreensão, não há verdadeira melhoria.

A auditoria interna não deve ser vista como um instrumento de controlo burocrático, mas como uma ferramenta de gestão crítica. Permite tornar visível o que hoje é difuso, responsabilizar processos e alinhar a utilização dos recursos com os princípios que o sistema afirma defender. Eficiência e equidade não são objetivos concorrentes. São, neste contexto, inseparáveis.

Num sistema permanentemente pressionado, melhorar a utilização das camas não é apenas uma questão de gestão. É uma condição para garantir que o acesso aos cuidados não depende do acaso organizacional. E é aqui que recai uma das maiores responsabilidades dos administradores hospitalares. Gerir capacidade não é apenas otimizar fluxos. É tomar decisões que têm impacto direto sobre vidas concretas. Decidir quem espera. Decidir quem entra. Decidir quando.

Por isso, reduzir a gestão de camas a um problema operacional é um erro. Trata-se, na verdade, de um problema ético, organizacional e político. Porque, no limite, cada cama disponível representa mais do que um recurso. Representa uma escolha. E gerir escolhas, em contexto de escassez, é — inevitavelmente — gerir justiça. ■

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A alternativa nuclear

O destino, com o seu humor frequentemente ácido, decidiu que o ano de 2026 seria o ano do choque de realidade. Enquanto a retórica oficial continuava a vender a imagem de um Portugal líder mundial na “transição verde”, os mísseis sobre o Irão e a consequente escalada bélica no Médio Oriente vieram recordar-nos que a economia moderna não se move a boas intenções. O disparo dos preços do petróleo e do gás natural nas últimas semanas não é apenas um problema de inflação: é o sintoma de uma nação que abdicou da sua soberania energética em favor de uma liturgia ambiental que a física, teimosamente, se recusa a validar.
Há dias, no Conselho Europeu em Bruxelas, os líderes da União reuniram sob a sombra pesada dos mercados energéticos em polvorosa. À entrada da reunião, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou solenemente que a União Europeia enfrenta “tempos desafiantes” e que a soberania energética só é possível aumentando a “produção interna”. Para o ex-Primeiro-Ministro português, a melhor forma de ter um “horizonte preditivo e confiável” é ser autónomo e independente. “O conflito actual no Irão mostra-nos uma vez mais que a única maneira de sermos autónomos é tornar seguro o nosso sistema de energia”, afirmou.
Estas palavras, embora irrepreensíveis na forma, carregam o peso de uma herança que o orador não pode sacudir. António Costa não é um observador externo desta crise; ele foi o arquitecto-mor da política energética que deixou Portugal numa encruzilhada de vulnerabilidade. Durante os seus longos anos em São Bento, assistimos ao encerramento apressado das centrais a carvão de Sines e do Pego e à aposta quase messiânica em fontes intermitentes.
Agora, em Bruxelas, Costa admite que a diversidade dos Estados-membros exigirá “diferentes soluções”. É um reconhecimento tardio de que a receita única do “verde absoluto” pode ter prazos de validade que a realidade geopolítica se encarregou de abreviar.

O meio-dia de trevas: a lição de 28 de Abril
Falar em “horizonte preditivo” quando o sistema eléctrico ibérico colapsou há menos de um ano é, no mínimo, um exercício de optimismo audaz. O grande apagão ibérico de 2025 continua bem vivo na memória. Não aconteceu no pico de uma tempestade de Inverno, mas sim num dia que deveria ser de glória para as renováveis: 28 de Abril.
Naquele momento, perto do meio-dia, o sol brilhava intensamente e as turbinas eólicas giravam com vigor. A rede estava saturada de energia “limpa”. No entanto, foi precisamente essa abundância que traiu o sistema. A falta de “inércia rotativa” — aquela estabilidade fundamental que as grandes massas giratórias das centrais térmicas e nucleares garantem — impediu a rede de absorver uma variação súbita de frequência. Num piscar de olhos, o que era um dia radioso transformou-se num “apagão de luz solar”.(..)

Leia o artigo na integra na edição desta semana já nas bancas ou em formato digital aqui

 

Link – Estudo completo do Prof. João de Jesus Ferreira

 

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West Nile virus infections increasing in Greece, summer 2026

The number of West Nile virus infections in Greece continues to rise, according to an announcement of the National Public Health Organization (EODY), which on Wednesday reported 23 additional locally acquired cases over the past week. Since the start of the surveillance period and up to 5 August, 2026, a total of 65 locally acquired […]

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Stato di emergenza in stato di attesa*

Calamità di dimensione regionale e relativamente contenuta vengono spesso classificate come emergenze nazionali, con procedure più lunghe e ritardi negli indennizzi. La correzione potrebbe consistere nella compartecipazione alle spese delle regioni.

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Profits des compagnies pétrolières: "Des montants obscènes?"

A la Une de la presse, ce mercredi 5 août, la réunion d’urgence des ministres des Affaires étrangères des pays arabes et musulmans convoquée aujourd’hui par la Jordanie. Le montant astronomique des profits des grandes compagnies pétrolières ces trois derniers mois: 93 milliards de dollars. Les réactions à la réunion, hier, des ministres de l’Intérieur de l’UE sur la crise migratoire à Ceuta. Et une méthode originale pour appréhender les automobilistes téléphonant au volant.

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Turtles painted with oil paint: rescued from fire, abused by humans

Four turtles rescued from a fire-stricken area in northern Greece were found to have been abused by human thugs who painted their shells  with orange oil paint.The discovery prompted the  intervention of the Prosecutor’s Office in Thessaloniki on Tuesday. The unprecedented incident was revealed when members of the Wild Animal Rescue & Reintegration Team arrived […]

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