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Morreu antigo deputado do PCP/Madeira Leonel Nunes

Partido destaca "capacidade de militância político-sindical" e lembra caso judicial em torno do seu despedimento do Hotel Reid's, "uma referência na história do sindicalismo e do direito laboral".

© Rui Silva / ASpress / Global Imagens

Partido destaca "capacidade de militância político-sindical em favor da edificação de uma sociedade mais justa".
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Espanha. Tempestade causa um morto na Catalunha

Mulher foi encontrada morta na praia após ter caído no sábado num curso de água, em Cabrera del Mar. Vários voos a partir de Ibiza foram cancelados, enquanto Valência está sob alerta vermelho.

© A.Carrasco Ragel/EPA

Tempestade causou centenas de incidentes, casas e estradas inundadas, quedas de árvores e danos materiais.
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Venezuela. Corina Machado confirmada como líder da oposição

Decisão resulta de um entendimento entre vários partidos da oposição, que pedem a redemocratização do país, através de, entre outras propostas, novas eleições e da libertação dos presos políticos.

© MIGUEL GUTIERREZ/EPA

Acordo surge durante um novo ciclo de negociações entre o Governo e uma parte da oposição.
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Four Civilians Detained as Israeli Forces Escalate Raids Into Southwest Syria

Israeli military ground raids into southwest Syria continued to happen in growing numbers this weekend, with troops raiding multiple towns and villages in Daraa and Quneitra Governorates. At least four Syrian civilians were reported captured over the course of the weekend’s operations. One was reported captured Saturday during the operations around al-Razaniyah, in northern Quneitra, […]
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19h. Ventura propõe pacote de emergência para habitação

Em reação às manifestações, André Ventura propõe medidas para a habitação, incluindo deduções fiscais e revisão do IMI. Ainda, José Luís Carneiro pede ao Governo que recupere propostas do PS de 2023.

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SC Vila Real vence e é líder isolado

VTM

Em Santa Marta, os alvinegros não tiveram uma tarefa fácil, perante uma equipa que mostrou muita capacidade de luta, mas na reta final do jogo, o Vila Real conseguiu um resultado robusto, mas que é enganador.

Ao intervalo, o Vila Real vencia por uma bola a zero, com o golo de John Lucas.

Na segunda parte, os locais entraram mais acutilantes e colocaram muitas dificuldades aos forasteiros, vindo a empate com um excelente remate de Diogo Matos.

Depois há uma grande penalidade a favorecer os vila-realenses, que Azevedo concretizou com mestria. Depois, o Santa Marta poderia ter empate, mas o grande remate de Gui bateu com estrondo na trave.

Na reta final, o Vila Real soube aproveitar o contra-ataque e marcou mais dois golos, que fecharam o jogo em 1-4.

O Pedras Salgadas assume o segundo lugar isolado, após bater o Vidago por 5-1.

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Os candelabros da baixela Germain que regressam a Portugal

Parte do conjunto de mais de mil peças encomendado por D. José I ao ourives de Luís XV, as peças foram adquiridas recentemente por colecionadores portugueses, por 3,4 milhões de euros.

Os candelabros foram adquiridos em setembro pelo casal de colecionadores Maria e João Cortez de Lobão
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Festa do Cinema Francês com programação em Faro entre 22 e 30 de outubro

A Festa do Cinema Francês estará em Faro, no auditório do IPDJ, nos dias 22, 23, 29 e 30 de outubro, para celebrar a “riqueza, diversidade e vitalidade” do cinema francófono.

A sessão de abertura decorre no dia 22 de outubro, às 21h30, com o filme A Comédia Francesa (De la Comédie-Française), de Bertrand Usclat e Martin Darondeau, uma das comédias francesas mais populares do ano. O filme leva o público aos bastidores da mais prestigiada instituição teatral francesa, La Comédie-Française.

No dia 29 de outubro, às 21h30, é apresentado Adeus, Mundo Cruel (Adieu monde cruel) de Félix de Givry, um filme que parte do bullying sofrido por Otto, um adolescente de 14 anos.

