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Corte de 50% na retenção de IRS de novembro… – as várias simulações avançadas pela Lusa

14 October 2026 at 22:16

O preconizado corte de 50% na retenção de IRS em novembro, fará com que um salário de 1.000 euros fique sujeito a 34 euros de IRS para o conjunto do vencimento e subsídio de natal, em vez de 70 euros, segundo veicula o Notícias ao Minuto com base na publicação de hoje em Diário da República (DR).

O montante final a reter em novembro para refletir a descida intercalar do IRS em 2026, por despacho do Governo publicado hoje em DR, estabelece que, nesse mês, as entidades pagadoras de salários e pensões, em vez de cobrarem a percentagem habitual de IRS, só retêm metade desse valor.

Como o corte se aplica quer ao vencimento mensal quer ao subsídio de natal, que é sujeito a retenção de forma separada, a quantia de IRS a entregar ao Estado em novembro relativamente ao conjunto das duas remunerações – salário e subsídio – será semelhante àquela que em condições normais se aplicaria apenas ao salário mensal. As diferenças decorrem de arredondamentos a que as regras da retenção obedecem.

Saliente-se que o NM divulga os cálculos realizados pela Lusa os quais permitem visualizar esses efeitos em diferentes níveis de rendimento, como poderá observar adiante.

Confira as diferentes simulações dos salários

No caso de um trabalhador solteiro sem filhos que ganhe 1.000 euros brutos por mês, a retenção na fonte atual é de 35 euros.
Em novembro, com o corte de 50%, a retenção sobre o salário baixa para 17 euros – não para 17,50 euros, uma vez que o Código do IRS prevê que “a importância apurada mediante aplicação das taxas de retenção é arredondada para a unidade de euros inferior”.

Como o subsídio de natal é idêntico ao vencimento mensal, a retenção a fazer de forma autónoma sobre essa componente remuneratória também será de 17 euros.
Dessa forma, o valor global a reter de IRS nesse mês será de 34 euros. Sem o ajustamento agora fixado pelo Governo, seriam retidos 70 euros, 35 relativos ao salário e outros 35 ao subsídio.

A simulação é igual para um trabalhador casado com alguém que também aufere rendimentos.
Ou seja, num vencimento de 1.200 euros brutos por mês, a retenção mensal, atualmente nos 96 euros, baixa em novembro para 48 euros. Sobre o subsídio, a retenção será igualmente de 48 euros, colocando o total do IRS a entregar nos 96 euros.

Num vencimento bruto de 1.500 euros, a retenção passa de 168 euros para 84 euros, aplicando-se um valor idêntico ao subsídio.

Já para um rendimento mensal bruto de 2.000 euros, a retenção reduz-se dos atuais 301 euros para 150 euros, a que se soma uma cobrança igual sobre o subsídio de natal.

Para um trabalhador que recebe 3.000 euros brutos mensais, a entrega de IRS de novembro, em vez de 663 euros, recua para 331 euros, aos quais acrescem outros 331 euros sobre o subsídio de natal.

E num salário bruto de 5.000 euros por mês, a retenção mensal baixa de 1.452 euros para 726 euros, cobrando-se o mesmo sobre o subsídio.

Os cálculos são semelhantes para trabalhadores solteiros com filhos, com a diferença de que o valor de IRS a entregar é menor consoante o número de dependentes.

E acerca das pensões?

Numa pensão de 1.000 euros brutos mensais, de um reformado casado com alguém que também aufere rendimentos, o IRS a reter em novembro sobre a pensão será de 10 euros, em vez dos 20 habituais, sendo o pensionista chamado ainda a entregar 10 euros relativos à retenção do subsídio de natal.

Um pensionista com uma reforma de 1.500 euros, em vez de entregar 151 euros, fará uma retenção de IRS em novembro de 75 euros, a que acrescem 75 euros sobre o subsídio de natal.

