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Havana to Host 42nd International Jazz Plaza Festival in January 2027

(FILE) With the presence of Cuban, European and North American exponents, Jazz Plaza Festival celebrates its 42nd edition in January with sub-venues in six Cuban provinces and in Mexico. Photo: Jazz Plaza.

Cuba’s 42nd Jazz Plaza Festival will run from January 24 to 31, 2027, across Havana, five other provinces and a new satellite venue in Mexico, with more than 120 U.S. musicians confirmed.


The Jazz Plaza International Festival, one of the reference points on the world jazz calendar, will hold its 42nd edition from January 24 to 31, 2027, in Havana, its customary main seat, the organizing committee announced this Wedneday.

Organizers presented the plans at the “Benny Moré” Mexico-Cuba Cultural Center in Mexico City. Committee president Víctor Rodríguez García highlighted the growing participation of Mexican, North American and European musicians and reaffirmed the commitment to hold the festival despite the difficulties facing the country.

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“We want everyone to know that from January 24 to 31 there will be a festival in Havana with Mexican participation, and that there will also be a venue in this country,” Rodríguez said at the press conference.

According to a caption accompanying the original report, more than 120 U.S. artists have already confirmed their participation despite restrictions imposed by the U.S. blockade.

The 42nd edition of Jazz Plaza International Festival will take place from January 24 to 31, 2027 in 🇨🇺. It will also include tributes to Bola de Nieve, the Roberto Faz Ensemble and the Chepín Chovén, in addition to an inaugural concert by Frank Fernández. pic.twitter.com/1xlvCNvqs2

— Gabriela Glez (@Gabiglez06) October 14, 2026

The 2027 edition will be dedicated to dance. The program includes tributes to Cuban pianist “Bola de Nieve” and to the popular orchestra Chepín-Choven. Cuban performers will include jazz figures Hernán López-Nussa, Roberto Fonseca and Alejandro Falcón.

The opening night belongs to pianist Frank Fernández, a composer of at least 650 works spanning symphonies, choirs and ballets. Organizers also underscored one of the festival’s enduring achievements, its alliance with Cuba’s music education system, which has trained generations of jazz performers now recognized internationally.

The National Folkloric Ensemble of Cuba and the Maraguán Artistic Ensemble of the University of Camagüey, among other groups, will also take part. The official poster was designed by artist Lesbia Vent Dumois, a National Prize for Visual Arts winner.

That bond has made the festival more than a concert series. It functions as a bridge between conservatories and professional stages, giving young Cuban musicians a window into an international circuit that rarely opens to the island.

Text reads: “Abdala studios recorded the musical theme that will accompany the 42nd edition of the International Jazz Plaza Festival. A space for training and growth for the new generations. Thanks to master Roberto Fonseca and his entire team.”

Mexico Joins In

Havana, with 20 stages, will be joined by Santiago de Cuba, Holguín, Camagüey, Villa Clara and Matanzas as host provinces during the week devoted to jazz. One of the festival’s stated goals and achievements has been its link with the music education system, which in recent decades has trained some of Cuba’s most internationally recognized performers of the genre.

During the press conference, organizers announced several initiatives to facilitate Mexican participation and joint work. Mexican organizers announced a series of initiatives to ease attendance and collaborative work. The “Benny Moré” center has been proposed as a satellite stage, adding interactive presentations to its streaming broadcasts, a format that lets distant audiences follow the concerts in real time.

With the dates set for the final week of January 2027, Havana anchors the festival while the five additional provinces and the Mexican venue extend its reach. Streaming broadcasts from the Benny Moré center will carry portions of the program to audiences beyond both countries.

The Jazz Plaza Festival is one of the main fixtures on the international jazz calendar and, held each January in Havana, has long drawn musicians and audiences from several countries. The expansion to Mexico suggests organizers are looking to widen the festival’s reach beyond the island.

