Daniela Pimenta detida na Tailândia. Saiba como estão os 4 filhos


Em menos de uma vida, cerca de seis décadas e meia, as ondas de calor evoluíram de episódios esporádicos e isolados para eventos climáticos massivos e interligados, capazes de cobrir vastas áreas do planeta por meses ou até anos consecutivos.
A maior onda de calor da década de 1960 atingiu cerca de 6% do planeta enquanto se deslocava, durante 46 dias, sobre o Oceano Atlântico, partes da América Latina e da África Ocidental.
A maior onda de calor desta década percorreu quase 85% do globo ao longo de seus 367 dias de duração, alcançando as latitudes polares e afetando praticamente todos os seres humanos na Terra.
Continuar chamando fenômenos tão abrangentes de “ondas de calor” seria como chamar uma monção de chuva passageira. Para compreender a nova realidade dessas imensas extensões de calor, a Reuters consultou duas dezenas de meteorologistas e pesquisadores do clima e analisou as temperaturas de cada hora de cada dia desde 1960 em mais de um milhão de células de uma grade que cobre todo o planeta. A partir desses resultados, foi desenvolvido um novo conceito: a “tempestade de calor”.
Em termos simples, tempestades de calor são ondas de calor de proporções gigantescas. A Reuters utiliza um critério conservador para definir uma onda de calor comum: cinco ou mais dias consecutivos de temperaturas anormalmente elevadas. Em seguida, classificamos as maiores ondas de calor — aquelas que, em seu auge, cobrem pelo menos 1% do globo, uma área equivalente a aproximadamente metade do Canadá — como tempestades de calor.
Ao aplicar essa definição, a Reuters identificou uma transformação surpreendente. As tempestades de calor eram raras na década de 1960, quando havia, em média, cerca de cinco eventos ativos por ano. Nesta década, elas se espalharam pelo planeta, com uma média de aproximadamente 102 por ano.
Uma delas provocou o calor mortal registrado neste verão europeu, estabelecendo as maiores temperaturas de junho já registradas em Bordeaux, Budapeste e Bilbao. Nesta última cidade, os termômetros chegaram a 42,7°C. Ao castigar a Europa durante a maior parte de junho e julho, a tempestade de calor deformou trilhos de aço de ferrovias, provocou o que governos europeus estimaram serem mais de 10 mil mortes adicionais em uma única semana e levou cuidadores de zoológicos belgas a refrescar seus tigres oferecendo carne crua envolta em gelo.
A maior tempestade de calor já registrada — aquela que durou 367 dias, entre 2023 e 2024, e atingiu quase 85% do globo — elevou as temperaturas em partes das Filipinas a até 38 °C, tornando insuportáveis as condições para estudantes nas escolas do país, em sua maioria sem ar-condicionado. Em Manila, o professor de matemática Joel Arrojado recordou o caso de um aluno que estava com o rosto voltado para a carteira, chorando. Quando Arrojado convenceu o menino a levantar a cabeça, viu que seu rosto e peito estavam cobertos de sangue. Segundo o professor, a criança havia sofrido um sangramento nasal espontâneo, um problema comum em condições de calor extremo. À medida que o sangue continuava a escorrer pelas narinas, recordou Arrojado, o menino implorou que ele ligasse para sua mãe.
Enquanto a mesma tempestade de calor envolvia o sul da Louisiana por meses, ela agravou uma seca histórica. O estado foi consumido pelas chamas e sofreu o que o governador chamou de “o pior incêndio florestal que vimos desde pelo menos a Segunda Guerra Mundial”, além de quase 600 outros incêndios registrados somente em agosto. Dois meses depois, a fumaça de um incêndio em uma área pantanosa, que ainda ardia, transformou-se em uma “superneblina” tão densa que provocou um engavetamento em uma rodovia envolvendo pelo menos 158 carros e matou sete pessoas.
A mesma tempestade de calor também contribuiu para intensificar um ciclone no Mediterrâneo em 2023, que provocou chuvas torrenciais na Líbia. Durante a madrugada, duas barragens se romperam perto da cidade costeira de Derna, arrastando bairros inteiros. Uma semana depois, de joelhos e apoiada nas mãos, Sabreen Blil cavava com as próprias mãos os escombros da casa de seu irmão, na esperança de encontrar os mortos. Enquanto chorava, recitava os nomes deles. “Taym, Yazan, Luqman, Salmah, Tumador, Hakim e a esposa dele. Meu Deus. Minha família, onde vocês estão?”, lamentava. “Ó Deus. Nem que seja apenas um — meu Deus — deixe-me encontrar pelo menos um corpo.”
