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La editorial canadiense de Thélyson Orélien cancela su contrato tras detectar IA en la novela con la que aspiraba al Goncourt

La editorial quebequesa Boréal ha puesto fin a su relación con el escritor Thélyson Orélien después de encontrar indicios del uso de inteligencia artificial (IA) en el proceso de escritura de su novela C’était ça ou mourir, uno de los éxitos de la temporada literaria francesa, pero que acabó excluida del premio Goncourt en medio de una polémica que también llevó al autor a reconocer plagios anteriores. La editora ha anunciado este miércoles que no volverá a imprimir el libro ni publicará nuevas obras del autor haitiano, después de que un análisis externo detectara rastros de esta tecnología en los documentos de trabajo del manuscrito.

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© Sarah Meyssonnier (REUTERS)

Un ejemplar del libro 'C'était ça ou mourir', novela del autor Thélyson Orélien, expuesto en una librería de París el 22 de septiembre de 2026.
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Dos vulnerabilidades críticas detectadas con IA provocan fallos múltiples en miles de páginas web

Miles de sitios web, entre ellos páginas gubernamentales de Europa y otras regiones, quedaron fuera de servicio este miércoles después de que la divulgación de vulnerabilidades críticas en PHP obligara a los administradores de sitios web de todo el mundo a tomar medidas urgentes para proteger sus sistemas.

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© Dado Ruvic (REUTERS)

Ilustración de personas con ordenadores frente a códigos binarios.
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Economia. A luta pela habitação e as explicações da CGA

As manifestações com o mote principal na habitação marcaram os últimos dias em Portugal, com os políticos a atirarem culpas uns para os outros.

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Nova ferramenta de IA prevê sobrevivência ao cancro a partir de uma selfie do doente

Uma equipa de médicos desenvolveu uma ferramenta de inteligência artificial capaz de prever as probabilidades de sobrevivência de um doente com cancro a partir de uma única fotografia do seu rosto. O sistema de IA foi desenvolvido por especialistas do Mass General Brigham, um sistema de saúde académico integrado sem fins lucrativos em Massachusetts, para estimar a idade biológica e prever diretamente os resultados de sobrevivência em doentes diagnosticados com cancro. No novo estudo, publicado esta segunda-feira na The Lancet Digital Health, os médicos utilizaram a tecnologia para desenvolver duas ferramentas complementares. O FAHR-FaceAge estima a idade biológica de um

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La IA detecta un fallo que pone en riesgo hasta al 70% de las páginas web del mundo

Las herramientas de IA han ayudado a detectar uno de los fallos de seguridad en línea más graves de la historia. Los expertos en ciberseguridad se apresuran a corregirlo antes de que los hackers utilicen la IA para aprovecharse de él Leer

Las herramientas de IA han ayudado a detectar uno de los fallos de seguridad en línea más graves de la historia. Los expertos en ciberseguridad se apresuran a corregirlo antes de que los hackers utilicen la IA para aprovecharse de él
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Economia digital representa 40% do valor acrescentado de Portugal em 2024

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By: Lusa

A economia digital esteve associada a 40,4% do valor acrescentado bruto (VAB) nacional em 2024, acima dos 32,3% registados em 2019, segundo um estudo divulgado esta quarta-feira pela ACEPI (Associação da Economia Digital em Portugal).

Segundo o documento, o VAB associado à economia digital passou de 60 mil milhões de euros em 2019 para 102,4 mil milhões em 2024, com uma subida 70,8%.

O estudo atribui à digitalização, em 2024, uma “capacidade produtiva adicional” de 36,8 mil milhões de euros, o equivalente a 14,5% do VAB.

A esta componente associa cerca de 1,11 milhões de pessoas, ou 21,7% do emprego, mas os autores ressalvam, no entanto, que estes números não correspondem a postos de trabalho criados pela digitalização.

O presidente da ACEPI, Alexandre Nilo Fonseca, disse à agência Lusa que “36,8 mil milhões de euros correspondem à tal capacidade produtiva adicional, ou seja, a capacidade para produzir valor adicional da transformação de atividades já existentes (…) este é um indicador particularmente relevante porque demonstra que o impacto da digitalização vai muito além do setor tecnológico“.

A maior parte do impacto está fora do setor tecnológico. Em 2024, 82,8% do VAB associado ao digital resultava da utilização de tecnologias digitais pelos restantes setores da economia.

“Mas há um risco que não podemos ignorar: confundir a adoção de inteligência artificial (IA) com a transformação dos modelos de negócio. O estudo mostra que 73,4% dos respondentes que identificam benefícios da IA apontam ganhos de produtividade, enquanto apenas 9,4% referem aumentos de receitas“, acrescentou.

Segundo o documento, 73% das empresas portuguesas dizem ter ganhos de produtividade, porém apenas 9% falam em ganhos de receitas.

“Esta diferença acontece porque as empresas portuguesas puseram a IA a acelerar tarefas, mas não mudaram a forma como o trabalho é feito. Estão a fazer o mesmo, mais depressa. Um modelo pode resumir documentos sem alterar a decisão que depende deles. A produtividade da tarefa melhora e o serviço prestado fica igual”, avançou à Lusa, um dos ‘partners’ da GoingNext, Gabriel Coimbra.

O estudo identificou também que em 2024, a economia digital estava associada a 40% do VAB e a 67% do emprego nacional, sendo que o emprego associado ao digital cresceu 72% entre 2019 e 2024.

“O crescimento de 72% refere-se ao emprego associado à economia digital, não ao número de novos empregos criados no país. À medida que a digitalização ganha expressão, passa a abranger tarefas e processos de trabalho que anteriormente eram realizados sem recurso ao digital. Um posto de trabalho pode continuar a existir, mas tornar-se mais digitalizado”, respondeu à Lusa Filipe Grilo, da Porto Business School.

