Uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia aumenta as condições para a ocorrência de tempestades em todo o leste do país, nesta quinta-feira (22). As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Região Norte, chove com trovoadas isoladas no Acre, em Rondônia e nas regiões sul e oeste do Amazonas, onde há um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. Pode chover de forma isolada em Roraima, no sul do Pará e no oeste do Tocantins.
Nas capitais, a temperatura mínima será de 23 graus Celsius (°C) em Rio Branco, e a máxima de 37°C em Palmas.
No Centro-Oeste do país, está vigente um aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no Mato Grosso do Sul, principalmente na região da fronteira com o Paraguai e divisa com o Paraná, no sul de Goiás e nas regiões noroeste e sul de Mato Grosso. Na região central de Goiás e no Distrito Federal, também ocorrem chuvas isoladas.
A temperatura entre as capitais varia da mínima de 20°C, em Brasília, até a máxima de 36°C, em Cuiabá.
No Sudeste brasileiro, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades em São Paulo, no Triangulo Mineiro, sul e centro de Minas Gerais. No Rio de Janeiro, Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais chove de forma isolada.
A temperatura mínima nas capitais será de 17°C em Belo Horizonte, e a máxima chegará a 28°C também na capital mineira.
Na Região Sul, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para tempestades em toda a região.
A temperatura mínima será de 12°C em Curitiba, e a máxima, entre as capitais, chegará a 24°C em Porto Alegre.
Baixa umidade
No Nordeste do país, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para baixa umidade relativa do ar no leste do Maranhão, no Piauí, no centro-sul do Ceará, no sudoeste do Rio Grande do Norte, no oeste da Paraíba, no centro e oeste de Pernambuco e no noroeste da Bahia. Há possibilidade de chuvas isoladas em toda a faixa litorânea.
Nas capitais, a temperatura mínima será de 22°C em Recife, e a máxima chegará a 39°C em Teresina.
Esta semana em Tempo ao Tempo, Rui Tavares continua a procurar no passado a relação entre homem e máquina, desta vez indo até Decartes e Jacques de Vaucanson, inventor do “Pato-Mecânico”, um autómato que digeria comida
Esta semana em Tempo ao Tempo, Rui Tavares continua a procurar no passado a relação entre homem e máquina, desta vez indo até Decartes e Jacques de Vaucanson, inventor do “Pato-Mecânico”, um autómato que digeria comida
Esta semana em Tempo ao Tempo, Rui Tavares continua a procurar no passado a relação entre homem e máquina, desta vez indo até Decartes e Jacques de Vaucanson, inventor do “Pato-Mecânico”, um autómato que digeria comida
Uma pequena descida da temperatura e chuva a chegar ao Minho durante a tarde marcam a previsão para quinta-feira, 22 de outubro, no Continente. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a precipitação deverá estender-se gradualmente ao restante litoral a norte do Cabo Mondego.
Nos arquipélagos também se esperam aguaceiros. Nos Açores serão fracos, enquanto na Madeira deverão afetar sobretudo a vertente norte e as terras altas. O Sul do Continente terá mais abertas.
Continente: chuva durante a tarde e manhã mais fresca
Nas regiões Norte e Centro, o céu estará geralmente muito nublado, inicialmente por nuvens altas. A chuva deverá começar no Minho a partir do meio da tarde, chegando ao Grande Porto no final da tarde.
O vento será inicialmente fraco, reforçando a partir do fim da manhã. Nas terras altas poderá atingir os 40 km/h durante a tarde. Há ainda possibilidade de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais do interior.
No Sul, incluindo o Algarve, prevê-se céu pouco nublado ou limpo, com períodos de maior nebulosidade por nuvens altas. A temperatura deverá descer ligeiramente, enquanto no Norte e Centro a descida será sobretudo da mínima.
Na Grande Lisboa esperam-se períodos de céu muito nublado e vento que poderá atingir os 25 km/h durante a tarde. Previsão descritiva
Açores: aguaceiros fracos e máximas de 24 ºC
Os três grupos do arquipélago terão períodos de céu muito nublado com abertas. No grupo Ocidental, os aguaceiros fracos deverão surgir a partir da tarde. No Central serão mais frequentes durante a madrugada, estando também previstos no Oriental.
O vento soprará inicialmente entre os 10 e os 30 km/h, enfraquecendo depois para valores entre os 5 e os 10 km/h. No grupo Ocidental rodará de oeste para sul e, no Central, de sudoeste para noroeste.
As máximas previstas são de 24 ºC em Santa Cruz das Flores, Horta, Angra do Heroísmo e Ponta Delgada. As mínimas serão de 19 ºC nas Flores e de 18 ºC nas restantes localidades.
Madeira: mais chuva na vertente norte e nas terras altas
No arquipélago da Madeira, o céu deverá apresentar-se geralmente muito nublado, com aguaceiros sobretudo na vertente norte e nas zonas mais elevadas da ilha.
O vento soprará de leste ou nordeste, entre os 10 e os 25 km/h. Para o Funchal, o IPMA aponta céu geralmente muito nublado e possibilidade de aguaceiros fracos, com vento do quadrante leste.
Ondas até três metros na costa ocidental
Na costa ocidental do Continente, as ondas de noroeste poderão atingir os três metros a norte do Cabo Raso até ao meio da manhã. Na costa sul serão inferiores a um metro.
Nos Açores, prevê-se ondulação entre um e dois metros e água do mar a 22 ºC.
Na Madeira, as ondas deverão variar entre 1,5 e 2,5 metros na costa norte, ficando por um metro na costa sul. A temperatura da água estará entre os 22 e os 23 ºC.
O mês de outubro está a chegar ao fim, mas o outono parece continuar sem se instalar em pleno em Portugal continental. As previsões meteorológicas para a semana de 26 de outubro a 2 de novembro apontam para temperaturas acima do habitual e pouca precipitação, apesar da formação de várias depressões no oceano Atlântico.
