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Adiós a los azulejos de la cocina: 5 alternativas elegantes, fáciles de limpiar y que no necesitan obras

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Los azulejos nos llevan acompañando muchos años en la cocina. La elección de estas pequeñas baldosas no está hecha al azar, ya que suelen ser de unos materiales impermeables y resistentes al calor que facilitan su buena conservación en una estancia donde la humedad y las altas temperaturas están muy presentes. Sin embargo, con el paso del tiempo, esta corriente se ha quedado desfasada en los salpicaderos y han surgido nuevas alternativas que destacan por ser más elegantes y duraderas. 

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Il concorso per la scuola di formazione dei medici di famiglia in Lombardia è di nuovo un flop. Il sindacato: “C’è incertezza sul futuro della professione”

Anche quest’anno, al concorso per accedere al corso triennale di Medicina generale in Lombardia si sono presentati circa la metà dei candidati previsti. Erano arrivate oltre 600 domande, ma hanno fatto la selezione solo in 310. L’ennesimo flop: come successo nel 2025, non verranno coperti neanche i posti messi a bando, che quest’anno erano stati aumentati a 481 – 91 in più rispetto a 12 mesi fa – per provare a tamponare la carenza di professionisti. Ma la tendenza, in atto ormai da tempo nella regione amministrata da Attilio Fontana, non riesce a essere invertita. La Lombardia, infatti, è la regione italiana in cui la situazione è più critica: mancano oltre 1500 medici di famiglia. E quelli che ci sono assistono in media almeno 300 pazienti in più rispetto al limite consigliato, con disagi crescenti e potenziali rischi per la salute. Con questo nuovo fiasco, sarà impossibile coprire il fabbisogno di camici bianchi calcolato per i prossimi tre anni. Anche perché sullo sfondo resta concreta la possibilità che, tra gli aspiranti che hanno partecipato al concorso, ci possano essere delle defezioni nelle prossime settimane.

Qualche mese fa le premesse erano state accolte come “incoraggianti” dalla Federazione italiana medici di medicina generale. Poi è arrivata “la doccia fredda” che ha spento gli entusiasmi del sindacato. La Fimmg Lombardia si interroga sul perché di così tante defezioni il giorno delle prove, di tutti questi ripensamenti all’ultimo minuto. “Una riflessione è doverosa: sulla scelta pesa l’incertezza che avvolge la professione nei prossimi anni, in uno scenario che sembra privilegiare attività sempre più spersonalizzate e in cui manca qualsiasi valorizzazione del medico di famiglia libero professionista, dotato di un proprio studio organizzato con personale amministrativo, infermieri e strumenti diagnostici, quale primo riferimento per la popolazione”, commentano i rappresentanti di categoria.

Pur riconoscendo l’importanza del collegamento e della presenza dei professionisti nelle Case di comunità, per la Fimmg le discussioni degli ultimi mesi attorno al ruolo dei medici di famiglia nelle nuove strutture territoriali, previste dal Pnrr, hanno allontanato i giovani da questo percorso di carriera. Il messaggio che è passato “è quello di una progressiva assimilazione nell’area sempre più spersonalizzata del pubblico impiego”. Per questo chiedono un confronto con la Regione: “Bisogna potenziare l’attività degli studi medici diffusi nei quartieri delle città e in tutto il territorio, o la fine della figura del medico di famiglia sarà inevitabile”, commenta Anna Pozzi, segretaria regionale della Fimmg Lombardia. Ora, spiega, “stiamo analizzando, non senza preoccupazione, le proposte provenienti dalla Direzione generale Welfare in vista di un incontro di trattativa programmato per il 27 ottobre, e stiamo raccogliendo le osservazioni provenienti da tutte le nostre sezioni provinciali”.

