Reflexões sobre homens e bestas: da Idade Média às Luzes


A Santalucía e a Zurich Seguros assinaram uma parceria de dez anos para a distribuição cruzada de seguros automóvel, de funeral e de animais de estimação. O acordo permitirá à seguradora espanhola comercializar apólices automóvel da Zurich e à companhia suíça distribuir seguros de funeral e animais de estimação da Santalucía, estando o início da comercialização em Espanha previsto para 2027.
O acordo prevê um modelo de cosseguro no ramo Automóvel. Segundo o jornal espanhol Expansión, as duas companhias partilharão 50% das apólices abrangidas pelo acordo, incluindo os prémios cobrados, o risco assumido e os resultados. A parceria implica o fim da colaboração que a Santalucía mantém atualmente com a Pelayo neste ramo, de acordo com o mesmo jornal.
A parceria junta-se a outros acordos comerciais da Santalucía, nomeadamente com a Sanitas, no ramo da saúde, e com a Unicaja, através da seguradora conjunta Unicorp Vida.
“Esta aliança está plenamente alinhada com as prioridades do nosso Plano Estratégico Contigo2028”, afirmou Andrés Romero, em comunicado, acrescentando que o acordo permitirá diversificar a oferta e responder às necessidades de proteção dos clientes. Vicente Cancio, CEO do Grupo Zurich em Espanha, destacou, por seu lado, a intenção de acelerar o crescimento rentável e sustentável, alargar a proposta de valor e chegar a mais clientes, mantendo os mediadores como parceiros essenciais.
De acordo com a seguradora Santalucía, os rendimentos consolidados da empresa ascendem a 3.885 milhões de euros e os prémios emitidos totalizam 2.621 milhões de euros. No final de 2025, o grupo contava com 9.708 trabalhadores, cerca de 260 agentes, 500 pontos de venda e a colaboração de quase 1.300 corretoras. A companhia está também presente em Portugal (através de parcerias e investimentos), na Colômbia, no México, no Chile e em Itália.
Já o Zurich Insurance Group é um grupo segurador multirramos que serve mais de 82 milhões de clientes em mais de 200 países e territórios, conta com mais de 65.000 trabalhadores e tem sede em Zurique, na Suíça.

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16 deputados federais negros eleitos com apoio da Coalizão Negra por Direitos, financiada por George Soros via Open Society Foundations.
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A Coalizão Negra por Direitos, organização que reúne centenas de entidades que se reivindicam da causa negra, comemorou a eleição de 42 candidaturas nas eleições legislativas no Brasil. Dessas, 26 são regionais e 16 federais.
Dos 16 deputados federais eleitos com a promoção da Coalizão, oito são do PT (Anielle Franco, Dandara Tontzin, Carol Dartora, Renato Freitas, Jack Rocha, Ana Elisa, Rosa Amorim e Walmir Assunção), cinco são do PSOL (Jones Manoel, Erika Hilton, Fábio Felix, Henrique Vieira e Talíria Petrone) e três são do PCdoB (Daiana Santos, Olivia Santana e Perpétua Almeida).
“Esse é o resultado da mobilização do Quilombo nos Parlamentos nas eleições de 2026”, publicou a Coalizão em suas redes sociais. “Essa conquista é fruto da organização política negra quando decide ocupar os espaços de poder. Cada candidatura eleita leva consigo o compromisso firmado no nosso Manifesto e a responsabilidade de fortalecer, dentro dos Parlamentos, as agendas construídas pelo movimento negro.”
O Quilombo nos Parlamentos é uma iniciativa da Coalizão Negra por Direitos com o objetivo explicitado em sua própria denominação: eleger candidatos negros para o Poder Legislativo. Isso fortaleceria a chamada “representatividade” dos negros brasileiros nas instituições, tornando-as mais favoráveis aos seus direitos.
Assim como todo movimento identitário, é uma iniciativa de caráter reformista rebaixado, que prega a farsa do “empoderamento” coletivo através de conquistas individuais. Um negro eleito deputado é apenas e tão somente um feito pessoal que beneficia o indivíduo em questão, não o conjunto dos negros. Beneficia, como fica claro ao ver quem são os negros eleitos pela Coalizão, uma aristocracia negra de classe média, que alcança um cargo no Estado capitalista para fazer carreira contra o restante da população negra.
