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Famalicão eliminado da Taça pelo Paredes da Liga 3

O Paredes, da Liga 3, eliminou hoje o Famalicão, da I Liga, da Taça de Portugal de futebol, ao vencer por 1-0, num encontro da terceira eliminatória decidido por Miguel Moreno.

O avançado marcou aos 40 minutos e garantiu o apuramento para a quarta ronda, numa partida em que o guarda-redes Fábio Matos também foi decisivo para o triunfo dos anfitriões.

Vice-líder da Série A da Liga 3, o Paredes entrou melhor, apoiado pelos seus adeptos, e conseguiu condicionar a equipa de Carlos Carvalhal, que só criou perigo uma vez antes do intervalo.

Aos 16 minutos, Romeo Beney tentou surpreender com um remate em arco, mas encontrou uma grande defesa de Fábio Matos, que manteve o nulo.

O golo surgiu aos 40, quando João Vigário lançou Miguel Moreno nas costas da defesa famalicense. O atacante ganhou em velocidade e rematou colocado, dando vantagem aos locais pouco antes do descanso.

Na segunda parte, o Famalicão procurou empatar, mas voltou a esbarrar em Fábio Matos. Aos 63 minutos, o guarda-redes negou o empate a Sorriso, que rematou no interior da área, e, aos 67, voltou a destacar-se perante uma tentativa de Aboubakar.

A equipa minhota não conseguiu evitar a eliminação, depois de ter perdido por 4-1 com o Alverca no campeonato, enquanto o Paredes prolongou o bom momento na Taça.

Após o apito final, registaram-se momentos de tensão, com agressões, insultos e empurrões, num desfecho marcado pela exaltação de ânimos.

Ficha de Jogo

Jogo disputado no Estádio Municipal das Laranjeiras, em Paredes.

Paredes – Famalicão, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores

1-0, Miguel Moreno, 40 minutos.

Equipas

– Paredes: Fábio Matos, Pedro Araújo, Dénis Duarte, Gustavo Fernandes, João Vigário (Francisco Canário, 65), Brais Val, Diogo Silva, Daniel Rodrigues (Ruca, 73), Miguel Moreno (Yuk Jin-Young, 86), Franco Almara e Erik Santana.

(Suplentes: Tiago Gonçalves, Zé Oliveira, David Veiga, José Macedo, Diogo Outeiro, Vasco Rocha, Francisco Canário, Ruca e Yuk Jin-Young).

Treinador: Agostinho Bento.

– Famalicão: Zlobin, Rodrigo Pinheiro, Leo Realpe, Victor Rofino, Gustavo Garcia (Pedro Bondo, 56), Van de Looi (Salas, 90), Mathias Amorim, Tamaz Szukcs (Pedro Santos, 56), Romeo Beney (Gil Dias, 56), Sorriso e Koustias ((Abubakar, 64).

(Suplentes: Garbriel Cabral, Marcos Peña, Pedro Bondo, Serafimovic, Abubakar, Pedro Santos, Paulo Moreira, Salas, Gil Dias).

Treinador: Carlos Carvalhal.

Árbitro: Miguel Fonseca (AF Porto).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Rodrigo Pinheiro (58), Pedro Araújo (73), Pedro Bondo (90+5), Aboubakar (90+5), Salas (90+5). Cartão vermelho direto para Gil Dias (após o apito final).

Assistência: 2.483 espetadores.

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🔴 CBA vs PAC (CN1|1ª Fase|D1)

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A noite que era de sonho quase virou o pior dos pesadelos

AC Milan teve os melhores 60 minutos da época, marcou três golos, ainda viu Ramos falhar um penálti mas "desligou" demasiado cedo do jogo, permitindo a reação da Atalanta que quase valeu empate (3-2).

© PIERO CRUCIATTI

Gonçalo Ramos inaugurou o marcador de penálti e ainda falhou outro castigo máximo no segundo tempo na vitória do AC Milan frente à Atalanta
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SC Vila Real vence e é líder isolado

VTM

Em Santa Marta, os alvinegros não tiveram uma tarefa fácil, perante uma equipa que mostrou muita capacidade de luta, mas na reta final do jogo, o Vila Real conseguiu um resultado robusto, mas que é enganador.

Ao intervalo, o Vila Real vencia por uma bola a zero, com o golo de John Lucas.

Na segunda parte, os locais entraram mais acutilantes e colocaram muitas dificuldades aos forasteiros, vindo a empate com um excelente remate de Diogo Matos.

Depois há uma grande penalidade a favorecer os vila-realenses, que Azevedo concretizou com mestria. Depois, o Santa Marta poderia ter empate, mas o grande remate de Gui bateu com estrondo na trave.

Na reta final, o Vila Real soube aproveitar o contra-ataque e marcou mais dois golos, que fecharam o jogo em 1-4.

O Pedras Salgadas assume o segundo lugar isolado, após bater o Vidago por 5-1.

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El Real Madrid golea al Sevilla y recupera la sonrisa

El Real Madrid cosechó este domingo, más de un mes después, una victoria placentera (4-1). Los de Mourinho derrotaron en el Bernabéu al Sevilla gracias al doblete de Mbappé, un golazo de Güler y otro de Diomande, en un partido en el que a los blancos tan solo les valía la victoria, después de que el Barça se situase a nueve puntos provisionales de distancia en la tabla liguera tras su triunfo ante el Betis.

Los merengues controlaron el encuentro desde los primeros minutos. Con Arda en el centro del campo, Fede Valverde en el lateral y Endrick y Yan Diomande en las bandas, el equilibrio fue más claro que en partidos anteriores. Con los extremos mucho más activos en labores defensivas de lo que ha estado esta temporada Vinícius, que cumplió ante el Sevilla el primero de sus cuatro partidos de sanción, la presión alta era bastante más efectiva.

En la primera de los hispalenses, Rubén Vargas intentó sorprender a Courtois, y su disparo pasó muy cerca del poste. Por parte de los locales, Valverde pudo abrir el marcador, pero Mbappé se interpuso en su disparo lejano, que iba directo a la red.

Sobre el ecuador del primer tiempo estalló la polémica. Peque buscaba una revisión del VAR, y Huijsen se llevó una amarilla al intentar levantarle. El colegiado esperaba un llamado del videoarbitraje por una posible agresión de Güler al sevillista, que le venía agarrando la camiseta hacía varios metros. El turco se zafó, pero las imágenes arrojaron que no hubo codazo alguno en el rostro, como parecía en primera instancia.

