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Caso raro: cancro passou de uma gémea para a outra durante a gravidez

By: ZAP
16 October 2026 at 21:30
O caso envolve duas irmãs, Amelia e Amaya, que nasceram prematuramente após os médicos detetarem uma massa na face de uma das bebés. Um novo estudo demonstrou que um tumor maligno pode passar de uma gémea para a outra ainda durante a gravidez. Esta análise permitiu reconstruir a origem e a propagação de um sarcoma raro em duas gémeas monozigóticas, através da análise genética de amostras de tumores, tecidos saudáveis e placenta. O caso envolve duas irmãs, Amelia e Amaya, que nasceram prematuramente após os médicos detetarem, através de uma ressonância magnética fetal realizada às 33 semanas de gravidez, uma

Novo estudo revela pistas sobre as origens da cheia mortal no Nepal

16 October 2026 at 09:00
Com dados sísmicos do Nepal e da China, os investigadores identificaram dezenas de pequenos eventos sísmicos nas semanas anteriores ao colapso de rocha e gelo de agosto e à cheia que se seguiu. Um novo estudo, publicado na revista Seismica, apresenta a primeira análise sísmica completa do que aconteceu durante a cheia catastrófica no Nepal, a 26 de agosto. Mas continua por esclarecer o que fez ceder a encosta. Uma enorme secção de uma encosta dos Himalaias desabou perto da fronteira entre o Nepal e a China, lançando milhões de metros cúbicos de rocha e gelo encosta abaixo. O colapso

Baixa a 100% seria 1,4% da despesa com subsídios de doença

16 October 2026 at 07:58
Estudo analisa o impacto financeiro de medida defendida como prioritária para proteger os rendimentos dos doentes oncológicos. Despesas com o cancro em Portugal são inferiores à média europeia.

© ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Portugal apresenta níveis de despesa com o cancro inferiores à média europeia, representando cerca de 4% da despesa total em saúde, face a 5,5% na União Europeia

O Cancro do Pulmão Não Tira Férias: O peso invisível da doença

15 October 2026 at 19:02

Ter um cancro do pulmão, já é por si só, um fardo. Mas este fardo aumenta exponencialmente quando a cabeça começa a funcionar: será que tenho cura?; Não quero ter dores; não quero morrer com falta de ar; será que vou ver o meu neto casar?. É incontornável.

Tentamo-nos distrair, mas em pouco tempo já estamos a pensar em todas estas questões outra vez. Eu quero que a minha vida avance, mas…

Queremos cuidar do cancro e, de repente, deixamos de cuidar da pessoa

61% dos doentes com cancro do pulmão reportam sintomas psicológicos negativos após o diagnóstico. Admira-me não ser 100%. Ninguém recebe uma notícia de cancro e fica igual. Tudo muda naquele momento.

Já sabemos quais são os 4 sintomas mais experienciados: tristeza (58.5%), medo (56.5%), ansiedade (56.3%) e incerteza (55.2%). Medo de sofrer, medo que os tratamentos não resultem, medo dos efeitos secundários.

A família sofre em silêncio para que o doente não perceba. O doente sofre porque sabe do impacto na família: 9 em cada 10 doentes tem a sua vida afetada após o diagnostico (vida social, trabalho, rotinas).

E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa

Depois do primeiro impacto do diagnóstico, vem o estigma. Primeiro o estigma internalizado – sentimentos de culpa, de vergonha, arrependimento e auto-culpabilização. Em seguida vem o estigma externalizado (vindo dos outros) – traduz-se em atitudes de julgamento, discriminação e falta de empatia por parte de familiares, colegas e até profissionais de saúde, que frequentemente associam a doença a um comportamento de risco autoimputável. Importa ressalvar que 15 a 20% dos tumores do pulmão ocorrem em não fumadores.

A evidência científica demonstra que o estigma está associado a maior sofrimento psicológico, depressão, ansiedade e pior qualidade de vida. Os doentes estigmatizados tendem a atrasar a procura de cuidados médicos, a ocultar o diagnóstico e a apresentar menor adesão terapêutica — fatores que comprometem diretamente os resultados clínicos e a sobrevivência.

Paradoxalmente, as campanhas de saúde pública antitabágicas, embora essenciais na prevenção, podem reforçar inadvertidamente a perceção de culpabilidade nos doentes.

E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa

Os doentes com cancro do pulmão acarretam assim 2 pesos: a doença em si e o julgamento silencioso dos outros. Todos temos um papel para reduzir este fardo. Nós pessoas, nós profissionais de saúde.

A saúde mental deve caminhar de braço dado com o tratamento oncológico. Uma mente forte traduz-se num corpo são. O caminho não precisa ser feito sozinho e não se faz do dia para a noite, faz-se caminhando. O diagnóstico atinge o corpo, mas é a saúde mental que determina como é que o doente enfrenta cada dia da sua jornada.

Para ler o artigo angerior publicado pela autora, clique aqui.

* Oncologista

"Papa Leão XIV tem prognóstico geral positivo"

14 October 2026 at 10:15
O pneumologista Agostinho Marques explica como são tratados estes casos. Já o padre Ricardo Figueiredo destaca a serenidade sentida no seio da Igreja Católica.

Albufeira | Padel solidário angaria 3 mil euros para a luta contra o cancro

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O segundo Torneio Solidário de Equipas reuniu 184 participantes, nos dias 10 e 11 de outubro, em Albufeira, e permitiu angariar um donativo de 3 mil euros para a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul. Organizada pelo clube Padel4move, com o apoio da Câmara Municipal de Albufeira, a iniciativa aliou a […]

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Sobrevivência ao cancro da próstata varia sete pontos percentuais entre regiões em Portugal

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APDPróstata alerta que o acesso a tratamentos inovadores pode demorar até dois anos e meio e que 62% dos hospitais públicos falham tempos de resposta garantidos em oncologia. A Associação Portuguesa de Doentes da Próstata (APDPróstata) alerta para as “desigualdades regionais no acesso ao tratamento do cancro da próstata em Portugal”, o tumor mais frequente […]
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