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"Invadir comunicação social é grave": ministro sobre RUC

Leitão Amaro criticou a intrusão na RUC, os empurrões a repórteres em manifestações e apelou ao pluralismo nos media, em audição parlamentar.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Mas "acho que o empurrar, o intimidar, o invadir, tudo isso é indesejável. É a vandalização [...] da propriedade pública [é] altamente condenável.", disse o ministro de Presidência
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Parlamento é assistente no caso do gabinete do Chega

Aguiar-Branco comunicou a decisão aos líderes parlamentares. O processo investiga crimes de furto qualificado, dano e introdução em lugar vedado.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Na manhã de 28 de julho, o presidente do Chega divulgou nas redes sociais imagens do seu gabinete no Parlamento com armários abertos e documentos espalhados pelo chão
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Ventura diz que constituição do Parlamento como assistente no processo do gabinete “vem tarde”

O líder do Chega, André Ventura, saudou hoje a constituição do Parlamento como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao seu gabinete mas considerou que “vem tarde”.

“Acho que é uma decisão importante, acho que é uma decisão que vem tarde até”, disse o deputado, considerando que a alegada invasão do seu gabinete no final de julho também “meteu em causa a estrutura toda de segurança do Parlamento”.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, André Ventura lembrou que também é assistente neste processo e referiu que esta “que é uma boa decisão” e um passo “muito positivo”, uma vez que “o Parlamento tem que contribuir para apurar a verdade”.

O líder do Chega defendeu que “só o Parlamento é que pode ajudar a perceber quem estava dentro do espaço” desde que ele próprio saiu do gabinete até à chegada das autoridades e “é importante do ponto de vista da segurança que o Parlamento venha dizer às autoridades que outros casos ocorreram de desaparecimento de coisas, de assaltos a gabinetes, etc”.

Ventura disse igualmente que ainda não prestou depoimentos sobre o caso porque ainda não recebeu as perguntas.

O presidente da Assembleia da República anunciou hoje que o Parlamento constitui-se como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao gabinete do líder do Chega, tendo como advogado em regime “pro bono” José António Barreiros.

Esta decisão “surge numa fase em que o desenvolvimento da investigação e as diligências já realizadas justificam uma intervenção processual mais ativa da Assembleia da República, com vista ao acompanhamento dos factos em investigação e à salvaguarda dos interesses da instituição”, justifica.

Na carta, realça-se, ainda, que “em conformidade com o compromisso assumido em conferência de líderes”, José Pedro Aguiar-Branco “continuará a acompanhar de perto o desenvolvimento deste assunto, com vista ao cabal esclarecimento dos factos e à salvaguarda dos interesses e do património da Assembleia da República”.

Na manhã de 28 de julho, o presidente do Chega divulgou nas redes sociais imagens do seu gabinete no Parlamento com armários abertos e documentos espalhados pelo chão, o que indiciava ter sido vandalizado.

Em conferência de imprensa, André Ventura disse que tinham desaparecido duas pens USB e outros objetos que incluíam material relacionado com a comissão parlamentar de inquérito que o Chega impôs potestativamente sobre a atuação do ministro Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ e com informação política relativa ao gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Nesse mesmo dia, a Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ deslocou-se ao Parlamento para recolher elementos, tendo sido procuradas informações que permitissem esclarecer as entradas e saídas das instalações entre a noite de 27 de julho e a madrugada do dia seguinte, assim como a sequência dos acontecimentos.

Em 30 de julho, o Ministério Público anunciou a instauração de um inquérito, que corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional de Lisboa. Um inquérito que está a ser coadjuvado na investigação pela PJ. E no início de setembro, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, afirmou que este inquérito do Ministério Público à alegada invasão e roubo no gabinete de André Ventura tem caráter urgente.

Já no passado dia 18 de setembro, foram aprovadas pelo Parlamento, por unanimidade, as autorizações para André Ventura e os deputados do Chega Francisco Gomes e Paulo Seco prestarem depoimento por escrito, na qualidade de testemunhas.

O conteúdo Ventura diz que constituição do Parlamento como assistente no processo do gabinete “vem tarde” aparece primeiro em O MINHO.

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Parlamento constitui-se assistente no processo sobre alegado assalto ao gabinete de Ventura

O presidente da Assembleia da República anunciou hoje que o Parlamento constituiu-se como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao gabinete do líder do Chega, tendo como advogado em regime “pro bono” José António Barreiros.