De acordo com a Meteored, que analisou as mais recentes projeções do modelo europeu ECMWF, o anticiclone deverá continuar a proteger a Península Ibérica, impedindo que os principais sistemas de chuva atinjam o território português.
O resultado poderá ser uma última semana de outubro marcada por grandes diferenças de temperatura entre as primeiras horas da manhã e o período da tarde, com algumas regiões a aproximarem-se dos 26 graus.
Chuva continua afastada de Portugal apesar das depressões no Atlântico
A segunda-feira, 26 de outubro, deverá começar com uma depressão bastante profunda posicionada a oeste das Ilhas Britânicas, acompanhada por um extenso sistema frontal.
Apesar da dimensão desta perturbação atmosférica, o seu núcleo deverá permanecer afastado de Portugal, enquanto as altas pressões continuarão a exercer influência sobre a Península Ibérica.
Segundo a Meteored, esta configuração tem sido frequente nos últimos dias. As depressões formam-se no Atlântico Norte e avançam em direção à Europa, mas acabam por ser desviadas para latitudes mais elevadas devido à presença do anticiclone.
Algumas frentes poderão aproximar-se do território português, mas deverão chegar bastante enfraquecidas, sem capacidade para provocar episódios significativos de precipitação.
Termómetros podem descer até aos 6 graus nestas regiões
Apesar da previsão de temperaturas acima da média, as manhãs deverão continuar bastante frescas, especialmente no interior Norte e Centro.
Na madrugada de segunda-feira, 26 de outubro, os termómetros poderão descer para valores inferiores a 10 graus em várias localidades destas regiões.
De acordo com as projeções do ECMWF, Bragança poderá registar temperaturas mínimas próximas dos 7 graus, enquanto na Guarda os valores poderão descer até aos 6 graus.
Nas regiões mais próximas do litoral e no Sul, as temperaturas mínimas deverão ser mais elevadas, proporcionando manhãs menos frias.
Estas diferenças deverão contribuir para amplitudes térmicas consideráveis, obrigando os portugueses a adaptar o vestuário às mudanças de temperatura ao longo do dia.
Tardes podem chegar aos 26 graus e surpreender os portugueses
Se as manhãs prometem ser frescas, as tardes poderão apresentar um cenário bastante diferente.
Segundo a Meteored, as temperaturas deverão recuperar significativamente durante as horas de maior exposição solar, podendo ficar entre 3 e 5 graus acima da média climatológica em várias regiões do interior.
No Sul do país, algumas localidades poderão mesmo aproximar-se dos 25 a 26 graus durante a tarde de segunda-feira.
Este comportamento deverá prolongar-se ao longo da semana, contribuindo para que o balanço térmico entre 26 de outubro e 2 de novembro seja superior ao habitual para esta altura do ano.
Contudo, importa esclarecer que uma temperatura média semanal acima do normal não significa que todos os dias sejam quentes. As manhãs poderão continuar frias, sobretudo nas zonas do interior.
Outubro pode terminar sem chuva significativa em grande parte do país
A precipitação deverá ser um dos elementos meteorológicos mais afastados dos valores habituais para esta época.
De acordo com os mapas analisados pela Meteored, não está prevista, até pelo menos 31 de outubro, a passagem de qualquer sistema frontal capaz de provocar chuva generalizada e significativa em Portugal continental.
As projeções semanais do ECMWF apontam para um défice de precipitação relativamente à média climatológica, sugerindo que a última semana do mês poderá ser mais seca do que seria habitual.
Isto não significa que não possa chover pontualmente em algumas regiões, mas indica que as quantidades acumuladas deverão ficar abaixo dos valores normais para o final de outubro.
E novembro? Previsões ainda podem mudar
A tendência para o início de novembro continua a apontar para temperaturas superiores à média e precipitação inferior ao habitual, mas a incerteza aumenta à medida que o horizonte de previsão se prolonga.
Segundo a Meteored, Portugal deverá permanecer afastado dos principais corredores de depressões atlânticas, pelo menos de acordo com as projeções atualmente disponíveis.
Ainda assim, a posição do anticiclone e a trajetória das depressões poderão sofrer alterações nos próximos dias, pelo que será importante acompanhar as atualizações meteorológicas.
Para já, tudo indica que outubro terminará com um cenário pouco habitual para esta fase do outono: manhãs frias, tardes amenas e chuva abaixo do normal em grande parte de Portugal continental.
“A exclusão das vinhas em período de compromisso é incompreensível. Esse período destina-se a garantir a manutenção do investimento em condições normais, não a uma calamidade alheia à vontade do beneficiário”, afirmou hoje a Prodouro, associação sediada no Peso da Régua, distrito de Vila Real.
Decorre até 30 de outubro um período excecional de candidaturas ao regime de apoio VITIS 2026/2027, destinado à reestruturação e reconversão da vinha em Portugal continental, com uma dotação financeira de cinco milhões de euros e privilegia viticultores afetados pelo mau tempo verificado entre janeiro e fevereiro.
O presidente da Prodouro, Rui Soares, acrescentou à Lusa que, já no decurso do período de candidaturas, alguns associados deram conta desta situação de “exclusão das parcelas de vinha plantadas ao abrigo do apoio VITIS, há menos de cinco anos, que, por se encontrarem ainda em período de compromisso, não são elegíveis em termos de candidatura a este período excecional”.
“Ora, se nós aceitamos e compreendemos perfeitamente que uma parcela que tenha sido reestruturada há menos de cinco anos não se possa candidatar a um novo período de candidatura para um programa VITIS ‘normal’, não pode haver duplo financiamento para a mesma parcela, já não nos parece razoável que esta regra se aplique a um concurso extraordinário”, salientou.
O responsável defendeu que, num concurso excecional, as regras aplicadas não deveriam ser as de um concurso geral e apontou para um contrassenso com esta exclusão, porque em situações de precipitação intensa, são precisamente as vinhas mais novas as mais vulneráveis, por terem as terras ainda pouco consolidadas, pouco compactadas.
