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Nicolas Cage surge irreconhecível em trailer de novo filme; assista

O ator Nicolas Cage, 62, surpreendeu os fãs ao aparecer irreconhecível no trailer do filme “Best Pancakes in the County”. Com próteses no rosto e maquiagem, ele se transformou no personagem S.O.B.

O teaser lançado nesta terça-feira (20) mostrou detalhes do novo thriller policial escrito e dirigido por Ken Sanzel. A história gira em torno de uma lanchonete de uma pequena cidade que se torna o local de um violento confronto envolvendo agentes federais desonestos.

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Além de Cage, estão no elenco os atores Justin Long, Lauren German, Brandon Mychal Smith, Shelley Hennig, Ravi Patel, Kelly Greyson, Jaylen Moore, Michael Sirow, Tetiana Dar, entre outros.

O último lançamento do ator foi “Spider-Noir”, série do Prime Video, que foi liberada em maio de 2026.

O título é baseado na história em quadrinhos da Marvel, “Spider-Man Noir”, e conta a história de Ben Reilly (Cage), um investigador particular envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade.

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Nicolas Cage diz ter “pavor” de inteligência artificial

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“Cara-de-Barro” transforma tragédia em horror visceral; saiba mais

Conhecido como um dos vilões do universo do Batman, o “Cara-de-Barro” ganha, pela primeira vez, um filme solo. Com direção de James Atkins (“Não Fale o Mal”) e roteiro de Mike Flanagan (“A Maldição da Residência Hill”), a produção aposta no body horror — subgênero marcado por transformações e mutilações corporais — sem abrir mão do drama, do romance e da complexidade de seus personagens. A CNN Brasil assistiu ao longa-metragem durante a pré-estreia e traz primeiras impressões sobre a produção.

A trama acompanha Matt Hagen (Tom Rhys Harries), uma estrela em ascensão de Hollywood que se transforma em um temido homem movido por vingança quando a ambição científica o desvia de sua identidade e humanidade. O longa estreia na próxima quinta-feira (22).

O filme não economiza nas sequências perturbadoras. A transformação do corpo é explorada de maneira visceral, com imagens que provocam desconforto e fazem jus à proposta de body horror, elemento já visto em outras produções populares, como “A Pele que Habito” (2011) e “A Substância” (2024).

A relação do protagonista com a beleza e aparência física ajuda a construir seus conflitos, vulnerabilidades e a maneira como ele enxerga a si mesmo. O corpo mutilado de Matt Hagen vai além de ser apenas um elemento visual do horror, se transformando em uma extensão de seus conflitos internos.

Além do terror

Apesar da brutalidade de determinadas sequências, o filme também encontra espaço para a sensibilidade. O romance entra nessa construção, oferecendo uma perspectiva mais íntima sobre o protagonista. Elementos dramáticos ajudam a aprofundar a atmosfera, construída sob o terror, tornando as consequências de sua transformação ainda mais significativas.

O longa oferece um vislumbre ainda de Gotham City, mas não depende de grandes conexões com outras produções ou de referências constantes aos quadrinhos para justificar sua existência. A cidade funciona como parte do universo em que a história acontece e se conecta com a dramaticidade do protagonista.

E, para quem conhece o personagem dos quadrinhos, o desfecho reserva uma recompensa. Sem entregar os acontecimentos finais, é possível dizer que a conclusão recupera elementos apresentados anteriormente e encerra a trajetória de maneira coerente com o caminho percorrido, oferecendo também um momento especialmente significativo para os fãs da DC.

O filme também é estrelado por Naomi Ackie, David Dencik, Max Minghella, Eddie Marsan, Nancy Carroll e Joshua James.

Assista ao trailer de “Cara-de-Barro”

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“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi”, Julianne Moore alla Festa del Cinema di Roma. Jesse Eisenberg le cuce addosso un ruolo tra teatro, comicità ed emancipazione

“Non è mai troppo tardi per diventare se stessi. È un percorso. Non importa da dove parti, dove vivi, chi sei. Conta che a un certo punto arriva una rivoluzione dentro di te e la devi vivere. E sono felicissima e grata a Jesse per questo ruolo che mi ha riempito di gioia”. Non si percepisce alcun filtro nelle parole grate ed entusiastiche di Julianne Moore, alla 21esima Festa del Cinema di Roma dove riceverà il Premio alla Carriera e dove accompagna, da protagonista, il terzo film di Jesse Eisenberg, The Debut.

