A professora Manuela Isidro, do Grupo Disciplinar 300 da Escola Secundária de Olhão, participou, entre 4 e 10 de outubro, numa formação internacional em Split, na Croácia, no âmbito do programa Erasmus+.
Promovida pelo Platform21 – Teacher Training Centre, a ação centrou-se na utilização da inteligência artificial (IA) em contexto educativo, com destaque para a diferenciação pedagógica e a criação de estratégias de aprendizagem adaptadas às necessidades de cada aluno.
Ao longo da semana, os participantes experimentaram ferramentas digitais como Diffit, Wayground, Brisk Teaching, MagicSchool e CapCut, que ajudam a preparar aulas, adaptar recursos e criar conteúdos interativos. O programa incluiu ainda atividades sobre pensamento crítico, criatividade e trabalho colaborativo.
Outro dos pontos altos foi a abordagem a práticas de apoio a alunos com necessidades educativas especiais, complementada por uma visita a uma sala sensorial, um espaço pensado para promover a regulação emocional e a aprendizagem destes alunos.
Saliente-se que a mobilidade permitiu à docente conhecer novas metodologias de ensino e partilhar experiências com profissionais da educação de diferentes países. Os conhecimentos adquiridos poderão agora ser aplicados na escola, contribuindo para diversificar as práticas pedagógicas e promover uma aprendizagem mais inclusiva.
Importa ainda destacar que este tipo de participação insere-se no objetivo do reforço na formação contínua dos professores e acompanhamento à crescente integração das tecnologias digitais no ensino.
No dia 10 de outubro, a exposição fotográfica “Olhão antes e depois” iniciou o seu percurso por quatro espaços do concelho, convidando a comunidade a descobrir as transformações da cidade através da fotografia.
A mostra coloca lado a lado imagens históricas de Olhão e recriações fotográficas realizadas por jovens olhanenses, num diálogo entre gerações que revela o que mudou e o que permanece na identidade da cidade.
Com curadoria de Luís Torres e integrada nas comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, esta iniciativa valoriza o património, a memória coletiva e a criatividade dos jovens do concelho.
A exposição está patente até 13 de novembro, nos Mercados Municipais de Olhão, no Ria Shopping, na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e na Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão, de acordo com os respetivos horários de funcionamento.
Uma oportunidade para revisitar o passado, olhar o presente e descobrir a história de Olhão através de diferentes gerações.
Convocatória visa concretizar novas parceiras oficiais
Uma em cada três crianças em Portugal vive com excesso de peso e a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) abre uma nova área dedicada às autarquias e convida câmaras municipais e juntas de freguesia do Algarve a tornarem-se parceiras oficiais do Desafio Escolar Heróis da Fruta.
Os dados mais recentes revelam uma realidade alarmante: uma em cada três crianças em Portugal vive com excesso de peso ou obesidade, e cerca de 70% não consome fruta ou vegetais em quantidade suficiente todos os dias, pelo que para inverter este cenário, a APCOI inicia uma nova fase do programa “Heróis da Fruta”, a maior iniciativa em Portugal de literacia alimentar em ambiente escolar, que já alcançou 1 milhão de alunos da educação pré-escolar (jardim de infância) e do 1.º ciclo do ensino básico.
A APCOI lançou esta quinta-feira, 15 de outubro, um website dedicado às autarquias – desafio.heroisdafruta.com/autarquias -, e convida as câmaras municipais e as juntas de freguesia de todo o país, incluindo o Algarve, a tornarem-se parceiras oficiais do projeto.
Ser autarquia parceira é gratuito e assenta em três passos simples:
Convidar as escolas do território, com convites prontos a enviar.
Divulgar o desafio à comunidade, com materiais de divulgação preparados pela APCOI.
Acompanhar os resultados, com dados em tempo real sobre as turmas inscritas em cada freguesia.
O registo dá acesso a uma área reservada, onde a parceria é formalizada com a assinatura digital de um protocolo de cooperação. Na mesma página, qualquer pessoa pode consultar, em tempo real, as escolas de cada concelho e freguesia do distrito já inscritas neste ano letivo. Os agrupamentos e as escolas podem inscrever as suas turmas, também gratuitamente, até 31 de outubro.