“Por exemplo, quando uma empresa substitui um procedimento em papel por um processo digital, essa atividade passa a estar associada à digitalização, mas não significa que tenha surgido atividade económica adicional”, acrescentou.

Todavia, segundo o estudo, a IA e a IA generativa “lideram as prioridades de investimento”, escolhidas por 64,0% dos inquiridos. Apenas 25,9% dizem ter uma estratégia formal de IA, com orçamento e responsável definidos, enquanto 38,8% indicam que essa estratégia está em preparação e 32,4% que não a têm.

Os indicadores mais recentes sobre o ecossistema digital, relativos a 2025, mostram que Portugal está a perder terreno face à União Europeia (UE) na adoção de tecnologias avançadas pelas empresas.

Em 2025, 11,5% das empresas com pelo menos dez trabalhadores usavam IA, contra cerca de 20% na média da UE, e um ano antes, as percentagens eram de 8,6% e 13,5%.

A distância é maior nas empresas de menor dimensão. Em 2025, usavam IA 9% das pequenas empresas, contra 17% na UE, e 18% das médias, contra 30%.

Na computação em nuvem (‘cloud’), 34% das empresas usavam serviços intermédios ou avançados em 2025, face a 47% na UE. Em 2023, os valores eram de 32% e 39%.

Em 2025, apenas 63% das empresas portuguesas tinham ‘website’, contra 79% na média europeia.

Do lado dos consumidores, 60,5% dos portugueses entre os 16 e os 74 anos fizeram compras ‘online’ nos 12 meses anteriores, segundo os dados de 2025, abaixo dos 73,6% da UE.

Existem diferenças regionais: 69,1% na Grande Lisboa e 69,0% na Península de Setúbal, face a 54,8% no Norte e 50,8% na Madeira.

O estudo de Economia Digital em Portugal foi desenvolvido pela Associação da Economia Digital em Portugal (ACEPI) e pela GoingNext, em colaboração com a Porto Business School e foram inquiridas 140 organizações, combinando com institutos estatísticos.

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Fusão da SpaceX e Tesla pode criar gigante de 3,5 biliões de dólares. Qual é o plano de Musk?


A eventual fusão entre a gigantes SpaceX e a Tesla poderá dar origem a uma das maiores empresas tecnológicas do mundo, reunindo negócios que vão dos automóveis elétricos aos foguetões, passando pelos satélites, pela robótica e pela inteligência artificial (IA). A operação juntaria duas empresas avaliadas em cerca de 3,5 biliões de dólares (ou 3,5 trillions, no original em inglês), com potencial para explorar sinergias em áreas estratégicas para Elon Musk.

A possibilidade de unir as duas empresas não é nova, mas ganhou outra dimensão esta terça-feira. O Financial Times (FT) noticiou que ambas constituíram comités especiais para analisar uma eventual fusão, enquanto Musk manifestou publicamente o seu apoio à operação, embora tenha ressalvado que ainda não há acordo sobre os termos nem garantias de que venha a concretizar-se.

“Acho que seria uma boa ideia? Sim. Mas, no final de contas, os acionistas têm de apoiar esta iniciativa”, afirmou o empresário, acrescentando que, enquanto presidente executivo das duas empresas, não pode participar nas discussões. Musk considera que “há muitas vantagens em combinar as duas empresas”, apontando oportunidades de colaboração no desenvolvimento de inteligência artificial, na conceção de chips e na robótica.

Uma avaliação conjunta de 3,5 biliões de dólares

A dimensão financeira da operação ajuda a perceber a (grande) ambição do projeto. Com base nas cotações de fecho de terça-feira, a SpaceX, que entrou para o Nasdaq apenas em junho passado, está avaliada em cerca de 2,01 biliões de dólares, enquanto a capitalização bolsista da Tesla ronda os 1,48 biliões. Somadas, as duas empresas atingem aproximadamente 3,5 biliões de dólares, um valor que colocaria o grupo combinado entre as maiores cotadas do mundo, acima da Amazon, mas abaixo de empresas como a Nvidia, a Apple, a Microsoft e a Alphabet, de acordo com as avaliações de mercado atuais.

O valor conjunto, contudo, não corresponde necessariamente ao preço de uma eventual fusão. A capitalização bolsista resulta do valor de mercado das ações de cada empresa, enquanto os termos de uma operação desta dimensão terão de determinar a participação que os acionistas de cada uma receberão na nova estrutura. A relação de troca entre ações, eventuais prémios e a forma como os negócios serão avaliados poderão alterar a distribuição do capital e o valor atribuído à empresa resultante.

The SpaceX ‘Starship’ rocket takes off from the company’s Starbase facility in Boca Chica, Texas, USA, 19 November 2024. This is the company’s sixth test flight attempt to test the ‘Starship’ rocket and the second time that SpaceX is attempting to catch the rocket booster during landing. EPA/MICHAEL GONZALEZEPA/MICHAEL GONZALEZ

O FT estima que a entidade combinada poderá reunir mais de 155 mil trabalhadores e gerar receitas anuais na ordem dos 153 mil milhões de dólares. Para além da escala, a operação permitiria juntar atividades com perfis muito diferentes, desde a produção automóvel e o armazenamento de energia até aos serviços de internet por satélite, aos lançamentos espaciais e à infraestrutura de computação para inteligência artificial.

A avaliação reflete também as expectativas em torno dos negócios que Musk pretende desenvolver nos próximos anos. No caso da Tesla, os investidores não estão apenas a avaliar as vendas de automóveis elétricos, mas também as perspetivas associadas aos robotáxis, à condução autónoma e aos robôs humanoides Optimus. Na SpaceX, a expansão da Starlink e a entrada cada vez mais expressiva no negócio da inteligência artificial estão a ampliar o alcance da empresa para lá dos foguetões e dos serviços de lançamento.

