Governo do Panamá declara estado de emergência após sismos

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A Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico (APMCH), o Centro Europeu de Riscos Urbanos (CERU) e a Câmara Municipal
O conteúdo Lagos recebe Encontro sobre os Riscos Urbanos aparece primeiro em Algarve 7.

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O Projeto Emc2 ‘Explorar Matos de Camarinha da Costa’ (MARE-ARNET) que divulga as camarinhas realizou um workshop no evento ‘Conversas Climáticas Intergeracionais’ decorrido na Fortaleza de Sagres de 5 a 6 de outubro de 2026.
Neste workshop Alexandra Abreu Lima (Investigadora do MARE-ARNET e INIAV, I.P.) apresentou resultados do projeto Emc2 e coordenou uma visita às camarinhas que existem na Fortaleza de Sagres.
Os participantes ficaram a conhecer esta planta – Corema album (L.) D. Don. -, espécie que só existe em Portugal e Espanha (sendo por isso um endemismo ibérico), cujas plantas femininas dão as camarinhas, pequenos frutos comestíveis de cor branca.

Esta espécie tem uma distribuição cada vez menor na Península Ibérica onde ocorre ao longo de 1500 quilómetros de costa, desde ‘Camariñas’ (Corunha) até ‘Punta Camarinal’ (Cádiz), sendo que as populações do Sul podem ser mais sensíveis às alterações climáticas.
Sublinhe-se que o evento foi organizado numa colaboração entre o ICLEI Europe, o European Heritage Hub, a Europa Nostra, a Youth Heritage Europe e o Bureau da Marca do Património Europeu.
O programa que contou com apresentações de especialistas, workshops participativos e visitas ao Promontório de Sagres permitiu uma troca de ideias sobre formas como o sector cultural e criativo pode contribuir para a ação climática e um desenvolvimento sustentável em cenários de alterações climáticas.

M. Alexandra Viegas Abreu Lima, enquanto coordenadora do Projeto Emc2, informa ainda que o mesmo é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT, Portugal), através dos projetos estratégicos UID/04292/2025 e UID/PRR/4292/2025 ao MARE e o projeto LA/P/0069/2020
(https://doi.org/10.54499/LA/P/0069/2020) ao ARNET – Aquatic Research Network.






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O Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga já eliminou mil ninhos de vespas asiáticas, em todo o concelho de Braga, são uns autênticos ‘campeões’ na destruição desses perigosos abrigos.
Mais de 20 ninhos de vespas velutinas foram destruídos durante esta sexta-feira, conforme foi reportado diretamente por O MINHO, levando a tranquilidade a centenas de famílias de Braga.
Uma equipa daquela corporação camarária diariamente vai para o terreno e de acordo com uma série de informações recebidas nas horas anteriores, vai eliminando ninhos de vespas velutinas.
Uma das “armas secretas” dos Sapadores Bombeiros de Braga é, curiosamente, um dos seus operacionais, Tiago Freitas, ser apicultor, o que facilita o trabalho.
Esta sexta-feira, logo de manhã cedo, Tiago Freitas, acompanhado de outro sapador bombeiro, Carlos Alves, estiveram na Rua de Camões, no centro da cidade de Braga, desativando já mais um, só poucas horas depois da situação ter sido conhecida indiretamente e só pelas redes sociais.

