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Iúri Leitão “feliz e aliviado” pelo título mundial no ciclismo de pista 

O campeão olímpico e mundial Iúri Leitão, de Viana do Castelo, confessou-se hoje “extremamente feliz e aliviado” pelas duas medalhas conquistadas para Portugal nos Mundiais de ciclismo de pista em Xangai, China, entre as quais uma de ouro, em omnium.

“Foi o alívio de todo o trabalho desenvolvido. Há três anos que eu não tinha hipótese de estar na discussão do campeonato do mundo, em cada ano por circunstâncias diferentes e, claro, por vezes podemos começar a pensar que nunca mais se pode repetir, porque é realmente muito difícil chegar ao topo, especialmente na prova de omnium. Fico extremamente feliz e aliviado por todo o trabalho ter dado resultado”, salientou o atleta, à chegada ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Dois anos depois de arrebatar o ouro olímpico de madison em Paris2024, com Rui Oliveira, Iúri Leitão garantiu o título mundial em omnium, no sábado, e, no dia seguinte, com Ivo, o outro irmão Oliveira, conseguiu ainda a medalha de prata na prova de madison.

O ciclista preferiu não estipular metas para os próximos Jogos Olímpicos, que se realizam em 2028 em Los Angeles.

“Cada preparação é uma preparação, dependemos da nossa e também da preparação alheia. É difícil nós sairmos de casa e dizermos que vamos fazer determinado lugar, porque não sabemos onde nos encontramos na tabela classificativa, comparando com os nossos adversários”, explicou o medalhado de ouro olímpico e mundial, de 28 anos.

Além de Iúri Leitão, a comitiva portuguesa integrava Diogo Narciso, oitavo classificado na eliminação masculina, e Maria Martins, medalhada de bronze em scratch, que protagonizou a maior receção na zona de chegadas no aeroporto lisboeta.

A ciclista lusa de 27 anos foi aguardada por algumas dezenas de alunos do primeiro ciclo do Jardim Escola ‘O Bosque’, sito nos Olivais, em Lisboa, onde estudou e do qual a sua mãe é diretora, o que motivou a aproximação de alguns curiosos, provenientes de países como Canadá, Guiné Conacri e China, aumentando o número de pessoas que aplaudiram e saudaram os atletas portugueses.

“Felizmente no passado vivemos resultados destes e é sempre bom ser bem recebida em Lisboa, sendo que sou aqui de perto, ainda para mais junto com o Iúri e o resto da equipa, quando alcançamos bons resultados”, recordou Maria Martins, conhecida no meio desportivo como ‘Tata’, já depois de ter cumprimentado a sua família e amigos, assim como as crianças que a aguardavam num clima de celebração.

Portugal fechou os Mundiais de pista deste ano com quatro medalhas, após Iúri Leitão ter sido ouro em omnium e prata em madison, juntamente com Ivo Oliveira, e Maria Martins e Miguel Salgueiro terem conquistado o bronze, respetivamente, em scratch, na quarta-feira, e na corrida por pontos, na sexta-feira.

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Iúri Leitão aliviado por conquistas nos Mundiais na China

O ciclista de 28 anos conquistou uma medalha de ouro e outra de prata, mas afirma que tenta não estipular metas para as próximas competições. Portugal fechou os Mundiais de pista com quatro medalhas.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Foi o alívio de todo o trabalho desenvolvido. Há três anos que eu não tinha hipótese de estar na discussão do campeonato do mundo", declarou Iúri
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Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h

O piloto Kevin Leite, de sete anos e natural de Vizela, sagrou-se campeão nacional de Mini Velocidade na ronda final da temporada 2026, disputada no passado fim de semana, no Kartódromo Internacional de Braga.

Kevin conquistou a ‘pole position’ nos treinos cronometrados e bateu todos os recordes de pista. Partiu para a última prova com 15 pontos de vantagem sobre o segundo classificado.

Na primeira corrida, terminou em segundo lugar, resultado que lhe garantiu o título. Na segunda, venceu desde o arranque, com margem sobre o segundo classificado.

Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR
Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR

Ao longo do campeonato, o piloto somou cinco vitórias e um segundo lugar em seis corridas. As mini motos atingem entre 90 e 110 quilómetros por hora, consoante o circuito.

A ronda coincidiu com a prova do troféu VF Timing, na Galiza, em que Kevin Leite também liderava. O piloto optou por competir em Portugal.

Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR
Tem 7 anos, é de Vizela e sagrou-se campeão nacional de mini motos a 110 km/h
Foto: DR

“Ele sente-se muito feliz e mais motivado que nunca. Pois este campeonato já o merecia o ano passado”, conta o pai e treinador do piloto, Rui Leite, a O MINHO.

O piloto vai agora interromper a atividade durante alguns meses e os planos para a próxima época “ainda não estão definidos”.