A Festa do Cinema Francês em Faro termina com O Canto das Florestas (Le chant des forêts), de Vincent Munier, um documentário sobre a relação entre ação humana e natureza, onde três gerações percorrem o mesmo território, numa experiência de observação da natureza.

O programa completo pode ser consultado aqui.

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"A Caça ao Estripador de Lisboa": o que é o teatro imersivo?

O espectáculo estreia-se a 28 de outubro, a partir de um podcast do Observador. Mas como é que a "imersão" é um dos protagonistas? Quais os maiores desafios? E até que ponto se pode tornar tendência?

O “fator imersão” assume um papel preponderante para as cerca de 100 pessoas previstas como lotação máxima a cada sessão da "Caça ao Estripador de Lisboa"
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Carla Madeira e a ambiguidade moral do amor materno

Antes, houve "Tudo é Rio", "A Natureza da Mordida" e "Véspera". Agora é a vez de "Quando": quando uma mãe vive a dúvida de denunciar ou não o filho? E nós bem no epicentro da narrativa.

Carla Madeira, não deixando de fazer da prosa um caudal, escreve sem texto inócuo e consegue deixar o leitor a ziguezaguear enquanto lê
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Bolletta della luce, quanto puoi risparmiare cambiando offerta prima dell’inverno

La crisi energetica, che ha accompagnato tutto l’anno, sta per abbattersi sull’inverno 2026-2027. In molti si domandano quindi cosa convenga fare per risparmiare sulle bollette di luce e gas. Se tutti potevamo aspettarci un aumento, era difficile da quantificare. Ora, con gli ultimi dati comunicati a settembre da ARERA, possiamo sapere di quanto aumenteranno le bollette: +37,3% nel trimestre ottobre-dicembre per la luce e +12,7% per il gas.

Questi sono gli aumenti previsti per i milioni di utenti vulnerabili rimasti nel regime di maggior tutela, quindi chi usufruisce delle tariffe stabilite dall’Autorità di regolazione dell’energia sulla base dell’andamento del mercato all’ingrosso della stessa. Un mercato che però sta vivendo forti tensioni internazionali. Lo stesso clima di tensione riguarda anche gli utenti con contratti a prezzo variabile nel mercato libero, perché dipendono dalle fluttuazioni del mercato all’ingrosso.

Oggi scegliere la tariffa migliore può portare a risparmiare molto in bolletta. Quale valutare? Mettiamo in ordine tutto ciò che sappiamo fino ad oggi.

Quanto costa la bolletta della luce

La bolletta della luce costa cara: secondo i dati forniti per i clienti vulnerabili, il costo è di 43,43 centesimi a kilowattora. Altroconsumo ha stilato tre esempi:

  • una famiglia di tre persone con consumo annuo intorno ai 2.000 kWh vedrà la spesa salire da 173 a 237 euro (64 euro in più);
  • una famiglia di due persone vedrà la spesa salire da 87 a 118 euro (31 euro in più);
  • una famiglia di quattro persone con consumo annuo intorno ai 3.000 kWh vedrà la spesa salire da 260 a 357 euro (97 euro in più).

Quanto si risparmia cambiando offerta?

Risparmiare è possibile. Si possono attuare comportamenti virtuosi facendo attenzione al contatore, certo, ma si possono anche cambiare offerte o fornitori. La prima mossa consigliata è proprio quella di cercare offerte più convenienti sul mercato libero.

Ricordiamo infatti che i clienti del mercato tutelato possono passare al mercato libero e chi è già sul mercato libero sa che può guardarsi intorno per individuare l’offerta migliore.

Lasciare il mercato tutelato conviene?

Sul piano economico sì: il mercato libero offre soluzioni più vantaggiose, che possono portare a un risparmio anche di circa 50 euro l’anno (il 9% in meno).

Tra le offerte convenienti c’è, per esempio, il prezzo scontato e bloccato per tre anni di Enel.

Attenzione: il passaggio al mercato libero non va valutato guardando soltanto il prezzo al kilowattora, ma anche i propri consumi.

Quando conviene cambiare contratto?

Cosa bisogna guardare nel contratto e quando è meglio cambiarlo? Nella bolletta della luce, così come in quella del gas, è presente il box dell’offerta. Vengono indicate qui le condizioni che si sono accettate, dal costo alla durata del contratto.

