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Análise: Partido Democrata tem vantagem na reta final das midterms

Uma nova pesquisa da CNN indica que o Partido Democrata tem uma vantagem de mais de 10 pontos percentuais sobre os republicanos a menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos.

A analista de Internacional Fernanda Magnotta avalia que os dados refletem um descontentamento claro do eleitorado americano. Segundo ela, trata-se de uma eleição que referenda ou não as ações do presidente.

“É muito comum que se tratem as eleições legislativas de meio de mandato como uma espécie de termômetro, que funciona justamente para que o presidente passe por um crivo, por uma avaliação”, afirmou Magnotta durante o CNN 360º desta quarta-feira (21).

Magnotta destacou que Trump está diante de críticas contundentes, especialmente nas agendas que o elegeram em 2024.

“Ele fez campanha em basicamente três grandes temas. Ele falava em melhoria das condições econômicas, sobretudo no combate à inflação, em políticas mais duras de imigração e na garantia dos interesses dos Estados Unidos no campo internacional, sem envolver o país em ‘guerras intermináveis'”, lembrou a analista.

Segundo o levantamento, 41% dos eleitores afirmam que votarão para se opor ao presidente Donald Trump, enquanto apenas 20% pretendem votar para apoiá-lo. Outros 39% dizem que o voto não terá relação com o governo republicano.

A pesquisa também revela índices baixos de aprovação de Trump em áreas específicas. Em relação às eleições, 41% dos eleitores avaliam positivamente sua condução. Já em políticas de imigração, a aprovação é de 38%; em saúde, 34%; em política externa, 30%; em economia, 27%; e em inflação, apenas 23%.

Segundo ela, os números da pesquisa da CNN demonstram um descontentamento claro do norte-americano justamente nessas três frentes. “Presidente Trump já não é mais pedra, agora é janela”, ilustrou a analista.

Custo de vida e imigração pesam contra Trump

De acordo com Magnotta, o americano médio está muito incomodado com o custo de vida, incluindo o preço dos combustíveis, dos alimentos e da moradia. Ela ressaltou que a inflação geral nos Estados Unidos não é exatamente alta, mas ponderou:

“Quando a gente vai segmentando por grupos ou áreas em particular, em alguns casos é uma inflação bem severa. No caso da moradia, em algumas cidades chega a passar de 25%, não é algo desprezível.”

Na agenda imigratória, a analista reconheceu que houve o cumprimento de uma série de promessas, mas ponderou que boa parte da sociedade norte-americana, inclusive aqueles que apoiam medidas mais duras contra a imigração, tem visto as ações do ICE como abusivas e excessivas.

Em política externa, Magnotta apontou ainda a controvérsia em torno dos efeitos do tarifaço e o envolvimento de Trump em um conflito com o Irã, o que contraria sua postura de campanha.

Cenário favorável à oposição

Com base nos dados de popularidade, Magnotta avaliou que o cenário atual indica que Trump deve perder a maioria na Câmara dos Representantes e que há chances crescentes de perda também no Senado. No entanto, a analista foi cautelosa ao fazer previsões definitivas.

“Dá para cravar? Não dá para cravar, porque eleição é sempre assim, só acaba quando termina”, disse.

Ela destacou ainda que o elemento do comparecimento às urnas pode ser decisivo para o resultado final: “Hoje o cenário é mais favorável à oposição do que ao incumbente”, concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Annita orders investigation after parliament data leak

House speaker Annita Demetriou ordered on Wednesday an investigation into how the House services published personal data of MPs’ family members.

Demetriou asked the services to prepare a report of facts on exactly what happened and to comply strictly with all that the relevant legislation requires.

The mistake saw information that should never have been posted appear on the Parliament website alongside the annual asset declarations (pothen esches), with the issue expected to be discussed by the House institutions committee.

Disy MP George Pamboridis, who topped the published ranking with declared net assets of €3.37 million, raised the prospect of criminal liability.

Speaking on CyBC, he said that when Parliament releases information whose disclosure by any other party would be an offence, “it is still a criminal offence”.

“Criminal offences do not distinguish between who commits them and who does not.”

Pamboridis said the aim was not to punish individuals but to establish procedures that serve the public interest.