“Ora, não nos parece que isto faça qualquer sentido”, apontou.
Numa exposição remetida hoje ao ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, ao presidente do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), Francisco Toscano Rico, e ao presidente do conselho diretivo do Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), Luís Souto Barreiros, a Prodouro pede que admitam, a título excecional, as parcelas ainda em período de compromisso com danos declarados às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, “aplicando-se o regime de força maior ao compromisso”.
Pedem ainda que confirmem que as parcelas com menos de 15 anos e danos declarados sejam autorizadas de forma generalizada, excluindo apenas as abrangidas por apoios incompatíveis.
Já em setembro, a Prodouro contestou a área mínima de candidatura que é de 0,3 hectares (3.000 metros quadrados) para este concurso extraordinário, não tendo obtido, até ao momento qualquer resposta à exposição então feita às mesmas entidades.
“As intempéries são muito aleatórias e nós não podemos qualificá-las se são maiores ou se são menores. São o que são. Estar a excluir candidaturas porque não têm uma área mínima de 0,3 hectares como se este fosse um concurso normal, na nossa opinião, não tem sentido”, referiu ainda Rui Soares.
No comunicado de hoje, a Prodouro disse que apurou que as vinhas históricas, na definição do IVV, não estão sujeitas à área mínima de 3.000 metros quadrados, congratulando-se “com esta solução, que reconhece o valor patrimonial dessas vinhas e as especificidades do Douro”.
“Mantém-se, porém, o pedido de esclarecimento sobre a aplicação da área mínima às restantes situações”, frisou a associação, que disse esperar que a “situação seja corrigida a tempo do encerramento das candidaturas”.
o prazo para apresentação de candidaturas à medida B.3.4 — Reestruturação e Conversão de Vinhas – VITIS Continente, campanha 2026/2027, acabava hoje, mas foi prorrogado até dia 30 de outubro.
A formação de uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia favorece o retorno das chuvas e tempestades ao Sul do Brasil, nesta quarta-feira (21).
No oeste da Amazônia, as chuvas persistem e deixam os dois extremos do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Região Norte, o Acre, centro e norte de Rondônia, sudoeste do Pará e em grande parte do Amazonas chove de forma intensa com trovoadas. Também a possibilidade de chuvas nas demais áreas de Rondônia, em Roraima, no centro e sul do Pará, no oeste e sul de Tocantins e no norte e leste do Amapá.
A temperatura mínima entre as capitais será de 23°C em Rio Branco e a máxima de 36°C em Palmas.
No Sul do país, há previsão de chuva e trovoadas no oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, durante a maior parte do dia. Conforme anoitece, as pancadas de chuva com trovoadas avançam sobre as demais áreas do Paraná e persistem no oeste de Santa Catarina e no extremo noroeste do Rio Grande do Sul.
Nas capitais, a mínima será de 11°C em Curitiba, e a máxima chegará a 23°C em Porto Alegre.
Na Região Centro-Oeste, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas no noroeste de Mato Grosso e de chuvas isoladas na região central e no leste de Mato Grosso, no norte de Goiás e no Distrito Federal.
A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 19°C, em Brasília, e a máxima de 36°C, em Cuiabá.
No Sudeste brasileiro, deve chover de forma isolada no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste e norte de Minas Gerais. Conforme o dia passa, aumenta a possibilidade de chuva nas regiões central e leste de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 13°C, em São Paulo, e a máxima de 30°C, em Belo Horizonte.
Na Região Nordeste, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas ocorrerem no leste de Alagoas, de Pernambuco e da Paraíba. Pode haver também chuva isolada no sul da Bahia. No restante da região, predomina o céu aberto com poucas nuvens.
A temperatura mínima nas capitais será de 23°C em Recife e a máxima de 39°C em Teresina.
A região Sul do Brasil volta a enfrentar condições severas de tempo nesta quarta-feira (21), com alerta para temporais em diversos estados. Um sistema de baixa pressão na altura do Paraguai está direcionando umidade do Norte para o Sul do país, enquanto um cavado meteorológico também atua sobre a região, criando um cenário favorável para chuvas intensas.
O resultado da combinação desses dois sistemas é o retorno de condições propícias para chuva forte no oeste dos três estados sulistas. Nuvens carregadas já se concentram entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Cidades e capitais em destaque
Cidades como São Borja (RS), Chapecó (SC) e Cascavel (PR) devem registrar entre 30 e 50 milímetros de chuva ao longo do dia. Entre as capitais da região, Curitiba (PR) será a mais afetada, permanecendo em alerta para temporais até sexta-feira (23). Porto Alegre (RS), por sua vez, é a única capital sulista que ainda terá tempo firme, com temperatura máxima de 24°C.
O sul da Bahia e o estado do Amazonas também devem enfrentar chuvas fortes. No entanto, em Manaus (AM), as pancadas não devem ocorrer na capital, onde a chuva está bem abaixo da média. Até o momento, não choveu nem um terço do esperado para o mês de outubro na cidade, que registra máxima de 35°C nesta quarta-feira (21).
Cuiabá (MT), Teresina (PI) e Palmas (TO) figuram entre as capitais mais quentes do Brasil nesta quarta-feira (21). A capital do Mato Grosso, Cuiabá, pode registrar máxima de até 41°C. Em Campo Grande (MS), os termômetros chegam a 33°C. Salvador (BA) e Recife (PE) registram 29°C e 30°C, respectivamente, com previsão de apenas chuva fraca para Recife.
Brasília (DF) deve atingir 32°C, com tendência de aumento da nebulosidade ao longo do dia à medida que a temperatura sobe, podendo provocar chuvas à tarde. A previsão é de até 10 milímetros de precipitação na capital federal.