Solitamente alla scadenza vengono proposte nuove condizioni economiche: è il venditore a mettersi in contatto con il cliente con diversi mesi di anticipo per rinnovare l’offerta. Generalmente si tratta di proposte in linea o vantaggiose, che spingono l’utente a confermare lo stesso fornitore.

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Roda de Choro apresenta Grupo Tamoio em homenagem a Ernesto Nazareth

Logo Agência Brasil

O novo episódio do Roda de Choro, da Rádio MEC, apresenta o concerto de estreia do Grupo Tamoio em programa dedicado à obra de Ernesto Nazareth. Gravado ao vivo na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro (RJ), em setembro de 2026, o espetáculo vai ao ar neste domingo (18), às 20h, com reapresentação pela Rádio Nacional na sexta-feira (23), às 22h.

No concerto, o Grupo Tamoio interpreta obras de Ernesto Nazareth com arranjos camerísticos inéditos e exclusivos. A apresentação celebra a trajetória e a influência do compositor, pianista e um dos nomes fundamentais da formação do choro e da música brasileira.

Notícias relacionadas:

O conjunto é formado por Maria Teresa Madeira ao piano, Emilia Valôva ao violoncelo, Alexandre Caldi no saxofone e na flauta, Antonio Guerra no acordeon e Nikolay Sapoundjiev ao violino.

O repertório reúne obras como Odeon, Brejeiro, Mesquitinha, Improviso, Turuna, Batuque, Bambino, Escorregando e Turbilhão de Beijos.

O programa também inclui o Choros nº 1, de Heitor Villa-Lobos, dedicado a Nazareth; e Polonaise em si bemol menor, de Frédéric Chopin, compositor admirado pelo músico brasileiro.

O Roda de Choro é uma realização da Rádio MEC, com produção e roteiro de Samantha Ribeiro, operação de áudio de Nielson Soares, sonoplastia de Vinícius Sampaio e Silas Mendes, coordenação de produção de Adriana Ribeiro e gerência da Rádio MEC de Cacá Santiago. A apresentação é de Raquel Ricardo.

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Un Kalashnikov en una bolsa de basura y ocho fusiles tras una persecución: las armas de guerra que circulan por España sin control

AK-47, popularmente conocida como “kalashnikov”

Un Kalashnikov y un lanzagranadas ocultos en una bolsa de basura. Ocho fusiles de asalto abandonados en un coche tras una persecución a más de 150 kilómetros por hora. Dos hallazgos en apenas siete días que hablan del tamaño del agujero: los fusiles de asalto circulan por España sin control.

El primer caso ocurrió en plena calle del barrio sevillano del Tiro de Línea, cuando un vecino alertó de lo que escondía un plástico negro tirado en la acera. Apenas unos días después, la autovía entre Alicante y Elche fue escenario de una fuga que acabó con un vehículo estrellado en unos cultivos de Murcia. El conductor logró huir a pie, pero dejó atrás una carga que eleva el nivel de alerta policial: ocho fusiles automáticos AK-47 en su interior. Ver un fusil tirado en la calle o interceptarlo en una persecución es solo el escaparate: hallazgos aparte, la incógnita necesita saber cuál es la ruta logística de las mafias y cuál es la cotización de estas armas en un circuito tan opaco.

Fusiles de asalto desde 1.000 euros

Conseguir un fusil de asalto a través de los circuitos ilegales puede costar entre 1.000 y 4.000 euros por unidad, según las estimaciones sobre el mercado negro europeo, un precio que varía en función del modelo, su estado de conservación y las circunstancias de cada transacción. En América Central, la presencia de este tipo de armas en países como Costa Rica se ha relacionado con envíos procedentes de Nicaragua y con rutas vinculadas al narcotráfico desde Colombia. En esta región, la horquilla sitúa el precio de los fusiles en torno 1.500 y 2.000 dólares, aunque algunas armas pueden acabar llegando posteriormente a España a través de redes de tráfico ilícito y su precio aumenta.

