❌

Normal view

Reflexões sobre homens e bestas: da Idade Média às Luzes

18 October 2026 at 18:12
A escolástica medieval, fundindo a tradição aristotélica e a teologia cristã, colocou o homem no píncaro da Criação e no centro do Cosmos, mas esta concepção começou a abrir fissuras no século XVI.

“Requiescat” (1888), por Briton Rivière

Santalucía alia-se à Zurich por dez anos para seguros automóvel, funeral e de animais de estimação

18 October 2026 at 17:19

A Santalucía e a Zurich Seguros assinaram uma parceria de dez anos para a distribuição cruzada de seguros automóvel, de funeral e de animais de estimação. O acordo permitirá à seguradora espanhola comercializar apólices automóvel da Zurich e à companhia suíça distribuir seguros de funeral e animais de estimação da Santalucía, estando o início da comercialização em Espanha previsto para 2027.

O acordo prevê um modelo de cosseguro no ramo Automóvel. Segundo o jornal espanhol Expansión, as duas companhias partilharão 50% das apólices abrangidas pelo acordo, incluindo os prémios cobrados, o risco assumido e os resultados. A parceria implica o fim da colaboração que a Santalucía mantém atualmente com a Pelayo neste ramo, de acordo com o mesmo jornal.

A parceria junta-se a outros acordos comerciais da Santalucía, nomeadamente com a Sanitas, no ramo da saúde, e com a Unicaja, através da seguradora conjunta Unicorp Vida.

“Esta aliança está plenamente alinhada com as prioridades do nosso Plano Estratégico Contigo2028”, afirmou Andrés Romero, em comunicado, acrescentando que o acordo permitirá diversificar a oferta e responder às necessidades de proteção dos clientes. Vicente Cancio, CEO do Grupo Zurich em Espanha, destacou, por seu lado, a intenção de acelerar o crescimento rentável e sustentável, alargar a proposta de valor e chegar a mais clientes, mantendo os mediadores como parceiros essenciais.

De acordo com a seguradora Santalucía, os rendimentos consolidados da empresa ascendem a 3.885 milhões de euros e os prémios emitidos totalizam 2.621 milhões de euros. No final de 2025, o grupo contava com 9.708 trabalhadores, cerca de 260 agentes, 500 pontos de venda e a colaboração de quase 1.300 corretoras. A companhia está também presente em Portugal (através de parcerias e investimentos), na Colômbia, no México, no Chile e em Itália.

Já o Zurich Insurance Group é um grupo segurador multirramos que serve mais de 82 milhões de clientes em mais de 200 países e territórios, conta com mais de 65.000 trabalhadores e tem sede em Zurique, na Suíça.

O "xadrez" que vai reconfigurar o BCE com a saída de Lagarde

18 October 2026 at 15:58
Reuters noticiou que saída antecipada pode consumar-se já nas próximas semanas. Lagarde queria "águas calmas" para sair mas deverá ter de fazê-lo no meio da turbulência que envolve o seu país-natal.

© AFP via Getty Images

O mandato de oito anos (não renovável) de Lagarde decorre até 31 de outubro de 2027

Ao menos 16 deputados federais negros foram eleitos com o apoio de George Soros no Brasil

By: A A
18 October 2026 at 15:00

16 deputados federais negros eleitos com apoio da Coalizão Negra por Direitos, financiada por George Soros via Open Society Foundations.

Junte-se a nós no Telegram , X e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

A Coalizão Negra por Direitos, organização que reúne centenas de entidades que se reivindicam da causa negra, comemorou a eleição de 42 candidaturas nas eleições legislativas no Brasil. Dessas, 26 são regionais e 16 federais.

Dos 16 deputados federais eleitos com a promoção da Coalizão, oito são do PT (Anielle Franco, Dandara Tontzin, Carol Dartora, Renato Freitas, Jack Rocha, Ana Elisa, Rosa Amorim e Walmir Assunção), cinco são do PSOL (Jones Manoel, Erika Hilton, Fábio Felix, Henrique Vieira e Talíria Petrone) e três são do PCdoB (Daiana Santos, Olivia Santana e Perpétua Almeida).

“Esse é o resultado da mobilização do Quilombo nos Parlamentos nas eleições de 2026”, publicou a Coalizão em suas redes sociais. “Essa conquista é fruto da organização política negra quando decide ocupar os espaços de poder. Cada candidatura eleita leva consigo o compromisso firmado no nosso Manifesto e a responsabilidade de fortalecer, dentro dos Parlamentos, as agendas construídas pelo movimento negro.”

O Quilombo nos Parlamentos é uma iniciativa da Coalizão Negra por Direitos com o objetivo explicitado em sua própria denominação: eleger candidatos negros para o Poder Legislativo. Isso fortaleceria a chamada “representatividade” dos negros brasileiros nas instituições, tornando-as mais favoráveis aos seus direitos.

Assim como todo movimento identitário, é uma iniciativa de caráter reformista rebaixado, que prega a farsa do “empoderamento” coletivo através de conquistas individuais. Um negro eleito deputado é apenas e tão somente um feito pessoal que beneficia o indivíduo em questão, não o conjunto dos negros. Beneficia, como fica claro ao ver quem são os negros eleitos pela Coalizão, uma aristocracia negra de classe média, que alcança um cargo no Estado capitalista para fazer carreira contra o restante da população negra.

Se não fosse isso, esses candidatos não seriam apoiados pelos banqueiros e grandes empresários nacionais e internacionais.

A Coalizão Negra por Direitos foi criada em 2019 e reúne centenas de ONGs, coletivos e entidades. Parte central de sua estratégia é a “incidência política”, ou seja, precisamente o lobby sobre as instituições brasileiras e os órgãos internacionais. Essa é justamente a estratégia delineada pela Open Society Foundations, do especulador multibilionário George Soros, que financia ONGs mundo afora para, como indica o próprio nome da organização, abrir as sociedades à penetração total do capital financeiro com o apoio de seus agentes dentro das instituições. Os deputados são alguns desses agentes.

E a OSF financia a Coalizão Negra por Direitos.

