❌

Reading view

Shopping na Tapada das Mercês encerrado por insalubridade

Homem de 71 anos foi transportado ao hospital por suspeita de desidratação. Autoridades detetaram entulho, bilhas de gás e risco de incêndio no espaço da Tapada das Mercês.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A "operação interinstitucional", com várias autoridades, foi realizada na passada quinta-feira através da Divisão Policial de Sintra
  •  

PSP e GNR protestam no Funchal por melhores salários

Cerca de 50 polícias manifestaram-se na Praça do Município. Acordo com o Governo assinado há dois anos e meio está parcialmente por cumprir.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

A manifestação, que decorreu na Praça do Município, no centro da capital madeirense, foi convocada pela Associação dos Profissionais da Guarda
  •  

Protestos pela habitação: denúncia de agressão pela polícia no Porto, Moedas condena vandalismo

Retirada de tendas na Praça D. João I pareceu pacífica, mas organização fala numa pessoa ferida, “novamente agredida”. O movimento pela habitação que há mais de uma semana tem estado na Praça D. João I, no Porto, repudiou o “despejo” de manhã pela PSP, denunciando uma agressão a um manifestante e pedindo ao Presidente da República para intervir. “No Porto, perante a ordem dada pelas autoridades policiais e embora reconhecendo tal ordem como absolutamente ilegítima, a equipa de segurança da Acampada determinou a desmobilização voluntária para evitar um trauma coletivo geral”, pode ler-se em comunicado hoje enviado à Lusa. Segundo

  •  

18h. Miguel Pinto Luz admite rever lei das rendas com PS

O ministro da Habitação e Infraestruturas deixa claro que está disponível para fazer todo o debate. Ainda, o ex-diretor nacional adjunto da PSP admite que a polícia vai ter de tomar medidas difíceis.

  •  

16h. Carlos Moedas vê intervenção da PSP com normalidade

O Presidente da Câmara de Lisboa sublinha que o direito à manifestação é sagrado, mas não pode justificar atos de vandalismo. E ainda, Luís Neves elogia atuação dos agentes da polícia esta manhã.

  •  

15h. Os 55 manifestantes detidos no Rossio foram libertados

As detenções aconteceram ontem, depois de não terem acatado as ordens da PSP. E ainda, Zelensky e Witkoff já estão em Oslo para discutir uma nova proposta  para pôr fim à guerra na Ucrânia.

  •  

Polícia afastado de manifestante pelo colarinho por superior

Num vídeo, captado pelo Observador, vê-se o agente a empurrar um manifestante que está algemado. Alguns colegas aproximam-se para o afastar do detido e um superior tira-o do local pelo colarinho.

Vídeo captado pelo Observador mostra o agente a empurrar um manifestante que está algemado
  •  

13h. Acampada. 27 dos 55 detidos vão ser libertados hoje

Manifestantes foram detidos por desobediência após avisos das autoridades para que abandonassem o local. Ainda, líder da Iniciativa Liberal quer chegar a consenso sobre política de habitação.

  •  

12h. Acampada Lisboa. PSP rejeita uso excessivo de força

Sérgio Soares explica o motivo que levou as forças de segurança a intervir para a retirada dos manifestantes. Ainda, José Luís Carneiro espera que primeiro-ministro deixe cair nova lei das rendas.

  •  

MAI elogia profissionalismo da PSP. 55 pessoas foram detidas

Ministério da Administração Interna diz que as operações decorreram “após sucessivos contactos” com os manifestantes, "esgotados os esforços" para a retirada voluntária. PSP fala em resistência ativa.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Foram detidas 55 pessoas na operação policial em Lisboa, no Porto não há registo de detenções
  •  

MAI reafirma “confiança” na PSP e elogia “profissionalismo” na desmobilização de manifestantes

O Ministério da Administração Interna (MAI) mostrou-se satisfeito com o “profissionalismo” da polícia de segurança pública (PSP) na condução e preparação das operações realizadas esta terça-feira em Lisboa e no Porto.

As operações da PSP serviram para “repor a legalidade na ocupação do espaço público”.

Em comunicado, o MAI “destaca o empenho dos profissionais da Polícia de Segurança Pública em privilegiar, até ao limite, o diálogo e a persuasão, procurando evitar o recurso à força”.

Para o Ministério, as forças de segurança procuraram persuadir os manifestantes, mas após “sucessivos contactos” e “esgotados os esforços” a polícia interveio com a desmobilização dos acampamentos e a detenção de manifestantes.

O Ministério, tutelado por Luís Neves, “reafirma a confiança na Polícia de Segurança Pública e nos seus profissionais”.

No comunicado, o gabinete de Luís Neves sublinha que “o direito de manifestação está constitucionalmente consagrado e deve ser plenamente respeitado, reconhecendo-se a legitimidade de os cidadãos expressarem livremente as suas reivindicações. No entanto, o exercício deste direito não dispensa o cumprimento da lei”.