Una commedia brillante che sa di “lettera d’amore” al teatro (“ma quello amatoriale, un po’ buffo, casalingo…” chiosa l’attore e regista americano) ma che è anche, e soprattutto, il ritratto di una donna rimasta bambina che “cresce” grazie all’esperienza terapeutica della recitazione teatrale. Mona è infatti una timidissima casalinga del New Jersey, moglie e madre di figli laureandi. Ha trascorso l’esistenza nell’invisibilità, nella distrazione della famiglia d’origine e ora nell’indifferenza di quella da lei formata. Quando si appresta a fare un provino per un ruolo secondario nel musical teatrale “Vicini ficcanaso” non sa cosa l’attende.

Scritto e pensato da Eisenberg appositamente per Moore, il film la vede impegnata in uno dei personaggi più vibranti della sua carriera, ruolo che Julianne esprime con il talento che la contraddistingue e che, probabilmente, la proietterà nella corsa verso un suo secondo premio Oscar. “Jesse in realtà mi ha donato due ruoli. Uno era quello di Mona, molto timida, servile, invisibile. L’altro era quello della mutazione in Miss Danielle, il personaggio teatrale. Il teatro le fa da psicoterapia verso un’emancipazione organica, la fa diventare adulta”, spiega l’attrice ben lontana dal dimostrare i suoi 65 anni. The Debut, di fatto, è un film sul doppio processo: da una parte, quello di assunzione di una maschera, ovvero di ingresso in un personaggio immaginario, dall’altra quello di costruzione di una personalità che non ha mai avuto l’opportunità di formarsi. Partner perfetto in questi siparietti di training teatrali è Paul Giamatti, che interpreta il regista “psicologo” della povera Mona. E Julianne è clamorosa nel tradurre sul proprio corpo e voce lo shock di Mona vs Miss Danielle, dove una combatte contro l’altra, in un gioco di maschere eccezionale.

“Spesso ci viene chiesto dove si incontrano la vita dell’attore e quella dei suoi personaggi. Per quanto mi riguarda, il mio metodo consiste nell’avvicinarmi quanto più possibile al mondo emotivo dei personaggi che incarno. La collisione arriva gradualmente, e si compie quando le nostre soggettività, cioè le percezioni di mondo e le emozioni che esse comportano, arrivano quasi a coincidere. È proprio per tutto questo che amo il mio lavoro”, sottolinea Moore. Ed è dunque meraviglioso vederla nella sua “mutazione” comportamentale che entra fin troppo nel suo personaggio fino a diventarlo, in un crescendo del film che tocca notevoli toni di comicità. “È basato sulla mia vita”, spiega Eisenberg. “Da bambino frequentavo la comunità teatrale per via della mia famiglia. Il tono che ho voluto in The Debut è surreale, non realistico. Ma le emozioni che lo attraversano sono assolutamente agganciate alla realtà. Quanto a Julianne: senza di lei non ci sarebbe stato alcun Debut. È un’attrice drammatica favolosa ma è anche un… clown!”

The Debut, già osannato al Festival di Toronto, sarà nelle sale italiane dal 1° gennaio e certamente cavalcherà la Award Season in diverse categorie. Nella giornata dedicata ai “debutti”, è giusto dedicare alcune parole al film concorrente Ulya del lettone Viesturs Kairiss. Opera virtuosa in bianco e nero, racconta la biografia della leggendaria giocatrice di basket lettone Uļjana Semjonova, dotata della straordinaria altezza di 2,13 metri. Il film, che ha visto la sua première al Festival di Cannes, mette a fuoco la sua difficile adolescenza, le origini contadine nella Lettonia sovietica del 1964, il “debutto” nel basket, il bullismo, la solitudine, ma anche i sogni, le speranze e le gioie che nel tempo seppe costruirsi. Un film interessante, visivamente vibrante, e con un protagonista prodigioso – Kārlis Arnolds Avots – che ha voluto a tutti i costi vestire i panni della giovane e collaborare alla sceneggiatura. È il candidato della Lettonia ai prossimi Oscar.