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Tua Festival de Percursos Pedestres reforça impacto turístico e económico no Vale do Tua

VTM

O TFPP terminou este fim de semana, em Mirandela, a edição 2026 novamente com inscrições esgotadas . Ao longo de cinco fins de semana, o festival percorreu os cinco municípios do Vale do Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor), com forte envolvimento das comunidades locais e uma aposta crescente na sustentabilidade e no  conceito turismo em família.

Promovido pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT) e organizado em parceria com os Municípios e o serviço especializado da  PORTUGALNTN, o festival volta a afirmar-se como uma referência nacional no turismo de natureza e no pedestrianismo, conjugando a descoberta da paisagem com a valorização da identidade, da cultura e dos produtos de base local.

Para António Luís Marques, diretor do PNRVT, esta edição confirma a dimensão e a capacidade de atratividade do evento, o maior festival de percursos pedestres de Portugal. “Falamos de cinco fins de semana, cinco municípios e 1250 participantes, com inscrições esgotadas em todos os momentos. É um sinal muito claro do interesse que o festival desperta e da capacidade do Vale do Tua para atrair visitantes de norte a sul do país. Um produto que não sofre de sazonalidade”, destaca.

Mais do que caminhar, participar no TFPP é conhecer o território através de quem nele vive. O envolvimento das comunidades locais constitui uma das principais marcas do evento, com as localidades anfitriãs a assumirem um papel ativo no acolhimento dos visitantes e na dinamização de atividades complementares.

Workshops dedicados aos saberes tradicionais, visitas guiadas ao património, histórias contadas pelos residentes, apresentação e venda de produtos da terra e participação de produtores, empresários e associações locais contribuem para criar uma experiência autêntica, ao mesmo tempo que geram oportunidades económicas para as comunidades.

“O festival tem vindo a fortalecer a identidade das comunidades e é cada vez mais evidente a proximidade entre quem recebe e quem participa”, sublinha Domingos Pires, da PORTUGALNTN, empresa parceira envolvida na organização desde a primeira edição.

Esta dinâmica tem um impacto direto forte na economia do território. Mais de 60% dos participantes são provenientes de fora da região e muitos aproveitam o festival para permanecer no Vale do Tua durante dois ou três dias, numa época do ano em que a atividade turística é habitualmente mais reduzida. A procura chega, em alguns municípios, a esgotar a capacidade de alojamento local, estendendo-se mesmo a concelhos vizinhos.

A restauração, o alojamento, o comércio e os produtores locais beneficiam desta procura, num modelo que procura fazer com que o valor gerado pelo turismo permaneça no território. Para além de participarem nas caminhadas, muitos visitantes aproveitam a estadia no Vale do Tua para descobrir a gastronomia, os vinhos, o património e outras propostas de turismo de natureza disponíveis na região.

Famílias

A edição deste ano ficou também marcada por uma novidade: a criação de oficinas criativas e pedagógicos destinados aos mais pequenos. Enquanto os pais participavam nos percursos pedestres, os mais novos podem aprender, brincar e descobrir novas experiências ligadas ao território, acompanhados por uma equipa dedicada. A iniciativa reforça a dimensão familiar que o festival pretende consolidar, alargando as possibilidades de participação e tornando o evento mais acessível a diferentes públicos e gerações.

A sustentabilidade é outro dos pilares do TFPP, traduzindo-se em medidas concretas para reduzir o impacto ambiental do evento e incentivar comportamentos responsáveis. Por exemplo, todos os participantes recebem uma garrafa e uma caneca reutilizáveis. A organização aboliu a utilização de garrafas de água descartáveis, assegurando pontos de reabastecimento ao longo dos percursos. A gestão dos resíduos é igualmente uma preocupação, com a organização a recolher o lixo encontrado durante a passagem pelos trilhos. Nos reforços alimentares e nas refeições, privilegiam-se produtos de origem local e, sempre que possível, o envolvimento de empresários e associações das próprias localidades.

