❌

Reading view

Entre o Mistério e a Provocação: Visita ao Museu Banksy em Lisboa

Créditos: MDC Media Group

Lisboa é uma cidade onde a arte urbana ganha vida a cada esquina, mas há um espaço no coração da capital onde o graffiti, a crítica política e o humor britânico encontram-se de forma única: o Museu Banksy. Ao visitarmos esta exposição imersiva, somos convidados a mergulhar no universo de um dos artistas mais enigmáticos e influentes dos nossos dias. No espírito da célebre máxima atribuída ao próprio artista “Os direitos de autor são para falhados”, a exposição apresenta-se de forma aberta e orgulhosamente “100% não autorizada”, tendo sido organizada sem o envolvimento direto do criador. Ainda assim, ao longo de mais de 100 reproduções, instalações de vídeo, murais e projeções, a experiência proporciona um olhar profundo sobre a mente e as causas que movem o lendário artista de rua. 

Uma das primeiras perguntas que surgem durante a visita é inevitável: afinal, sabe-se quem é Banksy? A resposta continua a ser simples… não. O mistério que envolve a sua identidade real é parte integrante do seu mito. Enquanto alguns visitantes gostariam de desvendar a pessoa por detrás da assinatura, muitos preferem que a sua identidade permaneça oculta, preservando a aura de mistério que envolve cada nova intervenção. O que a história documenta é que Banksy começou a deixar a sua marca nas paredes de Bristol, no Reino Unido, por volta de 1993 ou 1994. Entre 1996 e 1997, integrou uma crew de graffiti e viajou até à região de Chiapas, no México, onde pintou em contexto social associado ao movimento zapatista. Esse contacto inicial moldou o seu compromisso artístico com as causas sociais e políticas. Ao longo dos anos, o seu trabalho expandiu-se da Grã-Bretanha para França, Itália, Estados Unidos e Médio Oriente. Além dos murais clandestinos, Banksy realizou intervenções em espaços públicos, criou esculturas e chegou a ser nomeado para um Óscar pelo documentário Exit Through the Gift Shop. Ao percorrer as salas do museu em Lisboa, fica evidente que a arte de Banksy funciona como uma cebola: cheia de camadas de significado que exigem tempo e reflexão para serem descascadas. A figura infantil é recorrente. As crianças surgem como símbolos interligados de esperança, imaginação e da ideia de que o futuro pertence às novas gerações. Exemplo disso é a emblemática obra Rapariga com Balão (2002). A imagem da menina que deixa fugir, ou tenta alcançar, um balão em forma de coração tornou-se um ícone universal sobre a fragilidade e a persistência dos afetos humanos. 

Créditos: MDC Media Group

O estilo de Banksy é frequentemente comparado ao humor ácido dos Monty Python. Na obra Valentine’s Day Mascara (2023), o artista aborda o tema severo da violência doméstica: uma dona de casa dos anos 50, com um olho negro e um dente partido, sorri satisfeita enquanto “esconde” o seu agressor dentro de um frigorífico real abandonado no lixo. 

O sorriso reflete a libertação de uma relação abusiva, desconstruindo a imagem romantizada da vida doméstica. A ironia estende-se ao próprio sistema das belas-artes e ao consumismo. Em Art Buff, Banksy brinca com o termo usado no graffiti para a remoção de pinturas, desenhando uma mulher a contemplar um pedestal cuja estátua foi apagada. Já em Show Me the Monet, o artista recria o famoso lago de lírios de Claude Monet, mas acrescenta-lhe dois carrinhos de compras e um cone de trânsito a flutuar na água, denunciando o impacto do consumo desenfreado no meio ambiente. Banksy é também um opositor das guerras e do autoritarismo. Num dos murais criados na Ucrânia, A Luta de Judo, uma criança pequena projeta ao chão um homem adulto praticante da modalidade, numa alusão direta a Vladimir Putin. A figura infantil volta a surgir como a força capaz de derrubar regimes opressores. Outro ponto alto da sua intervenção política foi a fundação do The Walled Off Hotel, na Palestina, junto ao muro que separa a Cisjordânia de Israel. 

Créditos: MDC Media Group

Anunciado ironicamente como o hotel com “a pior vista do mundo”, o espaço acolhe obras como o mural da Guerra de Almofadas, onde um soldado e um civil lutam com almofadas em vez de armas, ridicularizando a violência militar. A visita ao Museu Banksy em Lisboa termina, inevitavelmente, com uma piscadela de olho à famosa expressão Exit Through the Gift Shop (Saída pela Loja de Souvenirs). Mesmo na despedida, o espírito do artista lembra-nos de questionar a mercantilização da própria arte. Sair desta exposição é passar a olhar para as paredes da cidade com outros olhos. Mais do que uma galeria de imagens provocatórias, o museu oferece uma experiência imersiva que nos desafia a pensar sobre o poder do graffiti como voz de resistência e transformação social.

