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Andy Burnham promises ‘serious dialogue’ over UK’s relationship with EU

PM hails next month’s ‘reset’ summit as first step to closer ties, but tensions over trade may prove problematic

Andy Burnham has promised a “serious dialogue” over the UK’s future place in Europe, saying the existing relationship is “not good enough” as he framed next month’s Brussels summit as a possible first step to EU membership.

The prime minister said Britain must take a “clear-eyed rational look” at its long-term relationship with the bloc to boost economic growth and control immigration, which needed to go beyond Labour’s existing red lines.

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© Photograph: House of Commons/PA

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How significant are Burnham’s remarks on Kremlin interference in Brexit vote?

Prime minister has reopened the debate over whether Russia sought to influence the 2016 referendum

Andy Burnham unexpectedly reopened an old Brexit debate when he said he had been told after becoming prime minister that Russia had interfered in the 2016 EU referendum.

It was a contentious issue in the second half of the previous decade, but one that had largely been forgotten about as the UK finally adjusted to the reality of leaving the EU. Now Burnham’s comments have given the topic a fresh impetus.

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© Photograph: Christopher Furlong/Reuters

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9/11 e uma Aliança Atlântica em crise

Relembrar o 11 de Setembro é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump, os EUA reequacionam o seu papel na defesa da Europa.

Ana Marcela

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No dia em que as torres foram atacadas, o então presidente dos EUA, George W. Bush, estava numa escola primária na Florida a ler um livro com crianças, quando o chefe de gabinete, Andrew Card, lhe sussurrou ao ouvido: “A América está sob ataque.”

Milhares de pessoas perderam a vida depois do embate dos aviões no World Trade Center em Nova Iorque e, num misto de choque, incredulidade e dor, todos percebemos que o mundo iria irremediavelmente mudar. Nos dias que se seguiram, e pela primeira vez na história, foi invocado o Artigo 5.º da NATO. Pelos Estados Unidos. “Os aliados da América na NATO responderam com solidariedade e ação, apoiando a defesa dos Estados Unidos e juntando-se aos norte-americanos no luto e na homenagem aos que perderam a vida”, pode ler-se no website da U.S. Air Forces in Europe – Air Forces Africa.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

“Para as Forças Aéreas dos EUA na Europa, os ataques assinalaram o início de uma mudança imediata na proteção da força, no estado de prontidão e no foco operacional — uma mudança que viria a moldar a missão do comando durante as décadas seguintes”, lembram numa publicação que assinala os 25 anos dos ataques terroristas.

É precisamente este espírito de união e solidariedade entre aliados que é evocado por Ursula von der Leyen no seu discurso. “O 11 de Setembro foi o acontecimento mais marcante da viragem do século. E veio reavivar a importância das alianças e da segurança coletiva”, refere. “A Europa soube imediatamente de que lado estava. Estivemos ao lado da América. Pela primeira e única vez na sua história, a NATO invocou o Artigo 5.º. Um ataque contra um era um ataque contra todos. Permanecemos unidos na defesa dos princípios que nos unem através do Atlântico: a liberdade e a democracia.”

Relembrar o 11 de Setembro — nunca esquecer quem perdeu a vida nos ataques e nos anos que se seguiram — é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump os EUA reequacionam o seu papel da NATO e a sua ação (ou não) na defesa da Europa.

Velhas alianças evidenciam sinais de elevado desgaste e a Europa já percebeu (ou deveria) que tem de se preparar para garantir a sua soberania de defesa. O objetivo é, até 2030, essa capacidade estar garantida, com a Bruxelas a avançar com investimento — o SAFE no qual Portugal garantiu 5,8 mil milhões é apenas um dos exemplos de mecanismos financeiros implementados — para dar um boost à indústria europeia de defesa. Em abono da verdade, muito tem sido feito, mas o recente relatório do Tribunal de Contas Europeu faz um retrato do muito que ainda falta fazer para agilizar o passo do Velho Continente. Tanto que chegar a 2030 preparado é “um desafio”, alerta o TdC Europeu de forma polida.

Relembrar o 11 de Setembro — nunca esquecer quem perdeu a vida nos ataques e nos anos que se seguiram — é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump os EUA reequacionam o seu papel da NATO e a sua ação (ou não) na defesa da Europa.

Um novo sinal de que as relações entre os dois lados do Atlântico já viveram dias melhores foi a Cimeira do Espaço, que se realizou esta semana em Paris, na qual foi notória a ausência de pesos pesados do setor norte-americano, como a SpaceX de Elon Musk, que cancelaram a sua participação devido a pressão da Casa Branca. Aparentemente, o encontro internacional organizado por Macron não tinha sido alinhado com os EUA e participar era dar sinal de apoio às políticas da UE não conformes com os interesses de Washington.

