Carneiro defende Serviço Nacional de Habitação em visita ao Algarve
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Maria da Graça Carvalho desloca-se ao Algarve na sexta-feira, dia 30 de outubro, para homologar dois protocolos.
O conteúdo Governo vai apoiar Faro no plano de prevenção de cheias e estudar soluções para resíduos aparece primeiro em Barlavento.

Será no dia 24 de outubro, que a empresa Suburbs proprietária do Palacete Belmarço, abrirá as suas portas a mais uma edição do evento Noites da Lua Nova, promovido pela Associação Cultural Música XXI. Esta edição terá duas sessões, uma às 17 e outra às 18h00. O Palacete Belmarço, que atualmente é a sede da […]

D. Roberto Mariz, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social, profere a conferência a 29 de outubro, às 21h00, no Seminário de São José, em Faro. A iniciativa é da Cáritas Diocesana do Algarve. A Cáritas Diocesana do Algarve promove, no dia 29 de outubro de 2026, às 21h00, no Seminário de São José, em […]
O espetáculo de música e dança indianas realiza-se no sábado, 24 de outubro, às 18h00, com percussão e dança. A entrada custa cinco euros.
O conteúdo Cantora indiana Medha Basu atua no Ginásio Clube de Faro aparece primeiro em Barlavento.
Reitora da UAlg Alexandra Teodósio apresenta a edição de 2026 na Biblioteca Municipal de Faro, a 31 de outubro, às 15h30. A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.
O conteúdo Publicados desde 1969, Anais do Município de Faro chegam ao 48.º volume aparece primeiro em Barlavento.
A Biblioteca Municipal de Faro recebe, no próximo dia 31 de outubro, sábado, pelas 15h30, a sessão pública de apresentação
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No Auditório da Polícia Judiciária, em Faro, realizou-se uma conferência nacional inédita sobre a “Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública“, que reuniu a Comissão de Combate à Fraude no SNS, o Juiz Conselheiro Mouraz Lopes, presidente do Mecanismo Nacional Anticorrupção e representantes de diferentes áreas da Administração Pública para refletir sobre os desafios da gestão do risco, da integridade e da segurança dos serviços públicos, destacando a importância da prevenção, da responsabilização das lideranças e da aprendizagem organizacional.
A iniciativa, promovida pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, teve lugar a 14 de outubro, proporcionou um espaço de reflexão e partilha de experiências sobre a governação, a gestão do risco, a qualidade, a segurança do doente, a integridade e a proteção dos recursos públicos, reunindo diferentes perspetivas sobre os desafios que se colocam às instituições públicas, nomeadamente da Polícia Judiciária, das Universidades e dos Municípios.
Nas principais mensagens em destaque esteve a importância de transformar os instrumentos de gestão do risco em medidas concretas, capazes de influenciar decisões, prevenir falhas e melhorar o funcionamento das organizações.
Os referenciais e as metodologias existentes, incluindo os previstos no Regime Geral da Prevenção da Corrupção (RGPC), só produzem verdadeiro valor quando se traduzem em responsabilidades claras, acompanhamento regular e resultados mensuráveis.

Portanto, uma boa governação exige, objetivos definidos, responsabilização das lideranças e mecanismos eficazes de monitorização, sendo que a gestão do risco não deve ficar circunscrita às áreas de auditoria ou de cumprimento normativo, mas integrar os processos de decisão e a atividade diária de toda a organização.
Foi igualmente salientada ao longo da conferência, a interligação entre os riscos operacionais, clínicos, financeiros, de proteção de dados e de cibersegurança. Esta realidade exige uma abordagem integrada, assente na partilha de informação, na cooperação entre instituições e na preparação para responder a incidentes.
No setor da saúde, a gestão do risco corporativo deve articular-se com a segurança do doente, promovendo uma cultura de prevenção, reporte de incidentes e aprendizagem organizacional. A identificação precoce das vulnerabilidades e a capacidade de retirar ensinamentos das falhas são fundamentais para melhorar a qualidade dos cuidados e reforçar a confiança dos cidadãos.
Particular relevância assumem também as especificidades territoriais no Algarve, onde a sazonalidade e a pressão sobre os serviços exigem prioridades bem definidas e planos de continuidade ajustados à realidade regional.
A integridade e a transparência foram outras dimensões centrais do debate, associadas à necessidade de decisões fundamentadas, processos rastreáveis e mecanismos de controlo proporcionais. A prevenção da fraude e da corrupção constitui, neste contexto, uma responsabilidade essencial na proteção dos recursos públicos.
Um nota distribuída à imprensa após a conferência a ULS Algarve diz que a segurança da informação e a inteligência artificial estiveram igualmente entre os temas abordados. Se, por um lado, a tecnologia pode contribuir para melhorar a avaliação dos riscos, por outro, exige atenção à qualidade dos dados, à privacidade e à responsabilização pelas decisões. A preparação das equipas, a formação e a cooperação entre entidades são igualmente determinantes para assegurar a continuidade dos serviços públicos.
Patrícia Rego, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve para a área da Saúde, na sessão de encerramento, sublinhou que os riscos não podem ser analisados isoladamente, uma vez que uma falha tecnológica pode comprometer a continuidade dos cuidados, tal como uma fragilidade organizacional pode colocar em causa a segurança do doente.