Numa pensão de 1.800 euros, o valor a reter em novembro, em vez de 223 euros, será de 111 euros, acrescendo outros 111 sobre o subsídio de natal.

Um pensionista que receba 3.000 euros brutos, e que atualmente retém 678 euros por mês, irá entregar 339 euros em novembro, mais 339 sobre o subsídio de natal.

É de referir que tanto os salários como as pensões até aos 920 euros não fazem retenção na fonte, porque se encontram isentos de IRS por via do mínimo de existência, que exclui de tributação os rendimentos mais baixos.

A redução da cobrança de IRS em 50% só se aplica em novembro, para refletir nesse mês a descida das taxas gerais do 1.º ao 6.º escalão de rendimento.
Em dezembro, voltam a aplicar-se as taxas normais fixadas desde o início do ano, ou seja, sem a redução de 50%.

A venda da TAP vai mesmo recuperar os milhares de milhões?

14 October 2026 at 20:08
Privatização promete reaver investimento público até 2040. Desconto no IRS em novembro garante liquidez às famílias, mas gera custos de gestão para patrões antes do regresso das tabelas normais.

Contabilista: corte de 50% no IRS leva a menores acertos

14 October 2026 at 18:17
Bastonária da Ordem dos Contabilistas salienta que a diferença não será tão grande como em 2024 e 2025, em que foi feito um ajuste na retenção na fonte para refletir reduções nas taxas de IRS.

© Tiago Petinga/LUSA

A retenção do IRS na fonte vai ter um corte de 50% em novembro para refletir a descida intercalar do imposto aprovada no parlamento

Colombia: il governo firma un decreto che criminalizza la protesta sociale

A dodici ore dalla prima mobilitazione nazionale indetta sotto il governo neoliberista di Abelardo de la Espriella, il presidente e il ministro dell'Interno Rodrigo Lara hanno firmato il decreto 1525, datato martedì 13 ottobre, che disciplina la protesta sociale in Colombia. Il testo si intitola "Statuto di reazione, uso e verifica della forza legittima dello Stato e protezione del diritto alla protesta pacifica dei cittadini".

Dietro la facciata rassicurante della "mediazione come regola di preferenza", il decreto prepara in realtà il terreno per la repressione. Il governo sostiene che la mediazione non blocca né rinvia l'intervento della polizia di fronte ad atti di vandalismo, porto di armi, ordigni incendiari, sequestri, aggressioni a squadre mediche e mezzi di informazione, o danni ai servizi pubblici e all'approvvigionamento di farmaci. Sono categorie volutamente vaghe, che lasciano ampio margine discrezionale a chi dovrà applicarle: è il classico meccanismo con cui si trasforma il diritto costituzionale alla protesta in una concessione revocabile.

Il decreto precisa che il blocco delle strade, di per sé, non fa venire meno il carattere pacifico della manifestazione. Ma è una concessione minima, subito bilanciata dall'introduzione della definizione di "ostruzione stradale" - l'occupazione totale o parziale di una carreggiata o di un accesso a un'infrastruttura - che diventa così un presupposto codificato per l'azione repressiva. Nei Posti di Comando Unificato (PMU) siederanno anche rappresentanti delle associazioni di categoria e dell'Istituto Colombiano per il Benessere della Famiglia: una cornice "istituzionale" che serve a legittimare un dispositivo di controllo, non a tutelare chi protesta.

¡Cumplí mi palabra y aquí está el decreto! En Colombia se respeta la protesta pacífica, pero ¡no se toleran la violencia, el vandalismo ni los bloqueos que atropellan los derechos de millones de ciudadanos! Hoy expedí el Decreto 1525 de 2026 para fortalecer las garantías de quienes se manifiestan pacíficamente y asegurar que las autoridades actúen, dentro del marco de la ley, frente a quienes pretendan sembrar el caos. ¡El derecho a protestar no está por encima del derecho a trabajar, estudiar, movilizarse y vivir en paz! A los ciudadanos que protestan pacíficamente, todas las garantías. A los violentos, todo el peso de la ley, con respeto por el debido proceso. ¡Se acabó la guachafita! ¡La protesta se respeta, pero la violencia no se tolera! ¡Lo prometí, lo cumplí y seguiré cumpliendo! ¡Firme por la Patria! ¡Viva Cristo Rey! (A.D.L.E.) ????????????

