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Venezuela. Corina Machado confirmada como líder da oposição

Decisão resulta de um entendimento entre vários partidos da oposição, que pedem a redemocratização do país, através de, entre outras propostas, novas eleições e da libertação dos presos políticos.

© MIGUEL GUTIERREZ/EPA

Acordo surge durante um novo ciclo de negociações entre o Governo e uma parte da oposição.
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Os candelabros da baixela Germain que regressam a Portugal

Parte do conjunto de mais de mil peças encomendado por D. José I ao ourives de Luís XV, as peças foram adquiridas recentemente por colecionadores portugueses, por 3,4 milhões de euros.

Os candelabros foram adquiridos em setembro pelo casal de colecionadores Maria e João Cortez de Lobão
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Festa do Cinema Francês com programação em Faro entre 22 e 30 de outubro

A Festa do Cinema Francês estará em Faro, no auditório do IPDJ, nos dias 22, 23, 29 e 30 de outubro, para celebrar a “riqueza, diversidade e vitalidade” do cinema francófono.

A sessão de abertura decorre no dia 22 de outubro, às 21h30, com o filme A Comédia Francesa (De la Comédie-Française), de Bertrand Usclat e Martin Darondeau, uma das comédias francesas mais populares do ano. O filme leva o público aos bastidores da mais prestigiada instituição teatral francesa, La Comédie-Française.

No dia 29 de outubro, às 21h30, é apresentado Adeus, Mundo Cruel (Adieu monde cruel) de Félix de Givry, um filme que parte do bullying sofrido por Otto, um adolescente de 14 anos.

A Festa do Cinema Francês em Faro termina com O Canto das Florestas (Le chant des forêts), de Vincent Munier, um documentário sobre a relação entre ação humana e natureza, onde três gerações percorrem o mesmo território, numa experiência de observação da natureza.

O programa completo pode ser consultado aqui.

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"A Caça ao Estripador de Lisboa": o que é o teatro imersivo?

O espectáculo estreia-se a 28 de outubro, a partir de um podcast do Observador. Mas como é que a "imersão" é um dos protagonistas? Quais os maiores desafios? E até que ponto se pode tornar tendência?

O “fator imersão” assume um papel preponderante para as cerca de 100 pessoas previstas como lotação máxima a cada sessão da "Caça ao Estripador de Lisboa"
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Carla Madeira e a ambiguidade moral do amor materno

Antes, houve "Tudo é Rio", "A Natureza da Mordida" e "Véspera". Agora é a vez de "Quando": quando uma mãe vive a dúvida de denunciar ou não o filho? E nós bem no epicentro da narrativa.

Carla Madeira, não deixando de fazer da prosa um caudal, escreve sem texto inócuo e consegue deixar o leitor a ziguezaguear enquanto lê
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Roda de Choro apresenta Grupo Tamoio em homenagem a Ernesto Nazareth

Logo Agência Brasil

O novo episódio do Roda de Choro, da Rádio MEC, apresenta o concerto de estreia do Grupo Tamoio em programa dedicado à obra de Ernesto Nazareth. Gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro (RJ), em setembro de 2026, o espetáculo vai ao ar neste domingo (18), às 20h, com reapresentação pela Rádio Nacional na sexta-feira (23), às 22h.

No concerto, o Grupo Tamoio interpreta obras de Ernesto Nazareth com arranjos camerísticos inéditos e exclusivos. A apresentação celebra a trajetória e a influência do compositor, pianista e um dos nomes fundamentais da formação do choro e da música brasileira.

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O conjunto é formado por Maria Teresa Madeira ao piano, Emilia Valôva ao violoncelo, Alexandre Caldi no saxofone e na flauta, Antonio Guerra no acordeon e Nikolay Sapoundjiev ao violino.

O repertório reúne obras como Odeon, Brejeiro, Mesquitinha, Improviso, Turuna, Batuque, Bambino, Escorregando e Turbilhão de Beijos.

O programa também inclui o Choros nº 1, de Heitor Villa-Lobos, dedicado a Nazareth; e Polonaise em si bemol menor, de Frédéric Chopin, compositor admirado pelo músico brasileiro.