Frente a los circuitos ilegales, la imagen del AK-47 también tiene presencia en el mercado legal, aunque bajo condiciones muy distintas; en España, la venta de armas de fuego está sujeta a una normativa específica y los establecimientos autorizados comercializan rifles destinados a la caza, el tiro deportivo y el coleccionismo. Es el caso una armería situada en Viladecans (Barcelona), cuyo catálogo en línea incluye modelos civiles de fabricantes como Kalashnikov USA.

Si bien estas armas pueden compartir la estética del conocido fusil, su funcionamiento y su régimen legal difieren de los de las versiones automáticas, sometidas a restricciones específicas. A esta oferta, además, se suman las réplicas recreativas y los modelos de airsoft, que reproducen su apariencia sin ser armas de fuego funcionales o que utilizan balines, mucho más accesibles para el gran público y sin necesidad de navegar demasiado por la denominada 'dark web'. Así, el AK-47 trasciende el mercado negro y su imagen está presente también en ámbitos como la venta legal de armas, el coleccionismo y el ocio.

"Creemos que llegan desde Marsella"

El foco vuelve a Cataluña cuando se trata de analizar las posibles vías de abastecimiento de las organizaciones criminales: su conexión con Francia y la actividad de grupos delictivos asentados en la región forman parte del contexto que construye esta realidad. Albert Palacio, portavoz del sindicato policial USPAC, sostiene que la competencia entre organizaciones criminales contribuye a que estas busquen disponer de armamento para proteger sus actividades y enfrentarse a grupos rivales: ''El crimen organizado tiene que armarse'', afirma. Y añade: ''Se siguen armando con armas de guerra''.

Palacio también apunta a la posible influencia de los conflictos internacionales en el movimiento de armas por Europa: ''Estando la guerra de Ucrania tan cerca, hay muchas armas que pasan por aquí'', asegura. Sobre las posibles vías de entrada en España, señala: ''Creemos que la entrada es por desde Marsella''. Según su explicación, Barcelona como ubicación, desempeñaría un papel relevante en la distribución posterior: ''Tienen sus contactos, sobre todo en Barcelona, que es donde las consiguen y desde aquí se distribuyen'', explica. Su testimonio apunta a la existencia de intermediarios y contactos entre redes internacionales y grupos delictivos locales.

El riesgo para los agentes

La presencia de armas automáticas introduce un factor adicional de riesgo en las intervenciones policiales: una persecución que comienza por una conducción peligrosa puede complicarse si los ocupantes transportan armamento de guerra, como ocurrió en el caso de Alicante. Allí, los agentes tuvieron que hacer frente a una huida en la que el conductor embistió repetidamente a los vehículos policiales y puso en peligro a sus ocupantes.

Palacio advierte de la diferencia entre las armas cortas habituales en otros delitos y los fusiles de mayor calibre –algo sobre lo que ya informó El Independiente–. Su preocupación se centra en la protección de los agentes ante un posible enfrentamiento con este tipo de armamento: "Nuestros chalecos no pueden contra un disparo de armas de guerra".

Una vez incautado un fusil, el trabajo continúa en el laboratorio. Su análisis puede ayudar a identificar el modelo, determinar algunas de sus características y buscar indicios que permitan esclarecer su procedencia o relacionarlo con otros hechos. Palacio describe así parte del procedimiento: ''Recogerlas y llevarlas al laboratorio, a la unidad de armas y que las analicen. En el caso de que sean reales, conocer más o menos el modelo, año de origen y buscar huellas''.

Dos hallazgos y muchas preguntas abiertas

En Sevilla, la Policía Nacional intenta identificar a quien dejó el fusil y el lanzagranadas en la vía pública. En el caso de Alicante, las pesquisas posteriores a la persecución permitieron detener a cuatro hombres, que deberán responder ante la Justicia por los presuntos delitos que se les atribuyen. En ambos episodios, el origen y el destino del armamento siguen siendo cuestiones centrales para esclarecer lo ocurrido.

Los dos casos muestran cómo las armas de guerra pueden aparecer en circunstancias muy diferentes: abandonadas en una calle o transportadas en un vehículo que trata de escapar de la Policía. Pero el hallazgo de un fusil no basta, por sí solo, para determinar de dónde procede, a quién iba destinado o si forma parte de una red criminal más amplia.