He called for an investigation to examine the data and said that if it was found to breach the law, the attorney-general’s office should bring a prosecution.

He also criticised the way politicians’ declarations are presented, calling it “populism” that “feeds gossip and nothing more”.

Alma MP Irene Charalambides wrote to Demetriou stating that the House had breached its own legislation.

According to her letter, the website carried parts of declarations that the law expressly bars from publication, including personal data of spouses and reconciliation statements submitted to the tax commission.

Despite Parliament’s announcement that the declarations had been withdrawn, they remained online until late on Tuesday.

Charalambides said the law was passed by the same House “to serve transparency without sacrificing the rights of third parties”.

She rejected any claim of oversight or time pressure, saying the deadlines and procedures were known.

The issue is not technical. It is a question of accountability,” she wrote, adding that “a simple apology would not close the matter”.

She also asked that those affected be told in writing what was made public, that the data protection commission be informed and that steps be taken to limit further spread of the data.

The personal data protection authority has since intervened, having contacted the House and asked for the disputed data and links to be removed from websites where they remained accessible.

It is awaiting formal notification of the breach under Article 33 of the General Data Protection Regulation (GDPR), which requires this without undue delay and, where feasible, within 72 hours of the controller becoming aware of the incident.

The authority said it would assess the extent of the violation and the measures taken before deciding on any action.

The data fall outside publication under the 2024 law governing the submission and audit of asset declarations by the President, ministers and MPs.

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In historic first, some Golan Druze, now new citizens, plan to vote in national election

As taboos against naturalization and voting ebb, Buq'ata Mayor William Abu Awad expects many locals to back Benjamin Netanyahu, out of gratitude for Israel's aiding their Syrian brethren
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Milano, scoperta una “banca occulta” della criminalità: 30 arresti. Coinvolti uomini vicini a ‘ndrangheta e camorra

Una vera e propria banca clandestina al servizio della criminalità organizzata, nascosta dietro la facciata di una società di autonoleggio a Pero, alle porte di Milano. È quanto hanno scoperto le indagini della Guardia di Finanza, che hanno portato a 30 arresti per associazione a delinquere aggravata dal metodo mafioso. Al centro dell’inchiesta un sofisticato sistema di riciclaggio e movimentazione di denaro, utilizzato principalmente da trafficanti di droga ed evasori fiscali per trasferire ingenti somme al di fuori dei circuiti bancari ufficiali.

La banca clandestina gestita da uomini vicini a ‘ndrangheta e Casalesi

Secondo quanto ricostruito dagli investigatori, la struttura faceva capo a tre italiani ritenuti vicini a organizzazioni mafiose. Due sarebbero stati referenti di cosche della ‘ndrangheta crotonese, già condannati in via definitiva nell’ambito delle inchieste “Infinito” e “Aemilia”, mentre il terzo viene indicato come appartenente al clan camorristico dei Casalesi. L’organizzazione poteva contare anche sulla collaborazione di complici cinesi e albanesi, dando vita a una rete finanziaria transnazionale capace di movimentare denaro attraverso diversi Paesi e strumenti finanziari, eludendo i controlli antiriciclaggio.

Il sistema delle fatture false e la restituzione del contante

Il meccanismo messo in piedi dalla presunta associazione criminale era articolato ma efficace. Attraverso una rete di società cartiere venivano emesse fatture per operazioni inesistenti, che gli imprenditori compiacenti provvedevano a pagare tramite bonifico bancario. Una volta ricevuto il pagamento, gli indagati restituivano agli stessi imprenditori, attraverso una rete di corrieri, l’importo equivalente in denaro contante. Quest’ultimo, secondo la Procura di Milano, proveniva sia dall’evasione fiscale sia dal traffico di stupefacenti. Le somme accumulate sui conti bancari venivano invece trasferite quasi interamente all’estero oppure utilizzate per acquistare criptovalute, rendendo più complessa la ricostruzione dei flussi finanziari.

