Trump nominates Hung Cao as US Navy secretary
Cao was born in Vietnam and moved to the United States as a refugee in 1975.
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The conscripts are part of the first group recruited under Denmark's expanded military service program.
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O presidente Trump não esconde um de seus maiores medos: perder o controle republicano do Congresso dos EUA em 3 de novembro, o que possivelmente levaria a um terceiro processo de impeachment. No entanto, sua resposta é uma mistura caótica de medidas para evitar uma derrota avassaladora que poderia, de fato, concretizar seu cenário de pesadelo.
Quais são seus planos para uma vitória eleitoral? Quais condições ele criou que podem levar à sua ruína política durante os dois últimos anos de seu governo?
As pesquisas mostram consistentemente uma taxa de impopularidade geral de Trump em torno de 63%, contra uma de aprovação de cerca de 35%, composta em grande parte por seus apoiadores leais do movimento MAGA. As duas principais questões para os eleitores continuam sendo a inflação — com o aumento dos custos de alimentos, combustíveis, fertilizantes e moradia — e a guerra contra o Irã, sem qualquer desfecho positivo visível para o governo Trump. A atual composição do Congresso confere aos republicanos uma maioria mínima de quatro cadeiras tanto na Câmara quanto no Senado, o que significa que qualquer pequena mudança na preferência dos eleitores poderia transferir o poder para os democratas nas eleições de novembro.
O plano inicial de Trump para derrotar os democratas consistia em pressionar as maiorias republicanas nas legislaturas de vários estados a redesenhar os limites dos distritos eleitorais para favorecer seu partido, realocando prováveis eleitores democratas para distritos com maioria republicana e, assim, diluindo sua força nas urnas.
Simultaneamente, os seis membros da Suprema Corte dos EUA nomeados por republicanos esvaziaram dispositivos fundamentais da histórica Lei de Direitos de Voto de 1965. Eles decidiram que levar em conta padrões históricos de discriminação racial contra eleitores negros não justificava mais medidas destinadas a proteger o peso do voto afro-americano nas eleições dos estados do Sul.
Dada a recente polarização política nos Estados Unidos, na qual a maioria dos 435 distritos da Câmara foi desenhada para favorecer um partido em detrimento do outro, as estimativas atuais apontam, pelo menos, para 49 distritos nos quais há uma disputa real entre candidatos republicanos e democratas pela representação no Congresso. Pesquisas também indicam que, em nível nacional, os democratas detêm uma vantagem de 6% a 7% sobre os republicanos, o que sugere que provavelmente conquistarão o controle da Câmara dos Representantes.
A situação no Senado é mais complexa, pois os democratas precisarão reeleger vários titulares e conquistar cadeiras em estados que apoiaram candidatos presidenciais republicanos nas últimas décadas — Alasca, Carolina do Norte, Iowa, Ohio, Texas e Maine —, embora as pesquisas atuais favoreçam os candidatos democratas nestes estados por margens estreitas.
Após não conseguir assegurar uma possível maioria republicana por meio do redesenho dos mapas distritais, a estratégia seguinte de Trump foi emitir ordens executivas destinadas a restringir o voto de prováveis apoiadores de candidatos democratas, assumindo o controle federal sobre o processo eleitoral nacional — uma responsabilidade claramente atribuída aos estados pela Constituição dos EUA.
O pretexto utilizado é a suposta ocorrência generalizada de votos de não cidadãos, argumento que se alinha convenientemente à campanha agressiva de Trump contra imigrantes, mantida há uma década. No entanto, todas as investigações confiáveis sobre possíveis votos ilegais de não cidadãos revelam um número ínfimo de pessoas que efetivamente violaram a lei. Tal fato jamais determinou a vitória ou a derrota de um candidato em qualquer disputa eleitoral.

A terceira iniciativa de Trump consistiu em exigir que governadores de estados com tendência democrata repassassem ao governo federal informações de registro eleitoral, para que este pudesse determinar quais eleitores registrados eram elegíveis para votar.
Isso conferiria ao Departamento de Segurança Interna poder ilimitado para definir quem seria considerado um eleitor legítimo e quem, na sua visão, não seria elegível ao voto. Até o momento, governadores democratas recusaram-se a cumprir a medida, e a ordem de Trump está bloqueada judicialmente.
Paralelamente, uma quarta estratégia utilizada por Trump para tentar favorecer os republicanos na eleição é uma proposta de lei no Congresso, conhecida como Save America Act, que exigiria que os eleitores comprovassem sua cidadania por meio de certidão de nascimento ou de passaporte dos EUA. Nos Estados Unidos, não existe um documento de identidade nacional que indique o status de cidadania, e estima-se que 21 milhões de eleitores em potencial não possuam passaporte nem acesso fácil às suas certidões de nascimento.
Essa disposição criaria complicações adicionais para pessoas que se casaram e alteraram seus nomes. Até mesmo alguns senadores republicanos consideram o projeto uma exigência excessivamente onerosa para os eleitores e recusaram-se a apoiá-lo, o que significa que ele não se tornará lei.
Um quinto esforço tem sido o de bloquear o voto por correio, um método atualmente utilizado por um terço do eleitorado americano para participar das eleições. Embora o próprio Trump tenha votado por correio em duas eleições recentes na Flórida, o Save America Act e um novo conjunto de diretrizes do Serviço Postal dos EUA concederiam à agência o poder de determinar quais destinatários têm direito a receber a cédula para votar por correio, com base em registros de eleitores compilados pelo governo federal.
É provável que a Suprema Corte analise contestações às diretrizes do Serviço Postal nas próximas duas semanas. Caso a maioria conservadora apoie o plano de Trump, isso representará uma reinterpretação sem precedentes da Constituição, ao concentrar poder nas mãos de um órgão governamental que foi explicitamente excluído da organização das eleições.
Trump nunca se recuperou de sua derrota eleitoral de 2020 e continua a insistir que as eleições foram roubadas. No entanto, ele perdeu 62 ações judiciais em que não encontrou fundamento para suas alegações. Isso levou à sua tentativa desesperada de impedir a posse de Biden como presidente, mobilizando seus apoiadores para invadirem o Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2023. Desde então, centenas de partidários leais a Trump foram eleitos ou nomeados para juntas eleitorais estaduais e locais, onde provavelmente tentarão direcionar os resultados eleitorais finais a favor de candidatos republicanos caso haja contestação.