— Abelardo De La Espriella (@ABDELAESPRIELLA) October 14, 2026

Il cuore repressivo del provvedimento è la scala a cinque livelli di intervento: si parte dai gestori della convivenza dei municipi, poi il dialogo diretto e un'istanza di mediazione; se la violenza persiste, si passa alla dissuasione su ordine del sindaco, impartito in un PMU; e come ultima misura interviene l'Unità di Dialogo e Mantenimento dell'Ordine (UNDMO), già nota come Esmad. La vecchia polizia antisommossa cambia nome, non funzione: la repressione viene semplicemente ricollocata in fondo a una scala che, nella pratica, si percorre in fretta.

Le autorità locali e la Polizia Nazionale dovranno garantire l'apertura e il mantenimento dei "corridoi solidali"; i municipi e i governatorati avranno 72 ore per pubblicare il bilancio ufficiale dei danni e attivare i percorsi di assistenza umanitaria. Ancora una volta, la priorità non è ascoltare le ragioni della protesta, ma gestirne le conseguenze e contabilizzarne i costi.

Ancora una volta, neoliberismo e repressione vanno di pari passo. Un governo che smantella tutele sociali, privatizza beni comuni e consegna il paese agli interessi del capitale non può tollerare che la gente scenda in piazza a contestare. Il decreto 1525 non "regola" la protesta: la mette sotto tutela, la sottopone a condizioni, la trasforma in una pratica da autorizzare e punire. La libertà di manifestare non si difende con gli statuti della forza: si difende garantendo a chi protesta di non essere criminalizzato.

Cina: fermo sostegno all'Argentina nella disputa con il Regno Unito per le Malvinas

La Cina ha ribadito alle Nazioni Unite (ONU) il proprio "fermo sostegno" all'Argentina in merito alla rivendicazione di sovranità sulle Isole Malvinas, questione oggetto di disputa con il Regno Unito.

"La Cina sostiene fermamente la legittima rivendicazione di sovranità dell'Argentina sulle Isole Malvinas e si è sempre fatta promotrice della risoluzione delle controversie territoriali tra Stati attraverso negoziati pacifici", ha dichiarato Sun Lei, ambasciatore e vice rappresentante permanente della Cina presso l'ONU.

La dichiarazione è stata resa nel corso di un dibattito sulla decolonizzazione presso la Quarta Commissione dell'Assemblea Generale delle Nazioni Unite, a New York. Nel suo intervento, il diplomatico ha espresso l'auspicio che il Regno Unito "risponda positivamente alle richieste dell'Argentina, riprenda il dialogo e i negoziati il ??prima possibile e trovi una soluzione pacifica, giusta e duratura", in conformità con le pertinenti risoluzioni delle Nazioni Unite.

Martedì, il governo argentino ha annunciato di aver presentato al Tribunale internazionale per il diritto del mare una richiesta di "misure provvisorie per impedire l'esplorazione di idrocarburi" da parte del Regno Unito sulla piattaforma continentale del bacino delle Malvine settentrionali.

Una nota ha spiegato che l'istanza rivolta all'organismo con sede in Germania mira a "preservare i diritti sovrani dell'Argentina sulla propria piattaforma continentale" e a "impedire che le attività autorizzate unilateralmente e illegalmente dal Regno Unito aggravino la controversia riconosciuta dalle Nazioni Unite".

Secondo l'atto depositato, l'Argentina ha avviato un arbitrato internazionale contro il Paese europeo il 28 settembre - ai sensi dell'Allegato VII della Convenzione delle Nazioni Unite sul diritto del mare (UNCLOS) - "per difendere la propria sovranità e le risorse naturali di tutti gli argentini".

