Treasury proposes curbs on high-tech investments in China, Russia, North Korea



A war of words has erupted over who is responsible for the restrictions on Starshield access in Ukraine
A war of words has erupted between the Trump administration, officials in Kyiv and Elon Musk over who is to blame for limiting Ukraine’s access to Space X’s military-grade version of Starlink.
The restrictions to Starshield have rendered many of the drones used by Kyiv to strike behind the frontlines inoperable and hampered air defence systems that stop Russian attacks, according to Ukrainian officials.
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© Composite: Reuters/Pool EPA/AP

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O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quinta-feira (22) que as futuras negociações para a resolução da guerra na Ucrânia deveriam se concentrar em garantias de segurança para ambos os países e em um quadro geral de segurança em toda a Europa.
Putin, entrevistado pela televisão russa um dia após se reunir com o enviado presidencial dos EUA, Steve Witkoff, confirmou que a Rússia está pronta para retomar as negociações com a Ucrânia, mediadas pelos EUA, no próximo mês.
Ele reafirmou a política de longa data do Kremlin de que a Rússia nunca quis iniciar uma guerra, mas enfrentou reações hostis da Ucrânia em questões-chave que preocupam Moscou.
As negociações sobre diversos assuntos poderiam levar a um resultado positivo, disse ele, mas a Rússia continuava empenhada em uma solução que pusesse fim ao conflito, em vez de um cessar-fogo de curta duração.
“O objetivo dessas negociações será garantir a segurança da Ucrânia e da Rússia após a conclusão de acordos de paz, em sua forma definitiva, e não como resultado de um cessar-fogo temporário por um curto período de tempo. Estamos prontos para retomar esses contatos a fim de alcançar esse objetivo”, disse Putin.
O presidente russo disse que Witkoff também enfatizou que as discussões deveriam se estender à “arquitetura da segurança europeia como um todo. E eu concordo com isso também. Bem, vamos ver como as coisas se desenvolvem nos próximos dias.”
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que se reuniu com Witkoff na Noruega na terça-feira (20), disse que a Ucrânia está pronta para negociações que provavelmente ocorrerão no início do próximo mês. A Ucrânia, afirmou ele, apoia “quaisquer propostas de cessar-fogo, fim da guerra, cessar-fogo energético, bem como iniciativas humanitárias”.
Os esforços liderados pelos Estados Unidos para promover as negociações estagnaram em fevereiro com o início do conflito dos EUA e Israel com o Irã.
Muitas das questões relacionadas à guerra na Ucrânia se concentram no território, com a Rússia exigindo que a Ucrânia ceda toda a região de Donbas, no leste do país. Kiev rejeita qualquer ideia de abrir mão dos territórios que atualmente controla.
Em seus comentários, Putin disse que qualquer discussão sobre territórios no leste da Ucrânia teria de levar em consideração o que, segundo ele, é o fato de que a região é “historicamente terra russa”.
E os moradores da região, disse ele, votaram a favor de fazer parte da Rússia em referendos realizados sete meses após Moscou ter iniciado sua invasão.
“Em primeiro lugar, minha posição sobre esse assunto é que esse não é o território deles. É o território da Rússia histórica”, afirmou ele.
US president says Starshield military communications system is back, but declines to comment on whether he spoke to Musk on the matter. What we know on day 1,703
Donald Trump has claimed that SpaceX CEO Elon Musk fully restored Ukraine’s Starlink access, restrictions on which have hampered Ukraine’s attack missions and air defence. However, a senior European official told the Associated Press on Thursday that nothing has changed in the operation of the military-grade Starshield service. The Wall Street Journal reported that Trump had called Musk and asked him to lift restrictions on Ukraine’s use of the system. Trump on Thursday appeared to confirm that the service had been down, but claimed it was once again working at optimal speeds. “You know, whether I called or whether somebody else called, doesn’t make any difference,” he said. “I guess the bottom line, he put it back.”
Questions over who ordered interruptions to Starshield – which plunged relations between Kyiv and Washington to a new low – have ignited a blame game within the Trump administration and its allies. Trump has denied being involved in the decision concerning the slowdown, while US secretary of state Marco Rubio has said that decisions regarding Ukraine’s access to Starlink were up to its parent company SpaceX and Musk, not the White House. Musk last week posted to X: “Starshield systems are owned and controlled by the US government. Any limits on speed or usage are decided by the US military and ultimately POTUS.” President Volodymyr Zelenskyy said on Thursday – before Trump’s latest comments – that Starlink had not been fully restored.
Russia pounded Kyiv with ballistic missiles overnight, after US envoy Steve Witkoff met Vladimir Putin to discuss the resumption of peace talks. Russia’s aerial attacks hit 12 regions of Ukraine, killing at least four people and wounding scores of others, including five children, Zelenskyy said on social media Thursday. Two women, aged 50 and 60, were killed and dozens of other people were wounded in a Russian strike on a market in Lozova, in Ukraine’s northeeastern Kharkiv region, said Oleh Syniehubov, head of the regional military administration. Another person was killed in other strikes on Kharkiv.