A sexta medida de Trump tem sido enviar observadores eleitorais a estados que realizaram eleições recentemente, visando construir argumentos para uma supervisão federal (e possível interferência) em disputas acirradas.
Em 2020, o procurador-geral de Trump, William Barr, bloqueou a tentativa do presidente de confiscar urnas eletrônicas no Arizona. Neste ciclo eleitoral, o Departamento de Justiça anunciou que mais de mil agentes estão sendo treinados para monitorar as eleições em estados-chave. Eles seriam, sem dúvida, bem recebidos pelas centenas de negacionistas eleitorais que supervisionam as eleições em diferentes estados. Trump poderia declarar emergência nacional e ordenar a requisição das urnas para questionar resultados eleitorais desfavoráveis e manipulá-los em favor dos republicanos.
A sétima ação de Trump tem sido lançar uma campanha agressiva contra candidatos democratas, especialmente aqueles com inclinações socialistas democráticas, alegando que são comunistas. Embora esse discurso possa parecer um retorno anacrônico à era da Guerra Fria, ele ressoa com a base de Trump. Alguns líderes democratas moderados alimentaram esse discurso ao argumentar que alguns candidatos democratas ao Senado — Dr. Abdul El-Sayed, de Michigan, e Angela Nixon, da Flórida — estão muito à esquerda para conquistar eleitores independentes nessas duas disputas decisivas.
Para responder aos preços elevados da gasolina e ao seu efeito em cascata na economia, como oitava medida, Trump tentou manipular o mercado declarando que a guerra com o Irã havia terminado e que sua “missão foi cumprida” — uma referência bizarra à declaração do presidente Bush na Guerra do Iraque, quando aquele conflito perdurou por vários anos a mais.
Uma campanha anunciada de sanções econômicas totais contra o Irã também parece fadada ao fracasso, pois exigiria a improvável cooperação da China, que atualmente importa entre 80% e 90% de seu petróleo do Irã.
Em uma tentativa ineficaz de reduzir os preços, a nona ação de Trump consistiu em anunciar que os Estados Unidos importarão 300 mil toneladas métricas de carne bovina moída e aparas de carne magra estrangeiras em um prazo de 90 dias — presumivelmente da Argentina — e as venderão no mercado americano por um quarto do custo da carne nacional, prejudicando drasticamente os produtores locais.
Essa proposta enfrentou forte resistência de agricultores de inclinação conservadora em estados-chave que, por sua vez, podem determinar quem controlará o Senado. Trump também anunciou um possível acordo com a Venezuela, no qual o Pentágono faria parceria com uma empresa venezuelana para acessar o petróleo do país pelos próximos cem anos, embora qualquer nova produção significativa provavelmente demorasse anos para influenciar o preço internacional do petróleo.
A décima medida de Trump para influenciar o resultado da eleição é a promessa de gastar parte dos 400 milhões de dólares em fundos de campanha sob seu controle para produzir anúncios eleitorais nacionais que destacassem suas principais realizações nos últimos dois anos, transformando a eleição em um referendo sobre sua gestão. Isso poderia ter o efeito oposto, lembrando os eleitores, em disputas legislativas cruciais, de quão poucas de suas promessas eleitorais de 2024 Trump realmente cumpriu.
Ao mesmo tempo, e sem razão lógica aparente, Trump decidiu travar uma guerra tarifária com o Canadá, o aliado mais leal dos Estados Unidos e um importante parceiro comercial. As tarifas de 50% ameaçadas sobre produtos canadenses não apenas aumentarão os preços para os consumidores americanos, mas também devastarão a economia dos estados que fazem fronteira com o Canadá — Maine, Michigan, Wisconsin e Missouri —, onde candidatos democratas e republicanos travam disputas acirradas. A decisão extravagante de Trump de ordenar a mudança do nome do Lago Ontário para Lago América, apenas para irritar os canadenses, só acende mais lenha na fogueira do conflito entre os dois países.
Em vez de tranquilizar seus potenciais apoiadores de que está fazendo todo o possível para acabar com a guerra no Irã e reduzir os preços, Trump passou os últimos meses dedicando um tempo enorme a projetos de vaidade, mesmo quando ordens judiciais bloquearam seus esforços. Ele se recusa a desistir de tentar incluir seu nome, de uma forma ou de outra, no Kennedy Center for the Performing Arts. Ele prosseguiu com a construção de seu salão de baile dourado na Casa Branca. Ele se recusa a admitir que a incompetência de uma empreiteira causou danos ao espelho d’água do Washington Mall e não desistiu do plano de construir um arco de 250 pés de altura para se destacar na paisagem de Washington, D.C.
Em vez de apresentar sua presidência como um compromisso diário de melhorar a vida das pessoas comuns e encerrar aventuras militares no exterior, Trump parece cada vez mais empenhado em encontrar maneiras de aumentar sua fortuna e a de sua família, bem como a do 1% da população que detém 31% da riqueza do país.
Se a eleição resultar em uma onda de mudança política, os republicanos perderão o controle da Câmara e, possivelmente, do Senado. Se os resultados configurarem um tsunami a favor dos democratas, Trump pode não enfrentar necessariamente um terceiro julgamento de impeachment em 2027 — já que os democratas não obterão os dois terços dos votos necessários para declará-lo culpado de “crimes graves e delitos” (high crimes and misdemeanors) —, mas certamente enfrentará uma enxurrada de investigações por corrupção e má gestão.