A responsável defendeu, por isso, que a gestão do risco deve ser entendida para além do cumprimento regulamentar. “Gerir o risco é sem dúvida antecipar“, afirmou, salientando que as organizações não devem esperar pela ocorrência de um incidente para reconhecer as suas vulnerabilidades.
Também Tiago Botelho, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, considerou a conferência um dia de reflexão exigente e útil, marcado pelo cruzamento de diferentes perspetivas sobre governação, gestão do risco, qualidade e segurança do doente. “O risco não pertence a um único departamento, faz parte das decisões, dos processos, das responsabilidades e, em suma, de toda uma administração“, salientou o gestor da Saúde no Algarve.
Para o Conselho de Administração da ULS Algarve, o principal desafio passa agora por transformar a reflexão em práticas concretas, reforçando o ambiente de controlo interno através da definição de responsabilidades, da disponibilização de informação de suporte à decisão e de mecanismos de acompanhamento eficazes.
Tiago Botelho destacou ainda a importância de uma gestão do risco corporativo alinhada com os objetivos e as responsabilidades da instituição, de um cumprimento normativo orientado para a promoção da integridade e a prevenção de falhas e de uma auditoria interna independente, capaz de avaliar procedimentos e recomendar melhorias.

O responsável sublinhou que o valor destes mecanismos deve ser avaliado pelo seu impacto efetivo na organização, e não pelo número de documentos aprovados. Alertou ainda para os riscos que a fraude e a corrupção representam para os recursos públicos, para a confiança dos cidadãos e para a capacidade de resposta das instituições.
Em representação da reitora da Universidade do Algarve, Alexandra Teodósio, o diretor da Faculdade de Economia, Luís Coelho, reiterou a disponibilidade da academia para continuar a colaborar com as instituições da região, destacando o contributo da formação para a capacitação de profissionais e para o desenvolvimento de competências diferenciadas.
A conferência terminou com uma mensagem transversal: antecipar em vez de apenas reagir, responsabilizar as lideranças, integrar competências e medir resultados. Mais do que produzir matrizes ou relatórios, a gestão do risco deve traduzir-se em melhores decisões, danos evitados, utilização responsável dos recursos e maior confiança nas instituições públicas.
A iniciativa decorre a 13 de novembro, na Universidade do Algarve, em parceria com o município de Loulé. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.
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Conferência em Faro juntou responsáveis da saúde, da justiça e da Administração Pública. A prevenção de falhas e a responsabilização das lideranças estiveram no centro do debate.
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O Ginásio Clube de Faro apresenta, no próximo sábado, dia 24 de outubro, pelas 18h00, um espetáculo dedicado à música e à dança indianas, aproveitando a passagem por Sevilha da cantora indiana Medha Basu. A iniciativa convida o público a descobrir sonoridades, ritmos e expressões artísticas de uma cultura milenar, através de uma experiência que […]
Os Serviços de Ação Social da Universidade do Algarve abriram concursos para o preenchimento de um total de seis postos de trabalho.
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Biblioteca Municipal de Faro e Associação de Moradores dos Hangares recebem duas sessões abertas à participação dos cidadãos, nos dias 23 e 24 de outubro A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) dá continuidade, esta semana, aos Encontros de Participação do Orçamento Participativo 2026, com duas sessões que irão decorrer na cidade […]
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A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas. O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da […]
Alunos do 2.º ano da EB1 n.º 3 de São Brás de Alportel participaram no arranque da 13.ª edição do Programa 5 ao Dia, com atividades sobre alimentação saudável.
O conteúdo MARF celebra Dia Mundial da Alimentação com visita de alunos aparece primeiro em Barlavento.
As atividades são gratuitas e exigem inscrição. O programa estreia formação certificada para professores e uma competição internacional de vídeos para jovens.
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Cerca de seis dezenas de pessoas manifestaram-se ontem em Faro em solidariedade com as acampadas de Lisboa e Porto e em protesto contra o preço elevado das casas.
“Estamos aqui contra a desigualdade, que está a aumentar de uma forma brutal. A luta pela habitação é a luta pela democracia”, afirmou Afonso Coelho, do movimento Algarve em Resistência.
“A maior parte do seu salário, do seu tempo de trabalho, é para pagar aos senhorios”, sublinhou o representante da organização, que pretende promover no futuro um movimento “mais amplo” no Algarve, capaz de “mobilizar mais pessoas para as ruas”.
O protesto marcado para as 19h, em frente à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, contava com cerca de 60 pessoas meia hora depois, sendo que nos cartazes liam-se mensagens como “Menos bastão, mais habitação”, “Sim, sou egoísta, quero uma casa para viver”, “Casa para viver, tenda para resistir” e “Um país sem habitação é um país sem justiça”.
Pedro Brandão, investigador na Universidade do Algarve, disse à Lusa que se juntou à manifestação devido ao “desagrado” pela atual crise da habitação. A viver num quarto, num apartamento partilhado com mais três pessoas, garantiu que, mesmo tendo um ordenado “que não é mau”, o elevado custo da habitação o afasta da possibilidade de conseguir pagar renda sozinho ou ter acesso a crédito bancário.
Com uma das suas três crianças ao colo, Júlia Vânia, a contas com um crédito à habitação, contou que o atual custo de vida “é incomportável para as famílias”. “Todas as semanas notamos no supermercado, nos preços dos bens alimentares essenciais, no gasóleo, tudo está a subir. A prestação da casa também aumenta com os juros, temos de fazer uma vida humilde para comportar o aumento do custo de vida”, lamentou.

O Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) lança a Agenda Azul 2026/27, um programa de educação e literacia do oceano que aproxima a investigação científica das escolas de todo o Algarve, criando oportunidades para que os estudantes contactem diretamente com investigadores, conheçam o trabalho desenvolvido na área das ciências do mar e descubram diferentes formas de compreender e proteger o oceano.
A programação inclui palestras e workshops para diferentes níveis de ensino, abordando temas como a biodiversidade marinha, as alterações climáticas, as pradarias marinhas, os cavalos-marinhos, a biotecnologia e os ecossistemas costeiros. As atividades são dinamizadas por investigadores e comunicadores de ciência do CCMAR e estão disponíveis para escolas de todo o Algarve.
“A Agenda Azul é uma oportunidade para levar a ciência que fazemos no Algarve diretamente às escolas e aproximar os alunos do trabalho dos investigadores. Através das palestras e workshops, mostramos que a ciência marinha está presente em muitos aspetos do nosso dia a dia e despertar nos jovens a curiosidade pelo oceano e pela sua conservação”, afirma Inês Ferreira Guedes, comunicadora de ciência do projeto Life Restoreseagrass.

Este ano, o programa apresenta duas novidades: uma Formação Certificada para Professores, que permitirá aos docentes aprofundar conhecimentos e ferramentas para trabalhar a literacia do oceano em contexto educativo, e a Competição Internacional de Storytelling EUREMAP 2026, que desafia jovens dos 15 aos 18 anos a criar vídeos sobre bioprospeção marinha.
A Agenda Azul inclui ainda iniciativas como a Feira das Ciências Marinhas, o Dia Aberto do CCMAR, projetos desenvolvidos em parceria entre escolas e investigadores e estágios laboratoriais de verão para estudantes do ensino secundário.
“Queremos que a Agenda Azul chegue verdadeiramente a todos os cantos do Algarve, das escolas do litoral às do interior. A literacia do oceano não pode ser um privilégio de quem está próximo do mar ou de um centro urbano, tem de ser uma oferta educativa à escala de toda a região. É esse o compromisso que assumimos com este programa”, afirma Rita Abecasis, Diretora da Unidade de Educação do Oceano do CCMAR.
As atividades da Agenda Azul 2026/27 estão disponíveis mediante inscrição e destinam-se a escolas de todo o Algarve. A participação nas atividades é gratuita, estando sujeita à disponibilidade das equipas e dos espaços. Mais informações e inscrições clique aqui, ou contate pelo e-mail: ccmaroceaneducation@ualg.pt .
O partido diz que a inclusão da obra foi determinante para apoiar o novo empréstimo. A proposta passou com votos do Chega e do PS e abstenção do PSD.
O conteúdo Chega considera rotunda das Pontes de Marchil fundamental para Faro aparece primeiro em Barlavento.