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Multinacionais abrem vagas para recém-formados com salários de até R$ 17 mil

Quem busca uma oportunidade para acelerar a carreira pode encontrar salários de cinco dígitos em programas de trainee de grandes empresas. Iniciativas de companhias como Unilever e PepsiCo oferecem remunerações de até R$ 17 mil, enquanto a startup Praso abriu inscrições para um programa com salário mensal de R$ 10 mil.As oportunidades também chamam a atenção pelos requisitos. Embora muitos programas sejam voltados a estudantes e recém-formados, algumas empresas aceitam profissionais que concluíram a graduação há mais tempo, ampliando o perfil dos candidatos.Os processos seletivos podem incluir benefícios adicionais, contato direto com lideranças e oportunidades de crescimento profissional. As exigências, porém, variam conforme a empresa e a área de atuação.Empresas oferecem salários acima de R$ 10 milOs programas de trainee passaram a chamar a atenção não apenas pela possibilidade de desenvolvimento profissional, mas também pelas remunerações oferecidas. Entre os exemplos divulgados pelo portal Seja Trainee estão oportunidades com salários de até R$ 17 mil.Confira alguns dos programas citados:Unilever: salário de R$ 17 mil, com possibilidade de candidatura para profissionais formados entre 2020 e 2025, conforme as informações divulgadas sobre o programa.PepsiCo: remuneração de R$ 10 mil, além de mais de 40 benefícios, com aceitação de candidatos de diferentes cursos e formados há mais tempo.Ypê: estimativa salarial entre R$ 10 mil e R$ 12 mil.Santos Brasil: salário informado de R$ 14 mil, com foco em candidatos com três a cinco anos de formação.Construtora Tenda: remuneração de R$ 9.500, com oportunidades para profissionais que concluíram a graduação há três a cinco anos.Os valores e os critérios de formação variam de acordo com cada processo seletivo. Por isso, é importante consultar os anúncios oficiais antes de se candidatar. Foto: Divulgação Nova tendência amplia o perfil dos candidatosTradicionalmente, muitos programas de trainee foram estruturados para selecionar profissionais no início da carreira, com pouca experiência e formação universitária recente.Esse perfil, no entanto, não é uma regra universal. Algumas seleções passaram a considerar candidatos com mais tempo de formação e experiência profissional, além de oferecer salários mais elevados.Na prática, profissionais que já atuam como analistas ou acumulam experiência em outras empresas também podem encontrar oportunidades, desde que atendam aos requisitos específicos de cada seleção.Startup oferece trainee com salário de R$ 10 milAlém das multinacionais, startups também têm programas com remunerações competitivas. É o caso da Praso, empresa de tecnologia voltada ao abastecimento do setor de alimentação, que abriu inscrições para o Programa de Trainee 2027.A oportunidade oferece salário mensal de R$ 10 mil e atuação presencial em Recife, em Pernambuco, ou Fortaleza, no Ceará. As inscrições ficam abertas até 3 de novembro de 2026.Podem participar candidatos de qualquer curso superior, nas modalidades bacharelado, licenciatura ou tecnólogo, desde que a conclusão da graduação tenha ocorrido ou esteja prevista entre dezembro de 2022 e dezembro de 2027.O programa prevê uma imersão em diferentes áreas da empresa, incluindo planejamento, gestão de pessoas, logística, vendas, marketing e serviços financeiros. Durante a jornada, os participantes terão contato com fundadores, sócios e lideranças da companhia. Foto: Divulgação Quais são os benefícios oferecidos?Além da remuneração, o programa da Praso inclui benefícios como planos de saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio-mobilidade, alimentação, refeição e saldo livre em cartão.A empresa também oferece acesso a serviços de bem-estar, como suporte psicológico e nutricional, além de benefícios relacionados ao Sesc.Outro diferencial divulgado pela startup é a possibilidade de participação futura no quadro societário por meio de um programa de stock options, conforme os critérios da empresa. Como se candidatar às vagas de trainee?Os interessados devem consultar os canais oficiais de recrutamento de cada empresa para conferir os requisitos, os prazos e as etapas de seleção.No caso da Praso, as inscrições podem ser feitas pelo site oficial do Programa de Trainee 2027, até 3 de novembro. O processo inclui inscrição, testes on-line, vídeo-entrevista, estudo de caso e painel com lideranças.Antes de enviar a candidatura, vale conferir a data de formação exigida, a necessidade de experiência profissional, o modelo de trabalho e a disponibilidade para mudança de cidade.