Não há dúvidas de que a soberania passa igualmente por esta ‘nova-velha’ fronteira. A Europa tem de se unir também aqui, apelou Von der Leyen. “Temos de agir como uma só Europa. A Comissão, a Agência Espacial Europeia e os governos nacionais — temos de conjugar as nossas forças”, apelou. “As nossas indústrias pedem uma procura clara e previsível, que lhes dê a segurança necessária para investir e crescer. Em nenhum outro domínio isso é mais evidente do que nos transportes espaciais”, afirma.

E o mesmo disse Macron. No encontro, que reuniu mais de 100 delegações, foram feitos 51 anúncios, representando um valor total de aproximadamente 20 mil milhões de euros, incluindo cerca de 5 mil milhões de euros em contratos e investimentos. Mas a fatia de leão foram os 15,7 mil milhões de euros para o programa IRIS 2, que já tinha sido anunciado pela Comissão Europeia.

Parece muito, mas há — também aqui — uma clara desproporção entre os blocos. Os números compilados pela Pitchbook sobre o investimento de capital de risco no setor até junho dão disso conta. Globalmente, as empresas do setor já captaram 11,3 mil milhões de dólares de investimento, valor que supera os 10,1 mil milhões de dólares investidos em todo o ano passado. Os EUA absorveram mais de metade (56,1%) deste montante. A Europa? Se olharmos numa perspetiva de copo meio cheio, aumentou a sua fatia. Copo meio vazio: mal superou os 20%.

Publié à l’origine par Reseau International

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Cuelga tú – ¡no! ¡Cuelga tú! – Y al final los dos colgaron… también a Zelensky y a la Unión Europea

No fue la venta de ese diésel lo que le interesaba a Putin, pero no sabemos bien todavía qué.

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“Pero les diré que es raro tener conversaciones tan largas en las que ninguno de ellos quisiera terminar la conversación, ninguno de ellos quería colgar el teléfono si se puede decir así”

Yuri Ushakov. Asesor de la Presidencia rusa, 19 de mayo de 2025

“Fue una conversación muy intensa y amistosa. Nadie quería ser el primero en colgar”, reveló Ushakov, quien destacó el ambiente cordial del diálogo entre ambos mandatarios.

Yuri Ushakov. Asesor de la Presidencia rusa, 9 de octubre de 2026

El día 9 de octubre un desesperado Donald Trump -que no había extendido como gesto cordial y diplomático una felicitación por el cumpleaños de su homólogo ruso el 7 de octubre- llamó al Kremlin y entabló un acuerdo para nada modesto: habilitó la venta de petróleo y diésel rusos, mismo que había vetado apenas en septiembre con aranceles del 100% a quien comerciara con Moscú.

De esta forma:

…acordaron que Rusia suministrará inmediatamente más de 300.000 toneladas de combustible diésel a los mercados estadounidense y mundial. Según detalló, Moscú entregará otras 500.000 toneladas durante el mes de noviembre y un millón de toneladas adicionales inmediatamente después, así como otros tres millones de toneladas en un corto período de tiempo, dependiendo del estado de las refinerías rusas.

La noticia cayó mal en Kiev y en Europa e incluso congeló la conversación que mantenían una comitiva ucraniana con Kushner y Witkoff en Miami, terminándola un día antes de lo previsto.

La Europa desconcertada empezó a tener comunicaciones con Zelensky para mostrar de nuevo el apoyo a esta demencial apuesta por la guerra en donde Ucrania pone los muertos y los europeos endeudan a los ucranianos que quedan vivos.

Sin embargo, los vaivenes del presidente estadounidense no son nuevos y mucho menos en lo que tiene que ver con suministro energético. Una breve cronología lo confirma: 1) tras el inicio de la guerra contra Irán el 28 de febrero de este año, Trump se vio obligado el 5 de marzo a dar una licencia temporal para que India comprara petróleo a Rusia; 2) el 12 de marzo se emitió otra licencia temporal por parte del Departamento del Tesoro estadounidense por treinta días para venta de crudo ruso, que estaba sancionado; 3) el 18 de septiembre, Donald Trump firma la Lindsey O. Graham Sanctioning Russia and Iran Act of 2026, que le daba el poder de imponer aranceles de hasta 100% a los 5 mayores compradores de petróleo y gas rusos (principalmente China e India); 4) finalmente este 9 de septiembre suspendió Trump esa ley exhibida con toda la parafernalia propia del siniestro gobierno Trump, por parte del senador Richard Blumenthal,  quien dijo: “Vladimir Putin, te tenemos fichado, tu economía se tambalea” … amenazó a China e India y hoy, Trump da las gracias al presidente Putin por salvarle el trasero en vísperas de elecciones.

Y así, como un Déjà vu, Yuri Ushakov volvió a decir las mismas palabras del año anterior: ninguno de los dos quería colgar. Y bueno esta vez colgaron a Zelensky y a la Unión Europea, la pregunta es: ¿cuándo volverá a dar otro bandazo Trump? ¿Cuándo volverá a ser amigo de von der Leyen, mentor de Zelensky y enemigo de Putin?

