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‘Palestine is about land’: Tanzania’s peasant farmers stand with Gaza and Havana

On the opening day of its National Smallholder Farmers’ Conference and 31st Annual General Meeting (AGM), held from September 29 to October 1, MVIWATA, Tanzania’s national network of smallholder farmers’ groups, set aside time during a program on land, seed, and markets to state solidarity with the peoples of Palestine and Cuba, with the ambassadors of both countries present in the hall.

“We, the members of MVIWATA, who have convened in Morogoro for our 31st Annual General Meeting, wish to give a brief statement in support of the people of Palestine and the Cuban people,” read Theodora Pius, MVIWATA’s head of program, opening the statement. The organization said it was “extremely angered by the ongoing genocide of the Palestinian people” and “frustrated to see an open silence on war crimes that happen every day against the people of Palestine by the State of Israel and its allies.” It said its solidarity was with all of Palestine, “not only in the Gaza Strip.”

The statement then turned to Cuba, denouncing more than 60 years of US-imposed blockade, it said, imposed because Cubans exercised their freedom to choose their own political system, and went on to articulate what the blockade now means: “no electricity, no fuel, no medicines, no food.” Despite this, the statement said that the Cuban people have continued to send their expertise (doctors above all) to support life in other countries.

The Cuban Ambassador, Yordenis Despaigne Vera, addresses delegates attending the National Smallholder Farmers’ Conference and the 31st Annual General Meeting of MVIWATA.

The Cuban Ambassador, Yordenis Despaigne Vera, thanked the smallholder farmers and described the current stage of the blockade as an energy war. United Nations agencies reinforce this characterization. By May, the Cuban people were living with daily blackouts of up to twenty hours, and more than 100,000 patients, including 11,000 children, were waiting for operations delayed by power cuts and shortages. Cuba’s own health ministry recorded infant mortality rising from 7.1 to 9.9 deaths per thousand live births between 2024 and 2025. The ambassador called the United States program “a silent genocide” and said Tanzania’s government and people had stood with Cuba throughout. A week earlier, at the UN General Assembly, Tanzania’s Vice-President had reaffirmed the country’s “unwavering solidarity with Cuba” against unilateral sanctions. Last October, the Assembly voted 165 to 7, with 12 abstentions, to demand an end to the blockade; Tanzania voted in favor.

The Palestinian ambassador, Salam Abu Sharar, addressed the room of farmers. Land, he said, is close to the hearts of the Palestinian people and of MVIWATA alike, and the question of Palestine “is not about religion; it is about land.” In a hall where the first working session opened with the words “land is life, land is not a commodity,” he spoke the delegates’ own language: the struggle of Tanzania’s peasants and the national liberation of Palestine are one struggle.

The Palestinian ambassador to Tanzania, Salam Abu Sharar with MVIWATA Chairperson Apollo Chamwela. Photo: MVIWATA

MVIWATA has been here before. Its AGM in Njombe in December 2023 condemned Israel’s genocide in Palestine. In July 2025, it hosted the youth of La Via Campesina in Morogoro, whose declaration ended with “Free Palestine!” Within days of that meeting’s close, Israeli forces bulldozed the seed multiplication unit of the Union of Agricultural Work Committees, the Palestinian farmers’ organization in Hebron, destroying more than seventy local varieties. The same year, MVIWATA and the International Association for Popular Cooperation ran an Africa Bioinputs School in Tanzania, with participants from thirteen countries, including Palestine, learning how farmers make their own fertilizers and pest controls.

On the conference’s final day, the Tanzanian farmers resolved to build their own bank of indigenous seed. In Hebron and in Morogoro, the seed is where the struggle over who feeds whom begins. MVIWATA Chairperson Apollo Chamwela told the ambassadors that the organization stood ready to do for Cuba what it had tried to do for Palestine: collect food if mechanisms for transporting it can be arranged.

MVIWATA is a membership organization of smallholder farmers, founded in 1993 and organized across mainland Tanzania and Zanzibar. It was a meeting with a government minister as its guest of honor. Its statement on Palestine and Cuba came in the same breath as its demands for land, seed, and dignified prices for its members’ produce at home. For these farmers, sovereignty over food and sovereignty over territory are one question, whether the territory is a village in Kilosa or a hillside in Hebron.

The hall closed the statement with a call and response. “Long live Palestine! Long live!” “Viva Fidel! Viva!” “Viva the resistance of the people of Palestine! Viva!”