A entidade que recebeu a maior quantidade de fundos da OSF até 2024 havia sido a Conectas Direitos Humanos (R$ 34 milhões). O Instituto Clima e Sociedade (iCS) recebeu R$ 23,8 milhões da Open Society entre 2017 e 2023. Quem cruzar os dados do compilado feito pelo Instituto Monte Castelo sobre as ONGs financiadas pela OSF com a lista de organizações que fazem parte da Coalizão também encontrará, entre outros: o Instituto de Referência Negra Peregum (R$ 6,9 milhões), a Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (R$ 6,9 mi), o Geledés – Instituto da Mulher Negra (R$ 6,1 mi), a Associação Marielle Franco (R$ 4,8 mi), a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (R$ 4,3 mi), o Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (R$ 4,2 mi), a Justiça Global (R$ 3 mi), o Instituto AMMA Psique e Negritude (R$ 2,5 mi), o Instituto de Defesa da População Negra (R$ 2,3 mi), o Instituto Afrolatinas (R$ 2 mi), a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (R$ 1,8 mi), a Associação Elas Existem (R$ 1 mi), a Casa Sueli Carneiro (R$ 900 mil), o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (R$ 515 mil), o PerifaConnection (R$ 92.700).

Todas essas organizações fazem parte da Coalizão Negra por Direitos e parte delas tem atuação que vai muito além do movimento negro identitário, como a Conectas e a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong).

A Associação Marielle Franco parece ser um erro no levantamento da própria OSF, porque não existe uma entidade com esse nome. Trata-se na verdade do Instituto Marielle Franco, criado formalmente em julho de 2018 para se beneficiar da imagem da vereadora assassinada em março daquele ano, o que gerou forte comoção e ampla divulgação nos noticiários. O instituto só foi se estruturar definitivamente em 2020. Mas no mês seguinte ao assassinato de Marielle Franco, a Open Society anunciou a criação de uma iniciativa “destinada a incentivar o protagonismo político de mulheres negras no Brasil”, inspirada em Marielle Franco.

A iniciativa contou com uma doação inicial de 10 milhões de dólares, dividida com a Fundação Ford e outras organizações.

“Marielle representava a possibilidade de uma mulher negra, da favela, bissexual chegar em espaços de poder. Seu assassinato brutal foi uma tentativa de dizer que essa possibilidade não existe. É fundamental que anunciemos para o mundo que o Brasil produzirá novas Marielles. Que mulheres negras das periferias ocuparão espaços de poder e que esse caminho não tem volta”, anunciou à época Pedro Abramovay, diretor da OSF para a América Latina.

A fundadora do Instituto Marielle Franco é sua irmã, Anielle Franco. Não por coincidência, ela trabalhou como consultora da OSF para a América Latina a partir de 2019. Em 2023, assumiu o cargo de ministra da Igualdade Racial do governo Lula e agora foi eleita deputada federal com o apoio da Coalizão Negra por Direitos.

Carla Madeira e a ambiguidade moral do amor materno

18 October 2026 at 14:07
Antes, houve "Tudo é Rio", "A Natureza da Mordida" e "Véspera". Agora é a vez de "Quando": quando uma mãe vive a dúvida de denunciar ou não o filho? E nós bem no epicentro da narrativa.

Carla Madeira, não deixando de fazer da prosa um caudal, escreve sem texto inócuo e consegue deixar o leitor a ziguezaguear enquanto lê

Ageas prolonga apoio ao festival Cooljazz até 2029

18 October 2026 at 13:58

O festival Cooljazz e o Grupo Ageas Portugal prolongaram a parceria iniciada em 2024 por mais três anos, até 2029. A colaboração abrange o apoio à realização do evento e a continuidade das iniciativas de acessibilidade desenvolvidas com o envolvimento da Fundação Ageas.

Inês Simões, Diretora de Comunicação e Marca do Grupo Ageas Portugal. “A renovação da parceria com o Cooljazz até 2029 reforça o compromisso contínuo do Grupo Ageas Portugal com a promoção da cultura e com a criação de um impacto positivo na Comunidade”.

A organização prevê dar continuidade ao trabalho nesta área nas próximas edições, destacando o trabalho já feito com a Sala de Pausa, embora não tenha especificado novas medidas a implementar até 2029.

Karla Campos, diretora da Live Experiences e promotora do Ageas Cooljazz, considera que a renovação permite dar continuidade às iniciativas de acessibilidade e melhorar as condições em que diferentes públicos assistem aos concertos. Inês Simões, diretora de Comunicação e Marca do Grupo Ageas Portugal, associa a parceria à estratégia da seguradora de apoiar projetos culturais e promover a inclusão.

O Ageas Cooljazz é organizado pela Live Experiences desde 2004. Já o Grupo Ageas Portugal opera no mercado nacional desde 2005 e conta com cerca de 1,9 milhões de clientes, 1.435 colaboradores e 2.105 mediadores. Está presente em 13 países da Europa e Ásia.

ASF mede satisfação dos consumidores com os seguros que contratam

18 October 2026 at 13:57

Quanto valor retiram os consumidores dos seguros que contratam? Esta é a questão a que a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) quer responder com o lançamento de um questionário. O inquérito pretende para avaliar a perceção dos clientes sobre os produtos disponíveis no mercado, tendo em conta o preço, as coberturas e os serviços prestados pelas seguradoras.

O regulador quer recolher respostas de tomadores e beneficiários de seguros para perceber se os produtos correspondem às reais necessidades e expectativas de quem os utiliza e se a oferta do mercado responde a esta procura, utilizando as conclusões do questionário para reforçar os mecanismos de proteção dos consumidores e orientar futuras medidas de supervisão no mercado nacional.

Os resultados desta iniciativa serão conhecidos a 20 de novembro, no 1.º Fórum do Consumidor de Seguros, que será transmitido em direto no site da ASF.

Lo que un conviviente desearía haber sabido antes de llevar una mascota a casa

18 October 2026 at 07:25

Introducir un perro o un gato en nuestra vida suele estar rodeado de una imagen especialmente amable de lo que significa convivir con un animal. Perros que duermen acurrucados en nuestro costado, gatos que se acomodan en el sofá, paseos al aire libre y momentos de juego forman parte de una representación de la vida con animales dedicados al mascotismo que puede dejar en segundo plano todo aquello que sucede en una convivencia de 24 horas, siete días a la semana.