La Unión Europea, ridículo completo

Es sabido por ellos y por varios analistas esta cruda verdad: Trump no quiere a los europeos, a penas los soporta, siempre ha querido sacar las tropas de esa zona, siempre quiso salir de la OTAN, les puso en ridículo desde las primeras reuniones, les dijo que estaban muriendo las buenas costumbres con una Europa llena de migración desordenada y grupos LGBTI+Q por todo lado, hombres en competencias de mujeres y etc. etc. El propio J.D. Vance les dijo que había una caída moral de Europa y a eso se debía su crisis.

No siendo esto poco, Úrsula von der Leyen se comprometió en nombre de la UE a comprar 750.000 millones de dólares en energía a EE.UU. (gas natural licuado, petróleo y productos nucleares) hasta 2028. Además, se comprometió a realizar inversiones adicionales por 600.000 millones de dólares en Estados Unidos. Y a cambio, Estados Unidos fijó un arancel general del 15% sobre la mayoría de productos europeos, en lugar del 30%.

Y ahora, luego de tanto ir y venir, Estados Unidos le sigue comprando petróleo a Rusia, además de uranio y otros materiales que luego revende a Europa más caro. Ya los precios de gas están reventando al ciudadano común y mientras Trump viola las sanciones occidentales que pretenden asfixiar a Rusia, Europa tiene que pagar por tratos leoninos con EE.UU., invertir en la guerra en Ucrania y exprimir al poco Estado de Bienestar que les queda y del cual ya se ven revueltas nuevamente por vivienda, educación o empleo en Francia, España, Alemania, Portugal y Bélgica.

Este nuevo pacto comercial, que va hasta abril de 2027 ridiculiza a Europa, la pone en el lugar que le corresponde: el de una civilización – collage en decadencia. Europa anhela el regreso de los halcones demócratas para retornar a una presión unánime sobre Rusia y en franca escalada bélica como la llevaba ‘sleepy’ Biden. Esto no pasará. El nuevo rumbo estadounidense es Asia Oriental.

Rusia y sus socios, actores globales

Si bien esta venta es un golpe no sólo económico sino reputacional a favor del presidente Putin y Rusia, también deja abiertos otros aspectos no menos relevantes.

Por un lado, China mira con celo cualquier acercamiento entre Rusia y USA en este baile de tres potencias globales. Los chinos son los principales socios comerciales de los rusos y muy seguramente de mantenerse la restricción al diésel ruso, chinos e indios lo comprarían. Entonces, ¿qué ganó y condicionó Vladímir Putin en la llamada con Trump? Los rusos tienen acuerdos comerciales y han aprendido a maniobrar en medio de más de treinta mil sanciones así que este trato fue un guiño a Trump ante su SOS.

Es claro que no le cae mal esto a Rusia que ahora puede poner un precio no por debajo de los costos -de haberlo tenido que vender con restricciones por sanciones- pero quien marcó el teléfono fue Trump no Putin.

Por otro lado, Irán no creo que esté cómodo con esto. Con claridad Trump quiere no sólo estar bien con los precios y abastecimiento de combustible en su país, sino estar lo suficientemente seguro de que se mantiene un flujo nada modesto de diésel en el mercado mundial para atacar a Irán sin problemas o no tantos. Por cierto, hay que ser una potencia para decir sin duda alguna: ‘cuente señor Trump con tres millones de toneladas de diésel’. Sin lastimar su consumo interno, lo hace Rusia.

Además, la ruta por el Ártico plantea una alternativa a los cierres de Ormuz y Bab el-Mandeb que derivan de las resistencias al imperio y al sionismo por parte de Irán y Yemen. Lo que implica que como de costumbre EE.UU. celebra comerciar por Alaska con Rusia.

De tal suerte que, si Irán lleva a su manera una presión mediante la diplomacia y el cierre estratégico del flujo de petróleo, fertilizantes y mercancías con lo cual busca desgastar a los estadounidenses y una salida de la guerra en sus términos, el guiño del Kremlin a Trump no le favorece. Fortalece a su enemigo, quien gana tiempo y sin desesperar puede atacarlo de mejor manera. No implica una derrota de Irán, implica un cambio en los cálculos de presión, si en abril se extiende el plazo y si Trump decide atacar antes.

Finalmente, hay un socio que los propios rusos lo señalan como valioso. Cuba. La Isla, país que apoyó a millones de personas en el mundo de diversas formas y cuando sucedió en 1986 la catástrofe de Chernóbil en la URSS hace cuarenta años, en pleno Periodo Especial, Cuba recibió a 26 mil niños de Rusia, Bielorrusia, Moldavia y Ucrania para darles tratamiento y los adoptó como hijos propios. Esa Cuba amiga incondicional y solidaria no recibe petróleo desde hace un año largo y en septiembre la Guardia Costera de EE.UU. devolvió el buque Grace con combustible.