É que uma das dificuldades sentidas nos últimos anos, desde 2019, é que a grande maioria dos bracarenses, em vez de contactarem o Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga (há um email que o grande público conhece há anos (vespa.velutina@cm-braga.pt), preferem fazer do flagelo um espetáculo, divulgar imagens nas redes sociais.
Aquilo que a Câmara Municipal de Braga e o seu Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga pedem, encarecidamente, é que tais situações sejam comunicadas a quem de direito, porque se trata de um serviço gratuito e que pode salvar vidas, em vez de ir a correr para as redes sociais.
Há poucos dias, o troço da Rua 25 de Abril, a montante da Avenida da Liberdade foi uma área em que se dizimaram ninhos de vespas velutinas, popularmente conhecidas também como vespas asiáticas, em edifícios adjacentes ao Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Braga.
Mas para o êxito desta luta sem quartel é considerada decisiva a colaboração dos cidadãos, para a referida conta de email (vespa.velutina@cm-braga.pt), eventualmente já com imagens (fotos e/ou vídeos, mas para a Câmara Municipal de Braga e não para as redes sociais).
O trabalho é contínuo, também neste aspeto, pelo Batalhão de Sapadores Bombeiros, partindo do comandante, Nuno Osório, a par do adjunto técnico, Carlos Silva, passando ainda por todas as suas chefias intermédias, até ao setor operacional, em comunicação permanente, para acorrer aos alertas, numa média diária de casos denunciados pelo mesmo número de ninhos eliminados.
O Município de Braga alcançou, em 2025, a sua mais elevada taxa de eficácia de sempre na eliminação de ninhos de vespa velutina, fixada em 98,39%, “consolidando-se uma resposta municipal robusta e tecnicamente eficaz face a uma espécie invasora cuja presença continua a aumentar no território”, seguindo uma política de proatividade da Câmara Municipal de Braga.
Ao longo do ano de 2025 foram registados 1.364 ninhos, mais 104 do que em 2024, números representam um crescimento de 8,25%, sendo que apesar do aumento significativo, os serviços municipais conseguiram eliminar 1.342 ninhos, um acréscimo de 110 eliminações face ao ano de 2024, correspondente a uma subida de 8,93%, segundo refere a Câmara Municipal de Braga.
“Particularmente relevante é a redução do número de ninhos por resolver, que passou de 28 em 2024 para 22 em 2025, uma diminuição de 21,43% e este facto demonstra um reforço claro da capacidade de resposta, mesmo num contexto de maior pressão da espécie”, afirma a autarquia.
“A análise da evolução dos registos desde 2019 evidencia crescimento estrutural do fenómeno, com 673 ninhos registados em 2019 para 1.364 em 2025, mais do dobro em seis anos e este cenário reforça a importância de políticas públicas consistentes, sempre, mas sempre, baseadas na monitorização contínua, na rapidez de intervenção e na articulação entre serviços”, salienta.
Segundo o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, os resultados de 2025 “traduzem uma estratégia sustentada e uma aposta assente na eficácia operacional”, afirmando que “o aumento do número de ninhos registados confirma que estamos perante um problema persistente, mas os dados evidenciam também que Braga responde mais e melhor a cada ano”.
“Atingir uma eficácia de 98,39% é um resultado histórico e uma prova que o investimento, o planeamento e o trabalho no terreno estão a surtir efeito”, refere o responsável, salientando que a redução dos ninhos por resolver, mesmo com maior número de ocorrências, “demonstra rigor, organização e sentido de responsabilidade pública em Braga”, ainda segundo diz Altino Bessa.
O também vereador do Ambiente e da Proteção Civil recorda ainda que “este combate tem impactos diretos na segurança das populações, na proteção da biodiversidade e no apoio ao sector apícola”, afirmando que “também tem os custos, cerca de 100 mil euros todos os anos”.

