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Cotação do Brent para entrega em dezembro cai 0,69% para 108,79 dólares

A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em dezembro terminou, esta terça-feira, no mercado de futuros de Londres em baixa de 0,69%, para 108,79 dólares, perante informações sobre uma possível aproximação diplomática entre o Irão e EUA.

O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 76 cêntimos abaixo dos 109,55 dólares cm que encerrou as transações na segunda-feira.

O Brent subiu no início da sessão, depois de a Guarda Revolucionária anunciar o derrube de um drone dos EUA que sobrevoava o Estreito de Ormuz.

Depois, os preços baixaram quando o meio The New Arab informou que o Qatar e o Paquistão apresentaram uma proposta de mediação para eliminar as diferenças entre Washington e Teerão, que foi aprovada pelas duas partes.

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Wall Street encerra mista apenas com Nasdaq em queda

A bolsa de Nova Iorque encerrou sessão, desta terça-feira, mista apenas com Nasdaq em queda, com os resultados corporativos e a descida dos preços do petróleo a compensarem os receios dos investidores em torno do setor da inteligência artificial.

Assim, o Dow Jones somou 1,02% para 52.497,42 pontos, o S&P 500 ganhou 0,29% para 7.712,76 pontos, e o tecnológico Nasdaq cedeu 0,02% para 26.424,82 pontos.

No plano empresarial, a General Motors recuou 6,83% devido a uma revisão das suas perspetivas anuais que não convenceu o mercado, apesar de ter apresentado uma receita trimestral acima do esperado de 50 mil milhões de dólares. Pelo contrário, a 3M disparou 5,78% após superar as estimativas financeiras com receitas ajustadas de 6,6 mil milhões de dólares. O dia ficou também marcado pelo anúncio de aquisição da plataforma de marketing Braze por parte da Salesforce; o negócio fez as ações da Braze dispararem 51,7%, enquanto a Salesforce fechou praticamente estável com uma variação negativa de 0,01%.

No setor dos semicondutores, o sentimento foi maioritariamente negativo, com perdas na Micron (-0,98%), AMD (-0,62%), SanDisk (-0,42%), Intel (-0,37%) e Nvidia (-0,29%), contrastando com as subidas da Seagate (+2,17%) e da CoreWeave (+1,65%).

Por fim, a sessão refletiu a forte expectativa face à época de resultados: a Netflix e a SpaceX recuaram 1,66% e 0,11% respetivamente, antes de revelarem os seus números trimestrais, enquanto a Meta desceu 1,59% e a Tesla avançou 1,54% na véspera de apresentarem as suas contas ao mercado.

Depois do mercado fechar empresa de Elon Musk registou resultados acima do esperado na segunda apresentação pública de contas após a entrada em bolsa. Todos os segmentos ficaram acima das previsões, com destaque para a IA e a conectividade.

A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em dezembro terminou esta terça-feira no mercado de futuros de Londres em baixa de 0,69%, para 108,79 dólares, perante informações sobre um possível avanço nas negociações de paz entre os EUA e o Irão.

 

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Jefferies eleva preço-alvo do BCP para 1,30 euros e mantém recomendação de compra

O Jefferies manteve a recomendação de “comprar” (‘Buy’) para o Banco Comercial Português (BCP) e aumentou o preço-alvo da ação em 5%, de 1,24 para 1,30 euros, num research em antecipação dos resultados do terceiro trimestre, previstos para 28 de outubro. Com as ações do banco a cotar perto de 1,11 euros, a nova meta implica uma valorização potencial de cerca de 18%.

Na nota, os analistas projetam um lucro de 293 milhões de euros no terceiro trimestre, 2% abaixo do consenso de mercado, de 301 milhões de euros. Ainda assim, o Jefferies considera que o foco dos investidores estará na evolução da margem de juros, sobretudo em Portugal, onde antecipa desempenho acima das estimativas no trimestre e maior potencial de subida nos anos seguintes.