A avaliação dos participantes é uma componente importante da melhoria contínua do festival. Em cada etapa, os caminhantes são convidados a responder a inquéritos de satisfação, podendo partilhar opiniões, sugestões e eventuais reparos sobre a organização e as atividades e, segundo a organização, as avaliações confirmam o bom caminho que se está a seguir.

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Mexican Indigenous Artists Use Rap to Defend Their Languages ​​and Identity

On Sunday, as part of the Indigenous Resistance Day commemoration, the Indigenous Hip Hop Festival second edition held at the Casa Refugio de la Memoria in Mexico City. The event highlighted how Indigenous artists in Mexico are finding rap to be a tool for defending their languages, asserting their identities, and sharing their peoples’ stories.

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The gathering featured concerts, handicraft sales, photo exhibitions on the movement’s origins, and an open-mic session where artists improvised in languages ​​such as Zapotec, Mayan, and Mazatec. According to the participants, the genre allows them to adapt contemporary expressions to the realities of Indigenous peoples and expand their reach beyond traditional circuits.

“I think the interesting thing about hip-hop culture is that it doesn’t respond to a specific era, but rather to a need within the context where it originates,” noted Mare Advertencias, a rapper with a 23-year career. For the artist, the festival confirms the strength of Indigenous rap across the continent, following an event held last year in the Bronx and with an upcoming edition scheduled for Lima, Peru.

“For me, hip-hop was a way to seek out my identity,” Advertencias added in comments to EFE, recalling how the art form served as a refuge during her adolescence, helping her define her own path.

The musicians highlighted their native languages’ ability to convey the reality of their communities and break down the barriers that have historically marginalized them from the music industry. Mayan rapper Pat Boy denounced the persistent discrimination they face and criticized the fact that, even within the movement itself, Indigenous hip-hop artists are often set apart from other hip-hop artists.

🎤 #AlMomento | El rap y el hip hop toman la Alhóndiga de Granaditas en el @cervantino.

Desde el Valle de México, las raperas de “Mujer en Cypher” encienden al público con sus rimas y versos en #Guanajuato.@mauenelonce en #OnceNoticias 🔻 pic.twitter.com/vwCLvwL9jd

— Once Noticias (@OnceNoticiasTV) October 13, 2026

The text reads, “Rap and hip hop take over the Alhóndiga de Granaditas at the
@cervantino. From the Valley of Mexico, the rappers of “Mujer en Cypher” light up the crowd with their rhymes and verses in #Guanajuato.”

Meanwhile, Mazatec rapper Xéti NdáJnió stated that singing in his language about the traditions of the highlands allows them to connect with people on a level that goes beyond mere words. Her presentation highlighted the role of rap as a medium for bringing Indigenous languages ​​to diverse audiences.

Speaking for the organizing team, Ángeles Solís—festival co-producer and activist with The Action Lab—emphasized the need to create autonomous spaces for outreach. “It is an opportunity to build independent platforms where our voices and languages ​​can be heard,” she stated.

The festival took place just before the traditional Day of the Race (in spanish Día de la Raza)—reclaimed here as the Day of Indigenous Resistance—marking a day of critical reflection and the defense of Indigenous peoples’ rights.

The next stop for the Indigenous Hip Hop Festival will be on October 17 in Lima, Peru, continuing the work of this network of artists who use urban rhythms to raise awareness of, promote, and preserve the continent’s Indigenous languages.

Mexican President Claudia Sheinbaum inaugurated a new campus of the National Rosario Castellanos University in Nicolás Romero, State of Mexico, on Sunday, as her government pushes to expand access to public higher education. The campus will open with 800 students, half attending… pic.twitter.com/RlLWCV54xR

— teleSUR English (@telesurenglish) October 12, 2026
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Walk & Art Fest Barão de São João espera por si

De 6 a 8 de novembro de 2026 a aldeia de Barão de São João, no concelho de Lagos, volta a receber o festival que une as caminhadas com a arte.

