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Bárbara Branco ainda se pergunta "Estarei à altura?"

10 October 2026 at 19:27
Estreou-se aos 13 anos, fez telenovelas e aos concerto teatrais e é agora a narradora de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o Podcast Plus do Observador. Esta é a história de Bárbara Branco.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Podia ter sido Annie Silva Pais numa série, mas Bárbara Branco acabou a narrar a história dela em podcast

Porque é que tanta gente lê "Os Diários de Emma M. Lion"?

10 October 2026 at 16:50
A coleção terá 25 livros, que cobrem quatro anos da vida de personagens excêntricas, cativantes e sarcásticas. É um fenómeno no TikTok e chega agora a Portugal. Falámos com a autora, Beth Brower.

Beth Brower estava doente quando criou esta coleção, foi isso que a manteve motivada

O inferno segundo João Zamith

10 October 2026 at 14:15
Ao segundo livro, o autor parece querer afirmar-se cada vez mais como o principal cultor contemporâneo do romance de terror em Portugal, estilo que tem na raiz a natureza da literatura.

Zamith aproveitará o seu conhecimento profundo da arquitetura do horror para construir uma história que, à boleia de espíritos malignos, descreve argutamente a insularidade minhota

Museu da Terra de Miranda reabre hoje com programa gratuito

10 October 2026 at 14:06

VTM

O Museu da Terra de Miranda, localizado em Miranda do Douro, reabre as suas portas ao público hoje, após um período de encerramento para obras de requalificação e ampliação que durou quatro anos. O programa de reabertura é gratuito e irá decorrer até domingo.

As obras realizadas incluíram a aquisição de três imóveis adjacentes e tiveram um custo aproximado de dois milhões de euros, maioritariamente financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), conforme recordou Celina Pinto, diretora do museu, à agência Lusa no final de setembro.

A nova experiência museológica destaca a língua mirandesa, que assume um papel central ao lado do português. Segundo a Museus e Monumentos de Portugal, “o novo percurso valoriza o património material e imaterial” e coloca em evidência não apenas os objetos, mas também as pessoas e as práticas que lhes conferem significado.

Os temas abordados na nova experiência incluem a língua e o território, a história, as artes e ofícios, o espaço doméstico, os trajes, a dança e a música. O programa inicia-se às 16:00 com uma performance comunitária intitulada “L’AMPEÇO”, desenvolvida em colaboração com as comunidades locais sob a orientação artística da Ondamarela.

Além disso, será apresentada uma exposição temporária chamada “Ramos de Oferenda da Terra de Miranda”, que se dedica à tradição associada ao ciclo agrícola e à celebração comunitária do pão. Entre as 18:00 e as 23:00 ocorrerá uma festa na Praça D. João II.

No domingo, às 16:00, está agendada uma visita guiada denominada “Loas cantadas”, conduzida pelo Grupo Etnográfico do Centro Cultural de Sendim. Fundado em 1982 por António Maria Mourinho, o Museu da Terra de Miranda possui coleções provenientes dos municípios vizinhos como Miranda do Douro, Vimioso e Mogadouro.

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Apresentações literárias marcam outubro na biblioteca municipal Lídia Jorge

10 October 2026 at 12:35

A Câmara Municipal de Albufeira promove, durante o mês de outubro, três encontros dedicados aos livros na Biblioteca Municipal Lídia

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É Círio outra vez

10 October 2026 at 08:00

Desde bem zinho, como, por vezes, chamamos as crianças aqui no Pará, aprendi que nossa identidade se ergue sobre três colunas, não só de paraenses, mas de muitos amazônidas: a Cabanagem, os encantados e as festas de santo.

Dos cabanos, herdei a coragem e a resistência. Dos encantados, o sentimento de pertencimento à floresta; esse elo entre o vivido e o imaginado, onde mesmo duvidando, acredito: na Iara, no Ataíde, no Curupira.