Photo: MVIWATA

Jonis Ghedi-Alasow is the Coordinator of the Pan Africanism Today Secretariat. 

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Heidi Levine recounts how Palestinian youths helped save her in settler attack

US photojournalist describes ‘protective shield’, vows to return to work in West Bank and criticises Netanyahu comments on incident

The Washington Post photojournalist who was attacked and seriously injured by Israeli settlers in the West Bank on Friday has described how she was saved with the help of local Palestinians.

Heidi Levine sustained four fractured vertebrae, two broken ribs and four puncture wounds when she was knocked to the ground and repeatedly beaten by a crowd of masked settlers while she and other journalists were covering the olive harvest in the Palestinian village of Abu Falah, north of Ramallah.

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© Photograph: Quique Kierszenbaum/The Guardian

© Photograph: Quique Kierszenbaum/The Guardian

© Photograph: Quique Kierszenbaum/The Guardian

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Comité Central do MPLA mantém nula candidatura de Higino Carneiro a líder do partido

O Comité Central do MPLA, partido no poder em Angola, manteve esta quarta-feira, 21 de outubro, a decisão, depois de recurso, que declara nula a candidatura de Higino Carneiro à liderança desta organização política e decidiu instaurar-lhe um processo disciplinar.

O porta-voz do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), Esteves Hilário, leu o comunicado final da XI reunião ordinária do Comité Central, anunciando a decisão.

Segundo o secretário para a Informação do Bureau Político do MPLA, o Comité Central declarou nula a candidatura de Francisco Higino Lopes Carneiro Higino carneiro em conformidade com os estatutos e demais normativos vigentes no partido.

O órgão máximo do partido deliberou ainda instaurar um processo disciplinar contra o pré-candidato Higino Carneiro, “com fundamento na violação das normas de forma voluntária e consciente dos deveres éticos e morais impostos pelos estatutos e pelo código de ética partidária do MPLA”.

“Comunicar os factos à Procuradoria-Geral da República face à existência de fortes inícios da prática de crimes de falsificação de documentos pelo camarada Francisco Higino Lopes Carneiro”, referiu.

Na terça-feira, o Bureau Político do MPLA aprovou o parecer da Comissão de disciplina, Ética e Auditoria o partido sobre o recurso hierárquico apresentado pelo pré-candidato Higino Carneiro, tendo recomendado a sua submissão ao Comité Central.

Entretanto, a decisão hoje divulgada começou a ser partilhada nas redes sociais na noite de terça-feira.

Francisco Higino Lopes Carneiro membro do Comité Central e pré-candidato à liderança do MPLA submeteu uma reclamação na sequência do chumbo, a 21 de julho, da sua candidatura apresentada a 25 de junho passado, devido a “graves irregularidades”, nomeadamente assinaturas alegadamente falsificadas e a utilização indevida de documentos de identificação.

Na altura, o responsável da subcomissão de candidaturas do MPLA anunciou a anulação da candidatura de Higino Carneiro à presidência do partido, alegando foram detetadas assinaturas de “supostos militantes” não inscritos nos comités de ação do partido (CAP), cartões descontinuados com datas de emissão recentes, listas assinadas por uma única pessoa em nome de vários e bilhetes de identidade falsos.

Das 19.158 fichas de subscrição que o mandatário da candidatura declarou ter entregado, a subcomissão apurou que constavam apenas 14.493, das quais 2.561 válidas (17,6%), 9.659 não válidas (66,6%) e 2.273 falsas (15,6%).

O responsável da subcomissão, Job Capapinha, disse que os factos, “passíveis de responsabilização criminal”, seriam submetidos aos órgãos competentes do partido.

Na reclamação apresentada junto da Comissão Nacional Preparatória do congresso, Higino Carneiro argumentou que o prazo de validação das candidaturas ao IX congresso do partido, que se realiza entre 9 e 10 de dezembro deste ano, termina apenas a 25 de outubro.

Sobre a reunião hoje do Comité Central, da qual participou Higino Carneiro, membro deste órgão, fonte do MPLA disse à Lusa que o general teve duas intervenções em autodefesa, tendo alegadamente os membros se limitado a votar, uns por abstenção, a maioria a favor e um voto contra do próprio visado.

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Moçambique quer pagar horas extras de 2023 a quase 30 mil professores até dezembro

O Ministério da Educação moçambicano comprometeu-se esta quarta-feira, 21 de outubro, a retomar em breve o pagamento das horas extraordinárias em atraso de 2023 a cerca de 29.466 professores, prevendo liquidar a dívida em três prestações até dezembro.

