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Turistas pagam para sobreviver a simulações de tufões e cheias

Um novo turismo popular na China, provavelmente inesperado: o turismo de catástrofe. Ou então o “turismo negro”. A procura por experiências que recriam catástrofes naturais e visitas a locais marcados por tragédias históricas está a crescer na China, numa tendência conhecida como «turismo negro». No fundo, turistas pagam para fugir de tufões simulados e de cheias simuladas. É um turismo de catástrofe. Leon Lv, uma jovem de 28 anos oriunda de Chongqing, percorreu mais de 1300 quilómetros até Hangzhou, no leste do país, para participar numa simulação de inundação provocada por um tufão. Durante a experiência, centenas de toneladas de

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Turismo do Algarve reúne 11 agentes de viagens para dar a conhecer a região

O Turismo do Algarve está a promover até 17 de outubro, mais uma edição do Incentivo Algarve, uma iniciativa que distingue o desempenho dos agentes de viagens na comercialização do destino e procura reforçar o seu conhecimento sobre a oferta turística regional. O programa deste ano reúne 11 profissionais, sete da região Norte e quatro da região Centro, selecionados por operadores turísticos pelos resultados alcançados na venda de férias no Algarve.

Ao longo de quatro dias, os participantes têm oportunidade de contactar diretamente com diferentes vertentes da oferta turística algarvia, através de um programa com base em Faro que inclui experiências ligadas à natureza, à gastronomia, à cultura, ao desporto e às atividades ao ar livre. As experiências concretas não foram divulgadas antecipadamente, de forma a preservar o fator surpresa da iniciativa.

Mais do que reconhecer os resultados comerciais, o programa pretende dar aos profissionais ferramentas para aconselharem os clientes e promoverem uma oferta que vai além do tradicional sol e mar.

“Queremos que estes profissionais conheçam o Algarve para além da sua oferta mais tradicional, que descubram novas experiências e que levem consigo mais conhecimento e novos argumentos para recomendar a região aos seus clientes”, afirma André Gomes, presidente do Turismo do Algarve.

O responsável considera que o contacto direto com o território, as comunidades locais e a diversidade de experiências disponíveis constitui uma forma de reforçar a promoção do destino no mercado nacional.

A iniciativa procura também estreitar a relação entre o Turismo do Algarve e as agências de viagens, reconhecendo o papel destes profissionais na escolha dos destinos de férias pelos turistas portugueses.

A aposta em produtos turísticos complementares ao sol e mar acompanha os objetivos de diversificação da oferta e de valorização do território definidos no Plano de Marketing Estratégico do Turismo do Algarve 2028.

O Incentivo Algarve 2026 realiza-se no âmbito da Estratégia Turismo 2027, dando continuidade a um programa destinado a aproximar os profissionais da distribuição turística da região e a reforçar a sua capacidade de promover a diversidade de experiências disponíveis no Algarve.

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Portugal Events. Entidades regionais de turismo passam a gerir apoios


Depois de ter prolongado o sistema de incentivos Portugal Events até 2028, com a dotação a crescer de 30 milhões — num máximo de 16 milhões por ano — para os 75 milhões de euros, o Governo volta a mexer neste programa que promove a captação e realização de eventos para reforçar o papel das entidades regionais de turismo na gestão dos apoios a eventos locais.

Um diploma publicado em Diário da República esta sexta-feira, assinado pelo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, redesenha o circuito de contratualização e pagamento dos apoios aos planos anuais de eventos regionais, reconhecendo a “relevância” destas entidades “num quadro de proximidade geográfica” aos eventos abrangidos.

O regulamento passa a definir como “entidades gestoras dos planos de eventos regionais” as entidades regionais e as secretarias regionais de turismo, atribuindo-lhe competências na contratualização e gestão dos apoios concedidos aos beneficiários finais, assim como no acompanhamento da execução material, financeira e contabilística dos projetos.