O Roda de Choro é uma realização da Rádio MEC, com produção e roteiro de Samantha Ribeiro, operação de áudio de Nielson Soares, sonoplastia de Vinícius Sampaio e Silas Mendes, coordenação de produção de Adriana Ribeiro e gerência da Rádio MEC de Cacá Santiago. A apresentação é de Raquel Ricardo.

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Monchique recebe quatro concertos de 17 de Outubro a 07 de Novembro, com guitarra portuguesa, violoncelo, guitarra clássica e canto lírico, no Festival VilaNova

Junta de Freguesia de Monchique e a Paróquia local promovem os espectáculos, com entrada livre. A direção técnica está a cargo da artista musical Svetlana Bakushina, oriunda da Sibéria e radicada no Algarve.

José Manuel Oliveira

Numa iniciativa da Junta de Freguesia de Monchique, com o apoio da Paróquia, realiza-se de 17 de Outubro a 07 de Novembro, nesta localidade do interior algarvio e sempre a partir das 16h00, o 5º. Festival de Música de Câmara VilaNova, cuja direção técnica está a cargo de Svetlana Bakushina. Oriunda da Sibéria e radicada no Algarve, esta artista musical é uma conhecida pianista, compositora e cineasta.

Três concertos na Igreja Matriz de Monchique, em Outubro, e um, a 07 de Novembro, na sala Manuel Martins da Junta de Freguesia

Os quatro concertos juntam, em dias diferentes, guitarra portuguesa, violoncelo, guitarra clássica e canto lírico. Todos os espetáculos que decorrem durante o mês de Outubro realizam-se na Igreja Matriz de Monchique. A 7 de Novembro será na sala Manuel Martins, na Junta de Freguesia.

Em comunicado enviado aos órgãos de informação, a Junta de Freguesia de Monchique indica que Ricardo Martins dá início ao Festival ao subir ao palco no dia 17 de Outubro, com uma atuação de guitarra portuguesa, enquanto a 24 será a vez de Seibas Gamboa, em violoncelo, e Juan León em guitarra clássica. Já no dia 31, “Michele Tomaz e Denise Yamaoca encerram o mês com canto lírico a duas vozes”, acrescenta a nota de imprensa. Todos os espectáculos que decorrem em Outubro têm lugar na Igreja Matriz de Monchique, com entrada livre.

Este festival teve início há cinco anos com a designação de VilaNova, numa alusão à designação de Monchique, mencionado no alvará de D. José I, de 16 de Janeiro de 1773, aquando da criação do concelho

No último dia do Festival VilaNova, 7 de Novembro, a música sobe a palco aberto, também com início pelas 16h00. “A única condição imposta aos participantes, quer sejam amadores, estudantes ou profissionais é que toquem música de câmara e se inscrevam, por SMS, através do telemóvel 925 130 231”, refere a Junta de Freguesia de Monchique.

Este festival teve início há cinco anos com a designação de VilaNova, numa alusão à designação de Monchique, mencionado no alvará de D. José I, de 16 de Janeiro de 1773, aquando da criação do concelho, esclarece a autarquia serrana.

Presidente da Junta de Freguesia de Monchique, José Gonçalo Duarte: “Festival traz ao Algarve uma oportunidade de usufruir de música de câmara de grande qualidade num espaço com ótimas condições acústicas, que é a nossa Igreja Matriz.”

E “permite uma grande proximidade entre os intérpretes e os ouvintes.” 

“Este festival traz ao Algarve uma oportunidade de usufruir de música de câmara de grande qualidade num espaço com ótimas condições acústicas, que é a nossa Igreja Matriz”, sublinha o presidente da Junta de Freguesia de Monchique, José Gonçalo Duarte.

Por outro lado, lembra que este género musical se desenvolveu na Europa a partir do século XVII, tendo alcançado “o seu auge nos períodos barroco e classicismo.” E “permite uma grande proximidade entre os intérpretes e os ouvintes”, conclui o autarca. 

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Casa Relvas promove produção do azeite alentejano até 15 de dezembro


A Casa Relvas, na Vidigueira, lançou um plano para descobrir o processo de produção do azeite alentejano, do olival até à mesa, através do Programa Especial da Campanha da Azeitona 2026, que decorre até 15 de dezembro. O programa oferece aos visitantes a possibilidade de observar a colheita das azeitonas, comparar diferentes variedades do fruto e acompanhar o processo de extração no lagar. Inclui ainda uma prova técnica de três azeites e dois vinhos produzidos pela Casa Relvas.