Russia: "Kiev non dà segni di voler cercare una tregua energetica con i suoi nuovi attacchi alle raffinerie"

 

Il vicepremier russo Alexander Novak ha dichiarato mercoledì che il regime di Kiev non dà segni di voler cercare una tregua energetica, come dimostrano i suoi nuovi attacchi alle raffinerie. Intervenendo a margine della Settimana dell’Energia russa, Novak ha denunciato che le forze ucraine hanno attaccato due raffinerie di petrolio nelle province russe di Saratov e Ryazan. «Vediamo che la parte ucraina non mostra alcun progresso verso un cessate il fuoco energetico», ha affermato.

Gli attacchi ucraini sono avvenuti dopo che Donald Trump aveva chiesto a Vladimir Zelensky di sospendere gli attacchi ucraini contro le infrastrutture energetiche russe. Trump ha attaccato Zelensky per gli attacchi alle raffinerie russe, sferrati ignorando i suoi avvertimenti. «Gli abbiamo detto: “Non attaccare le raffinerie, perché questo causa un problema mondiale”. E lui è andato e ha attaccato», ha criticato il presidente, che ha concluso con una proposta incisiva per gli ucraini: «Suggerisco che si trovino un nuovo leader in grado di raggiungere un accordo».

Allo stesso tempo, domenica scorsa il presidente statunitense ha annunciato una «tregua energetica» tra Russia e Ucraina. Dal Cremlino hanno fatto sapere che «i contatti proseguono». «Vi terremo informati non appena avremo qualcosa da dire al riguardo», ha dichiarato Dmitri Peskov, portavoce della presidenza russa, rispondendo alla domanda se Mosca avesse accettato una tregua di questo tipo.

La presa di posizione dell'Egitto sulla guerra in Yemen e Bab el-Mandeb

 

L'Egitto ha dichiarato che risponderà senza riserve a qualsiasi richiesta di supporto da parte dell'Arabia Saudita nella lotta contro i ribelli Houthi in Yemen, a seguito dei sanguinosi attacchi che hanno colpito le infrastrutture aeroportuali del regno.

«Qualunque cosa chiedano i sauditi, ovviamente risponderemo [...] Forniremo ogni tipo di supporto senza riserve», ha affermato il ministro degli Esteri egiziano Badr Abdelatty durante un'intervista rilasciata a Bloomberg a margine della riunione annuale del Fondo Monetario Internazionale a Bangkok.

Le dichiarazioni di Abdelatty arrivano all'indomani del raid che ha preso di mira l'aeroporto internazionale King Khalid di Riyadh. 

Escalation e nodo strategico di Bab el-Mandeb

L'improvvisa impennata della violenza giunge a una settimana dal lancio di un'offensiva da parte delle forze guidate da Riyadh per riconquistare i territori sotto il controllo degli Houthi.

Tra le aree chiave oggetto delle operazioni figura lo strategico stretto di Bab el-Mandeb, snodo marittimo fondamentale per il transito e l'approvvigionamento energetico mondiale.

"Fuggiti dall'Afghanistan, non osano avvicinarsi": il generale Reza Naqdi sulle nuove minacce USA

 

Un alto comandante del Corpo delle Guardie Rivoluzionarie Islamiche (IRGC) ha dichiarato che gli Stati Uniti non oserebbero mai lanciare un'invasione di terra contro l'Iran.

«Se gli Stati Uniti lanciassero un'invasione di terra, farebbero così tanti prigionieri da essere costretti ad alzare bandiera bianca e arrendersi», ha affermato il generale di brigata Mohammad Reza Naqdi, consigliere senior del comandante in capo delle Guardie Rivoluzionarie.

Il generale Naqdi ha sottolineato che Washington parla di un'operazione di terra unicamente nell'ambito della propaganda mediatica. Secondo il comandante, infatti, gli americani non prendono in considerazione questa possibilità nemmeno nelle riunioni più riservate, ben consapevoli delle drammatiche conseguenze che comporta.