Salió entonces el Real Madrid a correr, con Bellingham lanzando un gran balón largo para Diomande. El marfileño avanzó metros, encarando y esperando la llegada de Güler, que golpeó de primeras, aplicando una parábola imposible para el guardameta sevillista.

Siguieron insistiendo los hombres de Mou, sobre todo un Endrick especialmente eléctrico. En el minuto 37 atacaba el Real Madrid por la banda izquierda, y Bellingham dejó un taco precioso para que actuara Mbappé. El francés se giró con maestría, venció con el primer paso a toda la defensa rival, regateó a Vlachodimos con una filigrana y definió a puerta vacía para anotar un tanto absolutamente increíble.

Ya en el segundo tiempo, los hispalenses se animaron a buscar, en un principio sin éxito, recortar distancias, dejando en ocasiones espacios a la espalda. Diomande cabalgó y la entregó a la espalda de Castrín para Mbappé. El delantero se cruzó y acabó en el suelo, y el trencilla señaló el punto fatídico en una decisión rigurosa. El mismo ‘10’ madridista se encargó de convertir el lanzamiento ‘a lo Panenka’, subiendo el 3-0.

El cuadro visitante maquilló el resultado con un gol de Manu Bueno, que aprovechó un nuevo despiste blanco en salida de balón, pero Diomande por fin marcó, tras tener la pólvora mojada todo el partido, para firmar la goleada en una noche con más buenas noticias para los merengues, pues Eder Militao volvió a vestirse de corto tras casi seis meses de ausencia por lesión.

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Gent eliminado da Taça da Bélgica antes da visita a Braga

O Gent, que na quinta-feira visita o SC Braga para a Liga Conferência de futebol, foi hoje eliminado da Taça da Bélgica, ao ser surpreendido em casa do Rochefort, do terceiro escalão, no desempate por grandes penalidades.

A formação de Gante esteve a vencer o duelo dos 16 avos de final por 3-1, com dois golos de El Hadji Seck e um autogolo de Luka Hoedaert, mas deixou-se empatar no tempo regulamentar e foi incapaz de desfazer a igualdade no prolongamento.

No desempate por grandes penalidades, cedeu por 4-3 e foi afastada da prova pelo atual terceiro classificado da terceira divisão belga.

O Gent joga no estádio do SC Braga na quinta-feira (20:00), em encontro da segunda jornada da fase de liga da Liga Conferência, depois de as duas formações terem registado resultados diferentes na estreia, ambos diante de adversários dinamarqueses: os belgas bateram em casa o Aarhus (1-0), enquanto os minhotos foram derrotados em Copenhaga (3-0).

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O que ninguém quer ver despediu Amorim mas aguenta Carrick?

Lisandro lançou "bomba" em Madrid, estilhaços chegaram a vários lados, Carrick mantém-se seguro. Porquê? Ninguém sabe: após empatar onde Amorim disse adeus, United tem sete pontos em sete jogos (1-1).

© PAUL ELLIS

Michael Carrick voltou a perder pontos na Premier League de 2026/27, com United a fechar sétima jornada com sete pontos e apenas uma vitória
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Carlos Vicens diz que SC Braga tem que “ser mais sólido”

O treinador Carlos Vicens admitiu hoje que o SC Braga tem que ser mais sólido e disse esperar uma resposta na receção ao Gil Vicente, no jogo em atraso da segunda jornada da I Liga de futebol.

Após a derrota pesada por 3-0 em casa do Copenhaga, na primeira jornada da fase de liga da Liga Conferência, na quinta-feira, o treinador foi muito contestado, tal como tinha sido após o desaire caseiro ante o Sporting (3-1), na jornada anterior.

Sem ganhar há três jogos, numa sequência iniciada com um empate com o Santa Clara (0-0), Carlos Vicens admitiu a fase negativa e que a equipa tem que melhorar.

“Não é um momento bom, mas temos tudo por jogar. Claro que é muito evidente que a equipa tem que melhorar, tem que ser mais sólida porque no futebol de primeiro nível não podes conceder golos tão facilmente. Os aspetos em que até temos melhorado ficam apagados com esta nossa vulnerabilidade. Temos que acreditar no processo. No ano passado tivemos muitos momentos difíceis, mas a equipa reagiu animicamente”, lembrou, na antevisão à partida de segunda-feira, adiada em agosto devido ao surto gastrointestinal que afetou o plantel bracarense.

O treinador espanhol quer ver uma maior “fortaleza mental” na equipa para reagir às adversidades.

“Não estamos satisfeitos e também não estamos contentes de todo com o rendimento da equipa. Precisamos de uma resposta em forma de rendimento e de resultado, em que a equipa mostre que vem ferida da imagem que deixou e da vulnerabilidade que não queremos continuar a mostrar. Queremos mostrar uma ambição diferente, uma contundência e uma vontade de mostrar a todos, e a nós primeiro, que queremos ganhar desde o primeiro minuto”, reforçou.

O treinador identificou algumas razões para a diferença de rendimento para a época passada, sobretudo na segunda metade.

“Há nove jogadores novos e outros que não estão. Temos que ser conscientes e não dar como garantido que, pela continuidade do treinador, a equipa jogue exatamente igual. A identidade da equipa não mudou, continuamos a querer a bola, mas a verdade é que temos mais dificuldades em criar oportunidades”, admitiu.

Vicens reforçou ainda a ideia de que os jogadores precisam de continuar a acreditar no processo.

“Estamos em outubro com todos os objetivos por alcançar, não é altura para estarmos tristes e apagados. Dececionados pela performance? Sim, claro, mas com uma grande vontade de ganhar amanhã [segunda-feira] diante de um rival difícil, que no ano passado nos tirou seis pontos”, lembrou.

Carlos Vicens admitiu fazer alterações, mas sempre “em função do adversário e dos momentos de alguns jogadores”.

“Não vamos esperar e ver o que nos espera. Não vamos mudar de ideia. Temos que nos comportar como equipa grande que, em casa, quer ganhar. Temos que ser Braga mais do que nunca, sermos contundentes e agressivos e cada um dar um extra para recuperar as boas sensações com uma vitória”, disse.

Sendo um jogo adiado, os regulamentos ditam que os jogadores que não estavam inscritos na altura (o jogo era para ser disputado a 16 de agosto) não podem alinhar na segunda-feira – no caso do Sporting de Braga, ficam de fora Tommy Marqués e Milosevic, que chegaram ao clube após essa data.

SC Braga, nono classificado, e Gil Vicente, oitavo, ambos com 11 pontos, defrontam-se a partir das 20:15 de segunda-feira, no Estádio Municipal de Braga, num jogo que será arbitrado por Fábio Veríssimo, da Associação de Futebol de Leiria. 