Durante a peregrinação anual do Hajj, na Arábia Saudita, a tempestade de calor elevou a temperatura na Grande Mesquita de Meca a 51,8 °C, provocando a morte de mais de 1.300 peregrinos. Corpos ficaram espalhados pelas ruas. Enquanto isso, o maior incêndio já registrado na Europa se alastrava pela Grécia durante o mesmo período da tempestade de calor. As chamas mataram migrantes que atravessavam a densa floresta de Dadia. Seus corpos permaneceram na mata por dias; até mesmo os abutres que poderiam ter se alimentado deles haviam fugido do fogo.
Todas essas catástrofes, ocorridas em lugares distantes e aparentemente sem relação entre si, tinham uma conexão em comum: uma única tempestade de calor.

As tempestades de calor provocam “uma grande ruptura na civilização global”, afirmou James Renwick, professor de geografia física da Universidade Victoria de Wellington, na Nova Zelândia. “O calor é o maior responsável pelas mortes decorrentes das mudanças climáticas”, disse ele, observando que pode levar à “fome, à escassez de alimentos, à morte e a conflitos por recursos”.
As tempestades de calor representam uma nova maneira de compreender como o clima da Terra está mudando à medida que a humanidade lança gases de efeito estufa na atmosfera.
A constatação dos climatologistas de que a temperatura média global em 2025 ficou 1,47 °C acima do nível pré-industrial é útil para cientistas e formuladores de políticas públicas, mas, para muitas pessoas, esse dado é tão abstrato que não tem significado prático. O que as pessoas entendem são as ondas de calor — em espanhol, ola de calor; em árabe, mawjat hararia; em mandarim, rè làng.
Ainda assim, não existe uma definição universal de onda de calor. As autoridades, por exemplo, divergem quanto à duração: o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos define uma onda de calor como um período de clima “anormalmente quente e desconfortável”, que normalmente dura “dois ou mais dias”, enquanto os órgãos meteorológicos da Austrália, França, Espanha e Reino Unido estabelecem um limite de três dias. Alguns desses países também adotam critérios diferentes para determinar quais temperaturas caracterizam uma onda de calor.
Além disso, o que seria considerado uma onda de calor em Anchorage, no Alasca, não seria classificado da mesma forma na Cidade do Kuwait. O clima desses lugares é muito diferente, e uma onda de calor corresponde a um período de temperaturas elevadas incomum para determinada região.



Essas definições divergentes tornavam praticamente impossível avaliar se as ondas de calor se tornaram mais frequentes no mundo em comparação com o passado. O sistema desenvolvido pela Reuters, no entanto, oferece a precisão necessária para fazer essa análise.
Começamos determinando a faixa histórica de temperaturas para cada dia do ano, entre 1961 e 1990, em cada uma das 1,04 milhão de células de uma grade que cobre o planeta. Os dados de temperatura são provenientes do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo, e nossa metodologia detalhada está disponível aqui. Uma onda de calor ocorre quando a temperatura máxima diária de qualquer local atinge pelo menos o percentil 90 de sua faixa histórica — ou seja, fica entre os 10% de temperaturas mais altas — durante cinco dias consecutivos.
Assim, uma onda de calor em julho em Istambul corresponde a cinco ou mais dias consecutivos com temperaturas de pelo menos 25,6 °C, enquanto, em Phoenix, no Arizona, é necessário atingir 40,3 °C.
As tempestades de calor representam uma nova maneira de compreender como o clima da Terra está mudando.
Na definição da Reuters, uma onda de calor pode ocorrer em qualquer estação do ano. Portanto, em Istambul, uma onda de calor em janeiro corresponderia a cinco dias consecutivos com temperaturas de pelo menos 11,2 °C. Em Phoenix, o limite seria de 20,8 °C.
Para medir a extensão geográfica das ondas de calor, mapeamos células vizinhas que registram ondas de calor e formam uma área contínua. Como as ondas de calor muito extensas exercem um efeito de expansão sobre o aumento das temperaturas do planeta, a Reuters criou uma definição adicional: se, em algum momento, uma onda de calor cobrir 1% do planeta, ela será classificada como uma tempestade de calor e receberá um nome, assim como ocorre com tempestades tropicais e furacões.
Dar nomes a esses eventos é “uma maneira poderosa de fazer as pessoas entenderem que algo está acontecendo”, disse à Reuters Anthony Leiserowitz, diretor do Programa de Comunicação sobre Mudanças Climáticas da Universidade Yale. No entanto, “atualmente não fazemos isso com as ondas de calor”, afirmou, embora se estime que o calor provoque quase meio milhão de mortes por ano. Definir e nomear as tempestades de calor é uma inovação importante, acrescentou, e pode ajudar as pessoas a acompanhar seus impactos e consequências.