Assim, o Turismo de Portugal transfere para cada entidade gestora 50% do apoio na contratualização, com o restante a ser libertado em até duas parcelas, mediante declaração de que, pelo menos, 80% do montante já transferido chegou aos beneficiários finais. E é-lhes dado um prazo de 20 dias úteis para celebrarem esses contratos, sob pena da perda desses apoios.

Já aos beneficiários, as entidades gestoras pagam 50% na contratualização e uma parcela adicional de 25%, mediante pedido e justificação de despesas. O restante só é libertado após a verificação da conclusão física e financeira da operação. Em caso de resolução de contrato, devem fazer essa comunicação ao Turismo de Portugal e devolver as verbas.

O apoio financeiro aos eventos incluídos nos planos anuais de eventos de natureza local ou regional tem um limite máximo de 500 mil euros por cada entidade gestora. Até 30 de abril do ano seguinte devem apresentar um relatório final a demonstrar a execução física e financeira integral do plano regional e a aplicação adequada dos fundos que receberam.

Demonstrar impacto do evento e saúde financeira das empresas

Entre as alterações ao regulamento, que entram em vigor de imediato, está também a obrigação de os beneficiários desenvolverem um mecanismo de avaliação do impacto do evento, com objetivos e metas específicas, e de reportarem os resultados alcançados com o pedido de pagamento final.

Por outro lado, as empresas passam a ter de comprovar uma situação líquida positiva no ano anterior à candidatura ou, se isso não tiver acontecido, demonstrarem que cumprem essa condição à data da candidatura através da apresentação de um balanço intercalar certificado por um contabilista.

De acordo com o balanço feito pelo Governo, até ao final do ano passado, o Portugal Events já tinha apoiado 643 eventos, com um investimento superior a 380 milhões de euros e um incentivo de cerca de 28 milhões de euros desde 2023, ano em que foi retomado, após uma primeira vida em 2021 como incentivo no período pós-pandemia.

Destinados à captação e realização de eventos que contribuam para a projeção internacional de Portugal e das suas regiões, a diversificação da experiência turística e a dinamização das economias locais, em particular nos territórios de baixa densidade, estes são apoios a fundo perdido e não podem ser acumulados com outros concedidos pelo Turismo de Portugal ao mesmo evento.

Para os eventos associados a produtos turísticos estratégicos, o apoio pode atingir 300 mil euros, correspondendo a uma taxa de comparticipação definida em função do grau de relevância do projeto. Já no caso dos eventos associativos e corporativos, o financiamento é calculado com base no número de dormidas previstas, com um limite máximo de 50 mil euros.

 

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Stelvio di cemento: arriva un hotel da 15mila metri cubi nel cuore del Parco. Ricorso degli ambientalisti al Tar per fermare la costruzione in mezzo ai boschi

“Rispetta la montagna”. La leggenda racconta che un giorno il padrone del maso di Stallwies, il più alto della Val Martello, prese il fucile e seguì il sentiero per la montagna. Andava dietro a un cervo bianco per cacciarlo, ma quello non la smetteva di salire e l’uomo dietro di lui. Su per valli, canaloni, precipizi. Finché a un certo punto il cacciatore capì che doveva fermarsi. Imparò la lezione: “Rispetta la montagna”, appunto. Chissà se tra sindaci e consiglieri della Val Martello qualcuno ricorda la leggenda che si tramandavano i loro antenati. Siamo ai piedi dell’Ortles, in Alto Adige, nel cuore del Parco dello Stelvio. Proprio qui si trova la zona chiamata Gallenmahd: sono boschi e prati a perdita d’occhio. Eppure il comune di Martello il 25 giugno scorso ha dato il via libera alla realizzazione di un nuovo albergo quattro stelle: 15.650 metri cubi (cioè oltre 5mila metri quadrati di superficie che sarà coperta di cemento) per 120/140 letti e 70 stanze. Senza contare una ‘diga’ anti valanghe lunga 150 metri, larga alla base 40 e alta 12. Non esattamente una costruzione che possa passare inosservata. Siamo a 1.665 metri, persi nei boschi di conifere, e il paese più vicino è a oltre sei chilometri di distanza.