“Continuaremos a reforçar a vigilância, a sensibilização da população e toda a capacidade de intervenção na medida em que consideramos que a defesa do território exige respostas concretas e eficazes”, salientou o vice-presidente da Câmara Municipal de Braga.
“Os dados de 2025 e agora os de 2026 confirmam e reforçam ainda mais Braga como sendo um município de referência no combate à vespa velutina, aliando ao crescimento na deteção, eficiência na resposta e resultados mensuráveis com base numa política ambiental alicerçada no conhecimento técnico e no compromisso público permanente”, ainda segundo Altino Bessa.
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A eurodeputada do BE questionou a Comissão Europeia sobre práticas de vigilância privada nas minas de Covas de Barroso, querendo saber que medidas pretende aquela entidade tomar para impedir o condicionamento de “direitos fundamentais” das populações, foi hoje anunciado.
Em comunicado, o BE refere que Catarina Martins questionou a Comissão sobre “que garantias oferece o direito da União para prevenir práticas de vigilância privada suscetíveis de intimidar comunidades e restringir o exercício dos seus direitos fundamentais”.
Catarina Martins, numa questão dirigida à Comissão Europeia, quer saber que diligências a Comissão “tenciona desenvolver perante estas denúncias, tendo em conta o estatuto de projeto estratégico europeu da Mina do Barroso”.
Para a eurodeputada, é preciso saber como a Comissão Europeia pretende assegurar “que os interesses económicos associados a projetos estratégicos não se sobrepõem aos direitos fundamentais das populações afetadas”.
No texto, Catarina Martins refere que a população de Covas do Barroso denunciou a vigilância permanente da aldeia por uma empresa de segurança privada contratada pela Savannah Resources, promotora do projeto de exploração de lítio.
“Esta situação suscita preocupações que ultrapassam a proteção da privacidade. Quando exercida sobre uma comunidade que contesta um projeto económico, a vigilância permanente pode constituir uma forma de pressão e intimidação, condicionando os comportamentos dos habitantes e criando um efeito dissuasor sobre o exercício das liberdades de expressão, reunião e manifestação”, salienta a eurodeputada.
Para Catarina Martins, “num Estado de direito, a segurança privada não pode transformar-se num instrumento de controlo social de uma comunidade, nem permitir que interesses económicos privados condicionem o exercício de direitos fundamentais no espaço público”.
A associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB) iniciou hoje um bloqueio que visa a interrupção dos trabalhos numa das áreas da servidão administrativa e admite que se trata de uma necessidade de “escalar a resistência” perante a falta de respostas e da “inflexibilidade do Governo em escutar” as reivindicações da população.
A GNR foi chamada ao local e, depois de contactada pela agência Lusa, disse que foram identificadas 27 pessoas que estão a participar no bloqueio, referindo ainda que a empresa decidiu suspender os trabalhos.
Em maio, o Ministério do Ambiente autorizou uma segunda servidão administrativa, que permite à Savannah entrar em terrenos comunitários e privados para trabalhos de geotecnia, a qual foi contestada em tribunal através de uma providência cautelar interposta pelo Conselho Diretivo dos Baldios da Freguesia de Covas do Barroso, que levou à suspensão das prospeções por cerca de 20 dias.
O presidente da UDCB, Nélson Gomes, disse hoje à Lusa que se juntaram para impedir que a Savannah Resources prossiga com os trabalhos e frisou que os “terrenos, quer baldios, quer particulares, são da população”.
O presidente da UDCB apontou à Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), “entidades que deviam fiscalizar o projeto e que não respondem às questões” que têm sido feitas, nomeadamente da desmatação que ocorreu fora do período autorizado e a retirada de água dos ribeiros.
E mostrou-se ainda preocupado com os “cerca de 10” projetos mineiros e pedidos de prospeção só na região do Barroso”.
O projeto mineiro em Boticas foi viabilizado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), com a emissão de uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em 2023.
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O Parque de Vale Faro acolheu, nos dias 4 e 5 de outubro, a FAESA – Feira Ambiental e Sustentável de Albufeira. Organizada pela Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos de Água, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, a iniciativa reuniu atividades dedicadas à sustentabilidade, ao bem-estar e à criatividade, com propostas para diferentes idades.
Ao longo de dois dias, a feira apresentou um programa que conjugou artesanato, workshops, palestras, atividades infantis e momentos musicais. O contacto com as práticas sustentáveis e a valorização de materiais naturais e reutilizados estiveram em destaque, num espaço de partilha e aprendizagem ao ar livre.
A componente musical marcou várias propostas do programa, desde o atelier sustentável à construção de instrumentos com materiais reciclados. Os workshops de tecelagem em tear, sabonete feltrado e arte botânica proporcionaram oportunidades para explorar técnicas artesanais e diferentes formas de expressão criativa.
Para os mais novos, a programação incluiu jogos tradicionais, atividades nas tendas infantis e o bioconto “A Árvore em Mim”. A iniciativa “Algas à Tela – da Praia à Arte” estabeleceu também uma ligação entre os elementos do meio marinho e a criação artística.

