Detidos do Rossio. "Suspensão não é perdão criminal"


A gratuidade no sistema de transporte intermunicipal de Pernambuco, que atende às regiões da Zona da Mata, Agreste e Sertão do Estado, fazendo a conexão com o Recife, terá limitações e regras no segundo turno das Eleições 2026, no domingo (25/10). Será bem diferente da operação gratuita realizada nos ônibus da Região Metropolitana do Recife, nos quais a passagem permanece de graça para qualquer passageiro das 4h às 19h30 do domingo.
A gratuidade intermunicipal, ao contrário, será repleta de regras que exigem atenção e antecipação dos passageiros. Isso porque ela será concedida exclusivamente para o deslocamento até o local de votação do eleitor. Ou seja, só poderá ser usada por aqueles que, de fato, estiverem indo votar. E todos terão que comprovar isso.
Não será apenas pedir parada ao coletivo e entrar. A passagem gratuita terá que ser adquirida antes, nos pontos de venda das empresas que operam o sistema (Expresso 1002, Borborema, Progresso e Rodotur). E não adianta insistir porque o motorista não poderá liberar a catraca se não receber a passagem gratuita.
Para ter direito, o eleitor precisa procurar as empresas que operam na rota desejada nos dias 23, 24 e 25, apresentando o título de eleitor e um documento de identificação. Serão disponibilizadas passagens de ida e volta. A oferta, no entanto, tem teto. Os bilhetes não podem ultrapassar o quantitativo de assentos oferecidos pelas concessionárias em dias úteis normais.
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Eleições 2026: Justiça Eleitoral é provocada para cobrar gratuidade no transporte intermunicipal de Pernambuco no segundo turno Na Zona da Mata e no Agreste, os bilhetes distribuídos serão válidos somente para o domingo, dia da votação. Ou seja, ida e volta precisam acontecer no mesmo dia. No Sertão, onde as distâncias são maiores, a regra é diferente. A passagem de ida pode ser utilizada no sábado (24), a partir das 18h, e a volta vai até as 21h do domingo.

Veja se você tem direito. O benefício vale para eleitores que vão viajar para votar no sistema intermunicipal da Zona da Mata, do Agreste e do Sertão.
Separe os documentos. Leve o título de eleitor e um documento de identificação.
Escolha a rota. Defina para onde vai e identifique as empresas que operam a rota desejada.
Vá à empresa para retirar a passagem. A retirada é feita nas empresas, nos dias 23, 24 e 25. O ideal é ir um dia antes da viagem, para evitar imprevistos. Serão emitidas passagens de ida e volta.
Zona da Mata e Agreste: vale somente para o domingo (25), com ida e volta no mesmo dia.
Sertão: a ida pode ser no sábado (24), a partir das 18h, e a volta vai até as 21h do domingo (25).
No embarque, entregue o voucher ao motorista e receba o cartão.
Não tente embarcar sem o bilhete. O motorista não pode liberar a passagem. A orientação é procurar a empresa antes da viagem.
Fique atento ao limite de assentos. As passagens não podem passar do número de assentos que as concessionárias oferecem em dias úteis normais. Quanto antes você retirar, maior a chance de garantir o bilhete.
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Crise no transporte intermunicipal: concorrência dos clandestinos, falta de fiscalização do Estado e crise financeira provocam suspensão de linhas de ônibus ligando Recife ao interior de Pernambuco Os operadores do sistema intermunicipal apelam aos passageiros que sigam as recomendações para evitar tumultos e entendam que, pelas regras determinadas pelo governo do Estado, os motoristas não podem liberar a catraca gratuitamente.
“É importante alertar que a gratuidade no transporte intermunicipal é cadastrada antes pelas empresas, nos pontos de venda nos terminais rodoviários ou pontos de venda nas cidade. Se todo mundo decidir fazer o cadastro no mesmo dia, no caso o domingo, vai ficar complicado. Por isso, a orientação é que as pessoas adquiram as passagens gratuitas em suas cidades antes, a partir da sexta e do sábado”, reforça Érica Souto, diretora administrativa da Expresso 1002.
Outro alerta fundamental e que tem como objetivo garantir a segurança dos motoristas do sistema é sobre a operação de embarque. “Não é dar a mão e entrar nos ônibus. O motorista não pode liberar a passagem. Ele só pode fazer isso quando receber a passagem gratuita das empresas. A pessoa tem que ter esse comprovante em mãos. Por isso as empresas terão que fazer um amplo trabalho de informação”, promete.