Così nei giorni scorsi un gruppo di associazioni (Mountain Wilderness Italia, Federazione Ambientalisti Alto Adige, Heimatpflegeverband Südtirol, Umweltschutzgruppe Vinschgau e CAI Alto Adige) ha presentato ricorso al Tar. Il punto, dopo l’approvazione da parte del Comune, non è tanto se l’albergo si possa costruire. “La Val Martello – dicono le associazioni – promuove l’immagine di un luogo ancora in gran parte incontaminato, che punta sul turismo dolce. È proprio questo patrimonio che un grande albergo mette a rischio. La domanda non è se a Gallenmahd si possa costruire, ma se sia opportuno farlo”. Ma per portare la questione davanti al Tar serviva un appiglio giuridico. Ed ecco il nodo: “L’area dove si vuole costruire ricade in piena zona rossa per pericolo di valanghe, dove non è possibile edificare”. Ma allora come è stato possibile ottenere il via libera? “Si è prevista la costruzione di un grande vallo che proteggerà dalle valanghe”. Qui si scontrano le diverse tesi giuridiche: le associazioni che hanno proposto il ricorso sostengono che la diga anti valanghe sia in fondo opera accessoria all’albergo.

Qualcuno, intanto, fa notare che non molto lontano nel 1952 era già stato costruito un altro albergo, il Grand Hotel Paradiso della famiglia Fuchs, quella proprietaria della Birra Forst. L’edificio, firmato nientemeno che dal genio dell’architettura Giò Ponti, è da tempo abbandonato e in rovina. Ora l’ultima parola spetta ai giudici amministrativi. Però le stesse associazioni che hanno presentato ricorso ci tengono a precisare: “Noi non ci opponiamo allo sviluppo turistico di Martello. Un comune del parco nazionale ha bisogno di uno sviluppo adeguato alla propria realtà: di piccola scala, nell’esistente, con un reale beneficio locale”. Il punto è che Martello ha tutto il territorio compreso nel Parco, quindi pianificare è difficile. Soprattutto in assenza del famoso Piano del Parco che, fanno notare le associazioni, sarebbe compito della Provincia di Bolzano e che invece non arriva mai. Il sindaco Georg Altstatter spiega: “La possibilità di costruire è prevista nel piano urbanistico del 2000. Quando abbiamo votato il via libera al progetto c’è stata l’unanimità. Capisco le cautele degli ambientalisti, ma abbiamo 15mila ettari di territorio, siamo tra i comuni più grandi dell’Alto Adige, e appena 60mila prenotazioni l’anno. Selva di Val Gardena e l’Alta Badia sono sopra il milione. E io devo pensare ai 900 abitanti del mio paese, devo dare loro lavoro e non devo farli andare via. Oggi si basa tutto sull’agricoltura – le famose fragole – e l’artigianato”.

L’albergo della Val Martello, però, non è l’unico progetto che ha suscitato polemiche in Alto Adige. A Bressanone c’è il progetto per la costruzione del maxi hotel del gruppo Athesia sulla Plose: parliamo di 124 camere, cinque torri per 398 posti letto. A Riscone, ai piedi di Plan de Corones (Brunico) è stato dato il via libera all’ampliamento e alla costruzione di hotel a 5 stelle, tra cui l’hotel Heinz, che passerà da 70 a 142 posti letto. Il comproprietario della struttura, racconta Il Dolomiti, è il sindaco di Brunico, Bruno Wolf. La questione del cemento e degli alberghi da tempo divide l’Alto Adige, una provincia che ha fatto della cura del territorio una delle sue bandiere e delle sue ragioni d’orgoglio. Qui ogni balcone è ornato da gerani, ma negli ultimi decenni si è costruito, e non poco. In provincia di Bolzano viene promosso il turismo di lusso, con tutti gli impatti ambientali, energetici e di risorse naturali che comporta. È la cosiddetta battaglia per i letti freddi, quelli cioè destinati ai turisti e non agli abitanti. In alcuni paesi delle Alpi, soprattutto in Piemonte, si arriva fino al 90 per cento del totale. In Alto Adige si era deciso di porre un tetto, ma dal 2019 la corsa non si è fermata: si è passati da 230mila a 240mila posti letto in strutture ricettive (con 38 milioni di pernottamenti complessivi all’anno nella sola provincia di Bolzano).

