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Julgamento de ex-autarcas prossegue com audição de testemunhas

14 October 2026 at 16:14

VTM

Os dois antigos autarcas, eleitos pelo Partido Socialista (PS), começaram a ser julgados a 17 de abril, perante um coletivo de juízes da comarca de Vila Real. Ambos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ), em outubro de 2022, no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado aos cargos que exerciam na autarquia.

O processo envolve 59 arguidos, dos quais 40 são pessoas singulares e 19 empresas, e abrange um conjunto de alegados crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevida de vantagem, branqueamento de capitais e fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.

Uma das testemunhas de acusação ouvida foi José Carvalho de Moura, antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, que confirmou ter estado entre os denunciantes do processo. Durante o seu depoimento, apontou alegadas irregularidades na contratação pública, nomeadamente o fracionamento de obras para evitar concursos públicos e a existência de procedimentos que considerou viciados.

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Projeto ibérico vai permitir pastoreio à distância e quer atrair jovens

14 October 2026 at 14:34

VTM

O projeto chama-se GEXPOCTEP e une Portugal a Espanha, tendo como objetivo usar novas tecnologias na pecuária extensiva para ajudar na gestão da paisagem, prevenção de incêndios e valorização das raças autóctones.

O projeto prevê implementar um modelo de pecuária extensiva inteligente, que funcionará como um corta-fogo natural para prevenir incêndios, recorrendo ao pastoreio dirigido para controlar, de forma ecológica, a biomassa florestal.

A monitorização do gado vai ser feita através da colocação de 100 coleiras com GPS e um sistema de vedação virtual nas pastagens-piloto, localizadas no território da Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés, que se estende entre o Norte de Portugal e a Galiza.

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Montalegre apagou chama do líder

14 October 2026 at 11:25

VTM

Barrosões apresentaram grande rigor tático, espírito de sacrifício, muito compactos a defender e competentes no ataque. Bragança muito mal no primeiro tempo, melhorou na segunda parte e não empatou porque na baliza esteve uma parede chamada Dani, guarda-redes dos “Bravos do Barroso”.

Jogo bastante disputado, muito físico, e também por aqui se pode explicar os dez amarelos mostrados pelo árbitro, mais dois vermelhos, um para cada banco de suplentes.

O Bragança não esteve bem durante os primeiros 45 minutos, tem apenas uma clara oportunidade de golo através de um remate forte de Pipo, um dos mais inconformados do conjunto da casa. O Montalegre defendeu bem e procurava sair para o ataque da mesma forma. Aos 12’, o Montalegre não aproveita um buraco na defensiva contrária e, antes do intervalo, Tiago Correia tem disparo venenoso ao lado do alvo. Ainda nos primeiros 45 minutos, Gonçalo, avançado do Bragança, ficou a queixar-se de agressão. Ao intervalo, 0-0.

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Mais de 600 escuteiros reunidos em encontro regional

13 October 2026 at 18:59

VTM

Organizado pelo Agrupamento 1115 de Montalegre, o encontro ficou marcado pela “fé, pela amizade e pelo compromisso educativo”, sublinha o CNE da região de Vila Real em comunicado.

A celebração da Eucaristia foi presidida por D. António Augusto Azevedo, bispo de Vila Real, e reafirmou a “dimensão espiritual do Escutismo e a importância da fé na vivência da Promessa e da Lei escutista”.

Fátima Fernandes, presidente da Câmara de Montalegre, recebeu os escuteiros e destacou o papel do escutismo na “formação das novas gerações, enquanto movimento que promove valores fundamentais como a solidariedade, a responsabilidade, o respeito pelo próximo, a entreajuda e o compromisso com a comunidade”.

Já António Escudeiro, Chefe Regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE), este encontro foi muito mais do que uma concentração de escuteiros. “É o momento de nos voltarmos a encontrar, fortalecer amizades e renovar os laços que nos unem nesta grande família escutista”, disse o dirigente regional do CNE.