A expectativa é de que o número de passageiros aumente, já que o setor estima que pelo menos 45% da demanda vem sendo transportada pelo transporte clandestino e poderá ser atraída para o sistema devido às passagens de graça.
Anunciada pessoalmente pela governadora Raquel Lyra (PSD) nas redes sociais, a conquista do benefício só aconteceu - é fundamental destacar para que num próximo pleito não seja subtraída do cidadão - após muita pressão institucional realizada pela Justiça Eleitoral, provocada pela Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco, que tem assento no Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM).
E, como a própria governadora destacou em seu vídeo e também foi evidenciado na informação oficial do Palácio do Campos das Princesas, é a primeira vez que essa gratuidade é concedida ao transporte intermunicipal de Pernambuco. O sistema nunca teve Tarifa Zero, nem em 2024 nem no primeiro turno deste ano.
Um sistema que agoniza há anos, sofre sem subsídios e sendo ‘canibalizado’ pelo transporte clandestino. O fim da operação da empresa Logo Caruaruense em julho deste ano é um reflexo dessa crise.
Atualmente, o sistema conta com aproximadamente 350 ônibus autorizados, operados por apenas três empresas, atendendo 87 linhas e realizando aproximadamente 21 mil viagens mensais, com cerca de 1 milhão de passageiros transportados por mês. Em contrapartida, estima-se que mais de 20 mil veículos atuem de forma clandestina em Pernambuco, configurando uma concorrência desleal e descontrolada.
Nos últimos cinco anos, as consequências dessa concorrência já são visíveis: redução de 50% da oferta de serviços, corte de centenas de ônibus, suspensão do transporte em cerca de 80 municípios e perda de aproximadamente 2 mil empregos diretos e indiretos.


© Divulgação/Semobi
When millions of children should be getting ready for school, millions of others are already at work. Child labor in Mexico takes many forms, but it disproportionately affects boys, children from Indigenous communities and less urbanized areas, and those who are not attending school. Many perform activities that can endanger their health and well-being, according to the snapshot offered by the 2025 National Survey of Child Labor (ENTI), presented on Wednesday.


O vice-prefeito de Guamiranga, no Paraná, Igor Pontarolo (PSD), foi preso em flagrante na terça-feira (20), após danificar estruturas do pronto-atendimento municipal e de uma sala da Secretaria de Saúde. A ocorrência também envolve acusações de ameaça e desacato a servidores. Na quarta-feira (21), ele obteve liberdade provisória.
Imagens de câmeras de segurança mostram que Pontarolo chegou à unidade de saúde carregando uma mulher no colo. A entrada, que possui uma trava eletrônica, não abriu na primeira tentativa. Após cerca de 16 segundos, o acesso foi liberado e ele entrou com a paciente.
Dois minutos depois, as câmeras registraram o político retornando ao local, arrancando a porta da estrutura e jogando-a no chão.
Confusão continuou na Secretaria de Saúde
Conforme o boletim de ocorrência, após deixar a área de atendimento, Pontarolo seguiu para a Secretaria de Saúde, instalada em um prédio anexo ao hospital, e procurou pelo titular da pasta. Testemunhas relataram que ele estava exaltado e danificou uma sala.
Ainda segundo os registros policiais, o vice-prefeito também teria ofendido o secretário municipal na presença de policiais militares que atenderam à ocorrência. Ele foi encaminhado à Polícia Civil, onde a prisão em flagrante foi formalizada.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias do episódio e as condutas atribuídas ao político. A prisão em flagrante e a posterior concessão de liberdade provisória não representam condenação pelos crimes investigados.
Defesa afirma que houve emergência médica
Em depoimento, um amigo de Pontarolo relatou que os dois estavam em um velório quando uma tia dele passou mal, desmaiou e começou a convulsionar. Diante da situação, o vice-prefeito teria decidido transportá-la por conta própria até o pronto-atendimento.
A defesa sustenta que a conduta ocorreu em uma situação de emergência. Em nota, afirmou que Pontarolo agiu em estado de necessidade para preservar a vida da paciente e garantir assistência médica. O advogado Renato Rafael Griczynski também declarou que a defesa respeita as instituições, o devido processo legal e a presunção de inocência.