A casa de investimento prevê que a margem financeira do BCP em Portugal cresça 14% em 2026, 12% em 2027 e 8% em 2028, em termos homólogos, num cenário que assume uma taxa de depósito do Banco Central Europeu de 2,75% no final de 2026. Estas projeções colocam o banco de investimento norte americano em 1%, 3% e 5% acima do consenso para a margem em Portugal em cada um desses anos e 1%, 2% e 3% acima ao nível do grupo (nas contas consolidadas).

Quanto ao capital, o banco de investimento estima um rácio CET1 de 14,8% no terceiro trimestre, uma descida de 30 pontos-base face ao trimestre anterior, excluindo eventuais benefícios de operações de transferência de risco significativo (SRT), ou seja, titularização de crédito.

A Transferência Significativa de Risco (Significant Risk Transfer ou SRT) é um conceito regulatório bancário estabelecido nos acordos de Basileia III (e refletido na União Europeia através do Regulamento de Requisitos de Capital – CRR) que permite a um banco reduzir os seus requisitos de capital regulatório ao transferir uma parte substancial do risco de crédito de uma carteira de ativos para investidores terceiros, sem a necessidade de vender os empréstimos originais ou retirar os ativos do seu balanço.

O Jefferies estima cerca de 40 pontos-base de alívio de capital com esta atividade no quarto trimestre, o que permitiria uma recuperação de 30 pontos-base até ao final do ano.

No terceiro trimestre, antecipa ainda um impacto de cerca de 10 pontos-base associado ao mark-to-market da carteira ALCO.

O Jefferies vê ainda espaço para o BCP atualizar as metas estratégicas para 2028, apresentadas no quarto trimestre de 2024. Os analistas esperam lucros acumulados entre 2025 e 2028 20% acima da orientação da empresa e um retorno sobre capital próprio de cerca de 19% em 2028, face a uma meta superior a 13,5%, apoiado numa melhor margem financeira, maior eficiência e menor custo do risco.

Segundo a análise, a recente correção das ações do BCP — cerca de 10% nas últimas três semanas, em linha com a desvalorização do setor bancário europeu — constitui uma oportunidade de compra.

O Jefferies destaca que o banco negocia a 9,6 vezes o lucro estimado para 2028 e a 1,8 vezes o valor contabilístico ajustado, com um prémio de 10% face ao setor que considera justificado pelo crescimento mais forte dos lucros, pela maior rentabilidade e pela exposição a Portugal, um dos mercados com menor custo de capital próprio na Europa.

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Portugal atrasa-se nas regras do crédito ao consumo. Perda de investimento entre os receios

A nova diretiva europeia sobre crédito ao consumo introduzirá mudanças profundas para proteger os consumidores e equilibrar o mercado financeiro. No entanto, Portugal está muito atrasado na sua transposição, criando incerteza jurídica e desvantagens competitivas para as instituições nacionais. A entrada em vigor no próximo mês está fora de questão.

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Euro sobe face ao dólar para 1,1231 dólares

O euro subiu, esta terça-feira, face ao dólar, numa sessão marcada pela instabilidade política em França e pela subida dos preços do petróleo, num contexto de tensões entre os Estados Unidos e o Irão.

Às 18:01 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1231 dólares, quando na segunda-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1208 dólares.

Em contrapartida, o euro recuou face à libra e ao iene.

Na Europa, os investidores mantiveram-se atentos à instabilidade política em França, que fez subir o prémio de risco do país para perto dos 155 pontos base, níveis que não eram atingidos há mais de uma década.

Os mercados foram também influenciados pela subida dos preços do petróleo, com o barril de Brent, referência para a Europa, a avançar 1%, para 110,65 dólares, depois de ter chegado a ultrapassar os 111 dólares.

Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, subia cerca de 6%, tendo-se aproximado dos 110 dólares, o valor mais elevado desde o início do mês.

As dificuldades logísticas em passagens estratégicas para os navios de carga estavam a impulsionar os preços do petróleo.

O chefe do Exército paquistanês, o marechal de campo Asim Munir, chegou hoje a Teerão, numa tentativa de relançar as negociações de paz entre o Irão e os Estados Unidos, atualmente num impasse e nas quais Islamabade desempenha o papel de mediador.