São Paulo com garoa e chuva forte prevista para quinta-feira
Na capital paulista, a temperatura está mais amena, com máxima de 25°C. Na região da Avenida Paulista, os termômetros marcavam 17°C no início da manhã, com o tempo bem nublado. Para esta quarta-feira (21), há risco de chuvisco, a típica garoa paulistana. No interior do estado, o sol deve predominar. Já na quinta-feira (22), as pancadas devem voltar a ganhar intensidade em São Paulo.
Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC) também estão entre as capitais com maior previsão de chuva para o dia.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Un militare di 46 anni è morto a Jesolo, in provincia di Venezia, dopo essere stato travolto da un albero che si è abbattuto sulla sua auto. L’incidente è avvenuto questa mattina in via Roma Destra, dove il tronco, ceduto a causa delle condizioni meteorologiche, ha colpito il tetto della vettura sulla quale viaggiava l’uomo. Un impatto che non gli ha lasciato scampo.
La macchina era in transito lungo la strada mentre il militare si stava recando al lavoro. Poi, improvvisamente, l’albero ha ceduto ed è precipitato sulla vettura. L’allarme ha fatto scattare l’intervento dei soccorritori, compresi i vigili del fuoco, arrivati sul posto per prestare assistenza. Ogni tentativo, tuttavia, si è rivelato inutile: per il 46enne non c’è stato nulla da fare.
In via Roma Destra sono intervenuti anche i carabinieri di Jesolo, che stanno svolgendo gli accertamenti necessari per ricostruire l’esatta dinamica dell’accaduto. La tragedia si è verificata in un contesto di maltempo che, nelle stesse ore, ha provocato danni e situazioni di pericolo in diverse parti d’Italia, mettendo alla prova le squadre di soccorso e costringendo numerose persone a chiedere aiuto.
Sono stati oltre 370 gli interventi effettuati dai vigili del fuoco in Liguria, Sardegna, Toscana e Lazio per fronteggiare le conseguenze delle condizioni meteorologiche avverse. Gli operatori sono stati impegnati soprattutto per alberi caduti sulle strade o in prossimità degli edifici, allagamenti, elementi pericolanti da mettere in sicurezza e automobilisti rimasti bloccati in situazioni difficili. Un quadro diffuso di criticità, con interventi diversi a seconda delle zone maggiormente colpite dalle precipitazioni.
In Sardegna circa 170 interventi
Tra le regioni più impegnate c’è la Sardegna, dove i vigili del fuoco hanno effettuato circa 170 interventi, concentrati soprattutto nelle province di Nuoro, Oristano e Sassari. Le richieste di soccorso hanno riguardato principalmente allagamenti, alberi caduti e automobilisti che si sono trovati in difficoltà mentre percorrevano strade interessate dall’acqua.
Una delle situazioni più delicate si è verificata a Siniscola, in provincia di Nuoro. Qui una famiglia composta da cinque persone è rimasta bloccata nella propria abitazione a causa dell’acqua, rendendo necessaria l’evacuazione. Un intervento che restituisce la misura delle difficoltà affrontate nelle aree interessate dal maltempo, dove l’accumulo d’acqua può trasformare rapidamente le condizioni di sicurezza di abitazioni e viabilità.
Le squadre dei vigili del fuoco sono state impegnate anche in numerosi interventi legati alla caduta di alberi, un fenomeno che rappresenta un rischio tanto per chi si trova in strada quanto per gli edifici e le infrastrutture. Proprio la caduta di un albero è stata all’origine della tragedia di Jesolo, dove il tronco ha travolto l’auto del militare mentre stava raggiungendo il posto di lavoro.
In Liguria cento interventi tra Genova e Savona
Anche la Liguria ha dovuto fare i conti con le conseguenze del maltempo. Tra le province di Genova e Savona i vigili del fuoco hanno portato a termine circa cento interventi, operando per rimuovere alberi caduti, affrontare allagamenti e mettere in sicurezza elementi pericolanti dagli edifici.
Tra gli episodi segnalati c’è quello di Celle Ligure, dove un masso è caduto sulla carreggiata della strada statale 1 Aurelia. La presenza del materiale sulla sede stradale ha reso necessaria la chiusura dell’arteria in entrambe le direzioni, interrompendo la circolazione per consentire di gestire la situazione in condizioni di sicurezza.
Gli interventi hanno riguardato anche strutture ed elementi esposti al rischio di cedimento, oltre alle situazioni in cui l’acqua ha invaso spazi e aree che necessitavano dell’intervento delle squadre di emergenza. Le operazioni si sono distribuite sul territorio provinciale, con l’obiettivo di affrontare le diverse criticità segnalate e ridurre i rischi per le persone.
Dall’isola d’Elba al litorale livornese
In Toscana, le squadre dei vigili del fuoco sono intervenute sull’isola d’Elba e lungo il litorale livornese, dove le intense precipitazioni hanno provocato danni e richiesto operazioni di soccorso. Anche in queste aree, gli interventi si sono inseriti nel quadro delle attività avviate per fronteggiare gli effetti delle condizioni meteorologiche avverse.
Nel Lazio, le situazioni più critiche si sono registrate nelle province di Roma e Latina. Qui i vigili del fuoco sono stati impegnati per far fronte agli allagamenti, intervenire dopo la caduta di alberi e rimuovere ostacoli pericolanti. Un’attività che ha richiesto di affrontare problemi differenti, dalla presenza di acqua nelle aree interessate alle situazioni in cui elementi instabili potevano costituire un pericolo per la circolazione e per chi si trovava nelle vicinanze.
Nel Crotonese cinque persone bloccate tra acqua e fango
Altri momenti di difficoltà si sono verificati in Calabria, nel Crotonese, dove cinque persone sono state soccorse dai vigili del fuoco dopo essere rimaste bloccate all’interno di un’automobile circondata da acqua e fango. L’intervento è stato effettuato lungo la strada statale 107 e la strada provinciale 30, nel tratto compreso tra Santa Severina e Belvedere di Spinello.