O movimento tem um papel educativo numa sociedade em que os valores e as referências parecem, por vezes, perder importância junto dos mais jovens, realçou António Escudeiro durante o encontro.

O CNE inspira-se na “fé cristã e nos princípios fundamentais de Deus, da Pátria e da família”, procurando “transmitir valores que começam em casa, se fortalecem no escutismo e se revelam nas escolhas e atitudes de cada um”, realça o documento do movimento.

No final desta iniciativa, António Escudeiro agradeceu ao Agrupamento 1115 pelo empenho na organização e ao município de Montalegre pelo apoio prestado, “deixando uma palavra de reconhecimento a todos os que contribuíram para o sucesso da iniciativa”.

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Empresa garante que trabalhos em mina de Montalegre não vão fazer descargas ou captar água

13 October 2026 at 17:32

A Minerália, responsável pela exploração da Mina da Borralha, em Montalegre, disse hoje que a operação não vai captar água em cursos naturais ou fazer descargas para o meio natural, após preocupações da Academia Portuguesa da Água.

“Na sequência da notícia sobre as preocupações manifestadas pela Academia Portuguesa da Água relativamente a um suposto risco de contaminação das águas da bacia do rio Cávado, a Minerália, empresa responsável pelo projeto da Mina da Borralha, esclarece que a operação não captará água em rios, ribeiras, nascentes ou albufeiras, nem descarregará águas utilizadas na operação para o meio natural”, pode ler-se em comunicado hoje divulgado.

Segundo a empresa, “qualquer informação que apresente o projeto como uma operação que retirará água ou lançará efluentes nesses meios não corresponde à realidade do sistema previsto”.

Na Borralha, a operação vai utilizar “a água acumulada nas antigas galerias alagadas”, bombeada para reservatórios, e funcionará em circuito fechado, sendo a água depois tratada e devolvida para ser reutilizada.

“A Minerália decidiu ainda complementar o projeto apresentado no Estudo de Impacte Ambiental com um sistema de recolha da água da chuva que entre em contacto com a área industrial. Esta água será tratada e integrada no circuito de reciclagem”, acrescentam os promotores.

Risco de contaminação do Cávado

A Academia Portuguesa da Água alertou para os riscos de contaminação da bacia hidrográfica do rio Cávado, face à futura reativação da mina da Borralha, em Montalegre, no distrito de Vila Real, exigindo um estudo epidemiológico feito do zero e a “isenção laboratorial absoluta”.

“Face à recente decisão da Comissão Europeia de classificar a reativação da Mina da Borralha como projeto estratégico da União Europeia, a Academia Portuguesa da Água (APA) vem a público alertar que a urgência geopolítica e económica não pode, sob pretexto algum, atropelar a segurança sanitária das populações e a proteção do património hídrico nacional”, pode ler-se na nota divulgada.

Esta reativação da mina de tungsténio, segundo a academia, pode afetar as linhas de água que “alimentam diretamente a bacia hidrográfica do rio Cávado”, uma “linha vital que assegura o abastecimento público a cerca de 400 mil habitantes nos concelhos de Braga e Barcelos”.

Criticando o “silêncio administrativo das entidades oficiais”, a presidente da academia, Rosário Norton, enviou exposições aos ministérios da Saúde e do Ambiente, além da Agência Portuguesa do Ambiente, para exigir a ativação destas salvaguardas.

Na sexta-feira, o Movimento Não às Minas – Montalegre considerou que “não é aceitável” que a importância estratégica do tungsténio “se sobreponha” ao direito das pessoas e à segurança nas próprias aldeias.

Projeto selecionado pela Comissão Europeia como estratégico

O projeto da Mina da Borralha foi selecionado pela Comissão Europeia como um dos 46 novos projetos estratégicos para reforçar o abastecimento da União Europeia (UE) em matérias-primas críticas, anunciou no final da semana passada essa instituição.

