❌

Reading view

  •  

Música XXI promove visita ao interior do Palacete Belmarço – em Faro

Será no dia 24 de outubro, que a empresa Suburbs proprietária do Palacete Belmarço, abrirá as suas portas a mais uma edição do evento Noites da Lua Nova, promovido pela Associação Cultural Música XXI. Esta edição terá duas sessões, uma às 17 e outra às 18h00. O Palacete Belmarço, que atualmente é a sede da […]

  •  

Faro debate a primeira encíclica de Leão XIV sobre inteligência artificial

D. Roberto Mariz, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, profere a conferência a 29 de outubro, às 21h00, no Seminário de São José, em Faro. A iniciativa é da Cáritas Diocesana do Algarve. A Cáritas Diocesana do Algarve promove, no dia 29 de outubro de 2026, às 21h00, no Seminário de São José, em […]

  •  

Publicados desde 1969, Anais do Município de Faro chegam ao 48.º volume

Reitora da UAlg Alexandra Teodósio apresenta a edição de 2026 na Biblioteca Municipal de Faro, a 31 de outubro, às 15h30. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

O conteúdo Publicados desde 1969, Anais do Município de Faro chegam ao 48.º volume aparece primeiro em Barlavento.

  •  

Comissão de combate à fraude da saúde e mecanismo anticorrupção em conferência

No Auditório da Polícia Judiciária, em Faro, realizou-se uma conferência nacional inédita sobre a “Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública“, que reuniu a Comissão de Combate à Fraude no SNS, o Juiz Conselheiro Mouraz Lopes, presidente do Mecanismo Nacional Anticorrupção e representantes de diferentes áreas da Administração Pública para refletir sobre os desafios da gestão do risco, da integridade e da segurança dos serviços públicos, destacando a importância da prevenção, da responsabilização das lideranças e da aprendizagem organizacional.

A iniciativa, promovida pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, teve lugar a 14 de outubro, proporcionou um espaço de reflexão e partilha de experiências sobre a governação, a gestão do risco, a qualidade, a segurança do doente, a integridade e a proteção dos recursos públicos, reunindo diferentes perspetivas sobre os desafios que se colocam às instituições públicas, nomeadamente da Polícia Judiciária, das Universidades e dos Municípios.

Nas principais mensagens em destaque esteve a importância de transformar os instrumentos de gestão do risco em medidas concretas, capazes de influenciar decisões, prevenir falhas e melhorar o funcionamento das organizações.

Os referenciais e as metodologias existentes, incluindo os previstos no Regime Geral da Prevenção da Corrupção (RGPC), só produzem verdadeiro valor quando se traduzem em responsabilidades claras, acompanhamento regular e resultados mensuráveis.

Portanto, uma boa governação exige, objetivos definidos, responsabilização das lideranças e mecanismos eficazes de monitorização, sendo que a gestão do risco não deve ficar circunscrita às áreas de auditoria ou de cumprimento normativo, mas integrar os processos de decisão e a atividade diária de toda a organização.

Uma visão integrada dos riscos e das respostas

Foi igualmente salientada ao longo da conferência, a interligação entre os riscos operacionais, clínicos, financeiros, de proteção de dados e de cibersegurança. Esta realidade exige uma abordagem integrada, assente na partilha de informação, na cooperação entre instituições e na preparação para responder a incidentes.

No setor da saúde, a gestão do risco corporativo deve articular-se com a segurança do doente, promovendo uma cultura de prevenção, reporte de incidentes e aprendizagem organizacional. A identificação precoce das vulnerabilidades e a capacidade de retirar ensinamentos das falhas são fundamentais para melhorar a qualidade dos cuidados e reforçar a confiança dos cidadãos.

Particular relevância assumem também as especificidades territoriais no Algarve, onde a sazonalidade e a pressão sobre os serviços exigem prioridades bem definidas e planos de continuidade ajustados à realidade regional.

A integridade e a transparência foram outras dimensões centrais do debate, associadas à necessidade de decisões fundamentadas, processos rastreáveis e mecanismos de controlo proporcionais. A prevenção da fraude e da corrupção constitui, neste contexto, uma responsabilidade essencial na proteção dos recursos públicos.

Um nota distribuída à imprensa após a conferência a ULS Algarve diz que a segurança da informação e a inteligência artificial estiveram igualmente entre os temas abordados. Se, por um lado, a tecnologia pode contribuir para melhorar a avaliação dos riscos, por outro, exige atenção à qualidade dos dados, à privacidade e à responsabilização pelas decisões. A preparação das equipas, a formação e a cooperação entre entidades são igualmente determinantes para assegurar a continuidade dos serviços públicos.