“A campanha da azeitona é um momento especial para recebermos quem quer conhecer de perto o nosso trabalho e a nossa ligação ao Alentejo. Do olival ao lagar, queremos mostrar como fazemos os nossos azeites e como o cuidado com a terra e a sustentabilidade fazem parte das decisões que tomamos todos os dias. E, claro, queremos que se sentem à mesa connosco, provem os nossos azeites e vinhos e passem um bom dia no Alentejo“, afirma Alexandre Relvas, CEO da Casa Relvas.

O programa realiza-se de segunda-feira a sábado, entre as 10h30 e as 15h00. O preço é de 45 euros por adulto sem almoço e de 95 euros com almoço. Para crianças dos 7 aos 17 anos, os valores são de 5 euros e 20 euros, respetivamente. Cada participante recebe uma t-shirt, um chapéu e uma garrafa de azeite virgem extra. As reservas devem ser feitas com pelo menos 48 horas de antecedência, para grupos entre duas e 20 pessoas.

Além do programa especial sazonal, o Lagar da Casa Relvas oferece todo o ano três experiências de olivoturismo. Estas incluem:

  1. Visita ao lagar sem prova, com oferta de um azeite e almoço opcional por 15 € por pessoa; crianças dos 7 aos 17 anos pagam 5 €.
  2. Visita ao lagar com prova técnica de azeites acompanhada por dois vinhos e snack, oferta de um azeite e almoço opcional, por 25 € por pessoa; crianças entre 7 e 17 anos pagam 5 €.
  3. Visita ao lagar com prova gastronómica de azeites acompanhada por dois vinhos, oferta de um azeite e almoço opcional, por 45 € por pessoa; crianças pagam 5 €.
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Concerto de Rodrigo Leão na festa dos 109 anos do Teatro Municipal António Pinheiro

O Teatro Municipal António Pinheiro celebra o seu 109.º aniversário no dia 24 de outubro com um programa cultural especial que une música, fotografia e memória coletiva.

O conteúdo Concerto de Rodrigo Leão na festa dos 109 anos do Teatro Municipal António Pinheiro aparece primeiro em Algarve Marafado.

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Colombia: denuncian intervención oficial en Museo Nacional como censura e intento de borrar memoria

Las salas afectadas por el retiro de obras, con el cual el Gobierno de De la Espriella viola la Ley General de Cultura, fueron "Hacer sociedad", "Fuerza, fe y sustancia" y "Memoria y nación". Sectores de la opinión pública en Colombia repudian el acto de censura. Iván Cepeda alertó sobre el negacionismo y el autoritarismo.
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Festival de Cinema valoriza produções de crianças e adolescentes

Logo Agência Brasil

O interesse pelo cinema começou cedo. Por volta dos 5 anos, as brincadeiras do menino já tinham montagem de filmes com histórias de super-heróis. Enquanto ia gostando dessa brincadeira, Miguel Figueiredo Viglio deu o primeiro passo para conhecer mais a arte do cinema e resolveu, aos 7 anos, fazer um curso de stop motion, que é uma animação feita quadro a quadro.

“Aí comecei a fazer os filmes em stop motion com brinquedos que eu tinha e fui me aprimorando”, contou em entrevista à Agência Brasil

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Hoje com 14 anos, o jovem tem certeza de que quer seguir na carreira, embora saiba que é um caminho árduo. “É difícil, mas sei que vou trabalhar com uma coisa que eu gosto e com pessoas que também gostam da mesma coisa".

Miguel Viglio é um dos concorrentes no Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC), que ocorre deste domingo (18) até o dia 24 de outubro, em três espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro: Teatro Municipal Carlos Gomes, Instituto Cervantes e Jardim Botânico. A programação é gratuita.

 Fedtival Internacional Pequeno Cineasta. Foto: : Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)
 Fedtival Internacional Pequeno Cineasta. Foto: : Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)
Circo dos Horrores - Divulgação Festival Internacional Pequeno Cineasta (FIPC)

Em casa, Miguel conta com o incentivo da mãe Chica Amoreira, que orgulhosa lembrou os prêmios que o filho já conquistou em festivais. Entre as premiações, somente com o filme Circo dos Horrores, com o qual vai concorrer nesta edição do FIPC, tem Melhor Filme no festival FECEA no Rio Grande do Sul, em 2025; Troféu Geração no Festival do Rio, no mesmo ano; Melhor filme pelo Júri Popular no festival É Tudo Criança, em Minas Gerais, em 2026.