A inteligência artificial aproxima os dois negócios

A IA é um dos principais pontos de ligação entre as empresas. A SpaceX tem vindo a reforçar a sua atividade em computação e serviços de IA, enquanto a Tesla procura aplicar esta tecnologia aos veículos autónomos, à robótica e à automatização industrial.

Os resultados do terceiro trimestre da SpaceX ilustram esta transformação. A empresa registou receitas de 14,6 mil milhões de dólares, mais 161% do que no período homólogo, e um lucro líquido de 4,4 mil milhões. A divisão de inteligência artificial, designada Super Intelligence, gerou 7,6 mil milhões de dólares em receitas, tornando-se a maior atividade da empresa em volume de negócios nesse trimestre. A área de conectividade, que inclui a Starlink, contribuiu com 5,2 mil milhões de dólares, enquanto o negócio espacial gerou 1,8 mil milhões, segundo dados divulgados pela empresa e noticiados pela Reuters.

Estes números ajudam a explicar por que razão a aproximação à Tesla poderá fazer sentido. A SpaceX dispõe de capacidade de computação e de uma rede global de satélites, enquanto a Tesla desenvolve sistemas autónomos, baterias, soluções de armazenamento de energia e tecnologias de fabrico. A partilha de recursos poderá acelerar projetos que dependem de investimento intensivo em tecnologia e infraestrutura.

Uma das iniciativas já anunciadas em conjunto é a Terafab, um projeto de fabrico de semicondutores e computação para inteligência artificial destinado a responder às necessidades dos veículos autónomos, dos robôs Optimus e dos centros de dados associados aos negócios de Musk. A produção em volume está apontada para o final de 2028.

A colaboração poderá estender-se ainda à utilização da conectividade da Starlink nos robotáxis e noutros sistemas autónomos, assim como ao aproveitamento das baterias e das soluções de armazenamento da Tesla para responder às necessidades energéticas dos centros de dados. A experiência industrial da fabricante automóvel na automatização de fábricas poderá, por sua vez, contribuir para aumentar a escala da produção de veículos espaciais.

Investimento elevado e riscos financeiros

A dimensão dos investimentos necessários para concretizar esta estratégia constitui, contudo, um dos principais desafios. Apesar do crescimento das receitas e dos lucros no terceiro trimestre, a SpaceX registou despesas de investimento de 19,6 mil milhões de dólares no período e prevê gastar entre 35 mil milhões e 40 mil milhões no trimestre em curso. Grande parte deste esforço está associada à expansão da infraestrutura de IA.

A fusão poderá facilitar a partilha de recursos financeiros e de serviços, reduzir custos administrativos e permitir que o capital seja aplicado nos projetos considerados prioritários. Mas a união não elimina as necessidades de financiamento: concentra numa única estrutura negócios que exigem investimentos avultados e cujos resultados dependem da concretização de objetivos tecnológicos ambiciosos.

Os acionistas da Tesla passariam a estar expostos aos resultados da atividade espacial e da infraestrutura de IA da SpaceX, enquanto os investidores desta última ganhariam acesso aos negócios de automóveis, energia, condução autónoma e robótica da fabricante. A diversificação poderá abrir oportunidades, mas também aumentará a exposição a riscos técnicos, comerciais e regulatórios que nem sempre estão relacionados entre si.

Além disso, o peso crescente da inteligência artificial na estratégia de Musk levanta questões sobre o retorno dos investimentos. A construção de centros de dados, o desenvolvimento de chips e a expansão da capacidade de computação exigem avultados recursos antes de todos os projetos atingirem maturidade comercial. O crescimento das receitas da SpaceX demonstra a dimensão da oportunidade, mas não garante que o investimento futuro gere retornos proporcionais ao capital aplicado.

Musk pode reforçar o controlo sobre o grupo

A eventual fusão poderá ter também consequências para a estrutura de poder dentro das empresas. Musk detém cerca de 85% dos direitos de voto da SpaceX, através de ações com direitos de voto reforçados, mas tem uma participação de cerca de 20% na Tesla. Uma operação que combine as duas empresas poderá alterar significativamente o equilíbrio acionista e reforçar a sua influência sobre o grupo resultante.

Segundo estimativas citadas pela Reuters, a participação de Musk nos direitos de voto da empresa combinada poderá atingir cerca de 57% a 58%, dependendo da relação de troca de ações escolhida. Não existe, contudo, qualquer rácio acordado entre as duas empresas, pelo que estes valores representam apenas cenários indicativos.

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e prepara-se para criar uma das maiores empresas do planeta.Lusa

A governação constitui, por isso, uma questão central. Musk lidera ambas as empresas e tem interesses diretos na operação, razão pela qual afirmou não participar nas discussões. Os comités especiais de administradores independentes terão de analisar os termos e avaliar se a fusão corresponde aos interesses dos acionistas.

A aprovação dos investidores da Tesla será outro obstáculo. Musk reconheceu que será necessário obter o apoio de uma maioria de todas as ações, e não apenas da maioria dos votos expressos, o que torna a participação dos acionistas particularmente relevante. A operação poderá ainda enfrentar um escrutínio regulatório acrescido: a SpaceX mantém contratos com o Governo norte-americano, incluindo nas áreas da defesa e da exploração espacial, enquanto a Tesla tem uma presença industrial importante na China.