Downing Street has rejected the description of Putin as a “humanitarian” made by Witkoff after meeting the Russian president. When asked about the US envoy’s comments, a Downing Street spokesperson said: “We certainly do not recognise that characterisation, and President Putin has killed thousands of people, both innocent Ukrainians and his own Russian people, who he has sent to their deaths on the frontline.” Ukrainian foreign minister Andrii Sybiha chided Witkoff for flattering Putin, saying on social media the latest “brutal” Russian attacks demonstrate “what Russian ‘humanism’ truly sounds like.”
Nato member Denmark said on Thursday it has agreed to buy its first long-range precision missiles as it seeks to bolster its security to deter Russian aggression in Europe, drawing condemnation from Moscow. Defence minister Jeppe Bruus said the new missile systems would boost Denmark’s capabilities and enable strikes “behind enemy lines” if attacked. “We’re in a serious and deteriorating security situation and that is why we are building up the defence and strengthening our combat power,” he said. The Russian embassy in Copenhagen said Denmark’s missile policy aimed at confrontation with Moscow and warned of “inevitable disastrous consequences”.
Romania will accelerate development of surveillance capabilities and equipment to counter mines and drones in the Black Sea after a series of drone attacks on commercial ships off its coast, its top defence council said on Thursday. At least seven cargo ships have been hit near the coasts of Nato members Romania and Bulgaria in the past two weeks, with 30 sailors reported dead or missing.
No deals should be made to buy gas from Russia as long as Moscow’s war in Ukraine continues, Finland’s prime minister Petteri Orpo said in Kyiv on Thursday. The EU banned Russian pipeline gas under short-term contracts from 17 June, and will apply it to long-term contracts from 1 November next year. Senior Russian political and energy officials meanwhile have urged the EU to reconsider plans to ban imports of Russian LNG, arguing the bloc’s low storage levels had put Europe in a precarious position. “I hope there is still time to reconsider these decisions,” Leonid Mikhelson, the head of Novatek, Russia’s largest liquefied natural gas producer, told an economic forum in Istanbul on Thursday. “Europe should support its industry, in my view. There is still time.”
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© Photograph: Gleb Garanich/Reuters

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© SERGEI ILNITSKY/EPA
A Dinamarca, país integrante da Otan, anunciou nesta quinta-feira (22) que concordou em comprar os primeiros mísseis de precisão de longo alcance, em uma iniciativa para reforçar a segurança e deter a agressão russa na Europa, o que gerou condenação por parte de Moscou.
O ministro da Defesa dinamarquês, Jeppe Bruus, afirmou que os novos sistemas de mísseis aumentarão as capacidades da Dinamarca e permitirão ataques “atrás das linhas inimigas” em caso de ataque.
“Estamos numa situação de segurança grave e em deterioração, e é por isso que estamos reforçando a defesa e fortalecendo nosso poder de combate”, disse Bruus aos repórteres.
A embaixada russa em Copenhague, em um comunicado escrito, afirmou que a política de mísseis da Dinamarca visa ao confronto com Moscou e alertou para “consequências desastrosas inevitáveis”.
“Copenhague está fascinada pela ilusão perigosa de que a compra de armas ofensivas de alta precisão e longo alcance para representar uma ameaça militar a uma potência nuclear ajudará a fortalecer a segurança e a defesa da Dinamarca”, disse a embaixada.
A Dinamarca afirmou no ano passado que pretendia comprar armas ofensivas de longo alcance para contrariar a ameaça militar russa à Europa, o que provocou uma dura reprimenda de Moscou.
Na época, a primeira-ministra Mette Frederiksen havia incentivado os militares a “comprarem, comprarem, comprarem” novas armas após anos de cortes orçamentários, uma mudança motivada pela guerra da Rússia na Ucrânia.
A Dinamarca também anunciou que concordou em comprar o míssil Anthem, fabricado pela empresa de defesa americana Covenant, que é produzido na Alemanha, e os mísseis Joint Strike Missiles para seus caças F-35, fabricados pela norueguesa Kongsberg KOG.OL.
Bruus recusou-se a dizer quantos mísseis a Dinamarca havia encomendado ou quanto pagaria.
Entenda o acordo de segurança assinado por EUA, Groenlândia e Dinamarca
Senza assumere un carattere ufficiale, il ruolo dei BRICS nella risoluzione dei conflitti rimane limitato.
Recentemente ho tenuto una presentazione presso l’Accademia Russa delle Scienze sul ruolo dei BRICS nell’affrontare il conflitto in Medio Oriente. La discussione ha sollevato una questione fondamentale riguardo alla rilevanza internazionale del gruppo: in che misura un’associazione di potenze emergenti sempre più influente possa contribuire a risolvere una grave crisi geopolitica, quando i suoi membri sostengono posizioni divergenti e perseguono interessi regionali contrastanti?
