Aldeia abastecida com água pelos bombeiros duas vezes ao dia

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Ukraine’s drone strikes on Russian tech giant Yandex thinned out social media bots, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy said on 12 October. Network data do show Yandex’s automated traffic collapsing after the strikes. Disinformation researchers say that traffic is search crawling, not trolls. A Ukrainian social media monitor told Euromaidan Press its own data show no clear drop in bot activity either.
Russian influence operations are a live threat to European votes. In August, the Matryoshka network fabricated news clips aimed at Sweden’s general election. German and French authorities flagged the same network targeting Germany’s local votes and French presidential hopeful Gabriel Attal. A way to switch such networks off would hand allies a new tool, which is why the claim needs testing.
Addressing the Warsaw Security Forum by video link, Zelenskyy said that once Ukraine began answering Russia’s operation against Ukrainian data centers and its strikes reached Yandex, many social media platforms suddenly became a little easier to breathe on.
Many people noticed less hatred, discord, and provocation because there were fewer bots, he said. It was quite clear where those bots came from, he noted. Their disappearance once Yandex went down proves again that Europe is not the source of the problems, he added.
Lithuanian Prime Minister Mindaugas Sinkevičius said at the same forum that allies should ask Zelenskyy to strike more data centers in Russia, answering a question on how to protect their elections from interference.
Drones first hit Yandex’s data center in Sasovo, Ryazan Oblast, on 8 October. Yandex said it shut the site down completely. The next day, a strike on its Kaluga site completely disabled several modules, the company said. Yandex calls Kaluga its largest data center, Russian science outlet T-Invariant noted.
Ukrainian drone maker Fire Point said its FP-1 long-range drones carried out that strike.
After the first strike, on Sasovo, a source at Yandex summed up the mood for The Bell: “Things are rotten. We keep working.”
Overnight on 11 October, drones hit the third site, in Vladimir. Yandex said it fully halted that data center too. Vladimir Oblast Governor Aleksandr Avdeev acknowledged an attack on “infrastructure” near the city. It started a fire and cut power to two substations serving 5,000 residents, he claimed.
Dima, have you tried turning it off and on again?
— Fire Point (@FirePointUA) October 11, 2026
Automated web requests from Yandex’s network fell to 0.4% of their two-week peak after the third strike, Cloudflare Radar data showed, Cybernews reported. That chart counts automated requests to websites, mostly from Yandex’s own search crawlers. It does not count social media posts.
The chart “has nothing to do with social media,” the Russian opposition analysis group Antibot4navalny wrote.
To those implying that Kremlin-controlled social media bot/troll farms became silent after Ukraine hit a Yandex data center, posting this CloudFare chart ( radar.cloudflare.com/bots/as13238 ):Hate to disappoint you all
— antibot4navalny | bot blocker | блокировщик ботов (@antibot4navalny.bsky.social) 2026-10-11T20:54:52.717Z
Russia’s overall bot traffic last week looked much like any other week. Yandex’s own figure began recovering on Sunday. Covert troll farms usually hide behind residential proxies, hacked devices, virtual private networks (VPNs), and Western cloud providers, the outlet added.
Yevhen Luzan tracks Ukrainian social media sentiment as an analyst at the Ukrainian nonprofit CAT-UA. Its daily reviews sample about 500 random posts. On 11 October, that sample showed an unusually small share of posts criticizing Ukraine’s authorities, he told Euromaidan Press. Accounts showing signs of bot activity made up only a few tenths of a percent of that criticism. That is within the margin of error.
The same day, though, US President Donald Trump’s deal for Russian diesel supplies dominated Ukrainian feeds. Luzan said a rally-around-the-flag effect could explain the shift, as outrage at Washington crowded out domestic stories.
“To state it definitively and draw a cause-and-effect link from this correlation would be too bold,” he said.
Across the wider pool of about 10,000 daily mentions, CAT-UA sees no significant drop in posting activity in recent days. The curve shows only the usual rises and dips around the start and end of the week, Luzan said.
“For now, even a hypothetical drop in bot farm activity dissolves entirely in the natural fluctuations of the information space,” he said.
The claim that Russian social media bots fell by half is unproven and built on a misread chart, disinformation analyst Joohn Choe concluded in a fact-check. It traces back to an 8 October post by security researcher Jeremiah Fowler. That post said Russian bot traffic had dropped to 49%. On 11 October, radio reporter Jamie Dupree spread it on X. Tom’s Hardware then ran it under a headline calling the crawler traffic “Russian disinformation bot traffic,” wording it has since changed.