O programa é longo e diversificado, com dezenas de atividades e para todos os gostos: caminhadas longas, curtas e temáticas (geologia, botânica, observação de aves, história, desenho…), workshops, atividades para crianças e famílias, passeios de BTT e atividades de bem-estar que o convidam a relaxar e a desfrutar da natureza.

A 9ª edição volta a contar com a mobilização da comunidade artística local, que se junta para proporcionar aos visitantes uma imersão artística nesta aldeia com características tão peculiares.

Faça já a sua inscrição! Barão de São João espera por si.

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Festival Política regressa a Loulé com a Constituição da República Portuguesa

Entre 22 e 24 de outubro, o Festival Política regressa a Loulé com a Constituição da República Portuguesa, que completa 50 anos, como tema transversal.
Ao todo serão 17 atividades de entrada gratuita em Loulé, Quarteira e Geoparque Algarvensis.

De acorco com a nota chegada ao nosso jornal, de teatro à música, do humor ao cinema, das conversas às exposições, a programação deste ano do Festival Política de Loulé pergunta o que os direitos proclamados no texto constitucional significam no quotidiano, o que prometem e o que ainda falta cumprir. A Constituição da República Portuguesa, que completa 50 anos em 2026, é o ponto de partida da programação. 

A maioria das atividades decorre no Cineteatro Louletano, mas o festival percorre outros espaços e freguesias do concelho de Loulé.

No primeiro dia, 22 de outubro, às 19:00 hrs, no foyer do Cineteatro Louletano, “Artigo 1.º” apresenta-se como uma releitura do texto constitucional, proposta por Mariana Martins, vencedora do concurso de bolsas para jovens artistas, ativistas e criadores promovido pelo Festival Política. 

Pelas 21:00 hrs, Sara Barros Leitão sobe ao palco do Cineteatro Louletano com o novo monólogo “Nós, Sozinhas”. A partir de um verso de Maria Teresa Horta, revisita os julgamentos, os dois referendos e a mobilização da sociedade civil que levaram à despenalização do aborto, há quase duas décadas.

Já na sexta-feira, 23 de outubro, às 18:00 hrs, o spoken word de D’sousa (Dário de Sousa), natural de Quarteira, transforma a palavra dita em presença e encontro, no Café Calcinha. Às 21:00 hrs, dá-se o regresso ao Cineteatro, pela artista drag Sincera Mente que apresenta “LIVRE MENTE”, um stand-up que toma o livre arbítrio como mote para falar das escolhas, boas e menos boas, que fazemos em liberdade.

E às 22:30 hrs, também no Cinetreatro Louletano, a sessão Corpos em Trânsito reúne três curtas-metragens sobre as vidas na periferia, a violência que levou à morte de Odair Moniz e as decisões impossíveis no Portugal pré-25 de Abril.

O último dia do Festival Política, 24 de outubro, decorre em vários pontos do concelho. Às 10:30 hrs, arranca uma visita guiada ao Geoparque Algarvensis, gratuita e com transporte incluído (inscrição em participa.politica@gmail.com; transporte gratuito às 09:45 htrs, na Avenida 25 de Abril, Loulé). 

Durante a tarde de sábado, o Festival instala-se em Quarteira. As atividades arrancam às 15:00 hrs, no CALQ III , com a sessão Direito à Cidade, que apresenta três curtas sobre o dia a dia de comunidades migrantes em Portugal, entre a pertença e a precariedade. Às 16:00 hrs, na Praça do Mar, António Brito Guterres e Emma Andreetti apresentam o resultado da residência “Mapeamento Cultural Simbólico de Quarteira”, com um fanzine e uma conversa aberta ao público sobre as diferentes formas de habitar a cidade. 