“Pode continuar nesta categoria por mais um ano e tentar fazer algumas provas em Espanha já na próxima categoria. Vamos ver como se vai adaptar à mota, pois já é com caixa de velocidades e embraiagem”, explica Rui Leite.

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Claudio Mattio trovato morto in una scarpata: storico dirigente del ciclismo cuneese, aveva 66 anni

Da tre anni era andato in pensione dal suo lavoro, ma mai dalla sua passione. Anche ieri, lunedì 19 ottobre, Claudio Mattio era salito a Elva per un appuntamento in Municipio: sta lavorando a un sopralluogo su alcuni percorsi destinati a un prossimo evento ciclistico. Non è più tornato a casa. La moglie ha lanciato l’allarme, le ricerche sono proseguite per tutto il giorno. Poi la tragica scoperta: l’auto di Mattio è stata ritrovata in una scarpata della strada del Colle di Sampeyre. È morto a 66 anni, lasciando un grande vuoto nella sua famiglia e anche nel ciclismo cuneese.

Mattio era appunto un ex dipendente del Comune di Revello. Grande appassionato di ciclismo, aveva gareggiato fino ai dilettanti e poi era salito in ammiraglia. Era presidente della società Vigor di Piasco, ma si occupava anche dell’organizzazioni di gare ed eventi. “Pur non avendolo avuto come dipendente – ricorda il sindaco di Revello, Paolo Motta – conoscevo Claudio personalmente e ne ho apprezzato le doti umane e professionali, il suo entusiasmo nell’organizzazione di eventi sportivi”.

“Amava il ciclismo e la sua passione per la bicicletta raccontava qualcosa di lui, del suo modo di vivere e di sentire. Davanti a questa notizia che mi lascia sconvolta, faccio fatica ad accettare che il suo viaggio si sia interrotto”, scrive invece la sindaca di Piasco, Stefania Dalmasso. Il suo ricordo commosso prosegue: “Piasco perde un amico, una persona legata a una passione autentica, quella del ciclismo, che da decenni coinvolge tutta la nostra comunità. E io perdo qualcuno a cui ero legata da affetto e amicizia. Non posso che esprimere le sincere condoglianze, anche a nome della nostra comunità alla moglie Maria e alla figlia Erika, oltre che ai fratelli Silvio e Luciano e a tutta la grande famiglia Mattio”.

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Diogo Moreira na equipa oficial Honda de MotoGP em 2027

Moreira será promovido à Honda HRC Castrol depois de se ter estreado esta temporada na categoria principal do Campeonato do Mundo de Velocidade pela equipa LCR Honda, com a qual chegou ao pódio.

© FRANCK ROBICHON/EPA

"Estou ansioso pelo próximo ano e por ajudar a Honda HRC a regressar ao lugar onde deve estar", disse o piloto
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Miguel fechou com um top 10 que não chegou para o top 10

Três pódios, sete top 6, 14 top 10: Miguel Oliveira fechou ano de rookie no Mundial de Superbike pela BMW em décimo na corrida 2 em Espanha, acabando no 11.º lugar de um Mundial dominado pela Ducati.

© Gold and Goose

Miguel Oliveira começou em 12.º na primeira volta após a partida mas ainda foi a tempo de subir e acabar no top na corrida 2 em Jerez de la Frontera
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Iúri Leitão: ouro e prata em menos de 24h – e explica lágrimas depois de ser campeão

Campeão de omnium dos Mundiais de ciclismo de pista; e prata com Rui Oliveira na prova em que foram campeões olímpicos. Iúri Leitão volta a brilhar no ciclismo de pista: medalha de ouro e medalha de prata num período inferior a 24 horas, nos Mundiais na China. O ciclista português sagrou-se neste sábado campeão mundial de omnium pela segunda vez, conquistando a terceira medalha para Portugal em Xangai, na China – a primeira de ouro. Iúri Leitão, de 28 anos, venceu a vertente de scratch, foi terceiro classificado na corrida de ritmo e na de eliminação, e também venceu a

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Iúri Leitão sagra-se vice-campeão do Mundo de madison

Os campeões olímpicos Iúri Leitão e Ivo Oliveira conquistaram hoje a prata na prova de madison dos Mundiais de pista e arrecadaram a quarta medalha para Portugal em Xangai.

Dois anos depois de se sagrar campeão olímpico de madison em Paris2024, com Rui Oliveira, Iúri Leitão garantiu agora, com o outro irmão Oliveira, a primeira prata para Portugal naquela modalidade em Mundiais, tendo a dupla lusa fechado a prova com 67 pontos, menos 21 do que os vencedores, os dinamarqueses Carl-Frederik Bevort e Lasse Leth (88).