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Christopher Lloyd, de “De Volta para o Futuro”, vem ao Brasil para CCXP 26

O ator americano Christopher Lloyd, 87, mundialmente reconhecido por interpretar o Dr. Emmett “Doc” Brown na trilogia “De Volta para o Futuro”, virá ao Brasil pela primeira vez para marcar presença na CCXP 26, maior evento de cultura pop da América Latina.

Lloyd estará na convenção de 3 a 6 de dezembro, com sessões no “Fotos & Autógrafos”. O artista também marcará presença no Palco Thunder, no dia 4, e no Palco Omelete, no dia 6.

A trilogia de filmes dirigidos por Robert Zemeckis tornou Doc Brown um dos personagens mais emblemáticos da história do cinema. Além da franquia, o ator acumula atuações como o vilão Juiz Doom em “Quem Enquadrou Roger Rabbit?”, o sombrio Tio Fester em “A Família Addams” e o Comandante Klingon Kruge em “Jornada nas Estrelas III: Em Busca de Spock”. Nos últimos anos, integrou o elenco da série “O Mandaloriano” (2019).

O festival de cultura pop está marcado para os dias 3, 4, 5 e 6 de dezembro, na São Paulo Expo, na capital paulista. Os ingressos para a CCXP26 podem ser adquiridos pelo site oficial da Mundo Ticket.

O público pode escolher entre ingressos diários, entrada para todos os dias e o ingresso Coringa — novidade que permite definir a data de visita mais próxima ao evento —, Unlock Business e Unlock + CCXP.

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Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

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Camilo Castelo Branco por Sérgio Graciano: em “Memórias do Cárcere” há mesmo cinema (e devia ser mostrado aos alunos do Secundário)

Chega esta quinta aos cinemas “Memórias do Cárcere”, de Sérgio Graciano, um produção nada académica de Paulo Branco que nos mostra Camilo Castelo Branco e Ana Plácido na prisão da Cadeia da Relação no Porto. Albano Jerónimo é um Camilo Castelo extraordinário e falou em exclusivo para o Expresso. Cinema para ver com olhos de vagar…

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Ghali difende Spin Time a Roma: «Grazie a chi lo tiene vivo». E sulle proteste di Milano: «Ascoltate i giovani»

Il rapper alla Festa del Cinema di Roma per il film A Mare, girato con le famiglie degli immobili occupati. Poi interviene sugli scontri di Milano: «Non confondiamo chi manifesta pacificamente con chi usa la violenza».

Ghali prende posizione sul caso Spin Time e difende l’esperienza della comunità che vive nell’immobile occupato di Roma. Lo fa dal Maxxi, in occasione della Festa del Cinema, dove ha partecipato alla presentazione di A Mare, il film di Alessandra Cutolo che racconta le storie di alcune famiglie migranti residenti negli edifici Spin Time e 4 Stelle.

«Grazie a chi fa parte di Spin Time e chi si è impegnato ogni giorno per tenerlo vivo», ha dichiarato il rapper, esprimendo pubblicamente il proprio sostegno a una realtà abitativa e sociale da tempo al centro del dibattito cittadino.

Spin Time e il film sui bambini migranti

La pellicola segue un gruppo di madri e figli provenienti da Nigeria, Etiopia, Senegal, Marocco, Eritrea e Tunisia durante una giornata al mare. Un viaggio apparentemente spensierato che assume un significato drammatico quando scompare il piccolo Adonai, facendo riaffiorare il ricordo delle traversate del Mediterraneo.

La partecipazione di Ghali al progetto nasce da un episodio imprevisto. Durante una scena girata in treno, i bambini hanno iniziato spontaneamente a cantare Casa mia, il brano presentato dall’artista a Sanremo nel 2024. Come raccontato dalla regista, inizialmente si temeva di dover eliminare la sequenza per i costi dei diritti musicali. Contattato dalla produzione, Ghali ha invece autorizzato gratuitamente l’utilizzo della canzone, dopo aver visto il film, e ha accettato di assistere alla proiezione romana.