According to Cloudflare Data Explorer the amount of russian bot traffic has dropped to 49% after Ukraine struck a yandex data center. Could this disrupt the midterm elections in the US? pic.twitter.com/SRtMyjaV22
— Jeremiah Fowler Security Researcher (@yoda69) October 8, 2026
Ukrainian military analyst Tatarigami claimed that Texas separatist accounts with identical “Veteran, Christian, Father, MAGA” bios had gone quiet. He said Quebec separatists and Polish anti-EU accounts went quiet alongside them.
Polish military analyst Jarosław Wolski claimed that AfD’s online support fell 56%, posting a chart without naming its source. Another X user said “Polish” bots had vanished.
Zderusyfikowany internet (ukraińskie trafienia w centra Yandexa) nagle objawia cuda w socjalach: poparcie dla AfD w socjalmediach spadło o 56%. Mniej "polskich" kont szczujących na Ukraińców, mniej "ukraińskich" szczujących na Polaków, poparcie w sieci dla MAGA gwałtownie spadło… pic.twitter.com/zi4rwqNR9I
— Jarosław Wolski (@wolski_jaros) October 11, 2026
VTM
A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que a interrupção da circulação ferroviária na Linha do Douro ocorrerá entre os dias 3 de novembro e 24 de março. Durante este período, será assegurado um transporte rodoviário alternativo, com paragens nas localidades servidas pela linha do comboio.
As obras visam a modernização e eletrificação do troço entre Marco de Canaveses e Peso da Régua, tendo já iniciado em 2025. Este projeto inclui uma suspensão anterior da circulação por cinco meses e foi programado para o inverno, época de menor procura pelo serviço ferroviário.
O investimento total na empreitada é de 110 milhões de euros, prevendo-se a eletrificação integral dos cerca de 47 quilómetros deste troço. Os trabalhos estão estimados para durar três anos, com três períodos distintos de interrupção da circulação ferroviária.
Atualmente, a eletrificação da Linha do Douro está concluída até ao Marco de Canaveses. A IP expressou agradecimento pela compreensão dos utilizadores face aos constrangimentos causados por estas intervenções, que considera essenciais para modernizar e reforçar a segurança na infraestrutura ferroviária.
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VTM
Foi a partir desta ideia que a Ecoteca de Mirandela recebeu a iniciativa “Onde a Água Flui, as Oportunidades Crescem… – Desafios e Oportunidades para o Nordeste Transmontano”, que colocou em debate o papel estratégico da água e os desafios que se colocam à sua preservação e valorização na região.
Em declarações à VTM, Maria do Rosário Norton, presidente da Academia Portuguesa da Água, destacou que a iniciativa pretendeu “reforçar o conhecimento sobre os recursos hídricos e transmitir à população o papel da água na saúde e na qualidade de vida”.
A responsável salientou também que a academia ambiciona atuar como uma ponte entre o conhecimento científico e a sua aplicação no terreno. “Fazemos a ligação entre a ciência e a sua aplicação prática para valorizar as pessoas e melhorar a sua qualidade de vida”.
O presidente da Câmara de Mirandela, Vítor Correia afirmou à VTM que é importante valorizar a água como “recurso estratégico para a saúde, a qualidade de vida e o desenvolvimento do território”.
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Nicolás Maduro e Cilia Flores podem enfrentar novas acusações criminais nos Estados Unidos ainda nesta semana. O governo de Donald Trump avalia responsabilizar o ex-presidente venezuelano e a mulher dele por supostas torturas cometidas contra cidadãos norte-americanos detidos na Venezuela.
A ofensiva também pode atingir outros integrantes do governo chavista. Promotores dos Estados Unidos analisam apresentar acusações contra pessoas que teriam participado das supostas torturas.
Maduro está preso em território norte-americano desde janeiro de 2026. Ele foi capturado por forças militares dos Estados Unidos em Caracas, no dia 3 de janeiro, e posteriormente levado para o país.
Com a prisão de Maduro, o comando da Venezuela passou para a ex-vice-presidente Delcy Rodríguez. Desde então, a gestão interina tem ampliado a cooperação com o governo Trump, inclusive por meio de um acordo na área de energia.
O entendimento firmado entre os dois países terá validade de 25 anos e prevê o aumento da produção venezuelana de petróleo bruto para 1,5 milhão de barris por dia (bpd).
O acordo também estabelece que os Estados Unidos passarão a controlar 65 bilhões de barris das reservas de petróleo da Venezuela. A quantidade representa cerca de um quinto das reservas existentes no país.