A Prefeitura de Guamiranga informou que ainda não dispõe de elementos conclusivos para esclarecer integralmente o ocorrido. A administração anunciou que pretende apurar as circunstâncias, os possíveis danos ao patrimônio público e os motivos envolvidos por meio de uma sindicância.
O município afirmou que aguardará a apuração formal antes de emitir um juízo sobre o caso e reafirmou o compromisso com a transparência, a preservação do patrimônio público e o respeito aos servidores e à população.
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Um homem não identificado foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) após um ataque de abelhas na zona rural de Itapuranga, nesta quinta-feira (22/10). Ele foi encontrado inconsciente e com sinais de choque anafilático, reação grave provocada pelas picadas.
Para alcançar a vítima, um bombeiro vestiu roupa de proteção própria para apicultura e entrou na área de mata. Após retirar o homem do local, a equipe usou toalhas umedecidas para afastar as abelhas que ainda permaneciam sobre o corpo e iniciou os primeiros socorros perto de uma residência.
O homem foi levado ao Hospital Municipal de Itapuranga, onde chegou com vida. Durante o atendimento, os militares administraram oxigênio e monitoraram os sinais vitais diante do risco de parada cardiorrespiratória. Como a identidade da vítima não foi divulgada, não houve atualização sobre seu estado de saúde.
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O alerta partiu de um polícia de folga. Foram apreendidas 24 doses de haxixe, 100 euros, dois telemóveis e uma balaclava. Os detidos ficam com apresentações semanais.
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© ADAM VAUGHAN/EPA
Estados Unidos se ha convertido en una gigantesca campaña electoral con un elefante que sobrevuela la conversación. Las concesiones del presidente, Donald Trump, a Rusia en una estrategia desesperada para rebajar el precio de los carburantes y poner fin a la guerra de Ucrania están incomodando a los candidatos republicanos, que ven cómo el acercamiento a Vladímir Putin está lastrando sus opciones en la contienda electoral.

© Julia Demaree Nikhinson (AP)
A New Mexico judge has ordered Mark Zuckerberg's Meta to pay $25 billion in penalties over its handling of the Cambridge Analytica data scandal, according to a court filing issued Wednesday.
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‘Scapegoating non-permanent residents is not going to lower the cost of living,’ Vanesa Ortiz says
When Vanesa Ortiz came to Calgary from Mexico, she found herself in a city gripped by winter. Outside the airport, it was -15C (5F).
“I would come to understand that this was not an extreme cold,” she said. “But in the moment it was terrifying.
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© Photograph: Todd Korol/Reuters

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Lo scorso gennaio Mathias Döpfner, amministratore delegato e comproprietario del gruppo editoriale tedesco Axel Springer, ha ospitato nel suo studio di Berlino Charles Kushner. Dall’ambasciatore statunitense in Francia, nonché padre di Jared, genero di Donald Trump, voleva sapere qualche dettaglio del piano pensato dall’amministrazione americana per TikTok. Anche Döpfner aveva in mente qualcosa di simile, così da fugare le preoccupazioni di sicurezza che circondano la piattaforma cinese, per cui una chiacchierata non avrebbe fatto male. A raccontare l’incontro è il Financial Times, secondo cui il magnate dei media vorrebbe arrivare a un accordo per scorporare il social network e diventare titolare della sezione europea.
La questione è tutta in divenire. Sia Byte Dance, proprietaria di TikTok, sia funzionari della Commissione europea che hanno discusso della proposta con Döpfner hanno chiuso la porta, definendola una suggestione irrealizzabile. La questione è problematica soprattutto per Bruxelles. Le sue regole sulla sicurezza valgono per tutti gli operatori, dentro e fuori l’Ue, e sono stringenti. Forse non così tanto, come ha sottolineato il vicepresidente del Parlamento europeo Martin Hojsík: “Non stiamo applicando sufficientemente il Digital Services Act e il Digital Markets Act. Dobbiamo chiamare le piattaforme a rispondere delle loro responsabilità”. Döpfner però non perde le speranze.