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Piloto da TAP ‘aterra’ na promoção imobiliária com projetos residenciais sob os céus do Grande Porto


Josué Sousa, piloto de linha aérea na TAP, herdou o gosto pelo setor imobiliário do avô e de um tio, ambos com experiência na construção, tendo-se dedicado à compra, renovação e venda de imóveis durante vários anos. O empresário estreia-se agora com a promoção imobiliária de um empreendimento de sete apartamentos em Matosinhos Sul avaliados em 2,7 milhões de euros. Edifício deverá estar pronto a habitar em 2028.

O projeto imobiliário “Ernesto Urban”, sob a marca VARD Properties, é a estreia do piloto da TAP neste segmento do mercado depois de ter começado, em 2019, a comprar e renovar apartamentos em Matosinhos e em Vila Nova de Gaia.

Empreendimento em Matosinhos Sul21 outubro, 2026

“O Ernesto Urban é o primeiro passo de uma marca que queremos fazer crescer de forma sustentada“, começa por assinalar Josué Sousa, empresário que divide o tempo entre a aviação e as áreas têxtil e imobiliária.

Com vistas para o mar nos pisos superiores, o empreendimento contempla seis apartamentos T1 e um T2, com áreas interiores entre 49,87 e 88,52 metros quadrados. Com preços entre os 295 mil e os 575 mil euros, o “Ernesto Urban” tem já duas frações T1 vendidas, segundo o empresário.

Josué Sousa prepara já um segundo projeto residencial em Espinho, de onde é natural, com o início da construção previsto para 2027.

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Tesla e SpaceX juntas? Musk admite fusão que juntaria negócios avaliados em €3 biliões

Elon Musk revelou que a Tesla e a SpaceX estão a estudar uma fusão. As duas empresas valem, juntas, dez vezes o PIB português. A operação poderia reforçar o controlo de Musk sobre a Tesla: atualmente, o empresário controla cerca de 84% dos votos na SpaceX, graças a ações com direitos de voto reforçados, mas apenas cerca de 20% na fabricante automóvel, segundo o FT

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Fusão da SpaceX e Tesla pode criar gigante de 3,5 biliões de dólares. Qual é o plano de Musk?


A eventual fusão entre a gigantes SpaceX e a Tesla poderá dar origem a uma das maiores empresas tecnológicas do mundo, reunindo negócios que vão dos automóveis elétricos aos foguetões, passando pelos satélites, pela robótica e pela inteligência artificial (IA). A operação juntaria duas empresas avaliadas em cerca de 3,5 biliões de dólares (ou 3,5 trillions, no original em inglês), com potencial para explorar sinergias em áreas estratégicas para Elon Musk.

A possibilidade de unir as duas empresas não é nova, mas ganhou outra dimensão esta terça-feira. O Financial Times (FT) noticiou que ambas constituíram comités especiais para analisar uma eventual fusão, enquanto Musk manifestou publicamente o seu apoio à operação, embora tenha ressalvado que ainda não há acordo sobre os termos nem garantias de que venha a concretizar-se.

“Acho que seria uma boa ideia? Sim. Mas, no final de contas, os acionistas têm de apoiar esta iniciativa”, afirmou o empresário, acrescentando que, enquanto presidente executivo das duas empresas, não pode participar nas discussões. Musk considera que “há muitas vantagens em combinar as duas empresas”, apontando oportunidades de colaboração no desenvolvimento de inteligência artificial, na conceção de chips e na robótica.

Uma avaliação conjunta de 3,5 biliões de dólares

A dimensão financeira da operação ajuda a perceber a (grande) ambição do projeto. Com base nas cotações de fecho de terça-feira, a SpaceX, que entrou para o Nasdaq apenas em junho passado, está avaliada em cerca de 2,01 biliões de dólares, enquanto a capitalização bolsista da Tesla ronda os 1,48 biliões. Somadas, as duas empresas atingem aproximadamente 3,5 biliões de dólares, um valor que colocaria o grupo combinado entre as maiores cotadas do mundo, acima da Amazon, mas abaixo de empresas como a Nvidia, a Apple, a Microsoft e a Alphabet, de acordo com as avaliações de mercado atuais.

O valor conjunto, contudo, não corresponde necessariamente ao preço de uma eventual fusão. A capitalização bolsista resulta do valor de mercado das ações de cada empresa, enquanto os termos de uma operação desta dimensão terão de determinar a participação que os acionistas de cada uma receberão na nova estrutura. A relação de troca entre ações, eventuais prémios e a forma como os negócios serão avaliados poderão alterar a distribuição do capital e o valor atribuído à empresa resultante.

The SpaceX ‘Starship’ rocket takes off from the company’s Starbase facility in Boca Chica, Texas, USA, 19 November 2024. This is the company’s sixth test flight attempt to test the ‘Starship’ rocket and the second time that SpaceX is attempting to catch the rocket booster during landing. EPA/MICHAEL GONZALEZEPA/MICHAEL GONZALEZ

O FT estima que a entidade combinada poderá reunir mais de 155 mil trabalhadores e gerar receitas anuais na ordem dos 153 mil milhões de dólares. Para além da escala, a operação permitiria juntar atividades com perfis muito diferentes, desde a produção automóvel e o armazenamento de energia até aos serviços de internet por satélite, aos lançamentos espaciais e à infraestrutura de computação para inteligência artificial.