Iran’s missile attack on U.S. bases follows an American strike near the Strait of Hormuz.
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Driscoll had also taken part in efforts connected to negotiations between Russia and Ukraine.
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Trump claimed that more than 100,000 protesters have been killed so far.
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Mansões, carros de luxo, viagens, restaurantes caros. Enquanto fazem lobby para tentar enfraquecer o governo brasileiro e o Supremo Tribunal Federal (STF) junto ao governo de Donald Trump, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo mantêm um alto padrão de vida nos Estados Unidos (EUA).
Ambos já afirmaram enfrentar dificuldades financeiras devido ao que chamam de “perseguição política”. No entanto, um levantamento da Agência Pública e do ICL Notícias revela um cenário diferente. Além de viverem em casas milionárias, no último ano os dois adquiriram carros caros, têm frequentado restaurantes sofisticados, mantêm os filhos em escolas particulares e acumularam uma extensa agenda de viagens.
Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo foram centrais na articulação para impor tarifas contra o Brasil e retaliações contra ministros do Supremo. Desde 2025, eles participaram de dezenas de reuniões com deputados republicanos e membros do governo dos EUA pedindo intervenções em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.
Em maio de 2025, três meses após se mudar para o Texas e anunciar que viveria uma espécie de “autoexílio”, Eduardo Bolsonaro comprou um carro novo. Não exatamente um modelo econômico para atravessar tempos difíceis. Ele adquiriu um GMC Acadia Elevation 2025 preto, um SUV de três fileiras de assentos, avaliado em cerca de 43,8 mil dólares nos EUA, o que equivale a aproximadamente R$ 226 mil.
Os registros de gastos associados à família Bolsonaro nos EUA mostram que, desde a mudança para o país, em fevereiro do ano passado, o padrão de vida não parece ter encolhido, nem mesmo após o STF determinar o bloqueio dos bens de Eduardo Bolsonaro e de sua esposa, Heloísa Bolsonaro, em julho de 2025. Eduardo ainda perdeu o salário que recebia como deputado federal em dezembro, quando seu mandato foi cassado por faltas, e, desde 2015, não recebe salário como escrivão da PF, de onde a corporação recomendou sua demissão por abandono do cargo.
Ao chegar aos EUA, o ex-deputado escolheu Arlington, no Texas, onde já havia mantido uma empresa entre 2023 e 2024. A residência alugada estava longe de ter as dimensões de um refúgio improvisado. Tinha pouco mais de 300 metros quadrados, quatro quartos e quatro banheiros, com valor de mercado estimado em 707,7 mil dólares (cerca de R$ 3,6 milhões). O valor da locação anunciado em sites imobiliários, quando eles alugaram a casa, era de 4,5 mil dólares, aproximadamente R$ 23,3 mil na cotação atual.
Em maio de 2025, Jair Bolsonaro chegou a transferir R$ 2 milhões ao filho. “Botei dinheiro na mão dele, dinheiro limpo, legal, Pix”, afirmou o ex-presidente.
Dias depois, Eduardo chegou a reclamar para o pai, em mensagens trocadas por Whatsapp, que estava “se fodendo” nos EUA. Ao reclamar de uma entrevista em que Jair dizia que o filho era imaturo, Eduardo reclamou que, ao jogar ele para baixo, o ex-presidente o estaria condenando a passar o “resto da vida nessa porra aqui”. “VTNC seu ingrato do caralho!”, escreveu.

A situação parece ter melhorado desde então. Pouco mais de um ano depois, em maio de 2026, a família trocou Arlington por um endereço ainda mais valorizado, em Southlake, uma das cidades mais ricas do Texas, onde a renda familiar média é de 250 mil dólares – três vezes maior do que em Arlington, por exemplo. Eduardo, a esposa e os dois filhos moram atualmente em uma casa que oferece “uma vida de resort”, conforme revelou o The Intercept Brasil.
Avaliada em 1,22 milhão de dólares, cerca de R$ 6 milhões, a mansão foi anunciada para aluguel por aproximadamente 5,9 mil dólares (em torno de R$ 30 mil mensais), segundo anúncios imobiliários que permaneceram ativos até fevereiro deste ano. O imóvel tem 424 metros quadrados de área construída, em um terreno de 1.366 metros quadrados, quatro quartos e piscina, além de acesso a um clube com quadras de tênis e a uma lagoa.
A filha mais velha do casal Bolsonaro, de cinco anos, foi matriculada numa escola cristã a cerca de 15 minutos de casa, com custo anual de 18 mil dólares (R$ 93,4 mil), conforme divulgado no site da escola.
Eduardo nega ter usado parte da verba do filme Dark Horse para custear sua vida nos EUA. O filme foi financiado com cerca de R$ 61 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, por meio do Fundo Havengate. O negócio veio à tona após reportagem do Intercept Brasil. Conforme revelou o portal, Flávio Bolsonaro chegou a pedir o dobro desse valor ao banqueiro, hoje preso por gestão fraudulenta e estelionato, lavagem de dinheiro, corrupção de servidores públicos, organização criminosa e obstrução da Justiça.
“A história de que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca”, afirmou Eduardo em suas redes sociais. “No meu processo migratório, expliquei às autoridades americanas toda a origem dos meus recursos e não tive qualquer problema”, disse.
Procurado pela reportagem, Eduardo não respondeu como financia seu padrão de vida nos Estados Unidos.
Em outras ocasiões, ele afirmou que se mantém com “renda passiva” e já disse também que recebe dinheiro por meio de cursos que ministra – os cerca de 50 mil dólares que ele disse ter investido no filme Dark Horse, por exemplo, teriam esta origem.
Chama a atenção o volume de dinheiro que Eduardo Bolsonaro vem gastando com viagens dentro e fora dos EUA. Desde fevereiro do ano passado, o ex-deputado federal viajou ao menos 20 vezes, entre compromissos políticos e passeios turísticos.
Para comemorar o primeiro aniversário de Heloísa Bolsonaro após a mudança para os EUA, a família foi para a Disney em junho de 2025. Cinco meses depois, em dezembro, Eduardo Bolsonaro esteve na cidade de Park City, em Utah, destino nas montanhas conhecido internacionalmente por suas estações de esqui. A passagem ocorreu justamente no início da alta temporada de neve na região.
Já em fevereiro deste ano, Eduardo viajou para West Palm Beach, na Flórida, onde o custo diário de acomodação pode ser superior a R$ 1.000. Dali, ele participou do Latin Gala em Mar A Lago, o resort de Trump. Na festa para a comunidade Latina, ele premiou Fernando Cerimedo, marketeiro político responsável por mentiras sobre as urnas brasileiras que está preso na Bolívia por tentativa de assassinar a namorada.
Durante a Copa do Mundo, ele foi a Miami assistir à partida entre Brasil e Escócia, que ocorreu no dia 24 de junho. Ele ficou hospedado em um hotel de luxo, que cobra diárias de R$ 16 mil e chega a oferecer pacotes de experiência avaliados em um milhão de dólares, conforme revelou a Revista Fórum.
Mas a maior parte dos deslocamentos do ex-deputado, desde que se mudou para os EUA, está ligada à sua atuação política. Ao lado de Paulo Figueiredo, Eduardo tem se mobilizado para pressionar o governo norte-americano a impor sanções ao Brasil e a ministros do STF. Juntos, os dois estiveram pelo menos sete vezes em Washington e fizeram outras três viagens a Mar-a-Lago, na Flórida. Paulo frequenta o resort desde 2019 e parece manter sua primeira impressão: “simplesmente lindo!”
Em meados de maio, Eduardo hospedou-se, junto com Paulo, no histórico hotel Willard Intercontinental Washington, quando se reuniram com Trump na Casa Branca. Eduardo e sua turma alugaram os quartos, que têm preço inicial a partir de R$ 1,5 mil por noite, mas podem chegar a custar R$ 50 mil por diária. Eles chegaram a receber, no hotel, a visita de Darren Beattie, assessor sênior de política para o Brasil no Departamento de Estado.