A área de exploração situa-se na freguesia de Salto, em plena Reserva da Biosfera Transfronteiriça do Gerês-Xurés pela UNESCO e na região de Barroso, território classificado desde 2018 como Sistema Importante do Património Agrícola Mundial (SIPAM).

“A área do projeto mineiro insere-se num planalto montanhoso, na serra da Cabreira, onde nasce a água de várias bacias hidrográficas, como a do Cávado e a do Ave, que abastecem grande parte do norte do país”, referiu o movimento, salientando que a sua “proteção não pode ser tratada como uma questão secundária perante os interesses da exploração mineira”.

A mina da Borralha obteve em janeiro uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionado, pela Agência Portuguesa do Ambiente, e a concessão está a cargo da Minerália, que viu a decisão europeia como uma “conquista” e oportunidade.

A empresa propõe uma exploração subterrânea, numa área mineira que esteve ativa até à década de 80 do século passado.

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Sorte distinta para as quatro equipas transmontanas no Campeonato de Portugal

11 October 2026 at 19:51

VTM

A quinta jornada da Série 1 do Campeonato de Portugal trouxe mudanças na classificação, com o Chaves B a assumir a liderança isolada e o Montalegre a sair vitorioso do dérbi transmontano diante do Bragança, que sofreu a primeira derrota na competição.

No confronto entre brigantinos e barrosões, o Montalegre venceu por 0-2, graças aos golos de Diogo Carvalho e Tiago Correia. O resultado pôs fim à invencibilidade do Bragança, que até esta jornada liderava o campeonato sem derrotas. Apesar do triunfo fora de portas, o Montalegre mantém-se igualmente invicto, confirmando o bom arranque de temporada.

A derrota do Bragança abriu caminho à subida do Chaves B ao primeiro lugar. A equipa flaviense aproveitou a deslocação ao terreno do Brito para conquistar uma vitória expressiva por 0-4. Eurio, Adílio, Pedro Silva e Carlinhos assinaram os golos que permitiram aos transmontanos somar três pontos e isolar-se no topo da tabela classificativa.

Em sentido contrário, o Vinhais continua sem conseguir pontuar nesta edição da prova. A formação vinhaense perdeu por 1-2 na receção ao Limianos, prolongando o ciclo negativo e mantendo-se à procura dos primeiros pontos no campeonato.

Concluída a quinta jornada, o Chaves B lidera isolado a Série 1, enquanto o Montalegre permanece invicto e o Bragança procura reagir a primeira derrota da temporada. Já o Vinhais terá de procurar nas próximas jornadas uma mudança de resultados que lhe permita sair da situação difícil em que se encontra.

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Mina em Montalegre como projeto estratégico da UE é “uma conquista” para Portugal

9 October 2026 at 12:16

A seleção da mina de tungsténio da Borralha, prevista para Montalegre, como projeto estratégico da União Europeia é “uma conquista” e uma oportunidade de “grande importância” para Portugal, afirmou hoje à agência Lusa a empresa Minerália.

“Somos o único projeto português incluído nesta nova seleção de 46 projetos, o que reforça a relevância dos nossos recursos minerais para a segurança do abastecimento europeu”, afirmou hoje à agência Lusa a empresa Minerália – Minas, Geotecnia e Construções, que quer explorar tungsténio (volfrâmio) na Borralha, no concelho de Montalegre, distrito de Vila Real.

Este Projeto da Mina da Borralha foi selecionado pela Comissão Europeia como um dos 46 novos projetos estratégicos para reforçar o abastecimento da União Europeia (UE) em matérias-primas críticas, anunciou hoje a instituição.

“Para reforçar as cadeias de abastecimento da UE e diversificar as fontes de matérias-primas críticas, a Comissão Europeia anunciou hoje a seleção de 46 novos projetos estratégicos em 16 Estados-membros”, divulgou o executivo comunitário.