Se não fosse isso, esses candidatos não seriam apoiados pelos banqueiros e grandes empresários nacionais e internacionais.
A Coalizão Negra por Direitos foi criada em 2019 e reúne centenas de ONGs, coletivos e entidades. Parte central de sua estratégia é a “incidência política”, ou seja, precisamente o lobby sobre as instituições brasileiras e os órgãos internacionais. Essa é justamente a estratégia delineada pela Open Society Foundations, do especulador multibilionário George Soros, que financia ONGs mundo afora para, como indica o próprio nome da organização, abrir as sociedades à penetração total do capital financeiro com o apoio de seus agentes dentro das instituições. Os deputados são alguns desses agentes.
E a OSF financia a Coalizão Negra por Direitos.
A entidade que recebeu a maior quantidade de fundos da OSF até 2024 havia sido a Conectas Direitos Humanos (R$ 34 milhões). O Instituto Clima e Sociedade (iCS) recebeu R$ 23,8 milhões da Open Society entre 2017 e 2023. Quem cruzar os dados do compilado feito pelo Instituto Monte Castelo sobre as ONGs financiadas pela OSF com a lista de organizações que fazem parte da Coalizão também encontrará, entre outros: o Instituto de Referência Negra Peregum (R$ 6,9 milhões), a Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (R$ 6,9 mi), o Geledés – Instituto da Mulher Negra (R$ 6,1 mi), a Associação Marielle Franco (R$ 4,8 mi), a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (R$ 4,3 mi), o Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (R$ 4,2 mi), a Justiça Global (R$ 3 mi), o Instituto AMMA Psique e Negritude (R$ 2,5 mi), o Instituto de Defesa da População Negra (R$ 2,3 mi), o Instituto Afrolatinas (R$ 2 mi), a Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial (R$ 1,8 mi), a Associação Elas Existem (R$ 1 mi), a Casa Sueli Carneiro (R$ 900 mil), o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (R$ 515 mil), o PerifaConnection (R$ 92.700).
Todas essas organizações fazem parte da Coalizão Negra por Direitos e parte delas tem atuação que vai muito além do movimento negro identitário, como a Conectas e a Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong).
A Associação Marielle Franco parece ser um erro no levantamento da própria OSF, porque não existe uma entidade com esse nome. Trata-se na verdade do Instituto Marielle Franco, criado formalmente em julho de 2018 para se beneficiar da imagem da vereadora assassinada em março daquele ano, o que gerou forte comoção e ampla divulgação nos noticiários. O instituto só foi se estruturar definitivamente em 2020. Mas no mês seguinte ao assassinato de Marielle Franco, a Open Society anunciou a criação de uma iniciativa “destinada a incentivar o protagonismo político de mulheres negras no Brasil”, inspirada em Marielle Franco.
A iniciativa contou com uma doação inicial de 10 milhões de dólares, dividida com a Fundação Ford e outras organizações.
“Marielle representava a possibilidade de uma mulher negra, da favela, bissexual chegar em espaços de poder. Seu assassinato brutal foi uma tentativa de dizer que essa possibilidade não existe. É fundamental que anunciemos para o mundo que o Brasil produzirá novas Marielles. Que mulheres negras das periferias ocuparão espaços de poder e que esse caminho não tem volta”, anunciou à época Pedro Abramovay, diretor da OSF para a América Latina.
A fundadora do Instituto Marielle Franco é sua irmã, Anielle Franco. Não por coincidência, ela trabalhou como consultora da OSF para a América Latina a partir de 2019. Em 2023, assumiu o cargo de ministra da Igualdade Racial do governo Lula e agora foi eleita deputada federal com o apoio da Coalizão Negra por Direitos.

O festival Cooljazz e o Grupo Ageas Portugal prolongaram a parceria iniciada em 2024 por mais três anos, até 2029. A colaboração abrange o apoio à realização do evento e a continuidade das iniciativas de acessibilidade desenvolvidas com o envolvimento da Fundação Ageas.

A organização prevê dar continuidade ao trabalho nesta área nas próximas edições, destacando o trabalho já feito com a Sala de Pausa, embora não tenha especificado novas medidas a implementar até 2029.
