Alunos pedem a Seguro veto ao novo regime do superior

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Os elementos da Polícia Marítima resgataram ao final da tarde de ontem, 12 de outubro, 34 migrantes, 21 homens e 13 mulheres, que se encontravam a bordo de uma embarcação a cerca de 7,5 milhas náuticas (aproximadamente 14 quilómetros) a sul da ilha de Gavdos, na Grécia, no decorrer da missão “Joint Operation (JO) Greece 2026”.
Na sequência de um pedido de intervenção das autoridades gregas, foi intercetada uma embarcação, tendo sido resgatadas 34 pessoas, 21 homens e 13 mulheres, alguns dos quais apresentavam sinais de hipotermia.
Os migrantes foram posteriormente transportados para o porto de Karave, onde aguardaram as autoridades competentes.
A Polícia Marítima encontra-se integrada na missão “Joint Operation (JO) Greece 2026”, coordenada pela Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira (Frontex), em apoio à Guarda Costeira helénica, contribuindo para a vigilância da fronteira marítima externa da União Europeia e para a resposta operacional a situações que coloquem em risco a vida humana no mar.

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Entre o 4º e o 7º ano do ensino fundamental, a escola perde parte do encanto que tem para os estudantes, indica a 3ª edição do relatório anual de Saúde Mental & Bem-Estar Escolar, da Great Place to Study Brasil. A parcela de alunos entrevistados que afirma se sentir feliz e empolgada ao ir para a escola cai de 79,9% para 50,8%. No mesmo período, a parcela que relata exposição à violência mais que dobra, de 16,6% para 39%.
O levantamento ouviu 89.744 pessoas, entre 41.958 estudantes, 9.347 educadores e 38.439 familiares no país por meio de questionários digitais específicos para cada público. As respostas foram coletadas de agosto de 2025 a agosto de 2026, e a base de famílias foi acompanhada de março de 2025 a outubro de 2026. Segundo a organização, a análise adotou nível de confiança de 95%, além de testes de correlação e consistência dos índices.
Foi identificada uma mudança no vínculo com a escola ao longo da trajetória. Entre os alunos do 8º ano e do 3º ano do ensino médio, 57% citam bullying frequente ou violência física normalizada no dia a dia.
Outros dados mostram a diminuição do vínculo: 40,6% não se sentem valorizados pela escola, 40,1% dizem que professores não se importam com seus sentimentos e 44% das vítimas de bullying não creem em ação da escola.
Em ambientes de baixa violência, 27% dos estudantes dizem frequentar a escola apenas por obrigação. Em locais de violência muito alta, o índice chega a 60%.
João Hoeppner, diretor da Great Place to Study Brasil, afirma que a relação com a escola tende a diminuir à medida que o estudante avança e o foco no conteúdo e no vestibular ganha espaço. “O coletivo e a convivência tendem a ficar mais frios e a escola se envolver cada vez menos.”
Segundo o diretor, quem estuda apenas para evitar consequências negativas relata mais sobrecarga. “Mesmo no melhor cenário, 1 a cada 4 estuda ali por medo. Quando a gente está falando do fundamental, é mais ou menos 1 a cada 3”, afirma.

A violência é um dos fatores que atravessam esse processo, segundo indicam as respostas. Dos 57% que relatam bullying frequente ou violência física normalizada, 1 em cada 5 se declara alvo direto de agressões.
Hoeppner chama atenção para o papel dos colegas que presenciam os episódios e afirma que a escola precisa trabalhar também a consciência de quem assiste. “O principal trabalho que as escolas precisam fazer é um despertar, uma provocação em relação à consciência da plateia. Se não tem plateia, não tem show.”
Para ele, campanhas contra o bullying também podem partir dos próprios estudantes. “As campanhas de bullying mais efetivas que a gente vêpartem dos estudantes mais do que somente da escola.”
Marina Ribeiro, diretora de comunidade da Great Place to Study Brasil, afirma que a participação dos pares pode favorecer essa reflexão. “É um processo de entender como esse adolescente funciona e ir buscando essas estratégias mesmo para fomentar a consciência.”
Para Maria Amélia Santoro Franco, doutora em educação pela USP e organizadora do livro “Pedagogias Emergentes: Princípios e Práticas”, a queda no entusiasmo ao longo da escolarização, não pode ser explicada apenas pela idade. Na passagem para os anos finais do fundamental, aumenta o número de professores e disciplinas, enquanto a convivência com os colegas ganha importância.
Segundo Maria Amélia, quando o conhecimento fica restrito ao que será cobrado nas avaliações, o aluno pode cumprir tarefas, mas deixa de se reconhecer nelas. “À medida que a transmissão de conteúdos, as metas e os rankings de desempenho passam a organizar a vida escolar, a escola pode perder sentido para os estudantes.”
A professora afirma que a violência compromete a aprendizagem. Um estudante que teme ser ridicularizado pode deixar de perguntar ou participar das atividades. “O sentimento de pertencimento se rompe quando o aluno passa a pensar: como me percebem aqui?”.