A combinação destes interesses poderá levantar questões de segurança nacional e de acesso a tecnologias estratégicas, tanto nos Estados Unidos como noutros mercados. A complexidade da operação não se limita, assim, à avaliação financeira, sendo que será necessário conciliar atividades sujeitas a enquadramentos regulatórios distintos e demonstrar que as sinergias justificam os riscos adicionais assumidos pelos investidores.

Por agora, a fusão continua em fase de análise. A dimensão dos negócios de Musk e a crescente sobreposição entre as suas estratégias de IA, robótica, energia e infraestrutura espacial tornam a operação plausível do ponto de vista industrial. Mas, para os acionistas, a questão decisiva será perceber se a concentração destes ativos cria valor suficiente para compensar os custos, os riscos financeiros e as dificuldades de execução de um projeto desta escala.

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Pediatras alertam para riscos de brinquedos com IA

Logo Agência Brasil

Brinquedos que conversam com a criança, que são capazes de memorizar o que ela gosta e que até mesmo respondem com palavras de carinho e empatia fazem parte da realidade de boa parte das famílias no Brasil e no mundo e exigem olhar atento por parte de pais e responsáveis.

Diante do avanço da inteligência artificial (IA) e de sua aplicação em produtos lúdicos, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou um alerta sobre como escolher e acompanhar os efeitos da aplicação desse tipo de tecnologia junto a crianças e adolescentes.

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Em nota, a entidade destacou que o objetivo do alerta é reduzir os riscos de exposição indevida. Segundo o documento, sistemas de IA generativa, por exemplo, reconhecem voz e imagem, recordam informações, adaptam respostas e mantêm conversas que não são inteiramente pré-programadas.

A SBP considera o tema urgente. 

“Em setembro de 2026, ganhou repercussão o anúncio do Muse Charm, dispositivo portátil da Meta comparado pela imprensa a um Tamagotchi com IA. Embora não seja um brinquedo para crianças, ele ilustra como agentes de IA passam a ocupar formas físicas, portáteis e personalizadas”, avaliou.

Emoções

O alerta chama a atenção para o fato de que a IA, apesar de usar linguagem afetiva ou empática, não é uma pessoa, e reforça que um brinquedo, uma vez conectado, pode ter microfone, câmera e acesso integral à internet, além de fazer coleta de dados e oferecer mecanismos de personalização e de engajamento.

Segundo a SBP, uma revisão publicada na revista Pediatrics destaca o risco de crianças desenvolverem percepções equivocadas da IA como amiga ou cuidadora a partir do contato com esse tipo de brinquedo.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por sua vez, alertou para os chamados AI companions [companheiros de IA, na tradução literal]: brinquedos ou produtos que estimulam conversas em relacionamentos ao serem usados por crianças e adolescentes.

“Apesar da aparência inofensiva, são sistemas de IA que podem obter informações e causar prejuízos à saúde e dependência ao produto”, destacou a entidade.

Para a SBP, a pergunta não deve ser apenas o que o brinquedo faz, mas também como funciona, quais informações coleta, para que esses dados são utilizados e se ele incorpora mecanismos adequados de proteção à criança e ao adolescente.

Recomendações

No alerta, a entidade recomenda cautela na oferta de brinquedos com IA, sobretudo os que utilizam IA generativa, mantêm conversas abertas, coletam dados pessoais e simulam amizade, cuidado ou apoio emocional.

“Quando essas funcionalidades não trazem benefício claro, ou quando o funcionamento e os mecanismos de proteção carecem de transparência, a orientação é priorizar produtos e brinquedos sem esses recursos”, alerta.

Outra preocupação dos pediatras é compreender os efeitos à saúde mental e comportamental de longo prazo dessas novas formas de interação, ainda não suficientemente mapeadas. 

“A incerteza científica não significa ausência de riscos e reforça a necessidade de proteção adequada à infância e à adolescência”, avalia.

O alerta propõe perguntas-chave para as famílias refletirem antes de comprar um desses produtos:

  • 1. O que essa tecnologia acrescenta à brincadeira?
  • 2. A criança participa ativamente ou o brinquedo faz quase tudo por ela?
  • 3. Como o produto funciona (se usa IA generativa e se possui câmera, microfone ou conexão com a internet)?
  • 4. A indicação etária e a supervisão parental estão claras?
  • 5. O que acontece com os dados da criança e do adolescente?
  • 6. O uso do brinquedo com IA expõe a criança a ações de perfilamento, publicidade, compras ou assinaturas associadas?
  • 7. Como a interação é apresentada: o produto simula amizade, afeto, cuidado ou apoio emocional?
  • 8. A criança entenderá, conforme a idade, que está interagindo com uma IA e não com uma pessoa?
  • 9. Qual lugar essa experiência ocupa na rotina, em relação ao sono, ao movimento, à brincadeira livre, à leitura, ao contato com a natureza e à convivência familiar?

A SBP destaca que informações essenciais devem estar acessíveis, incluindo se o produto possui câmera ou microfone; se precisa de internet; quais dados registra e para quê; onde são armazenados; se são compartilhados com terceiros; se é possível apagá-los; e quais recursos vêm ativados por padrão.

“Se não estiverem acessíveis, a recomendação é não comprar e optar por outro produto ou brinquedo.”

Fabricantes

Outro ponto importante citado no documento é que fornecedores e empresas são obrigados a informar pais, responsáveis, crianças e adolescentes, independentemente da compra ter sido efetuada, sobre riscos e medidas de segurança, incluindo privacidade e proteção de dados.