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O Município de Castro Marim continua a sua luta de levar água a todas as torneiras da serra do seu concelho, nomeadamente aos aglomerados mais isolados, tendo assinado recentemente um protocolo com o Fundo Ambiental que garante financiamento comunitário.
Este novo protocolo consiste num reforço do financiamento em 40% por parte do Fundo Ambiental, numa iniciativa inédita promovida pela Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, no dia 30 de setembro, para a obra que vai levar água até à Cortelha.
Esta empreitada, que já decorre há vários meses, começou sem qualquer financiamento comunitário, mas viu anteriormente outra candidatura aprovada do Portugal 2030 em 60%, que com os novos 40% faz com que a obra seja inteiramente feita com fundos europeus e dando a possibilidade ao Município de pensar e avançar com outras intervenções necessárias.
A obra tem como objetivo construir uma rede de abastecimento e distribuição de água que leve este bem essencial até à Cortelha, Marroquil, Amendoeira, Beliche e Corte Gago, continuando a aposta na melhoria das condições de vida das pessoas e na prestação de serviços básicos.
Está em construção um depósito no Pero Vaz que irá receber a água, assegurando a rede e a ligação ao subsistema central de abastecimento que virá desde o Vale do Gato, via Corujos e Corte Gago, esperando e acreditando o Município de Castro Marim ainda conseguir fundos para essa componente de obra, que tem um total de 2,5 milhões de euros de investimento.
Recorde-se que em 2024 foi aberta a rede de abastecimento de água em Pisa Barro, enquanto em 2020 foi executada uma obra que estendeu a rede a mais de 30 povoações das freguesias de Azinhal e Odeleite.
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Only the US and Israel were hit by more cyberattacks than Ukraine this year. Ukraine ranked third in the world and first in Europe among the countries whose organizations and users were most often targeted by cyberattacks in the first half of 2026, accounting for 4.8% of all victims worldwide, up from fifth in the world and third in Europe a year earlier, Microsoft said in its Digital Defense Report 2026.
Microsoft processes more than 165 trillion security signals a day, which lets it show how often attackers go after customers in each country. Russian state hackers aimed 14% of their recorded activity at Ukraine, more than at any country except the US.
The era of machine-speed cyberattacks is here
Government agencies and services were the most targeted sector worldwide at 27%, up from 17% in 2025. Phishing drove 23% of intrusions Microsoft investigated, up from 7% a year earlier, and the median time from finding a vulnerability to weaponizing it has fallen well below 24 hours.
The use of artificial intelligence is pushing cyberspace into an era of “machine-speed” attacks that operate continuously and without fatigue, according to Dev.
“Many AI agents act on behalf of users and with their access rights, so a compromised agent combines user-level access with machine-scale actions,” Natalia Burlakova, Security Sales and Engineering Lead at Microsoft, says.
Deception beats code in attacks on Ukraine
Ukraine's own agency data show a similar pattern. Malware accounted for 33% of cyber incidents in the first half of 2026, and social engineering 31%, the State Service of Special Communications and Information Protection reported on 30 September. System infections made up 15%, and system compromises 4.5%.
Attackers rely less on technical complexity than on trust, according to the report by Ukraine's computer emergency response team, CERT-UA. Hacker groups create fake pages that mimic CERT-UA, Ukraine's Parliament's document management system, and the Brave1 defense technology platform.
Microsoft asks governments to prepare for faster-moving threats by assigning roles and coordinating agencies in advance of a crisis, and to treat AI security as part of national resilience. It also asks them to plan for incidents that spread, noting that 52.2% of intrusions involving valid accounts led to additional credential theft.
A Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão (EMARP) revela que se vai registar na quarta-feira, dia 7 de outubro, o corte de água numa zona da cidade.
O conteúdo Atenção, corte de água numa zona da cidade de Portimão aparece primeiro em Algarve Marafado.
The foiled hijacking of a flight from Dubai to Tel Aviv carrying 174 passengers — 166 of them Israelis — on Wednesday has revived the specter of earlier hijackings (mostly attempted) of aircraft bound for Israel, especially during the 1960s and 1970s.

© CHRISTOPHER PIKE (REUTERS)
One week after Chile joined the Shield of the Americas, the regional alliance promoted by U.S. President Donald Trump, domestic resistance against the move has not let up. On the contrary, the membership documents ratified by the government of José Antonio Kast in New York on September 22, along with 14 other countries, have raised new questions about the scope of the initiative.

© Presidencia de Chile (EFE)
A federal appeals court will examine Tuesday whether a federal judge can proceed with a criminal contempt investigation into the Trump administration related to the deportation of Venezuelan migrants to El Salvador in March 2025.

