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Retirada una polémica campaña en Irlanda que pide el consentimiento de los nietos a los abrazos de sus abuelos

22 October 2026 at 15:30

La escena es cotidiana. Unos abuelos llegan a una casa y abrazan a su nieto con entusiasmo, pero, cuando se acercan a su nieta adolescente, esta los mira con recelo. Así empieza un polémico anuncio para redes sociales que ya ha sido retirado en Irlanda, que ha despertado numerosas críticas pues tras ese momento cotidiciano aparece en pantalla el siguiente mensaje: “No todo el mundo quiere un abrazo. Ni siquiera de las personas que los aman”. También se escucha una voz en off que dice: “¿Incómodo? Tal vez. ¿Importante? Sin duda". Según informan medios británicos como la BBC, la campaña ha sido elaborada por el Centro de Atención a Víctimas de Violación de Dublín (DRCC, por sus siglas en inglés) para “educar a la sociedad, especialmente a los más pequeños, sobre el consentimiento”. Sin embargo, el resultado no ha sido el esperado.

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© Sally Anscombe (Getty Images)

Tener abuelos cariñosos en la vida de un niño es algo sumamente positivo que debemos valorar, ha asegurado el ministro de Justicia irlandés.

Héctor Ruiz Martín, investigador: “Padres y docentes no deben confiar en que la dificultad lectora mejore simplemente con la edad”

22 October 2026 at 04:30
Para el divulgador científico Héctor Ruiz Martín, uno de los problemas más perjudiciales en torno a la dislexia es creer que aprender a leer es algo espontáneo como hablar.

Octubre es el mes de la concienciación sobre la dislexia, una oportunidad para poner el foco en una dificultad específica del aprendizaje que todavía está rodeada de mitos y confusión. “Soy estúpida. Nadie dirá nunca que tengo un talento brillante con las palabras. Me esfuerzo. Pero eso no se nota”, comienza un poema que se hizo viral en redes sociales en 2016 y que refleja algunas de las ideas negativas que pueden acompañar a quienes padecen dificultades lectoras. Más allá de esas percepciones, la dislexia puede afectar a la precisión, la fluidez y la comprensión lectora, y su detección temprana resulta clave para poder intervenir.

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Juntos en casa, pero desconectados: cómo recuperar el tiempo en familia

21 October 2026 at 04:30

Uno de los asuntos que más preocupa a las familias hoy en día es la gestión del tiempo que pasan con sus hijos. En un ritmo de vida acelerado, en el que la productividad marca los horarios, la convivencia diaria suele plantear una pregunta fundamental: ¿es suficiente con estar con nuestros hijos en el mismo espacio o es necesario que compartamos actividades para sentir que estamos juntos?

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© Natalia Lebedinskaia (Getty Images)

La verdadera compañía consiste en el acto consciente de compartir: escuchar activamente lo que el niño tiene que decir.

¿Puede un juguete despertar una vocación? Lo que los niños aprenden jugando y cómo influye en su futuro

20 October 2026 at 04:30

Un niño construye una torre con piezas de colores. Coloca una pieza encima de otra hasta que, de repente, toda la estructura se viene abajo. Vuelve a empezar, cambia el orden, prueba con una base más ancha y descubre que esta vez resiste. Para él no ha sido más que un juego, pero durante esos minutos ha observado, experimentado y buscado soluciones. Es decir, ha puesto en práctica algunas de las habilidades sobre las que se construye el pensamiento científico, aunque el niño todavía no sepa qué significa la palabra ingeniería. La escena permite plantear una pregunta: ¿Hasta qué punto las experiencias infantiles pueden influir en las vocaciones profesionales? Y, sobre todo, ¿cómo preparar a los hijos para un mundo laboral que cambia a tal velocidad que muchas de las profesiones que ejercerán serán diferentes de las existentes hoy?

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© SBenitez (Getty Images)

La curiosidad puede manifestarse construyendo un circuito, desmontando un juguete, inventando una historia o intentando comprender por qué ocurre algo.