A visita ocorre depois de o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, ter afirmado hoje que a resposta de Washington ao plano de sete pontos apresentado pelo Irão para pôr fim ao conflito foi “insuficiente e incompleta”.

O porta-voz reiterou a disponibilidade de Teerão para prosseguir a via diplomática, mas insistiu que os Estados Unidos devem cumprir as sete exigências iranianas previstas no plano para reabrir o estreito de Ormuz e pôr fim ao conflito.

O Irão e os Estados Unidos mantêm o braço de ferro pelo controlo do estreito de Ormuz, onde as forças iranianas continuam a atacar navios que tentam atravessá-lo, enquanto Washington procura manter aberta esta rota estratégica para a navegação de petroleiros.

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Ativo do dia. Brent ‘espreita’ os 112 dólares e renova máximos de cinco meses


O ativo

Contratos de futuros do Brent. A referência do petróleo para o mercado europeu escalou até aos 111,99 dólares por barril na sessão desta terça-feira, registando assim o valor mais elevado desde 18 de maio. O marco foi registado às 12h37, hora de Lisboa, que se traduziu numa subida de 2,2% do barril de petróleo. O West Texas Intermediate, referência norte-americana, tocou nos 110 dólares, o nível mais alto desde abril para um contrato de entrega próxima.

Atualmente, o Brent está a corrigir cerca de 1% para 108,6 dólares num contexto de guerra no Irão, de ataques a navios no Golfo e de limitações à passagem pelo estreito de Ormuz, numa altura em que o Irão intensificou os ataques a petroleiros.

Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.

O marco

A sessão desta terça-feira tem sido particularmente volátil, com o Brent a negociar entre 105,95 dólares e 111,99 dólares, após ter começado o dia a negociar nos 109,15 dólares. Ao início da tarde, os contratos de Brent para a entrega mais próxima atingiram o valor mais alto desde 18 de maio.

Os preços do petróleo continuam bem sustentados. Isto sugere que o mercado está a incorporar um prémio de risco significativo, dada a volatilidade da situação.

Warren Patterson e Ewa Manthey

Analistas do ING

A causa

Os houthis, aliados do Irão no Iémen, anunciaram na segunda-feira ataques a alvos sauditas, entre os quais uma instalação da Aramco em Yanbu e o campo petrolífero de Shaybah, apesar de as autoridades sauditas não terem confirmado o ataque. A Kpler, uma plataforma global de dados e análise em tempo real focada na inteligência de comércio físico, fluxos de mercadorias e rastreamento marítimo, contabiliza pelo menos 18 navios atacados em duas semanas.

Os analistas do ING indicam que o mercado inclui um prémio de risco significativo no preço. A suspensão de sanções à Rússia, decretada por Donald Trump, não travou a subida da cotação do petróleo nos mercados internacionais, porque os investidores deram mais peso ao risco para as infraestruturas do Golfo.

O que esperar a seguir

O mercado vai acompanhar a decisão final de Washington sobre as sanções à Rússia, que Trump ainda não anunciou, e a evolução dos ataques no Golfo. O ING aponta que o prémio de risco só diminui se os fluxos de crude se mantiverem sem interrupções, o que ainda não se verificou.

A Agência Internacional de Energia (AIE) está pronta para coordenar novas libertações de reservas de emergência e quer acelerar a entrega de mais de 20 milhões de barris de gasóleo. Fatih Birol, diretor executivo da AIE, afirmou não ver “nenhum caminho credível” para a normalização em 2027.

A frase

“Os preços do petróleo continuam bem sustentados. Isto sugere que o mercado está a incorporar um prémio de risco significativo, dada a volatilidade da situação.”, afirmam Warren Patterson e Ewa Manthey, analistas do ING.

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Wall Street arranca mista apenas com Dow Jones em terreno positivo

A bolsa de Nova Iorque abriu sessão, desta terça-feira, mista apenas com o Dow Jones em terreno positivo.

Assim, o Dow Jones somou 0,17% para 52.053,39 pontos, o S&P 500 perdeu 0,08% para 7.684,61 pontos e o tecnológico Nasdaq cedeu 0,50% para 26.297,91 pontos.