Karla Campos, diretora da Live Experiences e promotora do Ageas Cooljazz, considera que a renovação permite dar continuidade às iniciativas de acessibilidade e melhorar as condições em que diferentes públicos assistem aos concertos. Inês Simões, diretora de Comunicação e Marca do Grupo Ageas Portugal, associa a parceria à estratégia da seguradora de apoiar projetos culturais e promover a inclusão.
O Ageas Cooljazz é organizado pela Live Experiences desde 2004. Já o Grupo Ageas Portugal opera no mercado nacional desde 2005 e conta com cerca de 1,9 milhões de clientes, 1.435 colaboradores e 2.105 mediadores. Está presente em 13 países da Europa e Ásia.
Quanto valor retiram os consumidores dos seguros que contratam? Esta é a questão a que a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) quer responder com o lançamento de um questionário. O inquérito pretende para avaliar a perceção dos clientes sobre os produtos disponíveis no mercado, tendo em conta o preço, as coberturas e os serviços prestados pelas seguradoras.
O regulador quer recolher respostas de tomadores e beneficiários de seguros para perceber se os produtos correspondem às reais necessidades e expectativas de quem os utiliza e se a oferta do mercado responde a esta procura, utilizando as conclusões do questionário para reforçar os mecanismos de proteção dos consumidores e orientar futuras medidas de supervisão no mercado nacional.
Os resultados desta iniciativa serão conhecidos a 20 de novembro, no 1.º Fórum do Consumidor de Seguros, que será transmitido em direto no site da ASF.
Introducir un perro o un gato en nuestra vida suele estar rodeado de una imagen especialmente amable de lo que significa convivir con un animal. Perros que duermen acurrucados en nuestro costado, gatos que se acomodan en el sofá, paseos al aire libre y momentos de juego forman parte de una representación de la vida con animales dedicados al mascotismo que puede dejar en segundo plano todo aquello que sucede en una convivencia de 24 horas, siete días a la semana.
A esa imagen se suma lo que se denomina ‘efecto mascota’. La presencia de un animal suele proyectarse socialmente como sinónimo de compañía e incluso de un determinado estilo de vida. Las redes sociales han contribuido a multiplicar esas escenas cuidadosamente escogidas, mientras que el entorno familiar y social también puede ejercer presión, consciente o no, sobre quienes se plantean incorporar un perro o un gato a la familia. Pero la convivencia real incluye pelos, desperfectos, visitas al veterinario, cambios de horarios, cuidados preventivos y comportamientos que no siempre encajan con la imagen idealizada.
Una encuesta realizada a 2.000 titulares de perros y gatos en Reino Unido muestra precisamente algunas de esas pequeñas sorpresas que aparecen una vez que el animal ya está en casa. El estudio, encargado por Pet Health Club, recopila qué cosas desearían haber sabido antes de llevarse un animal a casa, desde la cantidad de pelo que puede dejar un gato hasta la necesidad de limpiar los dientes de un perro.
Pet Health Club es un servicio de planes de atención veterinaria preventiva que opera en Reino Unido e Irlanda. Su red reúne más de 800 clínicas veterinarias y ofrece planes para facilitar el acceso a cuidados rutinarios como vacunaciones, tratamientos antiparasitarios y revisiones de salud.
La entidad encargó la encuesta para conocer qué aspectos de la convivencia sorprendieron a quienes ya tenían un animal y utilizar los resultados también como punto de partida para ayudar a quienes están pensando en incorporar uno a su familia.
Entre los convivientes con perros, el 68 por ciento describió los primeros meses de convivencia como una especie de curso acelerado sobre el caos canino. Y buena parte de las sorpresas no tiene que ver con grandes problemas, sino con pequeñas situaciones que pasan a formar parte de la rutina.
La principal cosa que los nuevos titulares de perros desearían haber sabido era la necesidad de llevar bolsas para recoger las heces a todas partes. El 21 por ciento también descubrió que los famosos ‘paseos’ significan salir a la calle independientemente del tiempo, incluso cuando llueve, hace viento o nieva.
Otro 20 por ciento señaló como sorpresa que su lugar habitual del sofá parece quedar automáticamente ocupado en cuanto se levanta. Y para un 20 por ciento, los madrugones llegaron sin una explicación aparente y sin recibir información previa.
La encuesta también recoge aprendizajes relacionados directamente con los cuidados. El 18 por ciento de los encuestados titulares de perros afirmó que desearía haber sabido que tendría que ocuparse de la higiene dental de su animal. Un 17 por ciento descubrió además la capacidad de algunos perros para localizar y revolcarse precisamente en aquello que desprende los olores menos agradables.