Gli scontri di Milano: «La protesta è un diritto»

A margine della presentazione, il cantante è intervenuto anche sulle manifestazioni che hanno interessato Milano e sul malcontento sociale che attraversa il Paese. Intervistato dal Tg3, Ghali ha sostenuto che le mobilitazioni rappresentano la richiesta di risposte a problemi che riguardano non soltanto i giovani, ma anche le altre generazioni. Da qui il suo invito alle istituzioni e alla società ad ascoltare le ragioni di chi protesta.

Sul ricorso alla violenza durante i cortei, il rapper ha chiesto di evitare generalizzazioni, distinguendo nettamente gli autori degli scontri dai manifestanti pacifici. «Non distraiamoci, sono due cose ben distinte, chi sta usando la violenza e chi scende in piazza a manifestare il proprio diritto», ha sottolineato.

Dalla questione abitativa romana alle tensioni sociali milanesi, Ghali conferma così la propria attenzione ai temi dell’inclusione e delle disuguaglianze, affidando alla ribalta della Festa del Cinema un intervento che si spinge oltre la presentazione del film.

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Quem é o ator irlandês que poderá fazer história ao competir contra si próprio nos Óscares de 2027?

O ator irlandês está entre os nomes apontados para a corrida ao Óscar de Melhor Ator em 2027, graças a uma interpretação que tem conquistado a atenção da crítica. No entanto, a possibilidade de receber uma segunda nomeação na mesma categoria, por um filme diferente, poderá levá-lo a fazer história nos prémios da Academia de Hollywood.

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Prima del mito, il sogno: la storia di Rocky sul grande schermo. Applausi alla Festa del Cinema di Roma

Applausi scroscianti in ogni sala: I Play Rocky ha conquistato il pubblico della 21ª Festa del Cinema di Roma, dove è presentato nella sezione Grand Public. E certamente, quando uscirà nelle sale italiane il 31 dicembre, sarà il pubblico a decretarne il successo popolare. Perché di questo si tratta: un film che, agganciandosi al mito di Rocky, ne ripercorre la genesi e la trasforma in un’epopea dal sapore vintage, squisitamente divertente.

Tra i titoli finora visti alla kermesse capitolina, I Play Rocky è, insieme a Elsinore e in attesa di The Debut, uno dei film che hanno le carte in regola per affacciarsi all’imminente stagione dei premi, che culminerà con gli Oscar. Difficilmente, infatti, l’Academy resterà indifferente alla superlativa prova di Anthony Ippolito, quasi un clone di Sylvester Stallone, tanto fisicamente quanto nella tenacia. Ma tutto questo appartiene al futuro.

Il dato presente è che, dopo la presentazione al Festival di Toronto, I Play Rocky di Peter Farrelly, questa volta senza il fratello Bobby, è già un piccolo meta-cult. Il film celebra i cinquant’anni dell’iconica pellicola premiata con tre Oscar e ne prolunga il mito senza retorica né enfasi, concentrandosi sugli aspetti più intimi, esistenziali e antropologici della nota vicenda del giovane newyorkese Sylvester Stallone, allora un underdog in cerca della propria occasione.

Partendo dalla brillante sceneggiatura di Peter Gamble e avvalendosi della consulenza dello stesso attore e sceneggiatore, oggi ottantenne, Farrelly riesce a restituire un racconto in sintonia con il leggendario originale per tono e look indipendente, pur adottando un registro comico decisamente diverso dall’epica drammaticità che pervade il film sceneggiato e interpretato da Stallone.

Il fulcro di I Play Rocky è racchiuso proprio nella frase scelta come titolo: “Io recito Rocky”, mentre il titolo italiano previsto per l’uscita sarà Rocky sono io. Una dichiarazione che sottolinea la reale ostinazione di Sylvester Stallone, capace di rifiutare offerte assai generose pur di non cedere il suo magico copione e rinunciare a interpretarlo. Un “gran rifiuto” che sfidava la povertà in cui lui e la moglie Sasha versavano, mentre erano in attesa del loro primo figlio. Eppure fu proprio quella scelta la chiave vincente per entrare nel mito.