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Nova ferramenta de IA prevê sobrevivência ao cancro a partir de uma selfie do doente

Uma equipa de médicos desenvolveu uma ferramenta de inteligência artificial capaz de prever as probabilidades de sobrevivência de um doente com cancro a partir de uma única fotografia do seu rosto. O sistema de IA foi desenvolvido por especialistas do Mass General Brigham, um sistema de saúde académico integrado sem fins lucrativos em Massachusetts, para estimar a idade biológica e prever diretamente os resultados de sobrevivência em doentes diagnosticados com cancro. No novo estudo, publicado esta segunda-feira na The Lancet Digital Health, os médicos utilizaram a tecnologia para desenvolver duas ferramentas complementares. O FAHR-FaceAge estima a idade biológica de um

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Una fusione, tanti dubbi. Vantaggi e ostacoli del matrimonio Tesla-SpaceX

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Docentes demitem-se da direção do curso de medicina e deixam críticas à UTAD

VTM

Carla Amaral e Raquel Chaves, docentes da direção do curso de Medicina da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) renunciaram aos cargos, denunciando bloqueios administrativos e divergências sobre a gestão.

Segundo o Jornal de Notícias, num email enviado ao Conselho Pedagógico da instituição, Carla Amaral, vice-diretora do curso, e Raquel Chaves, vogal da Direção, alegam que a gestão institucional travou tarefas necessárias ao funcionamento do curso e pôs em causa condições exigidas pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

A VTM tentou falar com as duas docentes para perceber quais os motivos que alegaram para abandonarem os cargos, mas até ao fecho desta edição não foi possível.

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Le Creuset arrasa con descuentos que superan el 50% este otoño: ollas, sartenes y más utensilios para renovar tu cocina

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El hierro fundido es uno de los materiales estrella en la cocina. Esto se debe a que la marca francesa Le Creuset empezó a utilizarlo en sus ollas redondas -también conocidas como cocottes- hace poco más de un siglo. A pesar del paso de los años y la aparición de nuevas fuentes de calor (como es la inducción), el buque insignia de la firma sigue intacto porque día a día seguimos comprobando que es uno de los más resistentes que existe.

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UTIs no Brasil: médicos pedem estruturação que vá além de mais leitos

Logo Agência Brasil

Uma avaliação das unidades de terapia intensiva (UTIs) no Brasil feita por profissionais da área revela distância na percepção sobre a qualidade de serviços públicos e privados. Na maioria das vezes, as notas positivas são duas vezes maiores em unidades privadas do que nas públicas. Já as notas negativas chegam a ser até quatro vezes maiores em unidades públicas do que nas privadas.

Ao todo, 2.338 médicos que atuam na assistência de alta complexidade foram ouvidos dentro do Inquérito Nacional sobre a Força de Trabalho Médica nas UTIs Brasileiras, realizado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM).

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Os profissionais responderam a um questionário e deram notas de 0 a 5 para itens considerados essenciais ao funcionamento das unidades, como infraestrutura, disponibilidade de leitos e medicamentos, nível de especialização da equipe, fluxos de paciente, protocolos, entre outros.

Em nota, a Amib destacou que, analisadas em bloco, as menções ajudam a visualizar os problemas que afetam o atendimento a partir da ótica de quem é responsável pelo cuidado de pacientes graves.

Para a associação, os resultados reforçam a necessidade de políticas públicas de saúde que tratem a estruturação das UTIs como prioridade em múltiplos aspectos, não apenas como expansão do número de leitos.

A entidade informou que pretende levar o diagnóstico a gestores públicos e privados, bem como a autoridades de áreas de fiscalização e controle, com o intuito de defender o atendimento às recomendações feitas pelo inquérito.

“Eventuais mudanças terão impacto em 43.901 leitos de UTI distribuídos pelo país, sendo 34.927 destinados a adultos e 8.974 à pediatria e neonatologia”, destacou a Amib.

Números

Os dados mostram que apenas 22,7% dos médicos entrevistados consideram que a rede de UTIs do Sistema Único de Saúde (SUS) tem disponibilidade totalmente adequada de medicamentos essenciais ao manejo dos pacientes.