Na terceira posição ficaram os alemães Moritz Augenstein e Roger Kluge, com 52 pontos.

Portugal fecha os Mundiais de pista deste ano com quatro medalhas, após Leitão ter sido ouro em omnium, no sábado, e Maria Martins e Miguel Salgueiro terem conquistado o bronze, respetivamente, em scratch, na quarta-feira, e na corrida por pontos, na sexta-feira.

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"Reação emotiva? Foi uma das semanas mais duras da carreira"

Foi buscar 20 pontos extra para voltar à liderança, levantou os braços no último sprint, acabou a chorar na pista após a 20.ª medalha em provas internacionais que parecia a primeira – e por uma razão.

Iúri Leitão ganhou a camisola arco-íris de campeão mundial de omnium depois de já ter ganho o mesmo título nos Europeus, em fevereiro
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Do tratado ao arranque canhão: Iúri sagra-se campeão mundial

Potenciou pontos fortes, controlou eventuais fragilidades, teve mais um dia de exceção: ganhou o scratch, foi terceiro no tempo e na eliminação e voou na parte final dos pontos para vencer a prova.

© JOHN THYS

Iúri Leitão conquistou a terceira medalha de Portugal nestes Mundiais, depois dos bronzes de Tata Martins no scratch e de Miguel Salgueiro na corrida por pontos
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“Saronni? Gli ha dato di volta il cervello, si è messo a fare dichiarazioni di ogni tipo ed è sempre polemico”: così Francesco Moser

“Se andiamo più d’accordo io e Saronni oppure Elly Schlein e Giuseppe Conte? Noi non siamo mai andati d’accordo e continuiamo a non andarci nemmeno oggi, perché Saronni è sempre polemico”. Francesco Moser, uno dei ciclisti italiani più noti di sempre, si è raccontato oggi a ‘Un Giorno da Pecora’, su Rai Radio1, a partire dallo sport che lo ha visto trionfare tante volte passando per la politica e non solo.

“Io veramente – ha detto Moser a proposito di Saronni – l’ho anche invitato a casa, abbiamo fatto dei pranzi e pedalato insieme. Poi, improvvisamente, non so se gli ha dato di volta il cervello ma si è messo a fare dichiarazioni di ogni tipo. Ha detto che gli ho rubato un Giro d’Italia, ma le classifiche mica le faccio io”. La rivalità tra Francesco Moser e Giuseppe “Beppe” Saronni ha infatti segnato l’età d’oro del ciclismo italiano tra la fine degli anni Settanta e la prima metà degli anni Ottanta (1978–1986). Poi, qualche battuta sulla politica: “Che ciclisti potrebbero essere Schlein e Meloni? Schlein è capace solo di andare contro, quando c’erano loro al governo non mi pare abbiano fatto meglio dell’esecutivo attuale.

Moser ha poi detto la sua su Vannacci e Meloni: “Sono posizioni completamente diverse, la Meloni ha tante cose a cui pensare, Vannacci gioca sulle cose che non vanno. Se tirerei ‘la volata’ alla premier? Sì, certamente”. In chiusura, Moser ha parlato della sua quotidianità: “Oggi vado con la bici elettrica, il mio fisico l’ho già strapazzato abbastanza. Troppo comoda? Credetemi, si può faticare anche così. Ho appena fatto il monte Bondone, 18km di salita, sono andato su in prima, se la fai con la bici normale arrivi su che non riconosci nemmeno più chi hai intorno. Così vai in bici senza impiccarti“.

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Milan scrive la storia a Shanghai: prima il record del mondo, poi l’oro. Ganna vince il bronzo: abbraccio e commozione tra i due

Show dell’Italia ai Mondiali su pista di Shanghai: nell’inseguimento individuale Jonathan Milan vince la medaglia d’oro mentre Pippo Ganna conquista il bronzo. Milan, che nelle qualificazioni aveva stabilito il nuovo record del mondo con 3’58″850, abbattendo il muro dei 3’59” e migliorando di 303 millesimi il precedente primato, sempre suo, stabilito il 18 ottobre 2024 a Copenaghen, nella finale per il titolo iridato riesce a spuntarla sul danese Frederik Madsen: 4’00″769 il crono dell’azzurro che rifila oltre cinque secondi al rivale (4’06″038). L’altra sfida Italia-Danimarca nella finale per il terzo posto premia ancora gli azzurri, con Ganna che chiude in 4’02″275 e si prende il bronzo a spese di Rasmus Pedersen.

Italia che così conquista l’oro nell’inseguimento individuale, dopo esser stata battuta in quello a squadre ieri dalla Danimarca. Per Milan è il secondo titolo iridato in carriera dopo quello di due anni fa a Ballerup, è nettamente il più forte al mondo di questa disciplina. Anche in finale, dopo l’impresa di qualche ora prima, nei primi due chilometri Milan ha viaggiato sotto il record del mondo stabilito in mattinata. Poi ha deciso di controllare la gara chiudendo alla grande una stagione che lo ha visto trionfare per 12 volte pure su strada, compreso il titolo italiano e l’ultima tappa del Giro a Roma.