A esa imagen se suma lo que se denomina ‘efecto mascota’. La presencia de un animal suele proyectarse socialmente como sinónimo de compañía e incluso de un determinado estilo de vida. Las redes sociales han contribuido a multiplicar esas escenas cuidadosamente escogidas, mientras que el entorno familiar y social también puede ejercer presión, consciente o no, sobre quienes se plantean incorporar un perro o un gato a la familia. Pero la convivencia real incluye pelos, desperfectos, visitas al veterinario, cambios de horarios, cuidados preventivos y comportamientos que no siempre encajan con la imagen idealizada.

Una encuesta realizada a 2.000 titulares de perros y gatos en Reino Unido muestra precisamente algunas de esas pequeñas sorpresas que aparecen una vez que el animal ya está en casa. El estudio, encargado por Pet Health Club, recopila qué cosas desearían haber sabido antes de llevarse un animal a casa, desde la cantidad de pelo que puede dejar un gato hasta la necesidad de limpiar los dientes de un perro.

Qué es Pet Health Club

Pet Health Club es un servicio de planes de atención veterinaria preventiva que opera en Reino Unido e Irlanda. Su red reúne más de 800 clínicas veterinarias y ofrece planes para facilitar el acceso a cuidados rutinarios como vacunaciones, tratamientos antiparasitarios y revisiones de salud.

La entidad encargó la encuesta para conocer qué aspectos de la convivencia sorprendieron a quienes ya tenían un animal y utilizar los resultados también como punto de partida para ayudar a quienes están pensando en incorporar uno a su familia.

Los primeros meses

Entre los convivientes con perros, el 68 por ciento describió los primeros meses de convivencia como una especie de curso acelerado sobre el caos canino. Y buena parte de las sorpresas no tiene que ver con grandes problemas, sino con pequeñas situaciones que pasan a formar parte de la rutina.

La principal cosa que los nuevos titulares de perros desearían haber sabido era la necesidad de llevar bolsas para recoger las heces a todas partes. El 21 por ciento también descubrió que los famosos ‘paseos’ significan salir a la calle independientemente del tiempo, incluso cuando llueve, hace viento o nieva.

Otro 20 por ciento señaló como sorpresa que su lugar habitual del sofá parece quedar automáticamente ocupado en cuanto se levanta. Y para un 20 por ciento, los madrugones llegaron sin una explicación aparente y sin recibir información previa.

La encuesta también recoge aprendizajes relacionados directamente con los cuidados. El 18 por ciento de los encuestados titulares de perros afirmó que desearía haber sabido que tendría que ocuparse de la higiene dental de su animal. Un 17 por ciento descubrió además la capacidad de algunos perros para localizar y revolcarse precisamente en aquello que desprende los olores menos agradables.

Luego está la conocida ‘audición selectiva’. Entre las experiencias señaladas por los participantes aparece el descubrimiento de que un perro puede parecer perfectamente capaz de escuchar determinadas palabras y, sin embargo, no reaccionar con la misma rapidez cuando la situación no le interesa.

Los gatos y sus propias reglas

Los convivientes con gatos encontraron otras sorpresas. La más frecuente, según la encuesta, fue comprobar que los muebles siguen siendo un objetivo para las uñas aunque en casa haya rascadores. El 29 por ciento de los participantes con gatos señaló precisamente esta circunstancia.

Otro clásico fue descubrir que el animal puede ignorar una cama especialmente comprada para él y preferir la caja de cartón en la que venía. Un 27 por ciento de los encuestados mencionó esta situación como sorpresiva y que pensaba que internet exageraba.

También apareció la tendencia felina a tirar objetos de las estanterías. El 20 por ciento de los titulares señaló esta capacidad, que puede resultar desconcertante cuando el objeto cae al suelo después de haber sido empujado cuidadosamente desde una superficie elevada.

La cantidad de pelo también ocupó un lugar destacado entre las sorpresas de quienes habían incorporado un gato a su familia. La encuesta sitúa la muda y la presencia de pelo por toda la casa como la principal cosa que los convivientes con gatos desearían haber conocido antes de llevar al animal a casa.

No todo son sorpresas y pelos por todas partes

La encuesta también preguntó por los aspectos positivos de la convivencia y encontró una percepción ampliamente favorable entre los participantes. El 55 por ciento afirmó que lo más gratificante de convivir con un perro o un gato era el amor y la compañía que proporciona.

Entre los titulares de perros, el 52 por ciento señaló que su salud física había mejorado desde que tenía al animal y el 71 por ciento afirmó experimentar un efecto positivo sobre su estado de ánimo. Entre los titulares de gatos, el 58 por ciento declaró que su salud mental había mejorado desde la llegada del animal a casa.

Estos datos son percepciones de los propios participantes y no demuestran por sí mismos que tener una mascota provoque esas mejoras. Sí muestran, en cambio, que los encuestados identifican beneficios importantes en la convivencia incluso después de descubrir todas aquellas pequeñas complicaciones que no esperaban.

Tener experiencia no significa saberlo todo

Pet Health Club destaca también que la curva de aprendizaje no termina necesariamente con el primer animal. Incluso quienes ya han convivido con perros o gatos pueden encontrarse con necesidades, comportamientos o problemas de salud que no habían experimentado anteriormente.

Una de las veterinarias de Pet Health Club señala que algunas conductas pueden resultar divertidas o inesperadas, mientras que otras están relacionadas con la salud y requieren atención específica, como los tratamientos antiparasitarios o la higiene dental. La profesional también apunta a que los cuidados que necesita un animal no siempre son visibles. Vacunaciones, revisiones, prevención de parásitos, alimentación, higiene y observación de cambios de comportamiento forman parte de la responsabilidad cotidiana aunque no aparezcan en las fotografías familiares.

La investigación científica sobre adquisición de perros ha señalado algo parecido desde otra perspectiva. Un estudio realizado en Reino Unido encontró que quienes investigaban antes de introducir un perro en su vida tendían a presentar un mayor conocimiento sobre sus necesidades y sobre aspectos como el coste de mantenerlo o dónde obtener ayuda ante problemas de comportamiento. También mostró que algunas personas encontraban información contradictoria en internet y no siempre sabían qué fuentes eran fiables.

Un cambio profundo en la convivencia

La idea de que antes de llevar un animal a casa conviene conocer sus necesidades puede parecer evidente, pero la realidad es que muchas de ellas solo se comprenden plenamente cuando comienza la convivencia. Un cachorro no llega sabiendo cómo comportarse, un gato no necesariamente utilizará el rascador que se ha comprado para él y ningún animal viene acompañado de un manual capaz de anticipar exactamente cómo será su relación con cada miembro de la familia.

