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Chove dentro do novo Mercado de Barcelos inaugurado há 1 mês após obras de 4,8 milhões

7 October 2026 at 09:37

Ontem, choveu dentro do Mercado Municipal de Barcelos, que reabriu há cerca de um mês, após obras de requalificação de 4,8 milhões de euros.

Imagens partilhadas nas redes sociais mostram a água a cair com intensidade do telhado, alagando os corredores.

Vídeo: Celeste Costa / Facebook

Contactada por O MINHO, a Câmara de Barcelos garante que as “infiltrações não afetaram nenhum operador do Mercado, pelo que não causaram qualquer prejuízo”.

“Tendo em conta que a obra ainda se encontra dentro do prazo de garantia, o empreiteiro foi contactado de imediato pela Câmara Municipal e comprometeu-se a proceder em conformidade para corrigir a situação com a maior urgência”, acrescenta a autarquia.

Recorde-se que o Mercado Municipal de Barcelos foi inaugurado no dia 31 de agosto, Dia da Cidade, e abriu ao público em geral no dia 05 de setembro.

Derrapagem de cinco anos e 2,9 milhões

Como O MINHO noticiou, as obras de requalificação que custaram 4,8 milhões de euros e começaram em fevereiro de 2020.

Em relação ao inicialmente previsto, há uma derrapagem de cinco anos no prazo de execução e de 2,9 milhões de euros no investimento.

Uma derrapagem que o município justifica com o facto de o concurso lançado pelo anterior executivo (PS) não respeitar a legislação atual e conter “deficiências técnicas que impediam a reabertura” do mercado.

O concurso público foi lançado em 2018, quando a Câmara de Barcelos era liderada pelo Partido Socialista (PS).

“Após a conclusão da referida empreitada, e já durante o primeiro mandato do executivo municipal liderado pela coligação PSD/CDS-PP/BTF, verificou-se que o concurso lançado pelo anterior executivo não respeitava a legislação atual e continha deficiências técnicas que impediam a reabertura do Mercado Municipal”, explicou o município.

Houve, assim, necessidade de lançar novo concurso e de promover obras adicionais, aumentando o prazo de execução da obra e inflacionando os custos.

O investimento foi financiado em 3,2 milhões de euros por fundos europeus.

Enquanto decorreram as obras, o mercado funcionou em instalações provisórias.

A intervenção incidiu sobre os dois principais pátios interiores, que passaram a ser cobertos e encerrados através de estruturas metálicas, madeira e vidro, com soluções de controlo térmico e iluminação natural.

“Estas novas estruturas permitem proteger os espaços da chuva, vento, frio e excesso de exposição solar, reduzindo simultaneamente o impacto visual da intervenção sobre a envolvente”, sublinhou o município, em comunicado, na altura da inauguração.

Acrescentou que os espaços centrais ganharam também “maior versatilidade” e passaram a poder acolher, para além da atividade regular do mercado, feiras, exposições, atividades culturais e outros eventos.

“A reabilitação pretendeu conciliar a preservação do valor arquitetónico do mercado com a sua adaptação às exigências contemporâneas, assegurando melhores condições de utilização e reforçando a sua capacidade para acolher novas funções e dinâmicas”, lia-se ainda no comunicado.

Segundo o município, o mercado, além de um espaço de comércio, foi pensado para se tornar num “verdadeiro ponto de encontro da comunidade”.

Com Lusa

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Mais de 48 mil descargas elétricas em Portugal nas últimas 24 horas

6 October 2026 at 15:35

Mais de 48 mil descargas elétricas atmosféricas foram registadas nas últimas 24 horas em Portugal, segundo informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), hoje consultada por O MINHO.

Cada descarga corresponde a um raio de trovoada. Ao trovão chama-se o som da trovoada e ao relâmpago a luz. Nem todas as descargas caem no solo, algumas ocorrem apenas entre nuvens.

Segundo o mapa, há registo de 14.566 descargas elétricas positivas (as mais intensas) e 34.131 descargas elétricas negativas, contemplando não só o território continental mas também a atividade que acontece junto à costa e também junto à fronteira, mas já do lado espanhol.

De acordo com o mapa, constata-se que as trovoadas atingiram sobretudo o Minho durante toda a manhã, altura em que o IPMA elevou o aviso por causa da trovoada de amarelo para laranja nos distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto.