Diante de coleta de dados não informada, conteúdo inadequado, falhas de segurança ou dificuldade de exercer seus direitos, a SBP orienta que as famílias podem:

  • pedir ao fornecedor informações, correção ou eliminação dos dados da criança;
  • desistir, em até sete dias do recebimento de compras feitas fora de estabelecimento comercial;
  • utilizar canais de notificação do fornecedor;
  • reclamar no Procon, no consumidor.gov.br e na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
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Fundir automóveis aos foguetões com IA no meio. Musk quer criar gigante de 3,5 biliões

Os investidores estão entusiasmados com a possibilidade de uma fusão entre a Tesla e a SpaceX, em que Musk sairá, claramente, o vencedor. Mesmo com algumas questões geopolíticas e regulatórias, uma gigante de 3,5 biliões de dólares terá espaço para se destacar no setor tecnológico.

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Spotify cambia su algoritmo para frenar el spam de la IA y dar visibilidad a artistas

La inteligencia artificial está cada vez más presente en las plataformas musicales y uno de los ejemplos más recientes lo tenemos en YouTube Music. En este caso han empezado a señalar con una etiqueta las canciones en las que se ha utilizado IA para que los usuarios tengan más información sobre lo que están escuchando.

Ahora, Spotify ha decidido modificar su algoritmo para apartar de las recomendaciones la música considerada basura o spam que, gran parte de ella, está relacionada con el uso de estas herramientas.

Durante los últimos meses, Spotify ha actualizado su sistema de recomendaciones para dar más visibilidad a la música de artistas auténticos y evitar que los usuarios se encuentren todo el rato con un contenido de baja calidad.

Al analizar las canciones que los usuarios solían saltarse, se encontraron con que muchas de ellas estaban identificadas como slop o spam. De hecho, durante este año ya han sacado más de 50 millones de canciones de sus recomendaciones. No han sido eliminadas, sino que solo dejan de aparecer en las recomendaciones automáticas.

¿Cómo encuentra Spotify estas canciones?

La plataforma explica que no utiliza una única señal para encontrar las canciones. Su sistema combina datos sobre cómo interactúan los usuarios con ellas, sus comentarios, los patrones de subida, los metadatos y la información de varias herramientas externas que detectan contenido generado con IA.

Además, Spotify también está buscando nuevas formas con las que los estafadores pretenden saltarse sus controles. Entre ellas se encuentran las cargas masivas, duplicados, manipulación de SEO, redes de listas de reproducción con spam y pistas artificialmente cortas.

Más de 75 millones de canciones retiradas

En lo que va de año, aseguran que han quitado más de 75 millones de canciones spam de la plataforma por incumplimientos graves o repetidos de sus normas. Todo con el objetivo de reducir el contenido creado para manipular el sistema y generar ingresos mediante reproducciones artificiales, bots o el uso indebido de perfiles de artistas reales.

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Meta suspende una función de Muse después de que miles de chats de IA quedaran localizables

Meta presentó su primer agente de inteligencia personal para llevar a cabo tareas de forma autónoma en nombre del usuario, ya que Muse se construyó como un agente seguro y privado para responder a las necesidades de las personas. Sin embargo, sus primeros usos han desatado cierta polémica porque se dio a conocer que compartió información personal sin que nadie lo pidiera y creó perfiles detallados de personas cercanas a sus usuarios sin que ellos lo supieran.

Tras poner en duda su seguridad, ahora, se ha notificado que Muse es capaz de exponer información personal cuando los usuarios comparten conversaciones a través de enlaces web. No obstante, para poner freno a dicha situación, Meta ha decidido suspender la función 'Compartir' para revisarla y hacer los cambios necesarios.

¿Qué ha pasado?

Al igual que otras aplicaciones, Muse permite a los usuarios compartir búsquedas, conversaciones, imágenes y contenido con otras personas a través de una URL única que cualquiera puede usar para acceder a una página. Sin embargo, para que cualquier información sensible no sea accesible para personas no autorizadas, las URL suelen contener una larga secuencia de texto difícil de adivinar.

No obstante, una decisión técnica en la creación de las URL ha facilitado el acceso a enlaces de conversaciones compartidas. Concretamente, la empresa de seguridad Claroc ha afirmado haber localizado 6.800 enlaces generados por usuarios de Muse para compartir conversaciones y, tras revisar varias URL, han encontrado información confidencial que no estaba destinada a hacerse pública, como notas de un candidato que preparaba una llamada con un laboratorio de inteligencia artificial, una revisión interna de ingresos dirigida al director ejecutivo de una empresa y una solicitud de préstamo de un pequeño empresario.

Además, detectaron datos financieros relacionados con posibles fraudes bancarios, informes de inversiones inmobiliarias con direcciones y cifras exactas de rentabilidad, ingresos e hipotecas, así como calendarios de vacaciones que revelaban cuándo se ausentarían decenas de empleados.

¿Qué dice Meta al respecto?

Ante dicho escenario, Meta ha afirmado en un correo electrónico para el diario Ars Technica que han abierto "el programa de recompensas por detección de errores de Muse para que los investigadores puedan plantear diferentes escenarios y ayudar a seguir mejorando el producto. Los usuarios pueden compartir elementos específicos de Muse, lo que crea una página a la que pueden acceder quienes tengan el enlace".

Además, añaden que han suspendido esta función mientras revisan dicho informe, considerando implementar cambios en la forma en que se pueden encontrar estos enlaces.

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DTech quer criar uma rede tecnológica em todo o interior

VTM

O DTech 2026 reuniu empresas tecnológicas, profissionais e estudantes para debater os desafios da inteligência artificial (IA), do software e da robótica. O programa incluiu nove palestras, uma feira empresarial, quatro apresentações de projetos jovens e momentos de networking, no Teatro de Vila Real, seguindo-se workshops práticos na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

André Conde, da organização, explica que o objetivo é aproximar o meio académico da realidade empresarial e criar oportunidades de contacto. “É um momento de partilha” que permite perceber como diferentes empresas enfrentam desafios semelhantes, mas encontram soluções distintas, afirma.