A agenda de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo também cruzou as fronteiras norte-americanas, com pelo menos três viagens ao Oriente Médio.
“Pra quem surfa, sabe que isso aqui é o que há de melhor no mundo.” Com uma prancha debaixo do braço, Eduardo Bolsonaro aparece diante da maior piscina de ondas artificiais do mundo, em Abu Dhabi. No vídeo, publicado em 8 de fevereiro, ele também demonstra suas habilidades ao longo de uma sequência de manobras. As imagens foram gravadas no Surf Abu Dhabi, na ilha de Hudayriyat, onde uma sessão de 45 minutos para surfistas de nível intermediário e avançado custa 1,8 mil dirhams dos Emirados Árabes Unidos (AED) $ 953 — cerca de R$ 2,5 mil.

Na ocasião, Eduardo viajava pelo Oriente Médio ao lado do irmão, o senador e então pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro, e de Paulo Figueiredo. O trio divulgou encontros com autoridades no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos como parte de sua agenda política na região. Mas, entre um compromisso e outro, as redes sociais também registraram momentos de lazer.
Figueiredo, por exemplo, compartilhou avaliações de restaurantes em Dubai, como o CZN Burak Dubai, especializado em culinária turca, onde comeu um dos melhores kebabs da sua vida, além de um ensopado de camarão apimentado. “Divino”, “sobremesa perfeita” estão entre os elogios feitos à casa, cujo preço estimado por pessoa é de R$ 140 a R$ 210. Ele também visitou o Clay Dubai, na marina da cidade, onde se paga entre R$ 560 e R$ 630 por pessoa. “Este lugar não é apenas LINDO, mas tudo o que comemos estava delicioso”, escreveu. Em um restaurante de comida japonesa, reclamou de ter comido um sushi de abacate com salmão por 45 dólares. “ATENÇÃO! Este lugar é uma armadilha para turistas!”, escreveu.

Procurado pela reportagem, Paulo Figueiredo dirigiu ironias e agressões contra a Agência Pública antes de afirmar: “Eu me financio através das minhas empresas e não devo satisfação a ninguém”.
Os registros levantados pela reportagem indicam que Paulo Figueiredo também elevou seu padrão de vida no último ano. Em novembro de 2025, conforme revelaram a Agência Pública e o ICL Notícias, o influenciador comprou por 1,2 milhão de dólares — cerca de R$ 6,1 milhões — uma mansão em Clermont, na Flórida. Para fechar o negócio, contratou um financiamento imobiliário de 1 milhão de dólares.
A propriedade fica em um terreno de 17,5 mil metros quadrados, o equivalente a cerca de dois campos e meio de futebol, e tem 515 metros quadrados de área construída. São dois andares, seis quartos e cinco banheiros, além de salas de estar e de jantar, cozinha gourmet e sala de jogos. Do lado de fora, há piscina de água salgada, jacuzzi para 12 pessoas, varanda, lareira e até uma casa na árvore.
Seis meses depois, em maio de 2026, Figueiredo ampliou a garagem com um Cybertruck 2026, da Tesla, montadora de Elon Musk. O veículo tem valor de mercado estimado em 83 mil dólares, o que equivale a R$ 427,9 mil. O influenciador também possui, desde 2024, uma BMW Série 6 de 2004, hoje avaliada em cerca de 9 mil dólares (aproximadamente R$ 51 mil).