Un sistema di “underground banking” al servizio della criminalità

La struttura scoperta a Pero funzionava di fatto come un istituto di credito parallelo, in grado di offrire alla propria clientela servizi di movimentazione e trasferimento del denaro senza passare attraverso i normali controlli del sistema finanziario. Un modello riconducibile al cosiddetto underground banking, il sistema bancario clandestino che consente di trasferire capitali attraverso circuiti informali, aggirando le procedure di identificazione e tracciabilità previste dalla normativa antiriciclaggio. L’indagine della Guardia di Finanza mette così in luce un presunto punto di collegamento tra criminalità organizzata, evasione fiscale e riciclaggio internazionale, con una struttura operativa radicata nell’hinterland milanese ma capace di agire su scala transnazionale.

L'articolo Milano, scoperta una “banca occulta” della criminalità: 30 arresti. Coinvolti uomini vicini a ‘ndrangheta e camorra proviene da Affaritaliani.it.

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Democratas lideram disputa pelo Congresso dos EUA com 10 pontos

O Partido Democrata, impulsionado por uma onda de sentimentos contrários a Donald Trump, entra na reta final da campanha para as Eleições de Meio de Mandato com uma vantagem de 10 pontos percentuais sobre os republicanos na preferência dos eleitores em seus próprios distritos eleitorais pelo país, segundo uma nova pesquisa da CNN realizada pela SSRS.

Mais de três quartos dos eleitores veem a eleição como uma oportunidade para mudar as coisas em Washington, aponta a pesquisa. A aprovação de Trump está em uma mínima histórica de 32%, e os eleitores demonstram ampla insatisfação tanto com a economia quanto com a situação do país, quase dois anos após os republicanos assumirem o controle unificado do governo federal. Esses sentimentos prejudicam os republicanos em sua tentativa de manter o controle do Congresso, embora alguns eleitores também demonstrem ceticismo quanto à possibilidade de uma vitória democrata trazer melhorias significativas.

A vantagem dos democratas, de 49% a 39% entre os eleitores registrados em âmbito nacional, é a maior registrada em pesquisas da CNN desde o período imediatamente anterior à eleição de 2020. O resultado se apoia em amplas margens entre grupos tradicionalmente alinhados aos democratas, como os eleitores negros, entre os quais o partido tem vantagem de 70 pontos percentuais; os latinos, com 40 pontos; as mulheres, com 21 pontos; e os adultos mais jovens, com 31 pontos. Os democratas também têm uma vantagem expressiva entre os eleitores independentes, de 15 pontos, e entre aqueles que dizem estar extremamente motivados a votar, de 18 pontos.

Mesmo com essas vantagens amplas, a dimensão dos possíveis ganhos democratas pode ser limitada pelo redesenho dos distritos eleitorais no meio da década e pelo grande número de disputas competitivas em territórios favoráveis aos republicanos.

Cerca de seis em cada dez eleitores afirmam que seu voto nas eleições deste ano será uma mensagem sobre Trump. Entre esses eleitores, a oposição ao presidente supera o apoio por uma margem de dois para um.

Os democratas lideram os republicanos por 46% a 37% entre os eleitores registrados que apontam a economia como sua principal preocupação. Eles também são vistos como o partido mais capaz de lidar com a economia e o custo de vida. Mas cerca de três em cada dez eleitores, no conjunto, afirmam acreditar que nenhum dos partidos lidaria bem com essas questões, e uma proporção semelhante diz que nenhum deles tem as prioridades corretas.

Depois das preocupações econômicas, a corrupção no governo, citada por 19%, e a situação da democracia nos Estados Unidos, mencionada por 18%, são os únicos outros temas apontados como principal preocupação por mais de 10% dos eleitores. Cerca de quatro em cada dez eleitores afirmam que nenhum dos partidos lidaria melhor com a corrupção. Entre aqueles que têm preferência, os democratas aparecem ligeiramente à frente.

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Eleitores não estão totalmente convencidos pelos democratas

Apesar de toda a insatisfação com Trump, uma parcela significativa dos eleitores afirma não acreditar que o país estaria em melhor situação caso os democratas também assumissem o controle do Congresso.

Na nova pesquisa, 41% dos eleitores dizem que o país estaria melhor se os democratas vencessem em novembro, 37% afirmam que estaria pior e 22% dizem que não faria diferença. A percepção de que uma mudança no controle do Congresso não alteraria a situação do país é particularmente comum entre eleitores independentes (36%), latinos (29%) e moderados politicamente (29%).