Esas son las preguntas que deberán resolver las investigaciones. Mientras tanto, las armas intervenidas quedan fuera de circulación y a disposición de los análisis policiales, que pueden aportar nuevas pistas sobre su procedencia y sobre las personas que las tuvieron en su poder.

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A Radden Keefe le preocupa que la prensa tradicional renuncie "demasiado fácilmente" a lo que ha hecho siempre

Patrick Radden Keefe, en Barcelona.

El periodista Patrick Radden Keefe, que ha publicado El hijo del oligarca (Seix Barral/Periscopi), reflexiona sobre el cambiante modelo de negocio de los medios para incidir que le preocupa que la prensa tradicional esté renunciando "demasiado fácilmente" a lo que ha hecho siempre.

Por eso, el escritor estadounidense cree que el "descontento creciente" de muchas personas con el uso de los móviles, las redes sociales y los entornos informativos actuales puede ser una oportunidad para los medios tradicionales.

Critica que los medios (incluido el suyo, The New Yorker) piensen que ya nadie lee y que deben reducir cada vez más su contenido o adaptarlo a formatos como el vídeo vertical: "Todo el mundo tiene tanto miedo de quedarse atrás que a veces están demasiado adelantados. Están renunciando a lo que siempre han hecho bien, y para lo que hay una demanda", ha opinado.

Radden Keefe participa este sábado en la Biennal de Pensament en el Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) con la charla Londres: ciudad oculta, y aprovechando su paso por la ciudad ha presentado su último libro.

"Todo el mundo tiene tanto miedo de quedarse atrás que a veces están demasiado adelantados. Están renunciando a lo que siempre han hecho bien, y para lo que hay una demanda"

El hijo del oligarca relata el caso de Zac Bretler, de 19 años, que se precipitó por el balcón del apartamento de lujo de un hombre "de dudosa reputación" en Londres; poco después, un testigo aseguraba que el joven decía ser hijo de un oligarca ruso.

El autor, como hicieron los padres de Zac, se embarca en una investigación que le llevará a recorrer una faceta de la capital británica marcada por el dinero sucio, la violencia y las fantasías aspiracionales, informa Europa Press.

Radden Keefe no cree que sea casualidad que el joven tuviera 16 años cuando Donald Trump fue elegido presidente de Estados Unidos: "Creo que este tipo de embaucadores son las figuras que definen nuestra era. De una forma extraña, Zac, de adolescente, podría haber un momento en que pensó que si quería realmente llegar a la cima, la forma de hacerlo era mentir".

El periodista, que se pregunta en el libro qué llevaría a un joven de clase acomodada a fingir ser hijo de un oligarca ruso, señala que probablemente no pueda atribuirse únicamente a un motivo.

"No creo que sea solamente la manosfera, no creo que sean solo los niños estando en redes sociales y con móviles, y no crea que sea solo la transformación de Londres o esta manía por la riqueza que tienen muchas personas. Creo que es todo eso", ha apuntado.

Afirma que, para la generación de Zac, no existe la concepción del mundo que tenía la de sus padres, según la cual estudiar, trabajar duro y ahorrar le permitiría comprarse una casa y comenzar una vida con estabilidad, buena salud y ocio.

Cree que por ello, quizás, mucha gente joven en situaciones precarias se ve "fácilmente seducidos" por las promesas de dinero fácil como el juego, las criptomonedas o los mercados de predicción, así como por figuras de dudosa moralidad.

El autor ve claro que dos de los individuos que aparecen en el libro (Akbar Shamji y Verinder 'Dave' Sharma) tienen responsabilidad real en la muerte de Zac, pero señala que, en un sentido más profundo, siempre sintió que el joven terminó "absorbido por Londres".

El origen del libro en una pausa del rodaje de la adaptación de No digas nada

La idea para el libro comenzó cuando, en una pausa del rodaje de la adaptación de No digas nada, un abogado se acercó a Radden Keefe para explicarle el caso: al periodista le interesó, y terminó publicando un reportaje en The New Yorker en febrero de 2024.

El reportero siguió tirando del hilo, convencido de que había cabos sueltos, y estuvo 2 años enteros indagando, que resultaron en la publicación de El hijo del oligarca, de cuyo éxito está sorprendido.