A avaliação reflete também as expectativas em torno dos negócios que Musk pretende desenvolver nos próximos anos. No caso da Tesla, os investidores não estão apenas a avaliar as vendas de automóveis elétricos, mas também as perspetivas associadas aos robotáxis, à condução autónoma e aos robôs humanoides Optimus. Na SpaceX, a expansão da Starlink e a entrada cada vez mais expressiva no negócio da inteligência artificial estão a ampliar o alcance da empresa para lá dos foguetões e dos serviços de lançamento.

A inteligência artificial aproxima os dois negócios

A IA é um dos principais pontos de ligação entre as empresas. A SpaceX tem vindo a reforçar a sua atividade em computação e serviços de IA, enquanto a Tesla procura aplicar esta tecnologia aos veículos autónomos, à robótica e à automatização industrial.

Os resultados do terceiro trimestre da SpaceX ilustram esta transformação. A empresa registou receitas de 14,6 mil milhões de dólares, mais 161% do que no período homólogo, e um lucro líquido de 4,4 mil milhões. A divisão de inteligência artificial, designada Super Intelligence, gerou 7,6 mil milhões de dólares em receitas, tornando-se a maior atividade da empresa em volume de negócios nesse trimestre. A área de conectividade, que inclui a Starlink, contribuiu com 5,2 mil milhões de dólares, enquanto o negócio espacial gerou 1,8 mil milhões, segundo dados divulgados pela empresa e noticiados pela Reuters.

Estes números ajudam a explicar por que razão a aproximação à Tesla poderá fazer sentido. A SpaceX dispõe de capacidade de computação e de uma rede global de satélites, enquanto a Tesla desenvolve sistemas autónomos, baterias, soluções de armazenamento de energia e tecnologias de fabrico. A partilha de recursos poderá acelerar projetos que dependem de investimento intensivo em tecnologia e infraestrutura.

Uma das iniciativas já anunciadas em conjunto é a Terafab, um projeto de fabrico de semicondutores e computação para inteligência artificial destinado a responder às necessidades dos veículos autónomos, dos robôs Optimus e dos centros de dados associados aos negócios de Musk. A produção em volume está apontada para o final de 2028.

A colaboração poderá estender-se ainda à utilização da conectividade da Starlink nos robotáxis e noutros sistemas autónomos, assim como ao aproveitamento das baterias e das soluções de armazenamento da Tesla para responder às necessidades energéticas dos centros de dados. A experiência industrial da fabricante automóvel na automatização de fábricas poderá, por sua vez, contribuir para aumentar a escala da produção de veículos espaciais.

Investimento elevado e riscos financeiros

A dimensão dos investimentos necessários para concretizar esta estratégia constitui, contudo, um dos principais desafios. Apesar do crescimento das receitas e dos lucros no terceiro trimestre, a SpaceX registou despesas de investimento de 19,6 mil milhões de dólares no período e prevê gastar entre 35 mil milhões e 40 mil milhões no trimestre em curso. Grande parte deste esforço está associada à expansão da infraestrutura de IA.

A fusão poderá facilitar a partilha de recursos financeiros e de serviços, reduzir custos administrativos e permitir que o capital seja aplicado nos projetos considerados prioritários. Mas a união não elimina as necessidades de financiamento: concentra numa única estrutura negócios que exigem investimentos avultados e cujos resultados dependem da concretização de objetivos tecnológicos ambiciosos.

Os acionistas da Tesla passariam a estar expostos aos resultados da atividade espacial e da infraestrutura de IA da SpaceX, enquanto os investidores desta última ganhariam acesso aos negócios de automóveis, energia, condução autónoma e robótica da fabricante. A diversificação poderá abrir oportunidades, mas também aumentará a exposição a riscos técnicos, comerciais e regulatórios que nem sempre estão relacionados entre si.

Além disso, o peso crescente da inteligência artificial na estratégia de Musk levanta questões sobre o retorno dos investimentos. A construção de centros de dados, o desenvolvimento de chips e a expansão da capacidade de computação exigem avultados recursos antes de todos os projetos atingirem maturidade comercial. O crescimento das receitas da SpaceX demonstra a dimensão da oportunidade, mas não garante que o investimento futuro gere retornos proporcionais ao capital aplicado.