Segundo o analista de mercados do Millenium Ramiro Loureiro “Wall Street regressa às quedas, após uma sessão de recuperação, que pode ter sido ajudada por restrições de short-selling a alguns títulos que tinham vivido fortes quedas na passada sexta-feira”.

“Certo é que a recuperação ligada à inteligência artificial perdeu força, após a estreia desastrosa de uma empresa sul-coreana de data centers, a Elice, reacendendo preocupações sobre a sustentabilidade do boom de gastos em torno da IA. A volatilidade dos preços do petróleo também gera desconforto. Isto enquanto os investidores aguardam por contas de gigantes Netflix e Space X já hoje e Tesla e Meta amanhã”, sublinhou o especialista.

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La mejor cama para perros de AliExpress: con cubierta lavable por sólo 10,59 €

cama para mascotas de AliExpress

A un pestañeo de que llegue el frío es cuando nos preocupamos porque nuestro perro duerma calentito y bien acurrucado en la recta final del año. El gigante asiático lo ha vuelto a hacer y es que, esta cama para mascotas de AliExpress con forma 3D está pensada precisamente para eso: aportar un rincón blando, cálido y seguro para tu peludo. Una cama que ya han elegido más de 3.000 personas y que la puedes encontrar desde 10,59 €. Un top ventas con stock bajo, ¡date prisa!

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¿Abre Mercadona en el puente de Todos los Santos? Horarios y festivos de supermercados por comunidades

Horarios de los supermercados por el puente de Todos los Santos según la comunidad autónoma

El calendario laboral de noviembre nos trae el segundo gran descanso del otoño con el Día de Todos los Santos. En 2026, la festividad del 1 de noviembre cae en domingo, una coincidencia que ha llevado a varias comunidades autónomas a trasladar la fiesta oficial al lunes 2 de noviembre. Esta diferencia en el calendario autonómico afecta directamente al horario comercial de los principales supermercados.

La duda que surge entre algunos clientes es evidente: ¿Mercadona abre el domingo 1 o el lunes 2 de noviembre? Así es cómo operará la cadena presidida por Juan Roig durante el puente y qué alternativas estarán disponibles en cada región.

Horario de Mercadona durante el puente de Todos los Santos

Las aperturas y cierres de Mercadona este puente varían en función del territorio donde residas:

  • Sábado 31 de octubre. Funciona con total normalidad en todo el país en su horario de 9:00 a 21:30 horas.
  • Domingo 1 de noviembre (Todos los Santos). Cerrado en toda España. Al coincidir en domingo, la compañía mantiene de forma estricta su política de descanso dominical en la totalidad de sus tiendas.

El caso del lunes 2 de noviembre

A diferencia de otros festivos de ámbito nacional, la jornada del lunes 2 de noviembre presentará un panorama desigual en la red de supermercados. Dado que el traslado del festivo a la jornada del lunes no es unánime en todo el territorio nacional, el funcionamiento de la cadena dependerá exclusivamente del calendario laboral fijado por cada gobierno autonómico.

Por un lado, Mercadona mantendrá las persianas bajadas durante todo el lunes en aquellas comunidades que han decidido trasladar el festivo oficial a esa jornada. Esto afectará a los establecimientos situados en Andalucía, Aragón, Asturias, Canarias, Castilla-La Mancha, Castilla y León, Extremadura, la Comunidad de Madrid y Navarra. En todas estas regiones, las tiendas físicas permanecerán así cerradas durante todo el día y tampoco se prestará servicio de compra online ni de reparto a domicilio.

Por el contrario, en las autonomías donde el lunes 2 de noviembre se considera un día laborable ordinario, las tiendas operarán en su régimen habitual. Es el caso de Cataluña, la Comunidad Valenciana, Galicia, las Islas Baleares, Cantabria, la Región de Murcia, el País Vasco, La Rioja, Ceuta y Melilla. En todos estos territorios, los supermercados de la marca abrirán sus puertas con normalidad desde las 9:00 hasta las 21:30 horas.