Le persone si trovavano in una situazione che ha richiesto l’intervento delle squadre di soccorso per consentire loro di uscire dalle condizioni di pericolo.
Uma manhã fria espera várias regiões de Portugal continental na quinta-feira, 22 de outubro. A influência de uma massa de ar de origem polar mantém as temperaturas baixas, com especial expressão durante a madrugada e nas primeiras horas do dia.
A previsão por localidade do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) aponta para temperaturas mínimas inferiores a 8 ºC em dez capitais de distrito. Bragança e Leiria destacam-se entre as cidades com os valores mais baixos, ambas abaixo dos 5 ºC.
Estas são as cidades com mínimas abaixo dos 8 ºC
Os dados disponíveis apontam para a seguinte distribuição na quinta-feira:
Capital de distrito
Temperatura mínima prevista
Bragança
4,4 ºC
Leiria
4,6 ºC
Guarda
5,9 ºC
Braga
6,3 ºC
Évora
6,4 ºC
Viseu
6,5 ºC
Vila Real
6,6 ºC
Beja
7,5 ºC
Coimbra
7,6 ºC
Viana do Castelo
7,9 ºC
Estes valores correspondem às mínimas diárias previstas para cada cidade. Coimbra e Viana do Castelo ficam próximas do limiar dos 8 ºC, enquanto Bragança e Leiria deverão registar um arrefecimento mais acentuado.
Porque se sente mais frio no interior?
Na análise publicada pela Meteored, a meteorologista Joana Campos explica que “o interior Norte e Centro tem tendência a arrefecer mais face ao litoral devido à influência continental”.
A proximidade do mar ajuda a moderar as temperaturas nas zonas costeiras. A altitude e as características de cada local também contribuem para diferenças entre cidades, pelo que o arrefecimento não se faz sentir com a mesma intensidade em todo o território.
E no Algarve, quanto vão marcar os termómetros?
Faro deverá manter valores mais amenos, com uma mínima de 11 ºC e uma máxima próxima dos 23 ºC. A previsão aponta, assim, para uma diferença considerável entre o início do dia e a tarde.
Em Sagres, o IPMA prevê aproximadamente 11 ºC de mínima e 19 ºC de máxima. Estes valores dizem respeito às duas localidades e não representam, por si só, toda a região algarvia.
As temperaturas recuperam durante o dia e na sexta-feira
As mínimas baixas não significam que os termómetros se mantenham nesses valores ao longo de quinta-feira. Évora e Beja, por exemplo, poderão atingir máximas próximas dos 22 ºC.
Na sexta-feira, 23 de outubro, prevê-se uma subida das mínimas em várias cidades: Beja poderá chegar aos 10,4 ºC, Évora aos 10,5 ºC e Faro aos 13 ºC. O frio matinal deverá, contudo, continuar a marcar o interior nos dias seguintes: para sábado, o IPMA aponta mínimas próximas dos 4 ºC em Bragança e na Guarda.
O mau tempo começa a dar sinais de aproximação a Portugal, com duas frentes frias previstas para os próximos dias. Apesar de um anticiclone continuar a proteger grande parte do território continental, a chuva deverá regressar a algumas regiões entre esta terça-feira, 20 de outubro, e sexta-feira, dia 23.
De acordo com a Meteored, o Atlântico está a apresentar uma atividade cada vez mais característica do outono, com sucessivas depressões a circularem a norte de Portugal. No entanto, a presença de um anticiclone robusto impede, para já, que os sistemas mais intensos atinjam diretamente o país.
Ainda assim, duas frentes frias conseguirão ultrapassar parcialmente esta barreira atmosférica, trazendo períodos de precipitação, sobretudo às regiões Norte e Centro.
Primeira frente fria chega esta noite a Portugal
A primeira frente deverá atingir o Noroeste do território continental durante a noite desta terça-feira e a madrugada de quarta-feira, 21 de outubro.
Segundo a meteorologista Marta Godinho, da Meteored, esta frente está associada a uma depressão cujo centro deverá deslocar-se em direção às Ilhas Britânicas e ao norte da Europa.
Como o anticiclone permanece instalado a oeste da Península Ibérica, apenas a extremidade do sistema frontal deverá alcançar Portugal, transportando quantidades reduzidas de humidade.
A precipitação deverá concentrar-se principalmente nos distritos de Viana do Castelo e Braga, podendo também atingir algumas zonas de Vila Real.
Os acumulados previstos são pouco expressivos, devendo ficar, em geral, abaixo dos três milímetros nas regiões mais afetadas. Por isso, não se espera um episódio de chuva intensa nesta primeira passagem.
Quinta-feira chega uma segunda frente com mais chuva
A situação meteorológica deverá voltar a alterar-se na quinta-feira, 22 de outubro, com a aproximação de uma nova depressão atlântica.
Desta vez, o sistema deverá passar mais perto da Península Ibérica, permitindo que a frente associada transporte mais humidade e provoque precipitação em áreas mais extensas do território.
Segundo as previsões divulgadas pela Meteored, a chuva poderá começar a atingir o Noroeste de Portugal ao final da tarde ou início da noite de quinta-feira, aproximadamente a partir das 20 horas.
Ao contrário da primeira frente, esta segunda perturbação atmosférica terá condições para avançar gradualmente para sul, embora continue condicionada pela presença do anticiclone.
Chuva poderá chegar à região de Lisboa na sexta-feira
Durante a noite de quinta-feira e a madrugada de sexta-feira, 23 de outubro, a faixa de precipitação deverá deslocar-se de noroeste para sudeste, atravessando parte das regiões Norte e Centro.
A chuva poderá atingir diferentes zonas do interior e do litoral, embora a sua intensidade deva diminuir à medida que a frente avança pelo território.
Já durante a manhã de sexta-feira, existe a possibilidade de alguma precipitação residual chegar à região de Lisboa, mas de forma fraca e dispersa.
