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Braga: Tribunal julga homem que esfaqueou outro no pescoço numa casa da Cáritas

O Tribunal de Braga vai julgar, por homicídio qualificado na forma tentada, um homem de 61 anos, que terá esfaqueado um outro com quem vivia numa casa da Cáritas, em Braga.

A acusação do Ministério Público (MP) diz que Fernando Teixeira, atualmente preso preventivamente no Estabelecimento de Braga, vivia com o ofendido Luís Freitas numa habitação cedida pela Cáritas, na Travessa dos Congregados, juntamente com mais dois indivíduos.

O MP descreve que, a 20 de fevereiro de 2026, pelas 20:00, enquanto o ofendido jantava com um colega de casa, na cozinha, o arguido entrou, trazendo uma embalagem de uma refeição e uma faca, com lâmina de 12 centímetros.

Aí, o ofendido disse-lhe: “Não faças como o costume”, advertindo-o para limpar o fogão, caso o sujasse.

Desagradado com a advertência, o arguido apelidou-o de “filho da p*ta” e disse-lhe: “É desta que te mato”.

Ato contínuo, posicionou-se em frente ao ofendido, agarrou-o pelo colarinho do casaco, empurrou-o e desferiu-lhe um golpe com a faca no pescoço, causando, no imediato, hemorragia abundante.

A seguir, refugiou-se no seu quarto.

Sentado a deitar sangue

Até à chegada do INEM, – acrescenta o magistrado – a vítima permaneceu sentada, a pressionar a ferida para conter a hemorragia, após o que foi transportada ao Hospital de Braga, apresentando hemorragia exsanguinante, tendo sido encaminhado para cirurgia de emergência.

O ofendido apresentava, entre o mais, uma incisão de dois centímetros na região cervical anterior, com perda de sangue pela boca.

Permaneceu internado nos Cuidados Intensivos por quatro dias.

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La Guardia Civil investiga como homicidio el hallazgo de una mujer semienterrada en una playa de Chiclana

Un viandante encontró el pasado domingo el cadáver de una mujer semienterrado en una duna de una playa de Chiclana de la Frontera (Cádiz). El cuerpo presentaba signos de violencia, por lo que la Guardia Civil ha abierto una investigación por un presunto homicidio para tratar de esclarecer las circunstancias de su muerte. La víctima aún no ha podido ser identificada y los investigadores creen que, por el estado en el que fue encontrado el cadáver, el fallecimiento podría haberse producido entre cinco y siete días antes del hallazgo.

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© EP

Vehículo de la Guardia Civil en una imagen de archivo.
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Fafe: 18 anos de cadeia para pedreiro que matou homem em café por “50 contos”

O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou a pena de 18 anos e seis meses de prisão aplicada, em maio passado, na primeira instância, ao pedreiro que, a 09 de fevereiro de 2025, matou a tiro um homem, de 35 anos, filho de um empreiteiro de Guimarães, num café na vila de Arões, em Fafe.

Joaquim Carneiro, de 71 anos, que foi ainda condenado a pagar 130 mil euros à família da vítima, recorreu da decisão do Tribunal de Guimarães contestando várias conclusões do coletivo de juízes e negando ter tido intenção de matar, por isso, não ter atuado por “motivo fútil”.

No entanto, os juízes-desembargadores não concordaram: “Motivo fútil é o que, avaliado segundo as conceções éticas e morais dominantes na comunidade, se revela de importância mínima, de tal modo desproporcionado relativamente à gravidade da reação homicida que o facto surge como produto de um profundo desprezo pelo valor da vida humana, devendo, por isso, ser considerado um motivo pesadamente repugnante, baixo ou gratuito”.

Desprezo pela vida humana

Recorde-se que o Tribunal de Guimarães considerou provado que o homicida atuou com intenção clara de matar Pedro Oliveira, demonstrando “absoluto desprezo pela vida humana”. E lamentou a ausência de arrependimento perante a família do jovem.

O acórdão baseou-se, sobretudo, na prova “segura e robusta” das testemunhas.

Segundo a acusação, o crime teve origem numa alegada dívida antiga relacionada com trabalhos realizados por Joaquim Carneiro ao pai da vítima, há cerca de 30 anos. Dívida essa que o pai de Pedro Oliveira, ouvido em tribunal na qualidade de assistente, negou existir, afirmando que todos os serviços tinham sido pagos.

O homicídio aconteceu no café Pérola Central, na vila de Arões, durante uma discussão em que o arguido chamou “caloteiro” ao pai da vítima, dizendo que lhe tinha ficado a dever “50 contos”.

Após Pedro Oliveira pedir que não utilizasse a expressão, Joaquim Carneiro disparou um tiro de pistola de calibre 6,35 mm a curta distância, atingindo-o no peito.

