Gabinete do primeiro-ministro partilhou vídeo com ameaças a Montenegro: "Acabou essa porra de ser pacífico". Organização garante não concordar com a intervenção.
Governo acredita que palavras de manifestante foram proferidas durante os protestos pela habitação na cidade do Porto. Ainda, Luís Montenegro nega ter dito que havia egoísmo nas manifestações.
Moedas pede calma e serenidade aos manifestantes e diz que intervenção policial no Porto foi proporcional e adequada. "As pessoas podem manifestar, [mas] têm que fazê-lo dentro da lei", salientou.
Líder do Governo assegura que o alvo das palavras não foram os manifestantes e que respeita o direito à manifestação. Ainda, movimento pela habitação no Porto quer voltar a montar tendas amanhã.
A manifestação contra o aumento do custo de vida começou no Porto no fim de semana passado, e vai estender-se a outras cidades durante sábado e domingo. Lisboa, Coimbra e Faro vão também sair às ruas.
IGAI pediu informações à PSP para avaliar os "procedimentos adotados". Pedro Duarte mostra-se "favorável" à decisão e Carneiro critica o executivo por agir só "empurrado" pela indignação dos cidadãos.
Na sua intervenção na sessão plenária do 21.º encontro do Grupo de Arraiolos, na Eslovénia, o chefe de Estado afirmou que a Europa "tem de demonstrar que sabe transformar os esforços em resultados".
Para facilitar a tomada de decisões, Seguro defendeu a necessidade de a UE revisitar a regra da unanimidade exigida em vários domínios da política comunitária
Ministro dos Assuntos Parlamentares afirmou que o Governo defende o direito à manifestação, mas que todos os direitos devem obedecer a regras e que os problemas não se resolvem com slogans.
“Encaramos o problema da habitação como um problema muito sério, […] mas que se desenganem todos aqueles que julgam que as soluções para esse tipo de problemas nascem do tumulto, da turbulência e da desorganização, da falta de ordem pública”, disse o ministro dos Assuntos Parlamentares
Chefe de Estado defendeu a necessidade de "uma melhor cooperação e mais integração política", nomeadamente no que diz respeito à habitação, energia, segurança, defesa, tecnologia e à crise social.
O Porto já tem tendas e Lisboa pode seguir-lhe os passos, um movimento inspirado na Espanha. Mas quem são as pessoas e organizações por trás destas manifestações? E o que querem realmente mudar?
Multidão levantou cartazes pela habitação e contra Pedro Duarte. Movimento pela Habitação pediu desmobilização à 01h20, denunciando falta de segurança por "infiltração" de grupo de extrema-direita.
André Coelho Lima (PSD), Rui Gomes da Silva (Chega) e Eduardo Cabrita (PS) debatem sobre a segurança interna a propósito das manifestações no Porto pelo direito à habitação.
Para lá do motivo próximo, a habitação, e do debate sobre o modo de actuação das polícias, há que perceber o que estas manifestações revelam sobre os movimentos e as pessoas que procuram organizá-las.
Há tendas a fechar ruas na habitação, a TAP gerida pelo WhatsApp e o SIRESP desmantelado na emergência. Será que alguém assume as culpas neste Governo ou ficam só a assistir até a casa vir abaixo?
Uma carga policial no centro do Porto deixou vários feridos. Manifestantes e PSP contam versões diferentes. Neste episódio, traçamos a fita do tempo e explicamos o que ainda falta esclarecer.
Esta noite entretanto ficou marcada por uma altercação que provocou um ferido. Ainda, um tiroteio numa escola primária de Oregon nos EUA, provocou quatro mortes, incluindo três crianças.
O responsável Pedro Manuel denuncia seis manifestantes de extrema-direita que provocaram confrontos físico. Ainda, o PCP diz que Montenegro é o "verdadeiro egoísta" na luta pela habitação.
MIlhares de pessoas juntaram-se novamente na Praça D. João I depois de ontem ter existido intervenção policial. Ainda, na Liga Europa, o Benfica venceu o Celtir por 4-1.