Sobre Cuba se teje un genocidio. No le llega combustibles ni mercancías. ¿Se habrá acordado el presidente Putin de la Isla, patria del más grande antiimperialista del siglo XX en todo occidente cuando negoció con Trump salvando el trasero a su enemigo, este republicano vetusto? Si Trump permitió liberar de sanciones el combustible para todo el mundo, ¿Ese ‘todo el mundo’ incluirá a Cuba?

Potencias: sin amigos y sin engaños

Es claro que cuando el asesor presidencial, Ushakov, señala que la conversación fue amable y llego a un punto de: ‘cuelga tú, ¡no!, ¡cuelga tú!’ entre los dos mandatarios, sólo desea crear una sobrecarga de cortisol en la UE y los ucronazis y seguro logró tal efecto. Esto no significa que crean que están tratando con la esperanza de una amistad. Por el contrario, sólo un pragmatismo puro y duro tiene las tripas para llegar a estos acuerdos.

Qué pasaría si el presidente Putin le dice a Trump: no te daré un gramo de diésel. No lo sabremos, pero seguro ofende a este tarado mental y lo pone del lado de Europa y Ucrania.

Es el mismo hombre que respaldó a Marco Rubio, su secretario de Estado, cuando hace unos meses celebraba los bombardeos sobre colegios de infantes en Rusia señalando que era válida la máxima presión. Es el mismo hombre que autoriza la entrega de datos de la CIA y el Pentágono a los ucronazis para atacar las mismas refinerías que condena que Zelensky ataque.

Esto también es claro, como nota al pie. El propio neonazi Volodómir Zelensky, presidente ilegítimo de Ucrania hace dos años y asesino de su pueblo, tiene razón al criticar la acción de Trump y hasta de tildarlo de débil. “La paz nunca llega gracias a la debilidad”, señaló. Trump salió a decir que era ya necesario cambiar de presidente por alguien que deseara negociar, que Zelensky perdió más de un millón de ciudadanos y 30% del territorio.

Y lo que diga la UE al respecto tiene su parte de verdad, así como de ingenuidad, como señaló el presidente eslovaco Robert Fico. Pero nadie está seguro con lo que se pacte con Trump ni con ningún gringo. Nunca han mantenido la palabra. Quizá la excepción es Kennedy en la crisis de los misiles.

Siempre los más pequeños saldrán lastimados en los acuerdos entre potencias, pero no aprenden no leen la historia. Le pasó a Cuba en 1962 en la crisis de los misiles. Le pasó a Libia, cuando decidió no tener armas nucleares y europeos y estadounidenses acordaron robarla. Europa todavía era algo fuerte. Hay más ejemplos.

Lo clave es que en este intempestivo acuerdo hay más de enemistad que de amistad. EE.UU. no desea salvar ni ayudar a Rusia. No le interesa la paz, se limpió el trasero con el acuerdo del Anchorage, sólo vela por su bienestar, el de su élite. Por su parte Putin sabe que le desean muerto, que, durante una llamada en 2025, mientras hablaba con Trump caían drones en una de sus residencias.

La diferencia sustancial radica en que Putin juega a largo aliento, tiene calculadas las contingencias. No fue la venta de ese diésel lo que le interesaba, pero no sabemos bien todavía qué. Mientras, Trump lleva una política de mentiras apalancada en el poder de los medios y el peso de la información salida de la boca del presidente de una potencia, con la cual improvisa, salva, ataja, corrige, omite y salta a otra cosa.

Lo cierto es que por ahora -y sin saber cómo despertará mañana, pensando o deseando el frustrado candidato auto propuesto a Nobel de paz- felizmente al terminar la llamada, los presidentes, además de colgar sus teléfonos, colgaron a Zelensky y a la Unión Europea.

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Burnham to Say it’s His “Duty” to Pursue Closer EU Ties

Andy Burnham will say that failing to pursue a closer relationship with the EU would be a "dereliction of duty" in a major Commons address today, following his comments blaming Russia for interfering in the Brexit vote.

The post Burnham to Say it’s His “Duty” to Pursue Closer EU Ties appeared first on The Daily Sceptic.

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Andy Burnham says Russia interfered in Brexit referendum – video

The prime minister has said Russia interfered in the 2016 Brexit vote in an interview with The Rest Is Politics podcast as he warned voters in France and Germany about Moscow-backed efforts to influence their politics.

Burnham is the first British prime minister to say openly there is evidence of Russian interference in the referendum a decade ago, and said last month that Britain could consider rejoining the European Union in the future

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© Photograph: Reuters

© Photograph: Reuters

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L’unica piaga in Russia sono i media mainstream

Quando si torna indietro e si osserva davvero la rappresentazione storica delle «realtà russe» nei media di lingua inglese, si nota che Putin è sull’orlo della destituzione dal 2000 e da allora anche l’economia russa è sull’orlo del collasso. Tutto ciò che viene scritto sulla Russia in inglese in Occidente è una menzogna.

Segue nostro Telegram.