Luego está la conocida ‘audición selectiva’. Entre las experiencias señaladas por los participantes aparece el descubrimiento de que un perro puede parecer perfectamente capaz de escuchar determinadas palabras y, sin embargo, no reaccionar con la misma rapidez cuando la situación no le interesa.
Los convivientes con gatos encontraron otras sorpresas. La más frecuente, según la encuesta, fue comprobar que los muebles siguen siendo un objetivo para las uñas aunque en casa haya rascadores. El 29 por ciento de los participantes con gatos señaló precisamente esta circunstancia.
Otro clásico fue descubrir que el animal puede ignorar una cama especialmente comprada para él y preferir la caja de cartón en la que venía. Un 27 por ciento de los encuestados mencionó esta situación como sorpresiva y que pensaba que internet exageraba.
También apareció la tendencia felina a tirar objetos de las estanterías. El 20 por ciento de los titulares señaló esta capacidad, que puede resultar desconcertante cuando el objeto cae al suelo después de haber sido empujado cuidadosamente desde una superficie elevada.
La cantidad de pelo también ocupó un lugar destacado entre las sorpresas de quienes habían incorporado un gato a su familia. La encuesta sitúa la muda y la presencia de pelo por toda la casa como la principal cosa que los convivientes con gatos desearían haber conocido antes de llevar al animal a casa.
La encuesta también preguntó por los aspectos positivos de la convivencia y encontró una percepción ampliamente favorable entre los participantes. El 55 por ciento afirmó que lo más gratificante de convivir con un perro o un gato era el amor y la compañía que proporciona.
Entre los titulares de perros, el 52 por ciento señaló que su salud física había mejorado desde que tenía al animal y el 71 por ciento afirmó experimentar un efecto positivo sobre su estado de ánimo. Entre los titulares de gatos, el 58 por ciento declaró que su salud mental había mejorado desde la llegada del animal a casa.
Estos datos son percepciones de los propios participantes y no demuestran por sí mismos que tener una mascota provoque esas mejoras. Sí muestran, en cambio, que los encuestados identifican beneficios importantes en la convivencia incluso después de descubrir todas aquellas pequeñas complicaciones que no esperaban.
Pet Health Club destaca también que la curva de aprendizaje no termina necesariamente con el primer animal. Incluso quienes ya han convivido con perros o gatos pueden encontrarse con necesidades, comportamientos o problemas de salud que no habían experimentado anteriormente.
Una de las veterinarias de Pet Health Club señala que algunas conductas pueden resultar divertidas o inesperadas, mientras que otras están relacionadas con la salud y requieren atención específica, como los tratamientos antiparasitarios o la higiene dental. La profesional también apunta a que los cuidados que necesita un animal no siempre son visibles. Vacunaciones, revisiones, prevención de parásitos, alimentación, higiene y observación de cambios de comportamiento forman parte de la responsabilidad cotidiana aunque no aparezcan en las fotografías familiares.
La investigación científica sobre adquisición de perros ha señalado algo parecido desde otra perspectiva. Un estudio realizado en Reino Unido encontró que quienes investigaban antes de introducir un perro en su vida tendían a presentar un mayor conocimiento sobre sus necesidades y sobre aspectos como el coste de mantenerlo o dónde obtener ayuda ante problemas de comportamiento. También mostró que algunas personas encontraban información contradictoria en internet y no siempre sabían qué fuentes eran fiables.
La idea de que antes de llevar un animal a casa conviene conocer sus necesidades puede parecer evidente, pero la realidad es que muchas de ellas solo se comprenden plenamente cuando comienza la convivencia. Un cachorro no llega sabiendo cómo comportarse, un gato no necesariamente utilizará el rascador que se ha comprado para él y ningún animal viene acompañado de un manual capaz de anticipar exactamente cómo será su relación con cada miembro de la familia.
Por eso, la preparación previa no consiste solo en comprar una cama mullida o llenar la casa de juguetes. También implica conocer las necesidades físicas y conductuales de la especie, calcular los costes que puede generar su mantenimiento, saber qué cuidados preventivos necesitará y asumir que la rutina de la familia tendrá que adaptarse a la presencia de otro ser vivo.