Por eso, la preparación previa no consiste solo en comprar una cama mullida o llenar la casa de juguetes. También implica conocer las necesidades físicas y conductuales de la especie, calcular los costes que puede generar su mantenimiento, saber qué cuidados preventivos necesitará y asumir que la rutina de la familia tendrá que adaptarse a la presencia de otro ser vivo.

El retriever de pelo liso, el Peter Pan de los perros con un carácter juguetón

18 October 2026 at 07:24

El retriever de pelo liso nació en Inglaterra durante el siglo XIX como perro de trabajo especializado en la recuperación de piezas de caza. Su nombre original fue wavy-coated retriever, en referencia al pelo ondulado de los primeros ejemplares, y durante décadas los distintos tipos de retriever se clasificaron conjuntamente.

La raza se fue formando a partir de diferentes perros de trabajo, entre ellos los antiguos perros de agua de San Juan, antepasados de los actuales labradores, además de perros de tipo setter, spaniel y otros perros empleados para la caza y el cobro de piezas. La influencia exacta de cada uno de estos grupos no está completamente documentada, pero el objetivo era reunir resistencia, olfato y facilidad para trabajar con las personas.

Hacia finales del siglo XIX comenzó a diferenciarse del resto de retrievers y adoptó su denominación actual. Su manto negro, liso y con flecos en las patas, el pecho y la cola, proporcionaba protección frente al agua fría, la vegetación densa y las condiciones meteorológicas propias de su trabajo.

Durante la primera mitad del siglo veinte perdió popularidad frente a otras razas , especialmente el labrador y el golden retriever, hasta el punto de que después de la Segunda Guerra Mundial su supervivencia llegó a ser preocupante. La cría selectiva permitió recuperar la población y mantener sus aptitudes de trabajo y su temperamento. Actualmente continúa siendo una raza poco numerosa, eclipsado por sus compañeros del grupo retriever.

“Madurez no localizada”

El estándar de la Federación Cinológica Internacional describe al retriever de pelo liso como un perro dotado de aptitudes naturales para el trabajo, de carácter optimista, amistoso, seguro de sí mismo y muy amable. El estándar estadounidense añade tres características que resumen bastante bien su fama: alegre, confiado y de buen humor.

Su carácter juvenil es precisamente uno de sus rasgos más conocidos y valorados. La raza madura lentamente y conserva durante muchos años comportamientos propios de un perro joven, desde las ganas constantes de jugar hasta cierta tendencia a meterse en pequeños líos por puro entusiasmo. De ahí procede la habitual comparación con Peter Pan en cinología, utilizada para describir a estos perros como los retrievers que nunca terminan de crecer.

También son perros muy orientados hacia las personas, con gran disposición para cooperar y un fuerte deseo de participar en lo que hace su familia, siempre que tengan suficiente actividad física y mental.

Energía y acompañamiento

Su pasado como perro de caza explica una buena parte de sus necesidades actuales. El retriever de pelo liso es una raza activa que necesita ejercicio diario y oportunidades para utilizar su capacidad de exploración, olfato y captura.

Juegos de búsqueda, actividades de olfato, deportes y ejercicios pueden proporcionar una salida adecuada a algunas de sus capacidades naturales. La combinación de actividad física y estimulación mental suele ser especialmente importante en perros criados durante generaciones para trabajar junto a las personas.

Por sus características, encaja mejor en hogares que puedan incorporar al perro a una vida activa y ofrecerle tiempo para pasear y realizar actividades compartidas. Una familia con niños y otros animales es una opción adecuada siempre que exista supervisión y que tanto el perro como los menores aprendan a relacionarse correctamente. Su buena disposición hacia las personas no elimina las necesidades propias de cualquier perro, especialmente cuando se trata de un animal grande y enérgico.

En cuanto a su mantenimiento, no requiere una rutina especialmente compleja, aunque el cepillado ayuda a mantenerlo en buenas condiciones y permite retirar pelo muerto y revisar la piel. Después de nadar o de realizar actividades en zonas con vegetación, conviene comprobar el estado del manto y de la piel. El pelo abundante de algunas zonas puede ocultar pequeñas heridas, espigas u otros elementos que hayan quedado atrapados durante el paseo. Las orejas también requieren atención dentro de las revisiones habituales, especialmente después de actividades acuáticas.

Para ampliar información, se recomienda contactar con el Club Español de Retrievers, entidad reconocida por la Real Sociedad Canina de España. Desde Animaleros, recordamos que conviene valorar la adopción de un perro que necesite un nuevo hogar.

Menú semanal de El Comidista (19 a 25 de octubre)

18 October 2026 at 04:30
Más fácil no te lo podemos poner

Si quieres enterarte antes que nadie de todo lo que se cuece puedes suscribirte a nuestra newsletter y recibirás el menú semanal de El Comidista en tu correo cada viernes. Aquí tienes toda la información.

Seguir leyendo

Turquía no es solo kebabsQué masa finísimaQuesadillas otoñalesAsí se las come todo diosAquí las cebollas son las protagonistasIdeal para cuando tienes invitadosEl helado es de fresa y frambuesa, por si no queda claro

Quatro feridos, dois graves em colisão rodoviária

17 October 2026 at 18:17

VTM

Luís Soares, comandante dos bombeiros de Mirandela, disse à VTM que do acidente resultaram “quatro feridos, dois deles graves, um homem, de 33 anos, e uma criança, de 5 anos. Os feridos leves são uma mulher, com 29 anos e uma outra criança de 2 anos”.

O comandante acrescentou que o homem “foi helitransportado para o Hospital de Bragança, para onde também foram transportados os outros três feridos, mas por via terrestre”.

Disse ainda que os feridos seguiam todos na mesma viatura.

O alerta para o acidente foi dado às 16h37 e para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por sete veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM que está sediado em Macedo de Cavaleiros.

A GNR também está no local do acidente e vai investigar as causas desta colisão.

The post Quatro feridos, dois graves em colisão rodoviária appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Encontramo-nos no Museu!… em Beja

17 October 2026 at 14:14

Um programa para descobrir, experimentar e olhar de outra forma

A Câmara Municipal de Beja lançou no início deste mês de outubro, ao programa Encontramo-nos no Museu, uma iniciativa de mediação cultural dirigida a famílias e à comunidade em geral, que convida à descoberta do património, da arte pública, da arqueologia e das coleções museológicas da cidade.