Ainda em Quarteira e também na Praça do Mar, mas às 18:00 hrs, o concerto-conversa “Artigo por Artigo” junta Selma Uamusse e António Brito Guterres para uma conversa a duas vozes, com música pelo meio, sobre os 50 anos da Constituição. 

Às 21:30 hrs, no Cineteatro Louletano, emmy Curl encerra o festival com “Solarpunk – Um Pastoral do Futuro Regenerativo“, que imagina um futuro em que a política ambiental e a gestão dos recursos se alinham com o bem-estar humano.

Importa referir ainda que duas exposições acompanham o Festival Política. “A Nossa Constituição É a Mais Bonita do Mundo”, no Cineteatro Louletano, parte de uma ideia da agência Edson Tech & Soul e reúne dez fotografias de Frederico Martins (Lalaland Studios), com curadoria de António Romano, protagonizadas por artistas, atletas e modelos da Central Models.
“Constelações Parlamentares”, de João Bernardo Narciso, estará patente no Mercado de Loulé e consiste num conjunto de mapas de rede construídos a partir de milhares de votações, que convida a ler visualmente as relações de poder no Parlamento Europeu.

“Cinquenta anos depois, a Constituição continua a ser um texto que precisamos de conhecer, discutir e pôr à prova no dia a dia. O festival é um convite para perguntar o que os direitos prometidos significam nas nossas vidas e o que ainda falta cumprir. Fazemo-lo através da arte e do diálogo, de forma gratuita e aberta a todas as pessoas”, refere Rui Oliveira Marques, codiretor artístico do Festival Política.

Todos os espetáculos têm interpretação para língua gestual portuguesa e todos os filmes, incluindo os falados em português, estão legendados em português. O Festival Política de Loulé resulta de uma coprodução entre a Associação Isonomia e o Cineteatro Louletano. A programação completa encontra-se disponível em festivalpolitica.pt.

Depois de Loulé, o Festival Política passa por Coimbra (12 a 14 de novembro) e por Torres Vedras (28 e 29 de novembro). 

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C2C si prepara alla nuova edizione del festival con il record di presenze internazionali

Il C2C Festival si prepara a spegnere venticinque candeline consolidando la sua statura di punto di riferimento globale per la musica avant-pop e la youth culture. Dal 29 ottobre al 1° novembre 2026, Torino tornerà a trasformarsi nel capitale europea dell’elettronica d’avanguardia e della sperimentazione sonora per l’edizione 25 YEARS OF. Il quarto di secolo della kermesse – nata nei primi anni Duemila con il nome di Club To Club – arriva accompagnato da numeri record: le vendite dei biglietti viaggiano spedite verso il sold out per il quinto anno consecutivo, ma è la componente geografica a segnare uno storico sorpasso. Per la prima volta, infatti, il pubblico internazionale ha superato quello italiano, attestandosi al cinquantatrè per cento delle presenze complessive, a cui si affianca una schiacciante quota del settantotto per cento di spettatori under 35.

Il traguardo dei 25 anni segue i recenti successi internazionali del marchio torinese, con i sold out registrati sia alla seconda edizione di C2C NYC a New York sia al prestigioso Barbican Centre di Londra. Per l’occasione, il festival presenta il programma più esteso e ambizioso di sempre, estendendosi su una rete capillare di venue cittadine che raccontano l’anima barocca, post-industriale e contemporanea di Torino.

Se la main venue di Lingotto Fiere accoglierà le serate di venerdì e sabato mettendo al debutto il nuovo DAZED Stage, le OGR Torino confermano il proprio ruolo strategico ospitando il Grand Opening del giovedì e il Finissage della domenica. Non mancheranno poi storici ritorni e format evocativi: a undici anni dall’ultima volta, il Teatro Carignano riaprirà le porte sabato 31 ottobre per uno speciale matinée ideato con il supporto del Teatro Stabile e la coproduzione di MITO SettembreMusica. La giornata conclusiva del 1° novembre vedrà invece un evento diffuso accessibile con un unico titolo d’ingresso tra Le Roi — la celebre ballroom progettata da Carlo Mollino — e il Notorius, storico locale tra i luoghi simbolo della primissima edizione del 2002.

