Os Certificados do Tesouro continuam a perder dinheiro, mesmo depois do lançamento da Série 5 que passou a oferecer taxas mais altas do que as do produto anterior.
Segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal, o stock destes produtos de dívida do Estado desenhados para o retalho caiu 1,71% em setembro face a agosto, para 6.331 milhões de euros, o valor mais baixo desde dezembro de 2014, segundo a série do Banco de Portugal. É o 59.º consecutivo de quedas do stock de Certificados do Tesouro (prolonga-se de forma ininterrupta desde novembro de 2021).
Em termos homólogos, a descida do stock dos Certificados do Tesouro em setembro é de 24,28%, o que equivale a menos 2.030 milhões de euros do que há um ano, segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo supervisor.
Nota: Se está a aceder através das apps, carregue aqui para abrir o gráfico.
A Série 5 está disponível desde 6 de julho, tem prazo de 10 anos e paga juros fixos que sobem de 2,35% no primeiro ano para 3,35% no décimo, o que dá uma taxa média bruta de 2,71%, tendo substituído os Certificados do Tesouro Poupança Valor, cujas subscrições foram suspensas.
Desde então, o stock desceu em todos os meses: 0,42% em julho, 1,39% em agosto e 1,71% em setembro, o que indica que os resgates de séries anteriores continuam a superar as novas subscrições.
Ao contrário dos Certificados do Tesouro, os Certificados de Aforro continuam a atrair poupança. O stock chegou aos 45.391 milhões de euros em setembro, batendo assim um novo máximo histórico, com uma subida de 1,76% face a agosto e de 16,27% em termos homólogos, o maior aumento em um ano desde março de 2024.
Os Certificados de Aforro representam agora cerca de 88% do total aplicado nestes dois produtos, contra 85% há um ano. Somados, os dois produtos totalizam 51.722 milhões de euros, mais 1,33% do que em agosto.
A subida homóloga global dos Certificados de 9,12% é a mais elevada desde fevereiro de 2024. O contributo dos Certificados de Aforro, que ganharam 6.353 milhões de euros em 12 meses, mais do que compensou a perda dos Certificados do Tesouro.
Con algunas semanas de retraso respecto a la previsión inicial, el contrato programa entre la Generalitat y Renfe para el servicio de Rodalies en Catalunya adelantado por La Vanguardia verá la luz finalmente la semana que viene. Será el próximo martes cuando el contrato será validado por el consejo de administración de Renfe Viajeros y, a la vez, por el Consell Executiu. De esta forma, el servicio de Rodalies seguirá dependiendo del operador fferroviario, pero a la vez el contrato permite clarificar los derechos y obligaciones de ambas partes, algo que no sucedía hasta la fecha.
Hace tan solo unos días había algunos rumores de que Star Wars Battlefront III iba a ser desarrollado por Bungie; sin embargo, no había confirmación oficial de eso. Ahora, sospechosamente, EA ha confirmado que siguen desarrollando grandes proyectos y uno de ellos viene gracias a DICE y Respawn Entertainment. Parece que la llegada de este comunicado viene para desmentir el hecho de que Bungie se encargaría de la franquicia, pero obviamente no es así, puesto que no hay nada que confirme que se trata de Battlefront III, al menos de forma directa, porque parece bastante evidente que sí es la nueva generación de este shooter.
EA ha anunciado el desarrollo de un nuevo juego por parte de DICE y Respawn Entertainment, y, obviamente, todos los rumores apuntan a que podría tratarse de Star Wars Battlefront III. Como te hemos comentado, no hay información oficial del nombre del juego, pero DICE se encargó del desarrollo de los dos primeros títulos y Respawn se encargó de los juegos de Star Wars Jedi, la saga para un jugador que está protagonizada por Cal Kestis. Desde luego, grandes noticias que gustarán a todos los jugadores que están deseando poder adentrarse en una nueva aventura de este estilo. Recuerda que Battlefront II siguió recibiendo contenido hasta el 2020 y hoy en día sigue siendo un título muy jugado por los usuarios.
Los juegos más actuales de Star Wars también han conseguido cautivar al público
Durante este año 2026, los amantes de Star Wars han podido disfrutar de entregas que han conseguido ofrecer mucha diversión. Uno de ellos fue Star Wars: Zero Company, un juego de estrategia y combate por turnos que ha cautivado a todos los seguidores de lo táctico. Por otro lado, Star Wars Galactic Racer consiguió traer las carreras de vainas a las consolas actuales con una precisión y cariño envidiables.
Es evidente que a la franquicia todavía le queda mucho por ofrecer. No solo hablando de videojuegos, sino también de series y películas. Dentro de poco podrás disfrutar de la segunda temporada de Ahsoka, una de las series que más han gustado a los espectadores, con permiso de Andor. Desde luego, hay mucho donde elegir, así que adéntrate de lleno en ese universo y vive experiencias únicas.
Os bancos não podem recusar o reembolso imediato de operações de pagamento não autorizadas apenas por alegarem negligência grosseira do cliente. O esclarecimento consta de um acórdão de 15 de outubro do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), relativo ao processo C-70/25.
Estão em causa pagamentos cuja autorização é contestada pelo titular da conta. Neste enquadramento, a utilização dos dados bancários deve ser distinguida do consentimento para realizar a operação, cabendo ao prestador demonstrar a autorização e a correta autenticação e execução do movimento.
Uma página falsa levou à perda de 700 euros
O caso envolve uma cliente de um banco polaco que colocou um artigo à venda na Internet. Um suposto comprador enviou-lhe uma ligação que conduzia a uma página semelhante à do banco.
A mulher introduziu as credenciais, utilizadas pelo burlão para transferir cerca de 700 euros. Comunicou a operação no dia seguinte, mas o banco recusou o reembolso por considerar que tinha agido com negligência grosseira.
Devolução deve ocorrer até ao dia útil seguinte
O Banco de Portugal esclarece que o prestador deve reembolsar, ainda que provisoriamente, o montante de uma operação alegadamente não autorizada até ao final do primeiro dia útil seguinte àquele em que tomou conhecimento dela ou recebeu a comunicação do cliente.
A contagem depende, portanto, do conhecimento da operação pelo prestador. Por isso, a comunicação rápida de um movimento não reconhecido é essencial.
O banco pode exigir o dinheiro posteriormente
O reembolso inicial pode ser seguido de uma discussão sobre a responsabilidade pelas perdas. A instituição pode reclamar os valores se provar que o prejuízo resultou de um incumprimento intencional ou de negligência grosseira dos deveres de segurança do cliente.
“Cabe ao prestador de serviços de pagamento provar que o cliente agiu com negligência grosseira”, salienta o tribunal.
Também o enquadramento legal português exige ao prestador elementos que demonstrem fraude, dolo ou negligência grosseira quando pretende responsabilizar o utilizador por operações não autorizadas. A avaliação deve assentar em provas relativas ao caso concreto.
Existe uma exceção ao reembolso imediato
O banco pode suspender a devolução quando tenha motivos válidos para suspeitar de fraude cometida pelo próprio cliente e comunique esses motivos, por escrito, à autoridade nacional competente.