À medida que se multiplicaram ao longo das décadas, as tempestades de calor e as ondas de calor comuns não provocaram apenas catástrofes isoladas. Elas também contribuíram para efeitos sistêmicos e duradouros.
Esses fenômenos agravam as secas e intensificam os incêndios — do Chile à Europa, os maiores incêndios já registrados ocorreram durante tempestades de calor. Além disso, estudos constataram que mulheres expostas a esses eventos durante a gravidez têm maior probabilidade de sofrer consequências que vão desde a morte fetal até a pré-eclâmpsia, uma das principais causas de morte entre mulheres grávidas e no período pós-parto.
O aumento das temperaturas também pode trazer benefícios, ao menos para algumas regiões. Atualmente, a Sibéria produz quase tanto trigo quanto a região tradicionalmente conhecida como celeiro da Rússia, próxima ao Mar Negro. Isso ocorre, em parte, porque o aumento das tempestades de calor e das ondas de calor ajudou a tornar as latitudes mais setentrionais, no extremo norte, adequadas à agricultura. Ao mesmo tempo, esses fenômenos contribuem para as secas na região do Mar Negro, reduzindo a produção agrícola ali.
Dezenas de milhares de ondas de calor comuns surgem e desaparecem todos os anos. Assim como as tempestades de calor, elas também se tornaram mais numerosas, mais do que dobrando entre a década de 1960 e esta década. A grande maioria, porém, é pequena e sequer chega a cobrir 0,01% do planeta — uma área equivalente a um quadrado que poderia ser atravessado de carro em menos de duas horas e meia. Apenas uma fração minúscula das ondas de calor cresce o suficiente para se transformar em tempestades de calor, que atualmente somam cerca de 102 por ano.
Ainda assim, as tempestades de calor agora respondem pela maior parte dos dias excepcionalmente quentes da Terra, ou seja, aqueles que estão entre os 10% mais quentes da faixa histórica. Na década de 1960, as tempestades de calor representavam, em média, 3% desses dias em qualquer ponto do planeta. O restante correspondia a ondas de calor comuns e a períodos curtos de calor que não duravam o suficiente para serem classificados como ondas de calor.
Nesta década, as tempestades de calor passaram a representar quase 43% desses dias.
À medida que as emissões de gases de efeito estufa aumentaram, também cresceram as tempestades de calor e as ondas de calor comuns. Da década de 1960 até esta década, a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera aumentou mais de 30%. Nesse período, a proporção média do planeta que provavelmente fica coberta por tempestades de calor e ondas de calor aumentou mais de 12 vezes. O El Niño — fenômeno periódico caracterizado por águas excepcionalmente quentes no Oceano Pacífico, que influencia os principais padrões climáticos — atuou como um acelerador, intensificando as tempestades de calor e as ondas de calor.
A Reuters também examinou o fenômeno oposto às ondas e tempestades de calor: as ondas e tempestades de frio. Elas diminuíram. Da década de 1960 até esta década, a área total atingida por uma onda ou tempestade de frio em um dia médio de inverno encolheu quase 80%.
Apesar de sua dimensão gigantesca, o fenômeno das tempestades de calor permaneceu praticamente invisível para o público. Até as últimas décadas, esses eventos eram mais raros e menores, o que tornava mais fácil ignorá-los.
Mas talvez tão importante quanto isso seja o fato de que eles não haviam sido definidos e nomeados de maneira precisa, como acontece com tufões e furacões. Sim, moradores de Montreal, Perth e Hong Kong sabiam que enfrentavam uma sequência de dias escaldantes, mas não sabiam que todos estavam vivenciando uma única e mesma tempestade de calor.
Como parte desta série sobre as tempestades de calor e seus efeitos, a Reuters incorporou um rastreador on-line de tempestades de calor à sua cobertura meteorológica habitual. Com essa ferramenta, as pessoas podem enxergar o que antes passava despercebido e, com esse conhecimento, contabilizar os impactos das tempestades de calor enquanto elas avançam por diferentes regiões.
A rápida evolução dos fenômenos de calor não apenas tornou cada tempestade individual maior. Agora, em contraste marcante com o que ocorria até mesmo há 20 anos, grandes tempestades de calor frequentemente se encontram, se fundem e se separam umas das outras. Tornaram-se comuns as tempestades que ocorrem em sequência, simultaneamente ou das duas formas — fenômeno que chamamos de cascatas de tempestades de calor.