A inteligência artificial foi um dos temas centrais, numa altura em que as ferramentas tecnológicas estão a transformar rapidamente os métodos de trabalho. “Hoje em dia, não tem nada a ver com a de há um ano”, refere André Conde, explicando que a sua empresa mudou significativamente a forma de trabalhar. Por isso, considera essencial que os estudantes conheçam as oportunidades e as dificuldades do mercado antes de entrarem na vida profissional.

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Nova iniciativa da ONU visa abordar usos militares da IA

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By: Lusa

A Organização das Nações Unidas (ONU) vai lançar uma nova iniciativa sobre as utilizações militares da inteligência artificial (IA), para enfrentar as preocupações sobre a ameaça que o desenvolvimento da tecnologia representa para a humanidade.

A iniciativa, do Instituto das Nações Unidas para a Investigação sobre o Desarmamento (UNIDIR, na sigla em inglês), tem lançamento previsto para esta quinta-feira e vai estabelecer o primeiro fórum internacional para que os principais interessados procurem enfrentar a questão.

O diretor do instituto sediado em Genebra, Robin Geiss, alertou em conferência de imprensa da ONU na terça-feira que “a margem para o julgamento humano é cada vez mais estreita, incluindo no domínio nuclear”. É difícil avaliar o quão próximo o mundo está de máquinas que possam vir a agir fora do controlo humano, disse Geiss, acrescentando que a incerteza “é a questão” que se está a “tentar resolver”.

Um dos problemas é que a IA está a penetrar, cada vez mais, em diversas áreas — sistemas de alerta precoce, recolha de informação e reconhecimento — e “é muito difícil determinar em que ponto estamos, de facto, a perder o controlo”, afirmou.

Segundo Geiss, durante algum tempo houve uma resistência generalizada em estabelecer salvaguardas para a IA. Contudo, a proliferação das capacidades e o potencial impacto da tecnologia levaram a “uma crescente perceção de que estamos perante uma encruzilhada e que agora é o momento de agir, incluindo no que diz respeito à IA militar”.

Geiss observou que a ONU reconhece que a competição global pela liderança em IA impõe obstáculos sérios. “Mas as preocupações com o impacto da IA já transcendem os blocos geopolíticos e estão a levar as grandes potências a tomar medidas”, disse, mencionando uma proposta feita em setembro para que os EUA e a China criem um sistema de alerta de segurança em IA, dirigido a questões que possam ameaçar a segurança nacional.

Os riscos associados à IA foram um tema central nos discursos dos líderes de muitas das 193 nações-membros da ONU, durante a reunião anual de alto nível realizada em setembro.

Este verão, o UNIDIR estabeleceu um Centro de Excelência em IA, Paz e Segurança, a primeira plataforma permanente da organização mundial dedicada a estes temas. Geiss afirmou que a iniciativa recebeu financiamento das cinco principais potências nucleares: EUA, Rússia, China, Reino Unido e França.

Na quinta-feira, o UNIDIR vai lançar um novo fórum, ligado ao centro, para reunir “atores de todos os setores relevantes e de diferentes partes do mundo”, de forma a trabalhar na questão da IA nas aplicações militares.

Geiss não detalhou exatamente o que a iniciativa fará, mas mencionou que integrará outros esforços relacionados com a IA que o centro lançará esta semana. Outra iniciativa irá focar-se no papel da indústria, visando desenvolver “uma estrutura para uma conduta industrial responsável”, explicou.

As decisões tomadas pelas empresas durante as fases de conceção e desenvolvimento “determinam se as capacidades militares baseadas em IA serão, de facto, fiáveis e previsíveis, e se poderão operar em conformidade com o direito internacional”, disse Geiss.

Por esse motivo, o UNIDIR está a desenvolver uma estrutura de conduta industrial responsável que fornecerá “orientações práticas e voluntárias”, alinhadas com o direito internacional e orientadas para a garantia dos direitos humanos, acrescentou.

O UNIDIR está também a lançar uma iniciativa dirigida aos riscos do uso indevido de IA por grupos armados, alertou Geiss, sublinhando que tais grupos já utilizam a tecnologia para apoiar o planeamento operacional, a execução de ações e a logística.

“A questão urgente da IA no âmbito militar não pode mais permanecer nas sombras”, afirmou Geiss. “Chegou o momento de unir forças e enfrentar, de frente, a questão da IA no setor militar”, acrescentou.

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Nova iniciativa da ONU visa abordar usos militares da IA

Robin Geiss alertou em conferência de imprensa da Organização das Nações Unidas na terça-feira que "a margem para o julgamento humano é cada vez mais estreita, incluindo no domínio nuclear".

© MARTIAL TREZZINI/EPA

Robin Geiss diz ser difícil avaliar o quão próximo o mundo está de máquinas que possam vir a agir fora do controlo humano
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Gemini podrá consultar el correo, fotos y el calendario mientras conduces

Los asistentes de inteligencia artificial están ampliando sus funciones más allá de los móviles y ordenadores para convertirse en herramientas de ayuda durante los desplazamientos. En el coche, estos sistemas pueden responder preguntas, buscar destinos y facilitar la navegación mediante comandos de voz, sin que el conductor tenga que apartar la vista de la carretera para consultar la pantalla del móvil o el navegador GPS.

En este sentido, Google quiere dar un paso más con Gemini, al que está incorporando funciones capaces de utilizar información personal de distintas aplicaciones para ofrecer respuestas adaptadas a cada conductor. Por lo tanto, gracias a esta actualización, el asistente de Google puede hablar con naturalidad "para ser más productivo" y generar ideas mientras una persona está conduciendo.