A completare la mappa del festival saranno il Teatro Regio, sede diurna dell’hub di incontri e dibattiti C2C Talks, e l’headquarters di Combo Torino. Quest’ultimo accoglierà già domenica 25 ottobre la preview C2C KIDS!, l’appuntamento dedicato ai più piccoli il cui ricavato di biglietteria sarà integralmente devoluto allo storico partner etico Medici Senza Frontiere.

La proposta artistica del 2026 riunisce icone pop, debutti attesissimi ed esclusive nazionali. Tra i set più attesi figura l’icona pop svedese Robyn, di ritorno a sette anni dall’ultimo lavoro solista con il nuovo album Sexistential, ma anche l’inedita e rara apparizione di coppia per i rapper e producer svedesi Yung Lean & Bladee. Spazio poi all’art-pop etereo della producer francese Oklou, al ritorno di Arca e a quello di Kelela, oltre allo show di Chuquimamani-Condori (fresco di Leone d’Argento alla Biennale Musica di Venezia) e ai set di Shygirl, The Avalanches, Theo Parrish (protagonista di una maratona sonora di 7 ore), Grouper, Lorenzo Senni, Smerz e Sonnets/HEADACHE.

La celebrazione del venticinquennale si proietta infine nel futuro attraverso l’investimento sulle nuove generazioni. Quest’anno ha preso il via C2C Curators, un programma gratuito di formazione e professionalizzazione dedicato alla memoria del fondatore Sergio Ricciardone. Tra le oltre duecento candidature ricevute da tutta Italia, dodici giovani curatrici e curatori under 35 sono stati selezionati per affiancare i mentor internazionali Bill Kouligas, Simone Trabucchi ed Elisa Luengo, entrando direttamente nei meccanismi produttivi e curatoriali del festival.

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Seu Jorge leva samba esporte fino ao Festival Fluir, em Pirenópolis

Com disco novo nas plataformas, Seu Jorge leva seu samba esporte fino para o Fluir Festival, em Pirenópolis. O show, realizado neste sábado (10/10), chegará no suingue. Entre o balanço e os arranjos orquestrais, o artista tecerá uma combinação sofisticada de canto e repertório.

“The Other Side” é, sem dúvida, o que de melhor Seu Jorge já fez. Ao todo, são 11 canções arranjadas por Miguel Atwood-Ferguson, inspiradas na obra dos artistas brasileiros Sergio Mendes e Tom Jobim. Ambos exportaram a música brasileira para o mercado anglófono.

Nesta obra, recém-editada em LP, Jorge Mário da Silva alivia-se: “Eu sei que venho lutando/ Com esta vida de desvalença.” O vinil começa a rodar na vitrola, entoando versos de Márcio Borges. “Crença” foi gravada no primeiro disco de Milton Nascimento, “Travessia”, de 1967.

Seu Jorge conserva na voz o seu grande triunfo. Ela soa grave, trovejante, situando-se entre aquele “brega-chique que remonta aos anos 1970, filtrado por gargantas tão díspares como a do sambista João Nogueira e a do ultrabrega Wando”, observou Pedro Alexandre Sanches.

No texto, o crítico falava sobre “Samba Esporte Fino”, de 2001, estabelecido no samba-rock. O cantor, dizia o especialista, desferia um golpe black, desaguando em “belas interpretações de fortes composições” — a exemplo de “Carolina”, “Te Queria” e, sobretudo, “Funk Baby”.

Autor soberbo, sendo também um intérprete, Seu Jorge avançou sobre uma composição de Jorge Ben, “Em Nagoya Eu Vi Ériko”, e uma esquecida de Carlos Dafé, “De Alegria Raiou o Dia”, na qual houve participação do próprio autor, ícone da black music brasuca nos 1970.