Insomma, in discussione c’è l’intero modello economico. È il tema del turismo che porta da vivere, ma rischia di soffocare la stessa montagna che lo attira. L’equilibrio è molto fragile e non riguarda soltanto il cemento. Proprio sabato a Trento si terrà un convegno sullo sviluppo di nuove vie ferrate. E anche qui si confrontano opinioni opposte, tra chi chiede di realizzarne di nuove e chi invece sostiene che aprirne di altre renderebbe ancora più massiccio l’assalto alla montagna. Forse la vecchia leggenda raccontata in Val Martello sul padrone del maso di Stallwies che insegue il cervo bianco è stata dimenticata.

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O famoso hotel de "Sozinho em Casa 2" vai fechar?

O lendário Hotel Plaza fecha em janeiro para um restauro que vai durar até 2031. O pacote luxuoso de Kevin McCallister com limousine, pizza e gelados fica suspenso bem como a vida no condomínio.

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Vinte euros

VTM

Vinte euros.

Vinte euros por mês, num setor onde o salário base médio é de 924 euros.

A remuneração média bruta no setor é de 1.145 euros, enquanto a média nacional é de 1.686 euros.

O turismo gerou 20,1 mil milhões de euros em 2024, mais de 8% de toda a riqueza produzida no país. Só em julho deste ano registaram-se 9,6 milhões de dormidas.

No alojamento e restauração, 36,1% dos trabalhadores recebem o salário mínimo nacional.

A FESAHT, federação afiliada na CGTP, que representa os trabalhadores do setor, entregou a sua proposta em novembro de 2025. A APHORT não respondeu. Os 20 euros só apareceram em processo de conciliação no Ministério do Trabalho, requerido pelos sindicatos.

Entretanto, a APHORT assinou com o SITESE, afiliado na UGT, uma revisão do Contrato Coletivo de Trabalho para 2026. O que lá está retira direitos conquistados ao longo de décadas: permite jornadas de trabalho de 12 horas diárias sem o pagamento de trabalho suplementar; permite às empresas deixarem de pagar os feriados e, deste modo, deixar de pagar mais de 900€/ano a cada trabalhador; reduz para metade o pagamento do trabalho em dia de descanso semanal, acaba com as diuturnidades e com o direito centenário à alimentação em espécie.

O SITESE não tem praticamente associados no setor. Na prática, este contrato não se aplica a ninguém.

Mas pode vir a aplicar-se a muita gente, através de uma Portaria de Extensão, publicada pelo Governo, um contrato assinado por um sindicato sem trabalhadores no setor passa a abranger todos os que não estejam afiliados nos sindicatos da FESAHT.

Em Vila Real, há dez hotéis onde os trabalhadores, com o seu sindicato, apresentaram cadernos reivindicativos. São dez de 133 em todo o Norte.

Nesses 133 hotéis, a luta organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, da CGTP, deu aumentos de 50 a 100 euros, em muitos casos com efeitos retroativos a 1 de janeiro de 2026.

A diferença entre 20 euros e 100 não é o resultado de uma lei. Foram os trabalhadores, organizados no seu sindicato de classe, que os conquistaram.

No dia 17 de outubro, às 10h30, na Praça da Batalha, no Porto, a CGTP promove uma Manifestação Nacional por mais salário, melhores pensões e serviços públicos, e pelo Salário Mínimo Nacional de 1.100 euros. Há pré-aviso de greve para o setor da hotelaria para justificar a falta e há transportes organizados pela União dos Sindicatos de Vila Real.