A compra da mansão ocorreu apenas um mês depois de Figueiredo informar à Justiça dos Estados Unidos que não tinha recursos para contratar um advogado para representar sua empresa, a International Treasure Group, condenada à revelia. A ação contra a companhia faz parte de um processo de falência que visa recuperar transferências supostamente vinculadas ao esquema de fraude atribuído ao magnata chinês Miles Guo.
A International Treasure Group entrou no processo após receber 140 mil dólares — cerca de R$ 670 mil — por serviços prestados à rede social Gettr entre agosto de 2021 e abril de 2022, segundo a defesa de Figueiredo. Fundada pelo ex-assessor de Donald Trump, Jason Miller, a plataforma tinha Guo como financiador oculto.
A mansão em Clermont não é o único imóvel de Figueiredo na Flórida. Ele também possui uma casa em Weston, colocada à venda em junho deste ano por 1,09 milhão de dólares — cerca de R$ 5,5 milhões —, segundo sites imobiliários americanos. Desde 2016, a propriedade estava registrada em nome da Olive-Fig Tree Real Properties LLC, empresa que também pertence ao influenciador.
Em outubro de 2025, porém, o imóvel de Weston foi transferido para o nome de Figueiredo, segundo documentos do estado da Flórida. No mês seguinte, ele adquiriu a mansão de Clermont.
As movimentações contrastam com declarações feitas pelo próprio Figueiredo sobre sua situação financeira. Em 2024, quando já articulava, nos Estados Unidos, possíveis retaliações contra autoridades brasileiras, ele deu seu testemunho em uma audiência no Congresso americano, afirmando ser vítima de perseguição do STF e que estava “desempregado, sem minhas redes sociais e suas respectivas monetizações, responsável por sustentar minhas duas filhas americanas de 7 e 8 anos”.
Paulo é cidadão americano, assim como suas filhas, e usa este fato para alardear que tem sido censurado pelo STF – o que embasou diversas ações de aliados no governo e no legislativo norte-americano, como a lei “No Censors in Our shores”, proposto pela deputada republicana Maria Elvira Salazar um mês depois dela ter recebido uma doação de campanha de Paulo no maior valor possível na época (R$ 57 mil), conforme revelou a Pública.
Na Flórida, Paulo frequenta restaurantes renomados e costuma ser bastante crítico quanto à gastronomia. Frequenta restaurantes com estrelas Michelin, mas nem sempre sai satisfeito. Por exemplo, em abril, ele foi ao restaurante de culinária asiática fusion Nami, no hotel Lake Nona Wave, em Orlando, onde também se paga, por pessoa, cerca de 500 reais por refeição. “Fiquei muito decepcionado, ainda mais por se tratar de um restaurante com estrela Michelin. As porções são ridiculamente pequenas, não condizendo com o preço cobrado. Pra ser sincero, este é o primeiro lugar com estrela Michelin onde definitivamente não pretendo voltar”.
Em outros restaurantes, ele reclama dos valores pagos por porções pequenas, o que ele diz ser regra em Miami, “restaurantes muito caros com comida mediana”.
Não que ele não tope pagar caro. Há cerca de um ano, ele foi com a esposa ao Restaurante MAASS, em Fort Lauderdale, onde pagou “quase 400 dólares” – R$ 2 mil reais – em um menu degustação para duas pessoas. “Mesmo experimentando o menu degustação, nada do que comi foi memorável e me fez querer voltar”, escreveu.

Oil prices rose more than 2% Monday after the United States attacked an Iranian island in the Strait of Hormuz and drew retaliation from Tehran, as the six-month-old conflict between the two countries showed no signs of easing. Brent crude futures climbed $2.21, or 2.51%, to $90.31 a barrel as of 0436 GMT. U.S. West ... Read more
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Missile strikes follow a U.S. operation against Iranian launchers near the Strait of Hormuz.
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Após semanas de tensão entre Brasil e Estados Unidos, o presidente Lula conversou por telefone com Donald Trump na última sexta-feira, 21 de agosto. A ligação, que durou mais de uma hora e meia, teve dentro dos principais temas as atuais medidas envolvendo a segurança pública e economia, e também as acusações contra autoridades brasileiras. Segundo nota do Governo Federal, a conversa foi para retomada de um novo canal de diálogo e de negociações entre os países.
Em entrevista ao Pauta Pública, gravada no mesmo dia da ligação, Celso Amorim, chefe da Assessoria Especial do Presidente da República, reforçou que a conversa teve um tom positivo, que não se limitou aos temas bilaterais, mas reforçaram o compromisso de cooperação sem a necessidade de interferências dos EUA nas questões nacionais. “O presidente Lula e o presidente Trump fizeram a nuvem, agora as equipes técnicas têm que fazer chover”, afirma Amorim.
Na entrevista com Andrea Dip, ele analisa o resultado da conversa, comenta as medidas adotadas pelo governo norte-americano e os desafios das negociações comerciais. Ele também fala sobre as pressões geopolíticas sobre o Brasil e a necessidade de fortalecer a defesa e a independência do país na área industrial e militar. “Diante desse mundo, é como uma apólice de seguro. É evidente que você prefere que não aconteça nada, mas você tem que estar preparado se acontecer.”