O exemplo da Freguesia da Ajuda: Como o poder local pode transformar as escolas
O modelo gratuito gera resultados; o modelo 2,0 cofinanciado multiplica o impacto. A versão nacional do desafio, gratuita, já muda hábitos nas escolas de todo o país. Com o cofinanciamento de parceiros locais, os resultados podem ser ainda maiores.
Fotografia captada com autorização dos encarregados de educação à APCOI
Foi o que mostrou o projeto-piloto “Heróis da Fruta 2.0”, testado em Lisboa, no passado ano letivo, em parceria com a Junta de Freguesia da Ajuda e no âmbito do programa Cities for Better Health da Novo Nordisk, com avaliação de resultados realizada pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (ISAMB-FMUL). Comparado com a edição nacional:
Escolas que aderiram: 90% na Ajuda, contra 7% a nível nacional.
Turmas que concluíram o desafio: 100% na Ajuda, contra 28% a nível nacional.
Crianças que provaram durante o projeto novas frutas ou vegetais: 87% na Ajuda, contra 54% a nível nacional.
“Alimentação saudável nas escolas não é um gasto, é um dos melhores investimentos que uma autarquia pode fazer. Na Freguesia da Ajuda demonstrámos que, quando a autarquia e as escolas dão as mãos, conseguimos mudar efetivamente as lancheiras dos nossos alunos”, afirma Jorge Marques, Presidente da Junta de Freguesia da Ajuda, durante 1.ª Conferência Heróis da Fruta.
Sobre os ingredientes secretos do projeto-piloto da Ajuda, o presidente da APCOI explica que “talvez o mais simples de todos: cada criança sabia que, no final das 5 semanas, as mascotes do Heróis da Fruta iam visitar a sua escola para entregar os diplomas e os prémios de participação. Quem não se esforçaria por isso? É esta motivação que queremos levar a cada vez mais escolas do país”, diz Mário Silva.
Justiça social e apoio às famílias da região
A avaliação científica independente realizada pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa provou que o programa “Heróis da Fruta” funciona como um promotor de equidade social.
As crianças de famílias com menores rendimentos (escalões A e B da Ação Social Escolar) foram as que demonstraram os maiores ganhos comportamentais, atingindo 64% de consumo regular de frutas e vegetais no final da intervenção.
Fotografia captada com autorização dos encarregados de educação à APCOI
Para os professores, o método de gamificação (jogos, canções e missões diárias) representa uma ferramenta simples e sem sobrecarga burocrática. “Inscrever os meus alunos nos ‘Heróis da Fruta’ já faz parte da preparação do meu ano letivo. São apenas 5 a 10 minutos diários de incentivo positivo. Se uma criança se esquece de levar fruta, os colegas partilham para que todos possam pintar a sua estrela no passaporte. Cria um espírito de entreajuda lindo na sala de aula”, afirmou Carla Teodoro, professora do 1.º ciclo, durante 1.ª Conferência Heróis da Fruta.
Apelo aos autarcas e diretores escolares do Algarve
“Não conseguimos chegar a todas as crianças sozinhos. Precisamos das autarquias e dos parceiros locais para escalar este modelo e garantir que nenhuma criança da região fica para trás na prevenção da obesidade”, argumenta Mário Silva, Presidente da APCOI.
A APCOI convoca os decisores políticos e escolares e as associações de pais do Algarve a unirem-se e a aderirem a esta iniciativa.
As autarquias interessadas podem registar-se, sem custos, clicando aqui, cujo registo dá acesso à área reservada, onde a parceria é formalizada com a assinatura digital de um protocolo de cooperação.
Sobre a APCOI
Fundada em 2010, a Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma ONG sem fins lucrativos dedicada a apoiar crianças e famílias no combate à obesidade infantil, a doença crónica mais prevalente em idade pediátrica. A atuação da APCOI foca-se na prevenção, no reforço da literacia em saúde e no combate ao estigma.