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Gil Vicente teme influência das críticas do SC Braga à arbitragem

O treinador do Gil Vicente, Luís Pinto, admitiu hoje recear que as recentes críticas do SC Braga às arbitragens possam influenciar o encontro entre os dois clubes, na segunda-feira, para a I Liga portuguesa de futebol.

“Gostava de dizer que não receio, mas, infelizmente, sim, porque já este ano aconteceu algo do género. Houve um jogo em que o adversário passou a semana toda a queixar-se das arbitragens e, infelizmente, não houve a melhor arbitragem, em nossa casa”, afirmou, na antevisão ao jogo em atraso da segunda jornada, adiado em agosto devido ao surto gastrointestinal que afetou os ‘arsenalistas’.

Questionado sobre os comunicados do SC Braga e as críticas do presidente bracarense às arbitragens, Luís Pinto manifestou preocupação, mas disse acreditar na seriedade da equipa de arbitragem.

“Temo, mas quero acreditar muito na seriedade e na capacidade. Errar, todos vamos errar. Vão errar as duas equipas, Gil e Braga, a equipa de arbitragem também terá erros, isso faz parte. A única coisa que quero é acreditar que vamos ter capacidade de ser todos sérios e não ceder a pressões”, sublinhou.

O treinador esclareceu que esta preocupação não alterou a preparação do Gil Vicente, defendendo que jogadores e equipa técnica devem manter o controlo emocional perante decisões que considerem erradas.

“Às vezes, achamos que os árbitros estão errados e a maior parte das vezes somos nós a estar errados. Temos de ter capacidade para nos recentrarmos naquilo que é importante, que é a nossa tarefa. Quero acreditar no futebol português e na forma de estar das pessoas”, explicou.

Sobre o dérbi minhoto, Luís Pinto recusou considerar que o momento menos positivo do SC Braga favoreça o Gil Vicente, que chega ao encontro após três jogos consecutivos sem perder.

“Se entrarmos a achar que é o momento ideal provocado pelo adversário, estamos a dar tiros nos pés. Temos de olhar para a nossa forma de estar e para o quanto queremos competir”, advertiu.

Luís Pinto considera que o Gil Vicente está mais preparado do que estaria em agosto, devido ao maior conhecimento entre os jogadores, numa equipa que sofreu várias alterações no início da temporada.

“Ali, seria o segundo jogo da época e aqui já será o nono. Numa equipa que teve tantas mudanças, acaba por ser importante o conhecimento e o jogar entre todos. Estaremos mais preparados do que estávamos antes”, sustentou.

O técnico mostrou-se igualmente confiante para enfrentar um calendário exigente, que inclui este encontro com SC Braga e, depois, com o FC Porto, no campeonato, e Benfica, na Taça da Liga.

“Prefiro os calendários assim. É muito mais interessante estarmos sempre a competir do que termos muito tempo para treinar. Há mais jogos, há mais adeptos a ver futebol”, observou.

Para esta partida, os ‘galos’ não podem contar com os lesionados Bamba e Tchaptchet, nem com Guilherme Gomes e Bermejo, que não estavam inscritos na data inicial do jogo.

O Gil Vicente, oitavo classificado, com 11 pontos, joga na segunda-feira no terreno do SC Braga, nono, também com 11, numa partida agendada para as 20:15, com arbitragem de Gustavo Correia, da Associação de Futebol do Porto.

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FC Barcelona - Real Madrid: fecha, horario y dónde ver el Clásico por televisión

Imagen del último clásico liguero entre Real Madrid y Barcelona

El primer FC Barcelona - Real Madrid de la temporada 2026-2027 llega con un aliciente extra, el regreso de José Mourinho al Spotify Camp Nou como entrenador del Real Madrid, más de una década después de su primera etapa en el banquillo blanco.

El partido reúne a dos equipos con proyectos muy distintos pero con la misma ambición. El Barça de Hansi Flick llega como líder invicto, mientras que el Real Madrid de Mourinho ocupa la cuarta posición y necesita sumar para recortar la diferencia de seis puntos con el conjunto azulgrana.

¿Cómo llega cada equipo?

El FC Barcelona llega al Clásico en plena plenitud. Es líder con 27 de 27 puntos, tras ganar los nueve primeros partidos de LaLiga, y ha igualado el mejor arranque liguero de su historia. El equipo de Hansi Flick viene de golear al Getafe por 3-0 y de imponerse por 4-1 al Galatasaray en Champions, aunque cayó en su último compromiso europeo ante el PSG, con 34 goles a favor y solo 7 en contra en Liga.

El Real Madrid, en cambio, llega con la obligación de reaccionar. José Mourinho suma 21 puntos y ocupa la tercera posición, a seis del Barça, con dos derrotas ligueras ante el Betis y el Atlético de Madrid. Aun así, los blancos llegan con moral tras remontar 4-3 en Roma en Champions y vencer al Villarreal por 1-0, aunque perderán a Vinícius Júnior por sanción. El brasileño fue expulsado ante el Villarreal y cumplirá cuatro partidos de castigo, entre ellos el Clásico.

Fecha, hora y estadio

El Barcelona recibirá al Real Madrid el domingo 25 de octubre de 2026 en el Spotify Camp Nou. El saque inicial está fijado a las 21:00 horas en horario peninsular español, dentro de la décima jornada de LaLiga.

Será el primer enfrentamiento liguero de la temporada entre ambos equipos. La vuelta se jugará en el Santiago Bernabéu el 9 de mayo de 2027, según el calendario liguero. El encuentro llega después de una semana europea exigente, el Barça visitará al PSG el martes 20 de octubre y el Real Madrid recibirá al Leipzig en el Bernabéu el miércoles 21.

Dónde verlo por televisión

En España, el FC Barcelona - Real Madrid podrá seguirse en directo por DAZN, plataforma que tiene los derechos de la retransmisión de este Clásico. También estará disponible a través de los canales de LALIGA incluidos en la oferta de fútbol de Movistar Plus+.

DAZN preparará una programación especial con análisis previo, conexiones y contenido sobre la actualidad de ambos equipos. Los usuarios de Movistar podrán acceder al partido mediante los paquetes que incluyan LALIGA EA Sports, como el paquete LALIGA o Fútbol Total.

¿Qué alineación puede sacar cada equipo?