No entanto, o sofrimento não se restringe aos alunos, segundo o relatório. Um em cada sete professores ouvidos relata sofrimento constante, com sinais de desgaste emocional severo, falta de alegria e incapacidade de descansar. Entre eles, 66,3% dizem que gostariam de ter escolhido outra profissão.
Além disso, 24,4% apontam cobranças excessivas e questionamentos à autoridade como principal desgaste mental. Para Hoeppner, o conflito pesa na rotina, mesmo envolvendo poucas famílias.
As famílias, por sua vez, demonstram confiança na escola. Mais de 95% dizem confiar na proposta pedagógica, considerar o ambiente seguro e avaliar que os filhos recebem uma boa educação. Porém, o vínculo não se traduz na mesma proporção em diálogo: são 54,6% os que dizem concordar plenamente que se comunicam com a escola para pensar em conjunto sobre a educação dos filhos.
Maria Amélia afirma que reconstruir esse vínculo passa por criar relações de confiança e não apenas por reforçar regras. Segundo a professora, o estudante precisa saber que situações de violência serão levadas a sério e que haverá adultos responsáveis por cuidar delas.
“Temos um costume de falar muito que a escola tem três funções: ser a vida de um estudante, preparar esse estudante para o futuro e para o mundo que ele vai encontrar, mas também trazer competências para que ele de fato consiga construir um mundo diferente, um futuro diferente.” (Lucas Leite/FOLHAPRESS)
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O Município de Vila Real de Santo António (VRSA) acaba de anunciar através de nota de imprensa que estão abertas candidaturas para atribuição de 30 Bolsas de Estudo do Ensino Superior.
O período de candidaturas para estas Bolsas de Estudo, anuais, destinadas a estudantes do Ensino Superior residentes no concelho de VRSA, são referentes ao ano letivo 2026/2027.
As candidaturas podem ser apresentadas até 16 de novembro de 2026, inclusive.
Cada bolsa tem o valor de 1.000 euros, sendo que 5 das bolsas destinam-se a premiar o mérito escolar, valorizando o desempenho académico dos estudantes.
Podem candidatar-se os jovens que residam no concelho há, pelo menos, três anos e que frequentem ou ingressem em instituições públicas de Ensino Superior em Portugal, no âmbito de uma licenciatura ou mestrado integrado.
O processo de candidatura decorre nos termos do Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo, disponível no portal institucional do Município através do seguinte endereço: https://tinyurl.com/bolsasestudoVRSA.
A autarquia vilarealense informa também que as candidaturas devem ser apresentadas, preferencialmente, por correio eletrónico, através do endereço geral@cm-vrsa.pt, ou presencialmente, nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, na Divisão de Cultura e Educação.
Esclarece também a edilidade pombalina que o período de candidaturas às Bolsas de Estudo decorre habitualmente entre 1 e 15 de outubro. Excecionalmente, este ano, o Município alargou o prazo até 16 de novembro, tendo em consideração as alterações verificadas no calendário de acesso ao Ensino Superior, nomeadamente o prolongamento dos prazos associados à realização de exames e à apresentação de candidaturas, permitindo assim adequar o processo de atribuição das bolsas ao calendário de ingresso no Ensino Superior.