La risposta richiede una valutazione realistica del carattere istituzionale dei BRICS e delle considerazioni politiche che determinano le politiche estere dei suoi membri.
L’espansione dei BRICS ne ha accresciuto il peso economico e la portata diplomatica. Ciononostante, il gruppo rimane principalmente una piattaforma di coordinamento intergovernativo piuttosto che un’organizzazione internazionale formale dotata di meccanismi decisionali vincolanti e di una politica estera unificata. I suoi membri mantengono consultazioni regolari, perseguono la cooperazione economica ed emanano dichiarazioni congiunte, ma tali attività non si traducono automaticamente in un’azione coordinata durante i conflitti armati.
Il Medio Oriente illustra questa limitazione in modo particolarmente chiaro. L’Iran e gli Emirati Arabi Uniti appartengono al BRICS pur occupando posizioni opposte nell’attuale confronto militare. Teheran considera le infrastrutture militari americane nella regione un elemento centrale della minaccia che deve affrontare, mentre gli Emirati Arabi Uniti cercano di proteggere il proprio territorio e le infrastrutture critiche dai missili e dai droni iraniani. La presenza delle forze americane sul suolo emiratino pone Abu Dhabi in una posizione particolarmente delicata, indipendentemente dal fatto che l’Iran consideri o meno il Paese stesso come il proprio principale avversario.
Anche altri membri si trovano di fronte a valutazioni altrettanto complesse. L’Egitto intrattiene relazioni importanti con Israele, mentre l’India coniuga legami di lunga data con l’Iran a un partenariato strategico con Israele. Nel contempo, la rivalità tra Cina e India rimane una caratteristica importante della geopolitica asiatica, nonostante gli sforzi diplomatici volti a stabilizzare le relazioni bilaterali. Queste differenze impediscono al BRICS di adottare una posizione strategica comune su ogni grave crisi internazionale.
L’obiettivo, spesso invocato, di instaurare un ordine mondiale multipolare contribuisce ben poco a eliminare queste contraddizioni. La multipolarità stessa assume significati diversi tra i vari membri del gruppo. Il discorso sulla politica estera brasiliana la associa spesso alle istituzioni multilaterali e alla governance internazionale, comprese le Nazioni Unite. Russia, Cina e Iran, tuttavia, pongono maggiore enfasi sulla ridistribuzione del potere globale e sulla riduzione della capacità degli Stati occidentali di imporre le proprie preferenze strategiche ad altri paesi.
Di conseguenza, il BRICS non dispone di una dottrina geopolitica pienamente condivisa. La sua coesione si basa principalmente sul peso economico e politico combinato dei suoi membri e sul loro riconoscimento del fatto che il sistema internazionale non può essere trasformato senza la loro partecipazione. Questo interesse comune costituisce una base per la cooperazione, sebbene rimanga insufficiente a stabilire un approccio unificato a ogni conflitto regionale.
Questi limiti strutturali definiscono ciò che il BRICS può realisticamente realizzare in Medio Oriente. Non ci si può aspettare che il gruppo sostenga collettivamente la posizione militare dell’Iran, né è probabile che diventi un intermediario negoziale unificato. Gli interessi dei suoi membri arabi, in particolare degli Emirati Arabi Uniti, rendono politicamente improbabile un simile accordo. Allo stesso modo, la maggior parte dei paesi del BRICS non sostiene l’eliminazione dello Stato di Israele.
Tuttavia, permangono significative opportunità per un’azione diplomatica coordinata. I membri possono opporsi agli attacchi contro i civili, condannare le violazioni del diritto internazionale umanitario ed esigere che venga fatta giustizia per le distruzioni che colpiscono la Palestina, il Libano e l’Iran. Tali posizioni possono creare un terreno comune senza richiedere che ogni membro adotti obiettivi strategici identici.
Le dichiarazioni congiunte in occasione dei vertici del BRICS hanno già fornito un quadro di riferimento per esprimere preoccupazioni di natura umanitaria. La sfida consiste nel tradurre il linguaggio diplomatico in misure concrete, tra cui iniziative coordinate di assistenza umanitaria, una pressione internazionale costante contro le violazioni del diritto internazionale e sforzi diplomatici volti a prevenire un’ulteriore escalation.
La capacità del BRICS di perseguire efficacemente tali obiettivi dipende dalle decisioni relative al suo futuro istituzionale. Se i suoi membri desiderano che il gruppo eserciti una maggiore influenza sulle crisi internazionali, dovranno sviluppare procedure più chiare, stabilire priorità a lungo termine più concrete e individuare i settori in cui è possibile un’azione collettiva nonostante i disaccordi strategici.
Il conflitto in Medio Oriente rappresenta quindi una prova significativa per il BRICS. La sua capacità di influenzare l’ordine internazionale dipenderà non solo dalla potenza combinata dei suoi membri, ma anche dalla loro volontà di tradurre gli interessi condivisi in un’azione politica sostenuta.