Num comunicado divulgado após um encontro entre o ministro da Educação e Cultura, Edson Macuácua, e a Organização Nacional dos Professores (ONP), o governante transmitiu à classe o compromisso de retomar o pagamento brevemente das horas extraordinárias de 2023, em três prestações de um terço da dívida, mediante disponibilidade financeira até dezembro de 2026.

“A medida abrange 29.466 professores com pagamentos pendentes, dos quais 24.933 receberam valores parciais e 4.533 ainda não receberam qualquer pagamento. Outros 15.866 professores já receberam integralmente os valores correspondentes a 2023”, refere o documento.

O Ministério salvaguarda que os pagamentos dependerão da disponibilidade financeira do Estado, mas o executivo mantém o compromisso de regularizar gradualmente os montantes em atraso.

O comunicado refere ainda que outros 15.866 professores já receberam integralmente os valores correspondentes às horas extraordinárias realizadas em 2023.

Relativamente às horas extraordinárias acumuladas entre 2024 e 2026, Edson Macuácua afirmou que prossegue o processo de validação e apuramento da dívida, em coordenação com o Ministério das Finanças, para posterior definição de um plano de pagamento.

O ministro anunciou igualmente a regularização de 7.076 funcionários abrangidos por atos administrativos de 2021 interrompidos com a introdução da Tabela Salarial Única (TSU), incluindo 5.092 professores.

Os pagamentos destes processos deverão começar em novembro, refere-se.

No domínio da carreira profissional, o executivo pretende dar prioridade às progressões dos níveis salariais mais baixos, tendo identificado 82.952 professores dos níveis 06 a 11 que reúnem os requisitos para progressão, processo igualmente condicionado à disponibilidade orçamental.

O documento refere que durante o encontro o ministro abordou ainda reivindicações ligadas às condições de trabalho dos docentes, assegurando a continuidade das negociações sobre a reposição do subsídio de localização, interrompido nos últimos anos.

O governante defendeu igualmente a identificação das zonas mais críticas para a colocação de professores, a criação de mecanismos de rotatividade e a mobilização de parceiros para melhorar as condições de habitação dos docentes e as infraestruturas escolares.

“Queremos falar com clareza e responsabilidade, sem criar expectativas que não possamos cumprir”, afirmou.

A visita à ONP foi a primeira atividade pública de Edson Macuácua após assumir, em 14 de outubro, a pasta da Educação e Cultura, tendo o ministro defendido a necessidade de reforçar o diálogo com a classe docente na procura de soluções para os principais problemas do setor.

Macuácua foi nomeado ministro em substituição de Samaria Tovela, exonerada no mesmo dia por Chapo. O governante ocupava anteriormente o cargo de secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior, agora atribuído a Isaú Joaquim Menezes, também hoje empossado.

A exoneração de Tovela ocorreu no dia em que a então ministra criticou o endividamento dos professores e defendeu uma melhor gestão dos respetivos rendimentos. Durante o II Conselho Coordenador do Ministério da Educação e Cultura, afirmou que alguns docentes ficam com apenas 200 meticais (2,8 euros) mensais após os descontos salariais.

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Nigéria registra primeiro caso de Ebola em mais de uma década

A Nigéria registrou nesta terça-feira (21) seu primeiro caso de Ebola em mais de uma década, tornando-se o quarto país africano, e o mais populoso até o momento, a ser atingido por um surto que possui a propagação mais rápida já documentada, segundo autoridades de saúde.

A cepa do vírus Ebola responsável por este surto mata cerca de metade dos infectados e não possui tratamento ou vacina aprovados.

Desde a confirmação dos primeiros casos na República Democrática do Congo, em maio, a doença já vitimou 4.646 pessoas.

Autoridades de saúde temem que a desinformação e a falta de recursos financeiros possam impulsionar uma propagação ainda maior, tanto dentro da região quanto além de suas fronteiras.

“O Ebola agora afeta três regiões da África. A situação exige uma ação urgente e liderança política no mais alto nível”, afirmou Jean Kaseya, diretor-geral dos Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças, na rede social X, nesta quarta-feira (21).