A duração dessas cascatas aumentou de uma média de aproximadamente dois meses, na década de 1960, para nove meses no início dos anos 2000. Então, em 6 de julho de 2008, uma cascata começou — e não parou mais. Por mais de 18 anos consecutivos, ao longo de 6.681 dias, pelo menos uma tempestade de calor tem assolado o planeta, e frequentemente mais de uma ao mesmo tempo.
Muitas dessas tempestades foram colossais. No período de quase meio século entre 1960 e o início da atual cascata de 18 anos, apenas cinco tempestades de calor haviam atingido, em seu auge, uma área superior a um décimo do planeta, equivalente à área combinada da Europa e da Ásia. A cascata em andamento já incluiu 56 dessas megatempestades de calor.
A maior delas foi batizada de Tempestade de Calor Vera: a tempestade que matou peregrinos durante o Hajj, intensificou os incêndios florestais na Louisiana e atingiu quase 85% do planeta ao longo de seus 367 dias de duração.
Umidificador ou purificador? Qual usar com tempo seco e onda de calor


© RAJAT GUPTA/EPA
VTM
É precisamente por isso que o rastreio é tão importante: procura alterações numa fase em que ainda não há sintomas, quando as opções de tratamento são, em geral, mais simples e eficazes.
Em Portugal, o cancro da mama é o tumor maligno mais frequente nas mulheres. Todos os anos são diagnosticados cerca de 9.000 novos casos e mais de 2.000 mulheres morrem da doença. Estes números lembram-nos que não basta confiar na ausência de sintomas.
Desde 2025, o programa organizado de rastreio do Serviço Nacional de Saúde abrange mulheres sem sinais ou sintomas, entre os 45 e os 74 anos, através de mamografia realizada de dois em dois anos. Entre 1990 e 2024, foram feitas mais de seis milhões de mamografias no âmbito do programa, tendo sido identificadas cerca de 36.000 mulheres com alterações suspeitas, encaminhadas para avaliação médica.
Uma imagem suspeita não significa necessariamente cancro. Significa que é preciso esclarecer o achado com outros exames ou, quando indicado, uma biópsia. O objetivo é não deixar passar uma doença potencialmente curável numa fase inicial. O diagnóstico precoce pode permitir tratamentos menos agressivos, cirurgias mais conservadoras e maior probabilidade de cura.
O rastreio destina-se a mulheres sem sintomas. Um nódulo novo, retração da pele ou do mamilo, alteração persistente do contorno da mama ou saída de sangue pelo mamilo deve motivar observação médica, sem esperar pela próxima convocatória.
Há ainda situações que exigem um plano individual: história familiar importante, mutações como BRCA1 ou BRCA2, radioterapia prévia no tórax ou mamas densas. Nestes casos, a idade de início e os exames adequados podem ser diferentes. A densidade mamária pode dificultar a deteção de algumas lesões e deve ser discutida com o médico.
A prevenção começa também no quotidiano: manter um peso saudável, praticar atividade física, moderar o consumo de álcool e não fumar. Estas medidas não eliminam o risco, mas ajudam a reduzi-lo.
Participar no rastreio é um gesto simples de cuidado individual e coletivo. Uma mamografia pode não mudar o dia de hoje – mas pode mudar decisivamente o futuro.
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Un estudiante de 23 años, con una máscara antigás, conversa con otros activistas a apenas un metro de los antidisturbios ante el Ministerio de Educación. El edificio aún tiene los cristales de las ventanas rotos tras nueve días de protestas violentas. Es miércoles y la ciudad parece un campo de batalla donde se ha acordado una pequeña tregua entre las partes. Muchos comercios céntricos tienen el cierre metálico echado con un pequeño cartel que dice: “No nos hagáis destrozos. Estamos con vosotros”. Los antidisturbios se han empleado a fondo durante una semana y media para contener las protestas de jóvenes que reclaman la dimisión del primer ministro, Edi Rama, tras cuatro mandatos y 12 años en el cargo.

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A doença afeta a visão e dificulta até o reconhecimento de rostos. A atriz britânica contou que, por vezes, se aproxima de pessoas que não conhece e chega a quase abraçá-las antes de perceber que se enganou.



Durante su lanzamiento, Cyberpunk 2077 no gustó nada a los jugadores; el juego tenía muchos problemas que empañaban la experiencia de juego y fue duramente criticado por ello. Ahora, después de recibir muchas actualizaciones y cariño por parte de CD Projekt RED, para muchos se ha convertido en un juego indispensable que no te puedes perder. Después de que sus creadores afirmaran que no habría más actualizaciones grandes, el juego acaba de recibir una muy interesante.