«Non credo che nemmeno negli incontri più segreti si sia mai parlato di un attacco di terra. Ne parlano nella propaganda, ma tra di loro non ne fanno accenno perché sanno bene cosa accadrebbe», ha ribadito.

Le dichiarazioni del generale arrivano in risposta alle crescenti speculazioni su un possibile attacco terrestre americano, a distanza di mesi dal fallimento del raid aereo congiunto israelo-statunitense contro il Paese persiano.

Perché un'invasione terrestre dell'Iran sarebbe un disastro per gli USA

Mentre le tensioni e il conflitto continuano a protrarsi senza che gli obiettivi strategici prefissati siano stati raggiunti, lo spettro di un'invasione di terra è diventato un tema centrale nella pianificazione operativa.

Rievocando i passati fallimenti militari americani, Naqdi ha ricordato che Washington ha speso circa 3.000 miliardi di dollari in Afghanistan e 4.000 miliardi in Iraq, combattendo per 20 anni senza centrare gli obiettivi: «Gli USA sono stati costretti a fuggire dall'Afghanistan lasciando sul campo armi per 85 miliardi di dollari, mentre dall'Iraq sono stati espulsi in modo umiliante».

"L'Iran è pronto a qualsiasi scenario"

In un altro passaggio, il consigliere dell'IRGC ha ribadito che le Forze Armate della Repubblica Islamica dispongono di tutte le capacità necessarie per rispondere ad qualsiasi minaccia, dichiarandosi pronte a fronteggiare ogni scenario, dalla diplomazia alla difesa attiva.

Infine, Naqdi ha evidenziato la ritirata delle forze navali americane: nonostante una presenza secolare nel Golfo Persico, la Marina statunitense mantiene da mesi le sue navi a distanza. Secondo il generale, le navi da guerra americane non oserebbero avvicinarsi a meno di 1.000 chilometri dai confini iraniani per timore delle reazioni della difesa locale.

Emergenza rete elettrica negli USA: rischio blackout in 13 Stati e a Washington

Il segretario all'Energia degli Stati Uniti, Chris Wright, ha emanato lunedì un ordine di emergenza per garantire la stabilità della rete elettrica in 13 Stati e nel Distretto di Columbia. Il provvedimento è entrato in vigore martedì e resterà valido fino al 16 ottobre. La misura è stata adottata su richiesta di PJM Interconnection, la società regionale che coordina la rete elettrica all'ingrosso in un'ampia area degli Stati Uniti.

Alla base della richiesta figurano un improvviso aumento della domanda di elettricità e possibili carenze nella capacità di generazione o nelle infrastrutture di trasmissione. Gli Stati interessati sono Delaware, Illinois, Indiana, Kentucky, Maryland, Michigan, New Jersey, Carolina del Nord, Ohio, Pennsylvania, Tennessee, Virginia e Virginia Occidentale. Secondo Wright, l'ordine consentirà di mettere a disposizione capacità aggiuntiva di produzione elettrica, comprese fonti di riserva, per far fronte alle condizioni di particolare pressione previste sulla rete.

L'obiettivo dichiarato è garantire a milioni di famiglie e imprese della regione medio-atlantica un approvvigionamento elettrico accessibile, affidabile e sicuro. Il ricorso a poteri di emergenza evidenzia le difficoltà che possono emergere quando la domanda cresce rapidamente e la capacità del sistema rischia di non essere sufficiente.

La misura punta a prevenire criticità nell'approvvigionamento, assicurando margini aggiuntivi di produzione in una fase considerata delicata per la rete elettrica statunitense.