Transformar a reflexão em melhores práticas

Patrícia Rego, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve para a área da Saúde, na sessão de encerramento, sublinhou que os riscos não podem ser analisados isoladamente, uma vez que uma falha tecnológica pode comprometer a continuidade dos cuidados, tal como uma fragilidade organizacional pode colocar em causa a segurança do doente.

A responsável defendeu, por isso, que a gestão do risco deve ser entendida para além do cumprimento regulamentar. “Gerir o risco é sem dúvida antecipar“, afirmou, salientando que as organizações não devem esperar pela ocorrência de um incidente para reconhecer as suas vulnerabilidades.

[the_ad id="555438"]

Também Tiago Botelho, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, considerou a conferência um dia de reflexão exigente e útil, marcado pelo cruzamento de diferentes perspetivas sobre governação, gestão do risco, qualidade e segurança do doente. “O risco não pertence a um único departamento, faz parte das decisões, dos processos, das responsabilidades e, em suma, de toda uma administração“, salientou o gestor da Saúde no Algarve.

Para o Conselho de Administração da ULS Algarve, o principal desafio passa agora por transformar a reflexão em práticas concretas, reforçando o ambiente de controlo interno através da definição de responsabilidades, da disponibilização de informação de suporte à decisão e de mecanismos de acompanhamento eficazes.

Tiago Botelho destacou ainda a importância de uma gestão do risco corporativo alinhada com os objetivos e as responsabilidades da instituição, de um cumprimento normativo orientado para a promoção da integridade e a prevenção de falhas e de uma auditoria interna independente, capaz de avaliar procedimentos e recomendar melhorias.

O responsável sublinhou que o valor destes mecanismos deve ser avaliado pelo seu impacto efetivo na organização, e não pelo número de documentos aprovados. Alertou ainda para os riscos que a fraude e a corrupção representam para os recursos públicos, para a confiança dos cidadãos e para a capacidade de resposta das instituições.

Em representação da reitora da Universidade do Algarve, Alexandra Teodósio, o diretor da Faculdade de Economia, Luís Coelho, reiterou a disponibilidade da academia para continuar a colaborar com as instituições da região, destacando o contributo da formação para a capacitação de profissionais e para o desenvolvimento de competências diferenciadas.

A conferência terminou com uma mensagem transversal: antecipar em vez de apenas reagir, responsabilizar as lideranças, integrar competências e medir resultados. Mais do que produzir matrizes ou relatórios, a gestão do risco deve traduzir-se em melhores decisões, danos evitados, utilização responsável dos recursos e maior confiança nas instituições públicas.

  •  

Conferência da CCDR Algarve junta municípios e especialistas na gestão de resíduos em Faro

A iniciativa decorre a 13 de novembro, na Universidade do Algarve, em parceria com o município de Loulé. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

O conteúdo Conferência da CCDR Algarve junta municípios e especialistas na gestão de resíduos em Faro aparece primeiro em Barlavento.

  •  

ULS do Algarve defende controlo interno mais forte e avaliação de resultados

Conferência em Faro juntou responsáveis da saúde, da justiça e da Administração Pública. A prevenção de falhas e a responsabilização das lideranças estiveram no centro do debate.

O conteúdo ULS do Algarve defende controlo interno mais forte e avaliação de resultados aparece primeiro em Barlavento.

  •  

Ginásio Clube de Faro apresenta espetáculo de música e dança indiana

O Ginásio Clube de Faro apresenta, no próximo sábado, dia 24 de outubro, pelas 18h00, um espetáculo dedicado à música e à dança indianas, aproveitando a passagem por Sevilha da cantora indiana Medha Basu. A iniciativa convida o público a descobrir sonoridades, ritmos e expressões artísticas de uma cultura milenar, através de uma experiência que […]

  •  

UFF | Orçamento Participativo de Faro chega à cidade e à comunidade dos Hangares

Biblioteca Municipal de Faro e Associação de Moradores dos Hangares recebem duas sessões abertas à participação dos cidadãos, nos dias 23 e 24 de outubro A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) dá continuidade, esta semana, aos Encontros de Participação do Orçamento Participativo 2026, com duas sessões que irão decorrer na cidade […]

  •  

União dos Sindicatos do Algarve/CGTP-IN realiza o seu XI congresso em Faro

A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas. O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da […]

  •  

Seis dezenas de pessoas voltaram à rua em Faro para protestarem contra o custo da Habitação

Cerca de seis dezenas de pessoas manifestaram-se ontem em Faro em solidariedade com as acampadas de Lisboa e Porto e em protesto contra o preço elevado das casas.

“Estamos aqui contra a desigualdade, que está a aumentar de uma forma brutal. A luta pela habitação é a luta pela democracia”, afirmou Afonso Coelho, do movimento Algarve em Resistência.

“A maior parte do seu salário, do seu tempo de trabalho, é para pagar aos senhorios”, sublinhou o representante da organização, que pretende promover no futuro um movimento “mais amplo” no Algarve, capaz de “mobilizar mais pessoas para as ruas”.