Paulo Perdiz/MS

  •  

Alheira com Grelos e Ovos no Forno

Créditos: MDC Media Group

Ingredientes

  • 2 alheiras
  • 1 molho de grelos cozidos, picados
  • 2 ovos
  • 2 dentes de alho picados
  • Azeite
  • Sal e pimenta-preta q.b.

Modo de preparação

Pique grosseiramente os grelos cozidos. Aqueça um fio de azeite numa frigideira e salteie o alho picado até começar a libertar aroma. Junte os grelos picados e salteie durante cerca de 5 minutos. Tempere com sal e pimenta a gosto.

Não deixe o alho queimar. Deve ficar apenas ligeiramente dourado. Coloque os grelos salteados no fundo de uma assadeira, espalhando-os uniformemente. Coloque as alheiras sobre os grelos e pique cada uma várias vezes com um garfo. Picar as alheiras ajuda a evitar que rebentem durante a cozedura.

Leve ao forno pré-aquecido a 180°C durante aproximadamente 15 minutos. Numa frigideira à parte, estrele os ovos, deixando as gemas macias e cremosas. Retire as alheiras do forno e coloque um ovo estrelado por cima de cada uma.

Deixe repousar durante alguns minutos e sirva de imediato, acompanhado de pão rústico, se desejar. Um fio de azeite virgem extra antes de servir realça ainda mais os sabores.

Bom apetite!

Rosa Bandeira/MS

Para ver e fazer mais receitas , clique AQUI

  •  

Juan I de Bohemia, el rey ciego que cargó contra el enemigo en la batalla de Crécy guiado por dos caballeros a modo de lazarillos

El 26 de agosto de 1346 se disputó una de las batallas más importantes de la Guerra de los Cien Años, la de Crécy, en la que el ejército inglés de Eduardo III derrotó al francés de Felipe VI de forma tan contundente que permitió al primero sitiar Calais y determinar el sino de la […]

  •  

“Livros Abertos” com Miguel Madeira: Apresentação de “A menina dos Olhos Grandes” em Loulé

Na próxima sexta-feira, 2 de outubro, pelas 18h30, a Biblioteca Municipal Sophia de Melo Breyner Andresen, em Loulé, recebe a apresentação do livro “A menina dos olhos grandes”, de Miguel Madeira.

Catarina Lopes, filha de pescadores, cresce marcada pela pobreza e decide emigrar para Londres em busca de uma vida melhor, acompanhada pela sua amiga Paula. Trabalhando como governanta, conhece Philippe, um homem muito mais velho que, após enviuvar, a pede em casamento com uma proposta invulgar: garantir-lhe segurança financeira em troca de dois filhos. Catarina aceita, acreditando que um dia ainda viverá um grande amor.

Décadas depois, no funeral do marido, cruza-se com Francis Richard por quem sente uma atração imediata. No entanto, rapidamente descobre que essa paixão está envolta num passado obscuro ligado a Philippe e a John Morgan, antigo amigo que se transformou em inimigo por um amor do passado.

Entre segredos, promessas e vingança, Catarina vê o seu sonho ameaçado por forças que nunca imaginou enfrentar.

Miguel Madeira nasceu em Caracas, em 1966, e cresceu em Loulé. Iniciou a sua vida profissional cedo e, mais tarde, regressou aos estudos, tendo-se licenciado em Gestão Financeira e concluído um mestrado em Administração e Desenvolvimento Regional pela Universidade do Algarve.

Ao longo da sua carreira, exerceu vários cargos na administração pública, com funções na Câmara de Loulé, IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional) e na Administração Regional de Saúde do Algarve

Paralelamente ao seu percurso profissional, desenvolveu atividade cívica e colaborou com a imprensa local. Como escritor, publicou crónicas e obras técnicas, afirmando-se no género da ficção com romances publicados como “Obsessão”, “Vingança”, “A Quinta da Fonte da Pipa” e o mais recente livro, “A menina dos olhos grandes”.

Esta iniciativa tem entrada livre.