A mina da Borralha obteve em janeiro um parecer favorável condicionado, pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), e a concessão está a cargo da Minerália.

A empresa quer explorar tungsténio e propõe uma exploração subterrânea, numa área mineira que esteve ativa até à década de 80 do século passado.

“O tungsténio é essencial para ferramentas industriais, componentes aeroespaciais, semicondutores e aplicações de defesa. Garantir fontes de abastecimento seguras e diversificadas é, por isso, uma questão de competitividade industrial, mas também de segurança económica e estratégica para a Europa e para os países da NATO”, realçou a Minerália.

A empresa considerou que “Portugal pode assumir um papel mais relevante como fornecedor de uma matéria-prima de que os seus parceiros europeus e transatlânticos necessitam”.

“A nossa tradição mineira, o conhecimento técnico e os projetos em desenvolvimento dão-nos uma base concreta para contribuir para cadeias de abastecimento mais resilientes, incluindo as que sustentam as indústrias de defesa dos países aliados”, acrescentou.

A empresa disse que a sua “ambição passa também por criar mais valor em Portugal”.

“Estamos a estudar a possibilidade de desenvolver capacidade de refinação e transformação de tungsténio no país, articulada com os projetos da Borralha e de Vila Verde. Esta visão poderá permitir atrair indústria e tecnologia, criar emprego qualificado e gerar exportações de maior valor acrescentado, com benefícios duradouros para o interior”, realçou.

Sublinhando que tem a “oportunidade de transformar uma vantagem geológica numa vantagem industrial e estratégica para Portugal”.

“O reconhecimento europeu da Borralha reforça essa oportunidade e deve servir de impulso para uma articulação próxima entre empresas, instituições, comunidade científica e parceiros industriais”, salientou.

Neste momento, explicou que prosseguem os procedimentos de licenciamento e que se pretende que “a importância estratégica da Borralha se traduza em desenvolvimento responsável e em benefícios concretos para o território e para o país”.

Ao nível da UE, os 16 projetos selecionados estão entre 102 candidaturas recebidas e vão permitir “reforçar a competitividade, aumentar a resiliência e reduzir a dependência de um único fornecedor”, de acordo com Bruxelas.

Os projetos escolhidos abrangem 15 das 17 matérias-primas estratégicas identificadas no Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas, incluindo o lítio, o níquel, o cobalto, o manganês, a grafite, o magnésio, o tungsténio e as terras raras.

Na primeira lista de projetos estratégicos ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas, anunciada em 25 de março de 2025, Portugal teve quatro projetos selecionados, três ligados ao lítio e um ao cobre.

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Julgamento de ex-autarcas de Montalegre já tem sessões agendadas até março

8 October 2026 at 18:57

O julgamento do ex-presidente e vice-presidente da Câmara de Montalegre Orlando Alves e David Teixeira, que está a decorrer em Murça, já tem sessões agendadas até 19 de março, disse hoje fonte judicial.

O ex-presidente Orlando Alves e o ex-vice-presidente David Teixeira, eleitos pelo PS, começaram a ser julgados a 17 de abril no Tribunal de Murça, pelo coletivo de juízes da comarca de Vila Real, depois de terem sido detidos em outubro de 2022 pela Polícia Judiciária (PJ), no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado ao cargo.

O mega julgamento envolve 59 arguidos (40 singulares e 19 empresas) e vários crimes, com diferente participação pelos envolvidos, como prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevidos de vantagem, branqueamento e, ainda, crimes de fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.

Depois das férias judiciais, o julgamento foi retomado em setembro e, segundo disse hoje uma fonte judicial, as sessões, que decorrem semanalmente às quintas e sextas-feiras, estão agendadas até 19 de março de 2027, o que não quer dizer que termine nessa altura.

Hoje, acabou de ser ouvida uma das testemunhas de acusação, um antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, José Carvalho de Moura, que assumiu ter sido um dos denunciantes do processo e apontou o dedo a “fracionamento de obras para evitar concursos públicos” e ainda “concursos públicos viciados”.