De lá para cá, como se vê, o cantor do samba esporte fino voltou-se à nossa tradição musical. O vozeirão ressoa “Vento de Maio”, de Márcio e Telo Borges. Maria Rita começa a cantar. As cordas, em profusão, unem-se aos sopros, direcionando a faixa para outras atmosferas.

Segundo Seu Jorge, “The Other Side” apresenta uma sonoridade imersiva, meio jazzy e com atmosferas que, para o músico, revelam-se cinematográficas. “A ideia de que essas músicas poderiam existir dentro de um filme ajudou a definir todo o caminho do álbum”, aponta.

“Girl You Move Me”, de Frenchie Thompson, vai por aí. Traz um violão sereno, instrumento que, aliás, ocupa espaço no disco. No molejo, “Luz na Escuridão” renova essa impressão — e, então, há que se destacar o samba-dor de Cezar Mendes sob letra de José Carlos Capinan.

“Você me dirá que não/ Depois me dirá: adeus/ Lembrar pra quê? A dor de uma ilusão…”, vocaliza o artista Seu Jorge, que reabilita o samba-canção “Flor de Laranjeira”, gravado por Emanuelle Araújo em “O Problema é a Velocidade”, de 2016 — outra de Mendes e Capinan.

Capa de ‘The Other Side”, recém-lançado pelo cantor Seu Jorge | Foto: Divulgação

O eu lírico, colhendo a “Flor de Laranjeira”, sente o perfume da saudade. Ele conforma-se e, de quebra, nos emociona: “A flor do tempo tem destino certo.” A pele se arrepia. O cronista, antes de cair na “Folia de Amor” (coisa boa), embrenha-se pela exuberância de “Caboclo”.

Como uma onda no mar, “Far from the Sea” — de Robertinho Brant e Emerson Penha — expressa calmaria. Os vocais ganham os tons íntimos do quarteto belga Zap Mama. Depois disso, Marisa Monte se junta a Seu Jorge: “Quando chego na varanda/ Vejo o céu, a mata e o mar/ Por aqui a vida anda devagar.” É como se o tempo freasse as sombras do futuro.

Chega, na paz das águas, “River Man”. A voz grave desse sambista do esporte fino se acha com o timbre encorpado do cantor norte-americano Beck. Belíssimo encontro. “The Other Side” termina ao som do samba-canção “Beleza Bárbara”, de Leo Tomasini e Joey Altruda. Que Seu Jorge agracie o público pirenopolino tocando essas canções. Só tem coisa fina.

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Festival FÉRTIL: Olhão reforça compromisso com Ambiente, Inovação, Cultura e Comunidade

Nos dias 3 e 4 de outubro, no Parque Ribeirinho Poente, realiza-se, em versão ampliada e renovada, a 4.ª edição do festival FÉRTIL, uma coprodução entre a associação MOCES e o Município de Olhão, com entrada livre e dirigido a toda a comunidade. É uma aposta estratégica da autarquia numa programação cultural mais diversificada e eclética, a pensar em diferentes públicos e temas/formatos/linguagens, mas constitui também um declarado alinhamento municipal com as temáticas da criatividade, sustentabilidade, saúde e bem-estar, economia circular e reconexão com a natureza.

O Fértil estrutura-se em torno de quatro grandes pilares – Ambiente, Comunidade, Cultura e Inovação – que atravessam toda a programação e procuram criar um espaço de encontro, partilha, aprendizagem e participação. Ao longo dos dois dias, o público poderá encontrar uma programação multidisciplinar que cruza música, conversas, palestras, workshops, cinema, exposições, atividades para famílias, bem-estar, mercado criativo e gastronomia.

Esta nova etapa da história do festival é marcada pela transição do evento para o Parque Ribeirinho Poente, junto à Ria Formosa, encontrando neste novo espaço uma oportunidade para crescer, experimentar novas formas de programação e reforçar a ligação ao território.