Parleremo dei vari aspetti della presunta “epidemia” in Russia, ma emerge una tendenza più ampia quando si esamina l’interpretazione data dai media a questo evento, che sia reale, falso o una sorta di enigma. Chiunque abbia familiarità con il mio lavoro mi avrà sentito affermare qualcosa del tipo: «Tutto ciò che sapete sulla Russia, scritto in inglese, è una menzogna», e continuo a credere in questa affermazione. Quando i politici occidentali dichiarano che «la Russia ha il potenziale economico della Spagna» o che «la Russia è la Nigeria con la neve», o fanno altre affermazioni simili, non stanno mentendo in modo diretto e consapevole.

Sulla base di tutti i dati e le informazioni di cui dispongono «laggiù» riguardo all’economia russa, questa visione era logicamente «vera». Se si analizzano i numeri basandosi sui dati occidentali, immagino che la Russia sia semplicemente un’economia enigmatica avvolta nel mistero, delle dimensioni di una nazione dell’UE di secondo piano, ma ovviamente nella realtà non è così. La Russia è terribilmente draconiana e repressiva, perché ovunque si legge che è proprio così. I calcoli secondo cui la Russia avrebbe ceduto immediatamente e il «rublo sarebbe crollato» dopo l’inizio dell’Operazione Militare Speciale non erano falsi, erano semplicemente basati su dati errati. Se si esaminano le informazioni occidentali sulla Russia, sembrerebbe davvero che l’economia del Paese poggi esclusivamente sui prezzi del petrolio, che la popolazione attenda una sola scintilla per ribellarsi al tiranno e che, nel complesso, il castello di carte sia pronto a crollare da un momento all’altro. Ma, come hanno dimostrato gli anni di guerra, non è stato così; tuttavia, le stime iniziali erano «corrette» sulla base dei dati su cui si fondavano.

Persino la famosa citazione di Lenin secondo cui «una menzogna ripetuta abbastanza spesso diventa verità» – ironia della sorte – potrebbe non essere mai stata pronunciata da lui, ma questa pseudo-affermazione getta un’ombra negativa sulla Russia, per cui l’Occidente continua a ripeterla. In Russia, poiché alcune persone sono state arrestate per attività online dall’inizio dell’Operazione Militare Speciale – tra cui l’organizzazione di atti terroristici – ciò viene considerato «negativo»; tuttavia, il fatto che nel Regno Unito vi siano 70 volte più persone dietro le sbarre per ciò che hanno espresso online non viene preso in considerazione, poiché si tratta di una situazione diversa e non è mai stata nemmeno presa in esame da un giornalista britannico. Gli arresti per dichiarazioni e azioni online si applicano solo a coloro che sono considerati «cattivi», a riprova della loro cattiveria.

Se l’esercito russo è forte, si tratta di militarismo; se l’esercito russo è debole, è prova di corruzione e inettitudine. Se vi sono processi per corruzione, ciò dimostra che il regime autoritario di Putin sta eliminando i propri nemici; se invece non vi fossero processi per corruzione, ciò costituirebbe prova della corruzione e del controllo totalitario del regime. Non esiste alcuna possibilità di vittoria per la Russia nella stampa occidentale; persino durante il presunto trattamento mediatico favorevole riservato a Eltsin nei «bei vecchi tempi», l’intero establishment si è abbandonato a un’orgia di schadenfreude per la caduta dell’URSS e per lo stato di umiliazione della Russia degli anni ’90.

Per dirla senza mezzi termini: se accade qualcosa o si dice che sia accaduto qualcosa in relazione alla Russia:

– Se i media russi lo avallano, ciò è prova che la Russia è cattiva

– Se i media russi si oppongono, ciò è prova di un insabbiamento del misfatto che dimostra che la Russia è cattiva

– In definitiva, qualsiasi azione o inazione da parte della Russia è negativa e costituisce prova della sua malvagità.

La posizione della CNN su questa questione è la classica russofobia

E, puntuale come un orologio, ecco che la CNN interviene per sostenere questa narrativa sulla peste che sembra essere fondamentalmente falsa. Parleremo di ciò che sta realmente accadendo con questa «epidemia» un po’ più avanti, ma per ora concentriamoci sull’aspetto mediatico della questione. Già nel titolo dell’articolo della CNN in questione «Liste di controllo, mascherine e mistero: cosa sappiamo sull’allarme peste in Russia» si nota chiaramente come la propaganda stia prendendo piede.

«Le autorità russe hanno cercato di placare le preoccupazioni globali in merito alla morte di una giovane donna che lavorava in un laboratorio siberiano specializzato nella lotta alla peste. Tuttavia, le misure adottate per isolare i suoi contatti e introdurre nuove misure di controllo della malattia negli ospedali locali hanno suscitato preoccupazioni tra le persone che temono di non essere informate su tutta la verità.»