Recorde-se que os distritos de Braga e Viana do Castelo, bem como outros 11 do território continental, estão sob aviso amarelo até às 18:00 de hoje devido à trovoada.

O IPMA alerta para “condições favoráveis para ocorrência de fenómenos meteorológicos localizados, como trovoada; precipitação localmente forte, com acumulação entre 10 a 20 mm numa hora, granizo com diâmetro inferior a dois centímetros e rajadas entre 70 e 90 km/h”.

O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

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“Festival elétrico” sobre o mar de Vila Praia de Âncora

6 October 2026 at 15:27

Pedro Almeida fotografou a trovoada, na madrugada desta terça-feira, em Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha.

“Festival elétrico sobre o Atlântico”, descreve o fotógrafo, descrevendo que as imagens foram captadas pelas 03:54.

"Festival elétrico" sobre o mar de Vila Praia de Âncora
Foto: Pedro Almeida
"Festival elétrico" sobre o mar de Vila Praia de Âncora
Foto: Pedro Almeida

Recorde-se que os distritos de Braga e Viana do Castelo, bem como outros 11 do território continental, estão sob aviso amarelo até às 18:00 de hoje devido à trovoada.

O IPMA alerta para “condições favoráveis para ocorrência de fenómenos meteorológicos localizados, como trovoada; precipitação localmente forte, com acumulação entre 10 a 20 mm numa hora, granizo com diâmetro inferior a dois centímetros e rajadas entre 70 e 90 km/h”.

O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

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PDM de Monção impede construção de caves ou quartos abaixo da cota de cheia

6 October 2026 at 14:31

O Plano Diretor Municipal (PDM) de Monção inclui a partir de hoje normas do Plano de Gestão dos Riscos de Inundações (PGRI), impedindo a construção de caves ou a localização de quartos no piso inferior à cota de cheia.

Publicada em Diário da República (DR), a aprovação da “2.ª alteração por adaptação do PDM de Monção” consiste “na transposição das normas do PGRI – Região Hidrográfica Minho e Lima-RH1 (PGRI do Minho Lima)”, de acordo com a minuta disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Nas novas construções em solo urbano em zonas identificadas como perigosas, o PDM impede agora a construção de caves e “a localização de quartos de dormir no piso inferior à cota de cheia definida para o local”.

É ainda necessário que as edificações “garantam a resistência dos edifícios aos potenciais danos de inundação” e “não aumentem a perigosidade da inundação”.

Para as zonas de “perigosidade Muito Alta/Alta”, o PDM impede, “em qualquer circunstância, a existência de habitações abaixo da cota de cheia definida para o local”.

Assim, é necessário garantir “que a cota de soleira é superior à cota de cheia definida para o local, devendo o edifício ser vazado até esta cota”.

Nestas zonas devem ainda “ser adotadas soluções urbanísticas e construtivas que garantam a resistência estrutural do edificado utilizando materiais de construção capazes de suportar o contacto direto e prolongado (pelo menos 72 horas) com as águas de inundação sem sofrer danos significativos”.

Nas áreas de “perigosidade Média”, as construções devem igualmente incluir “soluções arquitetónicas que não permitam a utilização e usufruto da volumetria edificada na parte correspondente à que se encontra abaixo da cota que potencialmente possa estar sujeita a inundação”.

Já quanto às obras de “reconstrução após catástrofe por inundação”, em todas as classes de perigosidade, devem “reabilitar os espaços públicos considerando soluções que permitam aumentar e valorizar as zonas de infiltração/retenção”.

É também necessário “dar preferência à relocalização do edificado destruído fora da zona de risco de inundação, sempre que possível”.

“Promover a renaturalização dos cursos de água artificializados recorrendo a técnicas de engenharia biofísica e privilegiando espécies autóctones” é outra das medidas previstas.

Nas classes de “perigosidade Muito Alta/Alta”, após catástrofe, “no caso de o edificado ter sido parcialmente afetado, apenas são permitidas as obras de reconstrução que se destinem exclusivamente a suprir insuficiências de segurança, salubridade e acessibilidade aos edifícios para garantir mobilidade sem condicionamentos”.

Por outro lado, “não é permitido o aumento da área de implantação, da área total de construção, da altura da fachada ou do número de pisos, nem o número de edifícios a reconstruir, exceto em situação que se demonstre que essa ampliação diminui a exposição ao risco de inundação”.