Os dois partidos continuam registrando índices líquidos negativos de aprovação. Entre os 18% dos eleitores que têm opiniões negativas sobre ambos os partidos, 48% preferem o candidato democrata em seu distrito, contra 28% que preferem o republicano. Outros 18% afirmam não apoiar nenhum dos candidatos.

A maioria desse grupo afirma que seu voto busca mudar as coisas em Washington (90%), mas grande parte não acredita que nenhum dos partidos seja capaz de promover essas mudanças de forma mais eficaz (65%).

Cerca de metade dos eleitores registrados ouvidos na pesquisa afirma que pretende votar no dia da eleição, enquanto os demais planejam votar antecipadamente ou pelo correio. Aproximadamente 13% dos eleitores, no conjunto, dizem que já votaram.

Entre aqueles que já votaram, a preferência é amplamente favorável aos democratas: 70% a 29%. Já entre os que ainda não votaram, grupo que será o foco dos últimos dias de campanha, a disputa está bem mais equilibrada: 46% preferem o candidato democrata em seu distrito, contra 41% que apoiam o republicano.

A pesquisa da CNN foi realizada pela SSRS entre 15 e 18 de outubro, com uma amostra nacional aleatória de 1.701 adultos nos Estados Unidos, selecionados a partir de um painel baseado em probabilidades, incluindo 1.206 eleitores registrados. As entrevistas foram realizadas pela internet ou por telefone, com um entrevistador ao vivo. Os resultados da amostra completa têm margem de erro amostral de 2,9 pontos percentuais, para mais ou para menos. Entre os eleitores registrados, a margem é de 3,3 pontos percentuais.

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Madrid pagará 206.000 euros por la muerte de un paciente por un cáncer que se pudo diagnosticar 10 meses antes

La Comunidad de Madrid indemnizará con más de 206.000 euros a la mujer e hijas de un paciente fallecido con cáncer de próstata, según confirma un portavoz de la Consejería de Sanidad, que ya ha gestionado el pago. Un dictamen de la comisión jurídica asesora regional, consultado por EL PAÍS, considera que el retraso en valorar la situación del afectado provocó que tuviera menos opciones de mitigar o evitar la progresión de la enfermedad, una conclusión a la que se llega tras dos informes. Uno, de la Inspección Sanitaria, que determina que haber omitido una “prueba [de sangre] básica, accesible y de bajo coste” fue una oportunidad perdida. Otro, categórico, de una técnico de apoyo del Área de Responsabilidad Patrimonial en el Ámbito Sanitario, licenciada en Medicina y especialista en valoración del daño corporal, que el 4 de febrero de 2026 dejó por escrito una ristra demoledora de preguntas y respuestas sobre el caso.

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© HOSPITAL DE FUENLABRADA (HOSPITAL DE FUENLABRADA)

Fachada del Hospital Universitario de Fuenlabrada.
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Aprobación de Trump cae entre grupos religiosos previo a comicios legislativos

Un estudio del Pew Research Center indica que el 68% de la población desaprueba la gestión de Donald Trump, alcanzando un 90% en protestantes afrodescendientes, 78% en católicos hispanos, 59% en católicos blancos y 92% en ateos.
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Goiás empata sem gols com Náutico na Serrinha e se complica na disputa pelo acesso

Goiás e Náutico empataram por 0 a 0 na noite desta segunda-feira (19/10), na Serrinha, pela 34ª rodada da Série B. O resultado mantém o Esmeraldino na 9ª posição, com 49 pontos.

O primeiro tempo demorou a esquentar. A primeira boa chance só apareceu aos 28 minutos, quando Felipe Clemente cabeceou para o Goiás e parou em ótima defesa do goleiro uruguaio Guruceaga. Logo depois, Lourenço finalizou de fora da área e também levou perigo. O Náutico respondeu aos 34, com um chute de Vinícius, mas não passou disso.