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“Ebbi un infarto a Sky, crollai a terra. Rizzica mi salvò e ci provò anche Guido Meda, ma con lui la mia pelle diventava grigia”: così Riccardo Magrini

“Nel 2017 ho avuto un arresto cardiaco negli studi di Sky: era il giorno di riposo della Vuelta e Giovanni Bruno mi aveva chiamato per commentare quanto stava accadendo nella corsa. Sono improvvisamente crollato a terra“. Inizia così il racconto di Riccardo Magrini, storica voce del ciclismo e volto delle telecronache di Eurosport e Discovery Plus insieme a Luca Gregorio, che ha ripercorso uno dei momenti più drammatici della sua vita durante il vodcast “Campioni di Salute – Sport, Salute & Territorio”, promosso da Regione Lombardia.

Intervistato da Giovanni Bruno, Magrini è tornato con la memoria al grave problema cardiaco che lo colpì nove anni fa, raccontando anche le abitudini che, a suo giudizio, contribuirono a mettere a rischio la sua salute. “Un po’ di responsabilità è anche mia: avevo smesso di andare in bicicletta con la frequenza di un tempo, ero aumentato di peso e, prima dell’arresto cardiaco del 2017, avevo già avuto due piccoli infarti“.

La sua vita aveva preso una direzione diversa da quella degli anni trascorsi da sportivo. “Dal 2005 avevo cominciato a occuparmi delle telecronache su Eurosport. Trascorrevo tantissime ore a commentare le gare e, poco alla volta, ero diventato sempre più sedentario“, ha spiegato Magrini, ripercorrendo le circostanze dell’emergenza. Quel giorno, negli studi Sky, la sua fortuna fu trovarsi accanto a persone preparate a intervenire. Il giornalista Lucio Rizzica, presente insieme a Bruno, mise in pratica le manovre di primo soccorso apprese durante i corsi organizzati dall’emittente. A fare la differenza fu anche la presenza di un defibrillatore nella struttura. “Lucio mi ha salvato la vita grazie a quello che aveva imparato. Sono rimasto quasi quattro minuti senza attività cardiaca”.

Dopo l’arresto cardiaco, Magrini venne ricoverato all’ospedale San Raffaele e si risvegliò in seguito a un periodo di coma indotto, con la sensazione di trovarsi in una dimensione quasi irreale. I medici gli impiantarono un defibrillatore e iniziò un percorso che gli avrebbe permesso di tornare gradualmente alla quotidianità. “Sono stato davvero fortunato. Oggi, a distanza di nove anni, posso raccontare quello che mi è successo, ho perso peso, sono tornato a pedalare e continuo a lavorare per Eurosport”.

Durante i soccorsi il traffico rallentò l’arrivo dell’ambulanza e chi stava praticando le manovre salvavita cominciò ad accusare la stanchezza. “A un certo punto Lucio aveva bisogno che qualcuno lo sostituisse, perché non riusciva più a continuare. Ci provò anche Guido Meda, ma con lui il colore della mia pelle passava dal roseo al grigio“, ha raccontato scherzando. Un modo per sdrammatizzare un momento drammatico: “Ma devo ringraziare Guido, oltre naturalmente a Lucio”.

L’esperienza in ospedale ha rappresentato per Magrini un punto di svolta, imponendogli di rivedere le proprie abitudini e prestare maggiore attenzione alla salute. “È stato come un’esplosione che ha cambiato tutto. Da allora non ho più avuto attacchi e sono riuscito a riportare il mio peso quasi alla normalità, anche se la pigrizia continua a farsi sentire”. Per tornare a pedalare senza rinunciare alla sicurezza, oggi utilizza una bicicletta a pedalata assistita, che gli consente di mantenersi attivo e godersi le uscite. Fondamentale anche la disciplina maturata negli anni in cui praticava sport a livello agonistico. “Aver avuto un passato da sportivo aiuta a rispettare le regole. Prendere ogni giorno le nove pasticche prescritte non mi pesa affatto. Adesso sto bene”.

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A medalha surpresa que estava guardada: Salgueiro de bronze

Após o bronze de Tata Martins, e ainda antes da entrada em cena de Iúri Leitão, Carlos Miguel Salgueiro brilhou na corrida por pontos e chegou a uma inédita medalha de bronze nos Mundiais de Xangai.

Miguel Salgueiro tornou-se o primeiro atleta português a conquistar uma medalha por Portugal num Campeonato do Mundo na corrida por pontos
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