Por seu lado, o cliente deve comunicar a operação logo que dela tenha conhecimento, sem atraso injustificado. O regime português estabelece, em regra, um limite máximo de 13 meses após o débito para essa comunicação.
Esse limite não permite esperar para denunciar um movimento já identificado: a exigência de comunicar rapidamente e o prazo máximo devem ser cumpridos em conjunto.
El coordinador, Ricard Mitjana, y Pilar Gimeno dejaron su cargo por desavenencias con las direcciones nacional y autonómica del partido
La media de encuestas tras la división de la izquierda alternativa: dónde sacarían escaños Frente Amplio y Podemos
Podemos vuelve a quedarse descabezado en Aragón, y lo hace a apenas un mes de las elecciones generales. Tras la precaria renovación en el partido a raíz del cisma vivido tras las elecciones de 2023, dos de los principales integrantes de la formación en el nuevo equipo morado han renunciado. Se trata del hasta ahora coordinador, Ricard Mitjana, y de un referente como la veterana Pilar Gimeno, que dejan sus puestos por desavenencias con la dirección tanto en Aragón como en Madrid. En principio permanecen quien fue candidata en las elecciones de febrero, María Goikoetxea, y el secretario de Organización, Tomás Aragón.
Las renuncias se hicieron oficiales este miércoles, en una reunión de urgencia del partido con su militancia, y la formación queda en manos de una gestora a cinco semanas de las elecciones generales del 29-N. Es el segundo periodo de interinidad en poco más de dos años.
Consultada por elDiario.es, Goikoetxea ha rehusado hacer declaraciones.
La dimisión ha sido confirmada por el propio Mitjana, quien ha remitido un comunicado en el que apunta que, tras trasladar él que se “presentaba a las primarias” para ser candidato al Ayuntamiento de Zaragoza, “se sucedieron una serie de desacuerdos con la dirección nacional y autonomica” que motivaron su renuncia el 7 de octubre “todos” sus “puestos orgánicos” en Podemos, “al igual –añade Mitjana– que decenas de personas que están” con ellos. “Nuestra honestidad es absolutamente incompatible con lo que hemos vivido en estas últimas semanas, pero igualmente nuestro compromiso político con la izquierda nos pide que pasemos página y pensamos en otros proyectos, donde nadie de Madrid nos pueda decir lo que tenemos que decidir en Aragón”, explica el ya excoordinador en la nota.
En conversación con este periódico, Mitjana ha señalado que elude “entrar en más polémica por el momento” actual, previo a las elecciones generales del 29-N. “El debate tiene que centrarse en revertir la situación e impedir que el fascismo entre en las instituciones estatales”, apunta el exdirigente morado, quien llama a “animar a la ciudadanía para que vote masivamente por una opción democrática”.
Una crisis que arrastra desde 2023
La debacle de las autonómicas y municipales del 28 de mayo de 2023, cuando Podemos bajó de cinco diputados a uno solo, abrió la crisis en el partido morado. Su candidata y coordinadora, Maru Díaz, anunció que dejaría la coordinación del partido tras las generales de ese año y que no recogería su acta de diputada. El escaño fue a parar a Andoni Corrales, número dos de la lista por Zaragoza y hasta entonces jefe de gabinete de Díaz en la Consejería de Universidad. Su decisión de quedarse con el acta, en lugar de dar paso a una renovación, provocó críticas entre militantes y simpatizantes, que le reprocharon aferrarse al cargo.
Tras varios meses de vacío, Marta de Santos, exdirectora general de Cambio Climático, tomó el relevo. Esa ejecutiva autonómica empezó a funcionar a principios de febrero de 2024, cuando De Santos, única aspirante, obtuvo el 87,3% de los votos de la militancia. El proyecto duró poco más de medio año: el 31 de agosto de 2024 la dirección dimitió en bloque por “desavenencias” con el grupo parlamentario, formado únicamente por Corrales. Desde entonces la comunicación entre la parte orgánica y el grupo parlamentario quedó rota, y el partido pasó a manos de un equipo técnico provisional.
Una renovación con una sola lista
La interinidad se prolongó durante más de un año. En noviembre de 2025, Podemos Aragón abrió su Asamblea Ciudadana, un proceso que una parte de la militancia criticó por carta y que contó con el respaldo explícito de la dirección estatal. Ricard Mitjana, entonces secretario de Organización regional, reunió en apenas diez horas los 90 avales exigidos para optar a la coordinación. Militar retirado tras tres décadas en el Ejército del Aire, con el empleo de cabo primero, encabezó junto a Goikoetxea la única candidatura presentada, y fue elegido coordinador con el 86,7% de los votos.
La nueva dirección no logró recomponer la relación con el grupo parlamentario. Pablo Fernández, secretario de Organización estatal, le dio su apoyo y le encargó llevar al partido hasta las elecciones del 8 de febrero. Goikoetxea fue designada candidata tras obtener el respaldo del 88% de la militancia en una consulta pública, sin primarias abiertas. Corrales, aún único diputado morado, denunció un “auténtico fraude democrático” por parte de la dirección autonómica y anunció que acudiría a los tribunales. Tampoco cuajó la candidatura unitaria de la izquierda: varias fuentes atribuyeron a la dirección de Podemos en Madrid el veto a un acuerdo que incluyera a Sumar.
El resultado del 8-F confirmó el desplome. Podemos obtuvo 6.206 votos, por debajo del PAR (8.161) y de Se Acabó la Fiesta (17.983), y perdió unos 20.000 sufragios respecto a los 26.923 de 2023, con lo que quedó fuera de las Cortes de Aragón.
Portugal regressa ao horário de inverno na madrugada de domingo, 25 de outubro, com os relógios a recuarem uma hora. A alteração permite passar mais tempo na cama, mas também pode interferir com os horários de sono enquanto o organismo se adapta.
No continente e na Madeira, às 02:00 os relógios passam a marcar 01:00. Nos Açores, à 01:00 voltam a ser 00:00, de acordo com as regras da hora legal explicadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera. O anoitecer passará a acontecer uma hora mais cedo pelo relógio.
Porque pode a mudança mexer com o descanso?
O corpo tem um relógio biológico que ajuda a regular os períodos de sono e de maior atenção ao longo de um ciclo próximo das 24 horas. É o chamado ritmo circadiano, influenciado sobretudo pela exposição à luz e à escuridão.
O horário de inverno também aproxima a exposição à luz dos ritmos naturais do organismo, com maior luminosidade de manhã e escuridão mais cedo à noite. Ainda assim, quem já tem dificuldades em dormir pode sentir a alteração das rotinas.
Que hábitos ajudam na adaptação?
Manter horários regulares para deitar, levantar e fazer as refeições é uma das recomendações da especialista. Nos dias anteriores ao recuo dos relógios, pode ajudar adiar ligeiramente a hora de deitar.