No Algarve e em grande parte do Alentejo, a influência destas duas frentes deverá ser bastante reduzida, não estando prevista precipitação significativa neste episódio.
Anticiclone continua a impedir a chegada de chuva mais intensa
Apesar do aumento da atividade no Atlântico, Portugal continua parcialmente protegido por uma área de altas pressões situada a oeste da Península Ibérica, com o seu núcleo nas proximidades dos Açores.
Esta configuração atmosférica funciona como uma barreira que desvia as depressões mais intensas para latitudes superiores, impedindo que avancem diretamente sobre o território continental.
Ainda assim, a chegada destas duas frentes mostra que a circulação atmosférica está a tornar-se mais dinâmica, numa altura em que o outono começa a ganhar força no Atlântico.
Para já, os meteorologistas não antecipam episódios de precipitação generalizada e abundante até sexta-feira, embora a evolução das depressões e do anticiclone possa trazer alterações às previsões nos próximos dias.
A Zona de Convergência do Atlântico Sul permanece atuando sobre as regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste, nesta terça-feira (20), informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
As chuvas se concentram principalmente no Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, centro-sul do Pará, norte e noroeste de Mato Grosso, Tocantins, centro-sul do Maranhão, oeste do Piauí e oeste e sul da Bahia.
Na Região Norte, um aviso amarelo de perigo potencial alerta para chuvas intensas no Acre, no centro e norte de Rondônia, no Amazonas, no oeste e sul de Roraima, no centro e sul do Pará e no Tocantins. Também pode chover de forma isolada no Amapá.
Nas capitais, a temperatura permanece elevada, com mínima de 23°C em Rio Branco e máxima que pode chegar a 37°C em Boa Vista.
No Nordeste brasileiro, há aviso laranja de perigo para grandes acumulados de chuva no sul da Bahia, incluindo a região de Porto Seguro. Outro aviso amarelo de perigo potencial alerta para chuvas intensas no centro e sul do Maranhão, no centro e sul do Piauí, no sudoeste de Pernambuco e em grande parte da Bahia.
Pode chover de forma isolada no noroeste do Maranhão, no centro do Piauí, no sudoeste e sul do Ceará e no oeste de Pernambuco, de Alagoas e de Sergipe. Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23°C, em Maceió, e a máxima pode chegar a 39°C, em Teresina.
Para o Centro-Oeste do país, há aviso amarelo de perigo potencial que alerta para pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte de Mato Grosso e de Goiás. Também podem ocorrer chuvas isoladas no Distrito Federal e nas regiões central de Goiás e de Mato Grosso.
Os termômetros marcam, nas capitais, mínima de 16°C em Campo Grande e máxima de 36°C em Cuiabá.
Na Região Sudeste, o aviso amarelo de perigo potencial vigora para chuvas intensas na divisa de Minas Gerais com a Bahia e no norte do Espírito Santo. Há ainda a possibilidade de chuvas isoladas no norte e nordeste de Minas Gerais e no Espírito Santo.
As capitais registram a temperatura mínima de 13°C, em São Paulo, e máxima de 30°C, em Belo Horizonte.
No Sul brasileiro o tempo permanece ensolarado e frio, com possibilidade de geada no leste do Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina. A temperatura mínima, entre as capitais, será de 10°C em Porto Alegre e a máxima chega a 20°C nas três capitais.
As manhãs frias deverão continuar em Portugal continental, com quinta-feira, 22 de outubro, a destacar-se na previsão. Segundo a análise de Afonso Lopes publicada na Meteored, baseada no modelo europeu ECMWF, algumas cidades poderão registar temperaturas até 6 ºC abaixo da média climatológica.
Quinta-feira concentra os maiores desvios face ao habitual
Pelas 08:00, Castelo Branco, Évora e Beja poderão apresentar valores cerca de 6 ºC abaixo da média. Em Braga, Porto e Lisboa, o desvio previsto ronda os 5 ºC.
Os termómetros poderão marcar 5 ºC na Guarda, 6 ºC em Braga, 7 ºC em Vila Real e Viseu, 8 ºC em Coimbra e Beja, 9 ºC no Porto e 13 ºC em Lisboa.
Estes desvios comparam a previsão com a referência climatológica. Não correspondem necessariamente a uma descida da mesma dimensão relativamente ao dia anterior.
Quarta-feira já começa fresca em várias cidades
Numa análise complementar, a Meteored aponta também para uma manhã fresca na quarta-feira, dia 21. Pelas 07:00, a Guarda poderá registar cerca de 9 ºC e Braga aproximadamente 10 ºC.
Vila Real, Viseu, Évora e Beja surgem com 11 ºC previstos. No Porto, são apontados 12 ºC, em Aveiro e Coimbra 13 ºC e, em Lisboa, 16 ºC. A altitude, o relevo e as condições atmosféricas locais ajudam a explicar as diferenças entre localidades.
Tardes trazem recuperação e contrastes acentuados
Apesar das manhãs frias, as temperaturas deverão recuperar durante o dia. Para quarta-feira, pelas 16:00, a análise complementar indica aproximadamente 14 ºC na Guarda, 18 ºC em Coimbra e Viseu, 21 ºC em Lisboa e Évora e 22 ºC em Beja.
Na quinta-feira, os contrastes poderão ser ainda mais expressivos. Em Évora, os valores apontados passam de 8 ºC às 06:00 para 21 ºC às 16:00. Em Beja, a diferença entre esses horários poderá igualmente atingir 13 ºC, passando de 9 ºC para 22 ºC.
Sexta-feira aproxima-se das temperaturas habituais
Para sexta-feira, dia 23, prevê-se uma recuperação mais abrangente. Durante a tarde, Lisboa poderá alcançar 22 ºC e Évora e Beja cerca de 23 ºC.
A intensidade e a distribuição do arrefecimento poderão ainda sofrer ajustes nas próximas atualizações.
