Prémio Infância 2026 distingue 32 instituições

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Uno de los asuntos que más preocupa a las familias hoy en día es la gestión del tiempo que pasan con sus hijos. En un ritmo de vida acelerado, en el que la productividad marca los horarios, la convivencia diaria suele plantear una pregunta fundamental: ¿es suficiente con estar con nuestros hijos en el mismo espacio o es necesario que compartamos actividades para sentir que estamos juntos?

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Jacqueline Dunkley-Bent sabía que el bebé había muerto. La cabeza comenzó a asomar por la vulva de la madre y ella esperaba un leve movimiento, a la izquierda o a la derecha, cualquier gesto que indicara un signo de vida. No llegó. “Sabía cuáles eran los hechos. Pero en mi corazón y en mi cabeza no podía aceptarlo”, rememora la matrona jefa de la Confederación Internacional de Matronas sobre el primer parto de un mortinato al que asistió. “Vamos, muévete un poco”, repetía en silencio. “Era muy joven e ingenua. Pensaba que entraba en una profesión donde todo iba a ser vida y todo iba a ser maravilloso. Y sí, había vida, pero también había muerte”, recuerda esta matrona británica que por entonces estaba recién licenciada. Han pasado más de tres décadas, pero la escena sigue acompañándola.
Un niño construye una torre con piezas de colores. Coloca una pieza encima de otra hasta que, de repente, toda la estructura se viene abajo. Vuelve a empezar, cambia el orden, prueba con una base más ancha y descubre que esta vez resiste. Para él no ha sido más que un juego, pero durante esos minutos ha observado, experimentado y buscado soluciones. Es decir, ha puesto en práctica algunas de las habilidades sobre las que se construye el pensamiento científico, aunque el niño todavía no sepa qué significa la palabra ingeniería. La escena permite plantear una pregunta: ¿Hasta qué punto las experiencias infantiles pueden influir en las vocaciones profesionales? Y, sobre todo, ¿cómo preparar a los hijos para un mundo laboral que cambia a tal velocidad que muchas de las profesiones que ejercerán serán diferentes de las existentes hoy?

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VTM
A frase é do psicanalista Eduardo Sá, que defendeu que brincar deveria ser elevado a património imaterial da humanidade para proteger a infância da sobrecarga de tarefas e da extinção do tempo livre. Isto porque brincar “é um bem essencial e tão importante quanto aprender”, criticando a forma como a escola atual, muitas vezes, “rouba a infância” e funciona como um “trabalho infantil do século XXI”.
O especialista foi um dos convidados do seminário “Saúde Mental na Era Digital”, promovido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Vila Real.
Para Eduardo Sá, a brincadeira é o principal meio de aprendizagem, desenvolvimento emocional e social da criança, lamentando que a escola atual tenha uma exigência excessiva de horários e as aulas prolongadas que esgotam as crianças, sacrificando a criatividade e o tempo de recreio. “Nós hoje produzimos as crianças mais sofisticadas que a humanidade já conheceu e temos crianças que nos permitem concluir que a sua infância está à beira da extinção”, afirma, adiantando que acha “desconcertante” que se passe a vida a falar de saúde mental quando se permite que os “nossos filhos trabalhem das 8h00 da manhã às 8h00 da noite todos os dias. Se isso é saúde mental, tenho imensa dificuldade em perceber isso”.
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É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida.
O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.
«Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.
“O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.
A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)
Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.
Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

É apresentado na próxima sexta-feira, 16 de Oububro pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida. O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, […]

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida.
O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.
Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.
“O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.
A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)
Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.
Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.
A psicóloga Marina Carvalho orienta a sessão gratuita no dia 14 de outubro, das 17h30 às 18h30. A inscrição é obrigatória até à véspera.
O conteúdo Biblioteca de Portimão recebe sessão sobre como lidar com a ansiedade de crianças e jovens aparece primeiro em Barlavento.
Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares, do lado de cá e de lá do Atlântico. Isto porque, neste mês, haverá duas peças com companhias vindas diretamente do Brasil, mais concretamente da Amazónia e de São Paulo.
E no dia 9, sexta-feira, há dança, com a junção da Companhia Maior e a do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A peça chama-se “A esta hora, na infância neva” e é um espetáculo que cruza a infância e as gerações mais velhas e que conta com a participação de crianças previamente selecionadas, que irão “espelhar” os(as) intérpretes adultos(as) em alguns momentos. Na peça, os bailarinos mais velhos têm corpos que perdem força e velocidade, mas que ganham em definição e intenção. Em simultâneo, as gerações mais novas criam um espelho que nos permite refletir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos…
No fim de semana, sábado e domingo, há duas peças vindas do Brasil, no âmbito do Festival Todos São Palco – Mostra de Teatro Além do Equador, organizado pelo Teatrão. Sábado, dia 10, às 21h00, temos “O Avesso da Pele”, pelo Coletivo Ocutá, de São Paulo. A peça baseia-se no romance premiado de Jeferson Tenório (vencedor do prémio Jabuti 2021 na categoria Romance Literário). Conta a estória de um professor que é assassinado pela polícia, e a procura de um sentido, por parte do filho, numa busca pelo passado da família.
Já no domingo, às 17h00, é a vez de “As Cores da América Latina”, peça que vem da Amazónia, da cidade de Manaus, com a Companhia Panorando. O espetáculo possui como norte três manifestações latino-americanas, a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e Cavalo-Marinho (Brasil) em intersecção com a Dança e o Teatro. Esta peça conta com o recurso de Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão. O Festival traz consigo três oficinas de participação, nos dias 8, 10 e 11, nas quais se poderá inscrever através do email cinereservas@cm-loule.pt. Mais informações no site do Cineteatro Louletano.
A 13 de outubro, cinema, com mais um filme do ciclo Filme Francês do Mês, organizado pela Alliance Française em colaboração com o CTL. O título é “Grand Paris”, de Martin Jauvat (2022). Conta a estória de Leslie, um jovem parisiense que vive nos subúrbios, e do seu amigo, Renard. Ambos entram numa aventura, com a descoberta de um misterioso objeto que lhes dá dinheiro rapidamente. É no Auditório do Solar da Música Nova, às 21h00.
À mesma hora, ali ao lado, no Palácio Gama Lobo, entre as 19h00 e as 21h00, decorre a oficina “Experimenta Criar (Invenção da Natureza)”, pela Gira Sol Azul. A oficina parte de conceitos científicos, filosóficos e históricos sobre a natureza e propõe exploração sonora e criação musical coletiva. É dirigida a todas as pessoas do setor da Educação e ao público em geral. Inscrições pelo email cinereservas@cm-loule.pt