O Município de Olhão deu esta semana início a mais uma edição do projeto “Primeira Braçada”, dirigido às turmas do 4.º ano do 1.º Ciclo do ensino básico do concelho. Após um período de interrupção, a iniciativa regressa ao Complexo das Piscinas Municipais de Olhão, proporcionando às crianças a oportunidade de desenvolver competências essenciais para uma relação mais segura, confiante e autónoma com o meio aquático.
As aulas têm como principal objetivo promover a adaptação à água, ajudando os alunos a superar eventuais receios, a ganhar confiança e autonomia e a adquirir competências básicas de segurança e sobrevivência no meio aquático.
Para além da aprendizagem de competências aquáticas, o projeto contribui para a aquisição de hábitos de higiene e de comportamentos adequados à utilização das piscinas, proporcionando às crianças experiências motoras diversificadas e momentos de aprendizagem num ambiente seguro.
A “Primeira Braçada” assume também uma importante dimensão socioeducativa, ao promover a igualdade de oportunidades, a inclusão e a participação de todas as crianças.
Para alguns alunos, esta iniciativa representa o primeiro contacto com uma piscina, tornando-se uma oportunidade privilegiada para descobrir o meio aquático e desenvolver novas capacidades.
O entusiasmo e a alegria vividos no primeiro dia de atividades evidenciaram a importância do projeto, que permite às crianças explorar a água de forma progressiva, ultrapassar medos e reforçar a confiança nas suas próprias capacidades.
Com o regresso da «Primeira Braçada», o Município de Olhão reafirma o seu compromisso com a educação, o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, promovendo aprendizagens fundamentais para a segurança, a autonomia e a prática de atividades aquáticas ao longo da vida.
O Município de Olhão deu ontem início a mais uma edição do projeto “Primeira Braçada”, dirigido às turmas do 4.º ano do 1.º Ciclo do ensino básico do concelho. Após um período de interrupção, a iniciativa regressa ao Complexo das Piscinas Municipais de Olhão, proporcionando às crianças a oportunidade de desenvolver competências essenciais para uma […]
No âmbito das comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, realiza-se no próximo dia 24 de outubro, a partir das 09:30, o “Colóquio do Bicentenário”.
A iniciativa terá lugar no Auditório Municipal de Olhão Maria Barroso e reunirá diversos especialistas e personalidades locais para refletir sobre a evolução, a identidade e o futuro do concelho.
Convidamos toda a população a consultar o programa detalhado e a participar neste momento de partilha e descoberta sobre o percurso e a identidade de Olhão.
Ter um cancro do pulmão, já é por si só, um fardo. Mas este fardo aumenta exponencialmente quando a cabeça começa a funcionar: será que tenho cura?; Não quero ter dores; não quero morrer com falta de ar; será que vou ver o meu neto casar?. É incontornável.
Tentamo-nos distrair, mas em pouco tempo já estamos a pensar em todas estas questões outra vez. Eu quero que a minha vida avance, mas…
Queremos cuidar do cancro e, de repente, deixamos de cuidar da pessoa
61% dos doentes com cancro do pulmão reportam sintomas psicológicos negativos após o diagnóstico. Admira-me não ser 100%. Ninguém recebe uma notícia de cancro e fica igual. Tudo muda naquele momento.
Já sabemos quais são os 4 sintomas mais experienciados: tristeza (58.5%), medo (56.5%), ansiedade (56.3%) e incerteza (55.2%). Medo de sofrer, medo que os tratamentos não resultem, medo dos efeitos secundários.
A família sofre em silêncio para que o doente não perceba. O doente sofre porque sabe do impacto na família: 9 em cada 10 doentes tem a sua vida afetada após o diagnostico (vida social, trabalho, rotinas).
E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa
Depois do primeiro impacto do diagnóstico, vem o estigma. Primeiro o estigma internalizado – sentimentos de culpa, de vergonha, arrependimento e auto-culpabilização. Em seguida vem o estigma externalizado (vindo dos outros) – traduz-se em atitudes de julgamento, discriminação e falta de empatia por parte de familiares, colegas e até profissionais de saúde, que frequentemente associam a doença a um comportamento de risco autoimputável. Importa ressalvar que 15 a 20% dos tumores do pulmão ocorrem em não fumadores.