Ebola is now affecting three regions of Africa. The situation demands urgent action and political leadership at the highest level. I have invited African Ministers of Health to an extraordinary virtual meeting on 28 October to strengthen our collective response. Five months of intense efforts have shown the determination of our countries and health workers. We must now accelerate our actions, reinforce coordination and mobilise the full strength of our continent. Africa has the expertise, the institutions and the capacity to defeat this outbreak. We must act together, and we must act now. Our priority is to stop transmission and save lives. Read more: https://t.co/aO9dtJ9uBI —————- Ebola touche désormais trois régions d’Afrique. La situation exige une action urgente et un engagement politique au plus haut niveau. J’ai convié les ministres africains de la Santé à une réunion virtuelle extraordinaire le 28 octobre pour renforcer notre riposte collective. Cinq mois d’efforts intenses témoignent de la détermination de nos pays et de nos professionnels de santé. Nous devons aujourd’hui accélérer notre action, renforcer la coordination et mobiliser toutes les forces de notre continent. L’Afrique dispose de l’expertise, des institutions et des capacités nécessaires pour vaincre cette épidémie. Nous devons agir ensemble, et agir maintenant. Notre priorité est de stopper la transmission et de sauver des vies. Lire le communiqué : https://t.co/Yf1EhyOpMA

— Dr Jean Kaseya (@Dr_JeanKaseya) October 21, 2026

O caso na Nigéria envolve uma mulher ugandense que chegou a Abuja, a capital do país, vinda de Adis Abeba, no dia 5 de outubro, informou Odianosen Ehiakhamen, do Centro de Controle de Doenças da Nigéria, à emissora Arise TV, na terça-feira (20).

Dois dias após sua chegada, ela começou a se sentir mal e, em 11 de outubro, buscou atendimento em um hospital particular em Abuja apresentando sintomas semelhantes aos da malária.

Contudo, seu quadro clínico não apresentou melhora, relatou Ehiakhamen.

Ao tomarem conhecimento de que ela havia viajado recentemente para Uganda — um dos países afetados pelo surto atual —, as autoridades de saúde realizaram um teste para Ebola no dia 19 de outubro.

O resultado positivo foi confirmado na terça-feira. As autoridades identificaram 44 pessoas que tiveram contato com ela, a maioria profissionais de saúde.

Entre elas está o marido da paciente, um cidadão suíço que reside com ela em Abuja.

As autoridades também estão rastreando os passageiros que viajaram com ela, embora não acreditem que ela apresentasse sintomas durante o voo.

O ministro da Saúde, Muhammad Ali Pate, declarou à emissora pública NTA que a mulher encontra-se isolada e recebendo tratamento.

Uganda diz que não tem casos ativos de Ebola

O Ministério da Saúde de Uganda informou que a mulher havia viajado para o Congo, onde mais de 9.500 casos de Ebola foram registrados em oito províncias.

Não ficou claro de imediato em quais locais do Congo ela esteve.

“O fato de ter passado por Uganda não significa que a infecção tenha ocorrido aqui”, afirmou o Ministério da Saúde de Uganda, acrescentando que o país não apresenta casos ativos de Ebola.

Uganda registrou 20 casos em maio e junho, a maioria importada do Congo, mas a Organização Mundial da Saúde declarou o país livre de Ebola em agosto.

No início deste mês, o Quênia relatou seu primeiro caso de Ebola, envolvendo um viajante que chegou do Congo passando por Uganda.

Desde então, o país registrou nove casos, todos relacionados ao mesmo paciente. levantando questões sobre a eficácia dos sistemas de triagem nas fronteiras, projetados para evitar a transmissão transfronteiriça.

A propagação do Ebola para o Quênia levantou questões sobre a eficácia dos sistemas de triagem nas fronteiras, projetados para evitar a transmissão entre países.

Pate, ministro da Saúde da Nigéria, afirmou que o país conseguiu conter o Ebola com sucesso em 2014, durante a epidemia na África Ocidental — o maior surto já registrado.

Ele ressaltou que a Nigéria dispõe dos sistemas necessários para responder a este novo caso.

Ebola na República Democrática do Congo é o mais mortal da história

 

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Controversial US-backed vaccine trial in African newborns halted

Hepatitis B study in Guinea-Bissau that was to be funded by CDC and that drew global backlash ‘will not move forward’

The US-backed hepatitis B vaccine trial in African newborns that drew global backlash was halted, the lead researcher said on Wednesday.

It was “now clear” that the study “will not move forward in Guinea-Bissau”, Frederik Schaltz-Buchholzer, a Danish researcher, wrote on LinkedIn, adding, “we were not given the necessary governmental approval.”