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Timor expulsa quem trabalha com visto de turista

Serviços de Migração detiveram, desde setembro, 19 pessoas no âmbito de operações de inspeção a vários serviços comerciais da capital timorense. As pessoas detidas possuíam visto de turista.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

"Quando alguém utiliza um visto de turista para exercer outra atividade, tomamos medidas para o repatriar", afirma o ministro do Interior, Francisco Guterres
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Setor de serviços cai 0,1% de julho para agosto, mostra IBGE

Logo Agência Brasil

O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%.

Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.

Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).

Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses.

Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto.

Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).

Turismo

O índice de atividades turísticas – agregado calculado de forma separada dos cinco segmentos do setor de serviços – teve alta de 2,5% de julho para agosto, o segundo resultado positivo seguido, período em que acumulou ganhos de 5,5%.

Com o resultado, o segmento de turismo está 12,4% acima do patamar de fevereiro de 2020 e 1,1% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024.

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ATL: 26 milhões para dinamizar procura turística em Lisboa

Proposta da câmara foi aprovada em reunião plenária da AML com os votos favoráveis do PSD, IL e CDS-PP, votos contra de Chega, PAN, BE, PEV, PCP e Livre e abstenção do PS.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A ATL apresentou uma candidatura para o financiamento, pelo Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa, de um programa de Dinamização da Procura turística da cidade 2026-2029
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Turismo de Portugal financia três refúgios climáticos

Arroios, Valdujo e Praia da Mira recebem os primeiros apoios para criar zonas verdes e de descanso gratuitas nos períodos de maior calor do verão.

"Os refúgios climáticos são uma resposta concreta aos desafios que as alterações climáticas colocam aos territórios e à forma como vivemos" afirma presidente do Turismo de Portugal
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Vídeo: Trabalhadores se arriscam para retirar grades de passarela nas Cataratas do Iguaçu

A força da água nas Cataratas do Iguaçu levou à adoção de novas medidas de segurança no lado brasileiro do atrativo. Com a vazão das quedas chegando a 10 milhões de litros por segundo e previsão de aumento, equipes começaram nesta terça-feira (13) a retirar as grades de proteção da passarela que dá acesso à área próxima às quedas.

A estrutura está fechada desde as 8h de domingo (11), quando o aumento do volume do Rio Iguaçu levou à interdição preventiva. A medida busca evitar riscos a turistas e trabalhadores enquanto as condições do rio permanecem fora dos padrões de segurança para o acesso à passarela.

Mesmo com a restrição, o Parque Nacional do Iguaçu continua recebendo visitantes. A Trilha das Cataratas e os mirantes seguem abertos, permitindo a observação das quedas. Já os percursos do Poço Preto e das Bananeiras permanecem temporariamente fechados.

Equipes da concessionária Urbia+Cataratas e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) acompanham as condições do rio. A liberação da passarela dependerá da redução da vazão e da avaliação das condições de segurança.

Até que isso ocorra, os visitantes podem acessar os trechos autorizados do parque, respeitando as orientações das equipes responsáveis.

Vídeo: @jornalcinforme

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Scoprire l’identità di un territorio attraverso la segnaletica stradale

Questo è un articolo del nuovo numero de Linkiesta Etc dedicato al tema dei limiti, disponibile in edicole selezionate a Milano e Roma, e negli aeroporti e nelle stazioni di tutta Italia. E ordinabile qui.

L’Ufficio Cartelli del Touring Club Italiano in uno scatto degli Anni 30. Disegnatori, grafici, calligrafi, incisori, verniciatori, operai metallurgici, tecnici, amministrativi: dalle loro mani uscirono centinaia di migliaia di cartelli che orientarono i viaggiatori sulle strade italiane fino agli Anni 70. Courtesy of Touring Club

Era il 1865 quando, per la prima volta, nel Regno Unito, fu introdotto un limite di velocità. Riguardava le road locomotive, locomotive che qualche ingegnere aveva pensato bene di togliere dai binari per metterle su strada. Il limite prevedeva un massimo di 3,2 km/h nei centri abitati, esteso a 6,4 km fuori città, e un essere umano munito di bandierina rossa che precedesse l’ingombrante veicolo. Nulla di cui stupirsi, se pensiamo che allora le strade si percorrevano a piedi o, molto raramente, a cavallo. Ne troviamo traccia, tra i tanti, nel romanzo di Grazia Deledda Canne al vento, dove nella Sardegna d’inizio ‘900, il protagonista Efisio impiega 2 giorni per raggiungere dal borgo natio il capoluogo Nuoro, oggi raggiungibile in auto in 35 minuti. 