Mulheres alcançam maior participação já registrada nas eleições de 2026

6 October 2026 at 19:46

As mulheres representaram 34,88% das candidaturas nas Eleições Gerais de 2026, o maior percentual já registrado no país. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram 7.188 candidatas, diante de 13.419 homens que disputaram cargos no pleito de 4 de outubro.

O índice representa crescimento de 1,1 ponto percentual em relação às eleições de 2022. Apesar do avanço, a presença feminina ainda está distante de uma divisão equilibrada nas disputas eleitorais e nos espaços de poder.

A legislação eleitoral determina que os partidos e federações reservem pelo menos 30% das candidaturas para mulheres. Para o Movimento Mulheres Municipalistas (MMM), o resultado de 2026 mostra que a ampliação da participação feminina precisa ser acompanhada por mecanismos que garantam condições efetivas para que essas candidaturas se convertam em mandatos.

“A cada eleição, é observado o aumento do número de mulheres eleitas, quebrando recordes e possibilitando, de fato, representação feminina nos espaços de tomada de decisão. Nossa esperança é que um Congresso mais feminino reflita em mais políticas e orçamento para as mulheres”, afirmou a presidente do MMM, Tania Ziulkoski.

Senado registra maior número de mulheres desde a redemocratização

O Senado também registrou um novo patamar de participação feminina. Das 319 candidaturas apresentadas para a Casa, 70 foram de mulheres. Ao fim da eleição, 12 foram eleitas.

Com as novas eleitas, o Senado terá 18 mulheres a partir de janeiro de 2027. A Casa possui 81 cadeiras. Atualmente, 15 mulheres exercem mandato, sendo que seis delas permanecem no cargo pelos próximos quatro anos.

Na Câmara dos Deputados, 109 mulheres foram eleitas em 2026. O número supera as 91 deputadas escolhidas em 2022 e as 77 eleitas em 2018.

O crescimento no número de eleitas ocorre mesmo com uma redução na quantidade de candidaturas femininas para deputado federal. Foram 2.820 mulheres na disputa em 2026, contra 3.717 quatro anos antes. A participação proporcional, entretanto, subiu de 35% para 36,7% entre os candidatos ao cargo.

Mulheres ainda têm participação menor nos governos estaduais

A disputa pelos governos estaduais mostra que a ampliação da presença feminina ocorre de maneira desigual. Em sete unidades da Federação não houve candidatas ao cargo de governadora: Amapá, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Ceará, Maranhão e Paraíba.

Das 195 candidaturas registradas para os governos estaduais em 2026, 32 foram encabeçadas por mulheres.

No primeiro turno, Raquel Lyra foi a única mulher eleita governadora, ao conquistar a reeleição em Pernambuco. Outras quatro candidatas chegaram ao segundo turno: Mailza Assis, no Acre, Celina Leão, no Distrito Federal, Professora Dorinha, no Tocantins, e Professora Maria do Carmo, no Amazonas.

A presença feminina também cresceu nas vice-governadorias. Nove mulheres foram eleitas para o cargo em 2026: Gabriella Aguiar, no Ceará, Luciana Gurgel, no Amapá, Elaine Carneiro, no Maranhão, Célia Rocha, em Alagoas, Gisela Simona, em Mato Grosso, Lígia Feliciano, na Paraíba, Priscila Krause, em Pernambuco, Elayne D’Almeida, no Pará, e Silvana Covatti, no Rio Grande do Sul.

O número supera as seis mulheres eleitas para vice-governadora em 2022.

Os resultados mostram que a participação feminina avançou em diferentes áreas da política brasileira, principalmente no Legislativo. Ao mesmo tempo, os números das candidaturas e dos cargos do Executivo estadual indicam que a presença das mulheres ainda é menor nas disputas pelas posições de maior poder.

Conforme o MMM, o próximo desafio é fazer com que o crescimento da participação eleitoral feminina seja acompanhado por maior presença efetiva nas decisões políticas, na formulação de políticas públicas e na definição dos orçamentos.

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