O tempo em Portugal vai mudar esta semana, com uma descida acentuada das temperaturas e o regresso da chuva a várias regiões. Depois de dias marcados por valores relativamente elevados para outubro, os termómetros começam agora a aproximar-se dos valores típicos do outono, podendo mesmo ficar abaixo da média em grande parte do território continental.
De acordo com as previsões divulgadas pela Meteored Portugal esta segunda-feira, 19 de outubro, a descida das temperaturas será particularmente evidente nas regiões Norte e Centro, onde muitas cidades deverão passar vários dias sem atingir os 20 graus de máxima.
Algarve e Baixo Alentejo começam a semana com risco de trovoada
Apesar de a semana arrancar com tempo relativamente estável na maior parte do país, o cenário será diferente no Sul. O Algarve e o Baixo Alentejo poderão registar aguaceiros durante a tarde desta segunda-feira, com possibilidade de trovoada.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou os distritos de Faro e Beja sob aviso amarelo de trovoada, entre as 12h00 e as 18h00 desta segunda-feira.
Segundo o instituto, existem condições favoráveis à ocorrência de fenómenos meteorológicos localizados, incluindo precipitação forte, granizo e rajadas de vento que poderão atingir velocidades entre os 70 e os 90 quilómetros por hora.
Nos episódios mais intensos, a precipitação poderá acumular entre 10 e 20 milímetros numa única hora, enquanto o granizo poderá apresentar um diâmetro inferior a dois centímetros.
Chuva deverá regressar na quarta-feira e novamente na sexta-feira
Depois de uma terça-feira marcada por maior nebulosidade, sobretudo nas regiões Norte e Centro, a chuva deverá regressar na quarta-feira, 21 de outubro.
Segundo a Meteored, a passagem de uma frente pouco organizada poderá provocar aguaceiros fracos, especialmente no noroeste do território continental. A precipitação poderá começar durante a madrugada, embora não sejam esperados acumulados particularmente elevados.
Na sexta-feira, 23 de outubro, está prevista a passagem de uma segunda frente, que poderá voltar a trazer chuva ao Norte e Centro. Desta vez, a precipitação deverá começar no noroeste e avançar gradualmente para sul, podendo alcançar os distritos de Leiria e Santarém.
Ainda assim, os dois episódios deverão ser caracterizados por aguaceiros fracos e irregulares. Os maiores acumulados são esperados no noroeste, onde poderão rondar os 10 milímetros.
Temperaturas descem e há cidades que não deverão chegar aos 18 graus
A principal mudança desta semana será sentida nos termómetros. Depois de um período relativamente quente, as temperaturas máximas deverão registar uma descida significativa, sobretudo no Norte e Centro.
De acordo com as previsões, grande parte das capitais de distrito destas regiões deverá permanecer abaixo dos 20 graus durante a semana. Em várias cidades, as máximas poderão mesmo ficar abaixo dos 18 graus.
Nas localidades próximas do litoral, os valores deverão ser ligeiramente mais amenos, situando-se geralmente entre os 17 e os 19 graus.
Já no Sul, incluindo o Algarve, são esperadas as temperaturas mais elevadas do território continental, com máximas próximas dos 20 graus. Ainda assim, também esta região deverá sentir um arrefecimento relativamente à semana anterior.
Frio deverá prolongar-se até ao fim de semana
A tendência de temperaturas mais baixas deverá manter-se até ao próximo fim de semana, com grande parte de Portugal continental a registar valores inferiores à média habitual para esta altura do ano.
A nebulosidade também deverá marcar presença em vários momentos da semana, especialmente no Norte e Centro, embora a precipitação prevista seja, para já, pouco significativa.
As previsões poderão sofrer alterações nos próximos dias, sobretudo no que diz respeito à distribuição e intensidade dos aguaceiros. Por isso, recomenda-se o acompanhamento das atualizações do IPMA, especialmente nas regiões abrangidas por avisos meteorológicos.
Uma Zona de Convergência do Atlântico Sul, sistema meteorológico que forma um corredor de nuvens com chuvas intensas, deixa parte da Amazônia e do Sudeste do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, nesta segunda-feira (19), informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Região Norte, chove com trovoadas no Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, no centro e sul do Pará e no Tocantins. Apenas no Amapá e na faixa litorânea do Pará não há previsão de chuva, mas pode haver nebulosidade.
Entre as capitais, a temperatura mínima será de 24°C, em Palmas, e máxima de 36°C, em Porto Velho.
Centro-Oeste
No Centro-Oeste do país, chove com trovoada no noroeste e norte de Mato Grosso e no norte de Goiás. No centro de Mato Grosso, no centro de Goiás e no Distrito Federal o dia também será chuvoso.
Nas capitas a temperatura vai variar entre a mínima de 16°C, em Campo Grande, e a máxima de 34°C, em Cuiabá.
Sudeste
No Sudeste brasileiro, chove com trovoadas no extremo norte de Minas Gerais. A chuva será com menos intensidade no centro de Minas Gerais, inclusive Belo Horizonte, e no Espírito Santo. Já no oeste e sudeste de Minas Gerais e no leste do Rio de Janeiro a chance de chover é menor, mas não está descartada.
Os termômetros nas capitais vão da temperatura mínima de 14°C, em São Paulo, até a máxima de 30°C, em Belo Horizonte.
Nordeste
Na Região Nordeste, chove com trovoadas no sul do Maranhão, no centro-sul do Piauí, no sudoeste de Pernambuco e em grande parte da Bahia. Na região de Teresina, no Piauí, no sudoeste do Ceará, na região central de Pernambuco e no oeste de Alagoas e de Sergipe também pode chover de forma isolada.
Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23°C, em Salvador, e a máxima chega a 38°C, em Teresina.