El retriever de pelo liso nació en Inglaterra durante el siglo XIX como perro de trabajo especializado en la recuperación de piezas de caza. Su nombre original fue wavy-coated retriever, en referencia al pelo ondulado de los primeros ejemplares, y durante décadas los distintos tipos de retriever se clasificaron conjuntamente.
La raza se fue formando a partir de diferentes perros de trabajo, entre ellos los antiguos perros de agua de San Juan, antepasados de los actuales labradores, además de perros de tipo setter, spaniel y otros perros empleados para la caza y el cobro de piezas. La influencia exacta de cada uno de estos grupos no está completamente documentada, pero el objetivo era reunir resistencia, olfato y facilidad para trabajar con las personas.
Hacia finales del siglo XIX comenzó a diferenciarse del resto de retrievers y adoptó su denominación actual. Su manto negro, liso y con flecos en las patas, el pecho y la cola, proporcionaba protección frente al agua fría, la vegetación densa y las condiciones meteorológicas propias de su trabajo.
Durante la primera mitad del siglo veinte perdió popularidad frente a otras razas , especialmente el labrador y el golden retriever, hasta el punto de que después de la Segunda Guerra Mundial su supervivencia llegó a ser preocupante. La cría selectiva permitió recuperar la población y mantener sus aptitudes de trabajo y su temperamento. Actualmente continúa siendo una raza poco numerosa, eclipsado por sus compañeros del grupo retriever.
El estándar de la Federación Cinológica Internacional describe al retriever de pelo liso como un perro dotado de aptitudes naturales para el trabajo, de carácter optimista, amistoso, seguro de sí mismo y muy amable. El estándar estadounidense añade tres características que resumen bastante bien su fama: alegre, confiado y de buen humor.
Su carácter juvenil es precisamente uno de sus rasgos más conocidos y valorados. La raza madura lentamente y conserva durante muchos años comportamientos propios de un perro joven, desde las ganas constantes de jugar hasta cierta tendencia a meterse en pequeños líos por puro entusiasmo. De ahí procede la habitual comparación con Peter Pan en cinología, utilizada para describir a estos perros como los retrievers que nunca terminan de crecer.
También son perros muy orientados hacia las personas, con gran disposición para cooperar y un fuerte deseo de participar en lo que hace su familia, siempre que tengan suficiente actividad física y mental.
Su pasado como perro de caza explica una buena parte de sus necesidades actuales. El retriever de pelo liso es una raza activa que necesita ejercicio diario y oportunidades para utilizar su capacidad de exploración, olfato y captura.
Juegos de búsqueda, actividades de olfato, deportes y ejercicios pueden proporcionar una salida adecuada a algunas de sus capacidades naturales. La combinación de actividad física y estimulación mental suele ser especialmente importante en perros criados durante generaciones para trabajar junto a las personas.
Por sus características, encaja mejor en hogares que puedan incorporar al perro a una vida activa y ofrecerle tiempo para pasear y realizar actividades compartidas. Una familia con niños y otros animales es una opción adecuada siempre que exista supervisión y que tanto el perro como los menores aprendan a relacionarse correctamente. Su buena disposición hacia las personas no elimina las necesidades propias de cualquier perro, especialmente cuando se trata de un animal grande y enérgico.
En cuanto a su mantenimiento, no requiere una rutina especialmente compleja, aunque el cepillado ayuda a mantenerlo en buenas condiciones y permite retirar pelo muerto y revisar la piel. Después de nadar o de realizar actividades en zonas con vegetación, conviene comprobar el estado del manto y de la piel. El pelo abundante de algunas zonas puede ocultar pequeñas heridas, espigas u otros elementos que hayan quedado atrapados durante el paseo. Las orejas también requieren atención dentro de las revisiones habituales, especialmente después de actividades acuáticas.
Para ampliar información, se recomienda contactar con el Club Español de Retrievers, entidad reconocida por la Real Sociedad Canina de España. Desde Animaleros, recordamos que conviene valorar la adopción de un perro que necesite un nuevo hogar.

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VTM
Luís Soares, comandante dos bombeiros de Mirandela, disse à VTM que do acidente resultaram “quatro feridos, dois deles graves, um homem, de 33 anos, e uma criança, de 5 anos. Os feridos leves são uma mulher, com 29 anos e uma outra criança de 2 anos”.