A primeira sessão, Arte à Descoberta, decorreu no contexto da RuralBeja, proporcionando aos participantes uma experiência de exploração e descoberta das obras de arte presentes no recinto da feira.

O programa tem atividades a decorrer aos domingos de manhã, das 10:00 às 12:00 hrs, entre outubro e dezembro de 2026, e desenvolve-se através de três propostas:

Arta à Descoberta – Arte Pública de Beja

Trata-se de um jogo de descoberta que convida os participantes a percorrer a cidade e a estabelecer novas relações com as obras de arte pública. Através do acaso, da observação e de diferentes desafios, cada percurso transforma-se numa oportunidade para descobrir pormenores, reconhecer formas e compreender a relação entre a arte e o espaço urbano.

Diferentes Olhares – Museu Jorge Vieira

Uma proposta de aproximação à obra de Jorge Vieira através da observação, da conversa, da interpretação e da experimentação. Em cada sessão, uma obra selecionada constitui o ponto de partida para explorar diferentes possibilidades de leitura, estimular a criatividade e descobrir novas formas de olhar.

A Máquina do Tempo – Núcleo Museológico da Rua do Sembrano

Esta é uma experiência participativa de descoberta do património arqueológico. Convida os participantes a viajar simbolicamente ao passado através dos vestígios presentes no espaço. A observação, a curiosidade e a imaginação tornam-se instrumentos para questionar, estabelecer relações e compreender outras épocas.

Mais do que transmitir conhecimentos, o programa Encontramo-nos no Museu procura criar oportunidades de encontro, descoberta e partilha, valorizando a participação ativa e a construção de novas relações com o património cultural de Beja.

A próxima sessão, terá lugar a 18 de outubro – A Máquina do Tempo, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano.

Informações podem ser obtidas como segue:

  • Período: outubro a dezembro de 2026
  • Horário: domingos, das 10h00 às 12h00
  • Duração: 2 horas por sessão
  • Participantes: máximo de 10 por sessão
  • Inscrição prévia obrigatória: turismo@cm-beja.pt

Note-se que a participação nas atividades é independente, permitindo aos interessados inscreverem-se nas sessões da sua preferência.

Homem morre após queda de um telhado

17 October 2026 at 17:59

VTM

O comandante dos bombeiros de Mogadouro, Luís Azevedo, disse à VTM que quando os bombeiros chegaram o “homem já estava em paragem cardiorrespiratória e foi atingido na cabeça por uma viga de ferro”.

Acabou por ser transportado pelos bombeiros de Mogadouro com ferimentos graves para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro, onde foi decretado o óbito apesar das tentativas de reanimação.

Para o local foram mobiliados vários operacionais, apoiados por quatro veículos, entre os quais os bombeiros de Mogadouro, a equipa da ambulância de Suporte Básico de Vida (SIV).

A GNR também se deslocou ao local e tomou conta da ocorrência.

The post Homem morre após queda de um telhado appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Base da PM Ambiental é atacada a tiros após confronto com duas mortes em Guarujá

Uma base da Polícia Militar Ambiental foi atacada a tiros na noite de sexta-feira (16), em Guarujá, no litoral paulista, após uma ação policial que deixou dois mortos na comunidade Santa Rosa. Um terceiro homem, apontado pela PM como autor do ataque, foi baleado e socorrido.

Os disparos atingiram uma viatura e o muro da instalação, na avenida Manoel da Cruz Michael, no bairro Vila Santa Rosa. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.

A Folha de S.Paulo procurou a Secretaria da Segurança Pública para esclarecer as circunstâncias das ocorrências, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto.

Confronto deixou dois mortos

A PM afirma que equipes da Força Tática do 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior patrulhavam a comunidade quando encontraram homens armados e houve confronto.

Dois suspeitos foram baleados. Um deles, de 23 anos, foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado ao Hospital Santo Amaro, mas não resistiu. O outro, de 18 anos, teve a morte constatada no local.

A corporação informou ter apreendido duas pistolas, uma de calibre .40 e outra de calibre 9 mm com numeração raspada, além de uma mochila com entorpecentes.

Homem foi baleado após ataque à base

Após essa ação, um homem passou em frente à base da Polícia Ambiental e efetuou os disparos, ainda de acordo com a PM. Ele teria fugido em direção à comunidade e sido localizado por uma equipe que prestava apoio ao policiamento ambiental.

Na versão da corporação, o homem tentou atirar contra os agentes e foi baleado. Ele foi socorrido com vida pelo Samu e encaminhado para atendimento médico. Não havia informações sobre seu estado de saúde.

Os policiais afirmam ter apreendido com ele uma pistola Glock G17, calibre 9 mm, com numeração raspada.

Os locais das duas ocorrências foram preservados para perícia, e os casos foram apresentados à Polícia Civil. A PM também instaurou inquéritos policiais militares para apurar as circunstâncias das intervenções.

Em nota, a corporação afirmou que a região tinha barricadas, pichações alusivas ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e estruturas utilizadas para dificultar a atuação policial.

Ataque em agosto

A base da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar Ambiental também foi alvo de disparos em 14 de agosto. O ataque ocorreu horas após a morte de um suspeito de 19 anos em um confronto com policiais militares no bairro Santa Rosa, segundo a PM. (Bárbara Sá/FOLHAPRESS)

The post Base da PM Ambiental é atacada a tiros após confronto com duas mortes em Guarujá appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Mulher sofre ferimentos graves em despiste

17 October 2026 at 14:40

VTM

Segundo fonte do Comando Sub-regional do Douro, a mulher caiu numa ravina e foi necessário proceder ao seu desencarceramento, tendo sido considerado um ferido grave.

Foi transportada pelos Bombeiros da Cruz Branca para o Hospital de Vila Real.

O alerta foi dado às 11h58 e para o local foram mobilizados nove operacionais, apoiados por três veículos, entre os quais os Bombeiros da Cruz Branca.

A GNR também esteve no local e tomou conta da ocorrência.

The post Mulher sofre ferimentos graves em despiste appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Benjamin Moser e os judeus que se opuseram ao sionismo

17 October 2026 at 14:01
Como é que a memória judaica se constrói através daqueles que criticaram a criação de um estado soberano? O Observador faz a pré-publicação de um excerto do livro "Antissionismo", a publicar dia 19.