Depois da adaptação, a orientação é procurar luz natural de manhã e reduzir a luz artificial ao final do dia. O quarto deve ser escuro, silencioso e fresco, evitando utilizar telemóveis, computadores ou televisão na cama. Garantir tempo suficiente de descanso continua a ser essencial.
Porque continua a haver mudança da hora?
A Comissão Europeia apresentou, em 2018, uma proposta para terminar as alterações sazonais. Contudo, o Conselho da União Europeia esclarece que ainda não existe uma decisão final nem um calendário definido para a sua aplicação. O regime atual mantém-se em vigor.
Entretanto, um documento do Conselho confirma que foi lançado, em fevereiro de 2026, um estudo sobre os efeitos do fim da mudança da hora. A análise abrange dez cenários e áreas como a saúde pública, a energia, os transportes e a economia, estando prevista a sua conclusão até ao final deste ano.
Esta semana em Tempo ao Tempo, Rui Tavares continua a procurar no passado a relação entre homem e máquina, desta vez indo até Decartes e Jacques de Vaucanson, inventor do “Pato-Mecânico”, um autómato que digeria comida
Esta semana em Tempo ao Tempo, Rui Tavares continua a procurar no passado a relação entre homem e máquina, desta vez indo até Decartes e Jacques de Vaucanson, inventor do “Pato-Mecânico”, um autómato que digeria comida
O número médio de filhos por mulher em Portugal é superior ao registado no pico da crise financeira, mas permanece longe do limiar de substituição de gerações, e a Administração Pública identifica a habitação como um entrave decisivo.
A taxa de fecundidade subiu de 1,21 em 2013 para cerca de 1,52 em 2025, ficando assim abaixo dos 2,1 necessários para travar o declínio demográfico, e o relatório “Portugal em Perspetiva”, elaborado pela Rede de Serviços de Planeamento e Prospetiva da Administração Pública (REPLAN) e publicado há poucos dias, destaca o custo e a escassez de espaço como bloqueios que travam quem quer constituir família.
Para enquadrar este cenário, o documento recorre ao estudo “State of World Population 2025”, do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), que conclui que “a atual crise da fertilidade resulta sobretudo da incapacidade de muitas pessoas concretizarem as suas preferências reprodutivas, devido a fatores económicos, sociais e institucionais, e não apenas da diminuição das taxas de natalidade”.
O custo da habitação, a insegurança económica, a dificuldade de conciliação entre vida profissional e familiar e a desigual distribuição das responsabilidades de cuidado podem limitar a concretização dos projetos familiares.
Aplicada a Portugal, a análise da REPLAN é taxativa ao sublinhar que “a habitação, pelo custo e pela disponibilidade de espaço, constitui uma barreira relevante, em particular para os jovens adultos que procuram autonomizar-se e constituir família”.
A dimensão deste obstáculo reflete-se na idade de emancipação apurada pelo Eurostat, que aponta para que os jovens portugueses estejam a abandonar a casa dos pais, em média, aos 28,8 anos, contra 26,3 anos na União Europeia, além de que entre os 15 e os 29 anos, 21,4% vivem em habitações sobrelotadas, proporção que compara com 12,7% no conjunto da população residente.
O impacto económico faz-se sentir também no adiamento da maternidade, com o Instituto Nacional de Estatística (INE) a dar nota de que a idade média da mãe ao nascimento do primeiro filho foi de 30,7 anos em 2025, mais 0,5 anos do que em 2015.
A REPLAN ressalva que a habitação não atua de forma isolada, mas em conjunto com outras fragilidades do mercado de trabalho e do modelo social, salientando que “o custo da habitação, a insegurança económica, a dificuldade de conciliação entre vida profissional e familiar e a desigual distribuição das responsabilidades de cuidado podem limitar a concretização dos projetos familiares”.
No plano da oferta física de casas, o desfasamento entre o licenciamento e a conclusão de fogos permanece expressivo, tornando-se assim num elemento de pressão para a o forte agravamento do nível de acessibilidade à habitação em Portugal ao longo dos últimos anos.
De acordo com dado do INE foram licenciados 48.844 fogos em 2025 (o valor mais elevado desde 2011), mas só 30.425 ficaram concluídos, enquanto o Banco de Portugal estima que faltem cerca de 300 mil casas no país, segundo o governador, Álvaro Santos Pereira.
Entre as respostas estratégicas, a REPLAN preconiza “políticas que reforcem a segurança económica e a estabilidade dos jovens adultos, reduzam a precariedade laboral e os constrangimentos no acesso à habitação”, reconhecendo que a gratuitidade das creches é um avanço que ainda enfrenta o desafio de assegurar oferta suficiente e acesso em todo o território nacional.
Entre uma oferta de habitação que tarda em chegar e uma emancipação que se arrasta até perto dos 30 anos, os custos de acesso a um teto tornaram-se o filtro material dos projetos de parentalidade em Portugal. A evolução demográfica futura dependerá do ritmo a que o parque habitacional conseguir responder à procura e libertar os jovens adultos de um compasso de espera imposto pelo mercado imobiliário.
La movilidad eléctrica gana terreno gracias a las ayudas a la compra, los modelos más asequibles y un entorno de combustible caro. Así, las matriculaciones de coches eléctricos se dispararon en septiembre en varios países de la Unión Europea, hasta duplicarse en mercados clave como el francés o el alemán, y permitieron que rocen ya una cuota del 30%, un máximo.
Um homem que exibia uma bandeira de Israel foi retirado pela PSP do protesto pela habitação no Rossio, em Lisboa, na noite de quarta-feira, 21 de outubro. Segundo a RTP, dois agentes acompanharam-no até ao interior da estação de Metro do Rossio, depois de se ter envolvido em confrontos com manifestantes.
O episódio ocorreu pouco depois das 22h00, quando estavam a ser instaladas tendas na Praça D. Pedro IV. A concentração reunia algumas centenas de pessoas e decorria de forma pacífica desde o final da tarde, de acordo com o relato da agência Lusa.
Manifestantes afastaram o homem da zona das tendas
O homem entrou no espaço ocupado pelo protesto e acabou por ser afastado pelos próprios manifestantes. Elementos da PSP que acompanhavam a concentração intervieram depois para o retirar do meio dos participantes.
Durante o incidente, ouviram-se palavras de ordem como “pacíficos, pacíficos” e “somos todos antifascistas”. A RTP refere que o homem já tinha estado na manifestação durante a tarde.
A situação aconteceu depois de uma assembleia popular ter aprovado o regresso das tendas ao Rossio. A proposta tinha recebido 190 votos favoráveis e 270 abstenções, numa reunião iniciada pelas 19:30.
Decisão mudou durante a madrugada
Já na madrugada desta quinta-feira, 22 de outubro, os participantes voltaram a votar sobre a permanência na praça.
Pelas 00:45, a organização apresentou três alternativas: desmontar as tendas e desmobilizar, retirar as estruturas mas continuar a dormir na rua de forma organizada, ou manter o acampamento e formar um cordão humano em seu redor.
A opção de desmontar as tendas e pernoitar ao relento venceu com 338 votos. Os participantes decidiram, assim, manter o protesto no Rossio sem as estruturas de campismo que tinham voltado a instalar durante a noite.