  •  

Festival FÉRTIL: Olhão reforça compromisso com Ambiente, Inovação, Cultura e Comunidade

Nos dias 3 e 4 de outubro, no Parque Ribeirinho Poente, realiza-se, em versão ampliada e renovada, a 4.ª edição do festival FÉRTIL, uma coprodução entre a associação MOCES e o Município de Olhão, com entrada livre e dirigido a toda a comunidade. É uma aposta estratégica da autarquia numa programação cultural mais diversificada e eclética, a pensar em diferentes públicos e temas/formatos/linguagens, mas constitui também um declarado alinhamento municipal com as temáticas da criatividade, sustentabilidade, saúde e bem-estar, economia circular e reconexão com a natureza.

O Fértil estrutura-se em torno de quatro grandes pilares – Ambiente, Comunidade, Cultura e Inovação – que atravessam toda a programação e procuram criar um espaço de encontro, partilha, aprendizagem e participação. Ao longo dos dois dias, o público poderá encontrar uma programação multidisciplinar que cruza música, conversas, palestras, workshops, cinema, exposições, atividades para famílias, bem-estar, mercado criativo e gastronomia.

Esta nova etapa da história do festival é marcada pela transição do evento para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território.

Programação

A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro, sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.

Além do palco principal, o evento dispõe de três zonas temáticas dedicadas ao Ambiente, Comunidade e Inovação, onde, de modo descontraído, é apresentada uma programação (através de conversas, palestras e workshops) que pretende questionar, aprender, partilhar conhecimento e fomentar a participação ativa, abordando temas como as “Aldeias do Futuro”, a ideia de que a Educação é a primeira infraestrutura da sustentabilidade, a economia circular, a alimentação consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk.

Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival.

Healing, criatividade e sustentabilidade nos pequenos gestos

De destacar ainda a Healing Area, dinamizada pela Positive Hands, que ocupa duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.

A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projetos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo.

Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo. No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já caraCterísticos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições. E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.

Rede alargada de parceiros e com maior envolvimento empresarial

Reforçando a intenção de envolver ativamente a comunidade local e a região, o FÉRTIL criou uma rede partilhada de parceiros, entre eles a Fesnima, a CCDR Algarve, a Região de Turismo do Algarve, a Algarve Evolution e as empresas Necton, Viveiros Monterosa, Kodis e Coca-Cola, para além do Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes.  A estas entidades junta-se ainda um universo crescente de organizações, projetos e pessoas que acreditam na importância de criar espaços de encontro, conhecimento e transformação no território algarvio.

O festival acontece entre as 14:00 e as 23:00 dos dias 3 e 4 de outubro, com entrada livre. Toda a programação pode ser consultada no website do evento, em www.fertil.pt.

  •  

‘Forgotten Island’: joyous, painful love note to Filipino diaspora

It is fitting that DreamWorks’ “Forgotten Island” carries a title that evokes memory and loss. The film, released globally in September, is on the surface a coming-of-age adventure about friendship. Look a little closer and it is a poignant meditation on separation – a theme that speaks deeply to the Philippines and its diaspora, whose […]

The post ‘Forgotten Island’: joyous, painful love note to Filipino diaspora appeared first on Asia Times.

  •  

De todos los animales del arte egipcio, casi solo los perros tenían nombre: aparece uno único en la tumba de un escriba de Tutmosis I

Entre todos los animales que aparecen en las tumbas y en el arte del Antiguo Egipto, muy pocos llevan nombre propio, y casi todos los que lo llevan son perros. También hubo caballos con nombre, aunque se conservan muchos menos. De los gatos, tan ligados hoy a la imagen de Egipto, la bibliografía solo maneja […]

  •  

Aparece una Venus de plomo en una aldea de veteranos romanos oculta en un bosque junto a Budapest

Un detector de metales ha sacado a la luz una pequeña estatuilla de plomo de Venus Púdica en un bosque de los montes de Buda, al noroeste de Budapest. Es la primera pieza de carácter religioso que se documenta en la aldea romana de Pilisszentiván–Hárs erdő, un asentamiento rural de la provincia de Panonia que […]

  •  

Loulé acolhe IX Encontro de História

O Cineteatro Louletano recebe, nos dias 2 e 3 de outubro, o IX Encontro de História de Loulé.

O encontro reúne investigadores, académicos e a comunidade local para debater o passado, a identidade e o património do concelho, através de uma perspetiva científica e multidisciplinar.

A sessão de abertura está marcada para a manhã de sexta-feira, dia 2, às 9h30, seguindo-se a conferência inaugural proferida pelo prestigiado professor universitário, arqueólo e historiador, José d’Encarnação, sob o tema “Inscrições para a História de Loulé”.