TikTok, affermava in una intervista a Dpa a inizio settembre, “dovrebbe essere venduto ad azionisti democratici o bandito. Non capisco ancora perché noi in Europa non stiamo agendo. Gli americani hanno dimostrato che si può fare”. Non è un caso che le aziende che amministra siano da poco sbarcare su TikTok. Axel Springer, Bild e Welt hanno di recente aperto un loro profilo sulla piattaforma. Politico e Telegraph, sempre di proprietà di Döpfner, già ne hanno uno. Ed è proprio Axel Springer a uscire allo scoperto: “Come risulta chiaro dalle sue dichiarazioni pubbliche, Mathias Döpfner ha sempre sostenuto una soluzione europea per TikTok sulla falsariga del modello americano. Se tale soluzione si fosse concretizzata, avremmo accolto con favore l’opportunità di farne parte in quanto importante operatore mediatico europeo”.
Dietro c’è anche dell’altro. La strategia di Döpfner è larga e punta a inglobare altri interessi. Politico è uno dei media che sono stati bannati dalla Casa Bianca su ordine di Trump. Per cercare di riportare i suoi giornalisti all’interno delle sale istituzionali americane, Döpfner ha avviato una capillare opera di persuasione. Non soltanto con Kushner. A febbraio, quindi un mese dopo averlo incontrato, si è visto con Susie Wiles, l’importantissima capa di gabinetto di Trump, che la considera centrale per il suo lavoro. A settembre, invece, ha premiato di persona Peter Thiel, altra figura fondamentale nell’alveo del presidente. Un modo elegante per cercare di rientrare nella sua cerchia.


Si chiude a Roma il 20° Convegno Nazionale di ASSTRA, dal titolo “Mobilità di valore, valore alla mobilità”, con un messaggio chiaro sul futuro del trasporto pubblico locale: servono risorse certe, regole stabili e contratti adeguati per sostenere gli investimenti e garantire la continuità dei servizi.
Alla plenaria conclusiva, il presidente di ASSTRA Andrea Gibelli ha indicato le priorità per il prossimo ciclo di investimenti, sottolineando il ruolo strategico che il trasporto pubblico può avere non soltanto sul fronte della mobilità, ma anche su quello energetico, ambientale, economico e sociale.
“Il PSNMS e il PNRR ci hanno permesso, in questi anni, di rinnovare i servizi di trasporto pubblico all’insegna della programmazione, sperimentando un metodo per trasferire valore ai territori basato su finanziamenti certi, scadenze stringenti, milestone e rendicontazione. È stata un’esperienza da non disperdere, perché ha dato molti frutti”, ha spiegato Gibelli. Per il presidente di ASSTRA, però, il percorso deve proseguire. “Nell’attuale contesto socioeconomico nazionale e geopolitico mondiale, garantire continuità a quanto fatto e continuare ad investire sul trasporto pubblico locale significa agire al tempo stesso sulla politica energetica, ambientale, economica e sociale del Paese”.
Da qui la necessità di “definire, per il Paese, un piano ambizioso per lo sviluppo del trasporto pubblico”. Un piano che, secondo Gibelli, deve poggiare su risorse certe per programmare nuove infrastrutture, nuovi veicoli e nuovi servizi, oltre che per assorbire eventuali shock inflattivi. Servono inoltre regole chiare e omogenee rispetto al quadro regolatorio europeo e contratti di servizio capaci di valorizzare la natura industriale e commerciale della gestione.
I numeri richiamati nella relazione del presidente ASSTRA restituiscono il peso del comparto nell’economia italiana. Il trasporto pubblico locale vale circa 12 miliardi di euro di fatturato, occupa 113mila dipendenti e garantisce gli spostamenti di circa 15 milioni di passeggeri ogni giorno. Gli investimenti complessivi previsti nel periodo 2015-2033 ammontano a circa 40 miliardi di euro. Secondo le elaborazioni ASSTRA, inoltre, l’effetto del settore sull’economia va oltre il suo valore diretto: per ogni euro generato dal trasporto pubblico locale se ne attivano altri quattro nell’economia.
Tra i principali nodi indicati dall’Associazione c’è quello delle risorse. Con la conclusione della spinta del PNRR e il progressivo esaurimento del Piano strategico per la mobilità sostenibile (PSNMS), destinato a terminare nel 2033, il settore ha bisogno di una nuova programmazione finanziaria per sostenere sia gli investimenti sia la spesa corrente.