"Creo que gran parte de esta historia es simplemente la policía no haciendo su trabajo", admite el autor, que cree que si en su día hubiese habido más escrutinio y presión mediática alrededor del caso, las cosas habrían sido distintas.

A la vez, también le parece "interesante" pensar en qué hubiese pasado si esto, en vez de a una familia acomodada, le hubiese ocurrido a una familia de inmigrantes o de clase trabajadora, viviendo en otra parte de Londres.

"Si empiezo a omitir selectivamente cosas solo porque siento compasión por ellos, entonces no soy mejor que los mentirosos en el libro"

Para elaborar el libro, el autor se ha acercado mucho a los Brettler, los padres de Zac, y admite que eso le lleva siempre a pensar en la objetividad periodística: "La palabra en la que pienso es 'permeable'. Tengo que ser bastante permeable, no quiero desactivarme y tener una piel tan dura como para no recoger las emociones de las personas sobre las que escribo".

Insiste en la importancia de contar la verdad, aunque haya establecido un vínculo muy cercano con las fuentes, más que en cualquier otro libro: "Si empiezo a omitir selectivamente cosas solo porque siento compasión por ellos, entonces no soy mejor que los mentirosos en el libro".

Aun así, admite que hubo momentos en que la proximidad con una pareja que había perdido a su hijo adolescente, teniendo él mismo hijos de edad parecida, terminó afectándole.

Radden Keefe ha explicado que está en marcha un proyecto con la productora A24 para adaptar el libro a una serie, aunque advierte de que "muchas cosas en Hollywood empiezan a desarrollarse pero después no se hacen".

Cuando termine la promoción del libro se irá a Sudáfrica para escribir para The New Yorker sobre el legado del apartheid, y también tiene escrito el principio de un nuevo libro del que solo ha avanzado que trata, en parte, de Guatemala.

Además, acaba de empezar a gestionar un nuevo pódcast con el mismo equipo con el que produjo Winds of Change, en 2020.

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Quarteirense Renato da Silva e setubalense Rita Xufre vencem na dupla jornada da Taça de BMX em Setúbal

Renato da Silva (Team BMX Quarteira) e Rita Xufre (Núcleo Bicross de Setúbal/VSPublicidade), estiveram em destaque na sétima prova pontuável da Taça de Portugal de BMX Race ao vencerem as provas das categorias principais.

Na primeira de duas jornadas no Parque Verde da Bela Vista, em Setúbal, Renato da Silva voltou a mostrar-se o mais forte em competição ao vencer Leonardo Carmo (Team BMX Quarteira) e Bernardo Rocha (Team BMX Quarteira), que completaram o pódio.

Nas atletas femininas, por sua vez, Rita Xufre foi a mais rápida, tendo superado a algarvia Íris Moraru (Clube Bicross de Portimão), segunda classificada, e Maria Pinto (Casa do Povo do Alqueidão), que foi terceira.

Nas categorias mais jovens, Martim Reis (Linda a Pastora Sporting Clube) venceu em sub-17, Guilherme Carolino (Clube Bicross de Portimão) e Mafalda Piedade (Team BMX Quarteira) em sub-15, Tomás Cardoso (Linda a Pastora Sporting Clube) e Adélia Pereira (Clube Bicross de Portimão) em sub-13, Francisco Gil (Clube Bicross de Portimão) em sub-11, Vicente Cardoso (Linda a Pastora Sporting Clube) e Luna Alves (Team BMX Quarteira) em sub-9 e Lourenço Bento (Linda a Pastora Sporting Clube) em sub-7.

Nota ainda para os triunfos de Carlos Rosado (Clube Bicross de Portimão) em Cruiser 40+ e Michelle Smith (Clube Bicross de Portimão) em Cruiser feminina.

A Taça de Portugal de BMX prossegue este domingo, com a oitava e última prova pontuável. A ação terá lugar a partir das 10h30, novamente no Parque Verde da Bela Vista, em Setúbal.

Para aceder à classificação completa clique aqui, para aceder ao ranking da Tala de Portugal clique aqui.

Com colaboração da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC)
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