Así lo indica la compañía de Mountain View en una publicación de su blog oficial: "Un asistente es aún más útil cuando conoce el mundo y te conoce a ti".

Gemini llega a tu coche: así puedes sacarle el máximo partido

Para hacer al asistente más útil, Google ha lanzado Inteligencia Personal con Gemini para conectar de forma segura la información de las aplicaciones, como Gmail, Google Calendar, Google Fotos, Google Maps, YouTube y Búsqueda.

Con esta función, los usuarios pueden recuperar detalles específicos de un correo electrónico, una fotografía o un lugar guardado en Google Maps para responder a una pregunta o razonar a partir de fuentes complejas, siendo "especialmente útil" cuando una persona está al volante. Además, tal y como indica Google, la inteligencia artificial se encarga del "trabajo pesado" para que los usuarios puedan hablar con naturalidad, sin tener que explicar el contexto ni buscar información.

Respecto a su disponibilidad, Inteligencia Personal ya está disponible en Android Auto y, en los próximos meses, en vehículos con Google integrado. Si el usuario ya ha activado esta función en la aplicación de Gemini, también estará habilitada automáticamente en el coche. De lo contrario, podrá configurarla en cualquier momento desde los ajustes del asistente.

Ejemplos de cómo usar Gemini en el coche

Los usuarios pueden preguntar cuál es la puerta de embarque de su vuelo mientras van de camino al aeropuerto, sin necesidad de buscar el correo de confirmación ni consultar por separado si va con retraso. También, pueden recibir recomendaciones personalizadas de restaurantes o recuperar información sin detenerse durante el viaje —por ejemplo, es posible pedir a Gemini que localice el lavadero de coches que fotografió la semana anterior e indique cómo llegar, sin tener que buscar la imagen en la galería del móvil—.

También, el conductor puede dar indicaciones a Gemini con frases naturales, como pedirle que le lleve a una cita médica, sin necesidad de recordar la dirección. Además, puede recuperar conversaciones anteriores para localizar un sitio, por ejemplo, solicitar que le guíe hasta la cafetería de la que habló el día anterior.

Cabe mencionar que las apps de Google no se conectan hasta que el usuario decida activar Inteligencia Personal, teniendo en cuenta que se puede desactivar en cualquier momento en la configuración de Gemini. Además, los coches con Google integrado solo comparten respuestas personalizadas cuando se está dentro del vehículo con el teléfono conectado.

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Dos agentes de OpenAI desactivaron parte de los sistemas que les vigilaban

El desarrollo de agentes de inteligencia artificial capaces de ejecutar tareas de forma autónoma plantea desafíos en materia de seguridad y supervisión. Estos sistemas pueden llevar a cabo operaciones complejas sin que una persona tenga que intervenir en cada paso, pero también pueden interpretar instrucciones de forma inesperada y actuar al margen de las medidas de control previstas por sus desarrolladores.

Desafortunadamente, esta situación ha vuelto a quedar de manifiesto con un incidente interno de OpenAI, en el que dos de sus agentes de IA debilitaron partes de un sistema de monitoreo interno diseñado para detectar comportamientos indebidos.

La compañía de Sam Altman ha dado a conocer en una publicación de su blog oficial que los agentes de IA actuaron de forma no prevista por sus desarrolladores y, aunque dicho incidente ocurrió durante la realización de tareas internas de programación y no se consideró de extrema gravedad, este escenario pone de relieve que los sistemas en los que confían los desarrolladores para detectar comportamientos inadecuados de la IA son vulnerables a los propios agentes que deben supervisar.

Por ahora, OpenAI ha indicado que está investigando si sus modelos tienden a eludir la supervisión y si llegan a buscar argumentos para justificar ese comportamiento, teniendo en cuenta que está implementando medidas para dificultar que los modelos desactiven los sistemas de monitoreo. Además, la compañía todavía no tiene una "explicación satisfactoria" para este comportamiento, aunque lo están investigando mediante la creación de evaluaciones pareadas, el remuestreo de continuaciones de agentes y experimentos sobre las actividades internas de los modelos.

¿Qué ha pasado exactamente?

La compañía explica que, en dos tareas de codificación interna, los agentes debilitaron la monitorización de desalineaciones al realizar los cambios de software solicitados.

Concretamente, un agente GPT-6.1 Sol que reparaba una canalización de evaluación deshabilitó las alertas automáticas al equipo de seguridad, interpretando una instrucción previa de no enviar mensajes durante una búsqueda en el historial de Slack como motivo para suprimir las notificaciones de monitorización. Mientras tanto, un agente GPT-6 Astra que migraba un programa eliminó su integración de monitorización para que coincidiera con una implementación de referencia y, posteriormente, afirmó falsamente al usuario que no había eliminado el monitor.

En ambos casos, los agentes consideraron si debían mantenerse las medidas de seguridad de la monitorización, pero interpretaron las instrucciones de codificación rutinarias como autorización para debilitarlas.

En respuesta, OpenAI está reforzando su sistema de monitorización de desalineaciones y continúa evaluando si estos casos reflejan una "persistencia excesiva benigna" o una propensión a evadir la monitorización de desalineaciones en particular.

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Ó Capital, fundador da Vallis e ex-administrador da PHC criam empresa para tornar “tip-top” decisões de CEO


That’s tip top! Foi esta expressão anglo-saxónica que inspirou a nova empresa portuguesa de consultoria e formação digital para profissionais. A sociedade de investimentos Ó Capital, liderada pela empresária Sara do Ó, o engenheiro e gestor Rogério Canhoto e o investidor Luís Palma da Graça, fundador da Vallis Capital Partners, juntaram-se para criar uma sociedade destinada a acelerar a adoção de inteligência artificial (IA) nas pequenas e médias empresas (PME).