“Nas obras de reconstrução devem ser utilizados materiais de construção capazes de suportar o contacto direto e prolongado (pelo menos 72 horas) com as águas de inundação sem sofrer danos significativos”, acrescenta a publicação em DR.

No caso de o edificado ter sido totalmente destruído, deve ser “preferencialmente transferido” para outro local.

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Incrível imagem da trovoada em Vila do Conde

6 October 2026 at 12:28

A manhã desta terça-feira ficou marcada por forte trovoada na região do Norte, levando a que os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto estivessem sob aviso laranja.

A página Meteo Trás os Montes – Portugal partilho uma incrível imagem da trovoada em Vila do Conde, distrito do Porto, captando quatro raios em simultâneo.

Como O MINHO noticiou, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou sob aviso laranja os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto até ao meio-dia de hoje.

Até às 18:00 está ativo o aviso amarelo.

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Poste elétrico incendeia-se em Monção

6 October 2026 at 11:17

Um poste de eletricidade incendiou-se, na manhã desta terça-feira, na rua do Paço, em Messegães, Monção, na sequência das fortes trovoadas que estão a atingir a região.

O alerta foi dado às 09:37 e para o local foram mobilizados os Bombeiros de Monção, GNR e uma equipa da E-Redes.

Vídeo: DR

Ao que O MINHO apurou, há zonas que se encontram sem luz.

Também em Monção, em Cortes, a chuva intensa provocou a inundação da via, na Avenida 24 de Agosto.

Como O MINHO noticiou, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para laranja o aviso por causa da trovoada nos distritos de Braga e Viana do Castelo, até ao meio-dia.

O aviso laranja é o segundo mais grave e é emitido pelo IPMA sempre que existe situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo quando há uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA alerta para “condições favoráveis para ocorrência de fenómeno meteorológicos severos localizados, como: trovoada; precipitação localmente muito forte, com acumulação entre 20 a 40 mm em 1h; granizo com diâmetro igual ou superior a 2 cm; rajadas iguais ou superiores a 90 km/h”.

Com João Martinho

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Festival de Cinema de Portimão aborda destino, identidade, resistência e pertença

3 October 2026 at 16:01

A segunda edição decorre no TEMPO, de 9 a 11 de outubro, com filmes portugueses e internacionais. As sessões têm entrada gratuita, com levantamento prévio de bilhete.

O conteúdo Festival de Cinema de Portimão aborda destino, identidade, resistência e pertença aparece primeiro em Barlavento.

Município de Loulé celebra Jornadas Europeias do Património

19 September 2026 at 07:06

O Museu Municipal de Loulé volta a convidar o público a participar numa experiência cultural e sensorial memorável. Inserido nas comemorações das Jornadas Europeias do Património, o projeto “Histórias e Sabores” regressa no próximo dia 26 de setembro, pelas 16h00, para celebrar a herança histórica e patrimonial do concelho, unindo a memória da atividade socioeconómica local à excelência da vitivinicultura regional.

Nesta edição, a iniciativa propõe uma viagem no tempo no Polo Museológico dos Frutos Secos, em Loulé, uma antiga unidade fabril de transformação e comercialização desativada na década de 1990. Os participantes terão a oportunidade de desvendar a história desta atividade económica fundamental e a sua importância para Loulé enquanto polo comercial, conhecendo de perto as antigas máquinas de partir amêndoa, triturar alfarroba e outros objetos e materiais de época.

Para elevar a experiência, a jornada será complementada por uma degustação de vinhos regionais, fruto de uma colaboração com a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA). Nesta edição, o destaque vai para o produtor Vinhas de Nexe, que trará à prova sabores autênticos que refletem a identidade e a tradição vitivinícola da região.

Com este projeto, o Município de Loulé e o seu Museu Municipal reforçam o compromisso em promover a identidade e a memória locais, unindo a valorização do património industrial e cultural à promoção dos produtos endógenos e da gastronomia da região.

A participação nesta iniciativa representa uma oportunidade imperdível, tanto para residentes como para visitantes, de vivenciarem a cultura e a história de Loulé de forma dinâmica, apelativa e envolvente.

Inscrições através dos contactos: atividades.museu@cm-loule.pt ou 289 400 611.

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