Protesto prosseguiu depois da operação de terça-feira
O regresso das tendas ocorreu após a intervenção policial de 20 de outubro, que retirou o anterior acampamento do Rossio.
Num comunicado divulgado nesse dia, a PSP informou que tinham sido detidas 55 pessoas em Lisboa por suspeita de desobediência. A força de segurança registou ainda dois feridos ligeiros e indicou que a Polícia Municipal tinha apreendido 228 estruturas de acampamento. Estes números dizem respeito à operação de terça-feira.
Os detidos foram posteriormente constituídos arguidos e libertados, sujeitos a termo de identidade e residência. As diligências judiciais relativas aos casos foram adiadas para 27 de outubro.
Durante su lanzamiento, Cyberpunk 2077 no gustó nada a los jugadores; el juego tenía muchos problemas que empañaban la experiencia de juego y fue duramente criticado por ello. Ahora, después de recibir muchas actualizaciones y cariño por parte de CD Projekt RED, para muchos se ha convertido en un juego indispensable que no te puedes perder. Después de que sus creadores afirmaran que no habría más actualizaciones grandes, el juego acaba de recibir una muy interesante.
La versión 2.5 de Cyberpunk 2077 se lanza durante el día de hoy, 22 de octubre, para PC y consolas; posteriormente, también llegará la versión para Nintendo Switch 2. Esta nueva actualización añade una nueva misión secundaria de Edgerunners 2, el anime de la franquicia, objetos, emisoras de radio y personalización de ciberimplantes, además de misiones secundarias adicionales en Night City, compatibilidad oficial con mods o la posibilidad de usar dos armas a la vez. Lógicamente, esto no es todo y todavía te esperan muchas más cosas que no te puedes perder. Además, también hay corrección de errores que mejorarán tu experiencia de juego.
Desata toda tu potencia de fuego con Dual Wielding, un nuevo estilo de juego que duplica tu poder de fuego con ventajas exclusivas. Personaliza tus implantes cibernéticos en glamdocs, descubre mods creados por la comunidad con soporte multiplataforma, realiza recorridos nocturnos por la ciudad y mucho, mucho más por descubrir.
Comunicado de CD Projekt RED
The Edgerunners 2 Update (2.5) releases on PC, Mac (Steam, GOG, Epic Games Store), PlayStation 5, and Xbox Series X|S on October 22nd, with players on Nintendo Switch 2 and Mac (Apple App Store version) receiving it in the coming days.
Veremos cómo termina todo, pero el auge de las adaptaciones de videojuegos a series y películas es algo que se veía venir, puesto que las producciones están teniendo un gran éxito entre el público. Veremos cómo termina Cyberpunk 2077, pero de salir al mercado casi acabado, ha pasado a conquistar a todo el mundo gracias al increíble trabajo de la desarrolladora.
Um pedido para ajudar uma criança a ganhar um concurso de dança pode esconder uma tentativa de acesso à sua conta do WhatsApp. O Instituto Nacional de Cibersegurança de Espanha (INCIBE) publicou, nesta quarta-feira, 21 de outubro, um alerta sobre este esquema, que chega através de mensagens de contactos conhecidos.
A confiança entre amigos e familiares é usada para convencer os destinatários a seguir uma ligação. A DECO PROteste já tinha descrito uma fraude semelhante em novembro de 2025, na qual contas comprometidas eram utilizadas para espalhar novos pedidos e solicitar dinheiro.
Uma votação que permite associar outro dispositivo
No exemplo divulgado pelo INCIBE, a mensagem pede votos para Sophie, apresentada como filha de uns amigos. Os nomes, os prémios e as páginas utilizadas podem variar.
Ao abrir a ligação, o destinatário encontra uma página que simula uma votação e pede o número de telefone. Depois, apresenta um código e instruções para o introduzir no WhatsApp, através da opção de associar um dispositivo.
“Esse código não serve para registar um voto”, esclarece o instituto: permite associar um equipamento externo à conta.
A própria Meta, proprietária do WhatsApp, descreve este mecanismo. Os criminosos podem apresentar-se como organizadores de concursos de talentos e pedir um código de associação. Noutras variantes, tentam convencer a pessoa a ler um código QR que liga o equipamento do burlão à conta.
A aplicação pode continuar a funcionar normalmente
A vítima pode continuar a utilizar o WhatsApp enquanto terceiros enviam mensagens através da sessão associada. Manter o acesso à aplicação não significa, portanto, que a conta esteja a ser usada apenas pelo titular.
A Meta anunciou avisos para pedidos de associação considerados suspeitos, destinados a alertar os utilizadores antes de concluírem o processo. A empresa recomenda atenção à origem desses pedidos e às instruções apresentadas no ecrã.
Como proteger a conta
Antes de participar numa votação recebida por mensagem, confirme o pedido com a pessoa através de uma chamada. Nunca partilhe códigos de verificação e ative a verificação em dois passos, recomenda a DECO PROteste.
Se já associou um dispositivo, consulte a lista de equipamentos ligados ao WhatsApp e termine as sessões desconhecidas. Avise os contactos por outro canal e conserve capturas das mensagens. Abrir a ligação ou fornecer o número, por si só, não equivale a autorizar a associação, mas justifica verificar essa lista.
Caso tenha enviado dinheiro, contacte imediatamente o banco. Em Portugal, a GNR recomenda denunciar a burla às autoridades, podendo a participação ser apresentada à Guarda, PSP, Polícia Judiciária ou Ministério Público. Guarde também os comprovativos dos pagamentos.
La fuerza del rumor cristalizó en el nombramiento: Cayetana Álvarez de Toledo, perfil propio en la política española por su marcada personalidad, su arrojo y su verbo pesado, es la elegida de Alberto Núñez Feijóo para ser su número dos en la lista del PP por Madrid para el Congreso de los Diputados en las próximas elecciones del 29 de noviembre.
Un puesto clave que reconoce una trayectoria que encontró su segunda vida en la extinta legislatura, cuando Miguel Tellado decidió devolverle los trastos. Desde entonces, se ha consagrado como uno de los principales arietes de la bancada popular contra el Gobierno de Pedro Sánchez, al que ha combatido con determinación. Para la antología del sanchismo quedarán sus rifirrafes con Félix Bolaños o José Manuel Albares.
Completa el tridente madrileño Borja Sémper, dirigente de fuste resucitado del "túnel oscuro" del cáncer, que a punto estuvo de enseñarle la puerta de salida de la vida. Ironías del destino: fueron dos personas que marcaron una etapa concreta de la formación conservadora. La primera, por su fulgurante auge y posterior caída en desgracia, como consecuencia de su popularidad y sinceridad. El segundo, porque decidió dar un portazo a un proyecto político en el que había dejado de creer.
Ahora, los dos forman parte de una misma candidatura y no solo: son los dos pilares que sostienen a Alberto Núñez Feijóo en su batalla final contra Sánchez. Dos políticos de ideas similares y con caracteres tan distintos como complementarios. Este jueves, a primera hora, la dirección de Génova comunicó sendos nombramientos. "El Partido Popular es un proyecto amplio en el que caben todas las sensibilidades. No somos el PSOE. Somos una formación abierta donde los matices y los acentos no incomodan a nadie, sino que enriquecen a todos".