O índice sobe para 57,7% quando analisados serviços particulares ou vinculados a planos de saúde.

Por outro lado, quando analisadas as avaliações negativas, a situação da oferta de medicamentos nos serviços da rede pública, por exemplo, foi considerada como inadequada ou totalmente inadequada por 16,1% dos médicos. No setor privado, o percentual cai para 3,8%.

A tendência se mantém na avaliação sobre a suficiência de leitos, em que 24,1% dos entrevistados atribuíram nota máxima aos serviços públicos de UTI. Já em relação a unidades privadas ou de planos de saúde, a avaliação favorável sobe para 51,4%.

No caso específico de disponibilidade e acesso a protocolos de atendimento e de conduta clínica, a rede SUS recebeu nota máxima de 23,1% dos que participaram do inquérito, enquanto o setor privado recebeu avaliação superior de 40,2% dos profissionais ouvidos.

Notas baixas

Pela perspectiva das notas mais baixas (0, 1 e 2), 32,6% dos médicos avaliaram a disponibilidade de leitos no SUS ruim e 27,4% atribuíram as notas mínimas aos protocolos de atendimento.

Na rede privada, as avaliações mínimas foram dadas por 7,7% e 14,3% dos médicos, respectivamente.

O padrão se repetiu em 12 dos 13 aspectos avaliados por profissionais que atuam em UTIs no Brasil. A única exceção, em que a percepção dos entrevistados foi bastante próxima independentemente do segmento em que prestam serviços (público ou privado), foi em relação às tarefas administrativas e burocráticas.

A pesquisa também identificou disparidade na percepção sobre a presença de equipe multiprofissional especializada: 39,2% dos médicos avaliaram esse item com nota máxima no setor privado, contra 23% no setor público, enquanto as notas mínimas foram atribuídas por 24,8% dos médicos para o setor público e por 13,8% para o privado.

Quanto à percepção sobre presença de enfermeiros com formação específica em terapia intensiva, a proporção positiva foi de 25,1% para o privado e 16,9% para o público.

Já a negativa alcançou 37,2% para os serviços do SUS e 26,4% para os serviços particulares ou de planos.

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La esquizofrenia: ¿un concepto listo para ser desmontado?

Nos lo preguntan los pacientes, los familiares, los estudiantes y la gente de nuestro entorno: “Esto de la esquizofrenia, ¿qué es realmente?”. Y tratamos de responder con solvencia, aunque algo nos deja insatisfechos: una enfermedad del neurodesarrollo que suele comenzar en la adolescencia, con episodios de delirios, alucinaciones y desorganización. Posteriormente, cursa con una persistente apatía, aplanamiento y tendencia al aislamiento. Seguimos: es una enfermedad poligénica, más de 100 genes están involucrados, cada uno con un tamaño del efecto muy pequeño. Interactúan con una multitud de factores ambientales, entre los que destacan las complicaciones en el embarazo y parto, el trauma, el consumo de drogas, vivir en grandes ciudades o la migración. ¿Hay alteraciones en el cerebro en este grupo de pacientes? Sí, como grupo, sí: aumento de los ventrículos laterales, reducción del hipocampo, adelgazamiento cortical generalizado. Aunque, por otro lado —admitimos—, estos hallazgos no sirven para el diagnóstico. La explicación es correcta, pero algo en nuestra mente científica nos indica que es imprecisa y quizá inútil.

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© CasarsaGuru (Getty Images)

Una imagen representativa de una persona en medio de un episodio esquizofrénico.
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‘Frit de xai’, el guiso mallorquín perfecto para recibir el fresquito

Ni se nota que es hígado

El frit de xai es uno de esos platos mallorquines que llevan siglos pasando de generación a generación. Carne de cordero, patata, pimientos, ajo e hinojo, todo bien frito y mezclado al final. Una combinación que sobre el papel puede parecer un poco de todo, pero en el plato, tiene todo el sentido del mundo. Es, además, territorio de abuelas, de esas recetas que ellas hacen a ojo y nunca terminan de quedar igual cuando intentas reproducirlas, pero vamos a intentarlo.