© GABY ORAA (EL PAÍS)
Sentado, de mãos cruzadas e com olhar sério para a câmera, o embaixador dos Estados Unidos no Panamá, Kevin Cabrera, anuncia, em vídeo publicado no canal do Departamento de Estado no YouTube em 13 de agosto de 2026: “Agora, a América tem a oportunidade de estabelecer uma nova ordem”. A frase ecoa a Doutrina Monroe, do princípio do século 19, que tratava o continente americano como área de influência dos EUA. O presidente Donald Trump a resgatou para justificar interferências políticas, militares e econômicas em outros países. Um dos alvos é o Brasil, em pleno ano eleitoral. A Agência Pública apurou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tem monitorado a situação por meio de relatórios internos que classificam os discursos de figuras da extrema-direita no Brasil como “facilitadores” de ataques à soberania nacional.
Recentemente, num relatório entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e à Polícia Federal (PF), a Abin classificou como “crítico” o risco de interferência e influência dos EUA nas eleições brasileiras. O conteúdo do documento foi revelado pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. A Pública apurou que relatórios semelhantes vêm sendo produzidos desde novembro de 2025, quando a gestão de Trump passou a ampliar o plano de hegemonia na América Latina.
Parte da extrema-direita no Brasil tem visões ideológicas alinhadas à gestão trumpista. Essa ala extremista é observada, nas análises da Abin, como colaboradora dos interesses americanos no país. Os países latino-americanos já foram definidos como “quintal” de Washington pelo Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Peter Hegseth, em entrevista à Fox News no ano passado. A ascensão desta narrativa trumpista foi rebatida pelo presidente Lula em seu último discurso, na abertura da Assembleia Geral da ONU, na última terça-feira, 22 de setembro. “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, declarou o presidente, que também é candidato à reeleição.
Fontes da Abin contaram à reportagem, sob reserva, que o cerne do interesse dos EUA estaria na extração de terras raras — mais de 20% das reservas mundiais de terras raras estão no solo brasileiro. A Pública mostrou que, no início do mandato, Trump assinou um decreto para acelerar a produção de minerais críticos e reduzir a dependência do governo chinês. “(…) Minerais críticos são essenciais para a prontidão militar americana, já que eles são componentes-chave de jatos, satélites, submarinos, bombas e sistemas de mísseis guiados”, registra um trecho do decreto.
A Pública também apurou que a embaixada dos EUA no Brasil procurou o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcanti (RJ), para que ele recebesse dois enviados do Departamento de Estado. Segundo a apuração, a missão da dupla era lançar dúvidas sobre as urnas eletrônicas. O Itamaraty negou os vistos a Riley Bernes e Samuel Samson.
Em meio à tensão diplomática, o Ministério das Relações Exteriores ainda não deu aval à indicação de Donald Trump para a embaixada dos EUA no Brasil. O indicado foi o representante da Flórida — equivalente a um deputado estadual —, Daniel Perez, cujo nome foi aprovado pelo Senado americano em 7 de agosto. Contudo, ele não pode assumir o cargo sem o agrément — norma da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961. O agrément é a aceitação do país que vai receber o indicado e vem antes da indicação, o que não ocorreu no caso brasileiro.
O parlamentar é fiel ao movimento nacionalista Make America Great Again (MAGA), amigo pessoal e integrante do mesmo grupo político de Marco Rubio. A Pública mostrou que Perez é peça importante no projeto expansionista de Trump e que seria uma figura relevante na tentativa de interferência no Brasil, inclusive no auxílio à formulação de leis no Congresso Nacional.
O monitoramento da Abin abrange ainda discursos intervencionistas que possam “causar impacto nas instituições” e obter apoio popular e político para uma interferência americana. O acompanhamento dos agentes de inteligência é constante e poderia incluir políticos com mandatos e posicionamentos radicais, bem como pessoas com poder de mobilização, como influenciadores digitais de extrema-direita.
“As eleições brasileiras não têm, como há quatro anos, um cenário de abolição do Estado Democrático de Direito. Agora é um cenário de interferência externa em que o governo dos EUA tem preferência pelo campo opositor e vê nesse campo um facilitador de seus interesses unicamente americanos”, frisou uma fonte da Abin, sob condição de anonimato.
Ações para estimular o apoio à interferência americana foram intensificadas em 2026. Entre elas, a protagonizada por Marco Rubio em 16 de julho, quando convocou 66 países a se unirem a um projeto de combate ao que classificou como “terrorismo de extrema esquerda”. Sem provas, Rubio — filho de cubanos conservadores e integrante de uma elite econômica estabelecida na Flórida — acusou Cuba de espionagem e de infiltração no território americano.