En una nota remitida a los medios, fuentes de la formación popular destacaron: "Las diferencias en el PP no se combaten, se respetan. Y Feijóo es un candidato en el que pueden confluir españoles de diferente signo y condición. Como siempre dijimos, la España sin muros".
Por eso, los populares muestran su satisfacción por que "las personas que acompañan al presidente representen perfiles distintos de ciudadanos diversos. Y, sin embargo, unidos ante el reto de hacer de nuestro país un lugar mejor". De Cayetana Álvarez de Toledo y Borja Sémper, destacan en la cúpula: "Representan formas distintas de entender España y ambos han atravesado por diferentes etapas en el PP".
Por eso, resumen en la formación: "Estamos muy orgullosos de que los dos sientan que el Partido Popular de Alberto Núñez Feijóo sea su casa y además decidan dar la cara por sus ideas encabezando, junto al candidato a la Presidencia del Gobierno, la lista de Madrid en los puestos dos y tres".
A última hora del miércoles, el presidente de Ucrania, Volodímir Zelenski, había emprendido viaje de regreso a Ucrania desde Noruega cuando impulsó la posibilidad de un alto el fuego que congelase las actuales líneas del frente y una reunión a tres bandas con sus homólogo ruso, Vladímir Putin, y estadounidense, Donald Trump. La realidad de la guerra se imponía, sin embargo, a la diplomática casi a la misma vez: en torno a las diez de la noche (una hora menos en Madrid), una lluvia de misiles balísticos rusos se precipitaba sobre Kiev.
No dejé que arrancase Windows. Antes de empezar con el MS-03 puse Omarchy, porque lo que quería trasladar a este ordenador era mi entorno de trabajo diario. El cambio de máquina tenía que ser lo más fluido posible. Después llegó la copia de los archivos, las aplicaciones y los ajustes que convierten un ordenador nuevo en el tuyo, con todos esos pequeños cambios que ya tienes interiorizados en el día a día. No fue esa experiencia casi mágica de un Mac, pero fue bastante impresionante.
Una vez trasladado mi entorno, tocaba comprobar cómo respondía en el día a día. Desde entonces, el MS-03 se ha convertido en mi estación principal y estoy muy contento con él. Lo noto más ágil que el X1 Lite, sobre todo con aplicaciones autoalojadas de transcripción de reuniones y muchas aplicaciones y pestañas abiertas. En mi trabajo diario, el MS-03 está respondiendo muy bien.
Además de utilizarlo como ordenador principal, he querido comprobar qué puede ofrecer este Core Ultra 9 en tareas de vídeo e IA local. Además de cargar un modelo en memoria, quería comprobar qué tareas consigue resolver, cuánto tarda y cómo responde cuando le pedimos algo más que generar texto.
La unidad del MS-03 que hemos probado monta un Intel Core Ultra 9 386H, con 32 GB de RAM y un SSD de 1 TB.
Característica
Especificación
Procesador
Intel Core Ultra 9 386H
Núcleos e hilos
16 núcleos (4 P + 8 E + 4 LP-E) y 16 hilos
Memoria RAM
32 GB DDR5
Almacenamiento
SSD NVMe de 1 TB
Ampliación de memoria
Dos ranuras SO-DIMM, hasta 128 GB
Red
Dos SFP+ de 10 GbE, un RJ45 de 10 GbE y otro de 2,5 GbE
Conexiones de vídeo
HDMI 2.1 y dos USB4 con DisplayPort Alt Mode
Expansión PCIe
Ranura física ×16 con enlace PCIe 4.0 ×4
Dimensiones
196 × 189 × 48 mm
Peso
1,4 kg
Sistema utilizado en las pruebas
Omarchy
Kernel de las pruebas
7.2.5-3-omarchy
Controlador gráfico en Linux
Intel xe
Entre sus conexiones destacan los dos puertos SFP+ de 10 GbE, poco habituales en un ordenador de este tamaño. Junto con los dos puertos Ethernet y la ampliación PCIe, son de sus grandes atractivos para llevarlo más allá del escritorio e incorporarlo a un homelab. También cuenta con dos USB4 de hasta 40 Gbps; en mi caso, esa conexión fue muy útil para trasladar los datos desde el X1 Lite.
El MS-03 junto a su caja de venta / Fotografía de Difoosion
Precio
El Minisforum MS-03 con Core Ultra 9, 32 GB de RAM y un SSD de 1 TB cuesta 1.599 euros en la tienda europea; es la configuración que hemos probado. También está disponible en barebone por 1.079 euros, sin memoria ni almacenamiento, y con 64 GB de RAM y 2 TB por 2.179 euros.
Con el encarecimiento de la memoria y el almacenamiento, el precio encaja en la franja actual de mini-PC de gama alta. No es un equipo barato, pero da potencia, conexiones de red de nivel servidor y ampliación interna en un formato compacto. Si valoras poder cambiar RAM o añadir almacenamiento más adelante, además de usarlo hoy como ordenador principal, esa flexibilidad ayuda a justificar el precio.
De la caja a trabajar en menos de una hora
Al sacar el MS-03 de la caja, me sorprendió lo compacto que es. Ni siquiera llegué a arrancar Windows: instalé Omarchy en alrededor de un minuto y conecté el X1 Lite para trasladar mi entorno de trabajo.
Ahí el USB4 me resultó muy útil. La migración completa llevó unos 45 minutos y, en menos de una hora, ya tenía mis archivos, aplicaciones y ajustes en el nuevo equipo.
El equipo con la fuente de alimentación, los cables y los accesorios incluidos / Fotografía de Difoosion
Mi día a día con el MS-03
Mi escritorio tiene dos monitores: un Dell panorámico de 34 pulgadas como principal y un Dell en vertical a su izquierda. Cada uno tiene diez escritorios independientes, y a lo largo del día los voy llenando.
Por red trabajo con cable. El Wi-Fi 7 solo lo he usado el día que se cayó la red de la oficina.
Lo normal es tener abiertos a la vez un reproductor de música, ChatGPT, Claude, Hermes Agent, OpenBot y Grok Bot, que he estado probando. A eso se suman varias terminales con agentes trabajando, Brave Origin o Chromium con muchas pestañas, varias sesiones de Teams y Superhuman para el correo.
Con esa carga, el X1 Lite daba tirones puntuales al cambiar de aplicación o de escritorio. En el MS-03 no me ha pasado nunca: va fluido abra lo que abra.
Lo único que me ha dado guerra no es culpa del equipo, sino del sistema: el teclado Bluetooth no se conecta hasta después de la pantalla de inicio de sesión, así que para escribir la contraseña tengo que enchufarlo por cable. Del equipo en sí no hay nada que me moleste más allá del ventilador. Me parece precioso y tiene justo las conexiones que necesito, y todas muy rápidas.