A Tip Top arrancou no início de setembro com uma equipa composta pelos três sócios, três consultores, três formadores certificados, um CEO (Luís Fonseca) e uma COO (Ana Canhoto), mas prevê que “rapidamente” terá de recrutar, conforme avançou ao ECO o sócio cofundador Rogério Canhoto, ex-administrador da PHC Software.

“Tenho-me especializado muito na IA, não na competência tecnológica, mas em como é que pode dinamizar os negócios, seja porque reduz custos e aumenta receitas, seja porque tomamos decisões mais bem informadas. E, nas várias interações que vou tendo, descobri que a maior parte dos gestores sente algumas dificuldades, porque não foram treinados para esta nova realidade”, afirma Rogério Canhoto.

O objetivo é guiar as empresas na aplicação de IA e apoiar a tomada de decisão por parte de CEO, CFO (Chief Financial Officer) e outros executivos. Ou seja, dar-lhes a entender para que pode servir a IA no seu caso específico, por onde é que devem começar, que ferramentas devem comprar para resolver os problemas que têm, definir prioridades, fazer uma lista de fornecedores da tecnologia e avaliar a adoção. No fundo, tentar colocar as organizações no “topo do topo”.

A Tip Top trabalha com Copilot da Microsoft, o Claude da Anthropic e ChatGPT da OpenAI. “Não implementamos tecnicamente as soluções de IA. Não vendemos soluções de IA”, ressalva Rogério Canhoto, que conta com mais de 25 anos de experiência nas áreas de tecnologia, media e telecomunicações e é coordenador executivo do programa avançado em IA para Gestão do ISCTE Executive Education.

É urgente que os gestores à frente das empresas percebam não só o potencial da IA, mas como é que podem transportar esse potencial para o seu negócio. Temos um conjunto de indicadores que medem se o que eles estão a fazer está efetivamente a ter resultados para perceber se devem abandonar aquela iniciativa e irem para outra.

Rogério Canhoto

Sócio da Tip Top

Simultaneamente, a participada da Ó Capital irá prestar serviços de formação personalizada, que inclui ensinar as PME portuguesas a fazerem agentes autónomos. “Não estamos a falar das Altices e EDP’s, que são empresas com outros recursos, mas as que estão abaixo dessas, a faturar volumes de negócios já simpáticos e cujos gestores percebem que a IA pode ter impacto direto nas suas soluções. Empresas com colaboradores que já estão a utilizar IA, mas não de forma organizada”, sintetiza Rogério Canhoto.

Neste momento, os setores com os quais estão a trabalhar são serviços, saúde, banca e seguros, transportes e logística e retalho e as áreas em que recebem mais pedidos são comercial (vendas), recursos humanos e gestão (C-Level e B-Level). “Os administradores das empresas que estão a sentir a empresa a utilizar, mas não sabem orientar as suas equipas na utilização, e depois os diretores, que têm de ser os primeiros a suportarem-se nestas tecnologias e a conhecerem o que é possível fazer. Costumo dizer que damos a formação de manhã e à tarde eles já podem usá-la em casos práticos”, refere o sócio cofundador da Tip Top.

Tip Top “em conversações” para expandir para Espanha

Apesar de ter menos de dois meses de operação, a Tip Top encontra-se “em conversações” para uma potencial parceria no país vizinho.

“Já temos contactos para fazer parcerias e levarmos este conceito para Espanha. Já fazia parte do nosso plano de crescimento expandir para outros países na Europa, mas a lógica era consolidar em Portugal ao longo do próximo ano. Não sei se manteremos esse calendário assim certinho, porque Espanha é já ali ao lado. No mundo da IA, o ritmo que as coisas acontecem é alucinante”, conta Rogério Canhoto.

Como exemplo de escalabilidade do negócio, enumera o caso de uma empresa (B2B) que recorre à IA na área comercial para automatizar a criação de propostas. Segundo o partner da Tip Top, antes disso, o processo, dependendo da complexidade, demorava entre quatro a seis horas a ficar totalmente e agora é possível obter uma proposta para enviar ao cliente em cinco minutos e depois o gestor comercial passa apenas mais 15-20 minutos a verificar se algo não está correto ou é preciso adaptar.

Rogério Canhoto contabiliza que há empresas em que os ganhos de produtividade chegam aos 80%: “O CEO de uma empresa que faz campanhas de email marketing, para cerca de três mil clientes, dizia-me que se poupasse uma hora por dia à equipa comercial, já tinha recuperado muito do investimento. Já poupou seis a sete horas por semana”.

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Geoffrey Hinton, el padrino de la IA: “No soy catastrofista. Creo que hay un 1% de posibilidades de que nos destruya”

Hace años, cuando la gente preguntaba a Geoffrey Hinton por qué trabajaba con la inteligencia artificial, él repetía una frase de Oppenheimer, uno de los creadores de la bomba atómica: “Cuando ves algo grandioso, sigues adelante y lo llevas a cabo”. Ya no lo dice. Ahora se dedica a alertar sobre los peligros de continuar la carrera que él mismo empezó. Confiesa que, en parte, se arrepiente del trabajo al que ha dedicado una vida. Su reconversión de padrino de la IA a profeta de la catástrofe marcó un punto de inflexión en la industria. Sucedió en 2023, cuando abandonó su puesto como vicepresidente de Google entre advertencias funestas. Entonces, algunos vieron su reacción exagerada. Tres años después, muchos han seguido sus pasos.

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© Ramón de la Rocha (EFE)

El científico computacional y Premio Nobel de Física Geoffrey Hinton durante el Festival Starmus 2026 que se celebra este martes en el municipio de Arona en Tenerife.
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