Dois meses depois, em 22 de setembro, os 14 países da América Latina, membros do “Escudo das Américas” — aliança bélica criada por Donald Trump — assinaram um acordo para impor sanções às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), a exemplo do congelamento de bens e de restrições à imigração e a vistos.

There are two diametrically opposed portrayals of David Eduardo Mejía Martínez: U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) presents him as a “criminal” and a member of the notorious Mara Salvatrucha (MS-13) gang who, because he poses a danger to the community, should be deported to El Salvador. A federal judge, by contrast, describes him as an exemplary migrant: with no tattoos and no criminal record, in steady employment, and who has filed taxes since arriving in the United States in 2014. The judge also said he is the father of two children who are U.S. citizens and the main provider for his family.

© Ashlee Rezin (AP)
A Infraquinta iniciou ena quinta-feira, 17 de setembro, as comemorações do seu 30.º aniversário, com um programa que se prolongará pelos próximos meses e que pretende assinalar o percurso desta empresa municipal, dar a conhecer o trabalho desenvolvido e lançar a discussão sobre os desafios que se colocam na área ambiental.
A programação envolve trabalhadores, residentes e visitantes da Quinta do Lago, mas também as escolas e a comunidade da Freguesia de Almancil, território onde a empresa está inserida. O arranque das comemorações fica ainda marcado pela apresentação da nova identidade visual da Infraquinta e do logótipo criado para assinalar os 30 anos.
Criada pela Câmara Municipal de Loulé e pela Quinta do Lago, S.A., que detêm atualmente 51% e 49% do capital social, respetivamente, a Infraquinta iniciou atividade em 1996. A empresa foi criada para assegurar a gestão das infraestruturas e dos espaços públicos da Quinta do Lago, mantendo os padrões de qualidade deste espaço urbano.
Ao longo de três décadas, a sua atividade passou a abranger o abastecimento de água, o saneamento de águas residuais, a gestão de resíduos, a limpeza urbana, a manutenção da rede viária e a conservação de 15,4 hectares de espaços verdes públicos na Quinta do Lago e áreas adjacentes.
A eficiência na utilização da água é uma das áreas em que a Infraquinta tem vindo a destacar-se. É atualmente a única entidade gestora em baixa do país com a Certificação do Produto «Água para Consumo Humano», de acordo com a Recomendação da ERSAR n.º 2/2011, e apresenta a menor percentagem nacional de água não faturada. Em 2025, a empresa atingiu também uma taxa de 50% de recolha seletiva de resíduos, mais do dobro dos 23% registados em 2022.
Para Telmo Pinto, Presidente da Câmara Municipal de Loulé, este 30.º aniversário é uma oportunidade para olhar para o trabalho desenvolvido e preparar os próximos anos. “Nos próximos meses, vamos revisitar o percurso desta empresa, que está de parabéns pelo trabalho desenvolvido, sobretudo na área da sustentabilidade e da qualidade da Quinta do Lago. Queremos também aproveitar este momento para pensar o futuro da Infraquinta e preparar uma estratégia para os desafios que temos pela frente, nomeadamente nas áreas da eficiência hídrica, da mobilidade e da gestão de resíduos”, afirma.
Pedro Pimpão, Presidente do Conselho de Administração da Infraquinta, destaca, por sua vez, a aposta numa programação que procura chegar a diferentes públicos. “Preparámos um conjunto de iniciativas para os nossos trabalhadores, residentes e visitantes da Quinta do Lago, mas queremos ir mais longe e envolver também a comunidade local e as escolas da Freguesia de Almancil. É uma forma de dar a conhecer o trabalho que fazemos todos os dias e os projetos que temos em curso”, refere.
O programa comemorativo dos 30 anos arranca após a apresentação da nova identidade visual e vai desenvolver-se ao longo dos próximos meses.
O primeiro grande momento acontece já no dia 15 de outubro, com a realização da conferência “H2O e Sustainability Summit”, em parceria com a Universidade do Algarve, dedicada aos principais desafios ambientais do setor.
A programação estende-se depois a toda a comunidade com iniciativas como o lançamento de um livro infantil ilustrado por um autor local e dirigido às escolas, a exposição itinerante IQ30, que vai percorrer vários edifícios públicos do concelho, e os Open Days, que darão a conhecer de perto o trabalho diário das equipas da Infraquinta no terreno.
O calendário detalhado e todas as novidades de cada evento serão divulgados progressivamente no site da Infraquinta.
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