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Corte de 50% no IRS deixa de fora salários de 18 ou 20 mil

14 October 2026 at 14:09
Governo decidiu que ficam de fora titulares de rendimentos que o valor mensal exceda o limite superior do penúltimo escalão das tabelas de retenção na fonte aplicáveis, entre os 18 e 20 mil euros.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O despacho prevê ainda que se excetuam deste corte quem tem rendimentos mais altos

Egitto: "Sostegno totale all'Arabia Saudita contro gli Houthi"

 

L'Egitto ha dichiarato che risponderà senza riserve a qualsiasi richiesta di supporto da parte dell'Arabia Saudita nella lotta contro i ribelli Houthi in Yemen, a seguito dei sanguinosi attacchi che hanno colpito le infrastrutture aeroportuali del regno.

«Qualunque cosa chiedano i sauditi, ovviamente risponderemo [...] Forniremo ogni tipo di supporto senza riserve», ha affermato il ministro degli Esteri egiziano Badr Abdelatty durante un'intervista rilasciata a Bloomberg a margine della riunione annuale del Fondo Monetario Internazionale a Bangkok.

Le dichiarazioni di Abdelatty arrivano all'indomani del raid che ha preso di mira l'aeroporto internazionale King Khalid di Riyadh. 

Escalation e nodo strategico di Bab el-Mandeb

L'improvvisa impennata della violenza giunge a una settimana dal lancio di un'offensiva da parte delle forze guidate da Riyadh per riconquistare i territori sotto il controllo degli Houthi.

Tra le aree chiave oggetto delle operazioni figura lo strategico stretto di Bab el-Mandeb, snodo marittimo fondamentale per il transito e l'approvvigionamento energetico mondiale.

Iran, generale Naqdi: "Un'invasione di terra? Solo propaganda americana"

 

Un alto comandante del Corpo delle Guardie Rivoluzionarie Islamiche (IRGC) ha dichiarato che gli Stati Uniti non oserebbero mai lanciare un'invasione di terra contro l'Iran.

«Se gli Stati Uniti lanciassero un'invasione di terra, farebbero così tanti prigionieri da essere costretti ad alzare bandiera bianca e arrendersi», ha affermato il generale di brigata Mohammad Reza Naqdi, consigliere senior del comandante in capo delle Guardie Rivoluzionarie.

Il generale Naqdi ha sottolineato che Washington parla di un'operazione di terra unicamente nell'ambito della propaganda mediatica. Secondo il comandante, infatti, gli americani non prendono in considerazione questa possibilità nemmeno nelle riunioni più riservate, ben consapevoli delle drammatiche conseguenze che comporta.

«Non credo che nemmeno negli incontri più segreti si sia mai parlato di un attacco di terra. Ne parlano nella propaganda, ma tra di loro non ne fanno accenno perché sanno bene cosa accadrebbe», ha ribadito.

Le dichiarazioni del generale arrivano in risposta alle crescenti speculazioni su un possibile attacco terrestre americano, a distanza di mesi dal fallimento del raid aereo congiunto israelo-statunitense contro il Paese persiano.

Perché un'invasione terrestre dell'Iran sarebbe un disastro per gli USA

Mentre le tensioni e il conflitto continuano a protrarsi senza che gli obiettivi strategici prefissati siano stati raggiunti, lo spettro di un'invasione di terra è diventato un tema centrale nella pianificazione operativa.

Rievocando i passati fallimenti militari americani, Naqdi ha ricordato che Washington ha speso circa 3.000 miliardi di dollari in Afghanistan e 4.000 miliardi in Iraq, combattendo per 20 anni senza centrare gli obiettivi: «Gli USA sono stati costretti a fuggire dall'Afghanistan lasciando sul campo armi per 85 miliardi di dollari, mentre dall'Iraq sono stati espulsi in modo umiliante».

"L'Iran è pronto a qualsiasi scenario"

In un altro passaggio, il consigliere dell'IRGC ha ribadito che le Forze Armate della Repubblica Islamica dispongono di tutte le capacità necessarie per rispondere ad qualsiasi minaccia, dichiarandosi pronte a fronteggiare ogni scenario, dalla diplomazia alla difesa attiva.