Mentre una lettera che oggi impiega su gomma 2 giorni da Madrid per arrivare a Bruxelles, per Fernand Braudel nel XVI secolo ne impiegava 20, velocità che sarebbe rimasta pressoché inalterata per tre secoli, fino a quando arrivò un mezzo di locomozione avveniristico che cambiò non soltanto le velocità di percorrenza, ma la stessa funzione delle strade, ampliando la nostra percezione del mondo: la bicicletta, le cui “molecole d’acciaio” artisti come Filippo Tommaso Marinetti, Luciano Folgore, Umberto Boccioni celebrarono come simboli del dinamismo moderno. Se alle due ruote dobbiamo l’inizio della locomozione meccanizzata, non di meno le dobbiamo l’ampliamento dei nostri orizzonti, l’immaginario nazionale e internazionale, conquistato attraverso un’innovazione umile ma dagli esiti immensi, così consueta da sembrare lì da sempre: il segnale stradale, secondo le sue declinazioni oggi standard, di divieto, direzione, pericolo, rispettivamente, tondo, freccia, triangolo.

“Cartelli preziosi per gli egittologi” sulla rivista mensile del Touring Club Italiano. La vignetta umoristica s’accompagna al serissimo intento di convergere verso standard internazionali accessibili a tutto il mondo. Courtesy of Touring Club

Ma il protagonista di questa storia, in Italia, ha un nome: Touring Club Italiano, o meglio, Touring Club Ciclistico Italiano, il predecessore, fondato l’8 novembre 1894 a Milano da 57 velocipedisti guidati da Luigi Vittorio Bertarelli e Federico Johnson. A raccontarci la storia è Maria Chiara Minciaroni, ricercatrice e project officer di quella che oggi è diventata la Fondazione Touring Club Italiano, esperta di valorizzazione territoriale e referente per i progetti di segnaletica: «Il Touring nasce dal basso, oggi diremmo da una community di ciclisti, escursionisti, viaggiatori, fotografi, perché la bicicletta a quel tempo era il mezzo di trasporto del futuro, il primo prodigio tecnologico ad affermarsi nella mobilità moderna». 

Si trattava di un mezzo elitario, ma per i nostri visionari portava sulla canna il futuro: «La bicicletta costava tantissimo. I soci del Touring erano quindi benestanti che potevano permettersi di viaggiare, reinterpretando in chiave borghese il modello aristocratico del Gran Tour». Nacque così la prima delle grandi imprese del Club: la realizzazione e diffusione della segnaletica italiana. Parallelamente, sarebbero fiorite la cartografia e la guidistica, vero e proprio repertorio dell’arte e dell’architettura nazionale, ancora oggi testimoniato dalle celebri “Guide rosse”.

I progetti legati alla segnaletica, inizialmente finanziati dai soci, man mano che procedeva la standardizzazione di grafica e testi, venivano realizzati dai disegnatori tecnici: in questa pagina, una prova semilavorata di un cartello d’interruzione stradale. Courtesy of Touring Club

Ma come erano le strade prima che il Touring iniziasse la sua impresa? L’Italia appena unificata era un mosaico di territori mal collegati, con dialetti, sistemi di misura e toponomastiche differenti: «Chi percorreva le strade era disorientato», rievoca Minciaroni parlando dei primi anni del secolo scorso. «Non si trattava soltanto d’indicare una direzione, ma di costruire un linguaggio comune della mobilità. Così, in un Paese attraversato da ampie differenze regionali, la segnaletica fu uno dei primi strumenti di unificazione culturale ancor prima che infrastrutturale. “Far conoscere l’Italia agli italiani”, diceva Bertarelli, questo era l’obiettivo». Il che significava anche costruirne e diffonderne l’immaginario, documentandolo fotograficamente. «Era frequente per quei ciclisti montare sulla bicicletta una macchina fotografica, altro prodigio moderno al debutto, per recare traccia del paesaggio italiano, della sua varietà e bellezza, allora tutt’altro che noto a un popolo abituato a muoversi su scala locale». 