Leia os principais pontos da conversa e ouça o podcast completo abaixo.
Quais foram os principais temas tratados no telefonema entre Lula e Trump? Qual era o clima e qual seu balanço sobre essa conversa?
O balanço da conversa é o mais positivo possível. Eu acho que os dois presidentes tiveram uma conversa muito respeitosa, com muita empatia. O presidente Lula não se limitou a temas bilaterais, ele falou de temas globais, e o presidente Trump se estendeu em colocar a posição dele, mostrar qual é a visão dele de mediação e o papel que os Estados Unidos têm realizado, o que pode ser feito. O presidente Lula enfatizou a importância do Conselho de Segurança, um lugar onde as grandes potências que podem decidir têm que conversar.
Em geral, dentro do clima desse espírito brasileiro de que, quando possível, sempre coopera para a paz, mas tendo clareza de que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU [China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia] têm uma responsabilidade primária nisso. E, obviamente, os Estados Unidos, como ainda é a maior potência do mundo, têm uma responsabilidade especial.[…] Na parte bilateral, os temas que foram tratados são os que estão na nota oficial, não houve nenhum tema diferente.
Os dois temas principais foram o comércio e a cooperação no combate ao crime organizado, que as equipes se reúnam, voltem a se reunir e trabalhar. O presidente Lula descreveu um pouco o que nós temos feito aqui. E, digamos, foi crítico da medida americana comercial, claramente, que os motivos não correspondiam à realidade.
O presidente Trump não contestou, não posso dizer também se concordou, mas ele concordou com a importância de voltar a conversar e preparar as equipes para isso. Então, o clima foi muito bom. Eu acho que o que se espera de uma conversa entre chefes de Estado é isso, é criar o clima e depois as equipes têm que encontrar a solução. Às vezes, as equipes são mais difíceis do que os governantes, mas isso é um problema para mais tarde.
O senhor avalia as ações tomadas pelo governo Trump, em relação ao Brasil, como ilegais ou inconstitucionais?
Constitucionais segundo a Constituição dos Estados Unidos eu não posso julgar. A Suprema Corte americana já fez isso no passado em relação à primeira onda de tarifaço. Enfim, eu sempre me lembro do primeiro encontro – não o primeiríssimo, porque o primeiro foi antes da posse – mas o primeiro encontro do presidente Lula com o presidente Bush na Casa Branca, no Salão Oval, quando o presidente Lula entrou, o presidente Bush disse assim, “olha, nós temos diferenças, nós vamos tratar daquilo que nos aproxima.”
Enfim, eu achei que o clima foi um pouco também esse, sem necessariamente falar em diferença, mas que é muito respeitoso da parte do presidente Trump. As colocações que nós fizemos, muito interessado em discutir e apresentar a posição norte-americana sobre temas globais. Eu acho muito respeito por um estadista, que o presidente Lula é, não é qualquer pessoa que liga para o presidente dos Estados Unidos. Eu tenho muita vivência nisso, quem liga para o presidente dos Estados Unidos e fala sobre a guerra no Irã, por exemplo, e ele se dá ao trabalho de explicar as posições dos Estados Unidos? Agora, eu tinha um chefe, que era ministro do exterior muitos anos atrás, ele dizia que “a gente faz a nuvem, agora a gente não pode fazer chover.” Então, o presidente Lula e o presidente Trump fizeram a nuvem, agora as equipes técnicas têm que fazer chover.
Vários analistas veem um aumento constante das pressões dos Estados Unidos sobre o Brasil por acesso a recursos nos próximos anos e para conter a influência da China, independente de ser um governo republicano ou democrata. Alguns até pensam na possibilidade de uma escalada militar envolvendo o Brasil pela sua importância geopolítica na nova economia. Como fugir dessa encruzilhada?
O Brasil, como um país grande que é, tem que tratar da sua defesa. Nós temos que trabalhar nessa conversa. Nós conversamos com todos e torcemos, e se pudermos vamos colaborar para que eles tenham uma relação pacífica entre si. Isso não é bom só para o Brasil, isso é bom para o mundo. Diante desse mundo, é como uma apólice de seguro. É evidente que você prefere que não aconteça nada, mas você tem que estar preparado se acontecer. Eu fui ministro da Defesa, como você sabe, e naquela época fizemos investimentos importantes, entre eles o Gripen [aeronave supersônica], mas a Comissão da Verdade foi o tema dominante. Então, as atenções se voltavam mais para isso, mas eu acho que nós temos que dar uma grande importância à defesa nacional.
Isso pode envolver cooperação com outros países, mas tem que envolver também um grau forte de independência na área industrial ou militar. Isso eu acho que é fundamental. Não é para atacar ninguém, não, mas é que se alguém quiser nos atacar, tem que pensar duas vezes. A questão é a seguinte: não é que você vai ganhar uma guerra contra o país A ou contra o país B, que tem bomba atômica, etc. É que você tem que ser capaz de causar um dano que seja suficiente para ele pensar duas vezes antes de te atacar. Senão, você fica dominado a priori.



Proposed investment could bring billions in private capital and expand Venezuela’s struggling oil production.
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The order directs U.S. federal agencies to use the new name as Canada rejects the change.
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I found it easy to resist the early dispatches from “UFC Freedom 250,” the Ultimate Fighting Championship event held in June on the White House South Lawn. But Jon Ronson is the sort of writer I can’t help following into battle. Fresh off a new book about masculinity, Ronson brings a delightfully skewed perspective to the fights and the days that surrounded them. The result is a portrait of a planned media spectacle that can’t quite make sense of itself. The best battle here may be Ronson’s tussle with his own photographer, 79-year-old Bruce Gilden, who is a bit of a hugger.
“I’m pretty certain you hugged Stephen Miller first,” I say. “I don’t see Stephen Miller as initiating a hug.”
“You may be right,” he says. “I don’t remember. Look, I do things maybe other people aren’t comfortable doing, but I felt comfortable and I trust my instincts.”
He acknowledges that “nobody is immune to misreading a situation” and that because of him we were all forced back indoors, but he blames Miller’s entourage for not checking with their boss on whether he minded being hugged.


Comments by Brian Shilhavy
“Blueapples” writing on X and also on his Substack page, Ashes for Acacia, reported how Trump’s second wife, Marla Maples, states that Trump followed Kabbalistic teachings, and even kept an Aramaic copy of the Book of Pinchas under his clothing.
If you want to understand the true reasons behind why the U.S. started a war with Iran, you need to understand the influence of the Jewish Kabbalah cult, and its influence over President Trump and many Zionists.
I covered the Kabbalah last year, with Ben Born Again’s documentary about it. It has since been removed from YouTube, but I had a backup copy and restored it in last year’s article, which you can watch here:
by BLUEAPPLES
Although President Donald J. Trump declared his longstanding affinity for the Jewish people and State of Israel far before he entered into the political arena, his entrenchment with Zionism has become the defining feature of his second term in the Oval Office.
That position has also become the focal point for criticism of the second Trump administration, as critics — many of whom were once his most loyal supporters — have come to question whether the president is intent on putting America or Israel first.
That doubt has raised questions that transcend far beyond political concerns into deeper, more philosophical and spiritual realms.
One glaring red flag that perfectly distills those questions was observed on the date of Trump’s second inauguration, when he elected not to place his hand upon the Bible when he was sworn in as president.