La versión 2.5 de Cyberpunk 2077 se lanza durante el día de hoy, 22 de octubre, para PC y consolas; posteriormente, también llegará la versión para Nintendo Switch 2. Esta nueva actualización añade una nueva misión secundaria de Edgerunners 2, el anime de la franquicia, objetos, emisoras de radio y personalización de ciberimplantes, además de misiones secundarias adicionales en Night City, compatibilidad oficial con mods o la posibilidad de usar dos armas a la vez. Lógicamente, esto no es todo y todavía te esperan muchas más cosas que no te puedes perder. Además, también hay corrección de errores que mejorarán tu experiencia de juego.
Desata toda tu potencia de fuego con Dual Wielding, un nuevo estilo de juego que duplica tu poder de fuego con ventajas exclusivas. Personaliza tus implantes cibernéticos en glamdocs, descubre mods creados por la comunidad con soporte multiplataforma, realiza recorridos nocturnos por la ciudad y mucho, mucho más por descubrir.Comunicado de CD Projekt RED
The Edgerunners 2 Update (2.5) releases on PC, Mac (Steam, GOG, Epic Games Store), PlayStation 5, and Xbox Series X|S on October 22nd, with players on Nintendo Switch 2 and Mac (Apple App Store version) receiving it in the coming days.
— Cyberpunk 2077 (@CyberpunkGame) October 21, 2026
Según las últimas noticias de la industria, Paramount Pictures está trabajando en una película de acción real ambientada en el universo de Cyberpunk 2077. La adaptación cinematográfica está en desarrollo, con Lorenzo di Bonaventura, encargado de cintas como Transformers o Megalodón, como productor junto a la propia CD Projekt RED. Lamentablemente, por el momento no hay más detalles confirmados.
Veremos cómo termina todo, pero el auge de las adaptaciones de videojuegos a series y películas es algo que se veía venir, puesto que las producciones están teniendo un gran éxito entre el público. Veremos cómo termina Cyberpunk 2077, pero de salir al mercado casi acabado, ha pasado a conquistar a todo el mundo gracias al increíble trabajo de la desarrolladora.


© CD Projekt RED
Ao da o "bom dia ao mundo" logo pela manhã do seu aniversário, Isabel Figueira não só assinalou a chegada aos 46 anos de vida na sua página de Instagram, como também partilhou uma reflexão com os seguidores.
"E que viagem bonita tem sido esta… Hoje acordei a pensar naquela menina que fui. Nos sonhos que tinha, nos medos que sentia e em tudo aquilo que ainda não sabia que a vida lhe ia trazer", começou por dizer junto de uma fotografia que junta uma imagem recente com uma em que recua ao passado.
"Se pudesse voltar atrás, abraçava-a com força e dizia-lhe: Conseguimos! Nem tudo foi fácil. Houve lágrimas, desilusões, recomeços e caminhos que nunca imaginei percorrer. Mas também houve tanto amor, tantas gargalhadas, tantas conquistas e, acima de tudo, dois filhos maravilhosos que são o melhor da minha vida", refletiu.
"Aos 46, continuo a ser aquela menina sonhadora. Talvez um bocadinho mais forte, mais consciente do meu valor e muito mais apaixonada pela vida. Ainda tenho tanto para viver, tanto para descobrir, tanto para amar e tantos sonhos por realizar! E se aquela menina me perguntasse hoje: «Achas que nos saímos bem?» Eu sorria e respondia: «Saímo-nos tão bem, meu amor. E o melhor ainda está para vir»", escreveu depois.
"Obrigada, vida. Pelas lições, pelas pessoas, pelo amor e por nunca me deixares perder a vontade de sonhar. Olá, 46! Sê gentil, mágico e inesquecível", completou.
De recordar que Isabel Figueira é mãe de Rodrigo Peixoto, que nasceu em setembro de 2006, fruto da relação com César Peixoto, e de Francisco, nascido em 2013 e que resultou da relação com João Sotto Mayor.
Leia Também: "Celebro-te a ti". Isabel Figueira emociona-se no aniversário do filho

Cláudio Ramos recordou um dos seus momentos mais icónicos em televisão. Uma discussão em direto no programa "Passadeira Vermelha", da SIC e SIC Caras, por causa do ar condicionado.