Fora do Brasil, foi finalista no CineClub Dei Picoli, na Itália, em 2025, no Madeira Curtas Short Film, de Portugal em 2026 e no REC film festival da Alemanha também em 2026.

Daniel Nini, de 16 anos, é mais um concorrente no Festival Internacional Pequeno Cineasta. O interesse pela arte o levou para atuar como ator. Depois do teatro, veio a vontade de fazer cinema porque gostava muito de ver filmes.

“Com 10 anos eu me toquei que poderia estar nos filmes e realizar filmes. Aí comecei a ver muita coisa para pegar bagagem cultural e tentar botar em prática os meus próprios roteiros”, disse à Agência Brasil.

No início, recorreu ao celular, que era o que dispunha na época para realizar o seu filme. “Nessa época eu não tinha câmera, quando eu peguei feito por telefone, pensei que nada ia ser aproveitado, porque o som também não estava com uma qualidade muito boa , mas com a mágica da edição, ainda mais vendo na tela grande, ficou ótimo. Fiquei muito feliz com o resultado”, contou Daniel.

que também é ator e com o tempo conseguiu comprar os equipamentos necessários com o dinheiro que ganhava com as suas atuações.

Júri

Uma outra característica do festival é que as crianças e adolescentes também participam da escolha dos vencedores. O Júri Oficial é formado por jovens das mesmas faixas etárias dos competidores, na faixa etária entre 8 e 17.

A responsabilidade de ter que julgar as produções é grande, afinal pode representar um marco para quem está começando na carreira. Participante do Júri Oficial, Carina Ki considerou uma experiência muito importante.

“Quando eu soube que eram de 13 a 17 pensei que era uma coisa meio experimental porque são crianças fazendo, mas fiquei muito impactada com a criatividade e todas as técnicas que elas usaram. As crianças se esforçaram muito para fazer. Fiquei muito impressionada com o talento delas”, disse.

“Eu tenho o projeto de estudar cinema no futuro, então, foi uma oportunidade muito importante, para mim, ter contato com produções de outros adolescentes”, concluiu.

Para a cineasta, produtora, educadora audiovisual e idealizadora do FIPC, Daniela Gracindo, o diferencial deste festival é que não são adultos falando sobre crianças e adolescentes. São eles que assumem as câmeras para contar as suas histórias.

“Eles ficam se sentindo mais participativos com protagonismo, porque a opinião deles importa. Já muda completamente a postura daquela criança que senta na cadeira sabendo que vai eleger o filme que vai ser premiado. A postura dela na cadeira de cinema é outra”, avaliou Daniela.

11ª edição

O Festival Internacional Pequeno Cineasta chega a 11ª edição com mais atividades e maior interesse de crianças e adolescentes pela arte do cinema. A ideia surgiu quando Daniela produzia uma homenagem ao avô Paulo Gracindo.

Na época, o pai Gracindo Jr., com quem realizava o documentário, tinha uma produtora, onde a cineasta queria dar aulas de cinema e teatro. Foi assim que em 2009 uma turma com equipe infantil de alunos entre 9 e 13 anos inaugurou a Oficina Pequeno Cineasta, que acompanha crianças e jovens em todas as etapas da realização de um filme, indo da ideia e do roteiro à atuação, direção, filmagem e edição.

A partir daí surgiu a primeira edição do festival em 2010 e, que segundo Daniela, ainda era bem mais tímida.

“Cada edição que eu faço é uma potência tão grande de troca de cultura, de conexão, de conseguir se aproximar da criança, porque a gente tem esse espaço qualificado onde elas podem e devem se expressar por meio da sétima arte”, apontou Daniela.

Ao longo dos anos o convívio com as crianças e adolescentes foi aumentando e se fortalecendo por meio de Oficinas Pequeno Cineasta que já foram realizadas no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e até fora do Brasil, como na Guiana Francesa e na Argentina. 