A evidência científica demonstra que o estigma está associado a maior sofrimento psicológico, depressão, ansiedade e pior qualidade de vida. Os doentes estigmatizados tendem a atrasar a procura de cuidados médicos, a ocultar o diagnóstico e a apresentar menor adesão terapêutica — fatores que comprometem diretamente os resultados clínicos e a sobrevivência.
Paradoxalmente, as campanhas de saúde pública antitabágicas, embora essenciais na prevenção, podem reforçar inadvertidamente a perceção de culpabilidade nos doentes.
E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa
Os doentes com cancro do pulmão acarretam assim 2 pesos: a doença em si e o julgamento silencioso dos outros. Todos temos um papel para reduzir este fardo. Nós pessoas, nós profissionais de saúde.
A saúde mental deve caminhar de braço dado com o tratamento oncológico. Uma mente forte traduz-se num corpo são. O caminho não precisa ser feito sozinho e não se faz do dia para a noite, faz-se caminhando. O diagnóstico atinge o corpo, mas é a saúde mental que determina como é que o doente enfrenta cada dia da sua jornada.
O Município de Olhão iniciou mais uma edição do projeto “Primeira Braçada”, que proporciona aos alunos do 4.º ano das escolas do concelho aulas nas Piscinas Municipais, com o objetivo de promover a adaptação ao meio aquático e desenvolver a confiança e a autonomia das crianças na água.
As aulas arrancaram ontem e procuram ajudar os participantes a superar receios, familiarizar-se com o meio aquático e adquirir competências básicas de segurança.
Para além da vertente desportiva, o projeto assume também uma dimensão socioeducativa, ao promover a igualdade de oportunidades e a inclusão, permitindo que todas as crianças tenham contacto com a água, independentemente da sua experiência anterior.
Olhão’s changing face is being explored through photography in a new exhibition bringing together historic images of the city and present-day recreations taken by young local residents. Entitled “Olhão antes
Ukra protagoniza o vídeo de apresentação da camisola do Olhanense para 2026/27. O antigo jogador apela à aquisição do equipamento, produzido pela Lacatoni, como forma de apoiar o clube.
Empresa reforça compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade
Depois do sucesso das edições anteriores, a Águas do Algarve volta a desafiar as instituições da região a transformar a arte numa forma de expressão, participação e sensibilização ambiental, cuja 5.ª edição do concurso ‘A Água e o Mar para Mim’ decorre em 2026/2027, sob o mote ‘A Obra conta uma história’.
A iniciativa tem-se afirmado ao longo dos últimos anos como um projeto de referência na ligação entre a educação ambiental, a responsabilidade social, a criatividade e a inclusão.
Dirigido a instituições do Algarve que trabalham com pessoas idosas, pessoas com deficiência e outros públicos acompanhados por respostas sociais, o concurso procura dar voz e protagonismo a quem nem sempre encontra oportunidades de participação e reconhecimento na sociedade.
Nesta nova edição, o desafio mantém a sua essência: transformar um simples chapéu de chuva numa obra de arte, recorrendo à criatividade, à reutilização de materiais e às experiências de vida dos participantes, tendo a água e o mar como inspiração.
A inclusão como compromisso, a arte como forma de expressão
Numa sociedade cada vez mais envelhecida e perante a necessidade de construir comunidades verdadeiramente inclusivas, projetos como “A Água e o Mar para Mim” assumem uma importância que ultrapassa a dimensão ambiental.
A iniciativa procura valorizar as capacidades individuais, estimular a criatividade, promover o convívio e proporcionar momentos de participação ativa, reconhecendo que todas as pessoas, independentemente da idade ou condição, têm experiências, conhecimentos e histórias que merecem ser partilhados.
Mais do que criar obras de arte, pretende-se criar oportunidades. Oportunidades para participar, para ser ouvido, para desenvolver competências e, sobretudo, para sentir que se faz parte de um projeto coletivo.