Este passo agora dado pelo Parlamento foi comunicado pelo gabinete de José Pedro Aguiar-Branco através de uma carta dirigida aos vice-presidentes da Assembleia da República, líderes parlamentares, deputados únicos do BE, PAN e JPP, e à qual a agência Lusa teve acesso.

Na missiva, refere-se que a Assembleia da República, na terça-feira, “apresentou um requerimento para a sua constituição como assistente no âmbito do processo judicial em que estão a ser investigados factos suscetíveis de integrar a prática dos crimes de introdução em lugar vedado ao público, furto qualificado e dano, relacionados com as instalações e o património parlamentar”.

Salienta-se, depois, que esta decisão “surge numa fase em que o desenvolvimento da investigação e as diligências já realizadas justificam uma intervenção processual mais ativa da Assembleia da República, com vista ao acompanhamento dos factos em investigação e à salvaguarda dos interesses da instituição”.

Neste contexto, refere-se então que o patrocínio judiciário do Parlamento será assegurado pelo advogado José António Barreiros, “em regime pro bono, sem encargos com honorários para a instituição”.

Na carta, realça-se, ainda, que “em conformidade com o compromisso assumido em conferência de líderes”, José Pedro Aguiar-Branco “continuará a acompanhar de perto o desenvolvimento deste assunto, com vista ao cabal esclarecimento dos factos e à salvaguarda dos interesses e do património da Assembleia da República”.

Na manhã de 28 de julho, o presidente do Chega divulgou nas redes sociais imagens do seu gabinete no Parlamento com armários abertos e documentos espalhados pelo chão, o que indiciava ter sido vandalizado.

Em conferência de imprensa, André Ventura disse que tinham desaparecido duas pens USB e outros objetos que incluíam material relacionado com a comissão parlamentar de inquérito que o Chega impôs potestativamente sobre a atuação do ministro Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ e com informação política relativa ao gabinete do primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Nesse mesmo dia, a Unidade Nacional de Contraterrorismo da PJ deslocou-se ao Parlamento para recolher elementos, tendo sido procuradas informações que permitissem esclarecer as entradas e saídas das instalações entre a noite de 27 de julho e a madrugada do dia seguinte, assim como a sequência dos acontecimentos.

Em 30 de julho, o Ministério Público anunciou a instauração de um inquérito, que corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) Regional de Lisboa. Um inquérito que está a ser coadjuvado na investigação pela PJ. E no início de setembro, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra, afirmou que este inquérito do Ministério Público à alegada invasão e roubo no gabinete de André Ventura tem caráter urgente.

Já no passado dia 18 de setembro, foram aprovadas pelo Parlamento, por unanimidade, as autorizações para André Ventura e os deputados do Chega Francisco Gomes e Paulo Seco prestarem depoimento por escrito, na qualidade de testemunhas.

O conteúdo Parlamento constitui-se assistente no processo sobre alegado assalto ao gabinete de Ventura aparece primeiro em O MINHO.

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Parlamento torna-se assistente no processo sobre alegado assalto ao gabinete de Ventura

Decisão surge numa altura em que as diligências da investigação justificam, segundo o Parlamento, uma intervenção mais ativa para esclarecer os factos e salvaguardar o património da instituição. O presidente da Assembleia da República anunciou esta quarta-feira que o Parlamento constitui-se como assistente no processo judicial sobre o alegado assalto ao gabinete do líder do Chega, tendo como advogado em regime “pro bono” José António Barreiros. Este passo agora dado pelo Parlamento foi comunicado pelo gabinete de José Pedro Aguiar-Branco através de uma carta dirigida aos vice-presidentes da Assembleia da República, líderes parlamentares, deputados únicos do BE, PAN e JPP,

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Governo abre a porta ao PS na lei das rendas: o acordo com o Chega ainda se aguenta?

Entre acampadas desmanteladas e um Orçamento por negociar, PS, Chega e Bloco puxam a nova lei do arrendamento em três direções opostas. O Governo abriu esta terça-feira a porta a rever a lei das rendas com o PS. Em Coimbra, o ministro da Habitação e Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, garantiu que o executivo está disponível para “fazer todo o debate” e que tem procurado consensos “ora à esquerda, ora à direita”. A mão estendida chega num momento difícil para a maioria: o acordo que o PSD fechou com o Chega para aprovar a nova lei do arrendamento começa a abanar.

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3h. Ventura nega que Chega tenha recuado na lei das rendas

André Ventura volta também a falar das manifestações contra a crise na habitação para dizer que não é legítimo "destruir". Ainda, o FCP somou a terceira derrota consecutiva na Liga dos Campeões.

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