Per quanto riguarda il paragrafo precedente, come potete vedere, la parte russa è vista in modo negativo perché presenta una versione dei fatti diversa e ha l’audacia di condividerla con il mondo. Tuttavia, se i media russi avessero taciuto su questa vicenda, ciò sarebbe stato ugualmente negativo, in quanto avrebbe costituito una prova di colpevolezza per omissione. Il fatto che le autorità russe stiano adottando alcune misure per cercare di fermare un’epidemia è negativo perché tali misure generano paura o qualcosa del genere, ma quantomeno ciò è sufficiente per giustificare una condanna. Tuttavia, se il governo adottasse misure estreme, queste sarebbero «draconiane», mentre se non adottasse alcuna misura, ciò sarebbe «terribilmente irresponsabile». Pertanto, adottare misure di livello medio «induce paura» o qualcosa del genere e, naturalmente, ciò è negativo e assolutamente inaccettabile.

«Ulyana Gavryunina, una blogger ventinovenne di Angarsk, città della regione di Irkutsk, ha dichiarato alla CNN di aver dovuto cambiare ospedale ostetrico alla quarantesima settimana di gravidanza, poiché le restrizioni di quarantena appena imposte impedivano a suo marito di stare con lei durante il travaglio.»

Pertanto, poiché l’amministrazione locale dispone di strutture limitate, purtroppo questa donna ha dovuto partorire in condizioni tutt’altro che ideali. È una situazione spiacevole per lei e sono certo che sia stata piuttosto frustrante, ma ancora una volta la CNN sostiene che l’intervento delle autorità russe sia negativo perché ha avuto ripercussioni negative sulle persone; tuttavia, se non avessero fatto nulla, sarebbe stato altrettanto grave. Se le persone non fossero state messe in quarantena in quella struttura, ciò sarebbe stato «pericoloso e irresponsabile» o qualcosa del genere.

«Mercoledì l’autorità sanitaria russa ha affermato che non sussiste alcun rischio epidemico a seguito della morte della donna e che sta riducendo gradualmente l’intervento. Rospotrebnadzor ha dichiarato che il monitoraggio medico è stato completato per “oltre il 90%” dei contatti della ricercatrice deceduta e che non sono stati rilevati agenti patogeni “pericolosi”. Tuttavia, permangono alcune domande senza risposta».

L’espressione «ma rimangono domande senza risposta» è stata utilizzata in questo contesto per negare l’opinione del governo russo. Se questo paragrafo si fosse concluso senza queste parole, avrebbe fatto apparire pienamente legittime le opinioni delle autorità locali. Quando «rimangono domande», si allude a una cospirazione, al fatto che la versione ufficiale non corrisponda alla realtà. Ancora una volta, indipendentemente da ciò che le autorità russe avrebbero dichiarato pubblicamente, la reazione sarebbe stata negativa perché la CNN le considera nemiche. Il nemico non può fare nulla di giusto. E le azioni della Russia sono quelle di un nemico e, pertanto, sono universalmente negative agli occhi di qualsiasi giornalista che si rispetti.

“Secondo il proprio sito web, l’Istituto Antipeste impiega circa 95 ricercatori ed è un’importante struttura sanitaria pubblica responsabile del monitoraggio e della prevenzione dei focolai di infezioni batteriche e virali ad alto rischio in tutta la Siberia e nell’Estremo Oriente russo.

L’istituto è stato fondato nel 1934 per combattere la peste e continua a studiare la malattia poiché la Yersinia pestis, il batterio che causa la peste, circola ancora naturalmente nella fauna selvatica in alcune zone della Siberia e nelle regioni limitrofe».

Sorprendentemente, la CNN non ha definito la struttura di ricerca in cui lavorava la signora Shipilova come un «laboratorio biologico» né ha utilizzato altri termini infamanti. In realtà, si è limitata a «crederle sulla parola» e a riportare semplicemente le informazioni presenti sul sito web. Ciò è risultato veritiero e piacevole da leggere.

Cosa è realmente accaduto, quindi?

Passiamo ora ad analizzare la situazione reale relativa a una potenziale epidemia di peste e alla misteriosa morte della ricercatrice che stava lavorando per combatterla. Esiste un video realizzato da una donna americana anonima residente a Irkutsk (nome del canale: American in the Motherland) sull’intera vicenda che, in meno di 15 minuti, analizza l’intera storia con fonti, fatti e filmati provenienti direttamente dalla regione. Per brevità, condividerò i punti salienti delle sue argomentazioni. Come potete vedere, ancora una volta una sola giornalista cittadina smonta punto per punto la versione dei media mainstream. L’immagine qui sotto è tratta dal video e mostra la «genialità» della stampa internazionale e le sue reazioni affrettate su questo tema.

I punti chiave del video erano:

  • Non vi sono lockdown di massa a Irkutsk né in nessun’altra parte della Russia; le uniche persone sottoposte a quarantena hanno avuto contatto diretto con la donna deceduta (Daria Shipilova) e il loro numero è inferiore a 200.
  • La Shipilova non lavorava in un laboratorio biologico militare, bensì in un istituto di ricerca sulle epidemie e sulle malattie, progettato per combattere le patologie. La sua ubicazione e la sua attività non erano né segrete né di natura militare.