O apresentador era na época comentador do formato e perdeu a paciência por estar doente e não se sentir respeitado, uma vez que o ar condicionado estava desregulado e a deixá-lo ainda mais debilitado.
Vasco Pereira Coutinho, ator e humorista, recordou este momento icónico ao marcar presença na emissão de terça-feira, 20 de outubro, do programa "Dois às 10". Ao falar do tema, o ator levou Cláudio Ramos a recuar a este dia.
"Eu queria o ar normal, eu estava constipado. O homem era um incompetente e, então, era assim: como ele não queria lá ir trabalhar, o que é que ele fazia, o ar era automático. Então, de repente, estava a 10 graus ou a 50", explicou.
"Estava muito enervado, depois tinha a Liliana Campos a tentar acalmar-me e mais três estarolas e passei-me com o ar condicionado", disse ainda ao lembrar a discussão.
Vasco Pereira Coutinho referiu-se a este momento como "uma cena icónica", que gostava de ver Cláudio Ramos repetir. O ator citou até uma das falas do apresentador:
"Se eu fosse técnico de ar condicionados, era o melhor técnico de ar acondicionados que havia, pronto, acabou-se."
"Mas eu aqui [nos bastidores do "Dois às 10", da TVI] digo a mesma coisa, porque eu não percebo a dificuldade em carregar num botão para se diminuir o ar", respondeu Cláudio Ramos.
Reveja abaixo a icónica discussão de Cláudio Ramos, recordada como um momento icónico da televisão portuguesa:
Cláudio Ramos revelou que conhecia Vanda Figueira, uma professora assassinada pelo marido esta terça-feira. A mulher tinha 50 anos e foi encontrada morta em Barbacena, Elvas.
Notícias ao Minuto | 11:47 - 15/10/2026
Rita Pereira e o namorado, Guillaume Lalung, viveram um fim de semana romântico a dois. O casal deixou os dois filhos, Lonô, de sete anos, e Lowê, de dois anos, ao cuidado de familiares e rumou a Vieira do Minho para dias de descanso e namoro.
A atriz e o DJ francês escolheram um hotel cinco estrelas para esta escapadinha. O hotel Aquafalls, localizado na encosta da Caniçada, deixou o casal rendido.
"Um fim de semana perfeito, com a minha pessoa favorita no mundo, num novo lugar de favorito. ️ Quero voltar…", disse Guillaume Lalung ao mostrar imagens captadas nestes dias a dois.
Uma noite de fim de semana, em outubro, neste local pode variar entre os 270 euros e os 780 euros. Porém, há ainda disponíveis apartamentos que podem chegar aos 1.180 euros por noite. E foi precisamente num desses apartamentos que Rita Pereira ficou instalada, descrevendo o espaço como a "penthouse mais épica de sempre".
"Celebrámos, descansámos, passeámos, rimos muito, bebemos, dançámos. Faz tão bem", disse a atriz, enaltecendo ainda que a escapadinha de apenas três dias "valeu por 10".
Veja na galeria as fotografias que mostram os melhores momentos da escapadinha romântica de Rita Pereira e Guillaume Lalung.
Rita Pereira grava vídeo a falar sobre o facto de o seu dia passar a correr e ter de ir buscar os filhos à escola mais cedo - ao contrário do que acontecia quando era pequena e os seus pais iam buscá-la ao final do dia.
Notícias ao Minuto | 17:07 - 06/10/2026
Zé Lopes esteve num curso cujo projeto final era uma peça de teatro, que levou o apresentador da TVI a cumprir o sonho de se estrear no palco.
Agora que esta experiência chegou ao fim, Zé Lopes fez uma publicação na sua página de Instagram a refletir sobre esta viagem, tendo dado vida ao "Capitão Alberto - um militar italiano, pouco levado a sério - e à avó Fanny - uma mulher surda e muito sedutora".
"Há uns meses, recebi uma mensagem da Kika Salema a indicar-me a Trajetória Primordial e estava longe de imaginar o quanto esta escola mudaria a minha vida. Não sabia que ia encontrar um grupo tão heterogéneo que me permitiria fazer amigos de 15 e outros de 76 anos, unidos pela vontade de dar o melhor de si para que juntos pudéssemos fazer acontecer", começou por explicar.
"À Trajetória Primordial [professora neste curso] devo muito! Com ela aprendi tudo o que sei sobre teatro, mas também sobre amor, partilha e dedicação. Para além das valências enquanto ator, sinto que saio daqui uma pessoa melhor. E não há aplauso, crítica ou reconhecimento artístico que valha mais do que isso", destacou de seguida.