Musk pode reforçar o controlo sobre o grupo

A eventual fusão poderá ter também consequências para a estrutura de poder dentro das empresas. Musk detém cerca de 85% dos direitos de voto da SpaceX, através de ações com direitos de voto reforçados, mas tem uma participação de cerca de 20% na Tesla. Uma operação que combine as duas empresas poderá alterar significativamente o equilíbrio acionista e reforçar a sua influência sobre o grupo resultante.

Segundo estimativas citadas pela Reuters, a participação de Musk nos direitos de voto da empresa combinada poderá atingir cerca de 57% a 58%, dependendo da relação de troca de ações escolhida. Não existe, contudo, qualquer rácio acordado entre as duas empresas, pelo que estes valores representam apenas cenários indicativos.

Elon Musk é o homem mais rico do mundo e prepara-se para criar uma das maiores empresas do planeta.Lusa

A governação constitui, por isso, uma questão central. Musk lidera ambas as empresas e tem interesses diretos na operação, razão pela qual afirmou não participar nas discussões. Os comités especiais de administradores independentes terão de analisar os termos e avaliar se a fusão corresponde aos interesses dos acionistas.

A aprovação dos investidores da Tesla será outro obstáculo. Musk reconheceu que será necessário obter o apoio de uma maioria de todas as ações, e não apenas da maioria dos votos expressos, o que torna a participação dos acionistas particularmente relevante. A operação poderá ainda enfrentar um escrutínio regulatório acrescido: a SpaceX mantém contratos com o Governo norte-americano, incluindo nas áreas da defesa e da exploração espacial, enquanto a Tesla tem uma presença industrial importante na China.

A combinação destes interesses poderá levantar questões de segurança nacional e de acesso a tecnologias estratégicas, tanto nos Estados Unidos como noutros mercados. A complexidade da operação não se limita, assim, à avaliação financeira, sendo que será necessário conciliar atividades sujeitas a enquadramentos regulatórios distintos e demonstrar que as sinergias justificam os riscos adicionais assumidos pelos investidores.

Por agora, a fusão continua em fase de análise. A dimensão dos negócios de Musk e a crescente sobreposição entre as suas estratégias de IA, robótica, energia e infraestrutura espacial tornam a operação plausível do ponto de vista industrial. Mas, para os acionistas, a questão decisiva será perceber se a concentração destes ativos cria valor suficiente para compensar os custos, os riscos financeiros e as dificuldades de execução de um projeto desta escala.

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SpaceX e Tesla negoceiam fusão, que seria a maior de sempre


A SpaceX e a Tesla estão a estudar um acordo para unir as duas empresas de Elon Musk cotadas em bolsa, numa operação que poderá valer mais de três biliões de dólares (ou three trillion dollars, no original em inglês).

Segundo o Financial Times, o magnata norte-americano afirmou esta terça-feira que ambas as empresas constituíram comités especiais para analisar uma possível união, naquela que seria a maior fusão de sempre. Este é o passo mais significativo até agora no sentido de uma fusão que criaria um conglomerado de grande dimensão, centrado na inteligência artificial (IA), indica a publicação britânica.

“Acho que seria uma boa ideia? Sim. Mas, no final de contas, os acionistas têm de apoiar esta iniciativa”, afirmou Musk, acrescentando que, enquanto presidente executivo de ambas as empresas, não pode participar nas discussões. “Os comités especiais ainda não chegaram a acordo sobre os termos de qualquer operação e, obviamente, não há garantias de que isso venha a acontecer”, acrescentou.

A concretizar-se, a operação juntaria duas empresas com avaliações de mercado que, em conjunto, ascendem a cerca de 3,5 biliões de dólares. A SpaceX está avaliada em dois biliões de dólares, enquanto a Tesla vale quase 1,5 biliões. De acordo com o FT, a nova entidade ultrapassaria a Amazon em valor de mercado, ficando apenas atrás da Microsoft, da Alphabet, da Apple e da Nvidia, que é a cotada mais valiosa.

“Há muitas vantagens em combinar as duas empresas, uma vez que estamos praticamente na singularidade da superinteligência (novo termo designado por Donald Trump para fazer referência à IA)”, afirmou Musk, numa referência à possibilidade de a inteligência artificial atingir capacidades que ultrapassem significativamente as humanas.

A colaboração estende-se também a outros projetos. As duas empresas estão a trabalhar no Roadster, um automóvel desportivo apresentado na semana passada que recorre a propulsores de gás frio desenvolvidos pela SpaceX para executar manobras aéreas, incluindo saltos e rotações invertidas. Além disso, o modelo de inteligência artificial Grok, desenvolvido pela xAI, outra empresa de Musk, está disponível gratuitamente em muitos veículos da Tesla.