“Por ver todo esse resultado e conseguir abrigar crianças que nunca entraram em uma sala de cinema e ficam estonteadas só com a sala, imagina quando elas veem que uma outra garota ou garoto, como elas, fizeram aquele filme que está na tela. O impacto é muito grande para todos”, disse Daniela.

Produções

Este ano, o festival vai exibir 68 filmes realizados por jovens de 8 a 17 anos. As produções foram selecionadas a partir de 467 inscrições de 41 países e dez estados brasileiros. São ficções, documentários e animações, que conforme a organização, “mostram como essa geração enxerga questões que vão de amizade e preconceito à inteligência artificial, cyberbullying e crise climática”.

Níveis de competição

Além de quatro categorias: Nacional e Internacional Criança para realizadores de 8 a 12 anos; e Nacional e Internacional Jovem para adolescentes de 13 a 17 anos, a competição das obras se dá em três mostras especiais: Oficina Pequeno Cineasta, Filmes Hispânicos e Sustente Sua História, que é dedicada a produções sobre sustentabilidade e meio ambiente.

Variedade

Os temas dos filmes selecionados passam por afetos, perdas, amizade, preconceito, trabalho, inteligência artificial, violência, cyberbullying, crise climática e a relação entre humanidade e natureza.

Os vínculos humanos são abordados em A Night Without You (Malásia), Orpheus & Eurydice (Estados Unidos) e Passagens (Niterói, Rio de Janeiro). Já em The City (Ucrânia) e Paani (Estados Unidos) os cineastas tratam da resiliência diante de guerras, deslocamentos e eventos climáticos extremos.

A crise climática é tema em Axinos (Grécia), Concreto (Contagem, MG) e Yanomamis: Guardiões da Floresta (Brasil), enquanto O Espelho e Segundo Plano, os dois de Porto Alegre, e Por Culpa de la IA (Espanha) exploram a solidão, pressão social, violência e os efeitos da tecnologia.

Intercâmbio

A abertura, no dia 18, às 11h, no Teatro Municipal Carlos Gomes, Centro do Rio, reserva um encontro especial entre cineastas do Brasil e da Guiana Francesa. Na cerimônia, serão exibidos seis curtas realizados em Saint-Georges, por cerca de 80 crianças e jovens, produzidos durante oficinas desenvolvidas entre 2025 e 2026, além de um minidocumentário sobre o processo de criação.

Na segunda-feira (19), haverá no Instituto Cervantes, em Botafogo, das 15h30 às 17h, a Mesa Redondinha. O evento será um encontro de jovens cineastas do Brasil e da Guiana Francesa para assistirem aos filmes produzidos pelos dois grupos. Também terá conversar com o público sobre escolhas narrativas, temas, desafios de realização e as diferentes maneiras de transformar experiências em cinema. 

Ainda na segunda e no dia seguinte, o Instituto Cervantes recebe, das 9h às 13h, o workshop Cinema na Sala de Aula, destinado a professores, educadores e interessados em desenvolver práticas audiovisuais com crianças e jovens. A educadora, realizadora e pesquisadora argentina Irene Blei, é quem vai ministrar a atividade com oito horas de duração.

Irene é inovadora na educação audiovisual, ela criou e dirigiu historicamente a Oficina de Cine El Mate, a primeira escola de cinema infantil e juvenil de Vicente López, na Argentina.

Escolas

As ações do festival atravessam os seus espaços e chegam às escolas e comunidades educativas de todo o país por meio do Pequeno Cineasta na Escola.

As instituições inscritas tem acesso gratuito, durante o período do festival, às mostras competitivas e podem organizar sessões com seus alunos e enviar os votos para o Prêmio do Júri Popular. Para a organização, a iniciativa favorece a formação de plateia e transforma o cinema em ponto de partida para conversas sobre temas contemporâneos dentro da escola.

“É primordial para a infância e a juventude nesse sentido, não de ser um youtuber, um tiktoker, pode ser também, mas a ideia do projeto Pequeno Cineasta é que eles se aprofundem na linguagem e se tornem críticos e saibam o que estão recebendo, fazendo e sejam alfabetizados nessa linguagem”, relatou Daniela.

Ao longo das edições, o festival reuniu produções de 54 países e alcançou mais de 80 mil pessoas, “promovendo autoria, direito à expressão, formação de público e diálogo intercultural”.