Infine, Naqdi ha evidenziato la ritirata delle forze navali americane: nonostante una presenza secolare nel Golfo Persico, la Marina statunitense mantiene da mesi le sue navi a distanza. Secondo il generale, le navi da guerra americane non oserebbero avvicinarsi a meno di 1.000 chilometri dai confini iraniani per timore delle reazioni della difesa locale.

Trump: "Aspettate di vedere cosa faremo all'Iran. Ora basta"

 

Il presidente degli Stati Uniti, Donald Trump, è tornato a minacciare duramente l'Iran, avvertendo che Washington è pronta a «rimettere Teheran al suo posto».

????"ESPEREN A VER LO QUE LE HAREMOS A IRÁN. YA BASTA" - TRUMP El mandatario estadounidense declaró que su país va a dar a la República Islámica "una buena lección". https://t.co/An2bDw6sV3

— Errete en Español (@erreteespanol) October 14, 2026

«Aspettate e vedrete cosa faremo all'Iran. Gli daremo una lezione [...] Perché ne abbiamo abbastanza, davvero abbastanza», ha dichiarato durante un discorso pronunciato martedì.

Negoziati in totale stallo

I nuovi avvertimenti della Casa Bianca arrivano in un momento di profonda paralisi sul fronte diplomatico. Secondo quanto riportato da Axios, i tentativi di mediazione condotti dal Qatar per favorire una svolta tra le parti hanno finora registrato scarso successo, con Washington e Teheran ferme sulle rispettive posizioni e riluttanti a concedere compromessi.

Di fronte a questo stallo, il Presidente americano ha più volte ipotizzato un’escalation militare contro la Repubblica Islamica, lasciando intendere la possibilità di un attacco su vasta scala. In un'intervista alla rivista Time, Trump si è spinto fino a ipotizzare «l'annientamento dell'Iran», definendolo l'unica strada percorribile per garantire la stabilità globale.

Decisione imminente alle porte

In un successivo incontro con la stampa, l'inquilino della Casa Bianca ha confermato che una scelta strategica sul dossier iraniano verrà presa a breve, considerato il fallimento dei colloqui.

«Dobbiamo prendere una decisione sull'Iran, e la prenderò. L'Iran è stato decimato, quindi l'unica domanda è se sceglieremo la strada più facile o quella più dura. In un modo o nell'altro, lo faremo», ha concluso.

USA, emergenza per la rete elettrica in 13 Stati: allarme sulla tenuta del sistema

Il segretario all'Energia degli Stati Uniti, Chris Wright, ha emanato lunedì un ordine di emergenza per garantire la stabilità della rete elettrica in 13 Stati e nel Distretto di Columbia. Il provvedimento è entrato in vigore martedì e resterà valido fino al 16 ottobre. La misura è stata adottata su richiesta di PJM Interconnection, la società regionale che coordina la rete elettrica all'ingrosso in un'ampia area degli Stati Uniti.

Alla base della richiesta figurano un improvviso aumento della domanda di elettricità e possibili carenze nella capacità di generazione o nelle infrastrutture di trasmissione. Gli Stati interessati sono Delaware, Illinois, Indiana, Kentucky, Maryland, Michigan, New Jersey, Carolina del Nord, Ohio, Pennsylvania, Tennessee, Virginia e Virginia Occidentale. Secondo Wright, l'ordine consentirà di mettere a disposizione capacità aggiuntiva di produzione elettrica, comprese fonti di riserva, per far fronte alle condizioni di particolare pressione previste sulla rete.

L'obiettivo dichiarato è garantire a milioni di famiglie e imprese della regione medio-atlantica un approvvigionamento elettrico accessibile, affidabile e sicuro. Il ricorso a poteri di emergenza evidenzia le difficoltà che possono emergere quando la domanda cresce rapidamente e la capacità del sistema rischia di non essere sufficiente.