O comandante acrescentou que o homem “foi helitransportado para o Hospital de Bragança, para onde também foram transportados os outros três feridos, mas por via terrestre”.
Disse ainda que os feridos seguiam todos na mesma viatura.
O alerta para o acidente foi dado às 16h37 e para o local foram mobilizados 23 operacionais, apoiados por sete veículos e um meio aéreo, o helicóptero do INEM que está sediado em Macedo de Cavaleiros.
A GNR também está no local do acidente e vai investigar as causas desta colisão.
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Um programa para descobrir, experimentar e olhar de outra forma
A Câmara Municipal de Beja lançou no início deste mês de outubro, ao programa Encontramo-nos no Museu, uma iniciativa de mediação cultural dirigida a famílias e à comunidade em geral, que convida à descoberta do património, da arte pública, da arqueologia e das coleções museológicas da cidade.
A primeira sessão, Arte à Descoberta, decorreu no contexto da RuralBeja, proporcionando aos participantes uma experiência de exploração e descoberta das obras de arte presentes no recinto da feira.
O programa tem atividades a decorrer aos domingos de manhã, das 10:00 às 12:00 hrs, entre outubro e dezembro de 2026, e desenvolve-se através de três propostas:
Arta à Descoberta – Arte Pública de Beja
Trata-se de um jogo de descoberta que convida os participantes a percorrer a cidade e a estabelecer novas relações com as obras de arte pública. Através do acaso, da observação e de diferentes desafios, cada percurso transforma-se numa oportunidade para descobrir pormenores, reconhecer formas e compreender a relação entre a arte e o espaço urbano.
Diferentes Olhares – Museu Jorge Vieira
Uma proposta de aproximação à obra de Jorge Vieira através da observação, da conversa, da interpretação e da experimentação. Em cada sessão, uma obra selecionada constitui o ponto de partida para explorar diferentes possibilidades de leitura, estimular a criatividade e descobrir novas formas de olhar.
A Máquina do Tempo – Núcleo Museológico da Rua do Sembrano
Esta é uma experiência participativa de descoberta do património arqueológico. Convida os participantes a viajar simbolicamente ao passado através dos vestígios presentes no espaço. A observação, a curiosidade e a imaginação tornam-se instrumentos para questionar, estabelecer relações e compreender outras épocas.
Mais do que transmitir conhecimentos, o programa Encontramo-nos no Museu procura criar oportunidades de encontro, descoberta e partilha, valorizando a participação ativa e a construção de novas relações com o património cultural de Beja.
A próxima sessão, terá lugar a 18 de outubro – A Máquina do Tempo, no Núcleo Museológico da Rua do Sembrano.
Informações podem ser obtidas como segue:
Note-se que a participação nas atividades é independente, permitindo aos interessados inscreverem-se nas sessões da sua preferência.
VTM
O comandante dos bombeiros de Mogadouro, Luís Azevedo, disse à VTM que quando os bombeiros chegaram o “homem já estava em paragem cardiorrespiratória e foi atingido na cabeça por uma viga de ferro”.
Acabou por ser transportado pelos bombeiros de Mogadouro com ferimentos graves para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro, onde foi decretado o óbito apesar das tentativas de reanimação.
Para o local foram mobiliados vários operacionais, apoiados por quatro veículos, entre os quais os bombeiros de Mogadouro, a equipa da ambulância de Suporte Básico de Vida (SIV).
A GNR também se deslocou ao local e tomou conta da ocorrência.
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Uma base da Polícia Militar Ambiental foi atacada a tiros na noite de sexta-feira (16), em Guarujá, no litoral paulista, após uma ação policial que deixou dois mortos na comunidade Santa Rosa. Um terceiro homem, apontado pela PM como autor do ataque, foi baleado e socorrido.
Os disparos atingiram uma viatura e o muro da instalação, na avenida Manoel da Cruz Michael, no bairro Vila Santa Rosa. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.
A Folha de S.Paulo procurou a Secretaria da Segurança Pública para esclarecer as circunstâncias das ocorrências, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto.
A PM afirma que equipes da Força Tática do 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior patrulhavam a comunidade quando encontraram homens armados e houve confronto.
Dois suspeitos foram baleados. Um deles, de 23 anos, foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado ao Hospital Santo Amaro, mas não resistiu. O outro, de 18 anos, teve a morte constatada no local.