FC Barcelona: Joan García, Xavi Espart, Gerard Martín, Cubarsí, Koundé, Rodri, Fermin, Pedri, Lamine Yamal, Gabriel Jesús y Gordon

Real Madrid: Courtois, Cucurella, Huijsen, Konaté, Alexander-Arnold, Fede Valverde, Belingham, Tchouamení, Diomandé, Arda Güler, Mbappé

Próximos pasos de cada conjunto

Tras el Clásico, el FC Barcelona afrontará tres compromisos exigentes en apenas ocho días. Recibirá al Deportivo Alavés el sábado 31 de octubre a las 21:00 horas en el Spotify Camp Nou por LaLiga; después jugará en casa contra el Aston Villa el martes 3 de noviembre a las 21:00 horas en Champions League; y cerrará ese tramo visitando al Atlético de Madrid el domingo 8 de noviembre, también a las 21:00 horas, en el Riyadh Air Metropolitano.

El Real Madrid, por su parte, tendrá una agenda igualmente exigente. Tras el Clásico, visitará al Racing de Santander el domingo 1 de noviembre a las 16:15 horas en El Sardinero; jugará fuera contra el AEK Atenas el miércoles 4 de noviembre a las 18:45 horas en la Champions League; y se medirá al Valencia en Mestalla el sábado 7 de noviembre a las 21:00 horas en LaLiga.

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La tradición de Jerez da el salto al whisky con un nuevo Single Malt elaborado en España

Imagen de la marca de whisky Carlos I

Carlos I Single Malt Whisky es la nueva apuesta de Carlos I, la marca de Brandy de Jerez Solera Gran Reserva de Osborne, que ha anunciado su lanzamiento en la categoría del whisky. Se trata de su primera referencia en este segmento, elaborada con malta de cebada 100% española y sometida a un proceso de doble envejecimiento durante seis años en botas históricas de Jerez.

Según informó la compañía, con este lanzamiento traslada al mercado del whisky su experiencia en la elaboración y crianza de vinos y brandies de Jerez, aprovechando el patrimonio de soleras históricas de Osborne que ha conservado a lo largo de generaciones.

El nuevo whisky combina dos sistemas de envejecimiento. Durante los primeros cuatro años, el destilado reposa de forma estática en botas de aproximadamente 70 años de antigüedad, que previamente albergaron vinos de Jerez Oloroso y Amontillado durante 50 años y, posteriormente, Brandy de Jerez Solera Gran Reserva Carlos I durante otros 20 años, en las bodegas de El Puerto de Santa María (Cádiz).

La segunda fase de maduración se prolonga durante dos años mediante el tradicional sistema de Criaderas y Solera, en botas de más de un siglo de antigüedad que han contenido los vinos de Jerez VORS Amontillado 51-1ª y Oloroso Sibarita de Osborne. Este proceso permite integrar aromas y sabores procedentes de la madera y de los vinos que anteriormente envejecieron en ella.

Carlos I Single Malt Whisky se elabora a partir de malta de cebada española, que se muele en Granada y se somete a un proceso de sacarificación con agua procedente del deshielo de Sierra Nevada. Posteriormente, el mosto fermenta y se destila dos veces en alambiques de cobre, antes de trasladarse a las bodegas de Osborne para completar su envejecimiento.

Según explicó Marcos Alguacil, Master Blender y enólogo de Osborne, la selección de las botas ha sido uno de los elementos fundamentales para definir el carácter del nuevo producto. "Cada bota cuenta una historia. Al envejecer nuestro destilado primero en botas de Brandy de Jerez Carlos I y luego en las exclusivas botas de Osborne VORS, nuestro whisky Carlos I ofrece una experiencia de cata única, que refleja generaciones de artesanía e historia de la región de Jerez", señaló. "El resultado es un whisky de color ámbar dorado, con notas de ciruelas pasas, frutas confitadas, chocolate, especias y frutos secos, en el que destaca la influencia de las botas de Jerez".

La nueva referencia se incorpora a la categoría de whiskies sin declaración de edad (Non-Age Statement), que prioriza el perfil sensorial y la selección de barricas frente a la indicación de los años de envejecimiento en su etiquetado. Coincidiendo con el lanzamiento, la marca ha desarrollado una propuesta de coctelería en El Coleccionista, el nuevo espacio del Grupo Dani García en Madrid, donde se podrá degustar el cóctel Don Carlos, elaborado con el nuevo whisky, licor artesanal de tabaco, sirope de azúcar moscabado y bitter de especias.

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Penálti aos 94 coloca o Portimonense na quarta eliminatória da Taça de Portugal

O Portimonense foi ontem a casa do Florgrade sofrer até ao fim do jogo, até que uma grande penalidade ao minuto 94 garantiu a passagem da equipa algarvia à quarta eliminatória da Taça de Portugal.

A equipa da casa entrou bem na partida, conseguindo a vantagem ao minuto 14, por Léo Cá, no entanto, Welinton Júnior, aos 34, igualou o marcador e deu alguma tranquilidade ao Portimonense na ida para intervalo.

Já na segunda parte, nenhuma das equipas conseguiu finalizar com sucesso e, quando se previa o prolongamento, uma falta dentro da área deu origem a uma grande penalidade, convertida com sucesso por Tiago Mamede, aos 90+4, carregando o Portimonense até à quarta eliminatória da Taça de Portugal.

Já na Segunda Liga, o Portimonense, 11.º classificado, com 10 pontos, terá o Sporting B como próximo adversário, no dia 24 de outubro, às 11h.

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Exclusiva: Irán, una cobra enroscada lista para atacar

Irán y Pakistán están inmersos en la construcción de un orden financiero posestadounidense en la encrucijada entre Asia Occidental y Asia Meridional.

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Escríbenos: info@strategic-culture.su

Vayamos directamente al meollo de la cuestión: tras examinar minuciosamente el tablero de ajedrez, los dirigentes políticos y militares de Teherán ya han llegado a la conclusión de que un ataque conjunto de EE. UU. e Israel —cuya planificación avanza a un ritmo frenético— es inevitable.

Por eso se han posicionado ahora como una cobra enroscada, lista para atacar e inyectar su veneno mortal ante el primer indicio de una amenaza inminente del Sindicato de Epstein, incluso sin esperar a que se produzca un ataque real.

La ofensiva preventiva, ya delineada, será devastadora, se extenderá más allá de las bases estadounidenses en Asia Occidental a otros objetivos regionales e incluirá potencialmente la infraestructura energética del Golfo y los cables submarinos (en este caso, afectando principalmente al Golfo y a la India, mucho más que a EE. UU. y Europa).

Nos encontramos en territorio de peligro claro y presente: una maniobra militar estadounidense-israelí destinada a ejercer presión se interpretará sin duda en Teherán como el inicio de un ataque.