Das festas de santo, trago mais do que fé e esperança, trago sons, cores, cheiros e sabores. Antônio, João, Benedito, Marias… todos cabem no nosso coração barulhento.

Quem já viveu uma festa de santo, como o Círio de Nazaré em Belém — ou melhor, a festa da Santa, da Nazica — sabe que, quando chega outubro, o peito se enche e alguém sempre diz, sorrindo: É Círio outra vez!

As ruas fervilham. Gente chega por todos os caminhos: pelo rio, em embarcações adornadas de redes; por terra, em carros e ônibus abarrotados; ou pelo céu, em aviões que se multiplicam no ar úmido da cidade. Devotos, promesseiros, romeiros e festeiros se misturam num só corpo. O Círio é o nosso Natal paraense — cantado, dançado, sentido.

12.10.2024 - Presidente de República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante o acompanhamento da passagem da imagem de Nossa Senhora de Nazaré na Trasladação, na Estação das Docas. Belém - PA.
Passagem da imagem de Nossa Senhora de Nazaré na Trasladação, na Estação das Docas em Belém, Pará

Quem viveu os anos 1970 talvez se lembre do samba-enredo da Unidos de São Carlos (hoje Estácio de Sá): “(…) No mês de outubro/Em Belém do Pará/São dias de alegria e muita fé/Começa com extensa romaria matinal/O Círio de Nazaré (…)”,  versos que a Viradouro reavivou em 2004. E assim tem sido a Festa de Nazaré há mais de dois séculos.

O Círio é um encontro intenso, por vezes dramático, em que o sagrado e o profano se abraçam. É o colorido das fitas de cetim, o brilho do manto da Nazica, o cheiro verde da maniva que, ao escurecer no fogo, anuncia a Maniçoba fumegante. São dias em que o ar se enche de cheiro de tucupi, de pato, de aromas inconfundíveis e intermitentes — levando-nos ao mesmo destino: a mesa farta, o reencontro, o abraço.

Aprendi que as lembranças do Círio vão além dos sabores. Gosto dessa sensação de confraternizar, de carnavalizar — de viver essa força que mistura o divino e o popular, a devoção e a festa, a reza e os batuques do pavulagem, da Chiquita. Essa é a Amazônia pulsando em nós.

Identidade e fé que Marco Aurélio e Vital Lima cantam, lembrando-nos de renovar o olhar a cada outubro:

“Menino acorda e vem olhar,
O sol não tarda em levantar,
Vem ver Belém que começa a festejar.

Outros outubros tu verás,
(E outubros guardam histórias...)
Ver-o-Peso”.

Então, é Círio outra vez.

Tavira recebe Ciclo de palestras – O Livro Antigo: Memória, Valor e Património 

10 October 2026 at 09:00

No âmbito das comemorações dos 20 anos de abertura da Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, no edifício da antiga cadeia,

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Fértil reuniu 7000 pessoas em Olhão para dois dias dedicados à sustentabilidade e à cultura

10 October 2026 at 07:08

O Parque Ribeirinho Poente de Olhão recebeu, nos dias 3 e 4 de outubro, a 4.ª edição do festival Fértil, que, numa versão ampliada e renovada, reuniu cerca de 7000 pessoas, entre residentes e visitantes de várias idades e proveniências.

Promovido pelo Município de Olhão, em coprodução com a associação Moces, o festival proporcionou dois dias de encontro, convívio e contacto com a natureza, tendo como principais eixos a Sustentabilidade, a Inovação, a Cultura e a Comunidade.

Ao longo do evento, o público teve oportunidade de participar em workshops, palestras e conversas, que abordaram temas relacionados com a sustentabilidade e os desafios ambientais da atualidade. Entre os assuntos explorados estiveram a agricultura sustentável, as agroflorestas, a economia circular, a reutilização de materiais, os plásticos nos oceanos, as plantas e jardins do futuro, a alimentação regenerativa e a educação ambiental.