Cómo confirmar si tu Mercadona está abierto

Para salir de dudas con un establecimiento concreto, la mejor opción es consultar el buscador de supermercados de Mercadona en su página web introduciendo tu código postal. Aunque en grandes capitales como Madrid, Barcelona, Valencia, Sevilla o Bilbao la norma general es el cierre en festivos oficiales, en dicha web se pueden confirmar posibles excepciones locales y los horarios de cada centro antes de desplazarte.

Qué supermercados sí abren en el puente: horarios del 2 de noviembre

Frente a la política de cierre de Mercadona en festivos, otras grandes marcas recurren a horarios reducidos o aprovechan las normativas de libertad comercial autonómicas.

Carrefour

Las tiendas de menor tamaño, como Carrefour Express y buena parte de las superficies Carrefour Market, suelen mantener la atención al público tanto el domingo como el lunes festivo. En el caso de sus grandes hipermercados, la apertura depende de la zona, como en la Comunidad de Madrid y áreas con gran afluencia turística, donde atenderán en horario festivo especial.

ALDI y Lidl

ALDI acostumbra a fijar aperturas especiales en áreas urbanas, prestando servicio en franjas que suelen ir de 10:00 a 21:00 o 22:00 horas. Lidl, por su parte, contempla aperturas matinales, generalmente de 9:00 a 15:00 horas, en tiendas seleccionadas en zonas de costa o de alta densidad turística.

Ahorramás, DIA, Consum y El Corte Inglés

Ahorramás abrirá en turno de mañana (de 9:00 a 15:00 horas) bastantes establecimientos de la zona centro de la península. DIA mantiene abiertas por las mañanas sus franquicias locales y de menos tamaño, como Dia Go. La red de tiendas Consum y supermercados Charter suele ofrecer servicio matinal de 9:00 a 14:30 horas en festivos y domingos autorizados.

El Corte Inglés e Hipercor cierran sus grandes centros excepto en zonas autorizadas como Madrid, pero sus tiendas Supercor y Supercor Express funcionarán con normalidad.

Tiendas de conveniencia y gasolineras

Si necesitas realizar una compra de última hora, las tiendas ubicadas en estaciones de servicio (Repsol/Carrefour Express, Cepsa/Carrefour Flash), la cadena Supercor Express y los pequeños comercios de alimentación de barrio mantendrán su actividad durante todo el puente.

Dado que la regulación comercial varía considerablemente entre municipios, resulta imprescindible verificar la ficha de la tienda concreta en la web o app oficial de la cadena antes de desplazarse.

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Investimento verde na indústria nacional cresce 71% em 2025


Portugal responde por 2% do investimento verde reportado pelas grandes empresas da União Europeia (UE) em 2025, mas surge em quinto lugar quando esse investimento é comparado com o PIB, acima da média europeia de 1,7%.

O resultado consta do relatório “Monitoring Capital Flows to Sustainable Investments”, que é divulgado esta terça-feira pela Plataforma da UE para as Finanças Sustentáveis, um grupo independente de peritos que aconselha a Comissão Europeia sobre estas regras.

O estudo mede o investimento em equipamentos, redes e outros ativos duradouros (o chamado CapEx) que cumpre a taxonomia europeia, a lista de atividades consideradas sustentáveis do ponto de vista ambiental. Em 2025, esse investimento somou 313 mil milhões de euros na UE, reportado por atividade por 553 entidades, revelam os autores.

No conjunto dos países da União Europeia, as grandes empresas investiram 512 mil milhões de euros em projetos verdes e de transição em 2025, o equivalente a 21% do investimento empresarial total.

Quase um terço do total vem da Alemanha (31%), seguida de França (18%), Itália (12%) e Espanha (9%). Os Países Baixos (7%) e a Dinamarca (4%) completam um grupo de seis países que concentra 81% do investimento. Portugal pesa 2%, tal como a Áustria e a Polónia, o que corresponde a cerca de 6 mil milhões de euros.

Em percentagem do PIB, o investimento verde alinhado com a taxonomia ficou em 1,7%, em média, na UE. A Dinamarca e a Chéquia estão acima de todos, e vários países ficaram em 0,5% ou menos. Portugal surge depois da Dinamarca, da Chéquia, da Alemanha e da Letónia, e à frente de França, Países Baixos e Itália.