"A palavra mais repetida pela Rita desde a primeira aula foi a que mais me emocionou: generosidade. A generosidade de quem dá o seu tempo, energia e talento. A generosidade de quem ajuda sem precisar de ser chamado, de quem se preocupa com o outro e de quem fica mais um pouco", partilhou depois.
"O teatro trouxe-me muita gente boa. Gente que me ensinou, acolheu, desafiou e surpreendeu. A todos os colegas agradeço a camaradagem, as gargalhadas, a entreajuda e o amor", acrescentou.
"Obrigado também ao público que, sessão após sessão, esgotou a sala para nos ver. Porque o teatro só se completa quando uma emoção atravessa o palco e encontra lugar do outro lado. Agradeço, em particular, aos meus amigos que fizeram questão de estar presentes para me aplaudir e que me acompanham sempre nos momentos mais importantes", continuou, confessando depois os desafios desta aventura.
"Não foi fácil decorar tantas falas, ir aos ensaios e fazer espetáculos todos os dias (alguns deles com sessão dupla) e ao mesmo tempo acordar às 5h45 para fazer o programa da manhã…. Mas consegui. Não falhei", comentou.
"Não sei o que a vida me reserva, mas há uma garantia que tenho: independentemente dos caminhos que venha a percorrer, dos palcos que possa pisar ou dos projetos que o futuro me traga, esta malta não sairá do meu coração. Porque no final as cortinas fecham-se, as luzes apagam-se, o cenário desmonta-se… E aí o palco pode até ficar vazio, mas o meu coração segue cheio", rematou.
Às suas palavras juntou várias imagens que foram captadas ao longo desta temporada no palco. Veja na galeria.
Recentemente, Zé Lopes esteve à conversa com o apresentador do "V+ Fama", Adriano Silva Martins, para falar desta aventura no teatro e afirmou que "ser apresentador é o seu foco, é aquilo que sempre quis fazer, mas se puder criar um caminho complementar não vai inibir-se de o fazer".
Leia Também: Zé Lopes responde aos críticos após perda de 70 kg: "Só eu sei..."

Sulla vertenza legata allo stabilimento Stellantis di Cassino (Piedimonte San Germano) arriva una prima svolta interlocutoria ma ricca di spunti. I vertici del gruppo Stellantis hanno incontrato a Torino i rappresentanti della Giunta laziale. Il confronto si è concentrato sulle prospettive dello stabilimento in una fase definita ancora complessa per l’industria automobilistica e per il futuro produttivo del sito. All’appuntamento tenutosi al Centro Stile hanno preso parte il presidente Francesco Rocca, la vicepresidente Roberta Angelilli, il responsabile europeo del gruppo Emanuele Cappellano e l’amministratore delegato di Maserati e Alfa Romeo, Santo Ficili. Al centro del tavolo sono state poste le criticità operative del sito manifatturiero, segnato nell’ultimo periodo da una forte contrazione dei volumi produttivi e dal ricorso massiccio agli ammortizzatori sociali.
Per conoscere nel dettaglio gli impegni concreti e le nuove allocazioni industriali occorrerà attendere la prima metà di dicembre, finestra temporale scelta dal gruppo per svelare il nuovo piano di rilancio del brand. L’impianto laziale assembla oggi modelli di punta come la Gecale, affiancata dalle vetture Giulia e Stelvio, rendendo il futuro dello stabilimento strettamente connesso alle scelte strategiche previste per la gamma di lusso. Il governatore Francesco Rocca ha definito l’esito dell’interlocuzione decisamente positivo e superiore alle attese della vigilia, confermando l’intenzione di aggiornare a breve le rappresentanze sindacali e sollecitando al contempo un intervento normativo e finanziario urgente da parte dell’Unione Europea.
La cautela resta d’obbligo a causa delle marcate difficoltà che continuano a caratterizzare l’operatività quotidiana della fabbrica. L’autunno ha fatto registrare ulteriori stop alle linee di montaggio dovuti al calo della domanda di mercato, fattore che alimenta le preoccupazioni dei lavoratori sul mantenimento dei livelli occupazionali. Sullo sfondo restano anche le indiscrezioni relative a possibili intese industriali con colossi cinesi del calibro di Jac e Huawei, scenari che potrebbero ridefinire le filiere di montaggio e le competenze operative assegnate al sito italiano nei prossimi anni.
Dal canto suo la dirigenza del gruppo Stellantis ha voluto ribadire la centralità della struttura nell’ambito dell’architettura produttiva continentale. Attraverso le parole del manager Emanuele Cappellano, la società ha confermato l’attenzione verso il polo industriale di Cassino, evidenziando come, pur all’interno di una congiuntura di mercato particolarmente complessa, prosegua il lavoro mirato a rafforzare la competitività dei marchi del gruppo ed a porre le basi per una crescita sostenibile nel lungo termine.