A programação incluiu ainda diversas áreas de participação e lazer, como Kids, Fleamarket, Foodtrucks e Healing, bem como uma zona de cinema dedicada a causas ambientais. A diversidade de atividades e protagonistas contribuiu para atrair diferentes públicos e criar um ambiente de partilha e de (re)conexão com a natureza.

A arte e a educação ambiental tiveram igualmente um papel de destaque. O festival recebeu o projeto “LIXArte – Transformar lixo em arte”, coordenado pela artista plástica olhanense Joana Rocha, com trabalhos realizados por alunos dos Agrupamentos de Escolas Dr. Alberto Iria, Dr. Francisco Fernandes Lopes e João da Rosa. Estiveram também em exposição trabalhos do artista olhanense Igor Nunes Silva, inspirados nas relações entre criatividade e sustentabilidade.

Outro dos momentos de destaque foi a participação da bióloga Ana Pêgo, responsável pelo projeto Plasticus Maritimus, dedicado à sensibilização para a literacia dos oceanos e para o problema da poluição por plástico. A especialista apresentou uma exposição e uma palestra no festival, depois de ter dinamizado workshops junto de alunos do 1.º ciclo de escolas do concelho.

Nesta edição, o CROA – Centro de Recolha Oficial de Animais do Município, participou pela primeira vez no Fértil, promovendo, no âmbito do Dia Mundial do Animal, ações de informação e sensibilização para a adoção responsável.

O festival contou com o apoio de várias entidades, empresas e parceiros locais, entre os quais Fesnima, CCDR Algarve, Turismo do Algarve e Algarve Evolution, tendo como media partners Antena 1, RUA FM e a rádio Futura. No âmbito dos seus compromissos com a sustentabilidade, as empresas Viveiros Monterosa, Necton, Kodis e Coca-Cola foram sponsors do evento, tendo as duas primeiras entidades, sediadas no concelho, dinamizado inclusivamente palestras, exposições e workshops nos seus espaços de ativação de marca instalados no recinto.

O Fértil voltou a afirmar-se como um espaço de encontro entre cultura, ambiente, conhecimento e comunidade, promovendo a reflexão sobre formas mais sustentáveis de viver e de participar no futuro do território

“A água e o mar para mim” em exposição na Galeria Municipal de São Brás de Alportel

10 October 2026 at 07:06

Patente até ao final de outubro na Galeria Municipal, a exposição “A Água e o Mar para Mim” apresenta a fusão perfeita entre arte, originalidade, sustentabilidade e inclusão

A Galeria Municipal de São Brás de Alportel exibe, até 31 de outubro, a exposição “A Água e o Mar para Mim – 3.ª edição”, inaugurada a 2 de outubro, e integrada no Ciclo de Exposições do Município de São Brás de Alportel 2026 que mantém esta colaboração ativa.

Promovida pela empresa Águas do Algarve, esta mostra reúne diversas manifestações artísticas criadas a partir de chapéus de chuva transformados em peças de arte, numa abordagem criativa a temas como a importância da água e do mar, a escassez hídrica, as alterações climáticas e a poluição marinha.

Pelo terceiro ano, esta iniciativa voltou a desafiar instituições sem fins lucrativos que trabalham com pessoas idosas e pessoas com deficiência para a criação das peças que agora dão corpo a esta exposição itinerante.

Mais do que uma exposição, “A Água e o Mar para Mim” convida à reflexão sobre a importância da preservação dos recursos hídricos e dos ecossistemas marinhos, recorrendo à arte como instrumento de sensibilização ambiental e de inclusão social.

Esta iniciativa alia a cultura à educação ambiental e à inclusão, e contribuí para o reforço da estratégia de educação e sensibilização ambiental do Município de São Brás de Alportel.

João Mota vai à Biblioteca de Loulé apresentar Livro de Estreia e Oficina de Escrita Criativa

10 October 2026 at 07:00

Hoje, sábado, 10 de outubro, o ator e escritor João Mota vai estar na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, para a apresentação do seu primeiro livro. Mas antes, irá promover uma oficina de escrita criativa.