Así pues, la presión a favor de la guerra por parte del culto a la muerte y de Trump se encuentra ahora con un umbral iraní peligrosamente bajo. Las opciones de ataque del Pentágono abarcan desde las instalaciones nucleares iraníes hasta la infraestructura energética.

Huelga decir que el «sociópata en jefe» —que ya está en pánico ante la inminente debacle de las elecciones de mitad de mandato— es una presa fácil para el poderoso lobby sionista y los donantes a favor de la guerra. El peligro estratégico supremo es, pues, que esta presión incesante pueda generar una señal que Teherán interprete como un ataque inminente, incluso mientras Washington mantiene públicamente que no se producirá ningún ataque antes de las elecciones de mitad de mandato.

Yemen está llevando todo esto al siguiente nivel

Paralelamente, fuentes privilegiadas en Islamabad confirman el éxito de una prueba de misil paquistaní a Mach 7, con un alcance de varios miles de kilómetros. Esta nueva capacidad tiene todo lo necesario para alterar sustancialmente el equilibrio de poder en Asia Occidental, reforzando el alcance disuasorio de Pakistán y su capacidad para influir en todos los cálculos de seguridad regional, además de contribuir a la creciente interconexión de Pakistán con China, Irán y las petro-monarquías del Golfo.

Y ahora, otra exclusiva: personal de la inteligencia militar israelí, incluido un general de división, ha abandonado Riad después de que MbS, en un supuesto momento de lucidez, dijera «no» a la oferta de «asistencia» del culto a la muerte. Y, sin embargo, siguen allí más de 100 miembros del CENTCOM.

Es posible que la decisión de MbS le haya sido impuesta por Turquía y Pakistán —los otros dos signatarios de la Alianza de Defensa de La Meca—, que de repente se encontraron en la misma sala de guerra en Riad, codo con codo con agentes del culto a la muerte.

Ahora bien, aunque su partida puede haber eliminado un riesgo de escalada, los agentes estadounidenses siguen expuestos: cualquier ataque, venga de donde venga, que provoque bajas estadounidenses arrastrará inmediatamente a Washington a la guerra entre Arabia Saudí y Ansarallah.

La guerra entre Arabia Saudí y Ansarallah, de hecho, está alcanzando el siguiente nivel: la volatilidad. La mezcla tóxica de la interceptación de un misil de crucero sobre la provincia de Medina; las interceptaciones de drones en otras partes de Arabia Saudí; y los ataques con misiles de las Fuerzas Armadas yemeníes contra el complejo presidencial del gobierno títere de Adén es solo el principio.

Lo que ocurrió después de que Ansarallah atacara Najran —una de las provincias del sur de Arabia Saudí arrebatadas a Yemen en 1934 por los británicos— es algo que realmente llama la atención.

Un portavoz saudí acusó a Ansarallah de lanzar un misil de crucero contra Medina. La respuesta del emblemático portavoz de las Fuerzas Armadas yemeníes, el general Yahya Saree, fue contundente: «Hoy no hemos llevado a cabo ninguna operación militar dirigida contra territorio saudí. Por lo tanto, la afirmación del enemigo saudí de que Medina fue atacada es una invención absoluta y una grave falsedad».

Traducción: Yemen ataca una de sus antiguas provincias; los saudíes recurren a noticias totalmente falsas, inventándose un ataque contra una de las dos mezquitas sagradas —sin duda como preparación para una operación de bandera falsa—; luego, Yemen niega de inmediato haber atacado ningún (cursiva mía) territorio saudí.

Esto significa que Saná está declarando sutilmente, para que todo el mundo lo entienda, que ya no lleva a cabo operaciones en el extranjero (cursiva mía) en las tres provincias: Jizan, Najran y Asir. Ya están —psicológica y operativamente— preparando el terreno para recuperar su territorio robado.

Todo ello se plasma en este conciso análisis desde Yemen sobre la deconstrucción de la ostentosa Casa de Saud:

«Yemen está destrozando los pilares extremadamente frágiles de la economía no petrolera en la que los piratas del desierto depositaron todas sus esperanzas: imagen, inversiones (IED), escapismo e impunidad e invulnerabilidad frente al terrorismo en el extranjero».

Cómo Pakistán e Irán eluden al FMI

Ahora prestad atención a algo bastante sorprendente que ocurrió a mediados de semana en Bangkok, durante la reunión anual del FMI y el Banco Mundial —dignamente recibida por protestas callejeras tailandesas—.

El presidente del Banco Central de Irán, Abdolnaser Hemmati, se reunió con el presidente del Banco Central de Pakistán, Jameel Ahmad, al margen del principal ritual anual en alabanza del dólar estadounidense.

Pakistán se encuentra bajo las feroces garras del ajuste estructural del FMI y el Banco Mundial —y, además, amenazado con sanciones estadounidenses por comerciar con Irán—.

Así pues, que Pakistán e Irán estén discutiendo de facto la desdolarización justo en la guarida del león —el templo del dólar estadounidense— no tiene precio.

La infraestructura está en marcha desde 2023, a través de un acuerdo de intercambio de divisas que utiliza el rial y la rupia en lugar del dólar estadounidense. El trueque lo gestionan ambos bancos centrales, y los canales bancarios pasan por el Banco Melli en Irán y el Banco Mellat en Pakistán. Sus mercados fronterizos —al menos seis de ellos— están en pleno auge: rutas comerciales físicas que eluden por completo al dólar estadounidense.

Lo que se debatió en Bangkok a principios de esta semana es cómo ampliar todo este sistema: les importan un comino las sanciones secundarias de EE. UU. Sobre todo porque Teherán ofrece a Islamabad lo que el sistema estadounidense simplemente no puede ofrecer: soberanía, sin cambio de régimen, sin austeridad, sin sermones y, sobre todo, sin ajuste estructural.

Por no mencionar que Pakistán necesita urgentemente el gas iraní —y las rutas comerciales de la Nueva Ruta de la Seda impulsadas por China—.

Irán ha construido toda una economía que elude por completo al FMI —y capaz de sobrevivir a un tsunami de sanciones, a un bloqueo y a la guerra—.

Ahora, Irán y Pakistán están inmersos en la construcción de un orden financiero posestadounidense en la encrucijada entre Asia Occidental y Asia Meridional —con intercambios de divisas, comercio de trueque, mercados fronterizos en auge y canales bancarios adecuados—, lo que convierte las sanciones secundarias en una burla.

Por cierto, esto está ocurriendo justo cuando un inmenso tren iraní, cargado de petróleo crudo —y el primero de muchos— está listo para partir hacia… China a través de Asia Central, por la línea ferroviaria de la Nueva Ruta de la Seda construida por China.