Através da arte, os participantes são convidados a expressar a sua relação com a água e o mar, abordando questões como a preservação dos recursos hídricos, a biodiversidade, a poluição dos oceanos, as alterações climáticas e as memórias associadas à água.
Um projeto que cresce a cada edição
O crescimento de ‘A Água e o Mar para Mim’ demonstra o interesse e o envolvimento das instituições algarvias. Na 4.ª edição, realizada em 2025/2026, foram registadas 44 candidaturas e apresentados 55 projetos, o maior número de sempre, tendo a cerimónia de entrega de prémios, realizada na Fundação Pedro Ruivo, em Faro, reunido cerca de 300 participantes provenientes de vários municípios da região.
Estes números representam muito mais do que o sucesso de uma iniciativa. Refletem o empenho dos profissionais das instituições, a dedicação dos participantes e a vontade coletiva de contribuir para uma sociedade mais participativa, solidária e ambientalmente consciente.
O reconhecimento nacional chegou também em 2025, quando o projeto conquistou o 1.º prémio na categoria de Responsabilidade Social e Ambiental, nos Prémios Essência do Ambiente, reforçando a importância desta iniciativa enquanto exemplo de boas práticas de responsabilidade social e comunicação ambiental.
Uma obra, muitas histórias para contar
A 5.ª edição pretende continuar a valorizar não apenas o resultado artístico, mas também as pessoas e as histórias que estão por detrás de cada trabalho. Cada chapéu de chuva transformado representa um processo de descoberta, aprendizagem e colaboração. Nele encontram-se memórias, vivências, preocupações ambientais e diferentes formas de olhar para o mundo.
Os trabalhos desenvolvidos integram posteriormente exposições itinerantes em vários municípios do Algarve, permitindo que estas mensagens cheguem a um público mais alargado.
Esta componente é fundamental para o projeto: levar a arte para fora das instituições, dar visibilidade aos seus autores e aproximar a sociedade de realidades que merecem maior atenção e reconhecimento.
A sustentabilidade também se constrói com pessoas
Para a Águas do Algarve, a proteção dos recursos hídricos e a promoção de comportamentos ambientalmente responsáveis devem envolver toda a comunidade.
Através de “A Água e o Mar para Mim”, a empresa reforça a sua estratégia de educação ambiental e responsabilidade social, demonstrando que a sensibilização para a importância da água pode assumir diferentes formas e chegar a públicos que nem sempre são contemplados pelas iniciativas tradicionais.
A 5.ª edição representa, assim, a continuidade de um compromisso que se pretende cada vez mais abrangente, participativo e próximo das pessoas.
Porque cuidar da água é também cuidar das pessoas. E construir um futuro sustentável significa garantir que todos têm a oportunidade de fazer parte dele.
Como participar?
As instituições interessadas em participar na 5.ª edição, referente a 2026/2027, poderão consultar o regulamento do concurso, em www.aguasdoalgarve.pt onde se encontram disponíveis as condições de participação, os procedimentos e os prazos aplicáveis.
Para mais informações, poderá ser contactada a Área de Comunicação e Educação Ambiental da Águas do Algarve, através do endereço: comunicacao.ada@adp.pt .
Arte, Sustentabilidade e Inclusão. A Obra conta uma história.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) apresenta o novo vídeo institucional, uma produção que pretende dar a conhecer, de forma próxima e integrada, a missão, as competências e a atividade desenvolvida diariamente pela AMN e pelos diferentes organismos que a integram.
Através de imagens captadas em diferentes contextos de atuação, o vídeo acompanha o trabalho desenvolvido no mar, no litoral e em terra, dando destaque às mulheres e aos homens que, diariamente, asseguram a salvaguarda da vida humana no mar, a segurança da navegação, a fiscalização e a autoridade do Estado nos espaços marítimos sob jurisdição nacional.
O vídeo institucional procura, desta forma, retratar a diversidade das missões da AMN, bem como a articulação permanente entre as diferentes estruturas, meios e valências que contribuem para o cumprimento da mesma missão.