La signora Shipilova è stata ricoverata in un ospedale fuori da Irkutsk perché in quella sede era presente una struttura progettata per gestire questo tipo di focolai epidemici dell’era Covid, e non nell’ambito di una qualche cospirazione.

Non si è verificato nessun altro decesso per la stessa causa di quello della signora Shipilova.

La causa della morte di Daria Shipilova è stata una «polmonite di origine sconosciuta».

La storia della «provetta rotta» è un mito, poiché è stata inventata da un blogger russo. Quando si lavora con malattie gravi, non si va in giro in un ambiente simile a un ufficio con provette fragili. La Russia non opera secondo la stessa metodologia della Umbrella Corporation, agitando a casaccio fiale fragili contenenti agenti patogeni.

La parte russa non ha trovato alcuna prova di un incidente presso la struttura di ricerca.

La ricercatrice non si era recata in Buriazia prima della sua morte. Pertanto, non ha contratto la malattia da marmotte locali o da altri tipi di roditori.

Al momento della stesura di questo articolo o della realizzazione del video collegato sopra, non si sono verificati altri casi simili a quello che ha causato la morte della signora Shipilova.

La peste è curabile, poiché è causata da un batterio che continua a esistere in tutto il mondo. Ogni anno, negli Stati Uniti e in altri paesi, una manciata di persone la contrae ancora. Gli antibiotici rappresentano una contromisura efficace contro questa malattia; pertanto, ciò non sembra costituire motivo di panico internazionale.

Perché la peste si diffuse nella Russia medievale?

Un aspetto importante da sottolineare a questo proposito è che, storicamente, sebbene la peste bubbonica abbia mietuto vittime anche al di fuori dell’Europa occidentale, ha avuto effetti devastanti solo all’interno di quest’ultima. I russi continuano ancora oggi ad andare fieri di possedere un elevato livello di igiene culturale che risale al Medioevo. I russi del Medioevo e altri popoli al di fuori dell’Occidente sembravano aver «capito da soli» la necessità di lavarsi regolarmente e di lavarsi le mani. Si ritiene che questa cultura igienica sia la ragione per cui la Russia, nel XIX secolo, vantasse una popolazione così numerosa rispetto alle nazioni circostanti. Molti in Russia ritengono che, se non fosse stato per errori madornali quali la Prima guerra mondiale, la Rivoluzione, la Seconda guerra mondiale e gli anni ’90, la popolazione attuale sarebbe molto più vicina a quella della Cina o dell’India.

Pertanto, da un punto di vista culturale russo, ciò appare chiaramente come un’altra campagna di proiezione: un terzo della popolazione inglese morì a causa della peste, mentre in Russia ne morirono solo pochi. Di conseguenza, la peste nera non ebbe in realtà alcun impatto culturale sulla Russia e, a giudicare dagli scritti del XIX secolo, la tubercolosi sembra essere stata un problema molto più persistente e fastidioso per questa società, che ancora oggi riveste una certa rilevanza. In tutta la Russia esistono strutture antitubercolari e non è possibile immigrare nel Paese se si presentano sintomi della malattia. L’intera questione del «vivere con i parassiti» non era una realtà quotidiana per i russi né nel Medioevo né in epoca moderna; tale primato spetta all’Occidente liberale e illuminato.

I media sono il vero problema.Abbiamo esaminato solo un particolare articolo su questo tema, ma vi sono numerose riflessioni assurde da parte della stampa occidentale che seguono la formula «maledetti i russi se lo fanno, maledetti se non lo fanno». Titoli come questo del Daily Mail ne sono l’esempio perfetto:

«Trump offre a Putin un’ancora di salvezza mentre la Russia si affanna a contenere una mortale epidemia trasmessa per via aerea dopo la morte di un ricercatore di laboratorio».

Ancora una volta, se «Putin» non facesse nulla sarebbe cattivo, ma sta facendo qualcosa, quindi si sta «affannando» in preda al panico, il che è altrettanto negativo. Il fatto che Trump gli offra un «ancora di salvezza» implica che Putin non abbia altra scelta se non quella di accettare questo aiuto, qualunque esso sia, altrimenti sarebbe cattivo. Ma indovinate un po’? Se accetta l’ancora di salvezza, ciò significa sicuramente che è debole o qualcosa del genere, il che significa che è cattivo.

Quando si torna indietro e si osserva davvero la rappresentazione storica delle «realtà russe» nei media di lingua inglese, si nota ovunque questa manipolazione narrativa isterica e nietzschiana da «untermensch». Putin è sull’orlo della destituzione dal 2000 e da allora anche l’economia russa è sull’orlo del collasso. Tutto ciò che viene scritto sulla Russia in inglese in Occidente è una menzogna.

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Burnham says ‘public will be the boss’ in any future decision about closer relationship with the EU – as it happened

The prime minister tells MPs the next summit with the EU will be held on 20 November

Burnham to urge MPs to embrace closer ties with EU

Zia Yusuf, Reform UK’s home affairs spokesperson, is speaking now. He started his speech with an account of a 73-year-old woman dying in North Wales after having to wait 23 hours for an ambulance, and he sought to link this to immigration.