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No embate público, governo Lula garante contas ajustadas em 2027, mas em privado reconhece que entre 2028 e 2030 não fecham sem ajustes

Em 2022, na reta final da campanha para reeleição, Jair Bolsonaro elevou o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, uma alta de 50%, acima da inflação, através de uma alteração na Constituição. Agora, em 2026, o mesmo benefício que voltou a ter o nome de Bolsa Família, o governo Lula eleva de R$ 600 para R$ 691 com o discurso de que recompõe a inflação acumulada, esclarecendo que isso só foi possível após uma revisão das despesas previstas para este ano.

O resultado disse que, assim como em 2022, são números de alta grandeza. E no caso do governo Lula, vem acompanhado de uma lista de outros benefícios cujos valores vão de R$ 260 bilhões a R$ 411 bilhões quando se considera o custo do programa Nova Indústria Brasil no valor de R$ 140 bilhões, bem como o Plano Brasil Soberano (R$ 15 bilhões), criado para apoiar exportadores brasileiros afetados pelo tarifaço dos EUA.

PEC ao contrário

O volume de recursos levou o candidato Flávio Bolsonaro a anunciar um tratoraço de cortes no valor de R$ 200 bilhões a ser negociado com o Congresso num movimento inverso ao que o próprio Lula fez ao ser eleito, quando, antes da posse, o Congresso Nacional aprovou uma PEC também no valor de R$ 200 bilhões para recompor o orçamento deixado por Bolsonaro. Ou seja, enquanto Lula obteve o direito de gastar mais de R$200 bilhões, Flávio propõe cortar R$200 bilhões.

Mas assim como os economistas não conseguem entender como em um quatro governo Lula como esse pacote de bondades será pago no orçamento já enviado ao Congresso. Mais difícil é ter uma visão de onde, num governo Flávio Bolsonaro, será possível cortar esse valor com um orçamento pronto e engessado, onde as despesas discricionárias (não obrigatórias), ou seja, para a manutenção da máquina pública e investimentos, sem contar benefícios da Previdência Social, Bolsa Família e outros gastos previstos em lei.

ARTE JC
oS GASTOS DO gOVERNO lULA ANTES DAS ELIEÇÕES. - ARTE JC

Haverá dinheiro

Entretanto, quando se questiona o governo, a resposta é: em 2027, não haverá falta de recursos, pois as despesas discricionárias e o espaço do arcabouço são de R$ 222,1 bilhões e o Orçamento do ano que vem já foi enviado. Ou seja: no primeiro ano do governo, o custo das novas bondades seria administrável.

E mesmo com os protestos sobre um ano de ajustes, somente agora o Ministério do Planejamento admite que, com 2027 equacionado, só haverá problemas nos anos seguintes, quando a diferença será de R$ 15,8 bilhões em 2028, R$ 14,9 bilhões em 2029 e R$ 23 bilhões em 2030.

Números não batem

O problema é que os números de 2027 já não batem. O Ministério do Planejamento, por exemplo, afirma que não há descumprimento do arcabouço fiscal nem expõe um desequilíbrio nas contas.

Segundo o governo, na verdade, os números antecipam, com alguns anos de antecedência, as escolhas alocativas que a elaboração e a aprovação de cada orçamento sempre envolvem. “Os orçamentos de cada exercício continuarão a ser elaborados dentro dos limites do Regime Fiscal Sustentável (arcabouço fiscal).”

De 2027 a 2030

Embora não reconheçam que o governo de 2027 e 2030 seja de dificuldades se não for feito um ajuste forte, os números internos do governo apontam para um crescimento maior de gastos obrigatórios, como aposentadorias e pensões, em relação aos investimentos. Enquanto as despesas obrigatórias têm projeção de crescimento acumulado nos quatro anos de 22,8%, as despesas discricionárias (como custeio da máquina e investimentos) têm estimativas de crescimento de apenas 8,0% no mesmo período.

Pode ser. Mas tem muita gente que questiona os números já de 2027. O Instituto Fiscal Independente (IFI), na sua avaliação do PLOA 2027, confirma que o cumprimento formal da meta fiscal permanece possível no próximo ano, advertindo que ele depende de premissas mais otimistas do que as adotadas por esta instituição e de uma margem de segurança bem mais estreita do que a apresentada pelo Poder Executivo.

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Ministro Dario Durigan diz que objetivo é votar junto com fim da escala 6x1 - Divulgação

Superávit primário

Enquanto o PLOA projeta superávit primário apurado de R$ 83,4 bilhões — R$ 10,1 bilhões acima do centro da meta —, o cenário da IFI é de um superávit apurado de R$ 900 milhões insuficiente até mesmo para atingir o limite inferior da margem de tolerância. A origem dessa divergência de R$104,8 bilhões (superávit de R$18,6 bilhões projetado no PLOA 2027 e déficit de R$86,1 bilhões estimado pela IFI) no resultado primário está tanto no otimismo da receita quanto na redução da despesa.