Donald Trump takes the oath for the President of the United States on January 20, 2025, without placing his hand on either of the two Bibles that Melania Trump was holding.
According to an interview with Israeli media, Trump’s former mistress turned ex-wife revealed that decision may have been made because the president keeps another holy book closer to his heart.
Marla Maples, Trump’s second wife, told Israeli Channel 12 news that the president keeps an Aramaic copy of the Book of Pinchas under his clothing close to his heart for “healing and protection.”
The portion of the Book of Numbers (specifically, Numbers 25:10-30:1) is distributed among Kabbalistic sects in the Aramaic text Maples referred to Trump’s copy being as an apotropaic talisman. Centered on the biblical figure Pinchas, the son of Eleazar and grandson of the High Priest Aaron, the book is a highly revered section from the Zohar, the foundational text of the preeminent branch of Jewish mysticism known as Kabbalah.
In her interview with Channel 12, Maples described her own deep affinity for Judaism, its mystical elements such as Kabbalah, and the State of Israel, despite maintaining the outward appearance of a Christian identity. The experiences and practices that Maples detailed from her own life drew stark parallels with that of Trump and his family’s, including maintaining a kosher diet, reciting the Shema as a declaration of the Jewish faith, visiting the graves of exalted Jewish religious figures, observing the Sabbath, and frequently visiting Israel.
When recounting the ties to Judaism she has maintained for decades, Maples made note of visiting the city of Safed in northern Israel. In addition to being one of Judaism’s Four Holy Cities — alongside Jerusalem, Hebron, and Tiberias — Safed is the historical center of Kabbalah. Its status as the epicenter of Kabbalah arose during the 16th century, when it became home to central figures of the branch of Jewish mysticism like Moses Cordovero and, most notably, Isaac Luria, the father of its contemporary practice, which has become known as Lurianic Kabbalah. Luria’s influence on Kabbalah was so profound that he became known as “Arizal,” which in Hebrew translates to “Lion of God,” based on the Hebrew words “El” (meaning God) and “Ari” (meaning lion).
Following his death in 1572, Luria was buried in the Safed Old Jewish Cemetery on the lower hillside of the city. His grave has since become a major pilgrimage site for Kabbalists.
Trump’s ex-wife is not the only figure in his life who maintains reverence for Kabbalah.
Jared Kushner, Trump’s son-in-law, who has held various high-ranking advisory roles in each of his presidential administrations, is a member of the Haredi sect of Judaism known as Chabad-Lubavitch.
Chabad arose as a Hasidic dynasty in 1775 by Rabbi Shneur Zalman of Liadi in Liozno, then part of the Russian Empire. The sect is inherently Kabbalistic, taking its name from an acronym representing the first three Sephirot of the Tree of Life: Chokmah, Binah, and Da’at.
Ivanka Trump, the president’s oldest daughter, converted to Judaism in order to marry Kushner and regularly attends Chabad-run congregations as a practicing Jew. She has also regularly been seen adorned with a red string bracelet on her wrist, another popular apotropaic talisman worn by Kabbalists.
Maples detailed how Ivanka Trump’s conversion was a monumental force in further immersing the president into world Jewry, which she expressed has helped shape her ex-husband’s spiritual and consequently political identity. The influence of that immersion into Judaism has been echoed by fervent ultra-Zionist supporters of Trump, such as political commentator Mark Levin, who has referred to Trump as the U.S. “first Jewish president” on multiple occasions.
Trump himself reinforced that image by making his undying commitment to Israel and the Jewish people explicit, wasting no opportunity to reiterate it during his second term as president.
That commitment has come to undermine Trump’s second term, which continues to be mired by its war with Iran, which senior officials in his administration have consistently justified as necessary to defending Israel and maintaining the U.S. allegiance with the Jewish state.
Prioritizing that relationship has led to upheaval among Trump’s supporters, who have come to mock his presidency as being Israel First instead of following through on the America First platform it built itself upon.
That growing disdain has become amplified by the continued presence of Kushner within his administration, whose overt identity as a member of Chabad and an unflinching ally of Israel has raised further questions behind the motives driving the work in his role as an informal special envoy in deliberations between the U.S. and Iran.
This article was written by Human Superior Intelligence (HSI)
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The post Trump’s Ex-Wife Reveals President Kept Kabbalistic Text Close To His Heart For “Protection And Healing” first appeared on Health Impact News.
The cover image shows Netanyahu and Trump on the list of those wanted for war crimes published by an Iranian newspaper.
by Carlo Domenico Cristofori
«On the 77th anniversary of the adoption of the Four Geneva Conventions, Iran’s Ministry of Foreign Affairs (MFA) has issued a statement denouncing the United States and the Zionist regime for committing some of the most severe violations of international humanitarian law in modern history through their ongoing military aggression against the Islamic Republic» Iranian Press TV has reported.
The statement, released on Thursday, August, 13, 2026, by recalls that on August 12, 1949, the four Geneva Conventions established binding principles for armed conflict, including the distinction between military and civilian targets, proportionality, military necessity, and the prohibition of unnecessary suffering.
Common Article 1 of the conventions obliges all states parties not only to respect these rules “in all circumstances” but also to ensure their respect by others. These principles now form an integral part of customary international humanitarian law binding on every nation.
«Yet the world continues to witness unprecedented breaches. The Zionist regime, the ministry declared, remains the single greatest violator of international humanitarian law. Over the past eight decades it has perpetrated the most serious international crimes — war crimes, genocide, and crimes against humanity — in occupied Palestine, Lebanon, Syria, and across West Asia» Press TV wrote reporting Abbas Araghchi sentences..
The statement identifies the Zionist regime’s aggressive operations against Iran in 2025 and 2026, carried out with the full complicity and participation of the United States, as among the gravest violations of humanitarian law since the conventions were adopted.
And Gospa News previous investigations that we published and we recalled below can prove that this denounce is really true and founded so much so as to configure, as denounced by several nations of the world, brutal genocides in various countries of the Middle East.
We recall that in the latest days US president Donald Trump, never quoted in the statement as the Israeli prime minister Benjiamin Netanyahu by Iranian Minister Araghchi, said that after the completion of the military operation against Iran, he intends to declare the Strait of Hormuz the territory of the United States.
“I’ll never apologize. I did the right thing. What we’re doing is a great service for — not only for ourselves, for the world” Trump added on his war-crime spree in Iran where US-Israeli preventive attacks started on Febryuary, 28, killed around 7,000 people among wich the most part civilians and children.
“The war crimes committed by the terrorist US army and the genocidal Zionist regime during their military aggression against Iran over the past year and a half have pushed the boundaries of savagery and barbarity,”the ministry said one day before another massacre perpetrated by Israel Defense Forces (IDF) in Southern Lebanon.
Lebanese President Joseph Aoun condemned on Saturday the Israeli attacks on southern Lebanon, stressing that these violations constitute a “clear message to the negotiating process and to US efforts aimed at implementing the framework agreement”.
The Israeli escalation began with an Israeli airstrike on an inhabited home in Ansar, in the Nabatieh district, killing seven people, including three children and two women, while two others were wounded, according to the Health Ministry.
The Lebanese Parents of Child Martyrs Association on Saturday condemned a new Israeli massacre in the southern town of Ansar that killed a family of six, including four children, and called on Lebanese authorities to document the attack and pursue accountability through regional and international legal channels.