In definitiva, poco importa che il pubblico conosca già il lieto fine. Ciò che brilla nel film di Farrelly è il ritmo, insieme alla forza della commedia sociale e umana e a un percorso a ostacoli che parla al presente, in una Hollywood spesso ostile ai sogni fuori dagli schemi. Già, perché I Play Rocky è anche un film sul fare cinema con un budget ridotto, capace di dialogare con la contemporaneità, in cui la crisi sociale e la ferocia dello show business appaiono sempre più evidenti. Ma i sognatori caparbi e tenaci come rocce non smetteranno mai di nascere, esistere e vincere. Del resto, la dedica pronunciata da Stallone agli Oscar del 1977 è rimasta leggendaria e conserva tutta la sua attualità: “A tutti i Rocky del mondo, vi amo!”.

Apparentato a I Play Rocky soltanto per lo spirito di endurance incarnato dal protagonista, il documentario polacco Closure di Michal Marczak, in concorso nella sezione Progressive Cinema, racconta la tenace ricerca di un figlio scomparso da parte di suo padre.

Il regista ha seguito con la videocamera gli eventi successivi alla probabile scomparsa nelle acque della Vistola del sedicenne Krzysztof “Chris” Dymiński, un fatto di cronaca che ha scosso l’intera Polonia. Lirico nel suo farsi elegia funebre e meditazione su una perdita ancora senza risposte, Closure accompagna una famiglia che non ha smesso di cercare Chris e amplia la vicenda fino a farne una riflessione universale sul dolore provocato dalla scomparsa di una persona cara, tanto più insopportabile quando si tratta di un figlio. Un padre che non si dà pace e sperimenta ogni strumento possibile per setacciare il grande fiume, una madre che ogni sera attende il ritorno del figlio: una storia emozionante che, lentamente, trascina lo spettatore dentro il dolore di questi genitori, rendendolo partecipe di un’attesa sospesa tra speranza e disperazione.

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Mostra de Cinema de Angra do Heroísmo tem como foco a música

Iniciativa do Cine-Clube da Ilha Terceira "elege a música como fio condutor da programação", através de três documentários que chegam em estreia à ilha Terceira.

© Keystone/Getty Images

Para a organização, os filmes selecionados "ultrapassam a simples biografia e afirmam-se também como retratos de épocas e de sociedades"
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Dal flop-capolavoro di Tom Cruise al nuovo Ragione e Sentimento: i film da vedere ora

Si può misurare il valore di un film esclusivamente dal suo incasso? Commercialmente è di sicuro un indicatore fondamentale, ma guai, in ogni caso, considerarlo l’unico. Ci sono film altamente preziosi per contributo artistico e pregnanza dei messaggi, che però vengono snobbati dal pubblico, quindi esclusi da grandi incassi. Prendiamo Digger, che purtroppo è entrato a far parte di questo controverso pantheon. Flopparono, in ordine sparso, anche cult e capolavori storici come Fight Club, Il Mago di Oz, Le Ali della Libertà, La Cosa, Blade Runner e Citizen Kane. Il flop del momento diretto dal Premio Oscar Alejandro González Iñárritu, prodotto con 125 milioni di dollari, finora ne ha incassati solo 41 mln, risultato matematicamente tragico, sì, ma c’è di più.