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© Photograph: Rebecca Blackwell/AP

© Photograph: Rebecca Blackwell/AP

© Photograph: Rebecca Blackwell/AP

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Nearly 200,000 Zimbabweans Returned Home Due to Xenophobic Incidents

Anti-immigrant groups often blame foreigners for problems such as unemployment, crime, and strain on public services.

On Tuesday, the Zimbabwean government reported that nearly 200,000 Zimbabweans have returned to their country in recent months due to the rise in xenophobic incidents in South Africa.

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Zimbabwe’s Minister of Local Government Daniel Garwe stated that as of October 6, 197,294 nationals had returned since repatriation operations began in late May. He added that 42,553 people returned through government-sponsored programs, while another 154,741 returned on their own through various border crossings.

Among those repatriated are also 700 Zimbabweans who were being held at the Lindela Repatriation Centre in South Africa, some of whom will have to complete their sentences in Zimbabwe.

Garwe explained that the process involves security agencies managing the return of deportees who were facing legal proceedings or serving sentences in South Africa.

Thousands of Zimbabweans are returning home after xenophobic violence in South Africa, describing beatings, robbery and threats from anti-migrant groups.

Nearly 21,300 have been repatriated by the government in five weeks, with 56,800 more self-repatriating. pic.twitter.com/dHYP2LZmtB

— Al Jazeera English (@AJEnglish) July 11, 2026

The Zimbabwean government also reported that it provided assistance to more than 87,000 Malawian citizens who crossed the country during their return from South Africa to their homeland.

Xenophobic tensions are a recurring problem in South Africa and have repeatedly led to episodes of violence. Anti-immigrant groups often blame foreigners for problems such as unemployment, crime, and strain on public services, which has resulted in threats, protests, and acts of exclusion.

Official data from several African governments indicate that more than 260,000 citizens from countries such as Zimbabwe, Malawi, Mozambique, Nigeria, Kenya, Uganda, Tanzania, Ghana, and the Democratic Republic of Congo have been repatriated in recent months due to this wave of xenophobia.

#FromTheSouth News Bits | Africa: In Norton, Zimbabwe, women's soccer teams competed to promote, raise awareness, and support the funding of vaccination campaigns against the human papillomavirus (HPV) with their profits. pic.twitter.com/XrR3eq1QoZ

— teleSUR English (@telesurenglish) February 5, 2026

teleSUR: JP

Source: EFE

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Comment manipuler la génération Z

par Thierry MEYSSAN

Alors qu’une douzaine d’États ont déjà vécu — parfois avec succès — des manifestations de la génération Z, celles qui viennent d’avoir lieu, en France, donnent une occasion de manipuler la population. Les destructions programmées, survenues le 17 octobre, semblent préparer une sorte d’état d’urgence qui permette de suspendre l’élection présidentielle comme cela a lieu en Ukraine depuis deux ans.

Dans  cet article, j’examinerai une douzaine de manifestations de la « génération Z », c’est-à-dire les 14-29 ans, qu’elles soient organisées ou désorganisées. Si de nombreux mouvements de contestation auquel elle a participé ont eu lieu dans d’autres États, la génération Z a toujours dénoncé la corruption, le népotisme et les abus de pouvoir avant toute autre injustice.

Je conserverai toujours à l’esprit que si l’on ne peut pas provoquer la colère d’une foule, il est très facile de la détourner de son objectif initial. Ces manifestations commencent donc toujours dans l’intérêt général, mais peuvent s’égarer en chemin.

Une première caractéristique de ces mouvements est qu’ils ont tous éclaté après des scandales de corruption ou de répression. Les manifestants ne se sont pas réclamés d’une idéologie politique particulière, mais ont avant tout exprimé leur exigence de justice.

• Mongolie : le 11 janvier 2025, des jeunes gens manifestent à Oulan-Bator pour protester contre le train de vie de la famille du Premier ministre Luvsannamsrai Oyun-Erdene. Le mouvement dénonce rapidement la corruption dans l’ensemble de la classe politique et demande la démission de 33 députés. En définitive, le Premier ministre finira par démissionner, le 3 juin.

• Indonésie : en février 2025, des manifestations ont éclaté à Java contre la corruption. Elles ont été amplifiées par un syndicat étudiant lorsque le gouvernement a impliqué les universités dans des projets miniers en échange de repas gratuits pour tous les étudiants.

Les manifestations ont alors couvé, un peu partout dans le pays, alors que le gouvernement accordait des avantages importants aux militaires et qu’il soutenait le « transfert » des gazaouis en annonçant leur possible transfert dans le « plus grand État musulman du monde ».