Depois do crime, o homicida, conhecido localmente por “Quim Pedreiro”, conseguiu escapar às autoridades durante toda a noite. Na manhã seguinte, apresentou-se no Serviço de Urgência do Hospital de Fafe acompanhado por um advogado, alegadamente com sinais de desorientação e comportamento alterado.

A vítima foi encontrada pelos socorristas caída, na via pública, com sangramento profuso pela boca, em paragem cardiorrespiratória, sendo realizadas manobras de reanimação por cerca de 30 minutos.

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Los jóvenes acusados falsamente de matar a una mujer en Burgos por cuentas de extrema derecha: “Nos han destrozado la vida”

No se conocen de nada. A uno, de 20 años, le pilló en el hospital, justo cuando visitaba a la madre de una amiga en Barcelona. Al otro, de 29, dormido. Tanto, que una vecina le tocó el timbre de casa para despertarle en mitad de la siesta ante el aluvión de mensajes y la preocupación de su familia: tenía el móvil en modo avión tras concluir su jornada habitual de taxista por las calles de Manresa. Los dos fueron acusados este sábado de asesinar a Rosario Sánchez, una mujer de 83 años fallecida en Burgos el pasado martes tras un asalto a su casa. Varias cuentas de redes sociales —entre ellas Nucleo Nacional, el movimiento nacido en Ferraz en el que recalan los ultras de extrema derecha y Revuelta, la organización juvenil de Vox— compartieron una información falsa en sus canales, donde cuentan con decenas de miles de seguidores. Derivó en pantallazos por doquier. Cientos de miles de visualizaciones. Reenvíos masivos por WhatsApp. Hoy, de hecho, todavía hay cuentas que siguen difundiendo el bulo.

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Los dos acusados falsamente por el asesinato de una mujer de Burgos, en una imagen cedida.
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Braga: Tribunal julga homem que esfaqueou outro na Noite Branca por ele ser de Lisboa

O Tribunal de Braga vai começar a julgar, por homicídio qualificado na forma tentada, um homem que, em setembro de 2025, durante a Noite Branca de Braga apunhalou outro, várias vezes, com uma navalha, só por este ser do sul do país, nomeadamente da zona de Lisboa.

O Ministério Público (MP) de Braga diz, na acusação, que o arguido, de 34 anos e que está em prisão preventiva, “agiu movido por um atrito com um mero desconhecido, unicamente por este ser da região sul do país, com o propósito de lhe tirar a vida“.

O magistrado sublinha que, no decurso da investigação, apurou que o arguido vinha divulgando nas redes sociais vídeos de teor difamatório e ameaçador contra pessoas naturais da região de Lisboa, “o que é suscetível de consubstanciar, em abstrato, crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência”.

Por isso, mandou extrair certidão e remetê-la ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Braga, para instauração de novo inquérito, que decorre separado do processo de homicídio.

Insultos e agressões

Segundo a acusação, a tentativa de homicídio decorreu na madrugada de 07 de setembro de 2025, no centro da cidade de Braga, onde decorria o evento Noite Branca.

No final de um concerto, arguido e vítima encontraram-se nas galerias do centro comercial de Santa Bárbara, onde o arguido, natural de Braga, teve conhecimento de que a vítima era de Almada e começou a dirigir-lhe insultos.

Os dois envolveram-se em agressões, com empurrões e socos, e foram separados por terceiros.

O arguido retirou-se, então, daquele local mas, menos de 10 minutos depois, regressou “em estado de fúria”, munido de uma navalha, com a qual desferiu, pelo menos, sete golpes no tronco e braços da vítima.

O ofendido teve necessidade de fazer uma cirurgia, tendo permanecido internado até 17 de setembro.

Para o MP, o arguido quis matar a vítima, “o que apenas não conseguiu graças à pronta assistência médica que lhe foi prestada”.

No meio da contenda, o arguido ainda ameaçou um amigo da vítima, pelo que vai também responder por um crime de ameaça agravado.

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Homem mata a mulher no Norte e entrega-se à GNR

Um homem de 61 anos apresentou-se hoje na Guarda Nacional Republicana (GNR) de Lamego assumindo que tinha matado a mulher com recurso a arma branca, disse à agência Lusa fonte militar.

“Um homem apresentou-se hoje, cerca das 15:00, no Posto de Lamego a afirmar que matou a mulher, usando uma arma branca. Enviada uma equipa e médico legista à residência, o óbito foi declarado”, adiantou a mesma fonte da GNR.

Segundo adiantou à agência Lusa, “trata-se de um homem de 61 anos e a mulher, a vítima, de 57”, da freguesia de Ferreiros de Avões, concelho de Lamego, distrito de Viseu.

O caso foi entregue à Polícia Judiciária (PJ) que está responsável pela investigação.

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