O IFI não está só. A Consultoria Geral de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Congresso diz no seu relatório de setembro que a expectativa de crescimento econômico considerada na proposta, de 2,5% em 2027, é superior à mediana das expectativas de mercado, de 1,43%, constante do Relatório Focus de 18/09/2026.

Projeções

A projeção de resultado primário do governo no PLOA 2027, de superávit de R$ 18,6 bilhões, contrasta com a mediana das expectativas de mercado apurada no Prisma Fiscal de setembro de 2026, de déficit de R$ 45,4 bilhões.

Além disso, o governo estima arrecadação com o Imposto Seletivo (IS) de R$ 42,0 bilhões e não considera o reajuste de 15,04% dos benefícios do programa Bolsa Família. Enquanto o PLOA 2027 prevê um gasto de R$ 155,8 bilhões para o programa, com o reajuste, ele subiu para R$ 178,5 bilhões.

Lula contra

Talvez o fato novo no comportamento do governo Lula seja a mudança de atitude do governo Lula, dos ministros da Fazenda, Dario Durigan, e do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, de que será preciso adotar uma política de “reavaliação de programas e da repriorização alocativa”, em um cenário que traduz “maior controle de despesas obrigatórias.”

Porém, isso não está na campanha. Enquanto a equipe econômica tem defendido limites e gatilhos para conter o crescimento de gastos obrigatórios, e assim abrir espaço para custeio de órgãos públicos e investimentos, o presidente Lula descarta.

O que explica atitudes como a de antecipar para esta semana o pagamento do Bolsa Família nesta quarta-feira (21), quando serão pagos 80% dos beneficiários. Em outubro, o PBF pagou R$ 15,06 bilhões a 19.299.199 beneficiários.

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Alcolumbre assina a promulgação da PEC do fim da escala 6 x1. - Divulgação

Olho da regulamentação

Com a promulgação pelo Congresso Nacional da Emenda Constitucional nº 141, originada da PEC nº 221/2019, que extingue a escala de trabalho 6×1, reduz a jornada máxima semanal e amplia o repouso semanal remunerado para dois dias, sem redução salarial, a CNC iniciou a fase de acompanhamento da fase de regulamentação da emenda.

Durante a tramitação da proposta, a entidade manifestou preocupação com a aprovação da matéria em período eleitoral e defendeu uma discussão mais aprofundada sobre seus impactos nas empresas, nos empregos e na competitividade.

Agora a CNC pretende acompanhar as regras de transição para micro e pequenas empresas, a aplicação das novas exigências em escalas determinadas por negociação coletiva e o tratamento das atividades que demandam funcionamento contínuo, como ocorre em diversos setores do comércio, dos serviços e do turismo.

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BNDES financia o projeto Recaatingar. - Divulgação

Recaatingar

O BNDES em parceria com o Banco do Nordeste e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), deu início ao segundo ciclo de inscrições do Edital Recaatingar, que seleciona projetos voltados à recuperação socioprodutiva de terras degradadas na Caatinga.

A chamada pública conta com cerca de R$ 30 milhões nesta etapa e tem como foco ações que combinem restauração ambiental, produção sustentável, conservação da água, segurança alimentar, geração de renda e adaptação às mudanças climáticas em nove estados.

Ação prioritaria

Na primeira etapa foram selecionados sete projetos, que somam R$ 25 milhões, nos estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Ceará, Minas Gerais, Alagoas e Piauí. Agora mais de R$ 30 milhões poderão apoiar projetos de recuperação ecológica e socioprodutiva, conservação da água e combate à desertificação.

A iniciativa seleciona projetos em municípios prioritários de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, com foco nos territórios mais degradados.

Camila da Rio Ave

A empresária Camila Ferreira da Costa, representante da terceira geração da família fundadora da Rio Ave Construtora, levou sua experiência ao Fórum de Governança da Família Empresária, promovido pelo IBGC, no Recife.No painel “De Herdeiro a Protagonista: como as novas gerações reescrevem seu papel”, ela destacou a união e a disposição para enfrentar o trabalho sem perder a ambição de avançar com valores transmitidos pelo fundador, Alberto Ferreira da Costa. A Rio Ave Construtora tem 58 anos de história e uma continuidade da gestão familiar ancorada em profissionalismo e governança.

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Brasil se aproxima dos 100 milhões de passageiros em 2026. - Divulgação


Cem milhões

O Brasil segue batendo recordes na aviação civil. E se aproxima dos 100 milhões de passageiros no ano. No acumulado do ano (janeiro a setembro), o crescimento do setor aéreo é de 4,3%, com 99,6 milhões de viajantes em voos nacionais e para o exterior. Em setembro, o setor aéreo transportou mais de 10,8 milhões de passageiros em vôos domésticos e internacionais.

