Montenegro comprou dois T1 por quase 800 mil euros: “Por isso não entende a questão da habitação”
RT | October 17, 2026
Russia’s Foreign Ministry has warned citizens to exercise caution when traveling abroad “amid a worldwide hunt for Russians.”
The statement follows the detention of Russian military blogger Mikhail Zvinchuk in Montenegro, a NATO member state in the Balkans, on October 9.
After nine hours in custody, Zvinchuk, founder of the Rybar Telegram channel, his wife and three associates were expelled from the country on the grounds of what Montenegro’s leading daily, Vijesti, described as “criminal, operational and intelligence processing.”
“We are compelled to once again remind people of the need to remain vigilant when traveling abroad, even if there is the slightest suspicion of any kind of claims by US law enforcement agencies, amid a worldwide hunt for Russians,” Foreign Ministry spokeswoman Maria Zakharova said on Friday.
Montenegro, where the blogger was detained, is not on Russia’s list of unfriendly states, Zakharova said, adding that similar situations were unfolding in countries not considered unfriendly to Russia.
The arrest was described as targeting alleged “hybrid activity” by the Rybar network, but no specific evidence supporting the accusation has been presented.
Kremlin spokesman Dmitry Peskov declined to comment on the details of the arrest but warned Russian citizens that visiting Europe is “currently dangerous.”
The Rybar channel, which has around 1.3 million subscribers, had previously also faced US and British accusations of spreading Russian propaganda and conducting information operations abroad. The US State Department had even issued a $10 million bounty in 2024 for any information about the individuals behind the channel.
Russians who have been targeted include basketball player Daniil Kasatkin, a point guard playing for the national team, who was arrested at Paris airport in June 2025 at the behest of the US, which accused him of being a member of a ransomware gang. He denied the allegations and was released in January 2026 as part of a Russia-France prisoner exchange.




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O primeiro-ministro acusou hoje os Estados Unidos de incoerência ao fazerem um acordo sobre o gasóleo com a Rússia e afirmou que não vai ter “nenhuma consequência positiva” a nível de preços ou da guerra na Ucrânia. Luís Montenegro pede ainda intervenção “eficaz para suster este aumento do preço dos combustíveis, que é absurdo”.
“Aquilo que foi anunciado pelos Estados Unidos, do nosso ponto de vista, não corresponde a um exercício consequente e coerente da resolução desta matéria”, criticou Luís Montenegro em declarações aos jornalistas à chegada à cimeira dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE), em Bruxelas.
Para o chefe do executivo, o acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre gasóleo “não corresponde a um exercício consequente e coerente” para responder ao aumento dos preços da energia.
“Em primeiro lugar, não é consequente porque é consabido que o acordo proposto, estabelecido com a Federação Russa, não vai resolver o problema do preço dos combustíveis e mesmo a disponibilidade que esse acordo permite em termos de gasóleo não resolve o assunto por mais de escassos dias”, afirmou.
Por outro lado, Montenegro considerou que o acordo não é coerente “porque dá um sinal errado relativamente ao apoio da agressão da Rússia face à Ucrânia”.
“Esta novidade não traz nenhuma consequência positiva e é um sinal incoerente face àquilo que nós devemos fazer para pressionar a Rússia a poder contribuir para a obtenção de uma paz justa e duradoura para a Ucrânia”, sustentou.
Interrogado se concorda com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, quando fala numa traição de Donald Trump, o primeiro-ministro recusou “escalar a linguagem”.
“Vou apenas dizer que tenho feito um apelo: (…) nós precisamos de uma intervenção que seja, do ponto de vista diplomático, eficaz para suster este aumento do preço dos combustíveis, que é absurdo, é insensato, atinge todos”, reiterou.
Interrogado se concorda com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, quando fala numa traição de Donald Trump, o primeiro-ministro recusou “escalar a linguagem”.
“Vou apenas dizer que tenho feito um apelo: (…) nós precisamos de uma intervenção que seja, do ponto de vista diplomático, eficaz para suster este aumento do preço dos combustíveis, que é absurdo, é insensato, atinge todos”, reiterou.
Questionado sobre o que é que considera que a UE deve fazer no imediato para reduzir o preço dos combustíveis, Montenegro defendeu que é necessária uma “intervenção diplomática, também da UE”, para que se chegue a uma saída para a guerra no Irão.
Essa intervenção da UE, prosseguiu, deve procurar ajudar a que “as partes possam aproximar posições e se possa estabelecer, não apenas um cessar de hostilidades, mas condições de navegabilidade, sobretudo no Estreito de Ormuz, que permitam o restabelecimento e a estabilização do funcionamento dos mercados”.
No que se refere a Portugal, o primeiro-ministro garantiu que o Governo tem “vindo a estabelecer diálogo com os seus parceiros da UE e também com os seus aliados, como é caso dos Estados Unidos da América”, para “colocar a prioridade de todos na resolução diplomática do conflito no Médio Oriente”.
“É aquilo que permite estabilizar o mercado do preço a nível internacional e, por via disso, também estabilizar o preço dos combustíveis”, sustentou.
Trump anunciou na sexta-feira passada um acordo com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, para fornecer de forma imediata 300.000 toneladas de gasóleo russo ao mercado norte-americano e mundial, o que implica o levantamento de sanções a Moscovo.
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