O encerramento da programação deste ano será no Instituto Cervantes, das 16h às 18h, quando haverá a premiação dos vencedores e uma homenagem a Gracindo Jr, que morreu no dia 2 de setembro, em casa no Rio, aos 83 anos.

O Festival Internacional Pequeno Cineasta tem apoio institucional da Prefeitura do Rio, por meio das Secretarias Municipais de Cultura e de Educação, do Sistema Nacional de Cultura e do Ministério da Cultura.

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Crisi della partecipazione? Alla Sapienza votano 3 su 4 e i giovani fanno la differenza

In una fase politica in cui alle consultazioni locali capita sempre più spesso che voti meno di un elettore su due, c’è un luogo a Roma dove la partecipazione resta altissima. Alla Sapienza, chiamata a eleggere il rettore del sessennio 2026–2032, al primo turno ha votato l’80,72% degli aventi diritto e al secondo, chiuso lo scorso 16 ottobre, il 75,07%, con l’86,17% tra i docenti e una partecipazione vicina ai due terzi sia tra il personale tecnico, amministrativo e bibliotecario sia tra le rappresentanze studentesche.

Proprio il voto degli studenti, espresso attraverso i loro rappresentanti nelle assemblee di facoltà e negli organi di governo, racconta meglio di altri dati la vitalità di una comunità che non si limita a subire le scelte sull’università. Il regolamento attribuisce alla componente studentesca un peso che può arrivare al 15% del corpo docente e che nella seconda tornata si è tradotto in 368 voti ponderati, una quota in grado di orientare l’esito di una corsa così serrata.

Rispetto al primo turno i candidati sono scesi da cinque a quattro, dopo il ritiro della prorettrice alla Ricerca Maria Sabrina Sarto, e nessuno ha ancora raggiunto la fatidica soglia della maggioranza assoluta. L’ordine d’arrivo non è cambiato, ma il distacco tra i primi due si è più che dimezzato, da 150,5 a 66,8 voti ponderati, con il prorettore uscente Fabio Lucidi salito da 1.175,93 a 1.207,46, pari a un incremento del 2,7%, e il preside di Scienze politiche, sociologia, comunicazione Pierpaolo D’Urso cresciuto da 1.025,38 a 1.140,63, con un aumento dell’11,2%, il più ampio della competizione. Seguono Riccardo Faccini, a 880,78, e Antonio Carcaterra, rimasto sostanzialmente fermo a 746,13.

Scomponendo il voto si vede come D’Urso abbia guadagnato terreno soprattutto tra i docenti, passando da 678 a 781 preferenze a fronte delle 12 in più raccolte da Lucidi, mentre tra gli studenti resta nettamente in testa con il 54% dei voti ponderati. Il margine che separa i due in questa componente, circa 138 voti ponderati, vale più del doppio dell’intero distacco complessivo, e il dato assume un certo rilievo se si considera che i rapporti con la comunità studentesca rientrano tra le deleghe affidate a Lucidi nella governance uscente.

D’Urso legge il risultato in chiave di cambiamento e sostiene che «il 70% dell’elettorato ha scelto una candidatura di discontinuità con l’amministrazione uscente», affermazione che i numeri non smentiscono, visto che al prorettore è andato il 29,7% dei voti ponderati espressi. Da qui l’appello al «dialogo tra le forze che propongono il cambiamento» e la disponibilità «a raccogliere e coordinare il contributo di tutti coloro che vogliono una nuova pagina per Sapienza», con un’attenzione alle «componenti oggi meno rappresentate, da studentesse e studenti, al personale TAB, ai ricercatori e ai professori associati».

Dal 20 al 23 ottobre si torna a votare e servirà ancora la maggioranza assoluta dei voti, pesati e non pesati, una soglia che appare lontana per chiunque e che rende probabile il ballottaggio tra i due più votati, in programma dal 27 al 30 ottobre. Molto dipenderà dagli elettori di Faccini e di Carcaterra, ma se la tendenza emersa tra primo e secondo turno dovesse confermarsi il sorpasso sarebbe a portata di mano. Comunque vada, la Sapienza consegna l’immagine di un’istituzione in cui la competizione democratica è ancora capace di mobilitare e in cui i più giovani riescono a far valere la propria voce.

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