En août, les manifestations ont repris, à l’appel des camionneurs, à l’occasion de considérables hausses d’impôts.

C’est à ce moment-là que le drapeau pirate de l’équipage de Chapeau de paille du manga One Piece a fait son apparition. Il était le symbole de la lutte contre la corruption. Le brandir est devenu passible de poursuites criminelles pour trahison.

En définitive, le président Prabowo Subianto a reconnu que la jeunesse avait le droit de manifester et a fait lever les sanctions contre le drapeau pirate.

• Togo : le 26 juin 2025, des manifestations ont éclaté après l’arrestation par la police et la torture du rappeur Aamron. Elles ont immédiatement pris une tournure politique car sa longue torture avait été filmée par les policiers et que le président Faure Gnassingbé était en train de faire changer le régime politique en faisant réformer la Constitution. Le mouvement a duré jusqu’en décembre. Il s’est essoufflé face à la répression très violente, souvent létale.

• Népal : du 8 au 14 septembre 2025, des jeunes gens manifestent à Katmandou contre les enfants et les proches des responsables politiques, qui font étalage sur les réseaux sociaux de leur vie luxueuse. Le pouvoir répond en bloquant les réseaux sociaux, mais cette mesure provoque l’effet inverse de celui escompté. En définitive, le Premier ministre Khadga Prasad Sharma Oli doit démissionner.

• Timor-oriental : du 15 au 17 septembre, un syndicat étudiant manifeste à Dili pour protester contre les avantages économiques accordés aux parlementaires. En définitive, ceux-ci devront se passer des voitures de luxe qu’ils avaient commandées.

• Philippines : le 21 septembre 2025, 100 000 jeunes gens défilaient à Manille contre la corruption des clans au pouvoir, les Marcos et les Duterte. 70 % des fonds destinés aux luttes contre les inondations auraient disparus.

• Madagascar : en septembre 2025, des manifestations éclatent à Madagascar contre l’absence de répartition de la croissance économique après un discours malheureux du président Andry Rajoelina qui se félicite de progrès économiques que le peuple ne voit pas. Les manifestations qui se généralisent débouchent sur un coup d’état militaire et la fuite du président Andry Rajoelina.

• Maroc : le 27 septembre 2025, 200 000 jeunes manifestent dans le désordre dans les grandes villes marocaines contre la corruption et le népotisme. Il démarre alors que l’État consacre des sommes importantes à la préparation de la Coupe du monde de football tandis que les hôpitaux tombent en ruine. Le mouvement s’arrête face à sa répression.

• Paraguay : le 28 septembre 2025, des manifestations de jeunes ont débuté pour protester contre la corruption et une tentative de modification de la Constitution pur permettre à l’ancien président, le mafieux Horacio Cartes, de revenir au pouvoir. Les amérindiens se sont joints à la génération Z lorsqu’ils ont appris le transfert du bureau de l’Instituto Paraguayo del Indígena (INDI) dans une base militaire. Le mouvement a cessé le 3 octobre après que le président Santiago Peña ait annulé cette décision.

• Mexique : le 15 novembre 2025, suite à l’assassinat d’un maire par un cartel, des dizaines de milliers de jeunes ont manifesté pour leur sécurité et contre la corruption. Les manifestations ont cessé, à la mi-décembre, sans solution.

• Bulgarie : le 26 novembre 2025, des manifestations de jeunes ont éclaté pour protester contre le projet de budget qui transférait le financement des retraites et de la sécurité sociale des entreprises sur les impôts, et contre la corruption. Elles n’ont cessé qu’un mois plus tard, après la démission du gouvernement Zheliazkov et le retrait de la réforme.

• Japon : le 3 mai 2025, 50 000 jeunes ont manifesté contre la remilitarisation de leur pays en utilisant des bâtons lumineux, comme lors des concerts de K-Pop et lors de la tentative de loi martiale en Corée du Sud. Elles se sont bientôt multipliées dans tout le pays et ont cessé par épuisement.

• Inde, le 15 mai 2026, le président de la Cour suprême assimile les jeunes chômeurs à des cafards. Un jeune étudiant en communication crée alors le « Parti du peuple des cafards ». Il organise des manifestations jusqu’à ce que le ministre de l’Éducation démissionne. Le mouvement repart, en octobre avec la protestation contre la réforme des listes électorales dont la procédure exclut les Indiens les plus pauvres. Elle se poursuit aujourd’hui, malgré l’emprisonnement de son leader [1].