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L'India accelera: crescita al 7% secondo il FMI

Il Fondo Monetario Internazionale (FMI) ha alzato al 7% la previsione di crescita del PIL dell'India per l'anno fiscale 2026-2027, rispetto al 6,4% stimato a luglio. Il Paese figura tra le economie in più rapida crescita analizzate dall'organizzazione, nonostante l'aumento dei prezzi del petrolio e il rallentamento dell'economia globale.

Secondo il rapporto, la revisione al rialzo riflette un dinamismo superiore alle attese, trainato da una solida domanda interna e da un forte settore dei servizi. L'FMI sottolinea inoltre il potenziale di crescita a lungo termine dell'India, sostenuto da "fattori demografici favorevoli, un mercato interno ampio e in espansione e continue riforme strutturali".

L'organizzazione ha inoltre portato al 7% la previsione di crescita per l'anno fiscale 2027-2028, rispetto al 6,7% precedentemente stimato. Nel frattempo, la banca centrale indiana prevede una crescita del PIL del 7,1% per il periodo in corso.

Le prospettive favorevoli dell'India contrastano con il rallentamento globale. L'FMI prevede per l'economia mondiale una crescita del 3,1% nel 2026, in calo rispetto al 3,5% registrato nel 2025.


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19h. Descida do IRS refletida nas retenções de novembro

13 October 2026 at 18:48
A retenção do IRS vai ter um corte para metade, no próximo mês, tanto no salário, como no subsídio de natal. Ainda, André Ventura acusa Luís Neves de querer gerir o MAI da mesma forma que geria a PJ.

The Atlantic: Zelensky "sta oltrepassando il limite" e "facendo infuriare" Trump

Volodymyr Zelensky sta facendo "infuriare" il presidente statunitense Donald Trump: secondo quanto riferisce 'The Atlantic', che a tal proposito cita un funzionario della Casa Bianca.

"Zelensky sta oltrepassando il limite e facendo infuriare il presidente", ha affermato il funzionario, aggiungendo che Trump "chiede una cosa sola: che smettano di attaccare le raffinerie". "Dovrebbero accontentarlo", ha dichiarato.

Il presidente USA è tornato ad arrabbiarsi con il leader del regime ucraino dopo aver criticato l'accordo tra Usa e Russia sul diesel, siglato tra Trump e Vladimir Putin il 9 ottobre. Diversi media hanno già affermato che per costringere il regime di Kiev a fermare gli attacchi alle infrastrutture energetiche russe, Washington ha minacciato di paralizzare la Lista prioritaria dei requisiti per l'Ucraina, un programma della NATO attraverso il quale i paesi europei acquistano armi per poi trasferirle alle forze armate ucraine.

In seguito all'annuncio dell'accordo energetico raggiunto da Trump e Putin il 9 ottobre, Zelensky ha duramente criticato Washington, definendo l'intesa un segno di "debolezza" che non avrebbe portato la pace nel mondo. In un'intervista, il leader del regime di Kiev ha fatto notare che quel giorno una delegazione negoziale ucraina si trovava in Florida per colloqui con la controparte statunitense, il che lo ha portato a considerare l'accordo una mossa sleale. "Stanno semplicemente usando la nostra squadra come cortina fumogena", ha dichiarato.

La replica di Trump a difesa dell'accordo è stata secca: "Abbiamo bisogno di diesel. I prezzi del petrolio stanno già crollando". Il giorno seguente, il leader statunitense ha criticato aspramente Zelensky, accusandolo di non voler porre fine al conflitto: "Avrebbe potuto risolvere questa guerra innumerevoli volte. E sceglie di non farlo".

Trump ha inoltre attaccato Zelensky per gli attacchi alle raffinerie russe, condotti ignorando i suoi avvertimenti. "Gli avevamo detto: 'Non attaccate le raffinerie, perché questo crea un problema globale'. E lui è andato avanti e le ha attaccate comunque", ha affermato il leader, concludendo con una proposta schietta: "Suggerisco che si dotino di un nuovo leader capace di raggiungere un accordo".

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