Per rispettare gli obblighi europei legati alla transizione energetica, secondo il modello elaborato da ASSTRA, sono necessari circa 740 milioni di euro l’anno di investimenti e ulteriori 300 milioni di costi operativi. A questo si aggiunge la perdita di potere d’acquisto del Fondo nazionale trasporti, quantificata in circa 800 milioni di euro rispetto all’inflazione, oltre al passaggio dal 2027 alla compartecipazione IRPEF regionale. Restano inoltre 1,25 miliardi di euro di risorse già stanziate ma ancora in attesa di essere erogate alle aziende.
A pesare sui bilanci delle aziende sono anche i rincari energetici. Nel corso del convegno sono stati evidenziati aumenti del 52% per il gasolio, del 48% per il metano e del 40% per l’energia elettrica. A questi si aggiunge il costo del lavoro: il rinnovo del CCNL 2024-2026, secondo quanto indicato da ASSTRA, risulta coperto dal 2027 soltanto per il 54%. Crescono inoltre i premi assicurativi, con aumenti che arrivano fino al 150%. Proprio per affrontare l’impatto dei costi energetici, Gibelli ha rilanciato la proposta di collegare l’andamento dei carburanti alle tariffe del trasporto pubblico. “Abbiamo avanzato delle proposte, tra cui quella di legare in maniera coerente il costo dei carburanti alle tariffe perché consente di continuare a fornire un servizio come quello previsto dai contratti“, ha affermato il presidente di ASSTRA.
Il secondo pilastro indicato dall’Associazione riguarda le regole. ASSTRA chiede un quadro normativo più semplice, stabile e coerente con il Regolamento europeo 1370/2007, capace di riconoscere la specificità del settore e di ridurre la stratificazione normativa e i vincoli a carico delle imprese pubbliche, soprattutto quando operano in concorrenza. Il terzo elemento riguarda invece i contratti di servizio, che dovrebbero avere una durata compatibile con gli investimenti e tenere conto delle dinamiche esterne, garantendo l’equilibrio economico-finanziario delle aziende in vista della prossima stagione degli affidamenti.
Il presidente di ASSTRA ha poi sottolineato i cambiamenti che hanno interessato il settore negli ultimi anni. “La formula innovativa di convegno interattivo ha fatto emergere un’Asstra molto pragmatica. Il messaggio che vogliamo lasciare è che le aziende di trasporto hanno cambiato pelle: sono più tecnologiche e molto più energivore; quindi, meritano uno status giuridico che riconosca questo ruolo”, ha dichiarato Gibelli. Il cambiamento riguarda anche le professionalità richieste. “Noi offriamo posti di lavoro in settori che vengono ancora molto identificati soltanto con gli autisti. Oggi essere dipendente di una società di trasporto vuol dire avere competenze nel settore energetico e in quello digitale. E questo, perché no, significa anche un modo di viaggiare per l’autista molto diverso rispetto al passato”, ha concluso.
Nel corso della plenaria conclusiva sono intervenuti anche il presidente dell’Autorità di Regolazione dei Trasporti, Nicola Zaccheo, e il direttore di ANSFISA, Domenico Capomolla. Zaccheo ha sottolineato il ruolo centrale del trasporto pubblico per la mobilità quotidiana e per la transizione ambientale. “Il trasporto pubblico locale è uno dei settori più importanti e cruciali per il nostro Paese: è proprio con i mezzi del trasporto pubblico che si muovono quotidianamente milioni di persone. In questo momento abbiamo bisogno di investimenti nel settore per far sì che la sostenibilità ambientale si concretizzi effettivamente”. Secondo il presidente dell’Autorità, il trasporto pubblico locale potrebbe contribuire ulteriormente alla sostenibilità ambientale aumentando il numero di utenti e le proprie quote modali.
In chiusura di convegno, Domenico Capomolla, direttore di ANSFISA, ha posto l’accento sulla necessità di rafforzare prevenzione, manutenzione e vigilanza basata sul rischio per garantire la sicurezza delle infrastrutture. Tra gli elementi indicati da Capomolla anche il rafforzamento dell’autonomia dell’Agenzia e il dialogo tra istituzioni e operatori, considerati due strumenti per consolidare il sistema dei trasporti.