La cobra enroscada puede estar lista para atacar. Pero a la cobra, desde tiempos inmemoriales, también le encanta hacer negocios.

Traducción: Geopolítica rugiente

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My child may never earn a perfect attendance award. I'm fine with that.

Young individuals proudly showcasing their educational accomplishments, highlighting diversity and academic success in a supportive environment. Achievement awards demonstrate skill development, fostering confidence and encouragement among participants.
The author said her child (not shown) probably won't ever get a certificate for perfect attendance, and she doesn't think anyone should.

FatCamera/Getty Images

  • Sometimes I have to take my child out of school for healthcare appointments.
  • Perfect attendance can depend on health, access to care, and whether a parent can leave work.
  • I'd rather schools reward kids for showing up after hard times than for perfect attendance.

Whenever I schedule an appointment during the school day, I feel guilty.

I ask for their latest available appointment. If that doesn't work, I pull up the school calendar. Then I start doing the ridiculous parent math: How long is the drive? What class will my child miss? Can I get them back before the final bell? Is there some magical way to make a 10:30 appointment happen without blowing up half the school day? Usually, there isn't. So I take the appointment.

I'm a mother in rural North Carolina. Healthcare providers aren't always five minutes down the road, and appointments that fit perfectly between school dismissal and dinner aren't exactly falling from the sky. Sometimes the appointment you need is at 10:30 a.m. on a Tuesday. And sometimes you take it. I still feel guilty about it almost every time.

I want my child in school. Of course I do. I know how quickly one missed class can turn into a missing assignment, which then becomes another assignment they don't understand because they missed the first one. But I also have to take care of my child. Sometimes those two responsibilities bump right into each other. And that's probably why perfect-attendance awards have always bothered me.

My child is my priority

I understand why schools care about attendance. Kids need to be in classrooms. They need instruction, routine, relationships with teachers and classmates, and all the little pieces of school that are hard to recreate at home. When a child is missing a lot of school, I absolutely think families should be supported in figuring out why and helping that child get back into a routine.

But perfect attendance is something different. An unbroken attendance record isn't necessarily a measure of how hard a child tried. Kids don't choose when they get the flu. They don't control when the specialist finally has an opening. They can't give their parents paid time off, fix the car when it won't start, make the school bus come down a road it doesn't serve, or move a doctor's office 45 minutes closer to home.

The certificate may have a child's name printed on it, but there's a whole lot of family circumstance behind that streak. I work for myself, which gives me more flexibility than many parents have. I can move things around when an appointment pops up. That doesn't mean the lost work hours don't matter, but I can usually make it happen.

A parent working an hourly job may be making a completely different calculation. Can I afford to lose three hours of pay? Will my boss be irritated? How many times have I already had to leave early this year?

And that's before we even get into transportation, housing instability, access to healthcare, chronic illness, or any of the other things families may be dealing with that nobody sees when the certificates get handed out. Those circumstances matter. They just aren't evidence that one child tried harder than another.

One sick day shouldn't erase a year's worth of effort

As parents, we already have to make enough judgment calls when our kids are sick. Is this a stay-home sick or a send-them-and-see sick? Are they actually exhausted or just really, really not interested in going to math?

We're told attendance matters. And it does. We're also told to keep our kids home when they're contagious because sending them to school sick exposes others to illness. Both things can be true.

Then we turn around and give an award for never missing a day. That's where I get stuck. One fever in October can knock a child out of the running for an award handed out in June.

I don't want to hesitate before keeping my sick child home because some part of my brain is thinking about an attendance record. And I definitely don't want my child learning that dragging yourself through school when you feel awful is proof that you're more dedicated.

Sometimes staying home is the responsible choice. Sometimes missing school for an appointment is the responsible choice. And sometimes the impressive part isn't never missing school at all, it's coming back.

I'd rather see schools recognize persistence

I'm not suggesting schools stop caring whether kids come to school. Chronic absenteeism is a real problem, and families dealing with it may need more support, not less. But perfection doesn't have to be the prize.

Recognize the kid whose attendance improved from one grading period to the next. Celebrate shorter milestones. Acknowledge the student who had a rough stretch and worked their way back into a routine.

Despite my views, I know I'll keep doing the school-day appointment math. I'll keep asking for the latest opening. I'll keep checking the calendar. I'll keep trying to minimize what my child misses and help them catch up when missing school can't be avoided. And I'll probably still feel a little guilty every time.

My child may never earn a perfect-attendance award. I'm fine with that. I'd much rather they learn that taking care of themselves is responsible, staying home when they're contagious is considerate, and showing up again after a hard stretch is something worth being proud of.

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Farense derrota Marco 09 por 3-0 e segue em frente na Taça de Portugal

O Farense recebeu o Marco 09 no Estádio de São Luís, em Faro, confirmando o favoritismo com uma vitória por 3-0 frente a uma equipa do terceiro escalão, naquela que foi a terceira eliminatória da Taça de Portugal.

Os “leões de Faro” não demoraram muito tempo a marcar, por Gabriel Barbosa, logo no segundo minuto de jogo. Pouco tempo depois, João Resende fez o 2-0 (16′), um resultado confortável ao intervalo, que foi dilatado ao minuto 71, com golo de Toni Herrero, garantindo a passagem do Farense à quarta eliminatória da Taça de Portugal.

Quanto à Liga, a equipa de Faro segue no 3.º lugar, com 14 pontos, três de diferença do líder Lusitânia.

O próximo jogo será no dia 24, às 18h, na receção ao Penafiel, que é quarto, com 13 pontos.

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Locura por ver a Messi en los Premios Princesa de Asturias 2026: se agotan las entradas en solo 13 minutos

Trece minutos es el tiempo que han tardado en agotarse las 4.700 entradas que la Fundación Princesa de Asturias ha puesto a disposición del público general para el encuentro que Leo Messi, galardonado con el Princesa de Asturias de los Deportes 2026, mantendrá con la comunidad educativa el próximo jueves, 22 de octubre, en el Palacio de los Deportes de Oviedo.

Según ha informado la Fundación, el pico más alto de personas conectadas al mismo tiempo ha sido de 16.200 personas, lo que da cuenta del interés que despierta la presencia del astro argentino en la ciudad de Oviedo.

El encuentro, dirigido principalmente a público infantil y juvenil, se celebrará a las 17.30 horas y estará orientado especialmente a los alumnos de los centros educativos que han participado en la actividad 'El juego del 10', del programa cultural 'Toma la palabra'.