A corporação informou ter apreendido duas pistolas, uma de calibre .40 e outra de calibre 9 mm com numeração raspada, além de uma mochila com entorpecentes.
Após essa ação, um homem passou em frente à base da Polícia Ambiental e efetuou os disparos, ainda de acordo com a PM. Ele teria fugido em direção à comunidade e sido localizado por uma equipe que prestava apoio ao policiamento ambiental.
Na versão da corporação, o homem tentou atirar contra os agentes e foi baleado. Ele foi socorrido com vida pelo Samu e encaminhado para atendimento médico. Não havia informações sobre seu estado de saúde.
Os policiais afirmam ter apreendido com ele uma pistola Glock G17, calibre 9 mm, com numeração raspada.
Os locais das duas ocorrências foram preservados para perícia, e os casos foram apresentados à Polícia Civil. A PM também instaurou inquéritos policiais militares para apurar as circunstâncias das intervenções.
Em nota, a corporação afirmou que a região tinha barricadas, pichações alusivas ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e estruturas utilizadas para dificultar a atuação policial.
A base da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar Ambiental também foi alvo de disparos em 14 de agosto. O ataque ocorreu horas após a morte de um suspeito de 19 anos em um confronto com policiais militares no bairro Santa Rosa, segundo a PM. (Bárbara Sá/FOLHAPRESS)
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VTM
Segundo fonte do Comando Sub-regional do Douro, a mulher caiu numa ravina e foi necessário proceder ao seu desencarceramento, tendo sido considerado um ferido grave.
Foi transportada pelos Bombeiros da Cruz Branca para o Hospital de Vila Real.
O alerta foi dado às 11h58 e para o local foram mobilizados nove operacionais, apoiados por três veículos, entre os quais os Bombeiros da Cruz Branca.
A GNR também esteve no local e tomou conta da ocorrência.
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Durante décadas, a reforma foi um destino relativamente previsível. Trabalhar, descontar, reformar-se e receber um rendimento vitalício que permitisse manter um padrão de vida digno. O principal desafio consistia em acumular anos de carreira suficientes para aceder ao sistema. Hoje, porém, essa realidade está a mudar profundamente.
A transformação silenciosa que atravessa os sistemas de pensões das economias desenvolvidas representa muito mais do que uma alteração técnica ou regulatória. Trata-se de uma transferência estrutural de responsabilidade, onde aquilo que antes era assumido pelo Estado, pelos fundos de pensões ou pelos empregadores está gradualmente a passar para os indivíduos. A questão não é apenas como financiar a reforma. É também como gerir a incerteza.
À primeira vista, esta mudança parece positiva. Os cidadãos passam a ter maior autonomia sobre as suas poupanças, podendo decidir como investir os seus ativos, quando levantar capital e de que forma organizar a transmissão de património para as gerações seguintes.
Mas existe um paradoxo.
Mais liberdade significa também mais responsabilidade. E responsabilidade financeira exige competências que a maioria das pessoas nunca desenvolveu ao longo da sua vida.
O reformado de amanhã pode ter de tomar decisões hoje sobre alocação de ativos, risco de mercado, inflação, fiscalidade e financiamento de cuidados de saúde de longa duração. São escolhas com impacto diferido que poderão moldar os últimos vinte ou trinta anos de vida. Uma decisão errada aos 55 anos pode ser praticamente irreversível aos 80.
Os anos imediatamente anteriores à reforma estão a transformar-se no momento mais valioso da nossa jornada financeira, pois o risco da longevidade, outrora mutualizado, será crescentemente individual.
Paradoxalmente, muitos dos sistemas financeiros continuam a estar organizados como se a esperança de vida fosse significativamente inferior à atual. O desafio deixou de ser apenas acumular riqueza para a reforma. O verdadeiro desafio é assegurar que essa riqueza sobrevive à própria longevidade.
A pergunta crítica já não é “quanto dinheiro tenho?”, mas sim “quanto tempo terá esse dinheiro de durar?”. Na esmagadora maioria das situações, não sabemos responder.
É precisamente aqui que emerge uma oportunidade estratégica para as empresas de seguros do ramo vida e sociedades gestoras de fundos de pensões.
Não é difícil perceber porquê.
Escolher um seguro automóvel é uma decisão transacional. Escolher como financiar os últimos vinte ou trinta anos de vida é uma decisão existencial.