© Universal Images Group via Getty

Theodor Herzl (à frente, ao centro), o austro-húngaro tido como o pai do sionismo moderno, numa viagem a caminho da Palestina, em 1898

A Reforma da Reforma

17 October 2026 at 13:45

Durante décadas, a reforma foi um destino relativamente previsível. Trabalhar, descontar, reformar-se e receber um rendimento vitalício que permitisse manter um padrão de vida digno. O principal desafio consistia em acumular anos de carreira suficientes para aceder ao sistema. Hoje, porém, essa realidade está a mudar profundamente.

A transformação silenciosa que atravessa os sistemas de pensões das economias desenvolvidas representa muito mais do que uma alteração técnica ou regulatória. Trata-se de uma transferência estrutural de responsabilidade, onde aquilo que antes era assumido pelo Estado, pelos fundos de pensões ou pelos empregadores está gradualmente a passar para os indivíduos. A questão não é apenas como financiar a reforma. É também como gerir a incerteza.

À primeira vista, esta mudança parece positiva. Os cidadãos passam a ter maior autonomia sobre as suas poupanças, podendo decidir como investir os seus ativos, quando levantar capital e de que forma organizar a transmissão de património para as gerações seguintes.

Mas existe um paradoxo.

Mais liberdade significa também mais responsabilidade. E responsabilidade financeira exige competências que a maioria das pessoas nunca desenvolveu ao longo da sua vida.

O reformado de amanhã pode ter de tomar decisões hoje sobre alocação de ativos, risco de mercado, inflação, fiscalidade e financiamento de cuidados de saúde de longa duração. São escolhas com impacto diferido que poderão moldar os últimos vinte ou trinta anos de vida. Uma decisão errada aos 55 anos pode ser praticamente irreversível aos 80.

Os anos imediatamente anteriores à reforma estão a transformar-se no momento mais valioso da nossa jornada financeira, pois o risco da longevidade, outrora mutualizado, será crescentemente individual.

Paradoxalmente, muitos dos sistemas financeiros continuam a estar organizados como se a esperança de vida fosse significativamente inferior à atual. O desafio deixou de ser apenas acumular riqueza para a reforma. O verdadeiro desafio é assegurar que essa riqueza sobrevive à própria longevidade.

A pergunta crítica já não é “quanto dinheiro tenho?”, mas sim “quanto tempo terá esse dinheiro de durar?”. Na esmagadora maioria das situações, não sabemos responder.

É precisamente aqui que emerge uma oportunidade estratégica para as empresas de seguros do ramo vida e sociedades gestoras de fundos de pensões.

Não é difícil perceber porquê.

Escolher um seguro automóvel é uma decisão transacional. Escolher como financiar os últimos vinte ou trinta anos de vida é uma decisão existencial.

Os avanços tecnológicos podem ajudar a organizar informação, simular cenários e aumentar a eficiência. Mas dificilmente eliminam a dimensão emocional associada ao envelhecimento, à dependência futura de terceiros ou à transmissão de património para os filhos e netos.

A confiança será sempre um ativo humano. E talvez essa seja uma das conclusões mais interessantes desta nova realidade. Quanto mais digital se torna a indústria, maior parece ser a procura por aconselhamento humano quando estão em causa decisões de elevado impacto.

Portugal é simultaneamente um dos países mais envelhecidos do Mundo e um dos que enfrenta maiores desafios demográficos nas próximas décadas. A sustentabilidade dos sistemas públicos de proteção social, a pressão sobre os cuidados de longa duração e a necessidade crescente de poupança privada tornarão inevitavelmente mais relevante o papel do setor segurador e de fundos de pensões.

Mas esta oportunidade traz consigo uma responsabilidade.

Se vamos assumir uma parcela crescente do risco financeiro associado à longevidade, então o mercado terá de responder com soluções simples, transparentes e compreensíveis.

A próxima geração de vencedores no setor não será necessariamente aquela com os produtos mais sofisticados. Será provavelmente aquela que conseguir reduzir a complexidade, aumentar a literacia financeira e construir relações de confiança duradouras.

Estarão os futuros pensionistas preparados para serem gestores do seu próprio risco de longevidade?

 

Corsés, encajes y satén: todos los ‘looks’ de Daisy Edgar-Jones para llevar el estilo Regencia de ‘Sentido y sensibilidad’ a la actualidad

By: S Moda
17 October 2026 at 15:06

© Don Arnold (Getty Images)

“Nos decían que la serie era un éxito increíble, pero yo seguía encerrada en mi dormitorio. Leía algunos artículos y miraba los memes, pero todo era un poco demasiado para procesar, así que me protegía a mí misma. Si quería, podía desconectar. Y eso me hizo pensar en lo inverosímil que era todo lo que me estaba pasando", contaba Daisy Edgar-Jones (Londres, 28 años) a 'S Moda' en 2022, cuando protagonizó una portada. Se había hecho famosa de la noche a la mañana y eso aún la sorprendía. “De repente, ya no eres Daisy, eres Daisy Edgar-Jones”, comentaba sobre cómo la hizo sentir y la transformó el éxito de la serie 'Normal People', basada en la novela de la escritora irlandesa Sally Rooney, que en 2020 catapultó su carrera y la de su coprotagonista, Paul Mescal (que tras 'Gladiator 2' ahora será Paul McCartney en las películas sobre The Beatles que prepara el director Sam Mendes). Ahora, la actriz vuelve a meterse en la piel de un personaje literario, en esta ocasión de época: encarna a Elinor Dashwood, la hermana mayor de 'Sentido y sensibilidad', novela de Jane Austen publicada en 1811 y que ahora ha vuelto a ser llevada a la gran pantalla por la directora Georgia Oakley. En el filme, que llega a los cines españoles el 23 de octubre, Edgar-Jones es Elinor y Esmé Creed-Miles es su hermana Marianne. Durante el mes que llevan de gira, Edgar-Jones se ha volcado en reinterpretar los estilismos de la época de la Regencia, en la que se desarrolla la novela: en la imagen, luciendo un vestido transparente, creado a medida por Miu Miu, con corsé en tul bordado durante la presentación en Sídney, Australia, a principios de octubre.