Con la vicenda del petroliere miliardario artefice del disastro ambientale definitivo a coronamento dei cambiamenti climatici, Tom Cruise offre la sua performance più ricca e sublime, e insieme al Presidente Usa fittizio e gravemente ammalato di John Goodman sarà probabilmente in lizza agli Oscar 2027. A parte cast luminoso su carta e perfetto in scena, il regista utilizza uno schema da metateatro che parte dal suo Birdman e va su lungo un’iperbole narrativa che fino al culmine non smette di puntarci il dito. Digger ci dice in maniera sobria e spietata che il disastro è una nostra responsabilità. Colpa di certe élite di potere economico e politico, ma anche nostra perché negli anni abbiamo sorseggiato qualsiasi frottola. Film urticante anche per le coscienze di tanti critici. Non a caso l’ascesa di Digger, audace vecchietto gattaro più egoista di uno Scrooge, cavalca la sua “bomba” come uno Stranamore di Kubrik, e ascende come un Kane di Welles. Ma questo nuovo riccone sventola l’antica pala del nonno per fare la morale sullo scavare per il petrolio, con l’ipocrisia del suo nomignolo Digger (scavatore in inglese). Paradossale l’insuccesso economico del film rientra in un periodo storico oggettivamente preoccupante dove anche il popolo si spaventa, e il pubblico latita perché forse di moniti da aggiungere alla propria paura non ne vuol sentire. Audacemente controversa e tragicamente autorionica la realtà di fatto: il film è di un messicano, mentre lo interpreta da mattatore assoluto un illustre statunitense che fa parte di una setta. Viva il Maestro Iñárritu, viva Digger e viva pure l’Arte di Cruise!

Tornando in Italia c’è un’altra opera controversa e importante, anche per l’ottimo cast. L’estranea di Paolo Strippoli ha un ritmo e una struttura narrativa decisamente horror. Ma non è esattamente questo. Chiamamola un non-horror questa crescente tragedia famigliare che vede una ricca madre di famiglia ricattata da una donna luciferina in vari momenti difficilissimi. Ricorda per tensione e temperatura il primo Omen e Rosemary’s Baby. Grazie a una sapiente opera di comunicazione è stato spinto come drammatico, perché l’horror in Italia è sempre considerato di serie B, ma in fondo è servito a renderlo rappresentante italiano per la corsa alla nomination Oscar per il Miglior film straniero. Strada ancora lunghissima che forse sarebbe stata più adatta a Gioia mia di Margherita Spampinato. Ma conta poco. Il nuovo lavoro dell’autore barese ci distende su un’ascesa nel Male attraverso tentazioni di vita o di morte. Ha il bell’ardire di soppesare continuamente la nostra anima con quella della madre ricattata – una matura Jasmine Trinca – da una Valeria Bruni Tedeschi inedita, sottilmente diabolica, come l’insospettabile Bene ricercato nel danno minore. L’estranea, come Digger, è uno di quei film che fanno parlare e discutere a fine visione.

Con Primetime invece scendiamo negli inferi morali di una tivù americana sfacciata e a caccia di spettacolarità senza freno. Dietro alla morale dello smascherare predatori sessuali pedofili in diretta televisiva, il giornalista senza scrupoli di Robert Pattinson divora odiens e tappe in carriera, ma il prezzo da pagare per l’ambizione sarà sorprendente e altissimo. Qui in reference potrebbe aiutarvi Nightcrawler, ma il viaggio tra i riflettori più oscuri del successo televisivo ordito da Lance Oppenheim e prodotto da A24 graffia subdolo quanto i suoi personaggi, mostrandoci nuovi nessi perversi tra predatori e giustizieri. Istant movie feroce e sfidante.

Prima dell’ultimo titolo alleggeriamo in ironia il nostro cammino, stavolta, con il film bonus Street Fighter, di Kitao Sakurai. Ennesima messa in scena cineamatografica del celebre videogioco del 1987, ma forse stavolta si è imbroccata la strada giusta. Siam sempre sul livello di un “film di menare”, si dice in gergo nerd, quindi non aspettatevi illuminazioni particolari. I personaggi delle primissime versioni dei videogame originali prendono vita in una storia organica e sensata, seppur sviluppata con troppi dialoghi deliranti e anabolizzati di testosterone da far sorridere, ma fa parte di questo gioco. Soprattutto può essere nostalgico amarcord per gli ex-ragazzi oggi quarantenni e cinquantenni del pubblico, che quel gioco lo conobbero bene fuori casa tra sale giochi in lire e gettoni, e al computer di fronte alla televisione catodica, caricandolo su cassetta. Forse suonerà come arabo per i lettori millenial, ma googolate pure. Intrattenimento scacciapensieri, coloratissimo e allegramente pacchiano e muscolare. Tra i protagonisti anche il rapper 50 Cent, nei panni di Mike, il simil-Tyson elettronico dei suoi anni più gloriosi.