O mercado doméstico representa a maior parcela de movimentação até agora, com 76,8 milhões, alta de 3,4%. Já o transporte de turistas para o exterior teve um salto de 7,3% nos 9 primeiros meses do ano, com 22,7 milhões de passageiros.

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Mercado de carro eléctrico arreglador de carro eléctrico. - Divulgação

Veículos elétricos

Pernambuco atingiu a marca de 35.456 veículos elétricos e híbridos em circulação em agosto de 2026, garantindo a segunda maior frota do Nordeste. Segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), na comparação com agosto de 2024, quando somava 10.272 unidades, o estado registrou um crescimento de 245,2% no segmento. Recife concentra 50,9% do total registrado em Pernambuco, com 18.056 veículos eletrificados — a segunda maior frota entre as cidades do Nordeste.

A capital lidera a aceleração do mercado, onde, para cada 3,1 novos veículos não eletrificados incorporados, foi registrado um novo veículo eletrificado. Em Recife, a fatia dos elétricos e híbridos já atinge 2,26% da frota total, segundo Artur da Silva Figueiredo, assessor de Ciclo de Crédito da Central Sicredi Nordeste.

 

© EDUARDO CARMIM/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

Debates entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) não abordam a questão das contas entre 2027 e 2030.
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Ó Capital, fundador da Vallis e ex-administrador da PHC criam empresa para tornar “tip-top” decisões de CEO


That’s tip top! Foi esta expressão anglo-saxónica que inspirou a nova empresa portuguesa de consultoria e formação digital para profissionais. A sociedade de investimentos Ó Capital, liderada pela empresária Sara do Ó, o engenheiro e gestor Rogério Canhoto e o investidor Luís Palma da Graça, fundador da Vallis Capital Partners, juntaram-se para criar uma sociedade destinada a acelerar a adoção de inteligência artificial (IA) nas pequenas e médias empresas (PME).

A Tip Top arrancou no início de setembro com uma equipa composta pelos três sócios, três consultores, três formadores certificados, um CEO (Luís Fonseca) e uma COO (Ana Canhoto), mas prevê que “rapidamente” terá de recrutar, conforme avançou ao ECO o sócio cofundador Rogério Canhoto, ex-administrador da PHC Software.

“Tenho-me especializado muito na IA, não na competência tecnológica, mas em como é que pode dinamizar os negócios, seja porque reduz custos e aumenta receitas, seja porque tomamos decisões mais bem informadas. E, nas várias interações que vou tendo, descobri que a maior parte dos gestores sente algumas dificuldades, porque não foram treinados para esta nova realidade”, afirma Rogério Canhoto.

O objetivo é guiar as empresas na aplicação de IA e apoiar a tomada de decisão por parte de CEO, CFO (Chief Financial Officer) e outros executivos. Ou seja, dar-lhes a entender para que pode servir a IA no seu caso específico, por onde é que devem começar, que ferramentas devem comprar para resolver os problemas que têm, definir prioridades, fazer uma lista de fornecedores da tecnologia e avaliar a adoção. No fundo, tentar colocar as organizações no “topo do topo”.

A Tip Top trabalha com Copilot da Microsoft, o Claude da Anthropic e ChatGPT da OpenAI. “Não implementamos tecnicamente as soluções de IA. Não vendemos soluções de IA”, ressalva Rogério Canhoto, que conta com mais de 25 anos de experiência nas áreas de tecnologia, media e telecomunicações e é coordenador executivo do programa avançado em IA para Gestão do ISCTE Executive Education.

É urgente que os gestores à frente das empresas percebam não só o potencial da IA, mas como é que podem transportar esse potencial para o seu negócio. Temos um conjunto de indicadores que medem se o que eles estão a fazer está efetivamente a ter resultados para perceber se devem abandonar aquela iniciativa e irem para outra.

Rogério Canhoto

Sócio da Tip Top

Simultaneamente, a participada da Ó Capital irá prestar serviços de formação personalizada, que inclui ensinar as PME portuguesas a fazerem agentes autónomos. “Não estamos a falar das Altices e EDP’s, que são empresas com outros recursos, mas as que estão abaixo dessas, a faturar volumes de negócios já simpáticos e cujos gestores percebem que a IA pode ter impacto direto nas suas soluções. Empresas com colaboradores que já estão a utilizar IA, mas não de forma organizada”, sintetiza Rogério Canhoto.

