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Belicismo sanchista y cipayismo derechuzo – Por Juan Manuel de Prada

19 July 2026 at 04:08
Por Juan Manuel de Prada En reiteradas ocasiones hemos explicado que la misión del cantamañanas Donald Trump no es otra sino actuar como catalizador o acelerador del progresismo. Para más…

Rusia después de Putin, ¿qué pasará? – Por Marcelo Ramírez

10 July 2026 at 14:41
Por Marcelo Ramírez La próxima elección parlamentaria rusa no puede leerse como una competencia normal entre partidos ni puede ser reducida a la fórmula occidental de “régimen sin democracia” ni…

En defensa de Peinado – Por Juan Manuel de Prada

27 June 2026 at 17:04
Por Juan Manuel de Prada En su representación alegórica, la Justicia aparece siempre con los ojos vendados. ¿Significa esto que la Justicia sea ciega? En absoluto, pues si lo fuese…

Israel: geopolítica, Biblia y poder – Por Marcelo Ramírez

22 June 2026 at 03:28
Por Marcelo Ramírez Israel suele ser analizado desde las categorías habituales de la geopolítica moderna como la seguridad nacional, alianza con Estados Unidos, presión del lobby en Washington, conflicto con…

Her Rape Kit Had a DNA Match. In San Francisco, That’s Not Enough.

27 July 2026 at 18:19

The San Francisco Police Department cleared 14 percent of rape cases last year—half the national rate. An investigation finds that rape kits get tested fast, only for cases to be quietly shelved. Often, the only thing standing “between a report and the shelf” is what’s known as a “pretext call,” a recorded phone conversation in which a survivor tries to extract an admission of guilt from their attacker (aka relives their trauma to do the police’s work for them):

She sat in a room at the SVU headquarters with [Sergeant Johnathan] Ng and a recorder. She dialed the man she alleged raped her. He didn’t pick up. She tried again. No answer.

“If we don’t get an admission, it’s a he-said, she-said thing,” she remembered Ng telling her.

Then, she said, he offered some unsolicited advice.

“He told me that I probably shouldn’t be hanging out with 55-year-old men,” she said.

Museu Municipal de Faro inaugurou exposição “Meio Século de Cartazes de Dança”

31 July 2026 at 07:00

O Museu Municipal de Faro inaugurou em 25 de julho, a exposição “Meio Século de Cartazes de Dança – Coleção António Laginha”, que estará patente ao público até 4 de outubro de 2026.

A mostra reúne, pela primeira vez em exposição pública, mais de meia centena de cartazes dedicados à dança, pertencentes ao acervo do Centro de Dança de Oeiras. Constituída por exemplares de pequeno, médio e grande formato, esta coleção assume-se como um conjunto singular no panorama nacional, testemunhando mais de cinco décadas de criação gráfica associada à dança.

Habitualmente concebido como um suporte efémero de comunicação, o cartaz ultrapassa, nesta exposição, a sua função promocional para revelar o seu valor artístico, histórico e cultural. Apesar da sua natureza transitória, continua a afirmar-se como um poderoso meio de comunicação visual, capaz de captar a atenção do público e de estabelecer uma relação única entre imagem, texto e expressão artística.

A exposição convida igualmente a revisitar a história do cartaz em Portugal, cuja origem remonta ao século XV, acompanhando a evolução da imprensa e da comunicação visual até à atualidade. Num tempo marcado pela predominância dos meios digitais, esta mostra destaca a importância do cartaz enquanto objeto artístico e documental, preservando a memória de acontecimentos culturais e de algumas das mais relevantes produções da história da dança.

A coleção resulta de um trabalho desenvolvido ao longo de mais de cinquenta anos por António Laginha, que reuniu cartazes e programas de espetáculos apresentados em Portugal e no estrangeiro. Inicialmente motivada pela preservação de memórias das produções em que participou como bailarino, a coleção foi sendo enriquecida com peças de espetáculos a que assistiu em teatros e festivais nacionais e internacionais, refletindo também o seu percurso enquanto crítico de dança. As obras expostas apresentam diferentes formatos, proveniências e linguagens gráficas, encontrando-se organizadas segundo um critério expositivo que privilegia as suas qualidades estéticas, plásticas e visuais. Entre os cartazes representados encontram-se anúncios de produções apresentadas em cidades como Lisboa, Londres, Paris, São Petersburgo, Nova Iorque, Pequim e Loulé, evocando algumas das mais emblemáticas obras da dança internacional.

Com esta exposição, o Município de Faro proporciona ao público uma oportunidade única para conhecer um património gráfico raro, onde a arte do cartaz se cruza com a história da dança, da comunicação visual e da criação artística.

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