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Repórter Tâmara Freire, da Agência Brasil, é finalista no Prêmio SBIm

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A repórter da Agência Brasil Tâmara Freire foi selecionada entre os finalistas do VII Prêmio SBIm de Jornalismo em Saúde, com a reportagem Resistência às vacinas contra gripe e covid coloca gestantes em risco. A lista de candidatos ao prêmio foi divulgada nesta terça-feira (20).

A reportagem conta com a edição de Juliana Andrade e fotos de Tomaz Silva e Fernando Frazão. O trabalho foi considerado um dos três melhores na categoria Texto para internet e mostra que, em 2025, apenas 55% das grávidas se vacinaram contra a covid-19, e 63% contra o influenza, vírus causador da gripe. 

Notícias relacionadas:

Os dados, reunidos pelo Ministério da Saúde a pedido da Agência Brasil, apontam que pelo menos 286 gestantes ou puérperas desenvolveram síndrome respiratória aguda grave (SRAG) após a infecção por algum subtipo do vírus Influenza, de 2023 até o início de agosto de 2026. Dessas, 25 morreram, sendo sete este ano.

A jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) afirma que a matéria é um alerta e um apelo, para que as pessoas entendam que todas as vacinas recomendadas são essenciais e seguras, e para que mais nenhuma família sofra perdas evitáveis.

"As vacinas revolucionaram a história da humanidade e o programa de imunizações do Brasil é uma força reconhecida mundialmente. Infelizmente, o negacionismo da pandemia ainda reverbera, causando adoecimentos e mortes, inclusive entre gestantes e bebês", diz Tâmara. 

Tâmara Freire é jornalista na EBC há 13 anos e atua principalmente na cobertura de saúde e ciência, com foco especial em vacinação. Ela cursa mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A repórter foi eleita duas vezes como uma das jornalistas mais admiradas da imprensa de saúde, ciência e bem estar no prêmio promovido pelo Hospital Albert Einsten. Além disso, conquistou o 3º lugar na última edição do Prêmio da Sociedade Brasileira de Imunizações, com o podcast Sala de Vacina.

"É muito gratificante ter o meu trabalho reconhecido por organizações como Sbim, Febrasgo e Opas. Esta é mais uma prova de que o jornalismo de saúde feito pela Agência Brasil é pautado pelo interesse público e pelas evidências científicas, dois princípios inegociáveis para quem luta contra a desinformação", comemora. 

VII Prêmio SBIm de Jornalismo em Saúde

A premiação é realizada pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Federação das Associações Brasileiras de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).

O concurso teve como tema “Vacinação da gestante: proteção para a mãe e o bebê”. A solenidade de premiação acontecerá em São Paulo, no dia 18 de novembro.

Veja a lista dos finalistas: 

Impresso:

  • Isabel Dourado (Correio da Manhã) — Vacinação em gestantes: um ato duplo de amor;
  • Mariana Rosário (O Globo) — De mãe para filho: Vacina de VSR para grávidas já barra avanço da bronquiolite grave em bebês;
  • Paloma Oliveto (Correio Braziliense) — Medida simples para um problema grave;

Texto para internet:

  • Layla Shasta (Veja Saúde) — “Vi meu filho desfalecer em meus braços”: falta de vacinas na gravidez expõe bebês a doenças graves;
  • Talyta Vespa e Poliana Casemiro (G1) — Após filha morrer por complicações do VSR, mãe engravida novamente e recebe no SUS vacina que não pôde pagar na primeira gestação;
  • Tâmara Freire (Agência Brasil) — Resistência às vacinas contra gripe e covid coloca gestantes em risco;

Áudio e vídeo:

  • Júlio Barros Manoel e Robbson Queiroz (Record News) — Vacinação na gestação: Proteção para a mãe e o bebê;
  • Thais de Travassos e Marcela Varasquim (Record) — Vacinação de gestantes;
  • Zuila Duarte (TV Cabo Branco) — Duas vidas, uma proteção: a importância da vacinação na gravidez;
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Pessoas com deficiência. Entidade aponta falha no OE

A entidade independente criada pelo Parlamento para acompanhar, promover e proteger os direitos das pessoas com deficiência elaborou uma recomendação com 15 áreas de intervenção prioritária.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

"Em causa está a falta de recursos devidamente identificáveis para a concretização dos direitos das pessoas com deficiência, o financiamento insuficiente e a ausência de indicadores para avaliar os resultados", disse a entidade indepedente
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Enamed 2026: Inep divulga gabarito preliminar da reaplicação da prova

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta terça-feira (20), o gabarito preliminar da reaplicação do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026, realizado no domingo (18), em todo o país.

Os candidatos podem consultar o documento na página oficial do Enamed, na parte de “Provas e Gabaritos”.

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A reaplicação foi destinada aos candidatos que faltaram à aplicação regular do Enamed porque foram comprovadamente afetados por problemas logísticos no dia regular da prova, 13 de setembro, ou que estavam com uma das doenças infectocontagiosas listada no edital do Enamed 2026, entre elas tuberculose, coqueluche, sarampo, rubéola, catapora ou covid-19.

Recursos

Nesta terça-feira (20), também começa o prazo para apresentação de recursos contra o gabarito preliminar. O período para contestação segue até quinta-feira (22).

O participante deve acessar o Sistema Enamed.

Os recursos serão analisados e os resultados serão disponibilizados pelo Inep, acompanhados das razões de deferimento ou indeferimento apresentadas pela Banca de Análise de Recursos do Gabarito Preliminar.

Em caso de anulação de item do gabarito oficial preliminar da prova objetiva, a pontuação correspondente será atribuída a todos os participantes, inclusive aos que não tenham interposto recurso.

Cronograma

No edital específico com as regras e o cronograma complementar relativo à reaplicação do Enamed, o Inep estabelece que, após o período de interposição de recursos, as versões definitivas do gabarito oficial da prova objetiva e o resultado definitivo da prova objetiva serão publicados no dia 4 de dezembro.

Criado pelo Ministério da Educação, o Enamed tem duas funções principais: avaliar a formação dos estudantes de medicina no Brasil e servir de critério para processos seletivos de residência médica de acesso direto, como no processo unificado do Exame Nacional de Residências (Enare).

O exame será aplicado obrigatoriamente a cada seis meses, a partir de 2027, a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil.

Na quinta-feira (15),  o Congresso aprovou a Medida Provisória 1370/26, que torna obrigatória a aprovação no Enamed para obter o registro profissional de médicos e exercer a profissão de médico no Brasil.

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O que fazer antes e depois de tomar a vacina da gripe

Com a aproximação da época de maior circulação de vírus respiratórios, começam as marcações para a vacinação anual contra a gripe. A vacina estimula o sistema imunitário a desenvolver proteção contra os vírus da gripe. Embora não impeça todos os casos de infeção, reduz o risco de contrair a doença e pode diminuir a gravidade dos sintomas e a probabilidade de complicações. A vacinação contribui também para proteger as pessoas com maior risco de doença grave, nomeadamente os adultos com 65 ou mais anos, as crianças pequenas e as pessoas com determinadas doenças crónicas. Segundo a Discover Magazine, alguns hábitos

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Influenza, il cardiologo avverte: “Rischi per il cuore, soprattutto negli anziani”

Il cardiologo della Cattolica richiama l’attenzione sulle possibili complicanze delle infezioni e sugli sbalzi di pressione legati al freddo

L’influenza può rappresentare un rischio importante per le persone che soffrono di malattie cardiovascolari, soprattutto per gli anziani. A spiegarlo all’Adnkronos Salute è Antonio Rebuzzi, cardiologo e docente di Cardiologia all’Università Cattolica di Roma.