Relembre-se que Porto e Lisboa estão a ser alvo de manifestações por causa dos preços da habitação, tendo no Porto sido montado um acampamento na Praça D-João I, e em Lisboa o acampamento estava na praça do Rossio.

PSP deteve 55 manifestantes

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que alegadamente resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).

Em comunicado, a PSP refere que as 55 pessoas detidas por desobediência foram “conduzidas para instalações policiais e [vão ser] presentes à Autoridade Judiciária competente logo que possível”.

De acordo com a polícia, foi desenvolvida “no dia de hoje, pelas 05:45, uma operação policial nacional devidamente coordenada, na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto”. Foram apreendidas, na capital, 228 estruturas de acampamento pela Polícia Municipal.

“Neste momento há registo de dois feridos ligeiros, tendo um cidadão sido assistido no local e um transportado a unidade hospitalar”, precisa a PSP.

A força de segurança adianta que as manifestações se encontravam previamente comunicadas às autoridades competentes, mas acrescenta que a comunicação do exercício do direito de manifestação “não dispensa o cumprimento das demais disposições legais, nomeadamente quanto aos limites temporalmente estabelecidos e às condições de ocupação do espaço público”.

“Neste sentido, e verificados os pressupostos legais para a cessação das manifestações, a PSP desenvolveu ações de diálogo, mediação e sensibilização junto dos participantes, no sentido de promover a desmobilização voluntária e a remoção das estruturas de acampamento existentes”, prossegue.

A intervenção, é também referido, foi conduzida “segundo critérios de necessidade, adequação e proporcionalidade, com recurso aos meios legalmente admissíveis e estritamente indispensáveis para ultrapassar a resistência verificada”.

  •  

110h. Acampada. MAI elogia profissionalismo da PSP

O Ministério destaca o empenho dos profissionais em privilegiar o diálogo, evitando o recurso à força. Ainda, o PR apelou a um entendimento entre para resolver o problema da Habitação.

  •  

Manifestações pela habitação: Acampamentos desmontados após ação da polícia

O grupo que estava há uma semana acampado na Praça D. João I, no Porto, em protesto pela falta de habitação, decidiu esta madrugada desmontar o acampamento perante a ameaça de uma intervenção policial.

De acordo com imagens transmitidas pelas televisões, pouco antes das 06:00, a Polícia de Segurança Pública (PSP) deu um ultimato aos presentes, exigindo a retirada das dezenas de tendas e ameaçando com a detenção dos resistentes.

Os manifestantes acataram a ordem e retiraram as tendas, permanecendo alguns ainda no local.

Na segunda-feira à noite, um total de 35 pessoas tinha votado, em assembleia popular, permanecer acampado, onde desde o dia 10 decorre um protesto pela habitação.

Já na noite de domingo para segunda-feira, o movimento pela habitação foi avisado, como em Lisboa, de que a permanência e o acampamento eram ilegais, e que continuarem fá-los-ia incorrer em desobediência civil.

Na madrugada de quinta-feira, as forças policiais intervieram na acampada com o objetivo de pôr termo ao protesto, tendo esta ação da PSP motivado muitas críticas.

O Movimento pela Habitação denunciou que a intervenção policial causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.

PSP avança contra Acampada de Lisboa e faz detenções

O Corpo de Intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP) interveio esta madrugada para retirar as tendas que se mantinham na Praça D. Pedro IV, no Rossio, tendo detido alguns manifestantes que alegadamente resistiram.

De acordo com imagens transmitidas pelas televisões, pouco antes das 06:00, a PSP deu um ultimato aos presentes, exigindo o fim da Acampada, numa operação lançada em simultâneo com outra contra o acampamento no Porto.

Os manifestantes começaram por formar um cordão humano para atrasar a intervenção da PSP, mas o Corpo de Intervenção avançou contra o grupo e realizou várias detenções, tendo alguns ativistas acusado os agentes policiais de agressões.

O conteúdo Manifestações pela habitação: Acampamentos desmontados após ação da polícia aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Acabaram as tendas: polícia agiu em simultâneo em Lisboa e no Porto – e “espancou” manifestante

Também houve 55 detenções, cordão humano foi desfeito. Em Lisboa, outra praça foi ocupada; no Porto foi pacífico. Todas as tendas foram desmontadas, nos protestos pela habitação em Lisboa e no Porto. Carlos Moedas já tinha avisado, a Polícia de Segurança Pública (PSP) também: as tendas não poderiam permanecer eternamente num espaço público, no caso no Rossio, na capital. A PSP disse na noite anterior que ia “esgotar ao máximo a via do diálogo”, mas avisou que ia haver uma intervenção policial se as tendas continuassem montadas. O porta-voz da PSP, Sérgio Soares, sublinhou que estavam em causa uma “série

  •  

O relato da retirada das tendas em Lisboa e no Porto

Viveram-se momentos de tensão quando a PSP desfez o cordão humano dos manifestantes e deteve dezenas de pessoas no Rossio. Na Praça D. João I, no Porto, as pessoas retiraram-se voluntariamente.

© INÊS LACERDA/OBSERVADOR

  •  
❌