No segundo tempo, o Náutico voltou melhor e passou a pressionar o Goiás. Aos seis minutos, Vinícius recebeu na ponta direita, chutou cruzado e Tadeu fez ótima defesa, mandando para escanteio. Aos 16, Igor Fernandes pegou a sobra dentro da área, cabeceou e acertou o travessão. A pressão continuou, e aos 26 Vinícius arriscou cruzado pela ponta esquerda, com a bola passando perto da trave direita de Tadeu. O Goiás só respondeu aos 38, em cabeçada de Kadu Sousa após cruzamento de Rodrigo Soares, mas mandou por cima. O Verdão melhorou na reta final e quase marcou aos 41 com Gegê, que pegou a sobra na área e chutou na saída do goleiro, que fez boa defesa. Após isso, o Goiás manteve a pressão, foi para cima, mas não conseguiu furar a defesa adversária, e o jogo terminou em 0 a 0.

O Goiás volta a campo na próxima terça-feira (27/10), às 20h, contra o Ceará, na Arena Castelão.

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US Measles Outbreak: 4,410 Cases Spark Urgent Vaccination Warning

US measles outbreak reaches 4,410 cases as health officials urge MMR vaccination.

US measles outbreak reaches 4,410 cases in 2026, with Pennsylvania hit hardest as health officials urge families to complete MMR vaccination.

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US Measles Outbreak Surpasses 4,410 Cases in 2026

The US measles outbreak has reached 4,410 confirmed cases in 2026, according to the Centers for Disease Control and Prevention, known as the CDC.

The figure is more than double the total recorded during all of 2025 and represents the country’s highest level of measles transmission since 1991.

The CDC said the cases had been reported across 45 states and Washington, D.C. as of October 15. The agency also reported 451 hospitalizations, equivalent to approximately 10 percent of confirmed infections.

Health officials say the outbreak reflects a sustained decline in vaccination coverage across the country. Measles is one of the most contagious viruses known to medicine, and communities with low immunization rates are especially vulnerable to rapid transmission.

The CDC has deployed specialists from its Epidemic Intelligence Service to support contact tracing, community containment and local public-health responses in the most affected areas.

The agency has urged residents in outbreak zones to ensure that they have received the two recommended doses of the measles, mumps and rubella vaccine, known as the MMR vaccine.

The vaccine is considered highly effective and has been used for decades to prevent measles, a disease that can cause pneumonia, brain inflammation, permanent disability and death.

The current outbreak has exposed the consequences of declining immunization rates, vaccine misinformation and the weakening of public-health infrastructure in several US communities.

US Measles Outbreak Hits Pennsylvania Hardest

CDC measles surveillance | Pennsylvania Department of Health

Pennsylvania has become the epicenter of the US measles outbreak, with 1,260 confirmed cases across 43 counties.

The state has reported 238 hospitalizations and five measles-related deaths, according to the Pennsylvania Department of Health.

Pennsylvania’s outbreak has grown rapidly. The state reported only 106 cases in 2025, meaning the current total represents an increase of more than ten times compared with last year.

Health officials have described the situation as the most severe measles emergency in the United States and have intensified contact tracing, isolation measures and vaccination campaigns.

South Carolina has reported the second-highest number of cases, with 670 infections. The state has recorded 67 hospitalizations and no confirmed deaths.

Utah follows with 535 cases, including 53 hospitalizations and no reported deaths.

Wisconsin has recorded 256 cases, 25 hospitalizations and no deaths. Texas has reported 192 cases, 19 hospitalizations and no deaths.

New York has recorded 103 cases when state and New York City figures are combined. The state has reported 10 hospitalizations and no deaths.

The CDC said children and adolescents between the ages of 5 and 19 account for 42 percent of infections, or 1,856 cases.

Adults over the age of 20 account for approximately 40 percent of cases, while children under five represent about 17 percent.

The distribution shows that measles is affecting people across all age groups, although unvaccinated children remain particularly vulnerable.

The CDC reported that 96 percent of patients had no documented record of MMR vaccination. The figure highlights the central role of immunization gaps in the spread of the virus.

Measles can spread through the air when an infected person coughs, sneezes or breathes. The virus can remain infectious in the air and on surfaces for up to two hours after an infected person leaves an area.

A person with measles can transmit the virus to as many as 12 to 18 people who are not immune. That makes measles one of the most transmissible infectious diseases in the world.