Total EU taxonomy-aligned CapEx in 2025

“Esta repartição por países reflete a domiciliação das entidades que reportam e não a localização física efetiva do investimento, que está fora do âmbito desta análise”, destacam os autores do relatório, acrescentando ainda que os totais nacionais “podem ser influenciados por um pequeno número de grandes empresas de serviços públicos, fabricantes ou operadores de transportes”. Na prática, o investimento é contado no país onde as empresas têm sede, mesmo que o dinheiro seja aplicado noutro.

Na indústria transformadora, o investimento alinhado da UE subiu 4%, para 81 mil milhões de euros, o que representa mais 2,8 mil milhões do que em 2024. Portugal investiu cerca de 400 milhões de euros em 2025, mais 71% do que em 2024, o que equivale a um aumento de perto de 170 milhões.

A Alemanha, por exemplo, investiu 49,6 mil milhões no ano passado (mais 15% face a 2024) e a Grécia aplicou 600 milhões, multiplicando o investimento por quase 3 vezes entre 2024 e 2025. Na direção oposta surge Espanha, que recuou 43%, os Países Baixos (-44%) e a Polónia (-43%). O relatório atribui parte destas quedas a mudanças na forma como uma grande empresa reporta, e não a uma redução real da atividade.

Numa altura em que a Europa tem de reforçar a sua competitividade e resiliência, precisamos de ligar de forma mais eficaz a poupança europeia ao investimento produtivo em todo o Mercado Único.

Carlos Eduardo Martins

Co-autor do relatório 'Monitoring Capital Flows to Sustainable Investments'

O relatório destaca ainda que o investimento alinhado concentra-se em poucos setores: eletricidade (46%), indústria transformadora (25%) e serviços de transporte (18%). Os edifícios, onde se incluem as casas, ficam-se pelos 5%.

“A base de evidência atual provém sobretudo de grandes empresas e, por isso, oferece uma visibilidade limitada sobre as empresas de média capitalização, as PME e outras entidades que não reportam”, salientam o autores do relatório, denotando com isso as limitações da análise. Referem ainda que os números “não indicam quanto flui para investimentos relacionados com combustíveis fósseis” e que os dados da taxonomia devem ser lidos “como um indicador da direção do investimento e não como uma medida completa da transição”.

No conjunto da UE, as grandes empresas investiram 512 mil milhões de euros em projetos verdes e de transição em 2025, o equivalente a 21% do investimento empresarial total. Os restantes 79% não estão nesta categoria.

O Banco Central Europeu estima que seria preciso um investimento verde adicional de 2,7% a 3,7% do PIB por ano para cumprir os objetivos climáticos da UE. O relatório cita ainda o instituto I4CE, segundo o qual só 61% do nível anual necessário foi atingido em 2025.

Para Bertrand Magné, co-correlator da Plataforma, “a Europa não carece de recursos financeiros. O desafio é ligar esses recursos de forma mais eficaz a oportunidades de investimento produtivo”, denotando com isso a necessidade de se proceder à conclusão da União da Poupança e dos Investimentos, o projeto europeu para que o capital circule mais facilmente entre países.

“Numa altura em que a Europa tem de reforçar a sua competitividade e resiliência, precisamos de ligar de forma mais eficaz a poupança europeia ao investimento produtivo em todo o Mercado Único”, refere Carlos Eduardo Martins, igualmente co-relator da Plataforma, que acrescenta que “um quadro de finanças sustentáveis coerente e credível será essencial para canalizar o capital para os investimentos de que a Europa necessita a longo prazo”.

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Fundos sustentáveis deixam ‘fugir’ 37 mil milhões de euros em dois anos


Os fundos de investimento europeus com objetivos de investimento sustentável perderam 20,7 mil milhões de euros em 2025, contabilizando assim o segundo ano consecutivo em que saiu mais dinheiro do que entrou num valor acumulado de 37 mil milhões de euros.