Il processo non fu facile. I cartelli erano costosi da realizzare e da posare, tanto che per anni furono frutto di mecenatismo, recando il nome del donatore in calce. Intendevano farsi capire dagli stranieri. Ma ancora non esistevano standard né nazionali né internazionali. Inoltre, non sempre ottenevano buona accoglienza. Le popolazioni locali non ne avevano bisogno: conoscevano già il loro territorio e non di rado percepivano il forestiero come uno scocciatore e i segnali stradali ausili che impedivano loro di guadagnare qualcosa indicandogli la strada. Così li danneggiavano. In alcune Regioni a forte identità locale, poi, erano considerati espressione dello Stato centrale italiano. Ne avrebbe fatto le spese la toponomastica, affiancata abusivamente o cancellata dalle vecchie denominazioni locali dei luoghi.

Cartello stradale con la pubblicità: perché no? Quella di Esso, per esempio. Courtesy of Touring Club

Passaggi cruciali, però, furono quelli della Prima e soprattutto Seconda guerra mondiale, che vide l’Italia occupata da truppe italiane e straniere in lotta: «La segnaletica fu spesso divelta, per avvantaggiare chi conosceva il territorio, gli italiani, rispetto agli altri». Ma l’opera del Touring sopravvisse, anzi, ne uscì rafforzata. Nel 1897 erano stati posati i primi 100 “pali indicatori”. Nel 1915, tra nuovi e sostituiti, ne sarebbero stati posati oltre 23 000. Intanto, tra Parigi e Rouen, nel 1894, si era tenuta la prima gara automobilistica, con motori sia a scoppio sia a vapore: primo classificato, Jules-Albert de Dion, sfrecciando a 18,5 km/h di media. Ma già l’anno seguente nella Parigi–Bordeaux–Parigi, la benzina avrebbe trionfato a 24 km/h. «Un’altra era della velocità già germinava: nel 1924 viene costruita tra Milano e Varese la prima autostrada del mondo, detta dei Laghi». 

Il Touring l’aveva fiutata già un quarto di secolo prima, lasciandosi alle spalle quel nobile aggettivo – “ciclistico” – dal quale il sogno veloce della modernità era partito. E dando nuovo impulso all’impresa segnaletica. Al suo fianco non più sognatori, ma i nuovi capitani d’industria dell’auto: Fiat e Pirelli. Cosìcché, nonostante il passaggio della Seconda guerra mondiale, nel 1953 i cartelli sarebbero diventati 426 000. Dopo 80 anni di collaborazione, nel 1973 la segnaletica è rientrata definitivamente nella esclusiva competenza dello Stato. Ma il Touring non è uscito di scena. Minciaroni: «La segnaletica oggi non è più soltanto al servizio della sicurezza e dell’orientamento, ma un progetto di marketing territoriale: noi parliamo di comunicazione d’ambiente, fornendo consulenza agli enti locali che ce la chiedono».