La manifestation du 17 octobre en France

À partir du 18 septembre 2026, des lycéens manifestent, d’abord à Créteil, puis dans toute l’Île de France, et enfin dans tout le pays contre leurs conditions d’études. Ils sont bientôt rejoints par les étudiants. Et, un peu plus tard, par les syndicats de la fonction publique.

Les premières manifestations sont pacifiques, mais des débordements commencent à être signalés lorsque des élus de gauche affirment que la violence est légitime. Des casseurs se joignent alors aux lycéens et étudiants, provoquant de nombreux dégâts dans les lycées et les universités. Les policiers s’interrogent alors sur leur commandement : en effet, ils reçoivent des ordres contradictoires qui ne leurs permettent pas de protéger les manifestants et les exposent aux casseurs.

 

Des manifestations sont annoncées au plan national, le 17 octobre. Les « Gilets jaunes », c’est-à-dire le mouvement informel, de 2018-2019, contre le prix des carburants et pour la France périphérique, se joignent au mouvement. Ils poursuivent l’objectif de lutter contre la vie chère.

La police territoriale, pourtant réputée pour sa grande précision, sous-estime à 150 000 manifestants maximum ces rassemblements, tandis qu’ils seront entre 550 000 et 800 000. La direction de la police s’assure que les unités de maintien de l’ordre ne soient prévues que pour les manifestations estimées et veille à ce qu’elle ne dispose que du minimum de munitions en gaz lacrymogènes et en grenades de dispersion.

Les black blocs européens acheminent des milliers de militants, principalement d’Italie, de Suisse, d’Allemagne et de Belgique.

 

Le 17 octobre, des heurts débutent avant midi. Ils se termineront au petit matin, le 18. La police débordée ne parvient pas à protéger qui que ce soit et quoi que ce soit, hormis le palais de l’Élysée. Plus de 600 policiers et gendarmes sont blessés, mais seules 26 personnes sont déférées à la Justice. 1 500 commerces sont détruits, des bâtiments historiques sont incendiés. Les dégâts sont estimés à plusieurs centaines de millions d’euros.

Analyse

Aucun événement particulier n’a déclenché la contestation lycéenne. Il s’agit d’un ras-le-bol généralisé face au sentiment d’abandon d’une génération à qui on explique qu’elle doit se contenter de locaux mal-isolés, où l’on souffre du chaud et du froid selon les saisons ; et qu’elle ne doit pas espérer avoir de professeurs lorsque les siens sont malades ; que de toute manière, elle n’aura jamais d’emploi et sera remplacée par l’Intelligence artificielle ; mais qu’elle devra quand même payer la dette et les intérêts de la dette que leurs parents ont accumulée.

Dans un premier temps, un parti politique de gauche a tenté de récupérer ces manifestations en venant se poster aux sorties des lycées. Mais tout a changé, ce 17 octobre.

Il est évident que des responsables, au sein du commandement de la police, ont tout fait pour que cette manifestation dégénère, au mépris des manifestants et de leurs subordonnés, les policiers. Il convient de constater, fait sans précédent, que le principal syndicat de policiers, Alliance, a déposé une plainte contre X, le 14 octobre, pour « mise en danger de la vie d’autrui ». Cette organisation rassemble des témoignages, partout dans le pays, pour identifier les officiers qui ont organisé le chaos.

Il convient de se demander, comme le font ces policiers, ce que recherchent les responsables cachés de ces violences. Il est probable qu’ils préparent une opération visant à perturber l’élection présidentielle des 18 avril et 2 mai 2027.

Il est possible que ces responsables cachés soient en France, mais aussi envisageable qu’ils soient à l’étranger ; une hypothèse renforcée par la participation des black blocs européens.

Comment ne pas se rappeler qu’en 2011, le candidat à la présidentielle en tête les sondages, Dominique Strauss-Kahn, a été arrêté à New York pour viol, par la police locale, mais avec l’aide du Pentagone, assurant l’élection de son « ami », François Hollande ? [2]
Comment ne pas se rappeler qu’en 2017, le candidat à la présidentielle en tête les sondages, François Fillon, a été mis en cause pour avoir engagé son épouse comme assistante parlementaire sans qu’elle accomplisse de travail à l’assemblée nationale, ouvrant ainsi la voie à l’élection d’un tiers, Emmanuel Macron ?
Comment ne pas envisager qu’en 2027, le candidat à la présidentielle en tête les sondages, Marine Le Pen, soit condamnée par la justice et privée de ses droits civiques… ou que la situation exige de placer le pays sous « état d’urgence » ou encore, selon la nouvelle disposition introduite par la loi du 16 août 2026, sous « état d’alerte de sécurité nationale » ?