“Le persone con problemi cardiaci sono più fragili e hanno bisogno di controlli regolari”, sottolinea lo specialista. L’influenza, infatti, può favorire la comparsa di alcune complicazioni, tra cui le infiammazioni del pericardio, la membrana che avvolge il cuore. Anche il Covid, evidenzia Rebuzzi, può contribuire a questo tipo di problemi.

Un altro elemento da tenere sotto controllo è la pressione arteriosa. I cambiamenti di temperatura, in particolare il passaggio dal caldo al freddo, possono provocare improvvisi aumenti della pressione. Durante un’infezione possono inoltre verificarsi alterazioni dei sali minerali presenti nell’organismo, importanti per il corretto funzionamento del cuore.

Il rischio, precisa il cardiologo, è maggiore nelle persone anziane, perché con l’avanzare dell’età le arterie tendono a diventare meno elastiche, rendendo più probabili gli sbalzi della pressione. Per questo, chi soffre di ipertensione dovrebbe rivolgersi al proprio medico per verificare che la terapia sia adeguata, senza modificarla autonomamente.

Per ridurre i rischi, Rebuzzi raccomanda di confrontarsi con il proprio medico di famiglia e di non trascurare le vaccinazioni.“Consiglierei la vaccinazione antinfluenzale e, quando indicato, anche quelle contro il Covid e le infezioni da pneumococco, che possono causare polmoniti”, evidenzia il cardiologo. Secondo l’esperto è importante intervenire per tempo, soprattutto con l’arrivo della stagione fredda, quando aumentano le occasioni di diffusione delle infezioni respiratorie.“Prevenire è meglio che curare”, è il messaggio di Rebuzzi, che invita a valutare le vaccinazioni già in autunno, senza rimandare troppo. Chi soffre di problemi cardiaci, in particolare se anziano, dovrebbe quindi proteggersi dalle infezioni, sottoporsi a controlli regolari e confrontarsi con il proprio medico per individuare le misure preventive più adatte.

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Sanità, Schillaci: “Obiettivo di fine mandato chiudere il nuovo Piano sanitario nazionale”

Sanità, il ministro punta a completare entro la legislatura il nuovo Piano sanitario nazionale, assente dal 2008

Il ministro della Salute Orazio Schillaci punta a concludere entro la fine della legislatura il nuovo Piano sanitario nazionale, assente dal 2008 e attualmente in fase di elaborazione insieme ai tecnici del ministero e alle Regioni.

“Vorrei concludere, prima della fine di questa legislatura, il nuovo Piano sanitario nazionale, che manca dal 2008 e che stiamo portando avanti con i tecnici del ministero e con le Regioni. Uno strumento che sicuramente può dare tante risposte in sanità”, ha dichiarato Schillaci intervenendo al Welfare Italia Forum in corso a Roma.

Il ministro ha sottolineato la necessità di aggiornare il Servizio sanitario nazionale, evidenziando come, dopo quasi cinquant’anni, siano necessari diversi interventi di ammodernamento.“C’è la necessità, dopo quasi cinquant’anni, di tanti ammodernamenti per il Servizio sanitario nazionale per stare al passo con la ricerca e per stare vicino alle persone”, ha aggiunto.

Nel suo intervento, Schillaci ha richiamato anche i risultati già raggiunti, indicando come motivo di particolare soddisfazione il conseguimento del target europeo delle Case di comunità.“Sono state una sfida nello scetticismo globale, con qualcuno che tifava perché non ce la facessimo”, ha affermato il ministro. Secondo Schillaci, le Case di comunità stanno ora entrando nella fase operativa e rappresenteranno un cambiamento concreto per i cittadini.“Cominciano a funzionare e saranno la vera rivoluzione di cui i cittadini si accorgeranno e cominciano già ad accorgersi”, ha concluso.