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

En la presentación de la cinta en Los Ángeles, el 7 de octubre, las tres protagonistas posaron juntas: Esmé Creed-Miles (Marianne Dashwood), Caitriona Balfe (la inolvidable Claire Randall de 'Outlander', que en la película interpreta a la madre de las hermanas, Mrs. Dashwood) y Daisy Edgar-Jones (Elinor Dashwood). Bodhi Rae Breathnach encarna a la tercera hermana, la joven Margaret Dashwood. Durante la presentación, Edgar-Jones eligió un conjunto de falda satinada y corsé con pequeños bordados, una pieza 'vintage' de Chloé, parte de la colección primavera-verano 1999 de la firma, cuando su directora creativa era Stella McCartney. Esmé Creed-Miles llevó un vestido de la recién presentada colección primavera-verano 2027 de Simone Rocha y Caitriona Balfe un conjunto a medida de Prada.

© Chloe Kern (WireImage)

Nada ha sido casual en los estilismos elegidos para la gira de presentación de la película, según confesó Dani Michelle, estilista de Edgar-Jones (y de otras famosas, como Hailey Bieber o Kendall Jenner), en la edición estadounidense de 'Vogue': "Mi equipo y yo pasamos meses investigando, solicitando prendas y explorando todos los diseñadores y piezas de archivo que pudieran reflejar el mensaje que queríamos transmitir, para crear una gira coherente y simbólica para Daisy".

© Karwai Tang (WireImage)

Esas prendas seleccionadas por Dani Michelle y su equipo tenían una intención clara: mostrar cómo vestiría Elinor Dashwood en la actualidad. La gira de presentación ha sido una lección de 'method dressing' (vestir durante la promoción con estilismos inspirados en el personaje de ficción al que se interpreta), en la línea de las que suelen realizar actrices como Zendaya (con sus posados en 'Spider-Man: un nuevo día' o 'Challengers'), Margot Robbie (en 'Cumbres borrascosas') o Anya Taylor-Joy (en 'Dune' o 'Furiosa'). 'Sentido y sensibilidad' se desarrolla durante la época de la Regencia (situada normalmente entre 1795 y 1837) en el Reino Unido. Corsés, acabados satinados, encajes y colgantes con cintas de raso han sido una constante durante toda la gira de presentación. La 'premiere' mundial, celebrada en Londres el 15 de septiembre, sentó las bases de lo que vendría después con este vestido de satén con lazos en los hombros, cola y cintura marcada, un diseño a medida de Andreas Kronthaler para Vivienne Westwood (firma de la que es director creativo desde el fallecimiento de su esposa en 2022) que completó con un colgante con cinta negra, una pieza de archivo de Boucheron datada en 1877.

© Kate Green (Getty Images for Universal Pictu)

Los detalles, del peinado con ondas románticas y el característico flequillo abierto de Edgar-Jones, y los acabados de las prendas, como los lazos, los botones o las cintas de los corsés, han marcado los estilismos elegidos por la actriz. “Creo que Elinor, por encima de todos los personajes que he interpretado, me ha marcado por el proceso hasta llegar a ella. De algún modo tiene una buena cantidad de cualidades con las que me puedo sentir identificada. Como las luchas que tiene con los sentimientos que empieza a experimentar; la incapacidad para expresar sus deseos o la necesidad de mantenerlos dominados. Es algo que me parece muy interesante porque disfruto enormemente al trabajar en personajes que están pasando por mucho, pero no lo pueden exteriorizar”, explicaba la actriz en una entrevista concedida en septiembre a la edición española de 'Vogue'.

© Charles McQuillan (Getty Images for Universal Pictu)

Stella McCartney firmó el vestido blanco con detalle de flores en los hombros y la espalda que eligió para la presentación en Dublín de la película. 'Sentido y sensibilidad' narra la vida de las hermanas Dashwood, que al morir su padre pierden su estatus porque hereda el hijo mayor, fruto de otro matrimonio, y se mudan a Devonshire, donde se enfrentan a la incertidumbre de su futuro, a sus sentimientos y a lo que la sociedad dicta que se debe esperar de ellas.

© Eric Charbonneau (Focus Features via Getty Images)

Esmé Creed-Miles y Daisy Edgar-Jones, ambas con conjuntos de falda cuerpo de Prada, juntas en Los Ángeles. Marianne representa la sensibilidad y Elinor el sentido que dan título a la novela, que ya había sido llevada a la gran pantalla en 1995, en una versión dirigida por Ang Lee (con guion de Emma Thompson, que mereció el Oscar al mejor guion adaptado) y en la que Emma Thompson interpretó a Elinor mientras que Kate Winslet fue Marianne. La nueva versión cinematográfica cuenta con la dirección de la británica Georgia Oakley, de 38 años, que en 2022 mereció el reconocimiento de la crítica con su filme 'Blue Jean', la historia de una profesora lesbiana que lleva una doble vida por miedo a perder su trabajo, ambientada en los años ochenta, durante el gobierno de Margaret Thatcher. Oakley explicó en una entrevista a 'The New York Times' que su versión de 'Sentido y sensibilidad' pretende ser "más relajada, contenida, terrenal y cruda".

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

Los corsés han sido la gran apuesta de Daisy Edgar-Jones para reinterpretar el estilo de la Regencia. Durante uno de los eventos alrededor de la película celebrados en Los Ángeles, la actriz lució esta creación de la diseñadora turcobritánica Dilara Findikoglu, cuyas prendas se caracterizan siempre por el aire lencero, las cinturas marcadas y el empleo de los corsés. Lo combinó con unas medias de cristal negras.

© TheStewartofNY (GC Images)

El despliegue de corsés, en distintos acabados, ha sido clave en la gira promocional de la película. En Nueva York, el 13 de octubre, Daisy Edgar-Jones combinó este de encaje y totalmente estructurado, casi escultórico, con unos vaqueros desgastados, demostrando que las piezas con inspiración de época funcionan a la perfección con prendas totalmente contemporáneas.

© TheStewartofNY (GC Images)

La estilista Dani Michelle ha contado que partió de un 'moodboard' de inspiración para construir los 'looks' de la gira promocional de Daisy Edgar-Jones: "Había desde campañas y desfiles de Galliano, Chloé, McQueen y Westwood hasta pinturas y simbolismos que nos conectaban con el mundo de Jane Austen. Volantes, motivos florales, encajes, corsetería, cintas, bordados, sedas abullonadas, borlas y tonos pastel". Este conjunto de Chloé sintetiza esas búsquedas: la vaporosa falda de gasa, con sus transparencias, contrasta con el cuerpo de brocado con encaje en el cuello y el cinturón de grandes hebillas.