El formato horizontal deja los puertos del frontal al alcance de la mano / Fotografía de Difoosion
Gráfica y vídeo
El Core Ultra 9 386H incorpora Intel Graphics, con cuatro núcleos Xe, y un motor multimedia dedicado. Según Intel, admite Quick Sync Video y codificación y decodificación por hardware de H.264, HEVC y AV1. Una aplicación compatible puede aprovecharlo para reproducir o convertir vídeo sin depender solo de los núcleos de CPU.
En Omarchy probamos esa aceleración exportando ocho segundos del tráiler de Sintel a un MP4 H.264 con audio. Con VA-API, la mediana de tres exportaciones fue de 0,48 segundos. Después comprobamos la decodificación completa de los archivos y revisamos fotogramas de entrada y salida, sin errores ni corrupción evidente en las muestras.
El interés práctico está en disponer de aceleración de vídeo integrada sin instalar una tarjeta dedicada, también trabajando con Linux. Es una capacidad útil para los programas que la aprovechen, más allá de limitarse a mostrar el escritorio.
Además, si lo utilizas en casa como máquina para hacer transcodificación de vídeo, va a dar un buen resultado y aguantará de sobra el trabajo duro.
El frontal reúne el botón de encendido, la toma de audio y tres USB-A / Fotografía de Difoosion
IA local mientras sigo trabajando
Quería comprobar algo muy concreto: si el MS-03 podía ir resolviendo pequeñas tareas con una IA local mientras yo seguía trabajando con todo abierto. Usé Gemma 4 12B con Ollama y OpenCode, y lo probé de tres formas: limitado a dos hilos de CPU, con los 16 hilos y con la gráfica integrada.
La gráfica integrada marca la diferencia. Con Vulkan, Ollama carga el modelo entero en la iGPU y genera unos 9 tokens por segundo, frente a unos 4 en CPU: una respuesta de 256 tokens pasa de algo más de un minuto a menos de medio. Eso sí, Ollama descarta por defecto las gráficas integradas, así que hay que instalar la versión con Vulkan y activarla de forma expresa.
Le puse dos tareas, con las mismas instrucciones y las mismas comprobaciones en todos los casos. La primera, arreglar un atajo roto en una copia de la configuración de Omarchy. La segunda, construir desde cero un pequeño panel en Python con las tareas y los eventos de una nota de Logseq.
Tarea
CPU, 2 hilos
CPU, 16 hilos
Gráfica integrada
Arreglar el atajo
14 min 6 s, correcto
6 min 30 s, correcto
4 min 31 s, correcto
Construir el panel
29 min 41 s, falla
14 min 31 s, falla
13 min 30 s, falla
El atajo lo arregló siempre, y con la gráfica integrada en cuatro minutos y medio. El panel no salió bien a la primera en ningún caso. Con la iGPU leyó bien la fecha y todas las tareas, pero se equivocó con la hora de fin del evento y no guardaba la página HTML donde se le pedía.
Lo que quería saber después era si bastaba con un segundo intento. Le describí los dos fallos como lo haría cualquiera que lo hubiese probado, qué salía y qué esperaba, sin decirle cómo arreglarlos. En 8 minutos y 52 segundos tocó solo esas dos partes del código y el panel pasó todas las comprobaciones. El código no es elegante, pero funciona. Es decir: a la primera no llega, pero con una corrección mía, sí.
También probé Granite 4.2 8B con Pi y los 16 hilos de CPU: arregló el atajo en 5 minutos y 39 segundos, pero en el panel agotó el tiempo tras 24 minutos y 16 segundos sin pasar las comprobaciones.
Con la gráfica integrada el MS-03 ya sirve para delegar arreglos pequeños a una IA local sin tarjeta dedicada, pero le llevará su tiempo. Para construir algo completo no basta un solo intento, pero con una ronda de correcciones ya sale adelante.
Temperaturas y ventilador: un murmullo que te hará compañía
En el día a día, el MS-03 me acompaña con un murmullo casi permanente. Suele ser discreto, pero cuando le pido más trabajo y sube la temperatura, el ventilador acelera y ese ruido de fondo se hace más evidente. A mí, cuando sube, me resulta algo molesto pero me olvido de que existe pasado un rato.
Las pruebas de IA ayudan a ponerle contexto. En las dos tareas de Gemma con los 16 hilos, la CPU llegó a 89 C. Fueron unos 21 minutos de trabajo, con las aplicaciones habituales abiertas, y no hubo cortes térmicos ni alarmas críticas. En la sesión anterior, limitada a dos hilos, el máximo registrado había sido de 86 C. Con la gráfica integrada, la CPU no pasó de 85 C.
Conectividad para escritorio y homelab
La conectividad es uno de los grandes argumentos del MS-03 y una de las cosas que más valoro del planteamiento de Minisforum. Aquí hay margen para conectar los periféricos del escritorio, trabajar con almacenamiento externo rápido y, más adelante, llevar el equipo al homelab. El equipo incluye:
Red por cable: dos SFP+ de 10 GbE, un RJ45 de 10 GbE y otro RJ45 de 2,5 GbE.
USB-C: dos USB4 traseros de hasta 40 Gbps, con salida de vídeo DisplayPort 2.1 Alt Mode.
USB-A: cinco en total. Delante hay uno USB 3.2 Gen 2 y dos USB 2.0; detrás, otros dos USB 3.2 Gen 2.
Vídeo: HDMI 2.1 FRL, hasta 4K a 120 Hz, además de las salidas a través de USB4.
Conexión inalámbrica: Wi-Fi 7 mediante un Intel BE211 y Bluetooth 6.
Audio: un jack combinado de 3,5 mm en el frontal.
Ampliación interna: una ranura física PCIe ×16 con enlace PCIe 4.0 ×4 para tarjetas compatibles.
Lo que más me interesa es tener esas posibilidades en un solo equipo compacto. Hoy aprovecho los USB y trabajo con Omarchy, pero sé que los puertos de 10 GbE y la ampliación PCIe me dan margen para cambiarle de función más adelante.
La parte trasera concentra las conexiones de red, USB4 y vídeo / Fotografía de Difoosion
Pensado para el homelab: vPro, 10 GbE y PCIe
Una de las características de este equipo que más me llaman la atención es Intel vPro, presente en esta versión con Core Ultra 9 386H. Es una plataforma de funciones empresariales que incluye Intel AMT para gestionar el ordenador por red sin depender de que el sistema operativo funcione. Entre sus posibilidades está el KVM remoto: ver la imagen y manejar teclado y ratón, incluso durante el arranque.
Para quienes usamos equipos como este como servidor, poder reiniciarlo o entrar en la BIOS a distancia es calidad de vida. También es útil para mantener los ordenadores de una empresa, aunque yo lo valoro especialmente pensando en el rack del homelab. En el MS-03, Minisforum identifica el puerto Ethernet Intel i226-LM de 2,5 GbE como compatible con vPro.