O protesto marcado para as 19h, em frente à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, contava com cerca de 60 pessoas meia hora depois, sendo que nos cartazes liam-se mensagens como “Menos bastão, mais habitação”, “Sim, sou egoísta, quero uma casa para viver”, “Casa para viver, tenda para resistir” e “Um país sem habitação é um país sem justiça”.

Pedro Brandão, investigador na Universidade do Algarve, disse à Lusa que se juntou à manifestação devido ao “desagrado” pela atual crise da habitação. A viver num quarto, num apartamento partilhado com mais três pessoas, garantiu que, mesmo tendo um ordenado “que não é mau”, o elevado custo da habitação o afasta da possibilidade de conseguir pagar renda sozinho ou ter acesso a crédito bancário.

Com uma das suas três crianças ao colo, Júlia Vânia, a contas com um crédito à habitação, contou que o atual custo de vida “é incomportável para as famílias”. “Todas as semanas notamos no supermercado, nos preços dos bens alimentares essenciais, no gasóleo, tudo está a subir. A prestação da casa também aumenta com os juros, temos de fazer uma vida humilde para comportar o aumento do custo de vida”, lamentou.

  •  

Coimbra, Évora, Beja, Faro: protestos pela habitação espalham-se. Silêncio e “folga” no Porto

Em Lisboa, milhares de manifestantes encheram o Rossio – e, mesmo com o aviso de Luís Neves, vão voltar a montar tendas. Os protestos pelo direito à habitação espalharam-se pelo país na noite desta terça-feira. No Porto, houve nova concentração na Praça D. João I, e temporariamente na Câmara Municipal do Porto, mas para comunicar “dias de folga”. Num curto comunicado divulgado durante a manifestação, a organização do Movimento Pela Habitação – Acampada do Porto garante que se reserva “o direito de desfrutar dos dias de folga concedidos caridosamente pela ação das forças policiais, a começar em dia de jogo

  •  

CCMAR leva oceano às escolas do Algarve com nova agenda azul

Programa 2026/27 inclui formação certificada para professores e competição internacional de storytelling.

O Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) lança a Agenda Azul 2026/27, um programa de educação e literacia do oceano que aproxima a investigação científica das escolas de todo o Algarve, criando oportunidades para que os estudantes contactem diretamente com investigadores, conheçam o trabalho desenvolvido na área das ciências do mar e descubram diferentes formas de compreender e proteger o oceano.

A programação inclui palestras e workshops para diferentes níveis de ensino, abordando temas como a biodiversidade marinha, as alterações climáticas, as pradarias marinhas, os cavalos-marinhos, a biotecnologia e os ecossistemas costeiros. As atividades são dinamizadas por investigadores e comunicadores de ciência do CCMAR e estão disponíveis para escolas de todo o Algarve.

“A Agenda Azul é uma oportunidade para levar a ciência que fazemos no Algarve diretamente às escolas e aproximar os alunos do trabalho dos investigadores. Através das palestras e workshops, mostramos que a ciência marinha está presente em muitos aspetos do nosso dia a dia e despertar nos jovens a curiosidade pelo oceano e pela sua conservação”, afirma Inês Ferreira Guedes, comunicadora de ciência do projeto Life Restoreseagrass.

João Cardoso a dar uma palestra sobre Alterações Climáticas na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro

Este ano, o programa apresenta duas novidades: uma Formação Certificada para Professores, que permitirá aos docentes aprofundar conhecimentos e ferramentas para trabalhar a literacia do oceano em contexto educativo, e a Competição Internacional de Storytelling EUREMAP 2026, que desafia jovens dos 15 aos 18 anos a criar vídeos sobre bioprospeção marinha.

A Agenda Azul inclui ainda iniciativas como a Feira das Ciências Marinhas, o Dia Aberto do CCMAR, projetos desenvolvidos em parceria entre escolas e investigadores e estágios laboratoriais de verão para estudantes do ensino secundário.

“Queremos que a Agenda Azul chegue verdadeiramente a todos os cantos do Algarve, das escolas do litoral às do interior. A literacia do oceano não pode ser um privilégio de quem está próximo do mar ou de um centro urbano, tem de ser uma oferta educativa à escala de toda a região. É esse o compromisso que assumimos com este programa”, afirma Rita Abecasis, Diretora da Unidade de Educação do Oceano do CCMAR.

As atividades da Agenda Azul 2026/27 estão disponíveis mediante inscrição e destinam-se a escolas de todo o Algarve. A participação nas atividades é gratuita, estando sujeita à disponibilidade das equipas e dos espaços. Mais informações e inscrições clique aqui, ou contate pelo e-mail: ccmaroceaneducation@ualg.pt .

  •  
❌