Esta produção pretende ainda reforçar o conhecimento da sociedade sobre a atividade da instituição, aproximando a mesma dos cidadãos e dando visibilidade ao trabalho desenvolvido em prol da segurança e da proteção das pessoas no mar e na orla costeira. O vídeo encontra-se disponível no destaque desta publicação, bem como nas redes sociais e website da AMN.
A República 14, em Olhão, recebe esta semana o contrabaixista e compositor André Rosinha, que apresenta Ermo, o seu mais recente álbum, num concerto especial – um concerto de contrabaixo a solo.
Esta actuação coincide com o mês em que a República 14 celebra nove anos de existência, assinalando quase uma década de atividade cultural dedicada à música, às artes e à dinamização da vida cultural de Olhão.
Depois de mais de 15 anos a tocar e gravar com outros músicos, André Rosinha explora agora um novo caminho. Editado em 2026, Ermo reúne composições originais, temas anteriores revisitados e uma interpretação de música tradicional portuguesa, contando ainda com a participação especial de Salvador Sobral numa balada original.
Num formato sem outros músicos em palco, André Rosinha propõe uma viagem musical intimista e introspectiva, em que o contrabaixo assume o papel central e a expressividade do instrumento se revela em toda a sua dimensão.
Um concerto que marca assim um momento especial e diferente na programação da República 14, no momento em que se celebra nove anos de vida da associação. Este sábado dia 17 com sessões às 19h e às 21h30. Ingressos disponíveis no local ou clicando AQUI.
A indústria conserveira e o seu papel no desenvolvimento de Olhão vão estar em debate no próximo dia 17 de outubro, pelas 15h30, numa sessão do ciclo “História pra todos”, integrada nas comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão.
O encontro realiza-se na sede do Grupo Etnográfico de Quelfes e contará com a participação de Francisco Henriques, da Universidade de Coimbra, que abordará o tema “A indústria conserveira em Olhão”.
A sessão pretende dar a conhecer a importância desta atividade na história económica, social e cultural do concelho, marcada pela ligação à pesca, ao trabalho nas fábricas e às vivências de várias gerações de olhanenses.
Integrado no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, o ciclo “História pra todos” promove conversas informais sobre a memória, a identidade e o território, procurando aproximar a comunidade da história local.
Com curadoria de Andreia Fidalgo, da Universidade do Algarve, a iniciativa convida a população a participar nestes encontros de partilha e reflexão sobre o passado e o património de Olhão.
Integrada nas comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, realiza-se no próximo dia 17 de outubro, pelas 15:30 hrs, uma nova sessão de “História pra todos”, no âmbito de um ciclo de conversas descontraídas dedicado à memória, à identidade e ao território.
A iniciativa terá lugar na sede do Grupo Etnográfico de Quelfes e contará com a participação de Francisco Henriques, da Universidade de Coimbra, que irá abordar o tema “A indústria conserveira em Olhão”.
Refira-se que esta sessão pretende proporcionar um momento de partilha e reflexão em torno de uma das atividades que mais marcaram a história económica, social e cultural do concelho. A indústria conserveira teve um papel determinante no desenvolvimento de Olhão, contribuindo para a transformação da cidade e para a construção da identidade da sua comunidade, estando profundamente ligada à pesca, ao trabalho nas fábricas e à vida de várias gerações de olhanenses.
Importa salientar que, integrada no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, a iniciativa “História pra todos” procura aproximar a comunidade da sua história, através de encontros informais que valorizam as memórias coletivas e o conhecimento sobre o território.
O ciclo de conversas tem curadoria de Andreia Fidalgo, da Universidade do Algarve, e convida a população a participar nestes momentos de conversa e descoberta sobre o passado e a identidade de Olhão.
A participação nesta sessão constitui “uma oportunidade para conhecer melhor a importância da indústria conserveira na história do concelho e preservar a memória de uma atividade que deixou uma marca profunda na comunidade olhanense.”!
No âmbito das comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, realiza-se n opróximo dia 17 de outubro, pelas 15h30, uma nova sessão de “História pra todos”, um ciclo de conversas descontraídas dedicado à memória, à identidade e ao território. A iniciativa terá lugar na sede do Grupo Etnográfico de Quelfes e contará coma participação […]