Eso sí, hay que activar y configurar AMT y utilizar una herramienta compatible; el equipo debe mantener alimentación y conexión de red.
vPro no es nuevo para mí. Lo he usado en el MS-01 y en el MS-03, y también lo conozco del MS-02. Me encanta poder controlar el equipo a distancia de esta forma. Lo que no me ha convencido es la aplicación: en ambos casos usé MeshCentral y la experiencia fue mala. El problema está en el software, no en vPro ni en el equipo, así que merece la pena buscar el cliente que mejor encaje contigo.
Esta gestión integrada es un punto que valoro frente a los MS-A1 y MS-A2, basados en AMD y sin Intel vPro. Otra opción es añadir un JetKVM externo, con sus conexiones HDMI, USB y Ethernet y la alimentación necesaria. Con el lío de cables que se puede montar en un rack, cuantas más funciones útiles traiga integradas el equipo, mejor.
La ranura PCIe interna es otro de sus puntos fuertes: tiene formato físico ×16 y enlace PCIe 4.0 ×4. Permite añadir otra tarjeta de red o una gráfica de perfil bajo compatible, siempre comprobando el espacio y la alimentación que necesita. Minisforum especifica tarjetas de media altura y un solo slot, de hasta 170 mm de largo y 20 mm de grosor.
En mi oficina todavía no tengo 10 GbE, pero esos puertos ganan sentido si más adelante llevo el MS-03 al rack del homelab. Me permitirían plantearme su incorporación a un clúster Ceph, con otros nodos y discos adecuados: la documentación de Ceph recomienda una red de al menos 10 Gb/s. Para un homelab o una pyme cuyas necesidades encajen en su capacidad, la combinación de tamaño, conexiones y ampliación puede ser una alternativa interesante a un servidor convencional. También me interesa la posibilidad de reducir el consumo, aunque el ahorro dependerá de qué sustituya y de la carga; aquí no lo he medido en el enchufe.
Conclusiones
Viniendo del X1 Lite, el MS-03 se ha convertido en mi equipo principal y estoy trabajando muy a gusto con él. Con dos monitores, veinte escritorios y todo lo que suelo tener abierto, no he notado ni un tirón. Y la sensación del chasis de metal en la mano, aunque ya he pasado por el MS-01 y el MS-A2, me sigue sorprendiendo. Poder sacar todo el interior tirando de una sola pestaña me sigue pareciendo lo más top que se ha hecho en mini PC.
Aun así, creo que su razón de ser principal es otra: montar un servidor. Su conectividad, vPro y su capacidad de ampliación lo convierten en una base excelente para un homelab. Y como estación de trabajo que admite mejoras y puede evolucionar, me parece muy interesante, sobre todo por ofrecer eso en un formato tan pequeño.
Me gusta tener un equipo siempre encendido con IAs corriendo en él. Dejo Claude Code y ChatGPT trabajando en el MS-03, para que siempre tengan dónde hacer las cosas.
¿Por qué no un Mac mini? Es muy buen equipo, pero mucho más limitado, y si te gusta usar Linux (o Windows) no tiene sentido. Un portátil ocupa más en la mesa y muchas veces necesita un dock para tener todas tus conexiones: ganas portabilidad, pero no ampliación. Y si vas a algo como un Framework, que sí permite ampliar, el precio se dispara.
El chasis del MS-03 también permite colocarlo en vertical / Fotografía de Difoosion
No es para todo el mundo. Si eres gamer, a menos que consigas una buena gráfica de perfil bajo, no eres su público. Tampoco si buscas un equipo que no se escuche y que parezca que no está.
Me parece un equipo muy completo dentro de esta línea de Minisforum. Aunque hay que pagar el precio de un poco de ruido de fondo, lo elegiría para invertir en un ordenador que pueda crecer con mis necesidades. Y si tienes un servidor en casa o en tu empresa, este equipo me parece una solución fantástica.
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Cuando se anunció de forma oficial el lanzamiento de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake, muchos jugadores se quedaron con la boca abierta gracias al increíble trabajo que estaba haciendo la desarrolladora. Esta entrega es una de las más queridas de la saga y poder disfrutarla en la consola de actual generación de Nintendo era algo que millones de usuarios querían. Ahora, la compañía confirmó que si reservas el juego antes del 23 de noviembre, podrás acceder a un nuevo regalo que seguramente llame mucho tu atención. Obviamente, si hablamos de un regalo, es gratis, así que si estabas pensando en hacerte con el juego, ahora tienes un pequeño aliciente más.
The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake es uno de los lanzamientos más importantes del año; su fecha de lanzamiento está cada vez más cerca y son millones de usuarios los que están deseando poder ponerle las manos encima. Como te hemos dicho, Nintendo ha anunciado que todos los jugadores que reserven el juego tendrán un fondo de pantalla digital especial del 40º aniversario de The Legend of Zelda. Dicho fondo enseña el logotipo del 40º aniversario de la saga, ofreciendo un collage de imágenes de varios juegos clásicos de Zelda y estará disponible tanto para ordenadores como para dispositivos móviles. Una vez hayas reservado el juego, recibirás un mensaje en la dirección de correo electrónico que utilizaste para crear tu cuenta de Nintendo una vez finalizada la promoción; ahí podrás acceder para descargarlo.
Purchase the digital version of The Legend of #Zelda: #OcarinaOfTime before Nov 23 at 11:59pm PT and get a Legend of Zelda 40th Anniversary digital wallpaper as an early purchase bonus. The wallpaper is available in several formats for different screen types, and you can download… pic.twitter.com/z9uUadcL1I
El anuncio del remake de Ocarina of Time fue toda una gran sorpresa para los jugadores
Si bien era algo que ya se llevaba rumoreando bastante tiempo, lo cierto es que no se conocía nada de cómo podría lucir el juego. Su primer gameplay se presentó en un Nintendo Direct especial que estaba enfocado en la saga y, como te puedes imaginar, las primeras impresiones dejaron con la boca abierta a todos los espectadores.
Es evidente que la aventura de Link y Zelda viene dispuesta a traerte grandes horas de diversión. Recuerda que solo estará disponible para Nintendo Switch 2, así que si estás a la última con la consola de la gran N, sin duda es una entrega que no puedes dejar escapar. Prepárate, porque ya queda muy poco para ponerle las manos encima.
Quem tem um crédito à habitação com taxa variável e revisão prevista para novembro deverá enfrentar um aumento da prestação. A previsão mantém-se apesar da estabilização recente das Euribor, porque a comparação relevante é feita com a taxa aplicada na última atualização do contrato.
O alerta foi deixado por Nuno Rico, da DECO PROteste, em declarações à SIC Notícias. Segundo o especialista, haverá diferenças entre empréstimos: “A dimensão é que vai ser diferente consoante o indexante”.
Porque pode subir a prestação mesmo com a Euribor a estabilizar
Uma estabilização das taxas nos últimos dias não significa que a prestação fique igual na próxima revisão. Para isso, é necessário comparar o novo valor de referência com aquele que está a ser aplicado ao empréstimo.
O Banco de Portugal explica que, nos contratos a taxa variável, o juro resulta da soma do indexante, geralmente a Euribor, com o spread acordado com o banco. A revisão acompanha o prazo do indexante: três, seis ou 12 meses, por exemplo.