El recinto contará con un aforo disponible de 6.200 localidades, una vez descontadas las butacas que deberán anularse por la disposición del escenario. De ellas, 1.500 estarán reservadas para integrantes de la comunidad educativa que han participado en 'El juego del 10' y las 4.700 restantes son las destinadas al público general.

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Why Berkshire Hathaway is betting nearly $1 billion on Bending Spoons

Warren Buffett
Warren Buffett is the former CEO and chairman of Berkshire Hathaway.

Paul Morigi/Getty Images for Fortune/Time Inc

  • Berkshire Hathaway is set to invest $330 million in Bending Spoons, adding to its previous $600 million.
  • Warren Buffett's storied conglomerate is poised to hold a 4% stake in the owner of AOL and Vimeo.
  • Berkshire's wager is a surprise, but there's some DNA in common with Bending Spoons.

Berkshire Hathaway's latest bet isn't a no-brainer or a head-scratcher; it's somewhere in between.

What's the deal?

Berkshire — which has seen Warren Buffett retire as CEO and chairman since the turn of the year — has agreed to invest $330 million in Bending Spoons, on top of a $600 million injection when the Italian tech conglomerate went public in July, giving the Nebraska behemoth a 4% stake.

Bending Spoons disclosed Berkshire's backing in a press release on Wednesday, catapulting its stock up nearly 50% over two days, a phenomenon known as the "Buffett effect." The stock fell on Friday, but still ended the week more than 20% above Monday's opening price.

Berkshire has agreed to buy 10 million shares for $33 each, around a 13% discount to Bending Spoons' closing price of $38 on Tuesday, the day before the deal was announced.

CEO and cofounder Luca Ferrari described Berkshire in the press release as "among the finest and most respected capital allocators in the world," and a "longstanding inspiration" for Bending Spoons.

Neither company responded to requests for comment from Business Insider.

What is Bending Spoons?

Bending Spoons acquires digital businesses, transforms and optimizes them to increase profits, then reinvests those earnings in further acquisitions.

It has been pursuing that strategy for more than a decade and has never sold a material business. Its acquisitions to date include AOL, Evernote, Vimeo, Eventbrite, and WeTransfer.

Ferrari's company said in the press release that it "strives to envision the most successful version of an acquired business," then works to close the gap between that vision and reality "as quickly and completely as possible."

Bending Spoons said that typically involves "deep" transformation such as "reorganizing teams, overhauling technology, redesigning user interfaces, accelerating product development, and enhancing marketing and monetization," often with a good dose of AI.

Ferrari gave the example of Evernote on a recent episode of the "Joys of Compounding" podcast.

He said the business had around 350 employees when Bending Spoons acquired it at the start of 2023. That shrank to roughly 60 within 12 to 18 months, and now it's being run by around 20 people.

Yet Ferrari said Evernote "launched by far the biggest update to the product in maybe a decade" this spring.

Bending Spoons CEO Luca Ferrari
Bending Spoons CEO Luca Ferrari.

Marco Bertorello / AFP via Getty Images

Why is Berkshire's investment a surprise?

First and foremost, Bending Spoons is a tech conglomerate, and Berkshire has eschewed tech for most of its history with a few big exceptions, namely Apple and Alphabet.

That's because Buffett is a bargain hunter who likes to invest with a "margin of safety" in case something goes wrong, and tries to stay within his "circle of competence," only buying into what he deeply understands.

Tech companies have rarely been a good fit for his approach, as they typically have lofty valuations, unpredictable outlooks, and complex products and services.

Indeed, Bending Spoons generated 32 cents in earnings per share last year. Berkshire is paying more than 100 times that per share in the coming private placement.

It's true that Bending Spoons is growing fast, with revenue surging 126% year-on-year to $704 million in the second quarter and adjusted operating income jumping 150% to $381 million. Few, however, would consider the stock a bargain from a fundamental perspective.

Berkshire is also famously a hands-off acquirer, offering founders the opportunity to cash out while continuing to run their businesses as they see fit. In contrast, a core aspect of Bending Spoons' strategy is revamping its acquisitions.

How does the deal make sense?

Berkshire and Bending Spoons have similarities as well as differences.

Both are decentralized conglomerates that buy businesses not to flip them, but to own them for the long term. Berkshire is a web of largely autonomous companies, including GEICO, Duracell, Fruit of the Loom, Pilot Travel Centers, and BNSF Railway. It has long offered a permanent home to the businesses it buys.

Bending Spoons has positioned itself as a forever owner, too, emulating Berkshire's approach of taking the cash generated by a subsidiary like See's Candies and using it to acquire more businesses.

Ferrari said in his recent podcast interview that Bending Spoons has fostered a culture of caring deeply about the company, and doesn't centralize decision-making in part because that "deprives people of that precious sense of ownership."

Buffett famously wrote "An Owner's Manual" for Berkshire shareholders. He's championed that mindset by keeping more than 99% of his net worth in Berkshire stock, and encouraging the company's other executives and directors to have skin in the game too.

Ferrari also said on the podcast that he has a "pathological love of learning" across different domains. That echoes Buffett's boundless curiosity and the late Charlie Munger's insatiable appetite for knowledge. Buffett's longtime business partner studied architecture, physics, history, meteorology, psychology, law, and, of course, investing, among other subjects.

Beyond their similar philosophies, it's worth noting that investing less than $1 billion into Bending Spoons isn't a huge deal for Berkshire. It has a $1.1 trillion market capitalization, had a $365 billion cash pile at the end of June, and its biggest stock position was worth about $66 billion at that time.

What's the takeaway?

The Bending Spoons deal could mark an evolution in Berkshire's investing style following Buffett's departure as CEO and chairman.

Berkshire hasn't commented on the purchase or on whether Buffett was involved. Its relatively small size could mean his remaining investment manager, Ted Weschler, was behind it.

Or it might be new CEO Greg Abel, who piled an additional $10 billion into Alphabet in a private placement this summer after consulting with Buffett.

Whoever was responsible, and whatever their reasons for investing, this will be an intriguing wager to watch for Berkshire followers.

Read the original article on Business Insider

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He retired after he got notified of student-loan forgiveness. Then his payments came back.

Photo collage featuring  Donald Knierim and Private Student Loan elements.
Donald Knierim is fighting to get his Public Service Loan Forgiveness restored.

Vanessa Valadez for BI

Donald Knierim planned his retirement around student-loan forgiveness.

He spent most of his career designing financial data systems for major companies. At the age of 60, he took a pay cut and moved to the public sector, working for Metra, Chicago's commuter railway. His primary draw to the job was lower stress, and an added bonus was that it qualified for the Public Service Loan Forgiveness program, which erases student debt for government and nonprofit workers after 10 years.