Nel 1919 sulla rivista mensile del Touring ci s’interroga su “i cartelli indicatori… nei libri dei popoli”: qui, la “cunetta” in rumeno. Courtesy of Touring Club

Perché un cartello che orienta o racconta, come mostra la segnaletica “turistica” in cui spesso c’imbattiamo, esprime l’identità di un territorio: «Parla attraverso i materiali che impiega, la grafica, il modo di esplicitare le informazioni». Dopo decenni di centralità automobilistica, le biciclette ora tornano a dettare l’agenda della velocità, insieme a e-bike e monopattini. Le e-bike a pedalata assistita sono equiparate a biciclette se il motore non supera 250 W e l’assistenza s’arresta a 25 km/h. Oltre, sono assimilate ai ciclomotori, con obblighi aggiuntivi. I monopattini elettrici, invece, possono circolare fino a 20 km/h, ma devono limitarsi nelle aree pedonali a 6 km/h, salvo vincoli comunali aggiuntivi. La locomotiva “scionfante” del 1865, insomma, oggi si contenderebbe la strada con gli irrequieti e-scooter. Forse, allora, un omino con bandierina rossa a precederli sarebbe ancora una utile precauzione a tutela del solo locomotore attorno a cui non è ancora stato pensato un sistema di segnaletica: il pedone, quel bipede implume cui tutto si deve.

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Lisboa vence World Cruise Awards pela terceira vez

A capital portuguesa venceu os World Cruise Awards 2026, realizados na Jamaica, repetindo os títulos de 2021 e 2024. Terminal de Cruzeiros nomeado pelo 6.º ano consecutivo.

© André Kosters/LUSA

Os World Cruise Awards foram criados em 2021 e pretendem distinguir a excelência e a inovação na indústria internacional de cruzeiros
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Ciclo de workshops prepara empresas algarvias de turismo de natureza e náutico para a internacionalização

O projeto Internacionalizar + Algarve 3.0 promove, a partir de 27 de outubro, um ciclo de três workshops online dedicado à competitividade e à internacionalização das empresas de turismo de natureza e náutico. A primeira sessão, subordinada ao tema da sustentabilidade como vantagem competitiva, decorre entre as 14h30 e as 16h00 e conta com a participação de Miguel Sanches, diretor executivo da Biosphere Portugal.

Intitulada “Turismo de Natureza e Náutico: sustentabilidade como vantagem competitiva sem fronteiras”, a sessão pretende demonstrar de que forma a adoção de práticas sustentáveis pode valorizar a oferta turística e reforçar o posicionamento das empresas em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória através do formulário disponível em https://forms.gle/w4TjJqFuAPRa8LJv5.

As “Nature & Nautic Sessions” terão uma duração aproximada de uma hora e meia e um formato prático, combinando conhecimento especializado, exemplos concretos e ferramentas aplicáveis à realidade das empresas.

O ciclo prossegue em novembro, com mais dois encontros que contarão com novos especialistas e entidades convidadas. A iniciativa pretende capacitar as empresas dos segmentos de turismo de natureza e náutico, proporcionando-lhes contacto com especialistas e conhecimentos que contribuam para o desenvolvimento da sua atividade.

A organização está a cargo do NERA – Associação Empresarial da Região do Algarve, da Região de Turismo do Algarve (RTA) e da Associação Turismo do Algarve (ATA), no âmbito do projeto Internacionalizar + Algarve 3.0.

Desenvolvido em copromoção pelo NERA, AlgarOrange, Associação Turismo do Algarve, Comissão Vitivinícola do Algarve, Região de Turismo do Algarve e Universidade do Algarve, o projeto é cofinanciado pela União Europeia através do Programa Regional Algarve 2030.

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NERA | Internacionalizar + Algarve 3.0 lança ciclo dedicado ao Turismo de Natureza e Náutico

As Nature & Nautic Sessions integram três workshops online dedicados aos desafios e oportunidades das empresas do Turismo de Natureza e Náutico, com enfoque na competitividade e internacionalização da oferta turística regional. O ciclo de sessões arranca no próximo dia 27 de outubro, entre as 14h30 e as 16h00, com a sessão “Turismo de Natureza […]

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Domingas realizou o sonho de viver uma aventura no Atlântico

Deixou um emprego estável no setor de investimentos para viajar sem itinerário e data de regresso. Em troca, foi acompanhada por golfinhos no mar e acolhida pelos amigos que fez na estrada. 

© DR

"O capitão Norberto Serpa é como família para mim".
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