O valor utilizado resulta da média das cotações diárias do mês anterior à revisão. Assim, a referência para novembro será a média de outubro, que ainda não está fechada.
Taxa mista representou 87% dos novos empréstimos em agosto
Os dados mais recentes do Banco de Portugal mostram que, em agosto, 87% dos novos empréstimos para habitação própria permanente foram contratados a taxa mista.
Nas novas operações desta modalidade, a taxa de juro média ficou em 2,86%, mais 0,02 pontos percentuais do que em julho. Na taxa variável, a média também aumentou 0,02 pontos percentuais, para 3,23%.
Estes valores descrevem as operações realizadas naquele mês. Não correspondem a uma proposta disponível nas mesmas condições para todos os clientes.
Como funciona a proteção durante o período de taxa fixa
Num empréstimo a taxa mista, existe um período inicial com taxa fixa, seguido de outro com taxa variável. Durante a fase fixa, a prestação de capital e juros não acompanha as oscilações da Euribor. Depois, passa a depender das condições previstas para a componente variável do contrato.
A escolha desta modalidade tem ganho peso num contexto de subida dos encargos. Em agosto, a prestação média mensal dos empréstimos à habitação atingiu os 446 euros, mais cinco euros do que em julho e mais 28 euros do que no final de 2025, segundo o regulador.
Como avaliar o impacto no seu empréstimo
Para estimar a nova prestação, é necessário conhecer o capital ainda em dívida, o prazo que falta cumprir, o spread e o indexante do contrato. O simulador do Portal do Cliente Bancário permite testar alterações da taxa de juro e perceber o seu efeito na mensalidade.
Na comparação de propostas, devem também ser considerados os seguros, as comissões e os restantes encargos. A taxa anual de encargos efetiva global, ou TAEG, reúne os custos do crédito e ajuda a comparar ofertas com o mesmo prazo e modalidade de reembolso.
As casas em Portugal estão 66,7% mais caras face ao rendimento das famílias do que em 2015, e quase um terço dessa distância abriu-se somente no ano passado.
O indicador de acessibilidade da habitação da OCDE, que compara o preço das casas com o rendimento disponível por habitante, passou de 147,3 pontos em 2024 para 166,7 em 2025, traduzindo-se assim…
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En relación con eso de los fachas, la banda del Peugeot ha parido incluso un palabro, o quizás descubierto un nuevo cuerpo sideral: la fachosfera. Cierto es que la fraseología del sanchismo ofrece pocas certezas, porque en ella un terrorista puede ser un hombre de paz y una amnistía, una medida benéfica. Las palabras han perdido su significado de tanto someterlas a retruécanos, eufemismos y dobles sentidos. En la jerga cejisanchista, cada vocablo tiene un significado aparente, otro oculto y un tercero que depende de las necesidades del momento.
Para complicarlo todo, tampoco existe una interpretación canónica. Los gurús de la secta cambian a voluntad el sentido de palabras como facha, progresista, nacionalidad, colonia, Constitución o ley. Y, por si fuera poco, proliferan los dialectos territoriales, en los que hasta conceptos tan elementales como rico y pobre adquieren significados diferentes. Así, en el sanchismo del noreste, pobre es, ante todo, el pobre catalán; por eso los ricos de Cataluña (que no son ricos de verdad, porque ricos solo hay en Madrid) no tienen por qué repartir su renta con los indigentes de Extremadura.
No dejemos, sin embargo, que los árboles nos impidan ver el monte. España se enfrenta a un problema de extraordinario calado: ¡que vienen los fachas! La cuestión es saber cuántos son. ¿Cuántos fachas hay, Dios mío de mi alma? En principio, lo son todos los que lucharon en el bando incorrecto de la Guerra Civil, aunque, por razones cronológicas, la inmensa mayoría haya causado ya baja en el censo. A partir de ahí se abre un abanico casi infinito de posibilidades, que incluye a jueces, periodistas desafectos y, en general, a cualquiera que manifieste síntomas de pensamiento autónomo.
La pregunta es si son tantos como para poner en peligro los avances del Gobierno más progresista de la historia mundial y del universo. Sean cuantos sean, es preciso neutralizar su malignidad. Y es que en semejantes pecadillos incurren no solo los devotos de Milei y Meloni, sino también los adoradores del demonio Alberto Fendetestas y los adictos a la Bruja Ayuso, que recurren a sus malas artes para seducir almas cándidas y progresistas y atraerlas a su sacrílego culto.
Y aquí surge una dificultad que nadie parece haber abordado con el rigor científico necesario. No basta con averiguar cuántos fachas pululan por España: hay que determinar también su grado de fachismo. ¿Son todos igual de fachas? ¿Alcanzan Felipe González y Santiago Abascal idéntica concentración de ultraderechismo en sangre, siendo ambos inequívocamente sospechosos según la mitología del populismo bolivariano? ¿Existe el facha asintomático?
Los intentos realizados hasta ahora resultan manifiestamente insuficientes. El amago del ministro Marlaska de sexar políticamente a los periodistas no pasa de ser un ensayo rudimentario. Hace falta método, coordinación y, sobre todo, una autoridad competente.
Por eso urge crear una nueva figura institucional: el Fachimensor General del Estado. Un alto cargo dotado de los medios técnicos, humanos y presupuestarios necesarios para determinar quién es facha, cuánto lo es y qué probabilidades tiene de seguir siéndolo. Su instrumento fundamental sería el fachómetro, convenientemente homologado, con una escala que permitiera distinguir entre el facha ocasional, el facha contumaz y el ultrafacha irredimible. Porque nadie está libre de levantarse una mañana con una opinión inconveniente.
D
e hecho, ya tenemos un alto cargo de nombre parecido cuyas funciones, al menos en el imaginario de algunos, no andan demasiado lejos. Con el nuevo organismo se simplificaría enormemente el trabajo de las fontaneras, que, en lugar de recurrir a los clanes gitanos de Badajoz, podrían disponer de una base de datos oficial, con fichas individualizadas, índices de peligrosidad y alertas tempranas de desviación ideológica.
Para el ejercicio de tan altas responsabilidades sería necesaria un alma «cándida», de probada ortodoxia y pronto desocupada. Yo ahí lo dejo.
Con semejante instrumento, la nueva España (con perdón) confederal y progresista podría abordar por fin la solución definitiva del problema. Los fachas inadaptados, como otras aves irredimibles, ocuparían el lugar que les corresponde: el de los pájaros que cantan en una jaula. Podrían hablar, incluso votar, para dar colorido al paisaje democrático, pero nunca decidir. Quedarían al margen del sistema, incapacitados por su obstinación en defender valores ya superados, como el libre juicio o la meritocracia.
Porque, al fin y al cabo, ¿de qué sirve una democracia progresista si existe el riesgo de que gobiernen los que no son progresistas?
Elecciones generales 29N, en directo: última hora de las candidaturas del PSOE, PP y Vox tras la decisión del Constitucional sobre el voto de los nietos