O bem-estar constituiu outra vertente da feira, com sessões de pilates e yoga, palestras e uma área dedicada a terapias. A alimentação esteve igualmente presente, através do workshop “Lancheira Mediterrânica”, integrado na programação do primeiro dia.
A música complementou as atividades no Parque de Vale Faro, com atuações de Medicina Laurinha, um concerto de violino por Isabel Carvalhaes e um concerto de saxofone por Ricardo Jesus.
A vereadora da Câmara Municipal de Albufeira, Maria Cristina Corado, esteve presente na iniciativa, que associou a sensibilização ambiental ao convívio e à participação da comunidade.
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O amor da família Bolsonaro pelo garimpo não é novidade. Ficou famosa a frase de Jair Bolsonaro de que ele mesmo gostava de “faiscar”, de pegar uma bateia e sair em busca de pepitas de ouro. Porém, essa visão romântica de como funciona a mineração não ajudou a esconder os enormes danos causados pela ilegalidade garimpeira nos quatro anos de sua gestão.
Dados da plataforma independente Amazon Mining Watch revelam que, durante o governo Bolsonaro, a velocidade de crescimento dos garimpos foi exorbitante. No início de 2019, quando se tornou presidente, o monitoramento por imagens de satélite mostrava que existiam 201,5 mil hectares de áreas de mineração de ouro na Amazônia. Quatro anos depois, já eram 401,5 mil hectares, uma área igual a 3,3 vezes a cidade do Rio de Janeiro e 92% maior que no início do governo.
Para fins de comparação, a mesma ferramenta, que utiliza inteligência artificial para analisar imagens Sentinel-2 com resolução de 10 metros, indica que, durante o governo de Lula 3, a taxa de crescimento foi bem menor – 24,3%, elevando o total de áreas de garimpo na Amazônia a 499 mil hectares até a metade desde ano. Este resultado coincide com o aumento de ações de fiscalização durante a gestão petista. A repressão ocorreu principalmente em áreas de mineração nas terras indígenas e pela apreensão de máquinas usadas pelos criminosos ambientais.
Durante o governo de Bolsonaro, foram muitas as evidências de que os garimpeiros ilegais tinham portas abertas nos gabinetes de Brasília. Uma investigação do The Intercept revelou gravações nas quais Eduardo Bim, então presidente do Ibama, órgão que deve zelar pela proteção ao meio ambiente, pedia para fiscais aliviarem a barra de uma empresa investigada por falsificar lavras de extração de ouro.
Essas evidências, de que os interesses escusos estão intimamente conectados ao clã Bolsonaro, foram reforçadas na semana passada com uma reportagem da Agência Pública mostrando que um dos chefões dos garimpos na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, foi um dos articuladores da fuga para os Estados Unidos de Alexandre Ramagem, o diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante a gestão Bolsonaro. Foragido da justiça, Ramagem está condenado a 16 anos de prisão por participação na trama golpista.
Já faz mais de uma década que os arautos da extrema direita gostam de “lacrar” dizendo que o Brasil governado pelos candidatos de esquerda, como Lula e Dilma, estava a um passo de se tornar a Venezuela. Uma grande fake news: nada do que ocorreu aqui nas últimas duas décadas se compara com os sofrimentos causados pelos erros do chavismo no país vizinho. Aqui não houve mudança na Constituição para acabar com o limite de mandatos presidenciais. As eleições foram respeitadas e sempre aferidas por observadores transparentes. A autonomia entre os poderes segue preservada.
Mas é no tema da soberania sobre seus recursos naturais onde, infelizmente, Brasil e Venezuela estão se aproximando cada vez mais. A invasão promovida na Venezuela por Trump para impor um governo subserviente aos interesses dos Estados Unidos gerou uma nova corrida pelo ouro e minérios daquele país. A atual presidente, Delcy Rodríguez, tem se mostrado pródiga em deixar a exploração de petróleo e ouro nas mãos do governo norte-americano – em 18 de setembro, por exemplo, o Financial Times noticiou que 31 toneladas em barras de ouro estavam sendo negociadas para serem transferidas da Venezuela para o Banco Central dos EUA.
Isso ocorre exatamente no momento em que operações do exército venezuelano, com ajuda militar norte-americana, tentam dominar a atuação de grupos ilegais no Arco Mineral do Orinoco, uma grande zona mineira criada em 2016 por Nicolás Maduro com o objetivo de gerar novas receitas para seu regime autoritário. Nunca deu certo, pois as minas de ouro foram sempre controladas pelos chamados “sindicatos”, organizações infra-legais atuando em conluio com militares corruptos.
Até o momento, as ações de repressão também não estão funcionando. Como mostrou o site de notícias Armando.info, os grupos criminais continuam hackeando o sistema e contrabandeando ouro ilegal para dentro do mercado norte-americano. Na verdade, mais do que isso: a Venezuela se tornou um hub de lavagem de ouro ilegal. Os garimpos que ainda continuam operando em territórios indígenas no Brasil têm usado a estrutura clandestina do país vizinho para exportar ouro à Índia, Oriente Médio, EUA e Europa.
Assim como a venezuelana Delcy Rodríguez, Flávio Bolsonaro mostrou-se disposto a sacrificar a soberania de seu país. Já deu muitos sinais de que vai abrir portas para uma intervenção norte-americana para combater o crime organizado, caso eleito. Em todos os países da América Latina onde isso ocorreu, os resultados têm sido desastrosos. A presença dos Estados Unidos na Colômbia, no Peru, no México e na Venezuela não alterou o quadro de ilegalidade generalizada. Apenas levou a uma valorização dos produtos ilícitos, intensificação da violência e impulsionou a reorganização dos grupos criminosos.
Talvez o leitor menos conhecedor das agruras geradas pela mineração ilegal na Amazônia possa perguntar porque afinal não deveria o Brasil aproveitar a oportunidade e lucrar com as altas cotações do ouro. A questão é que, por detrás dos garimpos, há uma cadeia de danos ambientais e sociais. Se aqui, como na Venezuela, o caminho for fazer um acordo com os Estados Unidos, é muito provável que eles fiquem com os ganhos e nós com a contaminação dos rios e matas.

Hugo Nunes e Bruno Costa são vogais executivos. Os presidentes das câmaras de Castro Marim e Albufeira integram a administração como vogais não executivos.
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Portugal mostra sinais positivos na recuperação da natureza mas ainda tem desafios, segundo a organização ambientalista WWF Portugal.
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