Knierim had a $62,000 balance remaining on the student loans he took out to send his kids to college. If all went according to plan, a decade at Metra would wipe that clean.

In November 2025, the now-71-year-old logged on to his Federal Student Aid dashboard. It read "Congratulations! You've satisfied your obligation, and no additional payments are required for this loan." That tracked — Knierim said he had never missed a payment, always verifying that his payments were counting toward his forgiveness progress. So he put in his notice and retired.

Donald Knierim
Knierim retired after thinking his student-loan payments were done.

Vanessa Valadez for BI

Months later, he received an update: 15 payments that had previously counted toward forgiveness were changed to "non-qualifying." The notice said his payments were below the amount required under his income-driven repayment plan, but did not specify the proper amount. That means he has at least another year and a half of payments — about $470 monthly — to achieve PSLF.

"If I have to restore that payment, it's going to put my wife and me in a bad situation," Knierim said. "We're too tight in retirement to be shelling out money for stuff that we can't afford."

Since 2023, Business Insider has heard from student-loan borrowers whose loan forgiveness was rescinded. Over the past few months, issues with PSLF have become more widespread, with borrowers reporting challenges in receiving accurate payment counts. Some had their payments toward forgiveness removed after the Department of Education said it was correcting accounts following Biden-era coding errors.

An Education Department spokesperson said that the agency "remains committed to ensuring that every qualifying payment is properly credited to a borrower's account."

Donald Knierim
For years, Knierim said he made sure his payments were counting toward his forgiveness progress.

Vanessa Valadez for BI

Knierim said that even if he could land a new public service job, he wouldn't be able to take it. Caring for his wife, who is facing serious health issues, is a full-time job. He has reached out to his servicer and filed multiple complaints with Federal Student Aid, requesting his payments to be returned to a qualifying status. Meanwhile, he has not made the new payments his servicer said were due, which has lowered his credit score by more than 200 points. He recently received a notice that his account is delinquent and at risk of default, putting him at risk of seizure of federal benefits, like the Social Security he relies on to stay afloat.

Now, he's asking for the initial communication he received from his student-loan servicer to be honored.

"I thought I was done, they gave me that notification that I was done, and then they clawed it back," Knierim said. "I didn't know where that came from, or what to do."

An error-riddled student-loan forgiveness program

There are a few reasons a borrower might get their PSLF notices rescinded. An internal Education Department memo from 2023, reviewed by Business Insider, said that servicer MOHELA erroneously discharged loans for 64 student-loan borrowers "due to inadequate staff training." The memo recommended that MOHELA send notices to affected borrowers explaining what had happened.

In 2023, one borrower received a notice that his loans had been discharged under PSLF. Nine months later, he received a notice that the forgiveness was a mistake, and his payments were restarted. Between those two notices, the borrower said he had bought a home and paid for his son's preschool. The reversal required him to reconfigure his family's budget.

Donald Knierim
Some student-loan borrowers have seen their PSLF payments rescinded, which the Trump administration attributed to Biden-era errors.

Vanessa Valadez for BI

More recently, the Trump administration removed some PSLF borrowers' qualifying payments, with the Education Department citing Biden-era code errors that "resulted in inaccurate payment counts for some borrowers."

Bonnie Latrielle, an official in the Education Department's Federal Student Aid office under former President Joe Biden, said PSLF errors often arise during communication between the Education Department and servicers; servicers report qualifying PSLF payments to the department, and the department matches that information with a borrower's employment records to determine if the borrower is PSLF eligible.

"Those are all things that are outside of the borrower's control," Latrielle said.

Knierim said his servicer told him that some of the payments he made toward the Temporary Expanded PSLF program — a Biden-era program that allowed payments previously deemed ineligible to count toward forgiveness — did not qualify because they were below the required amount. He said he did not receive any further explanation as to why his payment amounts did not qualify, despite following his servicer's guidance on reaching forgiveness.

"I have a flawless payment history," Knierim said. "I have never missed a payment, and I paid what they told me to pay."

From relief to repayment

The Education Department has a "stated policy of holding borrowers harmless," Latrielle said, and borrowers have the right to submit complaints to the department's ombudsman if they have been harmed by their servicer.

However, amid staffing cuts in the department as part of the Trump administration's plan to dismantle the agency, it has stopped monitoring servicer performance and routine borrower complaints. Latrielle said a growing number of states have student-loan ombudsmen and a borrower bill of rights, offering resources and protections for borrowers within the state. Borrowers can also file lawsuits against their servicer if it violates state law, Latreille said.

Knierim, with the help of his daughter, an attorney, sent a letter to his servicer offering to pay the shortfall in his monthly payments. He said the letter was never acknowledged. He does not want to resume payments or switch repayment plans if doing so could further complicate his progress toward forgiveness. Still, his account is also inching toward default, and finding a resolution is becoming more urgent.

Donald Knierim
Knierim is hoping that his forgiveness denial will be reconsidered so he can continue retirement without a student-loan payment burden.

Vanessa Valadez for BI

In September, eight state student-loan ombudsman offices, including those from Massachusetts, California, and Illinois, where Knierim lives, sent a letter to the Education Department and congressional leaders calling for stronger oversight of PSLF. They cited an example of a public service worker who had more than the required number of payments for forgiveness, but his progress tracker was reset to zero.

"Borrowers have received no clear explanations for individual reductions, making it difficult to verify the accuracy of the new totals, even though these retroactive adjustments can delay forgiveness by years," the letter said.

Knierim is still searching for clarity on where his student-loan forgiveness stands. He said he recently spoke with a Federal Student Aid representative who told him that a "reconsideration request" for the payment denial is in progress. That process could take up to two months, Knierim said he was told, and in the meantime, he's seeking to put his loans on forbearance until he gets a final answer.

"I kept getting different answers," Knierim said. "I can't go back and work. I have no recourse here."

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Vianense elimina Leixões na Taça (e jogo acaba com pancadaria nas bancadas)

O Vianense, da Liga 3, surpreendeu e eliminou o Leixões, da II Liga, por 1-0 este sábado, na terceira eliminatória da Taça de Portugal.

O golo da vitória foi marcado por Moisés Conceição (filho de Sérgio Conceição) aos 58 minutos, no Estádio Dr. José de Matos, em Viana do Castelo. Lourenço, dos visitantes, foi expulso aos 84 minutos.

Logo após o apito final, verificaram-se cenas de violência. Vários jogadores envolveram-se numa confusão com elementos presentes nas bancadas, sendo necessária a intervenção da polícia para acalmar os ânimos.

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