Programação

A música continua a ser uma das grandes formas de encontro no FÉRTIL. No dia 3 de outubro, sobem ao palco os Sensible Soccers, enquanto no dia 4 de outubro será a vez de Rossana apresentar o seu trabalho. A programação musical conta ainda com DJ sets de Pedro Ramos, que também se associa ao festival através da Rádio Futura, e de Joana de Verona, aka Makumbeat, trazendo diferentes ritmos e ambientes para acompanhar o final das tardes e as noites do FÉRTIL.

Além do palco principal, o evento dispõe de três zonas temáticas dedicadas ao Ambiente, Comunidade e Inovação, onde, de modo descontraído, é apresentada uma programação (através de conversas, palestras e workshops) que pretende questionar, aprender, partilhar conhecimento e fomentar a participação ativa, abordando temas como as “Aldeias do Futuro”, a ideia de que a Educação é a primeira infraestrutura da sustentabilidade, a economia circular, a alimentação consciente, o planeamento e gestão de uma agrofloresta e o movimento Solar Punk.

Também as famílias têm um espaço próprio no FÉRTIL. A Associação Rotinas Selvagens será responsável pela dinamização da área dedicada às crianças e famílias, com atividades e momentos de entretenimento ao longo da tarde. A proposta é simples: criar espaço para brincar, explorar, experimentar e estar em conjunto, envolvendo diferentes gerações na experiência do festival.

Healing, criatividade e sustentabilidade nos pequenos gestos

De destacar ainda a Healing Area, dinamizada pela Positive Hands, que ocupa duas casas de madeira especialmente preparadas para acolher um conjunto de experiências dedicadas ao bem-estar e ao autocuidado. O público poderá descobrir diferentes propostas, entre massagens, terapias, consultas de tarot e outras práticas, num espaço pensado para abrandar, cuidar e recarregar energias ao longo do festival.

A criatividade volta também a ocupar um lugar central no FÉRTIL através do Artists & Fleas, que reúne projetos e criadores num mercado dedicado à produção independente, ao design, à arte e ao empreendedorismo criativo.

Na área da alimentação, o festival recebe food trucks e restaurantes com propostas diversificadas, procurando privilegiar uma abordagem mais consciente e sustentável à comida e ao consumo. No FÉRTIL, a sustentabilidade também está nos pequenos gestos. Em vez dos habituais copos de plástico reutilizáveis, o festival mantém os seus já caraCterísticos copos de barro com o selo FÉRTIL, que acompanham o evento desde as primeiras edições. E porque reutilizar é, antes de mais, usar o que já existe, o público é também convidado a trazer o seu próprio copo de casa. Uma solução simples que reduz resíduos e torna a experiência do festival ainda mais consciente.

Rede alargada de parceiros e com maior envolvimento empresarial

Reforçando a intenção de envolver ativamente a comunidade local e a região, o FÉRTIL criou uma rede partilhada de parceiros, entre eles a Fesnima, a CCDR Algarve, a Região de Turismo do Algarve, a Algarve Evolution e as empresas Necton, Viveiros Monterosa, Kodis e Coca-Cola, para além do Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes.  A estas entidades junta-se ainda um universo crescente de organizações, projetos e pessoas que acreditam na importância de criar espaços de encontro, conhecimento e transformação no território algarvio.

O festival acontece entre as 14:00 e as 23:00 dos dias 3 e 4 de outubro, com entrada livre. Toda a programação pode ser consultada no website do evento, em www.fertil.pt.

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International Festival of Youth 2026 in Russia: “Follow your dream!”

In the heart of Eurasia, the largest youth forum on the planet has come to an end. The NEO author went to Yekaterinburg and heard what the festival’s participants from all over the world had to say. World Youth City The main industrial and cultural center of the Urals is welcoming guests with well-prepared infrastructure […]
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