Chiudiamo con uno sguardo a Ragione e Sentimento, altra ennesima versione da grande schermo, davvero pregiata e moderna nella sua rappresentazione del romanzo originale di Jane Austen. Riuscendo in un miracolo simile a quello del Piccole Donne di Greta Gerwig, l’opera seconda di Georgia Oakley aggiunge un pizzico di vibrazioni emotive tra le due donne complici e sorelle interpetate da Daisy Edgar-Jones e Esmé Creed-Miles. Di entrambe sentiremo parlare molto, perchè sono attrici prodigiose. Ma pure il resto del cast è monumentale nel lavoro fatto, insieme a una magnifica messa in scena che potremmo sentire nominata divere volte ai prossimi Oscar. Consigliatissimo anche agli uomini per capire meglio le signore. Esce in sala il 25 ottobre. #PEACE

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“Davanti a un lutto non credo nella pace. Non so se ho mostrato troppo, o aperto le porte sul personale ma anche chiuso un cerchio”: così Kasia Smutniak sul docufilm su Pietro Taricone

La perdita di Pietro Taricone che diventa trasformazione per chi resta. Kasia Smutniak la vede così nel suo ultimo film documentario da regista, Mustang, presentato alla Festa di Roma 2026. “Davanti a un lutto non credo nella pace, ma piuttosto nella trasformazione e non penso nemmeno che valga la pena raccontare la mia vita, ma quel pezzo della mia storia potrebbe essere in qualche modo una speranza per tante persone, a cui mi sto aggrappando”, ha spiegato la 47enne attrice e regista di origine polacca al Corriere della Sera.

“Questo, infatti, è un film speranzoso e sulla felicità, non una storia triste: ma di una bellissima trasformazione che unisce tante vite. Il centro di tutto questo è il Mustang”. Luogo della montagna nepalese che nel 2003 la Smutniak e l’allora suo fidanzato Taricone raggiungono per poi ripromettersi di tornare per un aiuto concreto alle popolazioni locali. Solo che Taricone muore improvvisamente in un incidente di paracadutismo nel 2009. Nel 2010 sarà Kasia con sua madre a raggiungere il Mustang ai piedi dell’Himalaya. E ancora nel 2024 sarà la 19enne Sophie, la figlia avuta dall’ex fidanzato nel 2004, a ripercorrere i passi materni e paterni in Nepal. Con lei, la ragazza, si porta la vecchia MiniDV di suo padre e così filma un nuovo viaggio come fece Taricone con la Smutniak nel 2003. Mustang, infine, è il risultato di queste due fonti video tra memoria e contemporaneità che Smutniak ha definitivamente riassemblato.

“Come nel mio primo doc Mur ho raccontato la speranza attraverso l’esperienza di persone che cercavano di salvare migranti nei boschi bielorussi, solo perché ritenevano giusto farlo. Anche qui ho lo stesso spirito: se una sola persona fa una cosa giusta, questo mi dà speranza per l’umanità”. Là, nell’Asia profonda c’è proprio una Fondazione Taricone, grazie alla quale è stata fondata la Ghami Solar School, dove bambini che non avrebbero avuto accesso a un’istruzione tradizionale seguono corsi di studio regolari. Mustang uscirà in sala con Fandango il 26 novembre. “Non so se ho mostrato troppo – chiosa l’attrice – Ma in realtà nel nostro lavoro mostriamo tanto di noi anche quando non sembra. Qui è più riconoscibile perché le emozioni hanno nomi e facce note. Ho aperto le porte sul personale ma anche chiuso un cerchio”.

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Filme sobre confinamento de Wuhan estreia na China

"Heróis de Branco" recria os 76 dias de confinamento de Wuhan, entre janeiro e abril de 2020, é protagonizado pelo ator de Hong Kong Andy Lau e pela atriz chinesa Yang Zishan.

© SHEPHERD ZHOU/EPA

O anúncio da estreia provocou reações divergentes nas redes sociais chinesas, onde alguns internautas manifestaram relutância em reviver as dificuldades daquele período
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