Neste momento, os setores com os quais estão a trabalhar são serviços, saúde, banca e seguros, transportes e logística e retalho e as áreas em que recebem mais pedidos são comercial (vendas), recursos humanos e gestão (C-Level e B-Level). “Os administradores das empresas que estão a sentir a empresa a utilizar, mas não sabem orientar as suas equipas na utilização, e depois os diretores, que têm de ser os primeiros a suportarem-se nestas tecnologias e a conhecerem o que é possível fazer. Costumo dizer que damos a formação de manhã e à tarde eles já podem usá-la em casos práticos”, refere o sócio cofundador da Tip Top.

Tip Top “em conversações” para expandir para Espanha

Apesar de ter menos de dois meses de operação, a Tip Top encontra-se “em conversações” para uma potencial parceria no país vizinho.

“Já temos contactos para fazer parcerias e levarmos este conceito para Espanha. Já fazia parte do nosso plano de crescimento expandir para outros países na Europa, mas a lógica era consolidar em Portugal ao longo do próximo ano. Não sei se manteremos esse calendário assim certinho, porque Espanha é já ali ao lado. No mundo da IA, o ritmo que as coisas acontecem é alucinante”, conta Rogério Canhoto.

Como exemplo de escalabilidade do negócio, enumera o caso de uma empresa (B2B) que recorre à IA na área comercial para automatizar a criação de propostas. Segundo o partner da Tip Top, antes disso, o processo, dependendo da complexidade, demorava entre quatro a seis horas a ficar totalmente e agora é possível obter uma proposta para enviar ao cliente em cinco minutos e depois o gestor comercial passa apenas mais 15-20 minutos a verificar se algo não está correto ou é preciso adaptar.

Rogério Canhoto contabiliza que há empresas em que os ganhos de produtividade chegam aos 80%: “O CEO de uma empresa que faz campanhas de email marketing, para cerca de três mil clientes, dizia-me que se poupasse uma hora por dia à equipa comercial, já tinha recuperado muito do investimento. Já poupou seis a sete horas por semana”.

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Lisboa manda trotinetas sair da cidade e entrega poder às bicicletas


É o primeiro tema em reunião de Câmara nesta quarta-feira, uma semana depois de Carlos Moedas ter informado o país e os operadores, em direto na televisão, que acabaria em 60 dias com as trotinetas partilhadas em Lisboa. A capital vai perder o acesso a trotinetas partilhadas a partir de janeiro, num movimento designado pela Câmara Municipal de “suspensão”, mas que o Executivo já deixou implícito que se tornará definitivo.

As trotinetas da Bolt, Lime e Bird têm 60 dias para abandonar a cidade, prazo que começa a contar nesta quarta-feira, com a aprovação da proposta de suspensão em reunião de Câmara.…

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Gigante de entregas anuncia mil vagas temporárias para a Black Friday

A Black Friday, marcada para o dia 27 de novembro, deve movimentar R$ 13,3 bilhões no e-commerce brasileiro, segundo, segundo dados do BTG Pactual. Para atender a demanda prevista para a data, a Jadlog, uma das principais empresas de logísitca do Brasil, prevê mais de mil vagas temporárias para o período.Segundo Bruno Tortorello, CEO da empresa, com 500 franqueados, a Jadlog atende 100% dos municípios do Brasil, até as regiões mais remotas, como o interior do Amazonas, onde as entregas só são possíveis por meio de barcos. O serviço é realizado por um parceiro da própria comunidade.Vagas para mototistasA Jadlog estima um crescimento de 30% no pico da Black Friday. Além das vagas temporárias, a empresa irá ampliar em 20% o número de motoristas.Bruno explica que o reforço é necessário devido a ansiedade do consumidor pela chegada do produto. “O consumidor passou a pressionar por prazos de entrega menores. Acredito que a aceleração das entregas aumentou a conversão de vendas e ampliou o universo de compras possíveis”, explicou.A maioria das encomendas (70%-75%) são entregues em até dois dias, pela maioria delas estarem concentradas em grandes centros urbanos. O CEO pontuou que a agilidade na entrega contribui para ampliar as compras por impulso. 400 mil pacotes por diaPara acompanhar a demanda, a companhia investiu R$ 200 milhões no último ano em sua estrutura logística. O principal beneficiado foi o Nexus 87, principal centro da Jadlog, localizado em São Paulo. Com a ampliação, a caparicidade operacional foi automatizada e chegou a 400 mil pacotes por dia.Entre 70% e 75% das cargas que circulam no país passam por esse centro. “Nele, fazemos a separação das encomendas de acordo com seus destinos”, explica o executivo. De lá, elas podem seguir para hubs menores, como o de Belo Horizonte. A empresa conta com 17 unidades desse", disse.Marketplaces atendidosA Jadlog entra no radar dos principais de marketplaces, que apesar de terem logística própria, contam com o suporte de tercerizados. Entre os varejistas, atendidos estão: Mercado Livre, Amazon, Shein, Shopee, TikTok, e outros. Ao todo, são mais de 100 mil clientes.

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