Questionada pelos advogados de defesa sobre a obra numa estrada na serra do Larouco, a testemunha afirmou que esta intervenção “foi fracionada em três partes para evitar o concurso público”, mas sem concretizar factos concretos que suportassem a acusação, referindo ainda que não foi ao terreno verificar porque da sua casa se vê a estrada.

Sobre David Teixeira, Carvalho de Moura escreveu, num artigo de jornal, que “encheu os bolsos” à “custa do cargo que ocupava”, e confrontado com esta acusação disse que “se calhar foi uma forma de expressão um bocadinho excessiva”, mas que queria “mostrar que houve corrupção”.

Também a propósito do ex-vice-presidente, a testemunha afirmou que era sócio de uma empresa e, perante documentos oficiais onde não constava o seu nome, reconheceu que não foi confirmar com a conservatória, repetindo expressões como “toda a gente sabe que ele está por trás”.

À saída do tribunal, Ricardo Sá Fernandes, advogado do ex-vice-presidente, considerou que o depoimento desta testemunha “do ponto de vista probatório, não tem grande interesse”, apontando para “um combate político” de Carvalho de Moura com os acusados que já “vem de trás”.

“Houve coisas que o senhor disse no quadro do combate político, mas nós aqui estamos a fazer uma avaliação de provas sobre factos concretos e, sobre isso, ele não trouxe nada de relevante”, referiu.

Sá Fernandes explicou ainda que pediu a extração de certidões a propósito das afirmações de duas testemunhas, na semana passada, que relataram um alegado condicionamento nos seus depoimentos, durante as inquirições, “que são suscetíveis de poder integrar crimes de abuso de poder por parte das pessoas que os ouviram”.

Alegadamente, segundo o advogado, os documentos sobre os depoimentos que lhes foram apresentados para assinar “não correspondiam àquilo que tinham dito” e “isso tem que ser apurado”.

Os ex-autarcas são acusados, pelo MP, do favorecimento de amigos e familiares em centenas de concursos públicos, do recurso sistemático ao ajuste direto ou ao ajuste simplificado, à divisão artificial dos trabalhos ou serviços e fracionamento da despesa, num esquema que a acusação suspeita que se tenha prolongado de 2014 a 2022.

A tese do MP é que terão acordado um plano, que envolvia ainda o ex-chefe de divisão de Obras Públicas, também, detido na altura, violando as regras legais da contratação pública, da concorrência, da imparcialidade e da transparência.

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Dani Sordo estreia-se no ralicross em Montalegre

8 October 2026 at 17:06

VTM

O espanhol Dani Sordo, um dos nomes de referência do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), vai estrear-se oficialmente no ralicross durante a RallyX Global Final, que decorre de 23 a 25 de outubro, no Circuito Internacional de Montalegre.

Com três vitórias no WRC e uma carreira de mais de duas décadas ao mais alto nível, Dani Sordo chega a Montalegre para enfrentar um novo desafio, ao volante de um FC1 Hypercar, um veículo 100% elétrico com 1.100 cv de potência, capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 1,4 segundos.

“Estrear-me no ralicross em Montalegre torna tudo ainda mais especial, pois é uma pista que conheço bem e que normalmente atrai milhares de adeptos espanhóis e portugueses”, destacou o piloto espanhol.

A competição reúne alguns dos melhores pilotos europeus e norte-americanos, que vão disputar os títulos da “Final dos Campeões” em oito categorias, num programa que contempla cerca de 55 corridas ao longo do fim de semana. Entre os momentos mais aguardados está a realização, no sábado, 24 de outubro, da primeira prova noturna da história do Circuito Internacional de Montalegre, com corridas disputadas sob iluminação artificial.

O evento internacional promete atrair milhares de adeptos ao concelho e reforçar a projeção de Montalegre como território de referência no panorama mundial do ralicross.

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