Das 14h00 às 17h00, o mote vai ser “ESCREVER-ME – Escrever o que sinto, para sentir de uma forma mais livre e plena”, numa sessão para jovens dos 13 aos 20 anos.

A escrita criativa é uma ferramenta de expressão pessoal e autoconhecimento, especialmente durante a adolescência, uma fase marcada por intensas transformações. Nesta oficina, os adolescentes serão convidados a explorar e expressar as suas emoções através da escrita. 

A atividade inclui exercícios de aquecimento que estimulam a criatividade e a liberdade de expressão, seguidos de propostas específicas que incentivam os participantes a refletirem sobre as suas experiências e sentimentos. Os adolescentes terão a oportunidade de expressar-se através de textos que variam desde poemas até narrativas curtas, permitindo que explorem o seu mundo interno, num ambiente seguro e de aceitação incondicional positiva.

A oficina pretende promover a escrita como ferramenta de suporte para a catarse emocional, melhoria da autoestima e do bem-estar emocional, ajudando os jovens a entender e aceitar os seus sentimentos e emoções de uma forma mais plena e livre.

Para participar nesta atividade, é necessária inscrição prévia para  biblioteca@cm-loule.pt As vagas são limitadas e a participação gratuita. Confere-se diploma de participação.

Pelas 18h30, será apresentado “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”. «Queria-te com esse teu cheiro, com defeitos, com aquela vulnerabilidade que só existe quando duas pessoas se aproximam o suficiente para se magoarem. Queria-te num mundo onde ainda se sente vergonha, e ciúme, e desejo, e medo. Queria-te onde se ouve o som da respiração e onde o silêncio tem peso. Um lugar sem Wi-Fi, sem ghosting, sem o botão de desligar a conversa.»

A vertigem da paixão, a dor da perda, a reconciliação e o medo do fim prendem-nos numa história envolvente que nos leva a mergulhar no mundo emocional de um homem intenso que não deixa ninguém indiferente.

Em “Tudo o que nunca te disse, meu Amor”, a Contraponto revela o talento de João Mota, uma nova voz na literatura romântica, capaz de tocar pessoas de todas as idades e de fazê-las acreditar que o amor pode mesmo salvar os dias.

No final haverá banca de livros e sessão de autógrafos

João Mota é natural de Albufeira. É licenciado em Psicologia e Gestão de Empresas e encontra-se a terminar o mestrado em Psicologia Clínica e de Aconselhamento. Trabalha como ator desde 2014, em teatro, cinema e televisão. Concluiu diferentes formações na área da expressão dramática em Portugal e no Brasil.

Escreve poesia desde os 12 anos. Desde então, a escrita tem sido uma ferramenta que o acompanha e ajuda a organizar o pensamento e as emoções, ou simplesmente a apreciar um momento contemplativo.

Após reconhecer, à escrita, características catárticas, procurou a validação científica do impacto positivo que a escrita tinha em si próprio. Nesse sentido, ao longo do seu percurso académico, foi dando estrutura teórica e científica às suas ideias, o que lhe permitiu criar projetos que associam a escrita ao bem-estar emocional. A experiência artística permitiu-lhe um contacto diferenciado com o mundo das emoções, que, aliado a uma paixão pela escrita e à formação académica na área da Psicologia, levaram-no a desenvolver, nos últimos dois anos, atividades junto do público adolescente.

Em 2023, fundou o Clube de Poesia na Universidade Autónoma de Lisboa, dando início a um percurso de encontros de escrita criativa e expressão artística por todo o país.

Canções para dizer adeus à seleção nacional

10 October 2026 at 06:04
Choque, saída de cena e o adeus às quinas. De Roy Orbison e Linda Lyndell aos Gotan Project, passando por Plutónio, Napa e Animal, eis a banda sonora para o fim de uma era.

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