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Una lectora: “Me entristece que las protestas han terminado siendo noticia por los incendios y los destrozos”

Me entristece ver cómo las protestas en Francia, que comenzaron con estudiantes reclamando más profesores y recursos para la educación pública, han terminado siendo noticia por los incendios y los destrozos. El incendio del Ayuntamiento de Limoges es injustificable, pero me indigna que una minoría radical haya conseguido desviar la atención de unas reivindicaciones que merecen ser escuchadas. Lo que empezó como una movilización por las condiciones educativas se ha convertido en un debate sobre violencia. Mientras tanto, los problemas que denuncian los estudiantes siguen ahí. Es una pena que quienes salieron a la calle para defender su futuro hayan acabado perdiendo el protagonismo frente a quienes recurrieron a la agresividad. Los disturbios no deberían hacernos olvidar que detrás de estas movilizaciones hay jóvenes que reclaman algo tan básico como una formación de calidad.

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© Emma Da Silva (AP Photo/Emma Da Silva)

Varias personas rompen la vidriera de un comercio tras las manifestaciones en París, en la madrugada de este domingo.
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Kim Jong-un “in coma dopo un’emorragia cerebrale”. Ma i media nordcoreani diffondono le foto: “È ancora vivo”

Le indiscrezioni circolate sul web sulle condizioni di salute del leader nordcoreano hanno fatto il giro del mondo, ma i media statali hanno pubblicato immagini per provare che Kim Jong Un è ancora in vita. L’ipotesi del “coma dopo un’emorragia cerebrale” era stata riportata dal tabloid britannico The Sun, secondo cui il leader supremo sarebbe stato trasferito d’urgenza in Cina – al Peking Union Medical College – per ricevere cure specialistiche. Il trasferimento a Pechino si sarebbe reso necessario, sempre secondo il Sun, a causa delle presunte carenze delle strutture sanitarie di Pyongyang. Le fotografie sono state pubblicate poche ore dopo la diffusione online della notizia del coma e del conseguente decesso.

Le immagini di smentita, pubblicate dalla Corea del Nord, ritraggono Kim mentre esamina scarpe per bambini e cappotti da donna a una fiera di abbigliamento e calzature. L’agenzia di stampa ufficiale nordcoreana Kcna riferisce che Kim ha visitato la mostra ieri, sebbene le immagini non siano state verificate in modo indipendente e non sia ancora chiaro quando siano state scattate, anche se sullo sfondo di una di queste si legge 2026 su un’insegna.

Le fotografie sono emerse dopo che Wanjun Xie, un dissidente cinese residente negli Stati Uniti e legato al Partito Democratico Cinese, ha affermato su X che Kim era morto domenica. Nel suo post, Xie ha dichiarato che Kim era deceduto e che la Cina aveva schierato 9.000 soldati a Pyongyang. Ha inoltre sostenuto che un’équipe di specialisti del Peking Union Medical College Hospital di Pechino era stata inviata in Corea del Nord sabato per curare Kim a seguito di una grave emorragia. Xie ha poi affermato che Kim è caduto in coma prima di essere trasportato a Pechino e che i medici non sono riusciti a salvarlo.

Secondo quanto riportato dal Sun, Kim Jong-un sarebbe stato visto l’ultima volta l’11 ottobre, durante una visita a un museo della difesa in una località non precisata di Pyongyang. La sua assenza dalla scena pubblica avrebbe alimentato le speculazioni sulle sue condizioni. Non è la prima volta che le condizioni di salute di Kim Jong-un sono al centro di speculazioni. Nel 2020, dopo una lunga assenza in pubblico, si diffusero sui social numerose voci sulla sua presunta morte. Anche allora, le indiscrezioni si moltiplicarono in assenza di informazioni certe, fino al ritorno del leader supremo sulla scena pubblica, che contribuì a smentirle.

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