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PS fala em declarações “intoleráveis” e BE pede a demissão do presidente do IHRU

O PS classifica como “intoleráveis” as declarações do presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana sobre o “nível de sacrifício” dos jovens para conseguirem ter casa, enquanto o Bloco de Esquerda vai mais longe e pede a demissão de Benjamim Pereira e a sua audição urgente no Parlamento

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André Ventura gastou 3,7 milhões na campanha para as presidenciais, o triplo de António José Seguro

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By: Lusa

O presidente do Chega, André Ventura, gastou 3,7 milhões de euros na campanha eleitoral das presidenciais, o triplo dos 1,2 milhões gastos por António José Seguro, que o derrotou na segunda volta do sufrágio.

Os dados constam das contas das campanhas entregues pelos candidatos das últimas eleições presidenciais à Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) e divulgadas esta quinta-feira.

André Ventura foi, com larga margem, o candidato que apresentou maiores despesas, num total de 3,73 milhões de euros, mais cerca de 2,8 milhões do que os 900 mil inicialmente previstos no orçamento entregue à ECFP antes das eleições.

Os principais gastos do líder do Chega correspondem a estruturas, cartazes e telas, nos quais investiu 1,72 milhões, seguindo-se os brindes e outras ofertas, categoria em que registou um gasto de 972 mil euros.

A campanha de Ventura gastou ainda 346,6 mil euros em propaganda, 210,7 mil euros em comícios, 175,5 mil euros em custos administrativos e 143,5 mil euros na conceção da campanha e em agências de comunicação, além de 156,4 mil euros classificados como outras despesas.

Do lado das receitas, a candidatura recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 2,7 milhões de euros de partidos políticos para financiar a campanha. Os donativos de particulares totalizaram apenas 760 euros.

André Ventura ficou em segundo lugar na primeira volta das eleições presidenciais, com 23,5% dos votos, e foi derrotado na segunda volta por António José Seguro, que venceu com 66,8% dos votos.

António José Seguro, que se candidatou como independente com o apoio do PS, tinha orçamentado uma campanha de 1,13 milhões de euros, mas acabou por gastar 1,22 milhões, mais cerca de 90 mil euros do que previu.

A maior parcela da despesa da candidatura do atual Presidente da República correspondeu a comícios, em que gastou 412,9 mil euros, seguindo-se os cartazes (329,5 mil euros), a conceção da campanha e agências de comunicação (206,4 mil euros), propaganda (140,7 mil euros), custos administrativos (77,8 mil euros) e brindes (55,9 mil euros).

A candidatura vencedora recebeu 1,03 milhões de euros de subvenção pública e 125,6 mil euros de angariação de fundos.

Indicou ainda que recebeu 71,1 mil euros de partidos políticos, depois de ter previsto, no orçamento entregue à ECFP antes das eleições, que não iria receber qualquer verba de forças partidárias.

Depois dos dois candidatos da segunda volta — que tiveram, por isso, campanhas maiores –, surgem os nomes de Henrique Gouveia e Melo, que gastou 984,7 mil euros, Luís Marques Mendes, com despesa de 880,6 mil euros, e João Cotrim Figueiredo, que gastou 744,5 mil euros.

Entre os candidatos que não receberam qualquer subvenção pública, António Filipe investiu 329 mil euros, Catarina Martins 89 mil e Jorge Pinto gastou 82 mil euros — os três tiveram as campanhas largamente financiadas pelos respetivos partidos. André Pestana ficou pelos 5,9 mil euros de despesa, totalmente financiados por donativos e cedência de bens a título de empréstimo.

Dos 11 candidatos, não entregaram contas à ECFP Humberto Correia e Manuel João Vieira.

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SC Braga vence Gent na estreia de Franclim Carvalho

O SC Braga venceu hoje em casa ao Gent, por 2-0, no jogo da segunda jornada da Liga Conferência em futebol que pôs termo a uma sequência de três derrotas seguidas, na estreia do treinador Franclim Carvalho.

Dois dias depois de ter sucedido ao espanhol Carlos Vicens, os bracarenses, semifinalistas da Liga Europa na temporada passada, voltaram aos triunfos frente aos belgas, com golos dos espanhóis Victor Gomez e Gabri Martínez, aos três e 76 minutos.

Estes foram os primeiros pontos na fase de liga da Liga Conferência da equipa portuguesa, que tinha perdido em Copenhaga na primeira jornada (3-0), no segundo dos três desaires seguidos que levaram à mudança no comando técnico.

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Reuniões de Lecornu com partidos terminam sem avanços

Os partidos acusam o Governo de evitar as responsabilidades e não apresentar soluções para a fase de crise que o país enfrenta. Todas as manifestações marcadas para sábado em Marselha foram proibidas.

© TERESA SUAREZ / POOL/EPA

O primeiro-ministro tinha-se reunido na quarta-feira com os sindicatos franceses e foi acusado também pelos mesmos de ignorar as suas reivindicações
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Exército poderá investir 82 milhões em carros de combate

Conselho de Ministros aprovou ainda reforço de 2,4 milhões para combustíveis da Marinha e criou a carreira de Técnico de Salvamento Marítimo.

© MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

O Governo afirmou que "a decisão garante a continuidade do abastecimento das unidades navais e a capacidade de cumprimento das missões da Marinha"
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Morreu Jorge Neto, antigo deputado do PSD

O advogado foi vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD e secretário de Estado da Defesa. O PSD manifesta, em comunicado, "profunda consternação pelo falecimento".

© Facebook Jorge Neto

Jorge Manuel Neto nasceu no dia 3 de janeiro de 1957 e licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
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AIMA pode gastar até 31,35 milhões em documentos oficiais

Verba cobre produção, emissão e expedição de documentos para os cerca de 1,6 milhões de estrangeiros residentes em Portugal até ao primeiro semestre de 2027.

© AIMA / Facebook

De acordo com as últimas contas, a AIMA teve receitas de 101 milhões, arrecadados a partir de taxas cobradas a imigrantes
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Cinco novos casos de sarampo em Lisboa e Vale do Tejo

DGS identificou cinco novos casos na região de Lisboa desde 6 de outubro. Três são importados, por pessoas que viajaram para países com elevada incidência da doença.

© Governo

A circulação do vírus a nível internacional pode resultar na importação de casos para Portugal, sobretudo num contexto de elevada mobilidade
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