He said:

The Royal College of Emergency Medicine estimates that 15,000 people across Britain died last year due to excess wait times for emergency treatment. That’s 300 people a week, 300 lives destroyed, 300 families devastated.

And that number has increased tenfold over the last decade. This is a moral outrage, and it is a direct result of decisions made by Tory and Labour governments.

I don’t think that’s because he wants to have a fight over the European Union. I think that’s because he knows what we’re talking about today impacts hard in what is known as the red wall.

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© Photograph: House of Commons/UK Parliament/PA

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Britain Confirms Russian Interference in Brexit Referendum After Ten Years

Prime Minister Andy Burnham has acknowledged that Russia interfered in Britain’s 2016 referendum on European Union membership, ending a decade in which successive governments avoided making a definitive public assessment of Moscow’s involvement.

British Prime Minister Andy Burnham has confirmed that Russia interfered in the 2016 Brexit referendum, marking a significant change in the government’s position on foreign involvement in one of the country’s most consequential political decisions. The acknowledgement comes more than ten years after Britain voted to leave the European Union and six years after a parliamentary intelligence investigation criticised the failure to examine Russian activities surrounding the vote.

Speaking on The Rest Is Politics podcast, Burnham said he had requested an assessment of Russian interference after becoming prime minister in July. He subsequently received confirmation that Moscow had attempted to influence the referendum, although he declined to disclose the intelligence underpinning that conclusion or explain the methods employed.

The statement establishes an important distinction between Russian interference and the referendum’s outcome. The former is now publicly acknowledged by the British government; the latter remains a separate question. No evidence has been presented demonstrating that Russian activities determined the result, which saw 51.9 per cent vote to leave the EU.

The investigation that never took place

The controversy dates back to the Intelligence and Security Committee’s 2020 report on Russia, which identified serious weaknesses in Britain’s response to hostile foreign influence.

The committee examined Russian activities targeting British political institutions, including attempts to exploit social divisions through state-controlled information channels and online networks. It found that the British government had failed to conduct a comprehensive assessment of potential Russian interference in the Brexit referendum.

That failure was particularly striking when compared with the United States, where intelligence agencies investigated Russian interference in the 2016 presidential election and published conclusions identifying a coordinated campaign.

In Britain, by contrast, responsibility for examining foreign interference had been divided between departments and intelligence agencies. The parliamentary committee found that no organisation had assumed responsibility for assessing the threat to the referendum comprehensively.

The distinction was politically convenient for successive governments. Without a formal investigation, ministers could maintain that there was insufficient evidence to establish interference while avoiding the question of whether the evidence had ever been properly examined.

Burnham’s acknowledgement changes that position, although it does not resolve every question raised by the original inquiry.

What Russia sought to achieve

Russian information operations have repeatedly targeted political divisions within European societies, particularly disagreements over immigration, national sovereignty, NATO and relations with Brussels.

Research into online activity surrounding the Brexit campaign identified networks of accounts associated with Russian influence operations that circulated divisive political messages. Establishing their precise reach, coordination and effect on individual voters remains considerably more difficult.

Moscow had an identifiable strategic interest in weakening European political cohesion. Britain’s departure from the EU removed one of the bloc’s largest economies, a permanent member of the UN Security Council and an important supporter of sanctions against Russia.

That geopolitical consequence does not establish that Brexit was engineered by Moscow. Britain’s referendum reflected longstanding domestic political divisions, disagreements over European integration and dissatisfaction with successive governments.

Russian interference, however, need not create political divisions to exploit them. Amplifying existing disputes, discrediting institutions and encouraging distrust between political opponents can serve strategic objectives without requiring direct control over a campaign.

Consequences for relations with Europe

The timing of Burnham’s intervention is significant. His government has begun reconsidering Britain’s relationship with the EU, while European governments are confronting increasingly aggressive Russian hybrid operations.

Burnham has also suggested that Britain should be prepared to reconsider EU membership in the future, although such a decision would require a separate political mandate and negotiations with the bloc’s 27 members.

The prime minister’s comments place Russian interference within a broader European security debate. France and Germany are among the countries confronting allegations of foreign information operations, covert political influence and attempts to undermine electoral confidence.

The European Council’s forthcoming October summit will include discussions of Russian-linked hybrid attacks, demonstrating that the problem extends beyond conventional espionage and cyber-security.

For Britain, the outstanding question concerns the intelligence assessment itself. Burnham has not indicated whether further evidence will be published, whether Parliament will receive a classified briefing or whether the government intends to examine failures by previous administrations.

A public acknowledgement without supporting details may establish the government’s position, but it cannot by itself provide a complete historical account.

Ten years after the referendum, Britain is therefore confronting two separate matters: the extent of Russia’s activities during the campaign and the reasons its own institutions took so long to acknowledge them.

The first concerns foreign interference. The second concerns the accountability of the British state.

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