Sul
No Sul do país, as temperaturas permanecem baixas devido à atuação de uma massa de ar frio, que também mantém o tempo sem chuvas. Pode ocorrer formação de geada no norte do Rio Grande do Sul, nas serras e região central de Santa Catarina e no sudoeste, sul, centro e leste do Paraná.
Os termômetros continuam marcando temperaturas amenas nas capitais, variando da mínima de 9°C, em Porto Alegre, e máxima de 20°C, em Florianópolis.
Il passaggio della “Dana” Adam, la depressione isolata in quota che da domenica si è abbattuta sul sudest della Spagna e sull’arcipelago mediterraneo, continua a mettere in crisi la penisola iberica e finora ha provocato tre vittime, tutte donne, informano i servizi di coordinamento delle emergenze.
Il ritrovamento del cadavere di una donna è stato confermato dalla Unità di emergenza dell’esercito (Ume) nella Comunità Valenciana, dove la Generalitat ha decretato il confinamento obbligatorio degli abitanti di 145 comuni delle aree del litorale a sud di Valencia e a nord di Alicante. Lo riferiscono fonti della Ume citate dall’emittente pubblica Tve. Il corpo è stato recuperato a Oliva (Valencia), una delle località costiere più colpite dalle inondazioni, secondo quanto hanno confermato fonti del ministero della Difesa alla radio Cadena Ser. Un dispositivo speciale di elicotteri di diverse amministrazioni (Ume, Guardia Civile, Generalitat, Consorzi provinciali dei vigili del fuoco e Salvataggio marittimo) sta realizzato in queste ore il salvataggio di centinaia di persone rimaste isolate dalle inondazioni nelle zone della Safor e di Marina Alta, dove si trova Oliva.
Il corpo di una seconda donna era stato recuperato nelle prime ore del mattino dalle squadre di soccorso su una spiaggia di Sagunto (Valencia), dove era stato trascinato dalle piogge torrenziali. Una terza vittima, anche questa una donna, dispersa da sabato a seguito delle inondazioni in Catalogna, è stato recuperato domenica dai vigili del fuoco della Generalitat all’altezza della scogliera del molo di Premià del Mar (Barcellona). La vittima era stata trascinata da una piena di un torrente a Cabrera del Mar (Barcellona), mentre con i familiari tentava di attraversare la zona, dopo aver abbandonato il centro comunale, dove le autorità avevano trasferito parte della cittadinanza per metterla in salvo dalle piogge torrenziali. Le ricerche della donna, proseguite da sabato, si sono concluse ieri con il recupero del cadavere a 6 km di distanza dal luogo della scomparsa.
Sono stati inviati avvisi telefonici di massa a Valencia, Ibiza e nella vicina Formentera, esortando la popolazione a evitare viaggi non necessari e a prestare la massima attenzione. A Ibiza, le strade si sono trasformate in laghi di acqua torbida su cui galleggiavano enormi cassonetti della spazzatura, sommergendo parzialmente le auto, e le località balneari, fulcro della famosa vita notturna dell’isola, sono rimaste deserte. L’autostrada principale per l’aeroporto di Ibiza è stata chiusa, con almeno cinque voli cancellati, 16 dirottati e altri in ritardo, secondo la compagnia aerea Aena. L’esercito ha inviato la sua unità di emergenza per contribuire a gestire l’emergenza a Ibiza e Maiorca.
Sanchez: “Situazione complicata nella Comunità Valenciana”. “Situazione molto complicata nella Comunità Valenciana, soprattutto sul litorale a sud di Valencia e a nord di Alicante, per le intense piogge delle ultime ore”, ha scritto su X il presidente del governo spagnolo, Pedro Sanchez. “L’unità militare dell’esercito è già dispiegata per collaborare con i servizi di emergenza. E sta lavorando al salvataggio di persone in zone di difficile accesso”, ha segnalato Sanchez nel post, nel riferirsi alle aree rimaste isolate per l’esondazione di fiumi o torrenti provocata dalle piogge torrenziali. Il premier fa appello alla popolazione a “evitare ogni spostamento e a restare nelle zone alte” oltre a “seguire le informazione dei canali ufficiali di emergenza”. “Molta precauzione”, conclude nel messaggio.
Comunità Valenciana, evacuate 2.000 persona dai campeggi. Il maltempo aveva già provocato una vittima ieri: una donna morta sulla spiaggia di Sagunto a causa del temporale. A Oliva, località turistica sul litorale, sono state evacuate 2.000 persone da sette campeggi, secondo quanto ha informato la sindaca Yolanda Pastor; mentre un centinaio di persone sono state evacuate da un camping inondato a Xabia, trasferite in una struttura di accoglienza allestita dal Comune e dalla Croce Rossa. La Generalitat Valenciana ha dichiarato la situazione di emergenza due nelle aree di Safor (Valencia) e Marina Alta (Alicante), e inviato alle 7:00 un messaggio di allerta Es-Alert di livello rosso – di massimo rischio di inondazioni – con l’appello ad allontanarsi dai fiumi, torrenti, e a non lasciare le case e salire ai piani alti per mettersi in sicurezza.
Allerta alta nelle Baleari. Resta alta l’allerta nelle isole Baleari. Le autorità regionali hanno ribassato alle 6 di questa mattina l’allerta di livello rosso – di rischio massimo di inondazioni- ad arancione – di rischio notevole – a Formentera, Ibiza e Maiorca, e a livello giallo a Minorca, mentre militari dell’Unità di emergenza dell’esercito (Ume), sono stati dispiegati nell’arcipelago per collaborare con le squadre di emergenza. Sono oltre 130 gli interventi di vigili del fuoco e protezione civile per inondazioni e strade allagate e danni provocati dal temporale nel fine settimana, informa il servizio di coordinamento delle emergenza del 112. Come misura di prevenzione, sono state sospese le classi nei centri educativi di Maiorca, Ibiza e Formentera, e le autorità di protezione civile hanno raccomandato, ove possibile, di lavorare da remoto per evitare spostamenti non indispensabili.