«In a statement, the association condemned the Israeli occupation army’s pre-dawn attack on a family in Ansar on August 15, 2026, which killed Ali Al-Hajj Hassan, his wife, Zeinab Nassereddine, and their children Zahraa, Hassan, Hussein, and Abbas» Al Manar Lebanese TV has reported (more details here in the Daily Updates on WARS in VIDEO)
It cited specific atrocities: the massacre of students and teachers in Minab with Tomahawk missiles; the attack on the Lamerd stadium with cluster munitions on February 28, 2026; and the bombing of residential homes in Qeshm with one-ton bombs on July 30, 2026. These, it stressed, represent only a fraction of the thousands of war crimes inflicted on the Iranian people.
«The US military used one of its most powerful non-nuclear bombs to strike a residential building on the Iranian island of Qeshm, killing three people on Thursday night, The New York Times reported, quoting satellite imagery and an expert opinion»
TASS Russian news agency has reported confirming the first report by Gospa News International on July, 30 (read below update “Two children rescued from the rubble of the Trump’s Evil Bombs – VIDEO”) which specified that bunker-busting explosives had been used to destroy two family homes.

It said that the diameter of the crater and fragments of ammunition indicate the use of a heavy MK-84 aerial bomb weighing 2,000 pounds (about 907 kg). The newspaper said that it was not possible to find any evidence of military installations nearby. The strike was carried out in a densely populated area, the newspaper adds.
Captain Tim Hawkins, a spokesman for the US Central Command (CENTCOM), told The New York Times that the US military leadership is aware of the strike and is looking into it. He also said the United States never targets civilians.
The ministry pointed to the open and systematic contempt shown by the US ruling establishment for the fundamental rules of international humanitarian law.
Explicit statements by high-ranking American officials — including the president, the secretary of war, and the secretary of state — together with a repeated pattern of strikes on civilians and civilian infrastructure, demonstrate a clear intent to commit grave, severe, and organized violations of the laws of armed conflict.
Attacks by the United States and the Zionist regime on hospitals, universities, schools, residential areas, bridges, airports, and fire stations, along with the deliberate killing of civilians, women, and children in places such as Minab, Lamerd, and Qeshm, fall squarely under the grave breaches listed in Article 147 of the Fourth Geneva Convention. These include willful killing, the infliction of great suffering, and the extensive destruction of property. Both the material and mental elements of these crimes have been fully established.
Repeated admissions by US officials of a policy of “no quarter, no mercy,” open threats to strike Iranian infrastructure, bridges, and power plants, and rhetoric about “returning Iran to the Stone Age” or “completely destroying Iranian civilization,” combined with the systematic targeting of civilian objects, provide irrefutable evidence of premeditated intent and a deliberate pattern of grave breaches under Article 147.
Once attribution, causation, and the other legal elements are confirmed in each case, criminal responsibility attaches to the perpetrators and those who ordered the acts under Article 146 of the Fourth Geneva Convention, which requires states parties to search for and prosecute those responsible for such violations.
«The continued commission of these serious breaches by the United States and the Zionist regime, coupled with the inaction of the United Nations, the states parties to the Geneva Conventions, and Switzerland as depositary, has normalized violations of humanitarian law and fostered a culture of impunity for war crimes. This trend, the ministry warned, is not merely a threat to one nation but a catastrophic regression for the entire legal order that humanity constructed to civilize conflict and restrain violence» Press TV highlighted.
DEVIL NETANYAHU’s HOLOCAUST. Explosive UN findings: “Israel DELIBERATELY TARGETED Gaza CHILDREN”
At least 300 children have been killed in Gaza in the roughly 300 days since a so-called “ceasefire” was announced on October 10, 2025 – an average of one child a day, the United Nations children’s agency says.
Hundreds more have been wounded, many severely, UNICEF said in a statement on Thursday as it pressed parties to a proposed US-led peace plan to translate pledges into action.
“A ceasefire that leaves an average of one child dead each and every day is failing children,” said Edouard Beigbeder, UNICEF regional director for the Middle East and North Africa. “Children in Gaza are still waiting for the end to the violence they were promised.”
Families are now confined to about a third of the enclave, sheltering among destroyed buildings, rubble and uncleared waste, the agency said.
Children continue to face acute malnutrition, disease, unsafe water and damaged sanitation, while a shortage of incubators has left some premature newborns sharing machines.
Prof. John Mearsheimer: Between 1971 and 2021, the US murdered 38 million people.
John Joseph Mearsheimer born December 14, 1947) is an American political scientist and international relations scholar. He is the R. Wendell Harrison Distinguished Service Professor of Political Science at the University of Chicago.
Mearsheimer developed the neorealist (or structural realist) theory of offensive realism, which describes the interaction between great powers as being primarily driven by the rational desire to achieve regional hegemony in an anarchic international system.
In accordance with his theory, in the 2001 book The Tragedy of Great Power Politics, Mearsheimer says that China’s growing power will likely bring it into conflict with the United States.
In his 2007 book The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy, Mearsheimer argues that the Israel lobby wields disproportionate influence over U.S. foreign policy in the Middle East.
His more recent work focuses on criticism of the “liberal international order” (laid down in his 2018 book The Great Delusion: Liberal Dreams and International Realities) and why he believes that the West is to blame for the Russo-Ukrainian War.
Carlo Domenico Cristofori