Symptoms usually begin with fever, cough, runny nose, red eyes and a sore throat. A rash typically appears several days later, beginning on the face and spreading to the rest of the body.

Complications can include ear infections, diarrhea, pneumonia, encephalitis and long-term neurological damage. Young children, pregnant women and people with weakened immune systems face the greatest risk.

Vaccine Gaps Drive Measles Resurgence

Pan American Health Organization | World Health Organization—Measles

The resurgence of the US measles outbreak is being driven by declining vaccination coverage and the accumulation of susceptible people in communities across the country.

The United States declared measles eliminated in 2000 after achieving sustained reductions in domestic transmission. The designation meant that the virus was no longer circulating continuously within the country.

That achievement depended on high vaccination coverage, strong surveillance systems and rapid responses to imported cases.

However, the number of nonmedical school exemptions has increased in recent years. Some families have declined vaccination because of religious beliefs, personal objections or distrust of public-health institutions.

Anti-vaccine groups have also spread misinformation about the MMR vaccine, including false claims linking it to autism. Scientific studies have repeatedly found no credible evidence supporting that claim.

The decline in trust has left some communities below the threshold needed for herd immunity.

Health experts say that at least 95 percent of a community must be immune to prevent sustained transmission of measles. The threshold is higher than for many other vaccine-preventable diseases because measles is so contagious.

When coverage falls below that level, imported cases can quickly trigger outbreaks, particularly among children who have not been vaccinated.

The CDC has reported that 18 of this year’s cases involved international visitors to the United States. Imported infections can introduce the virus into communities with low immunity and lead to extensive local transmission.

The outbreak has also raised concerns about the country’s measles-elimination status. If transmission continues for more than 12 consecutive months, the United States could lose the designation it achieved in 2000.

The Pan American Health Organization, known as PAHO, has warned that the risk of measles transmission across the Americas is very high.

The organization reported that the region had recorded its highest number of confirmed measles cases in 22 years. As of epidemiological week 28, countries and territories in the Americas had reported 47,459 confirmed cases.[paho]

PAHO said the increase was linked to ongoing outbreaks, low vaccination coverage, accumulated immunity gaps and greater population mobility associated with international travel and mass gatherings.

The organization has urged countries to strengthen routine vaccination, improve surveillance and respond rapidly to suspected cases.

PAHO has also warned that declining immunization rates threaten the protection achieved over previous decades and could expose communities to repeated health crises.

The organization has called on governments to ensure that vaccines are available, accessible and trusted by local communities.

Geopolitical Context

The US measles outbreak has implications beyond public health because it reflects the weakening of international cooperation against vaccine-preventable diseases.

Measles does not respect borders. A single infected traveler can introduce the virus into a country or region with low immunization coverage.

The outbreak in the United States could affect travel, schools, workplaces and health systems in neighboring countries. Canada, Mexico and other nations in the Americas have already reported significant increases in measles cases.

PAHO has urged countries to coordinate surveillance and share information to prevent further regional spread.

The crisis also highlights the political consequences of vaccine misinformation. Public trust in health institutions has declined in many countries, making it harder for authorities to promote vaccination campaigns.

The United States has faced growing resistance to routine immunization, particularly in communities where political polarization has influenced attitudes toward public-health measures.

The current outbreak could force federal, state and local authorities to strengthen vaccination requirements, improve access to clinics and invest in community outreach.

Health experts say the response must combine vaccination with accurate information, accessible healthcare and support for families who have questions about vaccines.

The immediate priority is to increase MMR coverage in affected communities and prevent further hospitalizations and deaths.

The CDC has emphasized that two doses of the MMR vaccine provide long-lasting protection and are essential for preventing severe disease.

The current outbreak demonstrates that measles can return quickly when immunization coverage weakens. Restoring herd immunity will require coordinated action by federal agencies, state governments, healthcare providers and local communities.


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West Bengal BJP president calls for fresh round of SIR in the State

West Bengal Bharatiya Janata Party (BJP) president Samik Bhattacharya claimed that the SIR was not properly done in the State; exercise saw deletion of 91 lakh electors from the electoral rolls which was about 13% of all the voters in the State before the start of the voter list revision.

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