Il confronto si è sviluppato nell’arco di due giornate. Dopo le sessioni tematiche parallele del 21 ottobre, dedicate a economia, lavoro, regolazione e innovazione, il 22 ottobre la plenaria conclusiva ha ospitato due tavole rotonde, “Economia e Regolazione” e “Lavoro e Tecnologie”, con la partecipazione di rappresentanti delle istituzioni nazionali ed europee, delle Regioni, dei Comuni e degli operatori del settore. I contributi emersi confluiranno nel documento di sintesi strategica dell’Associazione.
L'articolo ASSTRA, Gibelli: “Investire nel trasporto pubblico significa agire su energia, ambiente, economia e società” proviene da Affaritaliani.it.


A Aerospace Team Graz (ASTG) venceu o EuRoC Award, galardão atribuída à equipa com o melhor desempenho global nas diferentes dimensões avaliadas, incluindo a conceção do veículo, documentação técnica, o trabalho de equipa e o desempenho em voo.
A equipa austríaca, que já tinha vencido o EuRoC em 2023 e 2025, arrecadou ainda o prémio de melhor voo na categoria de propulsão líquida de 9.000 metros.
A 7.ª edição do European Rocketry Challenge (EuRoC), competição universitária organizada pela Agência Espacial Portuguesa decorreu em Constância entre 15 e 21 de outubro, com cerca de 700 estudantes de 13 universidades europeias. Ao longo de quatro dias saíram das rampas de lançamento um total de 12 foguetes.
A edição de 2026 ficou marcada pela estreia da categoria Rookie, destinada a novas equipas, pela diversidade tecnológica dos projetos apresentados.
Em destaque esteve também a equipa White Noise, da Grécia, que conquistou dois prémios na sua primeira participação na competição: Rookie of the Year, atribuído à melhor equipa estreante, e Payload Award, que distingue a melhor carga útil, valorizando a inovação, a fiabilidade e o potencial de aplicação da tecnologia desenvolvida.
“Esta edição demonstrou que é possível abrir a competição a novas equipas sem comprometer a exigência técnica que caracteriza o EuRoC. Para estes estudantes, foi primeira oportunidade de transformar meses de desenvolvimento num projeto real, sujeito aos mesmos desafios técnicos e de segurança que encontram na indústria”, destaca Marta Gonçalves, gestora dos programas de Educação e Ciência da Agência Espacial Portuguesa.
Para Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, a competição representa hoje um dos exemplos mais concretos da capacidade de Portugal de desenvolver iniciativas de referência no setor espacial europeu.
“O EuRoC tornou-se uma referência europeia porque conseguimos criar um ambiente em que as novas gerações desenvolvem tecnologia em condições próximas da indústria. Muitos dos estudantes que passaram pelo EuRoC estão hoje a trabalhar em empresas do setor ou criaram os seus próprios negócios. É esse o impacto da competição: formar o talento de que a indústria espacial europeia precisa, tornando-a mais forte e mais autónoma”, afirma Ricardo Conde.
Duas equipas portuguesas
Com sete equipas selecionadas, Portugal esteve representado na fase final do EuRoC por duas equipas universitárias. A Minho Aerospace Students’ Team (MAST), da Universidade do Minho, levou o foguete Mirage ao objetivo de 3.000 metros de altitude. A equipa, fundada em 2024, tornou-se a primeira formação portuguesa a conseguir um lançamento com recuperação na sua estreia no EuRoC.
Já a Rocket Experiment Division (RED), do Instituto Superior Técnico, que participa na competição desde 2021 sem interrupção, não conseguiu realizar o lançamento devido a problemas técnicos que não foram resolvidos dentro do prazo da competição.
A North Space, que reúne estudantes de várias faculdades da Universidade do Porto e da Universidade de Lisboa, apesar de selecionada, ficou de fora da fase final, devido a diversos contratempos no desenvolvimento do rocket.

Prémios por categoria
EuRoC Award: Aerospace Team Graz (Áustria)
Technical Award: ARIS (Suíça)
Design Award: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
Payload Award: White Noise (Grécia)
Team Award: BME Suborbitals (Hungria)
Flight Award Líquido 9K: Aerospace Team Graz (Áustria)
Flight Award Líquido 3K: Skyward Experimental Rocketry (Itália)
Flight Award Sólido 3K: LEEM-UPM (Espanha)
Flight Award Híbrido 3K: CTU Space Research (Chéquia)
Rookie of the Year: White Noise (Grécia)