S’adressant à la Nation, le lendemain même, le président Emmanuel Macron a dressé un rapide bilan de cette journée de destruction [3]. Il en a conclu que les Français étaient impuissants face à ces violences. Puis, il a conclu en souhaitant rétablir l’ordre… afin que les élections puissent avoir lieu.

Publié à l’origine par  Réseau Voltaire

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La herencia genética de Roma perduró en la Península tras las incursiones de los visigodos

Restos de una de las mujeres conocidas como las princesas suevas halladas en Mérida.

Un nutrido equipo de arqueólogos y genetistas ha encontrado algo que no entienden, pero saben que es único. Son dos muertos, un hombre y una mujer, enterrados alrededor del siglo V con honores junto a joyas casi idénticas. Lo extraordinario es que entre las tumbas de ambos hay 725 kilómetros. Una estaba en Augusta Emerita, la actual Mérida, capital regional de la Hispania romana. La otra yacía cerca de la cuneta de una de las grandes calzadas romanas, en una diminuta localidad llamada Ildum, en la costa mediterránea. Lo que les rompe la cabeza a los científicos es que el análisis de ADN muestra que eran hermanos. Es la mayor distancia jamás registrada entre dos personas tan emparentadas en un estudio de este tipo. ¿Quiénes eran y por qué fueron enterrados a una distancia así, de casi un mes a pie o quince días a caballo?

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Reconstrucción de las joyas de una de las mujeres enterradas en Augusta Emerita con las joyas que llevaba.
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El brote de ébola se expande a África Occidental tras la confirmación del primer caso en Nigeria

Nigeria notificó este martes su primer caso de ébola en más de una década, después de que una mujer extranjera residente en Abuya, la capital del país, diera positivo en la prueba de detección del virus, según recoge la agencia Reuters.

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© Gradel Muyisa Mumbere (REUTERS)

Los profesionales sanitarios y el personal humanitario que trabajan en primera línea de la respuesta al ébola se reúnen para recibir una vacuna debido a su posible exposición al virus como parte de su labor con casos sospechosos.
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Besieged Yemeni city on verge of ‘unmanageable’ crisis, aid workers warn

Water and fresh food running out in Taiz as fighting intensifies and Houthi advance cuts off most supply routes

The humanitarian crisis in the besieged Yemeni city of Taiz is becoming unmanageable as the city runs out of water, fuel and fresh food, Oxfam aid workers in the country have warned.

Iran-allied Houthi forces have largely encircled the city of more than 900,000 people, cutting it off from most supply routes. This week, heavy fighting has raged around the city’s old airport, causing extensive damage in a densely populated residential area.

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© Photograph: Anees Mahyoub/Reuters

© Photograph: Anees Mahyoub/Reuters

© Photograph: Anees Mahyoub/Reuters

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Israeli military detain US and UK volunteers in West Bank including Democratic NY politician Brad Lander

About 80 US, Israeli and British volunteers held near Nahalin in West Bank and taken to police station

The Israeli military has detained about 80 US, Israeli and British volunteers helping Palestinians harvest olives near Bethlehem, including the New York Democratic congressional nominee Brad Lander, several rabbis and Israel’s former deputy attorney general.

“I’ve been detained by the IDF, along with a group of rabbis and volunteers,” Lander posted from a bus taking him to a police station. “We were simply harvesting olives in a grove near Nahalin in the West Bank. The occupation is a crime under international law. Harvesting olives isn’t a crime under any law I know.”

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© Photograph: Frank Franklin II/AP

© Photograph: Frank Franklin II/AP

© Photograph: Frank Franklin II/AP

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Severely ill ICE detainees face imminent deportation to unknown African states, advocates say

Flights to third countries where the detainees have no ties are scheduled as early as Wednesday, relatives detail

Relatives of gravely ill detainees at two Florida immigration jails say authorities are about to deport their loved ones to unknown countries in Africa despite worsening medical conditions.

Flights are scheduled as early as Wednesday, according to the families and the immigration advocacy group the Workers Circle, which has been monitoring conditions and speaking with detainees inside two Immigration and Customs Enforcement (ICE) facilities in south Florida.

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© Photograph: Pedro Portal/Miami Herald via Getty Images

© Photograph: Pedro Portal/Miami Herald via Getty Images

© Photograph: Pedro Portal/Miami Herald via Getty Images

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