Ao longo dos dois dias, o programa organiza-se em sete painéis temáticos que abordarão a evolução histórica do concelho sob diversos ângulos. No primeiro dia, o primeiro debate irá focar-se sobre “Arqueologia e Património”, apresentando os resultados preliminares das escavações nas obras do Centro Histórico de Loulé (2ª fase) e os vestígios arqueológicos pré-históricos da Praia do Forte Novo, em Quarteira. Seguem-se os painéis sobre o “Ensino e o Património Arquivístico”, “Sociedade e Minorias” (com enfoque na comunidade judaica em Loulé nos finais do século XV) e “Homens e Guerra”. O dia encerrará com o lançamento do Caderno do Arquivo nº 21, agendado para as 17h00.

No sábado, dia 3 de outubro, os trabalhos recomeçam às 9h00, com painéis dedicados à “Arquitetura Civil e Religiosa”, à “Estigmatização Social e Divergências”, encerrando com “Personalidades – Vida e Obra”, onde será prestada homenagem a figuras marcantes para a cultura local e nacional, como José da Costa Mealha, Maria Aliete Galhoz e Joaquim Romero Magalhães.

A tarde de sábado será reservada a visitas culturais pelo património do concelho, a partir das 14h30, e ao lançamento oficial das “Atas do VIII Encontro de História de Loulé”, programado para as 16h30, imediatamente antes da sessão de encerramento.

O IX Encontro de História de Loulé é uma organização da Câmara Municipal de Loulé e do Arquivo Municipal Joaquim Romero Magalhães, contando com o apoio científico e institucional da Universidade do Algarve (UAlg), do Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Património, da Universidade de Coimbra, e do CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades, da Universidade de Évora.

  •  

X Meia Maratona de Faro regressa a 10 de abril de 2027 com novidades e aposta na experiência dos atletas

Prova foi apresentada este sábado, dia 19, no Forum Algarve, e promete muita animação, reforço dos abastecimentos e a medalha mais bonita do País

“X Corre onde o sol te encontra”. Este é o mote da X Meia Maratona de Faro – edição de Homenagem a Artur Lara Ramos, que foi apresentada no passado sábado, dia 19, no Forum Algarve, e que vai ter lugar no próximo dia 10 de abril de 2027, com várias novidades e uma aposta reforçada na experiência dos participantes. A X Meia Maratona de Faro, que mantém o percurso homologado e se afirma como um dos momentos de referência do calendário desportivo do concelho, conta igualmente com um novo padrinho, o atleta Isaac Nader (campeão do mundo dos 1500 metros), juntando-se à madrinha de sempre, a campeã olímpica e mundial Rosa Mota, numa ligação simbólica entre o passado e o futuro do atletismo nacional e desta prova.

Na vertente competitiva, a X Meia Maratona de Faro – que além dos míticos 21,0975 quilómetros vai também contar com a distância de 10km e caminhada – vai também reforçar a sua atratividade, duplicando o prémio monetário para o primeiro classificado. Para os atletas em geral, existe também novo incentivo: será sorteado um prémio monetário entre todos os atletas que concluam a prova. Entre as novidades, está também o reforço da animação e dos pontos de abastecimento ao longo do trajeto, melhorando substancialmente a experiência de prova e dando melhores condições aos atletas participantes.

A X Meia Maratona de Faro prepara ainda uma outra grande surpresa: a medalha de participação promete ser um dos símbolos desta edição “e a mais bonita do País”, garantiu Rui Costa, da Associação de Atletismo do Algarve. Também Carlos Luís, vereador da Câmara Municipal de Faro, reforçou que esta edição da X Meia Maratona será “o início de uma nova era na história desta prova, visando proporcionar experiência imersiva a todos os participantes, promovendo o território da cidade e do concelho”. Além do vereador da Câmara Municipal de Faro, a apresentação oficial da X Meia Maratona de Faro contou ainda com a presença de Rui Costa, da Associação de Atletismo do Algarve, Marco Coutinho, CEO da Frimarc – empresa local com reconhecimento a nível nacional que se assume como patrocinador principal da prova – e de Sérgio Santos, diretor do Forum Algarve, outra entidade que se associará a este grande evento desportivo.

  •  

Encuentran en un lago alemán maderas talladas hace 10.500 años por cazadores-recolectores del Mesolítico

Hay lagos que devuelven barcos, y el Arendsee ya ha devuelto alguno. Lo que han sacado a la luz en 2026 los arqueólogos del Landesamt für Denkmalpflege und Archäologie (LDA) de Sajonia-Anhalt, el organismo que gestiona el patrimonio arqueológico de este estado alemán, es distinto: maderas talladas por cazadores-recolectores del Mesolítico con una antigüedad de […]

  •  
  •  
❌