Em sentido oposto seguem os fundos com requisitos menos exigentes de sustentabilidade, que só no ano passado captaram mais de 800 mil milhões de euros em termos líquidos, num valor acumulado de 1,8 biliões de euros entre janeiro de 2024 e junho deste ano.

A divergência consta do relatório “Monitoring Capital Flows to Sustainable Investments”, divulgado esta terça-feira pela Plataforma da UE para as Finanças Sustentáveis, e mostra para onde foram as poupanças dos investidores depois de a União Europeia ter criado categorias para classificar estes produtos.

[Os fundos com objetivos sustentáveis] continuaram a ser demasiado específicos e dispendiosos para responder à procura do mercado geral, em termos das métricas tradicionais de classe de ativos e de risco.

Relatório 'Monitoring Capital Flows to Sustainable Investments'

A classificação resulta do regulamento europeu de divulgação de informação sobre sustentabilidade (SFDR, na sigla inglesa): os fundos do artigo 9 têm um objetivo de investimento sustentável, os do artigo 8 promovem características ambientais ou sociais, e os fundos do artigo 6 não fazem qualquer destas promessas.

Segundo dados da ESMA e da Morningstar citados no relatório, os fundos do artigo 8 captaram 327,3 mil milhões de euros em 2025, mais 47% do que em 2024, e os do artigo 6 receberam 493 mil milhões. Os do artigo 9 perderam 20,7 mil milhões, depois de saídas de cerca de 16 mil milhões em 2024. Em 2026, o padrão manteve-se: no primeiro semestre, os do artigo 8 captaram 145,3 mil milhões e os do artigo 9 perderam cerca de 700 milhões.

No segundo trimestre de 2026, os fundos do artigo 8 geriam 9,1 biliões de euros ou 59,6% dos 15,26 biliões dos fundos europeus abertos ao público em geral, conhecidos como UCITS. Os do artigo 6 somavam 5,83 biliões (38,2%) e os do artigo 9 apenas 337 mil milhões (2,2%). As saídas acumuladas do artigo 9 em 2024 e 2025 representam mais de 10% dos ativos da categoria.

Evolução das subscrições líquidas dos fundos sustentáveis

O alinhamento com a taxonomia europeia (a lista de atividades consideradas sustentáveis do ponto de vista ambiental) também difere do que os fundos declaram. Em média, os fundos do artigo 8 têm 2,3% da carteira alinhada com a taxonomia, embora declarem 35% de investimento sustentável. Nos do artigo 9, o alinhamento é de 8,8%, contra 92% declarados.

O relatório explica ainda que o universo de empresas que reportam à taxonomia “abrange apenas cerca de 2.000 empresas, enquanto a maioria dos fundos tem como referência universos europeus e não europeus muito maiores”.

Para o desempenho do artigo 9, os autores apontam que estes fundos “continuaram a ser demasiado específicos e dispendiosos para responder à procura do mercado geral, em termos das métricas tradicionais de classe de ativos e de risco” e que “a alteração significativa das condições gerais de mercado em 2025 e no início de 2026 acelerou a tendência de fluxos para os fundos dos artigos 8 e 6, que têm uma alocação de ativos ampla e baseada no mercado, uma vez que as taxas de juro e o desempenho dos setores acionistas determinaram a realocação dos fundos”.

Além disso, aponta também que a incerteza global de março de 2026 travou temporariamente as entradas no mercado europeu de fundos, sem alterar a tendência positiva do ano. Os autores do relatório acrescentam que “o atual processo de revisão do SFDR pode também ter contribuído para explicar a atual falta de tração no mercado”.

A Comissão Europeia propôs em novembro do ano passado substituir os artigos 8 e 9 por três categorias voluntárias: sustentável, de transição e de “ESG basics”, para os restantes produtos que integram critérios ambientais, sociais e de governação. Cada categoria exigiria que 70% da carteira apoiasse a estratégia escolhida, e as menções ESG no nome e na publicidade ficariam reservadas aos produtos classificados.

Segundo a Comissão Europeia, o SFDR tem sido usado como sistema de rótulos, o que gerou confusão entre investidores e aumentou o risco de “greenwashing”. O processo está na fase de negociação.

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