© Aeon (GC Images)

De nuevo con vaqueros, en esta ocasión con un cuerpo 'vintage' de John Galliano y otra gargantilla de época, un diseño de 1873 de Boucheron. En la película, el diseño del vestuario ha recaído sobre Grace Snell ('Pillion', 'La hija eterna'), que ha sido meticulosa con la investigación de la época y ha empleado técnicas manuales para conseguir colores como los utilizados durante la Regencia, según ha explicado en su Instagram: "Para obtener el color lavanda de uno de los vestidos —un tono aceptable para el luto entonces— se utilizó un tinte extraído del palo de campeche. Esta planta es originaria de Centroamérica y las Antillas; a partir del siglo XVI, los españoles comenzaron a exportarla a Europa, donde se convirtió en una materia prima clave para la próspera industria de los tintes. El tejido 'jacquard' se contrajo durante el proceso de tintado, lo que le otorgó una textura maravillosa; me gustó tanto el resultado que pedí que esta prenda solo se planchara de forma muy ligera".

© XNY/Star Max (GC Images)

No todo han sido cuerpos historicistas en los estilismos de Daisy Edgar-Jones. También ha habido hueco para camisetas, como esta con un dibujo de un águila, combinada con un 'short' lencero rematado en puntilla. Ambas prendas son de Chloé: la camiseta de 1999 y el pantaloncito de este mismo año.

© Gerome Defrance (Getty Images)

En Berlín, la actriz apostó por los detalles de pedrería con un vestido de corte sirena de Armani Privé que llamaba su atención por las borlas que remataban sus hombros. La prenda es de archivo y pertenece a la colección primavera-verano 2005 de la línea de alta costura de la casa italiana.

© Brendon Thorne (Getty Images for Universal Pictu)

En Sídney, una de las primeras paradas de la gira promocional, la actriz apostó por una pulida silueta vanguardista de Alaïa con cuerpo ajustado y volantes en la falda que aun así remitía al vestuario de época.

© TheStewartofNY (GC Images)

En su última aparición pública de la gira, el 14 de octubre, Daisy Edgar-Jones caminó por las calles de Nueva York con este diseño de encaje con bordados, ribetes de puntilla y escote de corazón de Rodarte. Se trata de una pieza de archivo de la firma angelina que, según ha explicado en su Instagram Dani Michelle, resume todo lo que ha perseguido con sus estilismos para la presentación de 'Sentido y sensibilidad': "Esta película explora con enorme calidez la experiencia emocional del amor, desde el amor propio hasta el amor verdadero, pasando por la compañía y los desafíos que surgen dentro de las relaciones, que en aquella época a menudo estaban condicionadas por la tradición y la cercanía más que por los sentimientos o la razón. Ese anhelo que recorre la historia es una exploración tan atemporal del corazón humano que sentimos que era muy significativo que este fuera su último 'look'. Laura Mulleavy [una de las diseñadoras de Rodarte] y yo pasamos meses planificando este vestido de Rodarte, perteneciente a su colección primavera-verano 2017, que ella ha recuperado de la colección de su museo personal".

Tiago Venâncio vai deixar a Aegon Santander Portugal

17 October 2026 at 12:04

O CEO Tiago do Couto Venâncio decidiu deixar a liderança da Aegon Santander Portugal, confirmou o gestor a ECOseguros. Após mais de uma década à frente de um projeto, o gestor prepara-se para continuar profissionalmente em Portugal, encerrando “um ciclo marcado pelo crescimento do negócio, pela rentabilidade e pela aplicação de dados e inteligência artificial à atividade seguradora”, disse.

Embora tenha sido reconfirmado como CEO das seguradoras Aegon Santander, Tiago Venâncio vai deixar as companhias para exerce funções fora do grupo espanhol.Hugo Amaral/ECO

A saída acontece por sua iniciativa, apesar da renovação do mandato até 2029, recentemente publicada pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

À frente da operação desde 2015, Tiago do Couto Venâncio liderou a criação e o desenvolvimento das seguradoras Vida e Não Vida da parceria entre a Aegon e o Santander. Ao longo deste período, o negócio aproximou-se dos 300 milhões de euros em prémios anuais, e conquistou posições entre os cinco maiores operadores em segmentos relevantes dos seguros de proteção, Vida, Saúde, Multirriscos e Acidentes Pessoais, apesar de comercialmente apenas utilizar o canal bancário da rede Santander.

As seguradoras Aegon Santander têm, nos últimos anos, apresentado uma rendibilidade dos capitais próprios superior a 40%, tendo distribuído de mais de 200 milhões de euros em dividendos acumulados aos acionistas.

Tiago Venâncio é formado em Matemática pela Universidade Nova com pós – graduação no ISCTE e é speaker no ISEG nas áreas de Seguros, Cálculo Atuarial e Matemática Financeira.

O negócio dos seguros no grupo Santander é o 5º maior em Portugal com prémios num valor próximo de mil milhões de euros. Está repartido entre o próprio banco para os seguros financeiros do ramo Vida, e a associação com os holandeses da Aegon (51%/49%) acontece em duas seguradoras que comercializam seguros de vida, incluindo os associados ao crédito, e seguros Não Vida, como multirriscos habitação, acidentes e outros produtos.

Tem ainda uma seguradora em parceria com a espanhola Mapfre vocacionada para seguros Não Vida como automóvel, responsabilidade civil e multirriscos para empresas. Nesta, designada Mapfre Santander, a Mapfre detém 50,01% da sociedade e o Santander Totta 49,99%.

Nova estratégia da Aegon

Em dezembro último a Aegon anunciou que pretendia transferir a sede para os Estados Unidos, passar a chamar-se Transamerica e concentrar-se no mercado americano de seguros de vida, reforma e poupança. A mudança de sede está prevista para 1 de janeiro de 2028. Neste percurso, a Aegon acordou vender a operação britânica à Standard Life por uma contrapartida total de 2 mil milhões de libras, incluindo dinheiro e ações da compradora.

No entanto, a Aegon declarou que quer continuar a desenvolver os negócios ibéricos através do Santander. A sua estratégia internacional “passa por manter parcerias que geram resultados, em vez de necessariamente deter a totalidade das seguradoras”. disse fonte da companhia ao jornal Cinco Dias.

❌