Os avanços tecnológicos podem ajudar a organizar informação, simular cenários e aumentar a eficiência. Mas dificilmente eliminam a dimensão emocional associada ao envelhecimento, à dependência futura de terceiros ou à transmissão de património para os filhos e netos.
A confiança será sempre um ativo humano. E talvez essa seja uma das conclusões mais interessantes desta nova realidade. Quanto mais digital se torna a indústria, maior parece ser a procura por aconselhamento humano quando estão em causa decisões de elevado impacto.
Portugal é simultaneamente um dos países mais envelhecidos do Mundo e um dos que enfrenta maiores desafios demográficos nas próximas décadas. A sustentabilidade dos sistemas públicos de proteção social, a pressão sobre os cuidados de longa duração e a necessidade crescente de poupança privada tornarão inevitavelmente mais relevante o papel do setor segurador e de fundos de pensões.
Mas esta oportunidade traz consigo uma responsabilidade.
Se vamos assumir uma parcela crescente do risco financeiro associado à longevidade, então o mercado terá de responder com soluções simples, transparentes e compreensíveis.
A próxima geração de vencedores no setor não será necessariamente aquela com os produtos mais sofisticados. Será provavelmente aquela que conseguir reduzir a complexidade, aumentar a literacia financeira e construir relações de confiança duradouras.
Estarão os futuros pensionistas preparados para serem gestores do seu próprio risco de longevidade?

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O CEO Tiago do Couto Venâncio decidiu deixar a liderança da Aegon Santander Portugal, confirmou o gestor a ECOseguros. Após mais de uma década à frente de um projeto, o gestor prepara-se para continuar profissionalmente em Portugal, encerrando “um ciclo marcado pelo crescimento do negócio, pela rentabilidade e pela aplicação de dados e inteligência artificial à atividade seguradora”, disse.

A saída acontece por sua iniciativa, apesar da renovação do mandato até 2029, recentemente publicada pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
À frente da operação desde 2015, Tiago do Couto Venâncio liderou a criação e o desenvolvimento das seguradoras Vida e Não Vida da parceria entre a Aegon e o Santander. Ao longo deste período, o negócio aproximou-se dos 300 milhões de euros em prémios anuais, e conquistou posições entre os cinco maiores operadores em segmentos relevantes dos seguros de proteção, Vida, Saúde, Multirriscos e Acidentes Pessoais, apesar de comercialmente apenas utilizar o canal bancário da rede Santander.
As seguradoras Aegon Santander têm, nos últimos anos, apresentado uma rendibilidade dos capitais próprios superior a 40%, tendo distribuído de mais de 200 milhões de euros em dividendos acumulados aos acionistas.
Tiago Venâncio é formado em Matemática pela Universidade Nova com pós – graduação no ISCTE e é speaker no ISEG nas áreas de Seguros, Cálculo Atuarial e Matemática Financeira.
O negócio dos seguros no grupo Santander é o 5º maior em Portugal com prémios num valor próximo de mil milhões de euros. Está repartido entre o próprio banco para os seguros financeiros do ramo Vida, e a associação com os holandeses da Aegon (51%/49%) acontece em duas seguradoras que comercializam seguros de vida, incluindo os associados ao crédito, e seguros Não Vida, como multirriscos habitação, acidentes e outros produtos.
Tem ainda uma seguradora em parceria com a espanhola Mapfre vocacionada para seguros Não Vida como automóvel, responsabilidade civil e multirriscos para empresas. Nesta, designada Mapfre Santander, a Mapfre detém 50,01% da sociedade e o Santander Totta 49,99%.
Em dezembro último a Aegon anunciou que pretendia transferir a sede para os Estados Unidos, passar a chamar-se Transamerica e concentrar-se no mercado americano de seguros de vida, reforma e poupança. A mudança de sede está prevista para 1 de janeiro de 2028. Neste percurso, a Aegon acordou vender a operação britânica à Standard Life por uma contrapartida total de 2 mil milhões de libras, incluindo dinheiro e ações da compradora.
No entanto, a Aegon declarou que quer continuar a desenvolver os negócios ibéricos através do Santander. A sua estratégia internacional “passa por manter parcerias que geram resultados, em vez de necessariamente deter a totalidade das seguradoras”. disse fonte da companhia ao jornal Cinco Dias.