TOKYO – For decades, the US enjoyed a remarkable luxury: its two biggest creditors, Japan and China, kept showing up at Treasury auctions with checkbooks open. Now, Donald Trump’s trade wars, tariff threats and widening geopolitical confrontations raise an uncomfortable question: what happens if Washington’s most reliable bankers decide they’ve had enough? Granted, global investors […]
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Estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) saíram às ruas de Niterói, no Rio de Janeiro, na noite desta segunda-feira (05/10), em um ato de apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições e de oposição a Flávio Bolsonaro (PL). A manifestação ocorreu um dia após o primeiro turno e reuniu entidades estudantis, entre elas o Centro Acadêmico Evaristo da Veiga (CAEV), ligado à Faculdade de Direito da universidade.
O ato surgiu como uma resposta ao resultado das urnas e reuniu faixas, cartazes e palavras de ordem favoráveis a Lula. Os participantes também expressaram críticas ao avanço do bolsonarismo no cenário político nacional. Os estudantes passaram por áreas de Niterói como Gragoatá, Ingá e Icaraí. Durante o percurso, defenderam a candidatura petista e fizeram manifestações contrárias a Flávio Bolsonaro, que disputa o segundo turno.
Na entrada da Faculdade de Direito da UFF, os estudantes penduraram uma bandeira com a frase “UFF Antifascista”. O protesto também abordou a proposta anunciada por Flávio Bolsonaro de conceder anistia ao pai, Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão.
Foto e Vídeo: Redes Sociais
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Anti-Ulez activist Kevin Rees, who blew up a camera enforcing London’s ultra-low emission zone scheme with a home-made bomb, has been jailed for 15 years.
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Esta capela localiza-se num dos locais mais emblemáticos do interior do Algarve.
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Prova foi apresentada este sábado, dia 19, no Forum Algarve, e promete muita animação, reforço dos abastecimentos e a medalha mais bonita do País
“X Corre onde o sol te encontra”. Este é o mote da X Meia Maratona de Faro – edição de Homenagem a Artur Lara Ramos, que foi apresentada no passado sábado, dia 19, no Forum Algarve, e que vai ter lugar no próximo dia 10 de abril de 2027, com várias novidades e uma aposta reforçada na experiência dos participantes. A X Meia Maratona de Faro, que mantém o percurso homologado e se afirma como um dos momentos de referência do calendário desportivo do concelho, conta igualmente com um novo padrinho, o atleta Isaac Nader (campeão do mundo dos 1500 metros), juntando-se à madrinha de sempre, a campeã olímpica e mundial Rosa Mota, numa ligação simbólica entre o passado e o futuro do atletismo nacional e desta prova.
Na vertente competitiva, a X Meia Maratona de Faro – que além dos míticos 21,0975 quilómetros vai também contar com a distância de 10km e caminhada – vai também reforçar a sua atratividade, duplicando o prémio monetário para o primeiro classificado. Para os atletas em geral, existe também novo incentivo: será sorteado um prémio monetário entre todos os atletas que concluam a prova. Entre as novidades, está também o reforço da animação e dos pontos de abastecimento ao longo do trajeto, melhorando substancialmente a experiência de prova e dando melhores condições aos atletas participantes.
A X Meia Maratona de Faro prepara ainda uma outra grande surpresa: a medalha de participação promete ser um dos símbolos desta edição “e a mais bonita do País”, garantiu Rui Costa, da Associação de Atletismo do Algarve. Também Carlos Luís, vereador da Câmara Municipal de Faro, reforçou que esta edição da X Meia Maratona será “o início de uma nova era na história desta prova, visando proporcionar experiência imersiva a todos os participantes, promovendo o território da cidade e do concelho”. Além do vereador da Câmara Municipal de Faro, a apresentação oficial da X Meia Maratona de Faro contou ainda com a presença de Rui Costa, da Associação de Atletismo do Algarve, Marco Coutinho, CEO da Frimarc – empresa local com reconhecimento a nível nacional que se assume como patrocinador principal da prova – e de Sérgio Santos, diretor do Forum Algarve, outra entidade que se associará a este grande evento desportivo.