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La rivoluzione alimentare di Roma comincia dal vassoio della mensa. Niente ricette da chef stellati: l’obiettivo è mandare in pensione i cibi ultraprocessati e puntare su ingredienti freschi e stagionali. A ribadirlo è il sindaco Roberto Gualtieri al Forum internazionale dell’Agricoltura e dell’Alimentazione di Coldiretti.
In gioco ci sono 150mila pasti quotidiani e un appalto quadriennale da 766 milioni di euro, quasi 800 milioni in cifra tonda. Un servizio che riguarda nidi e scuole della Capitale e può incidere sulla salute dei bambini e sull’economia agricola del territorio.
Il bando pubblicato a luglio, suddiviso in 15 lotti, uno per municipio, esclude gli alimenti ultraprocessati e favorisce prodotti biologici, stagionali e certificati. Più frutta, verdura e pesce fresco, meno plastica e attenzione al recupero delle eccedenze.
Attenzione, però: non tutto ciò che viene lavorato è necessariamente ultraprocessato. Pane, yogurt e legumi in scatola non sono automaticamente paragonabili alle formulazioni industriali più elaborate. Il vero banco di prova saranno criteri precisi e controlli sulla loro applicazione.
Il dato più significativo è di carattere sociale. Secondo Gualtieri, per il 10% dei bambini romani la mensa offre il pasto più sano della giornata. Dietro quella percentuale ci sono famiglie che devono fare i conti con prezzi, tempi stretti e difficoltà economiche.
La refezione scolastica diventa così anche uno strumento contro le disuguaglianze alimentari. Il Campidoglio vuole rafforzare il legame con agricoltori e mercati di prossimità: filiere più corte, nell’impostazione illustrata dal sindaco, possono contribuire a garantire qualità senza far esplodere i costi.
L’iniziativa rientra nella politica del cibo di Roma Capitale, dal Consiglio del cibo alla valorizzazione dell’agricoltura urbana. Ma il risultato dipenderà dai fornitori, dal funzionamento delle cucine e dai controlli, oltre che dal gradimento dei piccoli commensali. Perché una mensa perfetta sulla carta serve a poco se il pranzo finisce nel secchio. E stavolta, più che nei comunicati, il successo si misurerà in ciò che i bambini mangeranno davvero.
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Otto misure di custodia cautelare in carcere, 51 indagati e un sequestro di beni per oltre 57 milioni di euro: è il bilancio dell’operazione “Ricostruzione” della Guardia di Finanza di Ancona, coordinata dalla Dda, su un sistema illecito in commesse per la ricostruzione privata post-sisma 2016 e appalti banditi da Regione Marche, Erdis Marche e Università di Camerino, per accuse di truffa aggravata, infiltrazioni di criminalità organizzata di stampo mafioso, e corruzione. Oltre 50 perquisizioni nelle province di Ancona, Macerata, Pesaro-Urbino, Fermo, Roma, Caserta, Napoli, Reggio Calabria, Modena, Terni, Chieti, Treviso e Piacenza.
L’operazione denominata “Ricostruzione“, condotta dal Nucleo di polizia economico – finanziaria delle Fiamme Gialle di Ancona, si è articolata in più filoni, tra i quali, uno relativo alla truffa aggravata per il conseguimento di erogazioni pubbliche destinate alla ricostruzione privata nei territori colpiti dagli eventi sismici, i cui lavori sono stati subappaltati anche a soggetti collegati alla criminalità organizzata calabrese e campana e, un altro, concernente condotte di corruzione poste in essere da pubblici ufficiali e imprenditori.
Gli accertamenti, tra esecuzione delle misure cautelari, perquisizioni e acquisizioni di documenti. Hanno impegnato circa 230 militari della Guardia di Finanza. Al momento sono ci sono 51 persone indagate; per otto delle quali è stata emessa dal Giudice per le indagini preliminari del Tribunale di Ancona la misura della custodia cautelare in carcere; disposto l’interrogatorio preventivo per altre cinque e il sequestro per oltre 57 milioni di euro. I dettagli dell’operazione saranno forniti nella conferenza stampa indetta per le 15 presso il Comando Provinciale della Guardia di Finanza sito in Ancona, Lungomare Vanvitelli 26, alla presenza della Procuratrice della Repubblica di Ancona, dottoressa Monica Garulli.
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